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Avaliação: Nova Nissan Frontier surpreende pela dirigibilidade e robustez

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Agora em quarta geração, a Nova Nissan Frontier 2018 chega ao mercado nacional com tudo novo, desde o chassi de longarinas – que muda de conceito – até o motor, que agora vem com dois turbocompressores e eficiência que levou nota B no Inmetro.



O visual também foi completamente alterado, ganhando uma aparência mais moderna e robusta. O nível de equipamento nesta versão LE, importada do México, é bem generoso e chama atenção, entre outras coisas, pelos bancos dianteiros “Gravidade Zero”.

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Além disso, a Nova Nissan Frontier 2018 ganhou um conjunto de suspensão traseira Fivelink, que através de múltiplos braços e molas helicoidais, foca não só no conforto, mas também na dirigibilidade, bem distinta de outras picapes do segmento.

Com 190 cv e 45,9 kgfm em seu novo motor 2.3, a Nova Frontier adota também um novo câmbio automático com sete marchas, além de um sistema de tração 4×4 condizente com a proposta. Tudo isso e mais algumas coisas por R$ 166.700.

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Por fora….

A aparência da Nova Frontier 2018 melhorou muito em relação à anterior, que tinha um visual mais quadradão. O capô, por exemplo, possui vincos bem acentuados nas laterais e o conjunto ótico é composto por faróis full LED e LEDs diurnos.

A grade cromada tem aspecto robusto na impressão do “V-Motion”, característica da Nissan atualmente. Diferentemente do modelo vendido no México, a grelha não possui pintura. O para-choque tem um aspecto mais harmônico, sustentando dois faróis de neblina e molduras com frisos cromados.

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O protetor central estranhamente é na cor do carro, reduzindo o apelo (visual) 4×4, embora isso não seja necessário em um produto como a Nova Frontier. Bons estribos laterais ajudam no acesso ao interior, enquanto o teto apresenta duas barras longitudinais. As maçanetas são cromadas e dotadas de botões para o keyless.

Já as rodas de liga leve têm novo desenho, mas são apenas de tamanho aro 16 polegadas, calçadas com enormes pneus 255/70 R16. No segmento, existem concorrentes com até 20 polegadas. No entanto, o fator conforto é completamente alterado por conta disso.

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As lanternas traseiras foram redesenhadas, assim como a tampa da caçamba, que tem aplique cromado e câmera de ré. Seu travamento é feito somente por uma chave, presente dentro do chaveiro do keyless. O para-choque tem sensores de estacionamento, degrau e extremidades cromadas, assim como os retrovisores com repetidores de direção, desembaçador e rebatimento elétrico.

A caçamba tem um bom espaço com 1,52 m de comprimento por 1,56 de largura e 47,3 cm de altura. Ela é toda revestida em material abrasivo, que protege a estrutura da picape e também reduz as chances de deslocamento de objetos sobre o assoalho. Ganchos metálicos ajustáveis nas laterais, garantem melhor posição para amarração da carga. Tem até uma tomada 12V para equipamentos elétricos adicionais.

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Por dentro….

No interior, a Nova Nissan Frontier 2018 apresenta um visual bem mais moderno que o anterior, destacando-se a parte central com desenho em “V” dividido pelo corpo superior com multimídia e ar-condicionado, enquanto o inferior envolve o túnel, sempre com frisos prateados e acabamento interno em preto brilhante.

O volante é o mesmo encontrado no Sentra, por exemplo, não refletindo o atual estilo da Nissan para esse elemento do habitáculo, que tem ajuste apenas em altura, mas que vem com couro, piloto automático e comandos de mídia, telefonia e computador de bordo.

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A instrumentação é nova, simples e funcional, conta com tela TFT do computador de bordo, que é bem completo e vem até com histórico de consumo. Dotada de botão de partida, a Nova Nissan Frontier 2018 vem ainda com a multimídia MultiApp, que dispõe de vários aplicativos instalados, entre eles Spotify e Waze. Há imagem da câmera de ré e navegador GPS com mapas em 3D e dados de tráfego.

Essa central de entretenimento conta ainda com CD/DVD, duas entradas SD (uma para os mapas de navegação), duas USB e duas auxiliares, nestes dois últimos um de cada presente no console mais abaixo, enquanto os demais ficam no painel do display, que tem 6,2 polegadas e é sensível ao toque. Ela tem HD interno de apenas 2GB para baixar aplicativos extras, músicas e fotos, além de Bluetooth e hotspot Wi-Fi.

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Contamos 3 tomadas de 12V no habitáculo da Nova Frontier 2018, que aumentou 874 mm em relação ao anterior, de acordo com a Nissan. Para resfriá-lo, ar-condicionado dual zone com difusores de ar na traseira, que cumprem bem o seu papel. Porta-copos no painel e entre os bancos tornam o ambiente mais cômodo, assim como outro display retrátil no assoalho traseiro e espaço nas portas.

O acabamento geral é de plásticos duros com apliques em cinza e maçanetas cromadas, bem como revestimento em couro nos bancos (perfurados) e apoios de braços nas portas. Os comandos de tração, controle de descida e sensor de estacionamento estão em boa posição. O porta-luvas tem tamanho pequeno.

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Os assentos apresentam a tecnologia Gravidade Zero nos dianteiros, que também possuem aquecimento. Desenvolvida em parceria com a NASA, a tecnologia ajusta o revestimento do banco de acordo com peso e postura da pessoa, garantindo mais conforto. O do motorista tem ajustes elétricos, inclusive lombar, mas sem memória. Travas e vidros são elétricos, mas infelizmente apenas o do motorista é “one touch”.

O banco traseiro da Nova Nissan Frontier 2018 é inteiriço e peca por ter apenas dois apoios de cabeça e cinto central de dois pontos. Possui assento e encosto articuláveis. O espaço atrás é apenas mediano e o ângulo de inclinação do encosto é adequado para a proposta da picape.

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Por fim, existe alça apenas nas colunas A do passageiro e B, além das demais presentes no teto. O painel ainda conta com um porta-objeto com fonte 12V, enquanto os porta-copos nas extremidades do painel são bem práticos. Os espelhos de cortesia são iluminados e as luzes de leitura são em LED. Há também porta-óculos, mas o retrovisor interno é apenas dia e noite.

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Por ruas e estradas….

A Nova Nissan Frontier 2017 muda completamente seu conceito tanto em relação ao modelo anterior quanto à concorrência. De cara a picape japonesa vem com o novo motor 2.3 diesel com dois turbos, sendo um para baixas rotações e outro para altas.

Com injeção Common-Rail e comando de válvulas acionado por corrente, o novo propulsor vem também com sistema de gestão de bateria, que recupera carga da mesma em desacelerações, bem como bomba de óleo elétrica e variável, reduzindo o desgaste do motor com lubrificação adequada em cada momento.

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Ele entrega 190 cv a 3.750 rpm e 45,9 kgfm a 2.500 rpm, um regime alto por conta da característica do novo motor, que sobe de giro mais rapidamente que o anterior 2.5. A Nissan disse na apresentação do produto que a faixa de torque máximo começa em 1.500 rpm, mas na ficha técnica consta apenas o giro mais alto.

Trabalhando com uma nova transmissão automática de sete marchas com mudanças sequenciais, a Nova pickup da Nissan apresenta uma boa performance. O novo câmbio escalona bem as mudanças, garantindo um funcionamento suave durante a condução. Aliás, esse motor 2.3 vibra bem menos, porém, seu ronco ao sair não agrada muito, pois o giro sobe para uns 2.500 rpm, dando a impressão de esforço além da conta.

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Pesando 1.985 kg, a Nova Nissan Frontier logo faz essa sensação desaparecer com respostas boas ao acelerador e mudanças quase imperceptíveis da transmissão. Nas ultrapassagens, o giro sobe rapidamente para uns 3.000 rpm, limite onde o ronco do motor não incomoda, pois acima disso é bem mais elevado.

Rodando a 110 km/h, o ponteiro marca altos 2.000 rpm, fruto da concepção do motor, já que o câmbio tem duas marchas extras em relação ao anterior. Aliás, nenhuma delas é usada como reduzida, pois há uma caixa de redução.

Na cidade, conseguimos o mesmo que o Inmetro: 8,9 km/litro. Na estrada, porém, ela fez bons 13,5 km/litro, que em teoria garante autonomia de 1.080 km. O câmbio trabalha bem e não é necessário explorar as mudanças manuais, porém, elas estão na alavanca à disposição.

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A Nova Frontier também dispõe de um botão para ativação do dispositivo autolimpante do filtro de partículas, localizado após o catalisador, que é recomendado após uso do veículo em condições extremas de poeira ou fuligem. Uma luz no painel indica o excesso de partículas e o mau funcionamento do motor, sendo assim necessário sua ativação.

A direção é hidráulica, não sendo muito leve em manobras, mas muito eficiente e mais direta do que se espera em cruzeiro. Os freios são mais do que suficientes para a proposta. Já a suspensão é um dos principais destaques da Nova Nissan Frontier.

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O conjunto dianteiro tem ajuste mais macio e focado no conforto. Seu comportamento é semelhante ao de outras picapes do segmento médio, sendo bem previsível. Já o sistema Fivelink (cinco braços) com molas helicoidais na traseira é o ponto de virada entre a Nova Nissan Frontier e a concorrência.

Ela é mais firme que o sistema de feixe de molas e bem mais que os braços duplos dianteiros. Durante a condução, a surpresa é seu equilíbrio dinâmico em relação ao resto do veículo. A Nova Nissan Frontier 2018 dificilmente sai de traseira como outras picapes.

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Simulamos várias situações e o eixo traseiro rígido com o Fivelink manteve-se neutro. Apenas em rápidas saídas com destracionamento das rodas traseiras é que sentimos uma leve saidinha, mas muito diferente da concorrência. Esse comportamento faz com que a frente saia um pouco, mas nada que torne a condução incômoda.

A dirigibilidade alcançada pela Nova Nissan Frontier chega a ser melhor que de alguns utilitários esportivos com chassi de longarinas. Aliás, falando em chassi, a picape nipônica adota longarinas em duplo “C”, que se fecham e tornam o conjunto bastante rígido. Assim, o comportamento do modelo fica ainda mais distinto das demais rivais.

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Em pisos ruins, asfaltos danificados, paralelepípedos e bloquetes, a Nova Frontier 2018 se comporta bem, filtrando a maioria das irregularidades. No fora de estrada, ela também responde bem, pulando bem menos atrás do que se imaginaria, outra característica boa da Fivelink. Porém, nota-se maior dureza na parte traseira.

A estabilidade no fora de estrada é boa, com o eixo traseiro mantendo-se bem neutro. Sobre pedras, buracos enormes e muito barro, a Nova Nissan Frontier oferece tração 4×4 com reduzida e bloqueio do diferencial traseiro. Além disso, vem com controle de descida e assistente de partida em rampa.

O motor 2.3 dá conta do recado sem reclamar demais, enquanto o conjunto de suspensão atua como se espera. Nesse ponto, num mesmo trecho onde anteriormente experimentamos uma picape rival, não conseguimos executar a manobra do pêndulo, onde a roda traseira fica suspensa, demonstrando que seu curso é maior que o da concorrente.

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A estrutura se comportou bem, demonstrando maior rigidez torcional das longarinas de aço de alta resistência. Ao mesmo tempo, o conforto a bordo é muito bom, exigindo quase nenhum esforço do motorista, que assim pode se concentrar mais na condução.

O ângulo de entrada é de 31,6° e o de saída é de 27,2°, permitindo sair sem que o veículo fique preso. A altura em relação ao solo é de 292 mm. Chegamos a tocar a parte inferior do veículo em uma pedra, mas sem danos, já que partes sensíveis sob o chassi são protegidas. A atuação das duas suspensões e o bom gerenciamento de torque do motor, garantem uma condução segura no fora de estrada. No geral, surpreendeu positivamente.

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Por você….

A Nova Frontier 2018 chega apenas na versão LE que, por enquanto, é a mais cara, mas que se mostra posição intermediária no segmento. Seu preço de R$ 166.700, o que é bem mais competitivo em comparação com as principais tops.

Chevrolet S10 High Country (R$ 175.990), Toyota Hilux SRX (R$ 189.970), Ford Ranger Limited 3.2 (R$ 185.190), Mitsubishi L200 Triton HPE FTP (R$ 174.990) e Amarok Highline Extreme (R$ 177.990), todas custam bem mais. Em sua faixa de preços existem a Hilux SRV 2.8 por R$ 168.670, Ranger XLT 3.2 (R$ 169.090), Amarok Highline (R$ 167.990), S10 LTZ 2.8 (R$ 162.790) e L200 Triton HPE, a mais em conta por R$ 154.990.

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O conjunto é bastante completo e oferece um bom nível de conforto, comodidade e entretenimento, além de focar muito em conectividade. A dirigibilidade é bem diferente das demais e surpreenderá muita gente com o comportamento do eixo traseiro. Porém, a novidade pode não agradar todo mundo, especialmente quem não abre mão dos feixes de mola.

A Nissan diz que o custo de manutenção desse novo sistema é mais barato. Além disso, as mudanças estruturais com o uso de aços de alta resistência, reduziram o peso em 176 kg, sendo 94 kg da carroceria e 44 kg do chassi, que ficou 4 vezes mais rígido. Isso influencia bem no consumo, o melhor da categoria de acordo com o Inmetro. Em resumo, a Nova Frontier agradou bastante por sua condução, conforto e eficiência. Sim, vale a pena.

Medidas e números….

Ficha Técnica da Nova Nissan Frontier LE 2.3 4×4 2017

Motor/Transmissão

Número de cilindros – 4 em linha, bi-turbo Common-Rail

Cilindrada – 2298 cm³

Potência – 190 cv a 3.750 rpm (diesel)

Torque – 45,9 kgfm a 2.500 rpm (diesel)

Transmissão – Automática com sete marchas e mudanças manuais

Tração – 4×2, 4×4 e 4×4 com reduzida e bloqueio do diferencial traseiro

Desempenho

Aceleração de 0 a 100 km/h – ND

Velocidade máxima – ND

Rotação a 110 km/h – 2.000 rpm

Consumo urbano – 8,9 km/litro

Consumo rodoviário – 13,5 km/litro

Suspensão/Direção

Dianteira – Braços duplos/Traseira – Fivelink com eixo rígido e molas helicoidais

Hidráulica

Freios

Discos dianteiros e tambores traseiros com ABS e EDB

Rodas/Pneus

Liga leve aro 16 com pneus 255/70 R16

Dimensões/Pesos/Capacidades

Comprimento – 5.250 mm

Largura – 1.850 mm (sem retrovisores)

Altura – 1.855 mm

Entre-eixos – 3.150 mm

Peso em ordem de marcha – 1.985 kg

Capacidade de carga – 1.050 kg

Tanque – 80 litros

Preço: R$ 166.700

Nova Nissan Frontier 2017 – Galeria de fotos

4.0

  • dallebu

    Bonita, potente, econômica, bem equipada e bem mais barata que a concorrência. Gostei

    • Ⓜ️arcelo

      E resgatou o visual bonito da Ranger antes da reestilização.

    • Snoop Dogg

      Nova Frontier e Nova L200 as aberraçoes estilo Mahindra no mercado.

  • Racer

    Ficou bonita e com este diferencial da suspensão traseira. Já sobre o sistema de construção do chassi, minha camioneta também tem este “fechado”, mas é um SUV (Sorento).

    Agora sobre as rodas: “mas são apenas de tamanho aro 16 polegadas”….ainda bem. Este tipo de carro tem que ter pneu, e não roda com pneus que parecem “rolo de fita isolante”. E falo com a experiência de quem tem dois carros idênticos, um com rodas 16 e outro 17, usando medidas equivalentes (245/70R16 x 245/65R17)….a de 16 polegadas é bem mais confortável.

    O grande curso da suspensão traseira é justamente por causa do tipo de mola.

    • Matthew

      Nunca tinha visto uma picape montada sobre chassi usar esse arranjo na suspensão traseira. Sabe dizer se é algo inédito? Sobre a questão da medida dos pneus acho que vale para todos os carros. O Civic da geração anterior usava rodas aro 16 antes do facelift, bem mais confortáveis e confiáveis que as de 17 polegadas adotadas depois com pneu mais baixo. Abraço.

      • Racer

        Picape eu nunca tinha visto com molas helicoidais, só com feixe.

        Não vejo sentido usar pneu de perfil baixo em um carro destinado ao trabalho. E no caso dos automóveis, se formos levar em consideração o estado das nossas ruas, também tenho o mesmo pensamento.

        Abraço,

        • fschulz84

          Exato… Eu acho que mesmo os carros de passeio estão vindo com rodas maiores do que o necessário e pneus de perfil muito baixo para nossa realidade.

          Estou trocando os 4 pneus do meu Fluence agora, aro 17, no perfil original 55 (a medida original de fábrica é 205/55 R17 no caso do Privilége) o pneu é bem mais caro que os com perfil 50 ou 45… Mas sinceramente, optei por deixar o perfil 55 mesmo… Andar com carro com pneu com perfil 45 aqui neste asfalto lunar de SP é implorar para ganhar dor de cabeça…

          • Zé Mundico

            Realmente, tenho uma Outlander que usa pneus 225/55R18, originais de fábrica. Agora troquei os 4 e decidi colocar 225/60R18.
            Só essa diferença de 55 para 60 no perfil já me fez sentir em outro carro.
            É visível a diferença, tanto no conforto quanto na “pegada” do carro.

            • Luciano RC

              Quando eu tinha a Captiva, eu troque os 235/60 R17 por 235/65 R17. Alem de muito mais bonita, ela ficou mais confortável e com velocímetro bem próximo da realidade.

        • Vitor Barcellos

          Talvez a Nissan esteja focando mais no publico urbano do que no rural/frotista

          • carlos rodrigues

            Todas elas agora estão focando esse tipo de publico. O consumidor quer um carro robusto, alto, que lhe traga sensação de superioridade, com interior e conforto de sedan médio. A última coisa em que eles pensam é em utilizar essas caminhonetes para trabalho.

            • Vitor Barcellos

              Mas ainda existe o publico que use ela para o trabalho. Tanto que algumas disponibilizam as versões ”pé de boi”… Será então que a Nissan vai focar apenas no publico da cidade?

        • CharlesAle

          Se não me engano, a Ssangyong usa molas em suas picapes já há um bom tempo já..

          • Racer

            Acho que tens razão.

      • Gabriel Camilo

        A RAM já usa esse tipo de suspensão em algumas versões, inclusive na 2500 vendida aqui, não é algo muito comum, pois a resistência e durabilidade do feixe de mola é superior, lembrando que estamos falando de um veículo feito para carregar peso e andar em estradas sem pavimento.

        • KOWALSKI

          A durabilidade nem sempre é maior, dependo do tipo de terreno, não é difícil ter problema com molas(lâminas) quebradas, folgas em jumelos, barulhos.

        • Racer

          Tenho um conhecido que tem uma 2500….vou olhar quando encontrar com ele. Mas ele não usa para serviço pesado, carrega muito é peças de micro ônibus da empresa dele.

          • Gabriel Camilo

            Verifique se a dele é do modelo 2016 em diante, as do modelo 2012-2015, sem os RamBox nas laterais ainda usavam os feixes de molas tradicionais.

            • Racer

              Então é com feixe. A dele é 2012, se não me engano.

      • CharlesAle

        A Ssangyong já usava em suas picapes essas molas helicoidais..Era o diferencial da marca..Era né, pois agora a Nissan também as usa…

      • Belina77

        A Ssangyong Actyon Sports usa feixe de molas desde a primeira geração, mas a capacidade de carga é reduzida (mais ou menos meia tonelada).

  • sigma7777777

    Será que surgirá uma “SW4” da Nissan a partir dessa Frontier?

    • Racer

      Ressurgimento da XTerra?

      • Zé Mundico

        Ou seria do X-Trail?
        O X-Terra já foi fabricado aqui mas parece que não “pegou”, apesar de ser o melhor carro que a Nissan já fabricou no Brasil.

        • Racer

          Também tinha pensado na X-trail, mas era X-Terra ou a Pathfinder mesmo.

    • Vitor Barcellos

      Duvido muito. SW4 domina amplamente esse mercado e creio que a Nissan tbm vê que esses clientes dificilmente mudariam de marca

      • max Antunes

        Comentário difícil de entender. O consumidor tem que evoluir e aprender a comparar produtos, verificando qualidade e custo beneficio. Esse culto excessivo à Toyota é cansativo e ruim pro mercado.

    • RED883

      Pathfinder, acho que terá, não sei no Brasil

    • Adrian

      Sempre existiu, Nissan pathifender, até veio pro Brasil mas importado e vendeu poucas unidades.

      • Zé Mundico

        Ou mesmo o X-Trail, outra preciosidade que não “pegou” aqui.

        • leomix leo

          Tenho um conhecido que tem uma, andei no banco traseiro, cada quebra molas era um desvio na coluna. Que carro que pula meu Deus. Sempre digo, pick-up é para trabalho e fazenda,mnão coloque sua família em um trem desses, é muito sofrimento.

  • Vitor Barcellos

    Essa combinação de suspensão independente e mola helicoidal na traseira prejudica o uso dessa picape para o serviço pesado? O dia a dia em uma propriedade rural

    • Matthew

      Está clara a preferência pelo uso como automóvel de passeio e eventualmente carregar alguma coisa. O feixe de molas é imbatível quanto à robustez e capacidade de carga.

    • NaoFaloComBandeirantes

      Acho que para carga muito pesada (uso bem hard), o feixe de molas é sempre mais robusto. Mas por outro lado faz a traseira ficar boba (pula e transmite solavancos).

      Porém, tenho amigos que vivem nesse mundo do agronegócio e essas picapes não são usadas para carregar cargas ultra pesadas (tipo 1 ton). Carregam mais volume do que peso.

      A maioria necessita mais da valentia e pela aptidão off-road para subir um morro de terra que sofreu erosão após uma chuva e coisas assim.

      Uma curiosidade: para o trabalho sujo, sempre existe uma picape surrada na mão dos funcionários e essa é moída até acabar.

      Os proprietários de picape que usam no meio urbano (aqueles que usam o 4×4 para subir a rampa do shopping) vão se beneficiar do melhor conforto.

      Por isso, acredito (não experimentei ainda) que a nova Frontier tem a configuração de suspensão adequada (confortável e estável).

      Mas enfim: o tempo dirá se é verdade ou não.

      • Vitor Barcellos

        Pois é, falei isso justamente por viver tbm nesse vido do agronegócio e fazendeiros sempre compram essas picapes medias e colocam para trabalhar de verdade dentro das propriedades (mão de peão), dai com essa configuração de suspensão, acho que a Frontier não estaria na lista de opção do produtor que quer renovar a frota

        • Racer

          Este tipo de suspensão tem mais pontos de manutenção, com mais buchas de borracha, mas se não for pra andar com ela arriada por causa do peso, acho que deve aguentar.

      • Zé Mundico

        Isso mesmo. Tambem conheço gente no agronegócio que, para serviço pesado, usa mesmo é trator tracionando carretas.
        Ali no serviço bruto o trator Valmet, Ford, Agrale, Massey Ferguson ou John Deere dispensa qualquer picape de butique.
        A vantagem da picape é o acesso que permite entrar em estradinhas vagabundas e atoleiros.

    • Flying Like a Bird

      A suspensão traseira não é independente, é um eixo rígido com 5 pontos de ancoragem, no caso 4 trailings arms e uma barra Panhard, tal qual a suspensão de um Chevrolet Opala.

  • Hater x Haters

    Melhor pick up do mercado? Sim!
    Adeus “Capotalux”…

    • Ernesto

      E somente dois air bags…

  • Haggard

    Pelo amor de Deus Nissan, troca esse volante feio da porR#!!!!!!!!!!!!
    Tá doido, uma camionete até bonita, com um trambolho feio desses… tem outros modelos de volantes da Nissan que são muito mais bonitos.
    Outra coisa… mesmo no geral o carro tendo ficado bonito, essas saídas de ar “sem cor” e retas desse jeito no meio do painel ficou um tanto estranho em comparação ao resto do layout interno… sei lá, meio que torci o nariz pra isso.

    • Pedro Henrique

      achei normal, aparenta robustez..
      ficaria estranho o volante do kicks

  • Dunha
    • 1945_DE

      Show esse treinamento. Acho que vou me escreve. No caso da Hilux, não precisa de treinamento, ela tomba sozinha.

    • Daniel

      isso foi falha humana. qualquer um que faz trilha sabe disso.

    • leomix leo

      Esse aí capota até um F1. Que motorista bração esse aí viu.

  • TijucaBH

    quem nao abre mao do feixe de mola tem que comprar é Toyota, mas nao a Hilux e sim a Bandeirante, pois tem feixe de mola na frente e atrás!!! kkkkk

  • Marco Antônio

    Achei legal a avaliação.

  • Vinicius Lima Santos

    Acho que é muito mais viavel doque as HILUX da vida. Show

  • eduardo helio

    Sempre gostei muito da Frontier.. e da L200 Triton também.

  • Thiago C

    Mas tá feinha… achei horrível.

  • Herbert

    Por que nenhuma das picapes médias não tem discos atrás?

  • Tosca16

    NA eu sei que já foi relatado os motivos pelos quais não temos mais avaliações em vídeo no site, entretanto fica novamente o pedido, voltem a fazer avaliações em vídeo por favor.

  • max Antunes

    Gostei. Vai sacudir o mercado.

  • Racer

    Estava vendo um vídeo, de outro site, e estão noticiando como se ela tivesse suspensão traseira independente, o que não é verdade. Estes “múltiplos braços”, são só ancoragens a mais, por causa do tipo de mola usado. Tem o tensor e os do estabilizador, além dos braços dianteiros. Mas continua sendo eixo rígido tradicional. E este tipo de suspensão, já era usado pelo menos na Sorento antiga. Eixo rígido, com braços auxiliares e barra estabilizadora.

  • gabriel moraes

    pelo menos a nissan nao fez igual a toyota oferecendo menos e cobrando mais, alias, mais uma picape de cidade pro time

    • Ernesto

      Só acho que nos tempos atuais, a Nissan deveria equipar essa nova Frontier com mais air bags.

  • Snoop Dogg

    Nasceu com cor de b*sta, e mania de capotar da Hilux.

  • Jayme Júnior

    Apenas 2 air bags!! Lamentável

  • Paulino Lino

    É…… mas quem viu o vídeo do test drive e o tombamento? Ficou feio aquilo heim! Pior que a Hillux SW4 tenebrosa kkkkk

    • Racer

      O tombamento no vídeo é claramente por imperícia do motorista, bem diferente do que acontece com a Hilux.

      • Paulino Lino

        Sei não heim! Achei que caiu muito fácil, feito folha ao vento kkkk

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