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Avaliação: Fiat Toro Volcano é até valente no fora de estrada, mas seu foco é o asfalto

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A Fiat Toro não é somente um meio termo entre as picapes leves e as médias, mas um novo estilo de carro para quem quer o conforto de um crossover e a versatilidade de uma picape. A marca italiana a denomina SUP ou Sport Utility Pickup.

A proposta não deixa de ser interessante, ainda mais no momento em que as vendas de utilitários esportivos sobem e os preços das picapes médias também. Claro, se a preferência for por maior robustez e resistência no trabalho, não há como compara-la com uma picape média.

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Mas, se aquela picape leve de cabine dupla parece pequena agora, a Fiat Toro surge como uma opção mais interessante, ainda mais se o conforto de um SUV estiver atrelado a um bom acabamento e nível tecnológico mais elevado.

Na versão topo de linha Volcano, a picape feita em Goiana/PE mostra que a escolha será mais emocional. Ela custa R$ 116.500, mas na versão avaliada, os kits Safe, Techno 3 e bancos em couro elevam o valor para R$ 125.710. Para quem gosta, um motor 2.0 diesel associado com uma caixa automática de nove marchas e tração 4×4 chamam a atenção. Vale a pena?

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Por fora…

Visualmente, a Fiat Toro atrai olhares por onde passa. A frente com repetidores de direção e luzes diurnas em LED na posição onde geralmente vão os faróis não é problema, assim como os faróis comuns posicionados mais abaixo. A opinião de quem vê é: muito bonita. Para nós, o conjunto é interessante e destaca o modelo, saindo do lugar comum.

Na traseira, as lanternas de LED de desenho sofisticado agradam bastante. A Fiat poderia repetir isso em outros lançamentos. A tampa de abertura bipartida chama atenção, mas a falta de uma plataforma de acesso como em outras caçambas às vezes é sentida. Nesta versão, a soleira era cromada, dando um toque mais sofisticado.

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Volumosa, a Toro Volcano também se destaca pela linha de cintura bem alta, embora com boa área envidraçada. Retrovisores com basculamento elétrico e acabamento preto, tendo ainda repetidores de direção são muito funcionais. O keyless da picape ativa mesmo com a presença do condutor e as maçanetas cromadas possuem sensores de toque, além dos botões de travamento.

A capota marítima (no pacote Techno 3) é muito bem montada, mas protege o ambiente apenas de forma razoável. Afinal, evitar a água é quase impossível, mesmo com dois drenos no acabamento e mais uma galeria no assoalho, que é protegido por acabamento em plástico. O espaço é bom e suficiente para quem não tem grandes pretensões em termos de carga, apesar dos 1.000 kg de capacidade.

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O rack no teto tem belo visual e pode ajudar no transporte de cargas mais longas, que ainda podem ser melhor acondicionadas com um extensor de caçamba, vendido como acessório. A suspensão não é muito alta e as rodas aro 17 com pneus 225/65 R17 parecem menores do que realmente são diante do tamanho do veículo (4,91 m) e de seu entre-eixos (2,99 m).

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Por dentro…

Esqueça qualquer comparação com uma picape de mesma proposta, oferecida no mercado. A Fiat Toro apresenta um nível de acabamento que supera os demais modelos nacionais da marca. O ambiente lembra muitos os Jeep Renegade e Cherokee. Plástico texturizado de boa qualidade, desenho geral moderno, detalhes em tungstênio e acabamento em couro nos assentos e portas (opcional) estão presentes.

O volante multifuncional é o mesmo da marca americana e chama atenção pela profusão de botões, inclusive os de volume e alteração de mídia na parte de trás, logo abaixo dos paddle shifts. Tem boa empunhadura e ajustes de altura e profundidade. O quadro de instrumentos é outro destaque, tendo uma tela TFT com várias funcionalidades, incluindo até um lembrete de boas-vindas para mudança de estação do ano…

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O ar condicionado dual zone é bem resolvido, assim como os demais comandos, incluindo o de tração (Auto, 4WD e 4WD Low), que à noite possui iluminação em sua base. Depõe contra o pequeno display da multimídia. Além de pequena, tem visual simples demais – até mesmo em relação à do Novo Uno – e conta com navegador sem dados de tráfego. Mas, pelo menos tem câmera de ré integrada. Há duas entradas USB, sendo uma na parte traseira.

O porta-copo único é uma falha, poderiam ser dois. O porta-objetos entre os bancos é pequeno demais, embora tenha refrigeração, assim como o porta-luvas, com volume um pouco melhor. A alavanca de transmissão está em boa posição, assim como o freio de estacionamento, mecânico. Parece exagero, mas a Toro não é tão alta quanto aparenta. Mesmo assim, pessoas com baixa estatura poderão beneficiar-se de alças nas colunas A.

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O banco do motorista tem ajuste de altura elétrico, inclusive lombar, mas falta memória. Os assentos possuem revestimento de boa qualidade e bordados com o nome Toro, mas são mais duros que em algumas picapes médias. O espaço atrás é apenas bom, tendo altura adequada e largura razoável para três. Todos envolvidos por cintos de três pontos e apoios de cabeça individuais. Devemos lembrar que a Toro nessa configuração tem seis airbags, dando maior proteção aos ocupantes.

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Por ruas e estradas…

A Fiat Toro Volcano só existe com o famoso (lá na Europa) motor diesel 2.0 Multijet II, que tanto embala os carros da marca quanto de outros fabricantes. Ele entrega 170 cv a 3.750 rpm e 35,7 kgfm a 1.750 rpm. Antes de tudo, ele foi feito para automóveis, assim como aquele 2.0 de uma picape média feita na argentina.

Então, nada de vibrações excessivas ou ruído elevado, presenciado em motores diesel do segmento médio. Como um propulsor da classe, ele responde de maneira mansa, exceto quando se pisa até o fundo. Para quem busca reações mais rápidas, é melhor esperar uma provável 2.4 Tigershark Flex. Mas para as pretensões da Toro, o 2.0 Multijet se mostra adequado.

As rotações até a mudança de marcha (nove no total) ocorrem pouco acima de 2.000 rpm, com a caixa ZF 9HP segurando muito acima dessa rotação, o que é um pouco ruim para quem está acostumado com propulsores maiores. De qualquer forma, quando embalado, a rotação cai para a faixa de 1.600 rpm. É nela que ele se comporta a 110 km/h em nona marcha, que entra apenas indo um pouco mais acima.

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Falando nisso, o nível de ruído é moderado, incomodando um pouco quando se exige algo perto de 2.500 rpm. Mesmo com rotação de mudança elevada, o consumo urbano teve boa média de 9,9 km/litro, enquanto no rodoviário, a média ficou em 14,1 km/litro, rodando a 110 km/h. Teoricamente daria para rodar 846 km.

Em relação às trocas de marcha, o ZF 9HP é bastante suave em funcionamento e reduz de forma eficaz. Não há opção Sport. Assim, tirar um pouco mais, só mesmo com mudanças manuais. Mas não se empolgue, ele é quem determina o momento de cada troca. Ou seja, no dia a dia, o melhor mesmo é deixar no automático e curtir a vida.

Quem quer uma experiência mais pessoal, vai encontrar um câmbio manual de seis marchas nas versões Freedom 2.0 4×2 ou 4×4. No cotidiano, a Toro Volcano usa normalmente marchas de 2ª a 8ª se incluir estrada. A primeira fica para redução, já que ela sai de segunda. A nona é apenas para cruzeiro.

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No comportamento geral, a Fiat Toro é bastante estável e muito mais próxima de um crossover do que de uma picape. O conjunto de suspensão tem ajuste firme e filtra as imperfeições apenas de forma razoável. A dianteira é bem mais macia que a traseira, facilmente notada na transposição de lombadas.

A direção elétrica é leve e progressiva na medida certa. Os freios também atuam de forma eficiente, mesmo com o veículo carregado. A Toro Volcano tem controles de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa, controle de descida, entre outros. O pacote de assistência é muito bom.

Saindo do asfalto, a Fiat Toro mostra valentia, mas alguma aptidão para o off-road. Apesar da tração 4×4 e da reduzida, o modelo tem suspensão pouco elevada e o ângulo de ataque dianteiro é menor que o desejado.

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Rodando em estrada de terra, a suspensão firme transfere muito dos impactos externos para o interior, evidenciando o citado acima. Mas com os controles ativos, a picape se mantém bastante estável nas curvas e a tração nas quatro rodas ajuda muito na hora de sair de trechos com muita lama.

É um carro para o dia a dia urbano e um fim de semana com estradas de terra, mas nada muito radical. Até atravessa pequenos cursos de água sem dificuldade. Se a exigência for maior, então esqueça a Toro e parta para uma picape média. No geral, seu desempenho agradou, ficando dentro do esperado.

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Por você…

Como já comentamos no início da avaliação, a Fiat Toro vem com uma proposta mais ousada, que é a de unir dois mundos diferentes: picapes e SUVs. Além disso, funciona como uma intermediária entre os dois segmentos bem difundidos no Brasil.

O preço assusta, mas não surpreende, ainda mais levando-se em consideração a atual situação do mercado, com constantes altas. Ainda assim, a Toro Volcano apresenta um conjunto motriz que não se pode desdenhar, tendo motor 2.0 diesel, câmbio automático de nove marchas e tração 4×4 com reduzida. Sem contar o pacote de equipamentos e o acabamento geral.

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No custo de manutenção, as três revisões até 60.000 km somam R$ 4.308, pulando para R$ 7.312 até 100.000 km. Cada revisão é feita em intervalos de 20.000 km. O valor é alto, mas ainda abaixo de algumas médias, especialmente a da mais recente Avaliação NA. A garantia é de três anos, mas o proprietário pode comprar mais um ou dois anos, pagando R$ 1.262,88 ou R$ 2.210,63, respectivamente.

Para o dia a dia e o lazer, é um carro pronto. A força do diesel é suavizada e a economia se torna evidente no cotidiano. Mas vale a pena? Para fugir do lugar comum e não ter compromisso com fora de estrada extremo, embora necessitando de uma caçamba de vez em quando, a Fiat Toro Volcano vale sim.

Medidas e números…

Ficha Técnica da Fiat Toro Volcano 2.0 AT9 4×4

Motor/Transmissão
Número de cilindros – 4 em linha turboalimentado, intercooler e injeção direta eletrônica Common Rail (diesel)
Cilindrada – 1956 cm³
Potência – 170 cv a 3.750 rpm
Torque – 35,7 kgfm a 1.750 rpm
Transmissão – Automática de nove velocidades, além de mudanças sequenciais de marchas na alavanca e no volante.

Desempenho
Aceleração de 0 a 100 km/h – 10 segundos
Velocidade máxima (limitada) – 188 km/h
Rotação a 110 km/h – 1.600 rpm
Consumo urbano – 9,9 km/litro
Consumo rodoviário – 14,1 km/litro

Suspensão/Direção
Dianteira – Independente McPherson/Traseira – Multilink
Elétrica

Freios
Discos dianteiros e tambores traseiros com ABS e EDB

Rodas/Pneus
Liga leve aro 17 com pneus 225/65 R17

Dimensões/Pesos/Capacidades
Comprimento – 4.915 mm
Largura – 1.844 mm
Altura – 1.743 mm
Entre-eixos – 2.990 mm
Peso em ordem de marcha – 1.871 kg
Tanque – 60 litros
Capacidade de carga – 1.000 kg
Preço – R$ 116.500 – Versão avaliada: R$ 125.710

Galeria de fotos da Fiat Toro Volcano 2.0 AT9 4×4:





  • Boa a matéria, mas… porquê não citam o nome das concorrentes indiretas e diretas na reportagem? Coisa horrível ler “especialmente a da mais recente Avaliação NA” ou “Antes de tudo, ele foi feito para automóveis, assim como aquele 2.0 de uma picape média feita na argentina”… que está acontecendo com a edição do NA? Ficou parecendo um texto publicitário, ao usar estes subterfúgios desnecessários em um site automotivo.

    • Ailton Junior

      é reportagem paga

    • Cristiano_RJ

      Isso também me chamou a atenção…

  • The Monster Man

    Estou aguardando os novos motores, mas gostei demais dessa pick-up, se não acontecer como o Renegade (dois aumentos de preço por mês) é possível que eu troque minha japonesa pela italiana.

    • Leônidas Salazar

      Se você estar falando do motor 2.4 Tigershark, ele equipará apenas as unidades de exportação.

  • Felipe

    Disparado a melhor opção na faixa de preço da versão Freedom. À Partir do valor das versões diesel, quem estiver disposto mesmo pode procurar por opções com melhor custo x benefício.

  • Marcelo Ceno Dutra

    A Fiat acertou em cheio com a toro, porém não me entra na cabeça o porquê não esperar mais um pouco e lançar a toro já com os novos motores

    • Compro Vidro de Perfume Vaziou

      A fila já tava com 1 mês de espera e nem tinham lançado a Toro, eles não queriam esperar mais para lucrar e ao meu ver acertaram em cheio, os números da quinzena já mostra isso !! Ruim pra quem comprou no lançamento vai ficar a ver navios, mas a Fabricante não liga pra isso quer lucros e pensando assim eles acertaram em lançar a Toro sem os novos motores !!

    • Leônidas Salazar

      Toro com motor 2.4 Tigershark, não será oferecida no mercado interno.

      • Marcelo Ceno Dutra

        Mas o a diesel vai ser recalibrado

        • Leônidas Salazar

          Eu li a matéria, e não fiquei nem um pouco convencido, o motor 2.0 TDi da Amarok é bi-turbo diesel, e entrega 180 cv e 42,8 kgf.m de torque, mas isto é poluindo 40 vezes mais do que o divulgado, como esse 2.0 turbo diesel da Toro vai entregar estes 200 cv de potência, e 48 kgf.m de torque sem exceder as normas de emissões, eu particularmente estou duvidando muito, tudo indica que é pura especulação automotiva.

          • G.Alonso

            Bom, engenharia cuida muito bem disso, a VW tem 2.0 biturbo diesel com mais de 200 cv no Passat, se a Fiat colocar um segundo turbo (nem é necessário isso) no 2.0 dela e chegar a 200 cv, sendo econômico e mais forte, é muito bom. Diz que chega no novo Jeep 551, depois vai para o Toro.

  • Vinicius

    Ótima opção, não é a pk das galáxias mas está anos luz da Renô nesse segmento …

  • Mardem

    Como podem acertar tanto num carro e errarem tanto no outro!

    • Cristiano_RJ

      Do que você está falando? Refere-se ao desing do Fiat Mobi? Se for isso, acho que os preços dão uma boa dica: um custa mais que o triplo do outro.

      • Mardem

        Sim, me referi a isso mesmo. Claro que o fator custo tem infinitas limitações no desenvolvimento de um carro, mas ambos os projetos saíram das mesmas pranchetas. O papel e a caneta usados para desenhá-los custam o mesmo. Só porque é “pra pobre” ele tem que ser avacalhado? Ele poderia ser baixo custo, mas respeitando as diretrizes de design vistas no Tipo e na Toro.

        • Cristiano_RJ

          Não se projeta um carro utilizando papel e caneta. Os custos relacionados ao desenvolvimento do projeto dependem da equipe envolvida, que pode variar bastante a depender da quantidade, qualidade e país de origem dos profissionais (europeus, por exemplo, ganham em Euros), assim como dos testes realizados (túnel de vento para avaliar a aerodinâmica, por exemplo). Se o projeto será global ou local (ex. gasta-se em clínicas com clientes potenciais, que opinam sobre o design), maquetes em argila construídas, etc. Fora que o design também influencia os custos de fabricação, então, os projetistas tem que pensar nisso quando vão criar um modelo completamente novo, pois se sua produção for cara, o departamento de marketing poderá ter dificuldades em posicioná-lo no mercado…

          … Enfim, não estou querendo defender a Fiat não. Existem carros baratos que são agradáveis de se ver. Mas nesse caso específico, a diferença entre os orçamentos disponíveis para o desenvolvimento da Toro e do Mobi deve ter sido abissal, o que certamente influencia no grau de liberdade de cada equipe. Fora que o foco era um caro de baixo custo.

          • Mardem

            Concordo. Mas o projeto nasce da prancheta sim. Nasce do conceito no papel. E depois passa por todo esse processo que você citou para se tornar real. No caso da Toro e do Mobi, ambos tem design da Fiat Brasil, desenvolvidos aqui. O que eu quis dizer é que o custo para fazer um carro feio é o mesmo que para fazer um bonito. Não estou pedindo Leds, projetor elíptico, CMM, teto solar…eu só queria um design agradável. Aquele que se restringe às formas estampadas na lataria. Veja o Up (massacrado por muitos…mas enfim), ele carrega a mesma filosofia de design do Passat. Em termos de custos, são duas realidades diferentes, mas o design está lá, intacto em sua filosofia. Agora, analise o Tipo e a Toro e procure neles esses vincos ridículos que tem no Mobi. Procure lanternas superdimensionadas e faróis maiores que o carro. Não tem, porque eles são coesos na linguagem do design “racional” proposta pela Fiat. O Mobi é a (horrorosa) exceção. Eu esperava mais do projeto e me decepcionei bastante. Até porque, a Fiat costumava ser mais preciosista quando o assunto era design.

            • Cristiano_RJ

              Realmente. O resultado final de ficou de gosto duvidoso.

  • Fábio

    A palavra “mas” nas minhas contas foi usada 19 vezes, a maioria das vezes usada depois de ressaltar um ponto positivo e em seguida apontar o negativo. Parece que nada satisfaz o avaliador. E achei um tanto tendencioso, parecendo que quer pegar no pé e fazer polêmica. Não vi muita imparcialidade e é a segunda avaliação seguida do NA que notei isso.
    A Toro tem sim “pontos a rever”, como todo carro, PORÉM são pontos “apagados” perto do conjunto da obra e de tantos pontos positivos, e isso notei lendo e assistindo outras avaliações.

  • Adriano Sena

    Cadê a avaliação da versão Flex????

    • Cristiano_RJ

      A Fiat deve estar com receio de emprestá-la para a imprensa… e começarem as rajadas de críticas ao desempenho.

      • Leônidas Salazar

        Já estar na mão da impressa, pesquise um pouco na web.

        • Cristiano_RJ

          Então logo, logo, começarão as críticas.

          • invalid_pilot

            Os moleques do Top Speed já testaram a Flex… e o desempenho é o mínimo esperado, nada que surpreenda mas nada que desabone

            Melhor que a Oroch de preço similar e já a Diesel é anos luz, mas custa uns 40k a mais tbm

            • oscar.fr

              Oroch bem mais barata que a Toro e ainda tem um motor muito mais condizente com a proposta do carro O 2.0 Renault é infinitamente superior ao 1.8 Fiat.

              • Leônidas Salazar

                Verdade, a Oroch é mais indicada para uso majoritariamente profissional, enquanto a Toro por ser mais luxuosa, mais equipada, mais segura, mais confortável, mais silenciosa, mais espaçosa, mais bonita, atende com mais competência ao uso particular. Mas o motor 2.0 Renault não é infinitamente superior ao 1.8 E-torQ Evo ViS, é só você considerar que o motor da picape Toro carrega 273 kg a mais que o motor da Oroch 2.0, a picape Toro tem câmbio automático convencional de 6 marchas com relações longas para privilegiar o silêncio a bordo, a 120 km/h em sexta marcha(overdrive) Toro 1.8 AT6 estar com apenas 2500 rpm no conta-giros, enquanto a Oroch 2.0 utiliza um câmbio manual de 6 marchas com relações bem mais curtas que o câmbio da Toro, naturalmente para favorecer o desempenho, então a Oroch 2.0 manual a 110 km/h em sexta marcha já estar urrando com 3000 rpm no conta-giros.

  • MarcioMaster

    Continuo achando muito feio, tanto em fotos como ao vivo.

  • FABIANO SCHMITHE

    Parabéns , acertou em cheio, mais uma vez !!

  • Leônidas Salazar

    [Para quem busca reações mais rápidas, é melhor esperar uma provável 2.4 Tigershark Flex.]

    Toro 2.4 Tigershark não será oferecido no mercado interno.

  • Jonatas

    Pq vocês não falam logo Renault Duster, ao invés de dizer “uma picape média feita na Argentina”??

    • Dafomg

      Ele se referiu a Amarok.

  • FABIANO SCHMITHE

    Esta mostrando pra que veio !!

  • Alessa Chalenger

    apesar do cambio zf, mas de 100 mil em uma picape que ainda usa freio tambor……. dispenso.

  • Everton Lourenço

    A Fiat investiu alto no marketing deste carro, acabo de ler num outro site que as vendas já ultrapassam as da Renault Oroch… kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk… Meu Deus do céu, querem tirar leite de pedra mesmo… Comparar um Toro com Hilux.. Ranger.. Amarok.. Não tem absolutamente nada a ver… O cara que curte caminhonetes de verdade não vai comprar um Fiat Toro, a plataforma é completamente diferente.. Tudo isso para alavancar vendas e impressionar brasileirinhos que adoram exibir coisa nova pro vizinho… A central multimidia desse carro parece a telinha do meu Moto G….. Logo essa droga aparece nos comerciais da novela das oito mas com outro propósito.. ANUNCIO DE RECALL!!

  • Fernando Gonçalves da Costa

    125.000 Dilmas … na TOP??? Acho que estou ficando ou ja estou louco, Vamos comparar:
    TOYOTA HILUX 3.0 SRV 4X4 CD 16V TURBO INTERCOOLER DIESEL 4P AUTOMÁTICO 2014/2015 com 32 mil km. = “R$ 129.000,00”

    MITSUBISHI L200 TRITON 3.2 HPE 4X4 CD 16V TURBO INTERCOOLER DIESEL 4P AUTOMÁTICO 2015/2016 com 16.000 km = “R$ 127.000,00″

    FORD RANGER 3.2 LIMITED 4X4 CD 20V DIESEL 4P AUTOMÁTICO 2015/2015 com 15.600 km =”R$ 128.000,00”

    Quem compra uma Toro Top por R$ 125 K me desculpem estão loucos.



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