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Avaliação: Toyota SW4 SR Flex tem espaço e conforto de sobra, mas deve em performance e economia

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Ela ganhou nova geração em 2015, adotando um visual mais agressivo, nível de segurança superior, melhor entretenimento e remotorização diesel, mais eficiente. E com tudo isso, a Toyota SW4 ganhou uma importante alteração: agora tem identidade própria.



Antes uma variante SUV da picape Hilux, agora a SW4 adota estilo bem diferenciado para se distanciar da irmã, mas ainda compartilhando muitos itens com ela. O resultado foi bom e parece ter agradado aos clientes da Toyota.

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Em 2016, o SUV nipo-argentino foi o quinto mais vendido em seu segmento, emplacando 12.168 unidades ou 4,03% do mercado de utilitários esportivos. A SW4 só perdeu para os compactos HR-V, Renegade, EcoSport e Duster.

Avaliamos a versão SR 2.7 Flex com sete lugares que, no mercado, tem dois rivais principais: Pajero HPE Flex e Trailblazer 3.6, ambos são V6 e bem mais potentes que a Toyota, além de serem igualmente mais baratos. A SW4 Flex de sete lugares custa R$ 168.930 contra R$ 165.990 e R$ 167.090 das rivais, respectivamente. Mas ainda assim vendeu quase o triplo dos dois somados!

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Por fora…

A Toyota SW4 2017 ficou mais agressiva e sofisticada em termos visuais, adotando frente mais pronunciada com faróis duplos harmonicamente integrados à grade cromada, adotando também um para-choque envolvente e bem delineado, com mais cromados, faróis de neblina e um grande ângulo de ataque. O SUV tem ângulo de entrada de 29°.

Os retrovisores possuem repetidores de direção e basculamento elétrico, enquanto as colunas B e C são pretas. Chama atenção a elevação acentuada na traseira, comprimindo as vigias laterais e criando uma curvatura negativa. O teto incorpora barras longitudinais em cinza, além de vincos como reforços.

Há um bom estribo emborrachado para facilitar o acesso ao interior. As rodas de liga leve aro 17 polegadas têm pneus 265/65 R17 e bom aspecto visual. Na traseira da Toyota SW4 SR 2.7 Flex 2017, as lanternas horizontais são de LED e divididas pela tampa do porta-malas. Um spoiler na parte superior dá um leve tom “esportivo” ao modelo. Há uma barra cromada, detalhes em preto brilhante, sensores de estacionamento e câmera de ré.

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Por dentro…

O interior tem um aspecto luxuoso, oferecendo volante em couro com imitação de madeira na parte superior, assim como materiais acolchoados em partes do painel, que ainda mesclam detalhes em preto brilhante, couro marrom e cromados. O marrom é visto no volante e no acabamento em tecido das portas e assentos, deixando o ambiente mais sóbrio.

Os apoios de braço das portas da Toyota SW4 SR 2.7 Flex 2017 são em couro marrom, enquanto as maçanetas são cromadas. Há detalhes em tonalidade cinza e materiais plásticos duros em preto no restante do acabamento. O painel tem desenho moderno e se destaca pela instrumentação bem nítida, que conta ainda com um bom computador de bordo, apesar do visual antiquado.

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Falando nisso, a velha alavanca do piloto automático está lá, contrastando com comandos de mídia, computador e telefonia no volante. O ar condicionado é manual, mas possui regulagens e extensão com difusores para as outras duas fileiras.

Há USB e auxiliar, mas a multimídia Toyota Play tem DVD, TV Digital, GPS, bluetooth, câmera de ré e tela sensível ao toque de 7 polegadas. Um relógio digital simples entre os difusores traz de volta os anos 80 e 90. Ter dois porta-luvas é ótimo para quem tem muita coisa para guardar. Existem mais porta-copos e objetivos entre os bancos dianteiros, nas portas e dois escamoteáveis no painel.

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A Toyota SW4 tem bom posicionamento da coluna de direção – ajustável apenas em altura – e da alavanca de câmbio, que tem base em cinza e opção de mudanças manuais, além do modo Sport. Há também os comandos dos modos Eco e Power. O freio de estacionamento é manual, mas sente-se a necessidade de um freio de pé, como no Prius, por exemplo.

Os bancos possuem ajustes manuais e os da segunda fileira são facilmente rebatíveis, bem como ajustáveis em distância e inclinação do encosto. O acesso à terceira fileira é bom, ainda mais com a ajuda o estribo externo, mas o espaço para as pernas é muito ruim.

Há ajustes nos lugares do meio, o que deixa a viagem um pouco menos cansativa. Os encostos são ajustáveis também e há difusores de ar individuais. O espaço para bagagens com estes montados é de somente 180 litros na Toyota SW4 SR 2.7 Flex 2017.

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Para rebatê-los, basta puxar duas cordinhas e prendê-los nas laterais do espaço traseiro com ganchos apropriados. Dá para fazer a operação com uma mão. Com eles suspensos, o espaço para bagagens é bem generoso, ainda se os bancos da segunda também forem rebatidos.

Isofix nos assentos da segunda fileira e iluminação suficiente, cumprem a tarefa de oferecer segurança e conforto para a família na Toyota SW4 SR 2.7 Flex 2017. Para quem se lembrou da SRX 2.8 diesel, esta versão SR 2.7 não tem tampa traseira com acionamento elétrico. Mesmo assim, ela é leve em seu acionamento.

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Por ruas e estradas…

Se lembrarmos que as concorrentes em preço e capacidade de passageiros custam um pouco a menos e possuem motores V6, na Toyota SW4 SR 2.7 Flex 2017, a decepção é nítida. Para ter um V6 deste SUV é necessário desembolsar bem mais pelo V6 4.0 da SRX (R$ 225.580), mas sem os dois assentos extras.

Para quem só tem a contentar-se com o conhecido 2.7 Flex da Toyota, ele recebeu algumas alterações na linha 2017 para ficar mais potente e eficiente, mas isso não vai mudar muito o cenário já imaginado. Ele entrega 159 cv com gasolina e 163 cv no etanol, ambos a 5.000 rpm. O torque é de 25 kgfm a 4.000 rpm nos dois combustíveis.

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Pesando 1.880 kg, a Toyota SW4 SR 2.7 Flex 2017 não poderia ir muito longe, nos dois sentidos: performance e economia. Mesmo com uma boa e nova transmissão automática de seis velocidades, que apresenta trocas suaves e ainda oferece opção de mudanças manuais na alavanca, o SUV japonês precisa de muito giro alto e paciência.

O propulsor 2.7 sente claramente o enorme peso do utilitário esportivo que, para seu alívio, tem apenas tração traseira (4×2). Nas mudanças, o giro alcança facilmente os 3.000 rpm e se forçar um pouco mais, os 4.000 rpm. Acima do primeiro nível, o ruído interno já denuncia a falta de força para mover o grandalhão.

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O isolamento acústico pelo menos poderia ser mais reforçado que no diesel, que trabalha bem mais suave e, mesmo barulhento por natureza, só passa a sensação de sobra e força. Diferente do 2.7. Na estrada, pequenos declives pedem giros mais altos, na casa dos 3.500 rpm. No plano, o ponteiro caiu suavemente para bons 1.900 rpm em sexta a 110 km/h, o que dá um alívio para o tanque de 80 litros.

O 2.7 Flex apresenta retomadas mais lentas que o desejável, ainda mais com sete pessoas e alguma bagagem. O ponteiro sobe bem e depois de alguns momentos de espera, ele consegue uma progressão razoável.

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Não dá para ficar na mão nas ultrapassagens, diga-se de passagem, mas é bom se precaver com reduções constantes e uso do modo Power para ter mais disposição. Com essas condições, conseguimos apenas 6,5 km/litro na estrada e 4,9 km/litro na cidade, ambos com o etanol que veio no tanque. Números ruins? Sim, porém, melhores que os do Inmetro.

Com tanque cheio dá para rodar pouco mais de 500 km no etanol, mas obviamente em viagens, o melhor é usar gasolina para obter mais segurança com alcance maior, especialmente em regiões desprovidas de postos confiáveis. Mas, apesar da pouca força e do consumo alto, a Toyota SW4 SR 2.7 Flex 2017 tem de sobra conforto para viagens longas ou mesmo no dia a dia.

A suspensão tem um bom ajuste para um SUV derivado de picape. Com molas helicoidais no eixo traseiro e braços individuais na frente, o utilitário esportivo pode suavemente bem na estrada e passa sem problemas nos piores asfaltos, paralelepípedos e bloquetes da geografia brasileira. Isso sem contar no fora de estrada, embora sem a segurança do 4×4.

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A estabilidade é condizente com a proposta. Ou seja, não dá para brincar em serviço. Curvas bem fechadas e a traseira começa a sair facilmente. Os pneus cantam imediatamente e na pior das hipóteses com segurança, os controles de tração e estabilidade entram em ação. Em pisos muito ondulados, a Toyota SW4 SR 2.7 Flex 2017 pula um pouco, mas nada que desabone sua boa conduta.

A direção hidráulica é leve e tem boas respostas em manobras e cruzeiro. Os freios são suficientes para a proposta. O comportamento geral é bom e apropriado para um SUV de 4,8 metros com sete lugares e altura elevada. Para transpor obstáculos, bons ângulos de ataque e fuga de 29° e 25°, respectivamente. Choveu, encheu? Se conhecer o lugar e a profundidade, ela passa tranquilamente.

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Por você…

Com posição de dirigir confortável e os recursos necessários para longas travessias, a Toyota SW4 SR 2.7 Flex 2017 se mostra um veículo muito bom para a estrada, sendo um pouco demais no meio urbano, devido ao seu porte. Mas se a opção for sempre pegar a estrada e levar a família para longe, não dá para pensar em outra SW4 que não seja diesel.

Ela tem um bom pacote de equipamentos de série, que ainda incluem faróis com sensor crepuscular, nivelamento dos faróis, assistente de saída em rampa, assistente de reboque, três airbags, alças nas colunas A para facilitar o acesso, tomadas de 12V e porta-luvas refrigerado, entre outros itens citados.

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O acabamento geral é bom e o espaço interno generoso. Os assentos apresentam o conforto necessário e o nível de conectividade e entretenimento agrada, assim como a climatização. Se tivesse um motor maior, notadamente o V6 4.0, mesmo com menos cavalos que o da SRX, responderia bem melhor.

Manter as revisões da Toyota SW4 SR 2.7 Flex 2017 até 60.000 km custa R$ 4.696,04. Pelo preço de R$ 168.930, mas nem tanto por ser uma versão de entrada, ela fica devendo em performance e por isso não vale a pena. Se o desejo for mesmo a SW4, procure a V6, pelo menos. Mas, prepare bem o bolso.

Medidas e números…

Ficha Técnica da Toyota SW4 SR 2.7 AT Flex 4×2 2017:

Motor/Transmissão

Número de cilindros – 4 em linha

Cilindrada – 2694 cm³

Potência – 159/163 cv a 5.000 rpm (gasolina/etanol)

Torque – 25,0 kgfm a 4.000 rpm (gasolina/etanol)

Transmissão – Automática de seis velocidades, além de mudanças sequenciais de marchas na alavanca.

Tração – 4×2

Desempenho

Aceleração de 0 a 100 km/h – 14,5 segundos

Velocidade máxima (limitada) – 165 km/h

Rotação a 110 km/h – 1.900 rpm

Consumo urbano – 4,9 km/litro (etanol)

Consumo rodoviário – 6,5 km/litro (etanol)

Suspensão/Direção

Dianteira – Independente com braços articulados/Traseira – Eixo rígido com molas helicoidais

Hidráulica

Freios

Discos dianteiros e traseiros com ABS e EDB

Rodas/Pneus

Liga leve aro 17 com pneus 265/65 R17

Dimensões/Pesos/Capacidades

Comprimento – 4.795 mm

Largura – 1.855 mm

Altura – 1.835 mm

Entre-eixos – 2.745 mm

Peso em ordem de marcha – 1.880 kg

Tanque – 80 litros

Porta-malas – 180 litros (com sete assentos montados)

Preço – R$ 168.930 (preço com sete assentos)

Toyota SW4 SR 2.7 AT Flex 4×2 2017 – Galeria de fotos

4.0

  • Vitor C

    Deve em performance, economia, acabamento, itens de conveniência para o preço cobrado.
    Se custasse muito menos seria aceitável, mas por esse valor tem coisa MUITO melhor.

    • Luís Paulo

      Mas vende por causa da fama de inquebrável criada pelos Toyoteiros!

      • Celsinho Veículos

        quebrar nao quebra… mas tomba q é uma beleza.

        • NaoFaloComBandeirantes

          Famosa Viralux!

    • ObservadorCWB

      Então….uma Vera Cruz que saiu de linha em 2012 tem soluções melhores que a “SW 2017”. É incrível como um carro deste preço possa ser colocado no mercado com esta solução para a terceira fileira de assentos. E o que dizer da sensação de “caixão” de quem não vê quase nada devido a largura da coluna C ? Os números do desempenho vazia já beiram o ridículo, imaginem quando for usada como é a proposta, por sete pessoas ou cinco passageiros mais as bagagens de férias ? Quanto a mais custaria um ar digital ? Com controles independentes para motorista, passageiro e bancos traseiros ? Mais um carro para dar risada quando vemos com o dono dentro.

      • Vitor C

        Juro que eu fico olhando para a cara de dono de sw4 pensando o porque pagar por esse carro.
        A única justificativa que o cliente desse carro tem é o pós venda Toyota.

        • TijucaBH

          penso exatamente como voce. OK, todo carro no Brasil é caro pro nosso bolso, mas vendo um dono de uma SW4 Flex dessa na rua eu penso “puts, como tem nego burro no mundo. Com o mesmo valor dava pra comprar uma Trailblazer 6 canecos muito mais potente, com consumo pouco maior, muito mais equipada e ainda 4×4!” Acredito que somente a diferença de pós vendas entre as marcas nao justifique uma Sw4 no lugar da Trailblazer. Citei a trailblazer porque está no mesmo segmento ( suv com chassi de longarina baseada em pick up).

          • Ailton Maschio Gomes

            O detalhe dá trailblazer é que a Chevrolet a despreza. Não tem para teste drive nas concessionárias e no showroom.

            • Hadouken

              Já fui a quatro concessionárias diferentes em SP e não achei nehuma pra ver… quanto mais pra test drive.

              • Andre Maruska

                Talvez exatamente por isso ela vende. Como comprar algo que nao tem nem na CSS para ver ou dirigir. Os velinhos de SW4 dao uma volta nela, se apaixonam e compram. Eles nao querem saber de consumo, itens e tudo mais. Eles querem um carro grande e alto para dirigir. So isso.

  • Pedro Mello

    Esses trambolhos baseados em picapes são desconfortáveis nos bancos traseiros em viagens um pouco mais longas.

    • Raul Cotrim de Mattos

      Depende. Não é o caso da SW4, pelo menos não da minha 2001. Muito espaço e conforto.

      • Pedro Mello

        O assoalho mais elevado atrás, a pouca inclinação do banco e a traseira solta, características de picapes tornam a viagem dos passageiros muito cansativa.

    • Paulo Lustosa

      Nada a ver, aqui na família tem duas Trailblazer e o espaço para a segunda fileira é muito bom.

      • Pedro Mello

        Não andei na Trailblazer, mas o problema não é o espaço em si, mas sim o assoalho elevado, a pouca inclinação do banco e o balanço traseiro característicos de picapes. A Toro não padece desse mal porque a plataforma é de carro de passeio e a suspensão não é por feixe de molas.

        • Paulo Lustosa

          A trailblazer tem o assento inclinado e possui molas helicoidais no eixo traseiro por five link

          • Pedro Mello

            Como disse não andei , e nunca me interessei pela Trailblazer que acho um carro feio padrão GM. Não exclui o que disse sobre SUVs baseados em picapes.

  • Carlos Camacho

    Meu deus, que lesma é essa?depois de encher o carro com a família da pra viajar na pista da direita junto com as carretas

    • truco

      da pra fazer peguinha com aqueles do video 0-100 dos carros da decada de 90, recem postado aqui no NA.

  • Daniel

    Difícil de entender como alguém opta por esse veículo quando há opções bem melhores… pode ser robusta, confiável e razoavelmente equipada, mas nada justifica quase 170k num SUV com desempenho de compacto 1.0 (e consumo de V8).

    • Mr Andrey

      quem quer correr comprar carros pra isso..não é o caso !

      • Daniel

        Então você quer dizer que quem compra carros com bom desempenho, necessariamente tem a intenção de sair por aí correndo?

        O bom desempenho trás mais segurança em situações como utrapassagens, cruzamentos, conversões e várias outras, principalmente em um veículo que será usado para transportar uma família.

        • Andre Maruska

          So voce ver quem que dirige normalmente estes carros? Sao velinhos entre 70 e 80 anos. Pelo menos e’ o que sempre vejo em Curitiba qdo olho um carro desses passando. Meu sogro tem um S10 do modelo antigo e anda a 40 por hora na rua. Ele nao quer saber se anda bem ou se faz de 0-100 em tanto segundos. So quer um carro alto e que passe sensacao de seguranca. O resto e’ resto.

  • Supernescau

    Tanta informação, tantos detalhes, tantas fotos e a única coisa que eu conseguia ver era o relógio de DelRey.

    • Vitor C

      Já viu o design dos controles de ar condicionado? Devem ter tido inspiração no DelRey também.

      • Supernescau

        Concordo, são terríveis mesmo.

      • Paulo Lustosa

        Versailles

      • NaoFaloComBandeirantes

        Cara, o quê que é isso!
        Agora que você falou que eu reparei!

        Você paga 170 conto e não merece um arzinho digital!

        É muita vontade de mostrar pro vizinho que tem uma Hilux!!!

  • Ancelmo Henrique

    Depois de um fds com a Toro 1.8, esse consumo não me assusta mais…

  • Antonio_Brust

    Se colocar uma pedra no acelerador com o câmbio em “N”, em uma bomba de combustível abastecendo etanol, fica ali pra sempre.

  • Yo soy Yo

    Rapaz, bebe mais que meu tio que morreu de cirrose!

    • arzanette

      kkkkkk fazia pirao de cachaca entao a crianca lkkkkk

  • RFGV

    Gostaria de saber quem em sã consciência gasta R$ 168.930 numa SW4 flex com um motor defasado desses de 160cv sem torque? Meu deus, é muita burrice! o carro nem banco de couro tem!!!!!!!!

    • Fabio Alm

      A falta de banco de couro em um carro desse preço achei a mais

  • Louis

    Merecia um ar digital.

    • Fabio Marquez

      Merceia o ar digital, airbags laterais, um motor V6.. Os bancos pelo menos são bonitos.

  • dallebu

    NA corrijam a galeria da matéria, acabou entrando a foto do painel de um Santana https://uploads.disquscdn.com/images/38850e834e598afccb1c3cd4e4f9d12ed8e62bcf60abf31025e047e6e79884ad.jpg

    • Lucas

      Isso não é uma foto dos acendedores de um fogão Dako?

    • Alexandre

      HAUshUAHUShaUHuSAHUhsUAH!

    • Raul Cotrim de Mattos

      O relóginho em cima do painel é igualzinho da minha 2001

      • leomix leo

        Mais é robusto e não quebra, tem que manter as boas qualidades do carro, eu particularmente prefiro a Hilux do facelift de 2010, pra mim foi a mais bonita. Colocando uns faróis mais modernos, esp pra mim tava bom.

    • RFGV

      Meu Deus, que vergonha

    • Melhor comentário.

  • Lucas

    Resumindo, todos os concorrentes são melhores: Anda menos que celta, mal acabado, painel totalmente capado (olhem o computador de bordo, que porcaria), ar analógico, sem banco de couro e bebe demais.

  • Lucas086

    Com 20 mil a mais, vc leva uma trail blazer a diesel, 4×4 e realmente completa, toyota, vá se lascar!

    • André

      Ou então, por menos se leva a TrailBlazer V6 com injeção direta, com muito mais potencia e desempenho sem consumir mais e ainda com sistema de bancos traseiros mais modernos que os da Toyota Bandeirantes. Alem do mais, já vem 4×4.
      Meu vizinho comprou essa SW4 Flex, tenho vontade de perguntar o lhe passou na cabeça de gastar 170mil, mas prefiro ficar quieto, pode parecer despeito.

      • Jeremias Flores

        o problema é na hora de vender, vende um SW4 e vende uma TrailBlazer pra ver a diferença

      • Lucas086

        Verdade, nem lembrei da trailblazer gasolina. Toyota manga da cara do brasileiro, essa é a verdade

    • Rafael Lima

      Por 170 mil é melhor colocar mais 3 mil e levar um Compass Trailhalwk com pacote high tech e teto solar, é Diesel muito mais recheado e com uma performance melhor e menor consumo, mais conforto, não pula feito cabrito, tem que ser doido mesmo pra comprar uma SW4

  • Luis

    Pergunta sincera: Que cor fica melhor num carro desse?
    Minha opinião:
    Branco — opção mais bonita, porém, dá mais trabalho para manter limpo e sem arranhões
    Prata — mais fácil de vender depois (?)

    O que vocês acham?

    • Jeremias Flores

      pra mim, cinza granito

    • Maycon Farias

      Branco é top.

    • Raul Cotrim de Mattos

      Por esse preço, banhado a ouro.

    • Sanderson Fromohls

      Pela feiura, pode ser invisível, tipo o jato da mulher maravilha

    • Cristian Gutierrez

      eu sou fã do Henry Ford…vc pode comprar qualquer carro e escolher qualquer desde que seja Preto…rs

  • Jeremias Flores

    as versões V6 e Diesel poderiam ter as mesmas variações que a pickup, com SR, SRV e SRX.

    teria mais opções de acabamento e preço

  • Gran RS 78

    Realmente é difícil entender o que se passa na cabeça de alguns,(muitos!) consumidores brasileiros em pagar quase 170 mil reais nesse modelo, que não anda nada e bebe como um pinguço que acabou de acordar. Se pelo menos viesse com o motor V6, couro e ar digital ficaria mais interessante que a concorrência, mas nada justifica pagar isso tudo e levar um carro que fica devendo em praticamente tudo.

  • Licergico

    só não entendi a frase “..remotorização diesel, mais eficiente.” – 2 segundos mais lenta na arrancada e quase 3 segundos mais lento na retomada tudo isso com um motor que bebe mais mesmo tendo 3 velocidade de marcha a mais …. desculpe mais onde esta a “remotorização diesel, mais eficiente.” ?!?!

  • Licergico

    minha velha ranger 2.3 cd pesava 1900kg 150cv fazia 8,5 na cidade e 12 ( usando o combustível mais consumindo do brasil todo ) na estrada nunca senti falta de motor pra ela. Não entendo como esse 2.7 da toyota é tão fraco e beberrão .

  • Ailton Junior

    Por esse preço o Jeep Compass diesel é mais negócio

  • Sassá

    O sistema de rebatimento da terceira fileira é tosquissimo, nível da spin e doblo. Pelo menos a trailblazer é melhor.

  • GPE

    Em resumo: um lixo de carro

  • Marcelo Ceno Dutra

    A pessoa que compra um carro desses deveria procurar um psicólogo urgente.

  • Maycon Farias

    Amo de paixão. Teria um sem dúvida.

  • Jose Silva

    0-100 em 14,5s com carro vazio, com ar ligado e mais cheio deve ir para 18s
    170 mil reais
    e tem gente que fala mal do renegade que anda um pouco mais e custa 80 mil…

    Cara tem que ser muito louco comprar isso daí, mas louco mesmo !

  • Conferente Rafael

    Eu até pagaria R$85.000,00 neste carro, agora R$160.000 Paus? Para mim não faz nenhum sentido! Até porque tem muita coisa melhor no mercado com esta proposta.

  • Raul Cotrim de Mattos

    Mesmo desempenho que minha SW4 2001 diesel, e ainda por cima tem menos torque e um consumo muito pior (faço 12km/l no diesel).

  • Yuri Lima

    Eu vou ser linchado aqui pela legião de fanboys da Toyota, mas, desculpa ai,
    Nenhum Toyota vale o que custa em relação à concorrência. São carros bons, “inquebráveis”, mas caros e de péssimo custo-beneficio.
    -SW4 flex com poucos opcionais. A versão Diesel custa o mesmo que uma Discovery (muito mais carro)
    -Corolla com eixo de torção sem ESP e motor 2.0 multiponto aspirado.
    -Étios com câmbio AT de 4 marchas dos anos 80 e cofre do motor no primer.

    Todos são muito eficientes, mas caros demais para o pouco que oferecem diante da concorrência.
    Tem muita coisa melhor em outras marcas em todas as categorias, cobrando o mesmo (ou até menos) e oferecendo mais.
    Dispenso Toyota!

  • Gabriel Oliveira

    Banco feio e estranho, quadradão, parece q foi feito no facão

  • Thiago C

    O desempenho de ônibus e esses comandos do ar condicionado manual… hum… em um veículo de 170 mil. Bizarro.

  • Gabriel Ferreira

    Toyota SW4 flex tem desempenho de 1.0 isso ninguém pode negar, a versão diesel anda menos que carros 1.8. Não dá aceitar, no mínimo que esses nossos SUVs e pickup Diesel/Flex deviriam ter é 220-250CV por que é um risco pra todos, um carro grande e pesado com motor raquítico especialmente em ultrapassagens. E se for olhar pelo preço…

  • Sanderson Fromohls

    Sem contar que é mais feio que levar um tombo com a mão no bolso

  • Randy Marsh

    Rapaz… Tem que ser muito trouxa para comprar um carro destes… Motor 2.7 longitudinal de baixa performance, acabamento de santana, Peso de micro-onibus.. Tenho um EDGE 14-14 3.5 V6 que faz o consumo melhor que estes ai… 5-6km/L na cidade 9-10 km/L na estrada e com 289cv… comparando ainda com a versão V6, a toyota leva pau em tudo inclusive no itens de segurança; Carro pega trouxa….

  • kravmaga

    Que carro medíocre ! Meu sedã médio consegue ter mais potência e torque do que esse carro é com um motor bem menor, fora o peso.

    Esse tipo de carro só vale com motor diesel ou um bom V6.

    E não duvido nada que esse carro capote no teste do Alce, assim como sua irmã de marca, Hilux.

  • Apesar do preço astronômico, minha cidade está cada dia mais cheia dessa nova SW4 (a versão diesel, até então). Sinceramente gostaria de entender o que passa na cabeça da pessoa em gastar 220 / 230 mil num carros desses.

  • Vattt

    Se não fosse o preço das manutenções um problema, prefiro uma LR Discovery Sport 7 lugares.
    Mas se o problema for o preço dessa manutenções, escolho a Trailblazer.

    Ruim pra quem comprou esse carro em 2014 que tem de pagar mais que o dobro do valor na troca pelo modelo 0km.

  • Thyago Vieira Alves

    Muito bonita, confiável e boa de venda… Mas não entra na minha cabeça pagar isso tudo por um carro, até mesmo na versão diesel e andar se arrastando pelas estradas.

    Por que não colocam motores flex turbo? Já pensou um 2.5 turbo nesse carro?

    Ainda não tem nenhuma pickup flex turbo… Pq?

  • Lucas

    Utilizando uma frase escrita por uma rapaz de outro site de discussões automotivas sobre o mito do “pós-venda” da toyota, que na opinião dos brasileiros ignorantes, justifica os preços absurdos cobrados por essa montadora:

    “E, na boa, esse mimimi de “pós
    venda” já deu. O mané que dá tanto valor a isso, sendo que passa meia hora
    na concessionária por ano, logo se vê que não sabe priorizar o que é o
    mais importante em um carro, como tecnologia, prazer ao dirigir,
    segurança, performance e desempenho.
    Dá valor a esse mimimi de pós
    venda gente afrescalhada que não tem o que fazer na vida, então fica indo
    em concessionária. Que piada. O mané passa 30 minutos por ano em uma
    concessionária, 15 minutos para deixar o carro, e 15 minutos para pegar.

    E passa os outros 518.400 minutos do ano dentro do carro.
    Vamos supor que o sujeito tenha :
    Carro A: melhor desempenho, menor consumo, mais prazer ao dirigir, mais seguro, e pós-venda nota “B+”.
    Carro B: desempenho inferior, consumo alto, prazer algum ao dirigir, inseguro, e pós venda nota “A”.

    Ao
    longo do ano, o dono do carro “A” usufruirá 518.400 minutos da
    superioridade de desempenho, consumo, conforto, tecnologia, e prazer ao
    dirigir.
    E o dono do carro “B” passará 518.400 minutos com um carro
    pior em tudo, e 30 minutos por ano (tempo da concessionária) com um
    atendimento minimamente melhor.

    Ou seja, o que é melhor? O carro
    que é melhor em 518.400 minutos do ano, ou o carro que é melhor em
    apenas 30 minutos do ano? Claro que o que é superior em 518.400 minutos.
    Então, o mané que compra carro com base em pós-venda não passa disso: um mané, afrescalhado que não sabe escolher carro”.

    Faz muito sentido.

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