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Avaliação: Honda WR-V é um pouco mais que aventureiro urbano

honda-wr-v-avaliação-NA-2 Avaliação: Honda WR-V é um pouco mais que aventureiro urbano

Criado a partir do Fit, o Honda WR-V surgiu para satisfazer o mercado de utilitários esportivos, que cresce bastante em todas as regiões do mundo. Aqui no Brasil também não é diferente. Com ajustes na plataforma e visual mais “aventureiro”, o compacto foi a saída da marca japonesa para ter uma segunda opção neste mercado, pouco abaixo do HR-V, mesmo ele não sendo um utilitário propriamente dito.



A solução parece ter dado muito certo, já que as vendas praticamente triplicaram após o mês de lançamento, alcançando em torno de 1,8 mil unidades em abril. Medindo apenas 4,00 m, o Honda WR-V cabe em quase qualquer garagem e, de quebra, mantém as virtudes do Fit, como excelente espaço interno, porta-malas bom e excelente versatilidade do ajuste dos bancos.

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Equipado com o conhecido 1.5 i-VTEC FlexOne com até 116 cv e 15,3 kgfm, mas vem somente com transmissão automática do tipo CVT e sem simulação de marcha. O objetivo é atender a preferência do consumidor deste segmento, que busca mais conforto ao dirigir. Assim, nada de manual, nem menos na versão de acesso EX.

Na topo de linha EX-L, avaliada pelo NA, o Honda WR-V oferece um bom pacote de equipamentos, tendo ainda seis airbags, multimídia com GPS, câmera de ré, ar-condicionado, trio elétrico, direção elétrica, entre outros. Faltaram alguns itens, mas o principal vem de série e não agrada muito: R$ 83.400.

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Por fora….

O Honda WR-V compartilha parte da estrutura do Fit, tendo a frente elevada e dotada de novos faróis com LEDs diurnos, parcialmente cobertos pelo novo capô, curto e com poucos vincos. A grade cromada envolvente chama atenção, assim como o para-choque com faróis de neblina circulares e vincos bem pronunciados.

O WR-V tem muitas molduras plásticas, sendo que na frente, elas recobrem a parte inferior do para-choque, cuja parte central tem aspecto reforçado e cor cinza. As saias de rodas também se harmonizam com o conjunto, sendo ligadas entre si pelas bases das portas, incluindo atrás o protetor igualmente decorado com cor cinza na parte central.

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No teto, barras longitudinais em tonalidade cinza, reforçam a proposta do WR-V. Na traseira, a Honda decidiu mexer nas lanternas do Fit, eliminando os refletores junto da vigia e acrescentando um prolongamento mais abaixo, sobre a tampa do porta-malas. A tampa lisa tem um aplique cromado sobre a placa.

Nem todo mundo gosto do visual da traseira do WR-V, mas isso não parece atrapalhar o desempenho comercial do pequeno monovolume com estilo crossover. Sim, ainda tem muito do Fit, tais como retrovisores com repetidores de direção, vincos acentuados nas laterais e a grande área envidraçada. Mas isso não tira a personalidade do WR-V, cujo olhar invocado tem agradado a muitos consumidores.

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Por dentro….

Se por fora ele tem uma personalidade mais forte que o Fit, por dentro o Honda WR-V cumpre fielmente a lição de casa da Honda, apresentando um ambiente que não pega ninguém de surpresa, especialmente os clientes da marca. Ou seja, quem trocou o Fit pelo pequenino “utilitário”, se sentirá em casa.

O ambiente é o mesmo, trazendo boa ergonomia, muito espaço (especialmente vertical), conforto e a versatilidade típica da minivan japonesa, que desembarcou aqui em 2003. Não faltam porta-copos e porta-trecos. O banco traseiro com o sistema ULTRa Seat permite levar objetos bem altos ou longos dentro do habitáculo de forma simples e rápida, sem esforço. Dá até para converter parte dos assentos em cama.

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A área envidraçada deixa o ambiente mais iluminado. O para-brisa avançado garante boa visibilidade, tendo-se apenas que ter atenção às colunas A com suas diminutas vigias durante as conversões. Coisas do Fit, ou melhor, do WR-V. O ângulo de abertura das portas também é generoso, assim como o porta-malas com 363 litros, podendo ser ampliado em até 1.045 litros.

 

O painel tem boa visibilidade e computador de bordo, além de econômetro. Em volta do mostrador principal, o velocímetro, luzes de LED indicam a eficiência no modo de condução, sendo verde para economia e azul para desempenho. O volante multifuncional tem boa pegada, sendo revestido em couro e dotado de controles de mídia, telefonia e piloto automático. O ajuste é em altura e profundidade.

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Ao centro, a multimídia domina com sua tela de 7 polegadas sensível ao toque. Ela vem com navegador GPS, Bluetooth, hotspot Wi-Fi, acesso à internet via wireless, entradas auxiliar, USB e SD, bem como câmera de ré. Esta última requer atenção. Como não há sensor de estacionamento, o foco angular da imagem engana pela proximidade, ficando o WR-V muito próximo do carro logo atrás, quando se imagina que esteja mais distante.

A central de entretenimento é bem intuitiva, mas o navegador não é dos melhores. Teremos de esperar pela nova geração do Fit – e atualização do WR-V – para ter acesso ao Android Auto com o Google Maps. Para quem acha que só uma entrada USB é pouco, existe outra no console, com mais uma auxiliar. O painel conta ainda com porta-copos do lado esquerdo, porta-luvas com bom espaço e ar-condicionado com comandos físicos.

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No acabamento, o Honda WR-V traz padronagem e tecidos diferenciados em relação ao Fit, algo mais jovial. Mas por R$ 83.400, faltou um revestimento em couro nos bancos e portas. Também faltou um apoio de braço direito para o condutor, que já goza do CVT e do controle de cruzeiro. Com painéis bem montados e materiais de qualidade, o crossover tem um ambiente agradável e funcional.

Seis airbags, Isofix, Top Tether, cintos de três pontos e apoios para todos garantem a proteção dos ocupantes. Sentimos falta de comando one touch para todos os vidros (apenas para o motorista) e seu levantamento com a chave. Não há sensor crepuscular e nem de chuva, bem como ausente também um retrovisor eletrocrômico. Até mesmo não há luzes nos espelhos de cortesia. O sistema de som é apenas mediano.

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Por ruas e estradas….

O Honda WR-V tem uma proposta também mediana em termos de performance. Pesando 1.130 kg, o crossover compartilha do 1.5 i-VTEC FlexOne com 115 cv na gasolina e 116 cv no etanol, ambos a 6.000 rpm. Por volta dos 4.800 rpm, aparecem os 15,2 kgfm com o derivado de petróleo e 15,3 kgfm no derivado da cana.

O propulsor tem funcionamento suave, com baixo ruído e apresenta disposição para o dia a dia. Não é nada excepcional, cumprindo bem a tarefa de mover o WR-V, mas exigindo um pouco mais de giro em situações onde um bom turbo com injeção direta não fariam qualquer questão.

Normalmente, esse 1.5 trabalha entre 1.500 e 2.000 rpm graças à linearidade do CVT que, sem simulações de marcha, deixa o crossover bem agradável quando a intenção é rodar com conforto. Mas, quando se pede um algo a mais, ele pensa um pouco mais e vai liberando o i-VTEC para satisfazer o desejo do condutor. O giro nas ultrapassagens simples de estrada chega a 3.500 rpm.

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Em subida de serra com rampa longa, o motor do WR-V se mantém entre 3.000 e 3.500 rpm, elevando um pouco o ruído, mas bem mais o consumo. Dependendo da situação, é necessário ir até 4.000/4.500 rpm para extrair mais do propulsor 1.5. No modo Sport, a rotação fica bem mais elevada, mas isso não significa a mesma proporção em performance.

No dia a dia, o Honda WR-V com este 1.5 se mantém um carro bom em suas respostas, especialmente no uso urbano. Mas, não gostamos do consumo. Com etanol, o crossover fez 6,9 km/litro. Na gasolina, foi para 8,5 km/litro em terrenos totalmente planos, ambos bem abaixo das marcas divulgadas pelo Inmetro e mesmo usando a linearidade dos 1.500 rpm no plano e o verde do Econ para obter mais economia. Poderia ter sido melhor, pelo menos na gasolina.

Já na estrada, O Honda WR-V foi melhor que no instituto de metrologia, fazendo 10,1 km/litro no etanol e 13,4 km/litro na gasolina. Falando nela, a estrada, o modelo mantém uma rotação pouco acima de 2.000 rpm quando em 110 km/h, garantindo conforto em viagens. O nível de ruído é bom no geral.

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Assim também é a direção elétrica, leve e precisa, sem a necessidade de funções secundárias apelativas. A dirigibilidade do Honda WR-V é, como no Fit, muito boa. Fácil, dócil e simples, não possui vícios e trata bem o motorista. Para quem não aprendeu a dirigir, começar por este é um caminho para se tornar um chato mais adiante. No bom sentido, é claro.

Os freios atuam com eficiência, assim como o conjunto de suspensão, que é diferente em seus componentes e ajustes em relação ao Fit. Ela é firme, mas tem um bom nível de absorção de irregularidades, dando ao WR-V uma sensação de maior robustez em comparação com a minivan.

Não bate no fim do curso em crateras e buracos escabrosos que enfrentamos durante a avaliação. Não, não no fora de estrada, na cidade mesmo. Lombadas altas não são problema, assim como paralelepípedos, bloquetes e asfaltos destruídos pela fala de manutenção.

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Em algumas situações terríveis de certas vias, o WR-V cumpriu o que promete. Há sim alguma vibração em pisos segmentados, mas nada que faça os ocupantes reclamarem. Os pneus 195 série 60 ajudam nessa tarefa também.

A carroceria recebeu reforços na plataforma para se tornar mais rígida também. Apesar de praticamente 1,60 m de altura, o WR-V não inclina nervosamente em curvas fechadas, tendo boa estabilidade, embora não conte com os importantes controles de tração e estabilidade. Faltou também o assistente de partida em rampa, já que o CVT sustenta o veículo até certo ponto em um plano inclinado.

Em estradas de terra, o Honda WR-V se comporta bem, mas desde que estejam em um estado bom, pois lama, buracos enormes e pedras muito grandes não são indicadas para o pequeno crossover. Seu foco é mais voltado para o asfalto, mas com a capacidade de enfrentar trechos de terra que eventualmente apareçam. No geral, o utilitário esportivo se mostra mais aventureiro e guerreiro que o HR-V, um crossover muito mais comedido nesse aspecto.

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Por você….

O Honda WR-V é um pequeno crossover que cresceu além do chamado aventureiro urbano, aquele hatch embelezado para ser algo que não é. As modificações da marca japonesa foram além do visual, acrescentando um novo eixo traseiro, caixa de direção reforçada, barra estabilizadora maior e reforços na carroceria. Até o isolamento acústico foi melhorado e percebido.

Com um bom handling, o crossover ganha pelo prazer ao dirigir, mas também agrada pelo bom espaço no habitáculo. Ao invés de escolher entre uma minivan para o dia a dia e um crossover para viagens e fins de semana mais aventureiros, o Honda WR-V cai muito bem nesse aspecto.

O nível de conteúdo é bom, mas poderia ser melhor por conta dos R$ 83.400, que realmente estão muito acima do desejado. Mas é claro que sendo um produto da marca japonesa, seria sim estranho um preço mais competitivo.

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Não há porque dizer que esse é o preço que se paga por um bom carro. A Honda joga com um valor mais alto para dar conta de entregar, já que é limitada a produção. Mas então, é bom ou não?

O Honda WR-V é sim um bom carro. Se vale a pena? Depende. Se a necessidade for para ter dois segmentos em um, sim. Caso contrário, entre os utilitários esportivos, existem opções bem mais interessantes, tais como Chevrolet Tracker, Hyundai Creta ou Suzuki New Vitara, por exemplo.

Medidas e números….

Ficha Técnica do Honda WR-V EX-L 1.5 CVT 2018

Motor/Transmissão

Número de cilindros – 4 em linha, flex

Cilindrada – 1.497 cm³

Potência – 115/116 cv a 6.000 rpm (gasolina/etanol)

Torque – 15,2/15,3 kgfm a 4.800 rpm (gasolina/etanol)

Transmissão – Automática CVT

Desempenho

Aceleração de 0 a 100 km/h – ND

Velocidade máxima – ND

Rotação a 110 km/h – 2.100 rpm

Consumo urbano – 6,9/8,5 km/litro (etanol/gasolina)

Consumo rodoviário – 10,1/13,4 km/litro (etanol/gasolina)

Suspensão/Direção

Dianteira – McPherson/Traseira – Eixo de torção

Elétrica

Freios

Discos dianteiros e tambores traseiros com ABS e EDB

Rodas/Pneus

Liga leve aro 16 com pneus 195/60 R16

Dimensões/Pesos/Capacidades

Comprimento – 4.000 mm

Largura – 1.734 mm (sem retrovisores)

Altura – 1.599 mm

Entre eixos – 2.555 mm

Peso em ordem de marcha – 1.130 kg

Tanque – 45,3 litros

Porta-malas – 363 litros

Preço: R$ 83.400 (versão avaliada EX-L)

Honda WR-V EX-L 1.5 CVT 2018 – Galeria de fotos

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4.0

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143 Comentários

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  • Parece que rolou um bom incentivo para elogiar, outra será que esse carro tem muito do Fit por ser ele??? O carro é horrível (nem pra dar um melhor acabamento) vende pela marca assim como o etios. Acho que não se compara carro novo com usado mas nesse caso usado sem dúvidas.

    • Sim, a Honda me deu um WR-V novinho em folha para eu elogiar. Já to com 45 carros aqui na garagem só fazendo isso.

      O NA existe há 12 anos e desde o começo os leitores insistem nessa teoria da conspiração de que os sites recebem para elogiar, sem nunca terem a mínima prova disso. E é um esquema tão bem feito que todo mundo da imprensa faz parte, todas as marcas fazem parte, e nunca fomos denunciados nem expostos.

      E quem reclama geralmente é uma pessoa que nunca andou no carro avaliado em questão, mas ela sabe, de trás do seu teclado, que o jornalista que ficou uma semana com o carro está completamente errado em sua avaliação e que ele é desonesto a ponto de receber um dinheiro para falar bem daquele carro.

      :D

      • Com todo respeito, poderia ser menos irônico…

        Imagino que o blog/portal/site tem que sobreviver, e pra sobreviver precisa de incentivos. Então não seria injusto que ganhasse um carro por avaliação, ou não…

        Quanto ao WR-V: Pode até ser um bom carro, disfarçado de crossover, mas está com preço muito alto, assim como a maioria dos veículos no Brasil…

        • Eu acho que foi até pouco irônico.
          Leem o conteúdo de graça, sendo que nas bancas pagam quase 15 reais por uma 4Rodas, e ainda ficam enchendo o saco.
          O cara alucinou que o blog recebe incentivo sem provas e teve uma resposta a altura. Ainda mais alucinou em um blog recheado de haters, cheio de gente com baixa capacidade de discernimento e de má-fé: um prato cheio pra espalhar mentiras e desinformações.
          Quem reclama da avaliação, vai na Honda, faça o teste-drive e tire suas próprias conclusões.

          • Acredito que como frequentador da casa não cabem julgamentos
            Se não concorda com a matéria (como eu) apenas reflita e comente sobre aspectos do carro
            Julgar se o NA recebe dinheiro ou carro em troca não é de nossa conta
            Eu tenho meu senso crítico e não preciso de ninguém pra formar minhas ideias, portanto o NA recebendo ou não, jamais mudará minha opinião, pois essa se baseia em diversos textos, opiniões de donos e uma reflexão geral das coisas..
            Se eu vejo que a matéria é tendenciosa nem perco meu tempo lendo-a
            E concordo com o DRg: os “adjetivos invadem os textos” do NA
            Acredito que não exista nenhum carro perfeito, sempre há pontos positivos e negativos
            Porém, os positivos são os destaques

        • Grande verdade que Honda e Toyota se acham no prestígio de um Rolls Royce ou de uma Mercedes Benz
          Não passa de uma marca que faz o mínimo para o cliente, coisa que as outras 4 infelizes nem esse mínimo são capazes
          Não vejo nenhum prestígio em Corolla, Civic, Fit e CIA Limitada
          São carros de pedreiro e faxineira lá fora
          Portanto só aqui na bananalandia isso é alguma coisa
          Nada contra pedreiro ou faxineira, somente a título de comparação de profissões

          • Concordo com tudo o que disse. E acrescento: os clientes é que colocam Honda e Toyota no pedestal.
            Minha prima tem um Fit. Deu problema 3 vezes no marcador de combustível.

            Ela ficou brava? Não. Fica feliz com o tratamento na concessionaria (mesmo tento toda vez que brigar para reparar na garantia).

            E ainda fala que Honda não quebra! Hahahaha!

        • Pra isso existe o monte de propaganda no site. Foram até pouco irônicos, respeitosos. O cara os chama de corruptos. Não acho que mereça respeito sem dar respeito. kkkk

      • Mesmo assim faltou dizerem que pelo preço astronômico o carro não é dotado de Hill Holder e controle de estabilidade e tração. Características que inclusive foram incluídas erroneamente em outro review do carro esses tempos pra trás pelo NA.

        • Tem mídia que ganha indiretamente. Tipo: falar bem para tentar mais anúncio/propaganda da marca, ou mesmo para ficar bem na fita da montadora para continuar sendo convidado para eventos e lançamentos. Não acredito que seja este o caso do NA. Mas que isso acontece, sim, acontece. Sei porque trabalhei em um site de tecnologia, e acontecia isso.

        • Sem querer defender o Auto Esporte, que não gosto nem um pouco, no final eles colocam a lista de quem patrocinou as “reportagens”, bem as claras.

      • Colocando-me na posição de quem acompanha o site há 10 anos, sim vcs não fazem mais avaliações como antes. Antigamente eram ricas em fotos, vídeos que mostravam até a parte de baixo do veículo, vídeos dando uma volta com o carro, eram divididas em 4 ou mais partes, dissecando o automóvel numa transparência muito grande, mostrando imparcialidade. Com o crescimento e aumento da influência do site, acredito que vieo também a preocupação em agradar as montadoras…não que recebam diretamente para elogiar, mas agora vcs têm mais cautela em criticar e os adjetivos invadem os textos assim como as revistas mais tradicionais, tirando também a credibilidade. Daqueles anos dourados das avaliações, quase só restaram a riqueza de fotos. O trecho da direção ilustra bem o que quero dizer “Assim também é a direção elétrica (…) no bom sentido, é claro” – um parágrafo inteiro com poucas informações e muita subjetividade. Comparem essa avaliação com uma de 2010 e entenderão o que quero dizer (link ao final do meu comentário)
        A resposta oficial -sim, se usaram o perfil oficial, é uma resposta do nível- que vcs deram ao colega leitor só demonstra que não sabem lidar com opiniões diferentes. Muito mais elegante seria responder algo no estilo “Prezado leitor, não recebemos qualquer quantia para fazer elogios. Se o fizemos é porque julgamos que o veículo merecia, segundo nossa avaliação. Obrigado pela leitura”.
        Link avaliação (parte 2) Cerato 2010. https://www.noticiasautomotivas.com.br/avaliacao-na-–-kia-cerato-2-–-impressoes-do-interior-e-qualidade-de-acabamento/

        • Parabéns pelo comentário! Concordo em todos os sentidos e, por mais que o comentário do leitor tenha sido ofensivo, não acredito que é assim que se deva tratar o cliente – sim, cliente pois se o blog não se mantém com o dinheiro das montadoras se mantém com o dinheiro da publicidade voltada aos leitores do mesmo.

        • Além do fato dos textos confusos e com erros de ortografia ou contexto.
          Ex: “Nem todo mundo gosto do visual da traseira do WR-V, mas isso…”
          Será que ele quis dizer “gostou”? Ou “gostô” rsrsrs.
          Outro: “Assim, nada de manual, nem menos na versão de acesso EX.”
          Nem menos na versão EX? Seria “Nem na versão EX”? Ou “Nem ao menos na versão EX”?
          Fiquei sem entender o contexto disso…

      • Caraca…que resposta….Mas, com relação ao carro, não acho que valha tudo o que pedem, a despeito de ser um HHOONNDDAA…Quem não curte o site, ou desconfia da idoneidade, que parta……a Internet é vasta.

      • O jornalismo especializado nao ganha carros pra ajudar a gostar do que e avaliado.
        Ganha favores, conveniencias e atencao. E nao interessa se todos fazem ou se e o que acontece ha 20 anos. Nao deveria acontecer. Imparcialidade absoluta, e bom que se diga, nao existe. Mas ja tivemos epocas melhores, em que a parcialidade era relativa e nao relacionada ao esforco das empresas em arrebanhar apreciadores entre profissionais de comunicacao. Hoje da pra dizer tranquilamente que nao existe mais avaliacao de produto algum que nao seja afetada por esse verdadeiro cortejo da industria aos jornalistas especializados. Isso e fato e nada tem a ver com honestidade ou desonestidade.
        Indo mais longe, podemos afirmar que o “jornalismo”, em sua essencia, nao existe mais. Hoje o jornalismo confunde-se muito com a publicidade, as relacoes publicas e o gerenciamento de midias. Analise critica nao e o negocio de quem “funciona” como midia de massa nessa era de pos-verdade. Estimular o pensamento nao e a vocacao do mercado de comunicacao.
        Dito isso, acho que o WR-V parece ser um bom produto. Mas que de forma alguma compensa sua etiqueta de preco.

      • Acho que isso é defeito da situação política atual, o pessoal desconfia de tudo kkkkk e tudo é uma conspiração. Falar mal pode, elogiar um produto sem receber jamais. É assim que alguns pensam. No mais uma boa avaliação.

    • Cara, não estou tomando partido, mas Etios, apesar de muito feio (o para choque novo deu uma melhorada e o painel digital ajudou), é um carro que eu compraria hoje (senão o único no segmento popular de entrada), ele tem um bom crash test, bom consumo e aguenta o tranco urbano do dia a dia, não vende só por conta da marca. O que mata é o AT 4 marchas que bebe muito, mas é um bom carro.

      • Amigo meu aqui de BH comprou um Etios X 1.3 (na promoção por $39.990) e tive a oportunidade de ficar com ele alguns dias. Que carro gostoso de dirigir!
        A impressão que eu tinha de “acho ele feio, nunca teria esse carro”, caiu por terra.

        • Exato, eu tenho um Onix e se fosse comrpar um 0km hoje (o que não faço nem a pau) seria um Etios, dirigi do meu amigo esses dias e as qualidades superam em muito a feiura

          • O Etios hoje é um dos melhores Custo x Benefício. Depois que dirigi um também mudou o meu sentido sobre sua beleza, ou falta dela… O Conforto que eu sentia no Tiida de um amigo , parecia estar agora no Etios… Espero que assim como o Logan, que era muito feio e ficou bem bonito em sua geração atual, o Etios também dê uma boa melhorada estética… Principalmente em seu painel e traseira…

      • Eu estava procurando um para o pai da minha namorada e depois de conhecer o carro um pouco, também compraria, pois é um carrinho honesto. Mas no final das contas, ele (com pressa de comprar) acabou ficando com um Ka 1.0 SE.

    • mas o fit é um excelente carro mesmo. Espaço interno, conjunto motor e câmbio, consumo de combustível, porta-malas, os bancos rebatíveis, etc. O problema é o preço. Difícil alguém conseguir achar defeito no fit. É um carro muito eficiente e versátil pro dia a dia.

  • O preço desse carro é um absurdo. Na verdade todos são, mas esse superou. Pobreza de equipamentos, design feio, motorização meia boca, acabamento mediano, entre outros. Existem opções melhores, sem o H na frente.

  • Eu acho que o problema não é nem o carro em si, que é até bom, mas sim a honda ter a cara de pau de cobrar 83 mil e um fit altinho, ainda mais com esse conjunto mecânico que é bem mediano e esse acabamento a lá honda.
    Isso é concorrente de HB20x e CrossFox, Não tem nem oque discutir.

    • Custa 15K a mais que HB20X, é um pouco maior, um pouco mais espaçoso, motor mais econômico, 4 airbags, valia uns 5.000 a mais que HB20X, ou seja uns 76, o resto é taxa Honda.

  • Honda CrossFit (Wesley-RV), um Fit “adventure”, com acabamento 100% em plástico duro barato, sem controle de estabilidade, com freios a tambor, ar-condicionado analógico, bancos em tecido, faróis monoparábola, não tem nem um descansa-braço para o motorista (bizarro), medindo 3,99m de comprimento, motor 1.5 de 115 cavalos…custando absurdos 83.990,00 reias.
    Esse Wesley é o símbolo máximo do deboche da Honda com o consumidor brasileiro.

    • Por R$ 69.000 não teria nenhum problema. Mas por R$ 84.000 é loucura. O mesmo vale para o Corolinha 1.8 sem farol de neblina que custa ridículos R$ 92.000…

    • Cara, quando entrei no Fit estranhei o plástico duro, principalmente o câmbio parece de brinquedo. o cockpit tem desenho bonito, mas os botões de ar condicionado e aquele medonho rádio 2 din são de plástico muito duro, parece de maquinário industrial

  • Hahaha só pq o NA disse que o carro é bom, apesar de ser caro, o blog é crucificado pelos malditos HATERS (VULGOS PILOTOS DE TECLADO).
    Toma a verdade na cara de vcs: o WRV é bom! E caro, pois a Honda se dá o luxo de cobrar caro por um produto de boa qualidade, baixo índice de reparabilidade e bom pós-venda. Os concorrentes – principalmente na parte de pós-venda – são medíocres!
    Não, eu não compraria o WR-V! Mas a Honda tem um público que está disposto a pagar caro pelos seus carros, e NÃO É A TOA! Repetindo pros haters: boa qualidade, baixo índice de reparabilidade e bom pós-venda, boa qualidade, baixo índice de reparabilidade e bom pós-venda, boa qualidade, baixo índice de reparabilidade e bom pós-venda.
    Choro abaixo e acima:

    • Cara, vou ser sincero com você: tem haters? sim, eu pessoalmente estou de saco cheio da Honda e sua política no estilo Ferrari em que acham que estão fazendo um favor para quem compra. Não duvido que o carro tenha uma mecânica de qualidade, mas ele peca em não ter hill holder e controle de estabilidade e tração. Pagar 84k (preço de um Kicks) em um carro muito menor, feio e sem equipamentos simplesmente não dá e o povo está certo de reclamar disso.
      Mas a Honda pratica o preço que quer por conta de seus consumidores que pegam, então é a vida… realidade de se viver em um país onde a maioria dos consumidores é bem burra.

      • Por esses e outros motivos eu não compro: não tem hill holder, ESP e TC.
        E descordo que os consumidores sejam burros. É como eu disse: a Honda se destaca no pós-venda. Não há nada que mais enche o saco e injusto do que ser tratado com descaso na cc, tomar chá de cadeira e ainda pagar caro em preços de revisão e manutenção. GM, VW, Fiat, Ford, Renault, Peugeot e Citroen são “especialistas” em infernizar o consumidor com pós-vendas medíocre. Pergunte a um dono de Honda e Toyota e veja os olhos deles brilharem quando falam dos seus carros e serviços das ccs. A Honda e Toyota fazem o dever de casa por isso são referência. E outra: vc paga CARÍSSIMO tb nos concorrentes e recebe um pós-venda ridículo. Isso é justo? Digo isso pq tive Ford e VW. As duas eram igualmente péssimas nos serviços e cobravam caríssimo. Hoje ninguém quer ter dor de cabeça com carro, por isso as 2 japas deitam e rolam a vontade e cobram o que quer. E MERECIDO!

        • Você analisou bem, mas merecido? De jeito nenhum! Não tem como ser merecido 84k nesse carro. Conordo que projetos melhores (caso do civic e outros carros de outras marcas) são mais caros, mas enfiar a faca e girar é escrotidão. Além do mais, de nada adianta ter um pós venda bom se quando você chega pra ver o preço do carro é tratado como ‘o pobretão’, medido de cima embaixo na css e atendido por vendedores de nariz empinado (vi isso em todas as Honda que pesquisei nos últimos tempos, eles vêem alguém como menos de 30 e já te tratam como o cara ‘que só olha e não compra’). Os preços da Honda são abusivos e ponto final, não tem essa de merecido. Agora, quem é fanboy de marca, vai vender a casa pra ter um carro deles mesmo. E sim, o consumidor brasileiro é burro… e não é pouco. Eu mesmo estou me sentindo um trouxa com meu Onix 2015 depois do novo NCAP.

    • “….boa qualidade, baixo índice de reparabilidade e bom pós-venda….” ta, vou pegar entao um JAC T40 pela metade do preço e economizar com isso tudo, ae daqui 1 ano compro mais um kkkk

      • JAC…
        Vamos rir pessoal kkkkkkkkkkkkkkk
        Eu disse confiabilidade, robustez, qualidade, baixa reparabilidade e bom pós-venda. O pior que repeti isso 3x e vcs não entenderam.
        JAC pode ser bem equipado e ter baixo preço. Mas essa fama da Honda passa longe, looooooooooooooonge de marcas chinesas. ;)

      • Já sim! Achei um ótimo carro e não retiro minhas palavras. Não era meu mas achei um bom carro mas não teria um zero km pelo preço. Teria um porém usado e servido pro dia-a-dia.

    • Não sou hater. Só resta mesmo a quem idolatra a Honda e Toyota ficar repetindo esse mantra de uma suposta melhor qualidade e um suposto melhor pós-venda e usar os números de vendas como se fossem indicativos de qualidade por venderem muito.

      Já que você falou em concorrentes, na sua opinião que concorrentes desse WR-V no mesmo nível de preço são piores do que ele e piores em que ?!

  • O carro é bom (apesar de não ser ótimo)! Aceitem isso.
    O problema é preço. Mas isso é uma questão de mercado. Se aceitarem pagar, a Honda está certa. Qualquer um faria o mesmo de fosse o dono da marca

    • No fundo todos sabem disso. A animosidade é em função do preço e da depenação progressiva dos carros da marca. É um Fit com suspensão melhorada, logo é um baita carro e só não tem lugar na minha garagem porque não tem ESP. A Honda tem uma fábrica pronta e fechada. Poderia inundar o mercado com seus carros caso reduzisse o preço. Geraria muitos empregos e faria muita gente feliz, uma pena.

  • Um lixo. Não ultrapassa nem carro 1.0, possui acabamento digno de celta e bate TODO por dentro com menos de 10 mil km. Tenho um Fit na família e posso afirmar que aceitar pagar qualquer coisa além de 60 mil reais nesse carro é jogar dinheiro fora.

    • Eu já tive os dois em casa ao mesmo tempo, a minha esposa com o FIT e eu com o Celta (da empresa). Você não faz a mínima ideia do que está falando.

      • Eu tenho um Fit 2015 na família, sei muito bem do que tô falando. Nunca vi tanto plástico duro em um carro só e isso gera muitos ruídos no rodar, a partir dos 10 mil km. Te aconselho a dirigir um carro minimamente bem acabado como um golf, por exemplo. Sua concepção de veículo razoável vai ser mudada instantaneamente.

        • Continuo imaginando que você nunca entrou num Celta e não faz o menor cabimento comparar um outro, quanto a minha percepção de carro bem acabado, eu ando todo num dia em que tem ótimo acabamento, mas cada um sabe o que é melhor para si, recomendo que você ande num Celta todo dia e ai você vai mudar a sua percepção do que é um carro ruim instantaneamente.

  • Por esse valor se leva um Creta automático 1.6. Mesmo mais pesado, anda mais e bebe menos, além de ter ESP, StartSTop, apoio de braço central e porte de suv. Acho o Creta menos feio que o WRV tb (nenhum dos dois é realmente bonito para mim)…

  • não consigo entender aonde as pessoas veem uma minivan no honda fit, que é claramente um hatch e assim é considerado mundo afora. fora isso, nada de novo pra mim nessa avaliação. um carro bonzinho, que tem algumas modificações até interessantes, cujos equipamentos essenciais estão lá, mas que deveria ou custar bem mais barato, ou pelo menos oferecer itens que justificassem esse preço, como ar digital, bancos de couro, ESP, sensor crepuscular, e pra mim a economia mais porca de todas: a falta de sensor de estacionamento, que se torna necessário pois a câmera de ré desse carro é de 5a categoria, nem aquelas faixas de referência ela tem.

  • OBS: O pessoal dos comentários, não todos, andam meio esquizofrênicos. Alguém fala: A + B = C; Ai o cara manda a réplica, DISCORDOOOO, Y x A = YX, você está todo errado. Ai vem outro e diz: Tudo louco, a imprensa é comprada porque eu não acredito que A + B = C. E tem outros ainda, Y – X = XY , então a notícia é falsa. E tem os mais malucos ainda, X% de 3X – Y = 23 + Z …….. Caraca, que loucura o mundo está virando. As pessoas não conseguem seguir uma linhazinha de raciocínio sequer, estão todos ou loucos ou analfabetos funcionais.

    Ótima avaliação NA. Continuem o trabalho e ignorem os loucos neuróticos.

  • Há tempos que o NA já está com uma qualidade de escrita questionável (que, inclusive, é constantemente questionada pelos leitores), eis que me deparo com essa frase: “Com um bom handling, o crossover ganha pelo prazer ao dirigir”. Não há nenhuma razão para o uso do estrangeirismo nesse frase, no final, não se compreende o que o site quer dizer com Handling nessa frase. Sem contar o “o crossover ganha pelo prazer ao dirigir”. Ganha o quê? Uma frase do estilo, “Com um bom acerto, o crossover convence pelo prazer ao dirigir”. Apenas uma sugestão.

  • Gostei da definição e acho que ele é exatamente isso. Um pouco mais que um aventureiro urbano, porém não é um SUV/Crossover.
    Ele aparenta ser melhor que um Crossfox (ainda não andei, só tive contato), porém não é igual um HR-V, Renegade e outros.
    É caro, como qualquer honda, a central multimídia eu achei de péssima qualidade e pelo preço cobrado deveria ter ESP, ar condicionado automático (tipo City) e apoio de braço no mínimo.
    Sobre o Design… Eu achei a frente legal e a traseira parece que foi implantada de um Fit que voltou de Chernobyl.

  • Isso aí para mim é um remendo. E, para variar, continua sem o AC digital que equipa o modelo lá fora (que aqui equipa City e HR-V) e outros recursos de segurança. Na minha opinião o título da matéria não condiz com a verdade e, no final das contas, mais soa como propaganda/patrocínio disso aí.

  • Honda Fit Twist e esta muito caro, mesmo assim já vi vários na minha cidade interior da Bahia, impressionante como BR paga qualquer valor só pra ter o status da Honda ou Toyota !!

  • Vi na rua do lado de um Fit Twist, parece uma atualização visual. Quase todos os elogios feitos poderiam ter sido feitos ao Fit e não por ser uma versão aventureira. Resumindo: é bom por ser um Fit Twist de visual renovado, mas a única coisa que tem de SUV é o fato de beber pra caramba.

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