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Avaliação Novo Honda Fit: de PF caprichado a refeição chique

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Terceira geração custa mais do que a segunda, mas será que traz tempero que justifique seu preço alto?



Por Gustavo Henrique Ruffo
Fotos Fabio Aro

Hoje em dia, quando alguém quer fazer crer que vende uma comida mais sofisticada, é comum chamá-la de “gourmet”. E dá-lhe pipoca, brigadeiro, misto quente e até água “gourmet”. O produto com essa etiqueta ganha instantaneamente a licença para custar mais caro que os originais. Determinar se o gosto é melhor ou não é algo que cabe ao consumidor. Assim como se vale pagar a mais por ele.

Isso também acontece no universo automotivo, ainda que não com a mesma nomenclatura. Há modelos que ganham novas gerações, ou mesmo apenas reestilizações, e lá vem sobrepreço… Eis que nos chega a terceira geração do Fit. Por enquanto, só na versão EXL, a mais cara e a única disponível para avaliação. Por um preço mais alto que o da antiga versão mais cara do carro, a EX. Antes de dizer onde ele se encaixa na cadeia alimentar, é preciso olhar seu cardápio.

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A tal versão EXL custa R$ 65.900. A EX antiga saía por R$ 63.590. Falamos em “antiga” porque a terceira geração do Fit também tem versão EX, que custa R$ 62.900, menos do que a anterior, supostamente. Só que a EX de segunda geração tinha freios a disco nas quatro rodas, para-brisa degradê (agora, uma exclusividade da EXL), frisos de proteção nas portas, na cor do carro, abertura elétrica do tanque (agora, ela é manual), ar-condicionado digital (nem o EXL tem mais), descansa-braço para o motorista, controlador de velocidade (agora, só no EXL) e retrovisores elétricos com repetidores de direção (também só no EXL, daqui em diante). Em suma, não vale comparar o antigo EX com o atual. A comparação que deve ser feita é com a versão EXL, mesmo.

E o que o Fit EXL 2015 oferece a mais do que o EX 2014? Airbags laterais, câmera de ré em vez de sensores, um sistema de som com tela de 5 polegadas e bancos de couro. Pode parecer que o acréscimo de preço é pequeno, considerando o valor destes itens, mas não se esqueça de colocar na conta tudo que o EXL também não oferece mais em relação ao EX. A sensação, por mais que os equipamentos sejam interessantes, é que o Fit foi empobrecido. E ficou em um patamar de preço que é inexplicável. Tanto por seu conteúdo quanto pelo que a concorrência oferece.

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Outros pratos

Peguemos um Renault Fluence Dynamique. O manual sai por R$ 64.990. O automático, também CVT, como o Fit voltou a ser, por R$ 70.990. Um sedã de 2,70 m de entre-eixos, com 530 litros de porta-malas, motor 2.0 de 143 cv, os mesmos quatro airbags (a Renault tirou os de cortina, que antes eram de série), ar-condicionado digital de duas zonas, sensor de chuva e acendimento automático dos faróis consegue ser mais barato do que o Fit.

Ah, mas o Fluence muda esse ano! Não se convenceu? Então podemos partir para outro exemplo: o Golf, importado da Alemanha e recentíssimo até na Europa, custa R$ 66.990 em sua versão Comfortline. É um hatch médio, com entre-eixos de 2,63 m (10 cm a mais que o Honda), porta-malas de 313 litros (menor que o do Fit, que tem 363 litros), motor 1.4 turbo de 140 cv, sete airbags, todos os vidros elétricos one-touch e, no restante, com nível de equipamentos bem parecido com o do japonês feito no Brasil.

Por R$ 1 mil a mais. É uma história que lembra o rolo de papel higiênico que ficou 10 metros mais curto. Ou o pacote de biscoitos mais leve do que de costume, com o agravante de que, nestes dois casos, o valor foi mantido. O do Fit subiu. Se mesmo diante disso tudo você ainda defende os preços do Honda, é certamente um dos que merecem pagar o preço que se cobra por carros no Brasil.

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Digamos que, como a maioria dos compradores do Fit, o caro leitor não esteja nem um pouco preocupado com a versão EXL. Que queira a LX, a mais vendida na linha do Fit. Pois ela custa R$ 54.200, na versão manual, e R$ 58.800 na automática. Respectivamente R$ 1.310 (R$ 52.890) e R$ 1.910 (R$ 56.890) a mais do que a versão LX de segunda geração.

O conteúdo também ficou pior: a LX antiga tinha ajuste de profundidade e de altura do volante, computador de bordo e porta-revista atrás dos bancos dianteiros. A atual só permite regular a altura e não oferece mais os outros itens citados. O bom observador dirá que isso se deve ao fato de o motor 1.4 ter morrido. Agora, todo Fit é 1.5, mesmo a versão DX, atualmente a mais barata, que custa os mesmos R$ 49.990 da antiga versão CX, 1.4. Ambas de entrada. Isso explica o extra, certo? Nada feito. Se o motor 1.5 tem custo mais alto do que o 1.4, como conseguiram manter os preços iguais, neste caso? Se a versão CX e a DX têm o mesmo preço, por que não as demais?

Em preço, pelo menos, dá pra dizer que temos aqui um sushi gourmet. Mas e no gosto?

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A degustação

Todas as gerações do Fit até aqui transmitiam o sabor de algo bem feito, ainda que não tão carregado no tempero, como costuma ser a comida típica do Japão. Era o básico, mas com substância. Na terceira geração, pela primeira vez, o que se sente é uma certa falta de sal, ainda que o preço do monovolume seja bem salgadinho.

Entre no carro e o painel dará a mesma impressão de solidez simples dos modelos anteriores. Os bancos possuem ótimo apoio lateral, mas poderiam ir mais para trás. Um motorista de 1,85 m vai sentir falta de espaço para as pernas. Até dá para colocar o banco mais para cima, mas a sensação é ruim, em curvas, e o ganho de altura não compensa a falta de espaço.

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As regulagens, por alavanca, não são das melhores. O ideal seria um ajuste por roldana, milimétrico. Os plásticos parecem mais simples que os da segunda geração e também mais sujeitos a riscos. A tela de 5 polegadas parece acenar com um sistema de navegação, presente até em carros que custam metade do preço do Fit, mas o que se vê é apenas a tela da câmera de ré. Ou, na maior parte do tempo, um mostrador superdesenvolvido para o rádio.

Dê a partida. O sistema FlexOne mostrará uma certa relutância em ligar o carro. É preciso insistir na chave em dias frios para colocar tudo em funcionamento. Depois de conseguir acordar o 1.5, chega a hora de lidar com o novo CVT, o único disponível para a versão EXL. Havia uma série de saudosistas que clamavam pela volta desse tipo de transmissão, oferecida no Fit de primeira geração e lembrada pela economia.

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Isso com o motor 1.4 de duas velas por cilindro, que muito taxista dizia ser capaz de chegar a 14 km/l na cidade (com gasolina). Mas a situação mudou. Primeiro, porque o motor 1.5 não é tão econômico. Segundo, porque a expectativa em uma versão topo de linha é por um desempenho mais vigoroso. E este CVT não ajuda o Fit a cumprir este papel.

Na posição D, a caixa demora a responder. Mesmo quando se pisa no acelerador até o fundo ou se aciona, com um pisão rápido, o kick-down, para uma “redução de marchas”, que o CVT não tem. Essa transmissão trabalha com duas polias, que variam seus ângulos e criam relações continuamente variáveis (daí seu nome). Ela está presente nos Renault, nos Nissan e, mais recentemente, também no Corolla. No Toyota, já criticamos o fato de a CVT trabalhar apenas simulando marchas (os Renault e Nissan têm as duas opções). No Fit, é exatamente o contrário. Se o Honda simulasse marchas com sua transmissão, é possível que ela apresentasse um comportamento mais agradável.

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Tudo por uma razão simples: o CVT tende a manter a rotação do motor em sua faixa ideal, sempre. Com isso, a velocidade cresce sem que o giro do motor suba muito. Você ouve um berro contínuo enquanto o ponteiro do velocímetro sobe e o do conta-giros fica quase constante. Coloque a alavanca em S e o ruído se torna ainda pior, sem que o desempenho seja afetado positivamente. A sensação é a de dirigir uma enceradeira ou um liquidificador.

Nissan e Renault não sofrem disso com seus câmbios, provavelmente porque a patente é da japonesa e ela já encontrou uma saída para esse incômodo. Todas as demais fabricantes ainda lutam com ele. Umas, caso da Toyota, partem logo para a simulação de marchas, que torna a condução mais familiar e divertida. Outras, como Honda e Mitsubishi, deixam tudo como está, para tristeza de seus clientes. Manter o motor em sua faixa de giro ideal ajuda a consumir menos combustível, mas, como dissemos, essa seria uma tarefa mais adequada para o motor 1.4.

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Tivesse a Honda mais independência no desenvolvimento e na adaptação de produtos para o Brasil, o Fit deveria vir com o motor 1.8 do Civic, na versão EXL. Ou manter o câmbio automático de cinco marchas, que sempre teve comportamento exemplar. No mínimo teria um tanque maior do que os 45,7 litros que comporta atualmente. É pouca coisa para abastecer com etanol: a autonomia fica baixa demais. O CVT não casou legal com o motor 1.5. Pelo menos não para nosso gosto.

Todas as demais qualidades do Fit se conservaram, o que ainda o coloca como boa opção no mercado, especialmente quando se tornar seminovo. Ele mantém bom espaço nos bancos de trás, uma versatilidade ímpar na disposição dos assentos, com o sistema ULTRa Seat (antigo ULT), mantém a elogiada rede Honda de pós-venda e acrescenta a isso uma aparência mais agressiva, que permitirá àqueles que sempre acharam o carro feminino demais a chance de dirigi-lo sem medo de que duvidem de sua masculinidade. Mas nosso carro gourmet ficou ainda mais caro do que já era. E o anterior era mais saboroso.

Ficha Técnica – Honda Fit EXL

Motor – 1.5 i-VTEC FlexOne, quatro cilindros em linha, 1.497 cm³, quatro válvulas por cilindro, comando duplo no cabeçote e duplo comando variável de válvulas
Potência – 115/116 cv (gasolina/etanol) a 6.000 rpm
Torque – 15,2/15,3 kgfm (gasolina/etanol) a 4.800 rpm
Transmissão – Continuamente variável, com relações de 2,526 a 0,408
Tração – Dianteira, sem controle de tração.
Aceleração de 0 a 100 km/h – Não divulgado
Velocidade máxima – Não divulgado
Suspensão
Dianteira – McPherson
Traseira – Eixo de torção
Direção – Elétrica EPS com assistência progressiva
Freios – Discos nas dianteiras e tambores nas traseiras, com ABS e EDB
Rodas/Pneus – Liga leve aro 16 com pneus 185/55 R16
Dimensões/Pesos/Capacidades
Comprimento – 4 m
Largura – 1,70 m
Altura – 1,54 m
Entre eixos – 2,53 m
Peso em ordem de marcha – 1.101 kg
Tanque – 45,7 litros
Porta-malas – 363 litros

5.0

  • Lucianorj

    Esta avaliação lembrou o tom crítico de revistas estrangeiras. Não se trata de dizer que o carro é ruim (o fato é que poucos carros hoje me dia podem ser considerados tecnicamente como descartáveis), mas levar em conta o que o modelo traz como diferencial. Neste caso, o carro tem poucos, ou raros diferenciais que permitam um elogio.

    • Marcelo Nascimento

      Principalmente se comparado com a versão anterior, que foi o tema da reportagem…

    • Thiago Peres

      Verdade cara… e olha que eu sou defensor de Honda nato! Não saio da marca por nada, toda a família tem Honda. O da minha sogra que anda 50km por dia, já está chegando nos 170 mil e a única coisa que ela fez foi trocar pastilhas, discos e óleo.

      Já eu tive dois fits… posso te dizer com autoridade, se vc quer um semi-novo, vai de fit! Só que fuja destes zeros… a honda abusou no preço.

      Se custasse lá seus 43 mil à partir da LX e 53 para a EX, aí valeria a pena, quem sabe…

      • Darwin Luis Hardt

        não trocou nem batente de amortecedor nem nada da suspensão durante 170 mil km?

  • FFSB

    Aêeeee!!! Tom CRÍTICO voltando ao NA. Parabéns pela excelente reportagem. :-)

    • Felipe

      Faço minhas as palavras do FFSB.

      Parabéns ao Gustavo Ruffo pela análise pertinente. Sou um feliz proprietário do FIT (tenho um LX 2012/2013) e sou simplesmente fã do carro – mesmo sabendo do preço elevado em relação à pseudo concorrência. Todavia, a Honda extrapolou de vez. Tirar itens em um carro de nova geração é algo que não lembro de ter visto em outro lugar. Excetuando a EXL, as demais versões ficaram pobres, especialmente a DX e LX. A Honda me perdeu como cliente. Há simplesmente meia dúzia de opções melhores que o novo FIT no mercado. Ao que parece, a Honda quer fazer fortuna aqui no Brasil para compensar a sua situação em outros mercados. TRISTE.

      • Edson Fernandes

        Não lembra do caso do Cobalt e alguns da Chevrolet? ela tem praticado bastante isso!

  • Thiago_NCO

    Aqui vai só um desabafo, meio offtopic:
    Confesso que nem li todo o texto. Parei na parte do preço de 65k.
    Toda vez que leio as noticias e avaliações aqui no NA, concluo a mesma coisa: por melhor que seja o produto, por mais tecnologia embarcada que haja, enfim, nós, brasileiros, sempre iremos trabalhar muito mais dias (ou meses) para comprar a mesma coisa que os americanos, japoneses, chilenos. E não estou nem entrando no mérito de “conversão burra”, não tô fazendo câmbio, não é nada disso.
    Parei, não vale a pena comprar carro neste país (seja zero ou usado). Tô com meu Punto 1.4 10/10 inteiraço, todinho revisado, e ele me atende muitíssimo bem! Continuarei com ele por um bom tempo… Afinal, sou apenas um professor, pós-graduado, que ganha cerca de 4k por mês.
    Quem sou eu pra ser consumidor neste luxuoso mercado de automóveis?

    • Louis

      Sem querer contar vantagem ou parecer melhor que alguém aqui, mas como você citou sua qualificação, eu também sou engenheiro pós graduado, e ando com meu 206 com 8 anos de uso porque não tenho coragem de pagar 65k num carro médio…

      • Thiago_NCO

        Entendo perfeitamente! Não que faltem condições financeiras… nada que um correto planejamento não resolva…mas falta “coragem”, ou seja, há outras prioridades maiores além de um mero bem de consumo. Confesso que namoro o Fluence desde o lançamento… entretanto, simplesmente acho que “não vale” o que custa (assim como todos os outros concorrentes).
        Eu preciso ME MATAR pra juntar 65, 70k. É uma soma Impossível pra mim? Não. Porém, como já disse, acho que não vale o esforço perante outras prioridades.

        • Adolfo Frota

          Estou nesse barco que nem vc, tb sou professor e tb namoro o fluence, mas nem pensar em gastar 70 k num carro. Sou dono do fit g2, comprado usado e preferi investir em casa própria. Ficarei com ele vários anos, preferindo explorar a tal da durabilidade japonesa (a conferir). Ainda acho que vou considerá-lo uma mera “cápsula de transporte”, como li em algum lugar. Já pensou num semiusado?

          • rafael soares domingues

            Cara, vai por mim: mantenha seu Fit em perfeitas condições e vc terá um carro para rodar milhares de quilômetros tranquilamente.

            Tenho old LXL 07/08 que está com 184 mil rodados. E parece que ele ainda tem muito chão para rodar inteiro e com muita saúde.

            Cuido da manutenção dele com muita atenção sempre trocando óleo e filtro de óleo em 5k e filtro de ar e de combustível em 10k.

            A cada 10k dou uma revisão boa nele tbm e não dá problema algum.

            Parte elétrica ótima, motor inteiro. O carro é bom mesmo.

            O porém é o acabamento que, em virtude da suspensão dura e nossa estradas ruins, faz muita barulheira. Mas com um pouquinho de DIY e conformação, as coisas se mantém muito boas.

            Outro probleminha tbm é o péssimo verniz da pintura da Honda. Poranto, cuide da pintura do seu carro.

            Em relação ao Fit avaliado, toda essa durabilidade relatada acima, não justifica esse preço extorsivo.

            Comprar outro? Só se for usado. Ainda quero ficar mais um bom tempo com o meu.

            • Thiago Peres

              O da minha sogra tá batendo 170 mil, só trocou pastilhas, discos e óleo.
              Já tive um Old com 130 mil (2003) que também tava aguentando.. hoje tenho um G2 com 56 mil km, vigoroso!

              Cara, não tem essa de “vou ver até onde aguenta”, ele dura pra sempre. Acho que vi no forum do Fit um cara com 300 mil km e o que ele fez foi só trocar a suspensão, óleo, disco e embreagem. Motor baixa óleo dentro do previsto no manual.

              Realmente, até o meu new faz uns barulhinhos na buraqueira, mas acho que isso qualquer carro faz depois dos 40k. E da-lhe DYI! hahaha… o do tampão foi o mais fmz que já vi, que era tirar um teco do plástico né? huauha…

              De resto, para um motor 1.4 (que na verdade é 1.3) e ter 100cvs, acho que é o melhor motorzinho do mundo. Se eu estou calmo, chego a fazer 11 no ETANOL na CIDADE. 11!

              Só quem tem honda conhece.

            • Rodrigo Aquino B

              O que vem a ser DIY?

              • Louis

                “do it yourself” (faça você mesmo).
                Seria você pesquisar como resolver sozinho pequenos problemas, com a internet só não aprende quem não quer.

                • Rodrigo Aquino B

                  Obrigado por responder.

            • Gustavo Nog

              Rafael, tbem tenho um Old Fit 2007 cvt, e pretendo ficar com ele até cair as rodas. No seu comentário quanto ao acabamento, vc fala em “usar um pouquinho de DIY….”. O que é esse DIY e onde vende?
              Te agradeço a atenção. Sou de Vitoria es.

    • EVsutil

      Mesmo caso! Meu carro só é mais novo pq cheguei a essa conclusão há pouco tempo. Mas vou ficar um bom tempo com ele. Sem falar na grande probabilidade de ser assaltado quando se compra um carro de 60, 80, 100mil.

    • Antonio_Brust

      Meu amigo, eu com meus 22 anos e ainda cursando ensino superior já tive essa percepção de que realmente não vale a pena gastar dinheiro com automóveis nesse país… é lógico que é um desabafo clichê, mas do início do ano pra cá os aumentos foram indecentes e infelizmente o meu sonho de ter um Lancer ficou mais longe, porque não tenho coragem de pagar mais de 70 mil reais em um médio com o kit básico de AB2, ABS e mais o conjunto elétrico, e nada mais. Vou ficar com meu carro atual até a hora que não tiver como manter mais, e vou gastando meu dinheiro com pequenos prazeres como viagens ou algo do tipo. Nem mesmo outros bens de consumo, como eletrônicos, estou com coragem de pagar. É como você falou, até daria com um bom planejamento financeiro, mas ter a consciência de que não está pagando um valor justo por um produto dói demais.

    • m_Ferrari

      Li seu post e senti uma ponta de inveja. Uso meu carro para trabalhar(representante comercial), rodo aproximadamente 60.000km/ano, a cada 18 meses levo uma facada de alguma concessionária, ja se vão 22 anos nessa vida. Com o uso que faço, após 18 meses(90.000km) a manutenção começa a ficar dispendiosa, sem falar que se o carro vai pra oficina fico sem produzir, so resta trocar por outro novo, seminovo demandaria um tempo que não tenho. O dia que mudar de trabalho parto imediatamente para seminovos e continuaria com as trocar apos os 90.000km, com um intervalo de tempo muito maior. Não entendo como alguém troca de carro sem necessidade, tem gente que troca com menos de 30.000km. Na minha opinião, isso é como jogar dinheiro no lixo.

      • Zelotes Universal

        Meu clio tem 4 anos e 35.000 km e nunca deu problema. Para trocar por outro carro confortável e econômico (pré requisito), por exemplo um Up com o nível de equipamentos do meu clio, teria que gastar uns R$ 22.000 no mínimo mais emplacamento e ipva

        O que vou fazer? Antecipar a revisão dos 80.000km quando ele fizer 40.000km, e mesmo fazendo na CSS da Renault por salgados R$ 1.500,00 (trocas das correias e tudo mais mas com garantia de um ano) vale mais que gastar R$ 23.000,00. Pior, mesmo que eu gaste R$ 2.500 para deixar ele zero de novo, eu ainda acho que é bom negócio.

    • Minerius Valioso

      Que bom reconhecer que conversão burra não ajuda em nada.

    • Thiago Peres

      Faz sentido.. Mas não saio da marca por nada, toda a família tem Honda. O da minha sogra que anda 50km por dia, já está chegando nos 170 mil e a única coisa que ela fez foi trocar pastilhas, discos e óleo.

      Já eu tive dois fits… posso te dizer com autoridade, se vc quer um semi-novo, vai de fit! Só que fuja destes zeros… a honda abusou no preço mesmo.

      Se custasse lá seus 43 mil à partir da LX e 53 para a EX, aí valeria a pena, quem sabe…

    • Bruno Wendel Marcolino

      eu infelizmente estou tendo que trocar meu Fox pois o motor ta indo pro espaço, não quis gastar quase 5 mil em retifica e como vender pra particular ficaria ruim pois iria me incomodar adiante, estou trocando de carro agora por um 0km, pois pretendo ficar muito tempo, estou tentando pegar um Siena El que, pelo que pesquisei, é pau pra toda obra.

      Concordo contigo em tudo porém por necessidade tive que fazer essa troca e já que a família aumentou já vou pegar um sedã. Gosto bastante do Fox mas descobri que isso acontece bastante nesses motores 1.0 da VW, meu carro está apenas com 73 mil km mas vi relatos que com 15.000 km alguns já rachavam bloco, é uma pena, mas é a minha saída agora, terei que pagar parcelas altas mas não vou me incomodar com manutenção.

  • Pimentel

    Excelente matéria. Não esperava uma avaliação tão realista, objetiva e imparcial. As fotos também estão excelentes.

    Resumindo, o artigo ficou um show à parte.

    E concordo com o posicionamento do avaliador, conheci o Novo Fit pessoalmente e achei inferior ao anterior, apesar de ter achado o design bem melhor.

    O que se vê nos outros veículos de informação são elogios rasgados e patrocinados, mas quem realmente avalia as duas gerações acaba ficando com a impressão de empobrecimento mesmo.

    O mais tosco é o preço ser semelhante ao do Golf VII, que é de categoria acima, sendo extremamente superior ao Fit em todos os aspectos, exceto espaço interno, e também melhor equipado.

    • Gustavo73

      O Golf tem mais espaço interno 10 cm a mais de entre-eixos . Mas tem menos porta-malas. É muito mais equipado e ainda é importado.

      • Pimentel

        Na prática, o Fit acaba sendo mais espaçoso no banco traseiro, que tem um vão para as pernas maior do que qualquer hatch médio.

        Diria que o diferencial do Fit é justamente sua versatilidade acima do normal, mas nada que justifique seu valor alto e a pouca tecnologia embarcada.

      • Sem contar que o Golf vai virar uma ótima opção no mercado de usados, quando a fábrica no Brasil estiver funcionando…

      • fellipealo

        Fit é mais espaçoso porque este carro foi melhor projetado para os passageiros. Por isso é considerado uma “minivan”.

    • Informecar

      Só não podemos esquecer que o Golf Comfortline, mesmo sendo o novo modelo e superior ao Fit sem dúvida alguma, é ainda um veículo de entrada, sendo este não muito valorizado no mercado. E esse Golf também não é nada barato.

  • Matheus Ulisses P.

    Excelente avaliação! Parabéns!

  • João Paulo

    Depois de todo esse gourmet, eu concordo em partes com tudo que esta escrito acima, porem os japoneses são de muita qualidade.
    Tivemos um Civic 2008 que foi vendido esse ano com mais de 100k km rodados em perfeito estado sem nenhum grilo, sem barulhos internos, sem dores de cabeça.
    Hoje estamos com uma Nissan Frontier no lugar do civic devido o novo trajeto que exigia uma pickup.
    Temos uma CR-V 2006 da minha mãe com 80k km rodados.. pouco rodada pelo ano, perfeito estado. linda mesmo! e pergunta se ela quer vende-la ? não mesmo.

    • Matheus Ulisses P.

      A qualidade japonesa é realmente inquestionável, mas isso não deve ser desculpa pelo absurdo que cobram por ela.

      • João Paulo

        Concordo com você.. exatamente essa parte do texto que eu mais concordo. cobram caro mesmo.. tanto que nem vale a pena trocar um usado que esta impecável por um novo Honda só para ter carro “do ano”

      • Leandro1978

        Ainda se fossem bem equipados pelo que cobram…

        • Gustavo73

          Exato, se não tivessem capado o carro como descrito. E ainda tivesse o mesmo 1.5 oferecendo lá fora. Seria caro, mas teria essa “desculpa”. Mas essa geração nem isso.

      • Bruno Wendel Marcolino

        concordo, mas infelizmente essa qualidade deveria ser o “básico” em qualquer automóvel, acho uma pena ainda termos que citar isso, dá pra ver que a concorrência não melhorou muito…

  • Junior Lobato

    CARO!

  • Louis

    Lembro-me que em 2004 comprei um Fit LX por R$ 38 k. Se formos levar em conta a inflação no período, o Fit LX está mais barato do que há 10 anos.

    • Thiago_NCO

      Então amigo, mas, se considerarmos que os reajustes salariais tipicamente ficam abaixo da inflação, na verdade, concluímos que os bens como um todo (não só os carros) tendem a ficar mais caros com o tempo.

      • Alessandro Lagoeiro

        Depende Thiago. Sou de uma categoria que tem ajuste de acordo com dissídio, ou seja, de acordo com a inflação oficial. Claro, as vezes sinto que esse número não corresponde a realidade, mas aí é outra coisa. A questão não é apenas o dissídio da minha categoria, mas como meu salário evoluiu junto com minha formação profissional. Imagine que em 2004 eu era estagiário. Aí passei a programador, analista, engenheiro, arquiteto, consultor e finalmente gerente. Meu salário pode ter sido multiplicado por 20, mas qual é a conta que todos fazem? Quanto recebia um estagiário em 2014 e quanto ele recebe agora (O que é bem menor que 20 vezes). E quanto mais pessoas nessa situação, mais a evolução doa valor do salário é puxada para cima. Caso a pessoa recebia e ainda recebe em salários mínimos, aí é mais fácil fazer a conta. Mas essa é a conta que faço.

        • Gustavo Cruz

          Garçom, eu só faria uma crítica no seu comentário. Se a 10 anos atrás você era estagiário e ganhava 20x menos, o seu poder de fazer isso HOJE seria infinitamente menor.

          Digo isso pois comigo, aconteceu a mesma coisa. Há 10 anos eu ganhava salário mínimo. Hoje tenho uma renda por volta de 20x mais. Mas há 10 anos eu tinha 18, início de carreira. Hoje tenho 28. Será que daqui a 10 anos, com 38, você irá conseguir seguir a mesma aritimética, ou seja, ganhar 20x mais que você ganha hoje? Pode ser que sim, mas seria uma exceção em vista do resto da grande maioria.

          Por isso que sempre tento fazer a comparação de evolução salarial X inflação. Mesmo sua área tendo reajuste de acordo com o dissídio, o dissídio não é a inflação real. Não é toda empresa que concorda em dar de 6 a 10% de aumento para seu quadro de funcionários. Aliás, a grande maioria dá no máximo 3 ou 4%, por experiência própria e sendo otimista. Se for considerar a evolução salarial média brasileira X inflação, a linha fica completamente destoante.

          O poder de compra está cada vez menor. E não digo isso somente para veículos. Imóveis e bens de consumo estão cada vez mais distantes da realidade brasileira. Tudo isso, por conta de uma dentuça sem noção que se encontra no poder.

          • Alessandro Lagoeiro

            É um ponto de vista que de fato eu não tinha me atentado. Obrigado. A questão é que mesmo que agora meu crescimento seja bem menor, temos estagiários hoje em dia. E eles puxarão essa média para cima. Mas seu raciocínio foi perfeito.

    • Leandro1978

      Só que há dez anos, seus concorrentes não eram tão equipados. Hoje comparar o valor e equipamentos de um Fit frente a um New Fiesta, por exemplo, chega a ser covardia. Eu tive dois Fits, um de cada geração, esta terceira, não compraria.

      • Semprei falo o Fiesta. Para mim, o calcanhar de aquiles dele, é o seu espaço interno. Nisso eu acho o Polo melhor…

        Para mim, os concorrentes dele são: Fiesta, Polo, Sonic, Punto, C3 e 208…

  • AUSR444BRA

    A cada geração de carro a honda piora, eu ja tive todos e prefiro o civic 1995 usado que este fit

  • Gustavo73

    “A sensação, por mais que os equipamentos sejam interessantes, é que o Fit foi empobrecido. E ficou em um patamar de preço que é inexplicável. Tanto por seu conteúdo quanto pelo que a concorrência oferece.”
    Resume meu pensamento. O carro tem qualidades, mas não vale o preço pedido.

    • Informecar

      Sem contar que os concorrentes oferecem muito mais por bem menos.

      • 4lex5andro

        Só que a EX anterior tinha freios a disco nas quatro rodas (agora só na EXL), abertura elétrica do tanque (agora, ela é
        manual), ar-condicionado digital (nem o EXL tem mais), e
        retrovisores elétricos com repetidores de direção (também só no EXL,
        daqui em diante)..

        Esse monte de itens retirados da versao Ex nao valem 700 reais de diferença a menos de preço pra versao nova;

        E até essa suposta economia no preço do modelo novo, desaparece por conta do fator novidade, agio, etc ..

        Enfim, melhor continuar (ou optar) pelo fit de 2 geraçao, e deixar esse novo fit encalhar até baixar o preço pra um patamar razoavel ..

        • Informecar

          Se não me engano, FREIO A DISCO nas quatro rodas também foi cortado inclusive da versão topo de linha, a EXL. Lembro muito bem do carro de test drive que era um topo de linha e na traseira era freio a tambor.

  • Carlos

    Deu prazer de ler até o ponto final !
    Parabéns !
    Honda é considerado carro de ouro, extremamente valorizado mesmo usado.
    Um fit 2009 LX custa módicos 32 mil em CTBA e o EX quando se encontra é um preço ignorante…
    Desisti de comprar pois poderia levar um CIVIC muito melhor ao preço de um simples Fit LX …

  • Bom eu vou discordar sobre o câmbio, eu acho que o CVT é justo nele e o câmbio certo para ele, mas o motor 1.8 seria uma boa na dupla Fit/City.

  • Bruno Silva

    Acho justo a crítica quando se tem. Mas foi o único lugar que reprovou o CVT no lugar do AT5. Todas as demais avaliações provaram que ele melhorou tanto em desempenho quanto em consumo, além de ter ficado mais silencioso em relação a geração anterior. Não sou fã desse tipo de câmbio, mas confesso que é o ideal para um monovolume que tem que ser confortável e econômico, lembrando que não é um carro para correr. Uma crítica construtiva: o Fluence CVT custa R$5.000 a mais, e o Golf Comfortiline R$7.000. Não se compara carro manual com carro automático, quem procura um Fit CVT, não vai querer outro carro manual, por melhor que seja. E sobre o Fluence, tem mais alguns itens, mas não tem bancos em couro nem central multimídia, que compensa os outros mimos presentes.

    • zeuslinux

      Não dirigi esse new Fit mas já dirigi um Sentra da Nissan e uma ASX da Mitsubishi, ambas com CVT, e a diferença de desempenho entre os dois é gritante.

      O Sentra tem um excelente ajuste no CVT, dando um bom desempenho. Já o câmbio da Mitsubishi fazia com que o desempenho do carro fosse horrível, mesmo sendo um carro com 160 cv, mais do que os 143 cv do Sentra na época.

      O Honda Fit é o tipo de carro que NUNCA teria. E não é preconceito contra a marca não porque eu gosto do Civic. Mas o Fit é um carro com preço pouca coisa menor do que um Civic nas versões mais completas e extremamente mais caro nas versões de entrada, que têm aspecto interno de acabamento e acessórios do nível de carros de entrada populares que custam de 10 a 15 mil reais menos ! E o motor, mesmo o 1.5, não é lá essas coisas também. A única coisa boa do Fit é o bom aproveitamento do espaço interno.

      Acho que muita gente compra o Fit também porque querem comprar um HOOONDA por causa da fama mas não têm coragem ou dinheiro para comprar um Civic que, aliás, é o único carro com bom custo-benefício da Honda. Até a CR-V tem uma relação custo-benefício pior, porque é muito mais cara do que o Civic, é mais pelado em proporção à diferença de preço e sub-motorizado. Vejo muito caso de gente que compra o Fit em vez do Civic por causa do tamanho menor, especialmente mulheres.

  • Lyn

    Legal que a avaliação não aliviou a retirada de equipamentos. Essa versao exl é a mais apresentavel da linha do fit 2015, a dx e a lx são de chorar pela simplicidade. Só acho que o avaliador pecou quando avaliou o cvt pois estava criticando o funcionamento normal do cambio e claramente querendo que ele se comportasse como um automatico “convencional” ou de dupla embreagem. Tambem faltou dados do consumo do carro, afinal consumir menos combustivel é o trunfo desse sistema de cambio, o avaliador só nos informa que o motor 1.5 não é economico e ponto.

    • Luciotzt

      Pois é, informa que não é econômico, mas no teste do imetro recebeu classificação A é o selo concept.
      Por isso e outros pontos achei que o texto não foi tão imparcial, apesar de bem interessante.

  • GUGASP

    Falta um motor decente, equipamentos de segurança, como mais bolsas de ar, controle de tração e estabilidade e um maior cuidado no acabamento das versões mais baratas.

  • Vattt

    Só assim valoriza o meu como usado, kkkkkkk! Fui a concessionária da minha cidade e me ofereceram a versão LX AT por R$ 61.800. Acho que foi a única versão que ficou similar a geração LX anterior. E realmente caparam também o “inacapável” a versão DX sem os bancos ULT entre outras!!! O famoso “Pega Besta”. Logo, logo vão corrigir isso, cobrando ainda mais é claro, hahahahaha.

  • dogmarley

    ficou mto caro, e perdeu os principais itens que o diferenciavam nas versões de entrada e intermediária. a versão top nao vou nem citar

  • pedro rt

    sempre gostei mais do city do q o fit, acho o fit um excelente carro mas sempre foi simples nos itens de serie e poderia ser mais recheado em itens de segurança e equipamentos, tira esse som e poe multimidia em todas as versoes dona honda

    • Informecar

      Concordo. Ainda na geração anterior do Fit eu acabei migrando para o City topo de linha durante uma pesquisa para aquisição do novo veículo. Só para se ter uma ideia, o City vinha com muito mais equipamentos, sensores de chuva e crepuscular, por exemplo, que não existem nem como opcionais no Fit, maior e com um porta-malas de dar inveja.

  • COMENTARISTA MEDÍOCRE.

    “Se mesmo diante disso tudo você ainda defende os preços do Honda, é certamente um dos que merecem pagar o preço que se cobra por carros no Brasil.” Sem mais.

  • Sergio Vilaça

    Prefiro esperar o FOX 2015 reestilizado! FIT 2015 é carro ostentação!

  • johnnyburanelo

    Acredito que existem carros melhores, com mais equipamentos, mais motor e mais apelo visual do que este FIT de ouro da HONDA

  • Boris

    A crítica quanto à motoristas de 1.85m ou mais é real. Eu tenho 1.87m e quando fui entrar na frente do carro ( Motorista e tambem passageiro) meu joelho bate no painel, mesmo com o banco todo para trás. O Fit G2 ( minha mulher tem um) é muito mais espaçoso para o motorista.

  • Lupavideos Oliveira Guedes

    Tenho um LX 2011 e a minha Mãe um 2010. Ela quer trocar o carro, então fui ver o novo para ela. NÃO GOSTEI. O LX novo perdeu vários itens. Vidro degradê, bolsa de revista, computador de bordo, porta copos, entrada auxiliar, profundidade no volante, a área de tecido na porta diminuiu, o volante ficou maior e mais fino, o painel ficou mais careta e monocromático, a qualidade do plástico é pior e o tecido também. As únicas vantagens: Motor 1.5 sem tanquinho, entrada USB e 2 alto falantes atrás. Só isso. Só estou falando da mecânica, o visual do carro ficou mais moderno e bonito. Acho que a honda fez o comercial baseado no cérebro mas deveriam ter feito com o coração. Pois só uma paixão faria eu trocar meu LX pelo novo, pois se eu usar o cérebro não troco. Talvez a minha mãe que não liga pra nada moderno (como uma tela multimídia) compre. O LXL é muito caro e o DX nem tinha na loja. Talvez para não queimar o filme ainda mais. Pois tiraram o sistema ULT que era o diferencial do fit perante os outros carros. Tiro no pé.

  • Alexandre Maciel

    Perfeita análise. Perfeita. Isenta e absolutamente realista.

    Faltou mencionar que o antigo ULT não vem na versão DX. Ou seja, mataram uma característica fundamental do carro para economizar. Também removeram as palhetas flat blade e puseram palhetas vagabundas. O porta-malas também está menos volumoso.

    Eu tive um Fit 2009, geração passada, LX MT, comprado usado e adorava o carro. Vendi-o no ano passado pensando em comprar outra coisa e esperar a chegada do novo para ver o que realmente faria. Fui ver o novo Fit e não poderia ter sido mais decepcionante. Removeram itens demais do carro (a matéria economizou na lista) e, tirando a versão EXL, todas as demais têm um ar chinês simplesmente ridículo.

    Em adendo, devo dizer que a geração passada também teve a versão EXL e ela custava mais do que a atual (68990, salvo engano). Ela tinha troca de marcha no volante, couro e, salvo engano, aguns sensores. Também era a única versão que trazia os faróis de neblina.

    No mais, há 11 meses e 1 dia estou com o Fiesta 1.6 SE MT. Não é o melhor dos mundos, pecando principalmente no espaço interno, mas é um carro cujo preço, à época, 45400, tem itens bons pelo preço que paguei. Interessante nesse ponto que o Fiesta tem menos mala do que o Fit da geração anterior, menor espaço interno e, incrivelmente, é um carro que me parece mais comprido do que o Fit. Aliás, fico cá me questionando o porquê de a Ford ter colocado tanto cofre para o motor e sacrificado as pernas de todos e as costas dos passageiros de trás. Como sou solteiro, relevo relativamente a questão do espaço. Todavia, depois de me acostumar com um carro com bom espaço, é difícil se adaptar a uma caixinha.

    No mais, a pessoa que pega um Fit EXL não pode estar centrada. Temos o Civic LXS AT por 69900 e seria essa a minha escolhar com mais de 65 mil reais para comprar um carro.

    • Informecar

      Na minha opinião, o melhor custo benefício na casa dos 68 mil é do Peugeot 408 THP com desconto de 8 mil. Isso mesmo, eu disse o THP, com motor indiscutível e pacote de equipamentos entre conforto, luxo, tecnologia e principalmente segurança, igualmente inquestionáveis.

  • Esse tipo de avaliação estava fazendo falta por aqui, simples e direta com o que deve ser falado sobre o carro. Achei uma péssima escolha a Honda ter colocado os instrumentos com fundo azul e computador de bordo apenas na versão EXL, a EX já deveria ter. Esse carro só vale a pena comprar com os incentivos fiscais que o governo oferece, como os descontos para deficiente físico de IPI e ICMS. A versão EXL sairia por pouco mais de 51k.

  • Informecar

    Respondendo a pergunta que inicia o texto:

    NÃO! NUNCA!

  • Rodrigo

    A Honda conseguiu piorar e jogar na lama o custo x benefício que o Fit tinha.
    Cada vez mais ela está enveredando pelo caminho no “quem conhece confia” que por tantos anos segurou a liderança da VW. Mas o mercado se renova e de repente nem toda a confiabilidade do mundo (em boa parte mitológica) é capaz de segurar o reinado.
    Abram os olhos, japoneses da Honda! Tem carro com tanta qualidade quanto os seus, mais equipados e mais baratos. Fiquem espertos!

  • MrBacon

    Tive um Fit LX 2011 MT, passei 2 anos, não rodei muito (era meu 2o carro) mas sempre me passou a sensação de algo caro pelo que oferece. Não fosse a insistência da minha esposa, teria comprado um Focus GLX pelo mesmo valor (R$ 50k). Neste ano o LX ainda vinha sem ABS.

    Vi recentemente num shopping no Rio o novo Fit. Fiquei extremamente decepcionado, o carro piorou no desenho, piorou no painel, aparentemente só evoluiu no motor (1.5 em substituição ao 1.3) e na redução de peso. Eu achava ruim o radiozinho genérico que veio no meu LX, fiquei surpreso em ver o novo radio ainda pior, nem entrada para CD tem mais (apesar de agora ter USB).

    Sei que o Fit não quebra, não dá dor de cabeça, é bom de revenda. Mas não é confortável, é caro e agora, pela primeira vez, perdeu aquele ar “inteligente” das boas soluções internas, com este painel convencional, feio mesmo. Ficou sem sal. Se é pra ser 100% racional e não ter dor de cabeça, melhor andar de taxi.

  • Melhor ficar com o Polo 2007 mesmo…

  • Minerius Valioso

    “Se mesmo diante disso tudo você ainda defende os preços do Honda, é
    certamente um dos que merecem pagar o preço que se cobra por carros no
    Brasil.”

    Viram isso, consumidores?

  • Gabriel

    Só achei que a avaliação poderia ter falado mais da dirigibilidade em si, acabou focando no câmbio e equipamentos.

    E se é pra ter essas centrais multimídia com cara de produto chinês igual a maioria das marcas anda fazendo, prefiro um rádio normal mesmo.

  • Fanjos

    How About No

  • walter

    Tb sou representante comercial, acabei de trocar meu city 2011 mecânico pelo novo fit lx cvt e estou muito satisfeito, o carro e’ muito bom, acertado e econômico, estou fazendo 12km/l com etanol na estrada, o painel indica uma luz verde ‘eco’ que se vc mantê-la terá’ sempre o melhor do motor e menor consumo, sem que ele berre como o colunista mencionou, e’ falta de jeito com a proposta do carro, que é’ sem dúvida o mais equilibrado em sua faixa de preço dos automáticos zero : na troca me saiu por $56,5mil), e complemento a informação do Golf confortline (excelente veículo)…$66,9mil e’ só’ no câmbio ‘mecânico’, tente vender depois e verá’? .. a confortline automática $74mil, ou k, como preferirem (sem contar o preço do seguro que é’ o dobro, qto ao fluence tb ótimo carro, só’ que automático e’ $71mil, e na hora da revenda , de cada 10fits sairá’ um fluence,…

    • Alexandre Maciel

      Você vem de um City que, honestamente, não dá para comparar com o Fit anterior em termos de interior. O City é um Fit com bunda querendo ser Civic, com espaço interno limitado, motor 1.5 e painel já sem sal. Não que seja um carro ruim. É bom, tem mecânica extremamente confiável e tem boa revenda também. Mas sempre teve um custo-benefício pior do que o próprio Fit.

      Se você tivesse saído de um Fit anterior, certamente teria uma opinião bem mais razoável quanto ao que a Honda fez.

      No mais, o Fit berra sim porque o anterior já berrava e basta um kick down qualquer que o CVT faz o motor vir para o banco do passageiro. Já andei no carro e a diferença em relação ao 1.4 anterior é nítida. A Honda diz ter melhorado o isolamento acústico mas de forma alguma ela fez isso. Se o fez foi nas portas, onde o isolamento já era ruim e deixava vazar o som do carro para o exterior em qualquer volume.

      Particularmente, respeito a sua paixão pelo carro mas pelo preço dele muitas pessoas com certeza buscarão outras opções. O fato inegável é que, se antes ele já oferecia pouco por muito, hoje, apesar de ser um bom carro, ele oferece menos ainda por mais do que o valor do modelo antigo.

  • Guest

    CORREÇÃO: “O conteúdo também ficou pior: a LX antiga tinha ajuste de profundidade e de altura do volante, computador de bordo e porta-revista atrás dos bancos dianteiros. ”

    Tenho a versão LX 2010, não tem ajuste de profundidade, só altura… Porta revistas só tem do lado do passageiro.

  • Thiago Peres

    Bom, que que Eu (um dono de um Fit ’10) que vive defendendo a marca tem pra falar, né?

    Realmente a Honda abusou no preço e na feiúra. Seria até que justo (embora caro também) um preço de 43 para a LX e 54 para a EX. Esse novo ficou meio “jaspiônico” e ODIEEEEEI de morte essas saídas falsas de ar na traseira. Deu muito ar de carro vagabundo! Perdeu respeito comigo, embora a frente tenha melhorado um pouco.

    O interior que a Honda tinha acertado no New Fit que acho massa demais no meu, tem um belo ar de modernidade, nesse a Honda CAGOU. Só não ficou pior que o Corolla novo pq o Corolla tem um relógio de Del Rey, e isso meus caros, hehehehe, merece destaque.

    Mas não tenho o que reclamar do meu, dura pra cacete… Motor 1.3 (não é 1.4, tem 1335cm cubicos) e tem 100 cvs, faço 11 no Etanol na cidade indo devagar, poxa.. não é qualquer marca que alcança esse número. Saio na frente de 60% da frota HueBR, ele desbrava subidas muito bem em segunda.

    O da minha sogra é um Old de 2008, está com 170 mil e nunca precisou fazer nada fora o básico (óleo e freios), tb já deu um defeitinho no módulo de airbag que 300 reais em desmanche resolveu q eu me lembro.

    Já a matéria tá muito boa, muito imparcial… Dou total crédito. Ah não sei onde que eu li nos comentários, acho que o cara falou que deveria vir com o motor 1.8 do Civic, pois é cara, concordo plenamente!

    • Rodrigo

      Tem muito mito envolto na mecânica e confiabilidade Honda.
      Apenas como exemplo, meu Sonic 1.6 16V CVVT dual mecânico, na cidade andando devagar (tipo, não passando de 70 km/h) também faz 11 km/l no etanol. Difícil é rreproduzir essa situação no dia a dia, mas mesmo com trânsito pesado e ar ligado, nunca fez menos que 6,5 km/l.
      Ah, só pra constar, meu anterior Corsa 1.4 econoflex foi vendido com 177 mil km e nem a embreagem precisou trocar.
      Não estou dizendo que Chevrolet é melhor que Honda ou vice-versa, apenas que com cuidado, zelo e manutenção preventiva qualquer carro pode gozar de boa saúde por muitos e muitos km.

      • Thiago Peres

        Os chevys chegam a durar bastante também. Sobre durabilidade, tem os
        bons e tem os ruins…

        Tenho repulsa é por Fiat, que empregam juntas importantes de plástico, relês de péssima qualidade e vem até faltando parafusos na carroceria.

        Pra vc ter uma idéia, inclusive no canal do ADG (mecânico de Belo Horizonte, vive indo para os EUA comprar peças, manja bastante) pegou ódio pela Fiat depois que um Uno 0km que ele comprou só pros empregados deles irem buscar peças veio com a suspensão faltando uma porca.

        Varias vezes ele mostra carros da Fiat (novos, Stilo, Uno, Idea) com vazamento, vi um que achei absurdo, um Uno de 60 mil km o TBI abriu o bico e teve que comprar um novo (950 reais)… Vi um cliente master insatisfeito que no Bravo dele, o câmbio fazia barulho de latão pq eles não colocavam revestimento interno apropriado.

        Já as outras tipo Volks também até que consegue durar bastante… Mas sei lá cara, tem mecanico que ousa dizer que os carros duráveis mesmo (no geral) são aqueles que usam corrente de comando e não correia dentada (como é o caso dos Ford, Toyota e Honda), pq denota que “SE” a montadora decidiu investir mais nesse componente (que não é barato), certamente eles investiram mais em outros componentes de maior durabilidade também. Ah e adivinha, o New Fiesta ganhou um teste de resistência de 400 mil milhas com neve, chuva e deserto, chegou inteiraço.

        http://www.reliabilityindex.com/top-100

        • Rodrigo

          Pois é, isso só reforça o que eu disse acima: depende muito do projeto mecânico e do cuidado do dono.

    • Alexandre Maciel

      Concordo plenamente com você. Tive um LX 2009 e nesse a Honda abusou e se esqueceu de dar a descarga.

  • andre oliveira

    Pesquisando rapidamente no site americano da Honda, já da pra ver o quanto o nosso é mais “interessante e barato” em relação ao deles.Ah,esqueci de dizer que o deles tem motor de 130cv e injeção direta,controle de estabilidade e tração, apenas pra ficar nos equipamentos mais relevantes.Espero que entendam a ironia.Vamos acordar meu povo,todos os carros no Brasil são caros mas, uns beiram o absurdo pelo pouco que entregam.

  • Thiago Peres
  • whering alberto

    Reparei, além dos defeitos destacados na matéria, que até a peça plástica que revestia as “pontas” dos trilhos dos bancos dianteiros a Honda tratou de limar. Observe na imagem abaixo. Em outra reportagem sobre o modelo (não me lembro onde, infelizmente), notei também que nas portas traseiras, a peça plástica “triangular” que fazia o acabamento do canto posterior dos vidros não estava lá, expondo então a lataria. O carro dessa reportagem não apresenta o mesmo defeito. Deve ter sido falha de montagem específica.

  • Túlio Leal

    Virou lugar comum criticar a SENSACAO de desempenho do cvt. FATO e que a aceleracao da nova versao melhorou bastante em relacao aa versao anterior.

  • carroca_br

    A questão é o real valor do nosso dinheiro não importando se ganhamos 5 mil ou 50 mil por mês. R$ 65 mil num carro desses é um absurdo! Algo caro não se torna barato só porque ganhamos mais, apenas fica mais leve no bolso, mas não quer dizer que valha a pena e isso vale para muitos e muitos carros no Brasil!

  • fellipealo

    Parabéns pelo belo Review NA. Os preços, de fato, estão altíssimos.
    A Honda tem que parar de agregar preços a futilidades, um verdadeiro absurdo.

    Mas estou aguardando o review do consumo deste carro. Acredite, irei cobra-los disso… pois a matéria teve um tom sarcástico que amei de paixão! Fazia anos que não lia uma matéria assim no Brasil. Gostaria que este tom fosse levado adiante quando falamos de Fiat, GM e VW, pois ocorrem absurdos maiores, não sejamos hipócritas.

    O NA comparou o EX 1.5 Vtec CVT de primeira geração com este EXL 1.5 i-Vtec CVT? Acredito muito que a Honda não tenha simplesmente destruído o 1.5 i-Vtec com esse CVT. Pois pelo que li, compararam apenas com o chôchô 1.4 DSi(que não deixa de ser um belo motor).

    Este Fit com este preço, não merece elogios, pois é uma afronta ao consumidor. Assim como é de praxe nos carros do Lucrobrasil.

    • Thiago Peres

      Tem razão Fellipe… a Honda sacaneou com o preço. O meu LX 2010 MT foi comprado 0 na concessionária por 44 mil quando o primeiro dono comprou (está na nota), é um carro completo, seguro (airbag duplo e gruda nas curvas), e mais ou menos potente (100 cavalos, 1.3 i-vtec), tem baixíssima desvalorização, tanto que hoje está valendo 34 na tabela.
      Que carro passa 4 anos e de 44 mil baixa só 10 mil no valor? Só os Honda e Toyota… Mas mesmo assim esse preço novo é impraticável. Já já a Honda vai se ligar na merda que fez e vai baixar o preço (tomara).

      Já sobre o CVT, acho um excelente câmbio, mas depende da calibragem pra ter uma pegada esportiva ou não, e a Honda limou isso desse CVT. Quero fazer um test drive pra ver se confere isso desse CVT ser molenga. Ele é simplesmente o melhor câmbio que já inventaram, baixíssimo atrito e de tem um aproveitamento bem maior da faixa de torque do motor. Temos que lembrar que tem Software no meio, e quando o assunto é economia de combustível a Honda supera as outras, logo… entende-se a moleza do cambio como engenharia em prol da economia de combustível.

      Bom, em sumo, a Honda SACANEOU a gente, ficou horrível esse Fit… painel zoado demais, bem “entiozado”, para-choque traseiro ridículo, onde já se viu inventar de por saídas de ar falsa? KCT, Honda! E o preço então… TNC! Pode ter baixa desvalorização e tudo, ser inquebrável e etcétera, mas não justifica.

      • fellipealo

        Eu não posso falar que testei nem que vou testar hehehehehehehe

        Mas faço de suas, as minhas palavras sobre o CVT.

  • Fred Ribeiro

    Concordo com 90% da avaliação, Já tive Hondas e hoje não me
    interesso mais, pois a concorrência evoluiu tanto no brasil que não há mais
    motivos para ela cobrar mais por seus veículos, as vezes parece que ela parou
    no tempo, ao deixar de oferecer alguns itens tecnológicos que já se tornaram
    comuns. Somente discordo sobre a avaliação sobre o cambio pelos seguinte
    motivos:

    1-
    Quem compra um Honda Fit CVT provavelmente não
    esta atrás de esportividade, e esta nem é a proposta do carro, cambio CVT é
    para quem busca conforto, tranquilidade e economia, se ela voltou a utilizar o
    cambio deve ser porque percebeu que nesta categoria preferiam o CVT.

    2-
    Você não pode falar que um carro é manco sem ter
    testado e aferido números. O Cambio CVT anestesia as acelerações e retomadas,
    passando a impressão de que o carro não é ágil, mas muitas vezes consegue
    resultados (em números) semelhantes ao automático tradicional

    3-
    A Mitsubishi também tem cambio de marchas
    simuladas no Lancer e ASX, ao contrario do que você disse. Aliás, na minha
    opinião esse negocio de marchas simularas é uma piada, uma alternativa para
    ludibriar os leigos e não deixa-los cair na monotonia do cambio CVT, mas quem
    entende de carro e gosta de esportividade não engole, procura um de dupla
    embreagem ou automático convencional bom.

    4-
    Sobre o consumo, os carros da Honda pioraram no
    consumo desde o dia em que tiveram que se adaptar a “tequinologia” flex, o
    Antigo Fit monofluel, seja com o motor 1.4 8v ou com o 1.5 i-vtec monofluel,
    eram super econômicos. Mesmo o antigo, quando virou Flex, apareceram as
    reclamações

  • Wanderson Perin

    Pelo nível do carro, deveria ter controle de estabilidade, uma central multimídia decente, ar digital (obrigatório na minha opinião), e acima de tudo, voltar os itens que foram retirados, como freio a disco nas quatro rodas. Remover itens na minha opinião é inadmissível!

  • mdscom

    Resumindo, um carro com boa mecânica, bem montado, mas com equipamentos de série medíocres para um carro de 65k. Um carro para quem só da importância para boa mecânica e não liga para os itens de conforto e segurança. Carro de Japonês.

  • Luis

    Eu não vou trocar, adorei o Fit, tenho um 2011, e ia agora trocar, será que o 2016 viria com o que tiraram deste top que de top só tem o preço? Será que vai vender muito ou o pessoal vai esperar, e se nada mudar? Ai é que pega.

  • Saulo Mendes

    Carro simplório com preço exorbitante. Fazer o que? há quem compre.

  • Martini Stripes

    Eu só não entendo o título da avaliação… PF caprichado, caprichado no que?! Se a maior critica com relação a este carro é a queda no acabamento e itens de série?

  • Fernando Gonçalves da Costa

    Excelente matéria sem o rabo preso com a montadora e expondo toda informação necessária.
    PARABÉNS Gustavo Henrique Ruffo
    VC FOI PERFEITO.

  • GPE

    Só tive oportunidade de ler agora. Fazia tempo que eu não via (lia) uma reportagem que criticava um carro em diversos pontos. Gostei muito. A Honda merece toda crítica do mundo

  • Fred Ribeiro

    Concordo com 90% da avaliação, Já tive Hondas e hoje não me
    interesso mais, pois a concorrência evoluiu tanto no brasil que não há mais
    motivos para ela cobrar mais por seus veículos, as vezes parece que ela parou
    no tempo, ao deixar de oferecer alguns itens tecnológicos que já se tornaram
    comuns. Somente discordo sobre a avaliação sobre o cambio pelos seguinte
    motivos:

    1-
    Quem compra um Honda Fit CVT provavelmente não
    esta atrás de esportividade, e esta nem é a proposta do carro, cambio CVT é
    para quem busca conforto, tranquilidade e economia, se ela voltou a utilizar o
    cambio deve ser porque percebeu que nesta categoria preferiam o CVT.

    2-
    Você não pode falar que um carro é manco sem ter
    testado e aferido números. O Cambio CVT as vezes anestesia as acelerações e retomadas,
    passando a impressão de que o carro não é ágil, mas muitas vezes consegue
    resultados (em números) semelhantes ao automático tradicional

    3-
    A Mitsubishi também tem cambio de marchas
    simuladas no Lancer e ASX, ao contrario do que você disse. Aliás, na minha opinião
    esse negocio de marchas simuladas é uma piada, uma alternativa para ludibriar
    os leigos e não deixa-los cair na monotonia do cambio CVT, mas quem entende de
    carro e gosta de esportividade não engole isso, procura um de dupla embreagem como DSG ou
    automático convencional bom.

    4-
    Sobre o consumo, os carros da Honda pioraram no
    consumo desde o dia em que tiveram que se adaptar a “tequinologia” flex, o
    Antigo Fit monofluel, seja com o motor 1.4 8v ou com o 1.5 i-vtec monofluel,
    eram super econômicos. Mesmo o antigo, quando virou Flex, apareceram as
    reclamações

  • Nicolas Manhone

    o acabamento da versão dx e lx e uma bosta com cara de anos 90….meu pai tem um lx 2014 e e muito melhor e sem falar que ele perdeu alguns equipamentos

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