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Avaliação: Novo Renault Duster evolui e mantém robustez

Avaliação: Novo Renault Duster evolui e mantém robustez

O Novo Duster finalmente chegou ao Brasil e traz muitas novidades, continuando aquele veículo robusto e pronto para a realidade nacional.


Projeto de baixo custo da Dacia, o Novo Duster 2021 evoluiu bastante em relação ao anterior, mas continua a ser um carro simples e prático.

Ainda devendo em desempenho, melhorou um pouco em economia, fruto da ajuda do CVT. Custando R$ 90.690 na versão Iconic, completo chega a R$ 96.390.

Avaliação: Novo Renault Duster evolui e mantém robustez

Coincidentemente em relação ao Sandero Intense 1.6 CVT que avaliamos, ele custa exatos R$ 30.000 a mais, usando mesmo motor e câmbio, com números diferentes, é claro.

Como uma opção para “bater” no dia a dia, o Duster 2021 reúne vantagens e desvantagens consideráveis que compõem seu custo-benefício.

Por fora…

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Sem firulas, o Novo Duster é aquele carro honesto em sua proposta. Mesmo com as mudanças, não promete o que não pode cumprir.

Nisso, a frente mais envolvente passa uma boa impressão, ainda mais com as luzes em LED, mas suas formas focadas no baixo custo mostram que sua essência continua.

Lanternas em LED quadradas, colunas grossas, maçanetas simples e aquele ar de viatura, não escondem sua origem, mas o Duster 2021 também agrada por ter cara robusta.

Avaliação: Novo Renault Duster evolui e mantém robustez

Isso vem reforçado com o pacote Outsider com o “chifre” dotado de faróis auxiliares na frente. A suspensão alta não dá brecha às mais terríveis lombadas ou o que vier por aí.

Barras no teto, rodas com desenho esportivo e aro 17, para-choques reforçados, apliques laterais e até escape cromado, enfeitam um carro que nasceu rústico para o dia a dia.

Por dentro…

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Se por fora o Novo Duster parece ter evoluído pouco para manter sua aparência de resistente, dentro ele se torna o Renault com ambiente mais interessante no Brasil neste momento.

Só aquele ar condicionado digital com displays nos botões já surpreende de início. O desenho do painel também deixa a rusticidade para trás no Duster, com boa proporção nas formas.

O cluster analógico com computador de bordo centralizado (com comandos no volante) tem boa visualização e agrada, bem como o volante de novo padrão da Renault.

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Ele agora traz o piloto automático com limitador, que felizmente saiu de entre os bancos, embora tenha deixado sua marca por lá (a capa do botão continua).

Tem regulagem de profundidade e altura, mas ainda fica a sensação de que está longe para motorista de estatura alta. Na coluna, a conhecida haste de mídia, telefonia e volume.

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A multimídia com Android Auto e CarPlay é bem intuitiva e tem perfis para diferentes motoristas. Ela traz um sistema de câmeras nos quatro lados do carro, mas sem fundi-las.

Você escolhe o que deseja ver individualmente. Ele não é um sistema tradicional de 360 graus. Com botão de partida, o Novo Duster Iconic chama atenção por outra coisa.

A chave é presencial, mas nas maçanetas não há botões ou sensores de toque. Basta chegar a meio metro do carro para destrava-lo. Ao sair, uns 2 metros bastam para ele se fechar todo.

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Isso, sem dúvida, limpa o visual do Duster de botões aparentes e de sensores físicos caríssimos. O SUV da Renault também vem com alerta de ponto cego, o que é muito bom.

O acabamento das portas dianteiras melhorou um pouco, mas, atrás o visual é o esperado no Duster (não deveria ser assim), sem qualquer tecido.

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Os bancos têm revestimento em couro e com visual personalizado, custando R$ 1.700 (cobrado 2 vezes no configurador), somando então aos R$ 2.300 já pagos pelo Outsider Pack.

A alavanca de câmbio está em boa posição, assim como o motorista, com exceção da distância ao volante em condutor alto. Falando nisso, nesse ponto, o Duster decepciona.

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Atrás, o espaço não condiz com os 4,37 m de comprimento e 2,67 m de entre eixos. Novamente, apontamos que a culpa está no porta-malas com seus amplos 475 litros.

Para ter tudo isso, numa plataforma de assoalho raso, ele empurrou o banco traseiro para a frente.

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Assim, o assento se aproxima bem dos lugares da frente, sobrando pouco espaço para pernas. Pelo menos a densidade dos bancos não é cansativa e o motorista tem um bom apoio de braço também.

Bom, dessa forma, fica fácil elogiar o bagageiro com tanto espaço, bem acima da concorrência. Contudo, o estepe continua lá embaixo, do lado de fora.

Por ruas e estradas…

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O Novo Duster 2021 é tão grande quanto o anterior, tendo linhas robustas e um bom peso de 1.279 kg nessa versão. Para tudo isso, um motor mais forte que o 1.6 SCe se faz necessário.

Bem dimensionado para um Sandero Intense, o quatro cilindros da Renault é pouco para o utilitário esportivo. Ainda sem o prometido 1.3 TCe de 160 cavalos, é o que tem para hoje.

Seus 118 cavalos na gasolina e 120 cavalos no etanol, são diferenciais dele para o hatch, ambos a 5.500 rpm.

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O torque é apenas 0,2 kgfm acima do Sandero, ficando em 16,2 kgfm. Ele aparece também nos dois combustíveis e na mesma rotação: 4.000 rpm.

Acoplado ao câmbio CVT X-Tronic da Nissan, o 1.6 SCe acaba entregando menos do pouco que já tem. Embora as saídas sejam até espertas, basta subir um pouco mais o giro e, nessa altura, pronto…

Avaliação: Novo Renault Duster evolui e mantém robustez

Lá se vai agilidade e as respostas começam a ficar lentas. Deslizando bem acima dos 2.000 rpm, a combinação SCe + CVT produz sensação que não é boa.

Para uma condução moderada, o conjunto motriz até que não é ruim, mas ultrapassagens e retomadas exigem giros elevados.

Eles vêm com um ruído de motor indesejável, sem ter a resposta esperada. Basta uma pisada pouco mais forte para o ponteiro estar entre 3.000 e 4.000 rpm.

Avaliação: Novo Renault Duster evolui e mantém robustez

Subidas longas e pouco íngremes também movem a rotação para cima de 3.000 rpm. Se fosse um 1.3 TCe com aquela cavalaria citada, certamente ele responderia muito melhor.

Na estrada, ele fica manso aos 2.000 rpm com 110 km/h. Por isso, mesmo com álcool no tanque, ele fez bons 10,1 km/l. No circuito urbano, conseguimos 7,5 km/l.

Diante dos fatos, até que não está ruim. O CVT, como já dito, ajuda muito para manter a linearidade no funcionamento do propulsor 1.6 16V.

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O Start&Stop é outro auxílio que funciona muito bem. Você ainda pode contar com o modo Eco para tentar melhorar a coisa.

Se desejar, pode tentar a sorte nas mudanças manuais, explorando mais o motor, mas com CVT, não dá para ir muito longe nesse sentido.

Não adiantariam paddle shifts, afinal, não teria de onde tirar fôlego extra para fazer a diferença numa condução mais esportiva.

Avaliação: Novo Renault Duster evolui e mantém robustez

Então, o Novo Duster continua focando no dia a dia de quem quer um carro sem pretensão de performance.

Com direção elétrica firme, o Novo Duster melhorou muito na dirigibilidade, com um conjunto mais “na mão”. Os freios também atuam bem e sem surpresas.

Já a suspensão é aquilo, firme e pouco convidativa para quem quer conforto maior. Ele aguenta bem a buraqueira nacional e passa a (boa) impressão de que não tem tempo ruim.

Avaliação: Novo Renault Duster evolui e mantém robustez

Transmite uma parte do que enfrenta no dia a dia, isso é verdade, mas quem busca o Novo Duster, sabe que o caminho a seguir não é para qualquer “SUV”.

A filtragem de algumas irresponsabilidades do alheio (poder público), até que passa bem na nova geração do Renault.

O conjunto tem boa altura, passando fácil por lombadas das mais horripilantes ou valetas bem acentuadas. Com bom curso, a suspensão transmite segurança dentro e fora da estrada.

Avaliação: Novo Renault Duster evolui e mantém robustez

Nesta última, se comporta firme, apesar do deslocamento da pesada carroceria, mas nada que incomode.

O Novo Duster vem com controles de tração e estabilidade, assim como de rampa, mas peca em ter apenas dois airbags em pleno 2020.

Então, novamente sem firulas, o SUV romeno não se intimida com um meio urbano largado, BR da vida ou aquele caminho ruim para o sítio. Nisso, a evolução do Duster não precisou se alterar.

Por você…

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A versão Iconic com pacote Outsider e bancos em couro tem um preço bem próximo da barreira psicológica (e principalmente financeira) dos R$ 100 mil. É um preço alto, é claro.

Antes de receber a crítica, porém, é preciso entender que o Duster não é um carro cosmético, apesar de a Renault tentar com o Outsider, mas um rústico eslavo, pensado para a dureza cotidiana.

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Ele também não tem a pretensão de ser um off roader, embora tivesse a tração 4×4 na geração anterior. Mesmo assim, continua apto a enfrentar o mau caminho.

Isso, no entanto, não justifica seu valor. O mercado nacional possui preços tão irreais que o Duster é só mais um a sofrer com isso.

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No mercado, pelo menos, ele já teve uma resposta boa, mesmo sob quarentena. Imagine se não tivéssemos restrições?

Feito para ser simples, robusto e confiável, este Renault vale para quem precisa de um intermediário entre esses dois extremos.

Medidas e números…

Ficha Técnica do Renault Duster  Iconic 1.6 CVT 2021

Motor/Transmissão

Número de cilindros – 4 em linha, flex

Cilindrada – 1.597 cm³

Potência – 118/120 cv a 5.500 rpm (gasolina/etanol)

Torque – 16,2 kgfm a 4.000 rpm (gasolina/etanol)

Transmissão – CVT com simulação de seis marchas na alavanca

Desempenho

Aceleração de 0 a 100 km/h – 12,4 segundos (etanol)

Velocidade máxima – 173 km/h (etanol)

Rotação a 110 km/h – 2.000 rpm

Consumo urbano – 7,5 km/litro (etanol)

Consumo rodoviário – 10,1 km/litro (etanol)

Suspensão/Direção

Dianteira – McPherson/Traseira – Eixo de torção

Elétrica

Freios

Discos dianteiros e traseiros com ABS e EDB

Rodas/Pneus

Liga leve aro 17 com pneus 215/60 R17

Dimensões/Pesos/Capacidades

Comprimento – 4.376 mm

Largura – 1.832 mm (sem retrovisores)

Altura – 1.693 mm

Entre eixos – 2.673 mm

Peso em ordem de marcha – 1.279 kg

Tanque – 50 litros

Porta-malas – 475 litros

Preço: R$ 96.390 (versão avaliada)

Renault Duster Iconic 1.6 CVT 2021 – Galeria de fotos

Ricardo de Oliveira

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 23 anos. Há 12 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.

  • Zé Mundico

    Parece que a Renault abandonou qualquer aspiração off-road e resolveu investir firme no estilo urbano com o Duster. Tem a sua razão, pois 95% dos usuários querem um carro para simples uso urbano e no fim de semana ir no sítio da vovó ou fazer uma viagem no fim do ano para a casa da sogra lá no interior.
    Mas ele ficou fraquinho, meio anêmico. Embora com motor e câmbio Nissan, esse bichinho deve cuspir sangue para subir uma serra com 5 pessoas e bagagens.

    • Vargézio

      Fiz um TD e fiquei com essa impressão, de motor manco. Daí o vendedor pediu pra ir com ele fazer o TD. O carro andou muito, tive que me segurar no PQP. É só pisar fundo, disse ele. Aí o bicho voa, só que o consumo vai nas alturas, lógico…
      Na subida de serra, carregado como você falou, esse carro vai sofrer. Se pisar fundo, como o vendedor mostrou, vai se sair melhor. porém acho que teria que ter um posto na metade da subida kkkkk. O consumo cai para 3 ou 4 km/l na gasolina.

      • RO

        Acho engraçado como pegam no pé do Renegade por causa do motor e esquecem que a concorrência com esses 1.6 são até piores.

        • Bruno Luis

          O problema do Renegade é usar aquele motor antigo, manco e beberrão da Fiat, e andar menos que os 1.6 da concorrência. Mas no geral tirando os Turbos e os HRV 1.8 são todos mancos e beberrões.

          • RO

            Anda não ein. Esses 1.6 se arrastam. Renegade anda na média, ainda mais com o botão sport ativo. Consumo é péssimo, mas não é tão fraco como dizem por aí não.

            • Vargézio

              Ro, não exagera. A proposta do Duster não é de sair apostando corrida. É mais voltado para terreno ruim, buraqueira, pra quem quer espaço interno, etc, sem gastar o preço de um HR-V ou Creta, por exemplo. O motor 1.6 é mais lento pra sair da inércia, mas depois embala. Quem prioriza desempenho, não é o carro certo.
              Sobre o Renegade, o motor da Palio Adventure sim, sofre pra arrastar o peso dele, projetado para receber tração 4×4. Na Palio adventure, o motor dava conta do recado, mas no Renegade é pior. Sem falar no consumo.

              • RO

                1) Renegade também não é pra apostar corrida. A suspensão dele é feita pra terrenos ruins também. Nunca andei em um carro com suspensão tão boa quanto ele. Anda a 100km/h em estrada de terra como se estivesse no asfalto, tamanha é a filtragem dos desníveis do solo.

                2) O motor não é o mesmo do Palio Adventure. Foram feitas modificações que o deixaram mais esperto em baixa e mais potente em alta.

                • Vargézio

                  SIm. Suspensão excelente mesmo, independente nas 4 rodas. Parece que se está andando em manteiga. Nisso ele dá um show, muito superior à Duster. Já o motor 1.8 é basicamente o mesmo da PA, com algumas alterações recentes que o deixaram mais esperto. Mas o carro é muito pesado pra ele. Um conhecido tinha um (com motor anterior ao dessa modificação) e reclamava direto da lerdeza. Acabou trocando por um Compass de entrada e está gostando muito.

                  • RO

                    Já dirigi ambos. O carro é outro com as modificações.

              • Nelson Oliveira

                Mas tem aquele que, Às vezes, quer levar a família pro sítio, nos finais de semana, pegar terrenos dificeis, mas ai ele vai sofrer com as ultrapassagens. Falando sério, pois já dirigi um: esse motor 1.6 do duster é muito fraco e não aguenta o peso do carro. Pensa no sufoco que é viajar com 4 pessoas + bagagem + ultrapassar um caminhão.

                Se o foco da pessoa é no urbano, ok, mas pra viagens longas, com 3 ou mais pessoas, com bagagem, ele não dá conta , além de ser beberrão ao maximo

                • Vargézio

                  Sim, concordo plenamente, para quem vai fazer viagens constantes o carro é desconfortável, mais ainda se estiver carregado. O câmbio automático dá um descanso pra coluna, mas o banco é desconfortável em viagens longas. Beberrão ao máximo na estrada já não concordo. Na categoria dele, tirando os motores turbo, anda na média.

                  • Nelson Oliveira

                    Amigo, se você andar a 80/90km/h, sem ar, ai sim ele é econômico. Se passar de 100, com bagagem e gente, além de ser fraco demais pra ultrapassagens, o consumo cai pra 8km/l. Ah, ressalto que é impossivel viajar sem ar-condicionado ligado aqui na minha região

                    • Vargézio

                      Para. Nem dirigiu o carro e vem falar uma bobagem dessa. 8km/l na estrada kkkk

          • Racer

            Ser antigo não seria problema, desde que não fosse pouco para o peso dele. O consumo é consequência.

        • Rodrigo

          Não se sabe qual é o pior, briga de foice no escuro.

          • Vargézio

            Sim. Se o Renegade tivesse um porta-malas maior, matava o Duster.

            • Racer

              Com certeza. O que pega é o tamanho do porta malas.

      • Rodrigo

        Você falou isso de brincadeira, acredito eu.
        Ou sua referência para efeitos de comparação é um fusca 55cv.
        Acho que o motor atende ao público alvo: Média idade, bem empregados com renda boa com condições, que não entende absolutamente nada de automóveis, precisam de espaço para 4 ocupantes etc.
        Mas falar que o carro anda muito, aí não dá.
        Abraços

        • Vargézio

          Não é que anda muito, pela proposta do carro ele anda bem, bastando pisar com vontade no acelerador.
          Ele é meio amarrado, mas até embalar.

  • FFSB

    NA, seria ótimo mostrar uma pessoa dentro do veículo, sobretudo no banco traseiro, para evidenciar o espaço interno. Fica difícil visualizar o que seria um “espaço curto” no Duster. Fica a sugestão, pois.

  • Vargézio

    Estava até cogitando pegar o novo Duster, mas a pandemia e 86 mil pela versão Intense me fizeram desistir. Quase 100 mil pela Iconic? Só por Deus. Há uns 3 anos fui olhar o Golf 1.0 por 71 mil e achei muita grana, deixei pra lá, e agora 86 mil num Duster é de chorar.
    Porque a versão Zen CVT pelada é intragável.

    • McLovin

      Na época a galera ficava reclamando desse Golf nacionalizado, falando que era 50x pior que o equivalente mexicano/europeu e muito mais caro. Agora toma Polo a 75 mil, Duster a R$ 90.000,00, bem feito, pra aprenderem a largar de ser mané.

      • Vargézio

        Exatamente, bem feito. Pelo preço agora, Polo.
        E bem feito pra VW também, pelo menos na css da minha cidade. Avaliaram meu carro lá embaixo, mesmo com 15.000 km rodados. O vendedor fez pouco caso e disse que era pegar ou largar, ou então tentar vender para particular. Nem me ligou de volta, ou melhorou a proposta. Por essas e outras, saiu de linha.

    • Rodrigo

      Volta pro GOLF amigo. é um excelente carro.

      • Vargézio

        Não é o meu perfil, preciso de espaço e robustez, altura do solo, espaço no porta-malas. Fui olhar o Golf porque sempre foi um sonho, e na época até se encaixava no meu orçamento, por 71 mil. Mas não gostei. Tenho problema de coluna, e o banco afundado me deixou com mais dor ainda. E o câmbio manual de 6 marchas e trocas constantes quase fez saltar a minha hérnia de disco. Um dia, quem sabe, se tiver condições, será o meu segundo carro.

  • Valdek Waslan

    Em POR RUAS E ESTRADAS ELE COMEÇA COM A FRASE

    “O Novo Duster 2021 é tão grande quanto o anterior, tendo linhas robustas e um bom peso de 1.279 kg nessa versão. Para tudo isso, um motor mais forte que o 1.6 SCe se faz necessário.”
    Aí ele diz que o cambio faz o barulho entrar pois acima de tanto tem que se forçar o motor e que não é aconselhável em ultrapassagens mais arriscadas pois demora na resposta.

    Ora… se um motor mais forte se faz necessário e isso quer dizer que o que tem não é suficiente, então pq no meio já para o fim ele diz que o motor é bom para quem não quer uma condução esportiva e que o cambio ajuda?

    TROCANDO EM MIÚDOS…
    Esse DUSTER me passa a impressão de “Bonitinho mas ordinário!”
    e quem colocou o mesmo no mercado me passa a impressão de burro ao não manter o motor 2.0. Ok, eu sei que o 2.0 teria que ser com o cambio automático de quatro marchas (inexplicável como depois de tanto tempo a Renault não conseguiu resolver isso) mas pelo menos seria um motor mais forte para quem quer.
    Enfim…

    • Rogério R.

      O problema é que o 2.0 é um motor da família F que nasceu láááá nos anos 1980… ele não acopla com o atual CVT e para que isso aconteça é nescessário um investimento que não compensa, já que esse motor já passou da idade, tanto que tem uso proibido na Europa devido ao seu nível de emissão de poluentes. Um motor que acopla com esse câmbio CVT é o 2.0 M4R feito na Coreia que equipou o Fluence argentino e que nasceu nos anos 2000 que foi co-desenvolvido pela Renault e Nissan.

    • Samluzbr

      Para vermos como que esses repórteres “entendem” bem do assunto, quanto ao motor mais forte ele já esta no forno, essa versão 1.6 creio ser apenas chamariz como SUV barato.

    • Edson Fernandes

      Se vc observar testes com Duster 2.0 automatico e o Duster 1.6 CVT, verá que em algumas situações o 2.0 anda mais e em outras o 1.6. Isso mostra que nem sempre um motor mais forte é o ponto que justifica andar mais.

      E o 2.0 bebe consideravelmente mais. E por todos os testes foi dito com unanimidade: Apesar do 2.0 ter mais potencia, o cambio de 4 marchas penaliza consumo e comportamento, enquanto no 1.6 o grande salvador e parte da performance é a transmissão que se vira como pode. E mesmo assim, esticando marchas no motor 1.6, ele ainda é mais economico que o motor 2.0.

      O que eu particularmente acho um erro das fabricantes é essa historia de atualizar o produto e não se antecipar a uma esperada opção de motorização superior junto ao lançamento. Isso ao meu ver que queima o produto.

      • Valdek Waslan

        Então… então o problema não é o motor 2.0 e sim o cambio de quatro marchas.
        Como eu disse no final do meu comentário: (inexplicável como depois de tanto tempo a Renault não conseguiu resolver isso).
        O motor 1.6 é ruim? Eu não disse isso! Comprovadamente ele é aquém das expectativas. Não… não estou falando em um carro de competição, mas falando a verdade, o DUSTER não é um hatch e simplesmente colocaram nele um moto de hatch. Ele não tem cara de hatch, não tem porte de hatch e não tem peso de hatch.

        • Edson Fernandes

          E eu não disse que o motor é ruim. Eu sei que para o peso do Duster, ele está no limite.

          Mas a realidade é que as fabricantes em um determinado ponto resolveram manter uma motorização super limitada por ser a unica mais moderna na linha do produto.

          Por isso que T-Cross e Tracker tem vendido bem, pois sãobem equipados com motores corretos. E ainda ofertam um motor superior para quem almeja mais performance.

          Isso faz enfraquecer o rival que não dispoe de tal opção. Ou seja, empurram até ofertar um motor melhor que na minha opinião, vem tarde porque tira o bom brilho que o produto já poderia ter com o novo motor.

          • Valdek Waslan

            É… a Renault, infelizmente está sempre vagarosamente andando.
            Levou tempo para mudar seu interior e trocar seus pobres volantes, por exemplo…
            Eu achei que com a Captur ela fosse dar um salto definitivo, mas pelo que vejo com o Duster, me faz pensar que a Captur foi tipo um cometa… só de vez em quando.
            Valeu, um abraço.

            • Edson Fernandes

              Então podemos voltar um pouco no tempo e ver na realidade como as coisas começaram a se perder na Renault.

              Quando havia Megane Gran Tour (estou considerando o periodo de 2010 em diante) e o Fluence que veio em seguida, ali foi o maximo que ela poderia ter aplicado em tecnologia.

              Chave cartão, 6 air bags(Fluence), farois com xenon (Fluence), teto solar (Fluence), motor Nissan aspirado ou Renault turbo (Fluence GT), sensores de estacionamento dianteiro e traseiro (Fluence pós facelift em 2015), camera de ré, entre outros.

              Se você olha hoje em dia, o carro mais proximo disso no mercado até R$120000 é o Jetta em itens de série (versão RLine).

              Os demais perderam muito em relação ao proprio Fluence. Na Renault? Acho que o unico produto com uma proposta bem definida e que foi usado o que tinha no Brasil é o Sandero RS. De restante, há um lapso enorme entre itens de série e o que o carro é.

              Me lembro da epoca em que eu comprei o Fluence e que minha ex esposa pedia muito para termos uma Duster. Foi ela andar em ambos para perceber o pulo de diferença entre os produtos.

              E é aí que me mora o problema de considerar a compra de um novo carro atualmente, achar quem substitua com os itens que já possuo com talvez algo a mais.

              • Valdek Waslan

                É que as outras andam mas a Renault, ela anda um pouquinho… para, descansa, dorme, almoça, toma banho, tira férias, aííí ela vai pensar em andar novamente.
                Recentemente, alguns carros que sairam de linha que não deveria. Preço… venda baixa… enfim… as desculpas são várias mas a realidade é uma só: COLOCAR NO MERCADO UM PRODUTO DE BAIXO CUSTO E VENDER PELO MAIOR PREÇO POSSÍVEL.

                • Edson Fernandes

                  Infelizmente. Qdo tivemos o encontro de Fluence no Rio de Janeiro, o vice presidente do grupo Renault, Alain Tissier veio pessoalmente ver.

                  Ele ficou impressionado com mais de 100 fluences de toda parte do Brasil além de alguns personalizados. Pedimos encarecidamente que mantivesse o nome Fluence para a proxima geração e ele disse que voltaria como Megane em nova geração.

                  Olha “o Megane” aí….. a Renault desistiu da opção em detrimento do que vc mesmo disse. Só que ainda assim, os carros no qual ela disputa tem certas deficiencias tecnicas perante os atuais players e isso é um ponto grave que ela precisa mudar.

  • Baetatrip

    Ficou legalzinho…..
    Porém… Cadê o 4×4?
    Deveria botar o CVT no 2.0 e 4×4 ae ficaria show….!
    Tem grupo de Duster que fazem passeios e trilha leves e encaram muito bem….!
    Porém a Renault foi burra, pois tirou a versão mais bonita….!

    • Rogério R.

      Não tem como acoplar o CVT no velho F4R, só se fosse o 2.0 M4R. Fiz um comentário disso numa resposta abaixo.

    • RO

      CVTs não aguentam muito torque, por isso não devem ter optado por esse no 2.0.

      • Silvio

        Esse CVT da Nissan já foi utilizado nos 2.0 do Fluence e Sentra. Honda, Toyota, Mitsubishi também utilizam CVT em seus carros 2.0. Dentro da própria Nissan, que fabrica esse câmbio, tem o Altima com seu motor 2.5 e até o Murano com mais de 30 kgfm de torque que usam câmbio CVT.

  • Iran Borges

    Parece melhor do que Captur. Alias, quase não vejo captur

    • Luís Paulo

      Pra te falar a verdade nunca vi!!

    • Rogério R.

      Já vi vários, geralmente 1.6, ao vivo o carro por fora é bem bonito principalmente na vesão de dois tons.

      • Edu

        Vi uma ontem preta com teto claro, realmente a pintura em dois tons melhora o visual.

    • Mr Tony

      Captur me lembra um Pitbull com verminose braba. Magrinho, magrinho…

  • Joao Victor

    Infelizmente evoluiu ainda mais no preço, 100 mil em uma Duster, olha aonde chegamos… Perdeu toda a proposta de ser um “suv de baixo custo”, pelo menos no preço.

    • Mr Tony

      Baixo custo é. Pra montadora…

    • Daniel Guimaraes

      Comprei a versão Iconic por R$ 85.876,20, cor metálica e sem o pacote Outsider. Seguro também foi o mais barato nas cotações que fiz, saindo por R$ 1.460. Fiz teste drive em alguns dos “SUVs” compactos e me decidi pelo Duster por conta do melhor custo x benefício. Pelo mesmo conteúdo do Iconic não tem nada no mercado por menos de R$ 100 mil. Em relação ao desempenho e consumo, não tem diferença entre ele, o Renegade, o Creta e o Kicks. O HRV anda um pouco mais e os turbinados andam mais sim. Não comprei por conta do desempenho, mas sim pelo porta malas, multimídia, altura do solo e robustez. A única real mancada mesmo é so vir com 2 air bags, isso sim imperdoável. Ouvi falar bem sobre a confiabilidade e robustez mecânica, mas nunca tive um Renault… só o tempo vai dizer se realmente aguenta o tranco.

  • Rogério R.

    Uma curiosidade, no configurador da Renault não tem mais o Captur com motor 2.0 F4R, agora só tem Captur 1.6 MT e CVT. O velho motor da família F dos anos 1980 agora só está disponível no Sandero RS e Oroch. Pelo visto o velho 2.0 está chegando ao fim, a Oroch com certeza receberá o 1.3 TCe, agora resta saber se com o fim do velho F4R o Sandero RS morrerá junto ou ganhará o novo motor turbo.
    O Duster melhorou muito nessa 2a geração, mas realmente o motor 16v por ter torque alto em alta rotação sofre com esse CVT, só pisando mesmo.

    • RO

      Sandero RS seria uma opção interessantíssima com o 1.3 TCe, ainda mais mantendo câmbio manual.

      • Rogério R.

        Concordo e espero que a Renault também esteja pensando assim.

    • Hugo Leonardo Dos Santos

      Só na próxima geração que logo chega

  • Alaor

    A Renault não aprende. O carro melhorou em vários aspectos sim, mas continua toscão e abaixo da média. Não deveria custar mais de 80 mil na versão mais cara JAMAIS.

  • Samluzbr

    A falta de assunto fez com que dia apos dia apareçam reportagens similares, esse “novo” Duster já passou na mão de mais gente que nota de dois reais, e cada “repórter” tenta justificar ou injustificar alguma coisa.

  • Rick Wakeman

    O carro é de baixo custo, mas o preço não! Isso não tem lógica! Tem carros similares, mais bem acabados, pelo mesmo preço! Renegade, por ex.

  • Vae Victis

    horrível

  • Henrique12

    O sanderão NUNCA foi robusto, como assim “mantém robustez”?

    • Hugo Leonardo Dos Santos

      Já viu algum quebrar? É a única SUV compacta que se pode jogar em terreno acidentado, buraco, valeta, rampa, sem dó.

      • Rodrigo

        Primeiramente não é SUV.
        Segundo que se voce fazer isso, farás pouquíssimas vezes. Ela é de monobloco e não é feito para isso. Apenas estética que puxa para um ‘SUV’ .

        • Hugo Leonardo Dos Santos

          😒

    • Vargézio

      Acho que ele quis dizer o porte, que parece parrudo. Tenho um 2012 e até hoje só precisou trocar as pinças dos freios dianteiros e fora isso trocar o óleo todo ano. Tem lá seus defeitos, mas curiosamente é o carro que estou há mais tempo. Antes trocava de carro a cada 2 a 4 anos, e agora já tenho ele há 8. Só não troquei pela nova Duster por causa da pandemia que quebrou as pernas

  • Renato Almeida

    O início da matéria fala por si… Um carro que é feito sobre uma plataforma de baixo custo da Dacia e que agora custa mais de R$ 90.000,00.

  • VR6icardoW

    Deve ser muito manco!

    • Vargézio

      Nada a ver. Vá numa css e peça para um vendedor fazer o TD dirigindo pra você. Aviso: segura no PQP.
      Pisando, o carro anda, sim senhor.
      Se pensar em consumo, nego não pisa, aí o carro é manco mesmo.

      • VR6icardoW

        Impossível um 1.6 CVT pesado não ser manco!

  • marcosCAR

    Carro para 79.990 nessa versão super completa… Aí sim!

  • Luis Mello

    Horrível por dentro e por fora. Por favor o mercado evoluindo e Renault vem com esse facelift Dacia mal acabado.

  • Rodrigo

    Vamos lá, autor do texto e editor.
    O conteúdo publicado aqui está muito bem equilibrado, explana vários pontos importantes aos duvidosos possíveis compradores, usa um português bastante claro e objetivo.
    Agora minhas críticas:
    – Duster é um Utilitário? Não é nem nunca foi. A proposta da romena foi outra e adoção ao mercado brasileiro foi para ficar no lugar da Megane gran tour e Scenic.
    – Como assim mantém robustez? poderia exclarecer o que seria robustez e como foi diagnosticado? Este carro é tão durável/sensível quanto aos demais veículos da marca, com um sandero, clio, kangoo.

  • Edson Fernandes

    O interessante é pensar inclusive no Oroch que certamente só terá sua atualização com a nova motorização.

  • Daniel Guimaraes

    Comprei a versão Iconic por R$ 85.876,20, cor metálica e sem o pacote Outsider. Fiz teste drive em alguns dos “SUVs” compactos (que diga-se de passagem, pra mim são “hatches modernos”) e me decidi pelo Duster por conta do melhor custo x benefício. Pelo mesmo conteúdo do Iconic não tem nada no mercado por menos de R$ 100 mil. Em relação ao desempenho e consumo, não tem diferença entre ele, o Renegade, o Creta e o Kicks. O HRV anda um pouco mais e os turbinados andam mais sim. Seguro também foi o mais barato nas cotações que fiz, saindo por R$ 1.460. Não comprei por conta do desempenho, mas sim pelo porta malas, multimídia, altura do solo e robustez. A única real mancada mesmo é so vir com 2 air bags, isso sim imperdoável. Ouvi falar bem sobre a confiabilidade e robustez mecânica, mas nunca tive um Renault… só o tempo vai dizer se realmente aguenta o tranco.

  • More of the punisher

    2 airbags em um veículo familiar 2021….essa é a Evolução a moda do “quinto mundo”, que é onde essa fabricante de trastes consegue vender alguma coisa, tomando proveito da ignorância generalizada. Fico admirado com quem compra Dacia: baixo custo, baixa qualidade, baixa segurança, alto preço. Na Europa aos menos ele é barato MESMO, e infinitamente mais seguro.

  • Arthur

    Além de que é comum as fotos do banco traseiro serem tiradas com os bancos dianteiros empurrados pra frente, pra dar aquela falsa impressão de bom espaço. No caso aqui, não me parece que foi usado tal artimanha.

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