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Avaliação: Volkswagen Golf GTE anda como GTI e bebe menos que popular

Avaliação: Volkswagen Golf GTE anda como GTI e bebe menos que popular

Os tempos mudaram e a Volkswagen sabe bem disso. Por isso, trocou o clássico purista dos esportivos compactos, o Golf GTI, por seu irmão híbrido plug-in, o Golf GTE.


A nova proposta é limitada, pois, apenas 99 clientes poderão levar para casa um Golf que une esportividade e alta eficiência energética.

Custando R$ 199.990 e já fora de linha na Europa, o Golf GTE é aquele carro para você sentir o gostinho do que vem mais adiante.

Avaliação: Volkswagen Golf GTE anda como GTI e bebe menos que popular

Sem ser completamente um carro esportivo, com algumas ressalvas, o Golf GTE anda como tal, mas também bebe como um plug-in, podendo até dispensar o posto no dia a dia.

São 204 cavalos combinados, que dão ao “quase purista” uma performance surpreendente e, ao mesmo tempo, um consumo além da imaginação…

Por fora…

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Como você já viu, o Volkswagen Golf GTE 2019 é quase um GTI no visual. Ele tem elementos que o tornam exclusivo em relação ao irmão abastecido apenas por gasolina.

Se no GTI o vermelho é o destaque, no GTE o azul é que domina. Os faróis full LED possuem filetes nessa cor, assim como na grade estilizada com a sigla da versão.

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Os para-choques são esportivos com direito a assinatura em LED na forma de “C” e difusor de ar traseiro, com escape duplo cromado.

As rodas de liga leve aro 16 polegadas são pequenas, assim como seus pneus 205/55 R16. Com teto solar panorâmico, lanternas em LED e cor Azul Atlantic, o GTE é um convite irrecusável.

Por dentro…

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No interior, o Golf GTE também te convida a leva-lo para casa. É simplesmente muito agradável aos olhos e ao corpo.

O ambiente é totalmente GT e o cluster digital exagera demais na apresentação. Sem dúvidas, é o mais bonito painel de instrumentos da VW.

No modo GTE, ele destaca a opção de performance, mas também mescla tantas funcionalidades, que é preciso mais do que alguns poucos dias para decifra-lo.

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Para cada modo, um estilo e apresentação diferentes. Já a multimídia Discover Media funde os extras do GTI com os do híbrido plug-in, criando assim uma suíte eletrônica exclusiva do GTE.

Tem de monitor de desempenho até histórico de eficiência energética, passando pela programação de recarga da bateria e seu nível de carga.

Volante esportivo de fundo chato com paddle shifts e a sigla GTE bem vistosa, sensor de aproximação na multimídia e ar condicionado dual zone chamam atenção.

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O acabamento geral leva costuras em azul, enquanto os bancos em tecido possuem padronagem xadrez, mas em tom azul, diferente do vermelho do GTI.

Ambiente escurecido até o teto, o Golf GTE tem teto solar elétrico e um pacote completo, tudo de série. Os bancos dianteiros vestem bem o corpo e o espaço atrás é bom.

Já o porta-malas tem 313 litros. É menor que o do GTI, já que o tanque de 40 litros fica no lugar do estepe. Reparador e calibrador ficam no compartimento.

Por ruas e estradas…

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O Golf GTE é uma excelente mostra de como a hibridização plug-in pode tornar certas coisas consideradas impossíveis em algo crível. Como unir alta performance e economia extrema?

Para ter tudo isso, é necessário agregar um pacote tecnológico complexo e, infelizmente, caro. Meio caminho entre o passado purista e o futuro eletrificado, o GTE é a união perfeita hoje.

Sob o capô, o Golf GTE dispõe do forte EA211 1.4 TSI a gasolina, que até poderia ser flex e nacional, trabalhando para entregar 150 cavalos a 5.000 rpm e 25,5 kgfm a 1.500 rpm.

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Para um hipotético Golf GTS, já seria interessante, mas aqui ele trabalha com um motor elétrico de 102 cavalos e 33,5 kgfm, escondido dentro da transmissão DSG.

Essa caixa automatizada tem três embreagens, sendo duas para o motor e um para o elétrico. Para completar o conjunto, o Golf GTE usa ainda bateria de lítio de 8,8 kWh.

O arranjo a bordo do Golf reduziu seu tanque para 40 litros, sendo este levado para baixo do porta-malas. Com arquitetura elétrica complexa, o GTE se resume em andar muito e beber pouco.

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Aí, logo de cara se nota que não é um Golf comum. Parecendo um GTI em quase tudo, as aparências enganam logo ao ligar o carro.

Nada de ronco do 2.0 TSI de 230 cavalos e 35,7 kgfm do clássico alemão. Usando a energia, o GTE desliza tão suavemente quanto um sedã grande de classe executiva.

Silenciosamente, o Golf híbrido não é nada parecido com o Toyota Prius, por exemplo. Ele pode acelerar muito rápido, entregando força surpreendente usando apenas o E-Mode.

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Este é o modo 100% elétrico do GTE e permite alcançar até 130 km/h somente com 102 cavalos e 33,5 kgfm. Se isso parece um diesel lento? Ledo engano.

Tudo é entregue de imediato e é possível até cantar os pneus rapidamente nesse modo. É gostoso, divertido acelerar ouvindo um zunido de motor elétrico.

Não existe busca por torque ou potência, basta enfiar o pé que o GTE salta tão rápido quanto um GTI. Contudo, quanto mais se pisa, mais a energia vai embora.

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Observando a animação no Discover Media, o “life” do GTE vai caindo. Conseguimos rodar 28 km na estrada, com média de 80 km/h. Nas descidas, ele regenera parte de carga.

Na cidade, roda-se bem mais, chegando mesmo a 50 km de autonomia.

A vantagem do plug-in é que ao zerar a bateria (obviamente não completamente), o motor 1.4 TSI entra para recuperar a energia.

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Nesse caso, pode-se optar tanto pelo modo Battery Charge quanto pelo modo Hydrid, sendo que o primeiro foca na recarga das células, não dando descanso ao motor.

Esse modo é interessante para sabermos se um Golf GTS seria possível. Como? Quando usa a recarga da bateria, o GTE mantém a propulsão 100% no 1.4 TSI.

Sim, ele anda bem! Mesmo com a parafernália do híbrido plug-in, o 1.4 TSI puxa bem o Golf GTE, permitindo uma dirigibilidade de esportivo, realmente.

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Isso é ótimo para se avaliar essa possibilidade, que nunca vai se realizar (GTS, apenas Polo e Virtus, contente-se). Também é um modo de gastar mais combustível…

Por isso, o modo Hybrid é o melhor dos mundos no GTE, permitindo o uso racional de motor a gasolina e elétrico. Segundo a VW, é aí que alcança em torno de 900 km e chega a 222 km/h.

Rodando nesse modo, o propulsor entra com alguma frequência, mas em breves períodos. Quando se exige mais força, o 1.4 TSI age.

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No entanto, rodando de forma moderada, ele fica mais desligado, deixando o motor elétrico mover o esportivo com mais eficiência.

Na cidade, o ponteiro ora está em 1.500 rpm, ora em 0 rpm. O nível de economia aí é ótimo, com média de 24 km/l na cidade, andando moderadamente.

Em rodovia, o consumo chega a 21 km/l, o que é excelente. Rodando a 110 km/h, o ponteiro virtual marca 2.000 rpm, mas é aquilo, no E-Mode ele zera.

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E anda mesmo? Sim, e muito. Em todos os modos do sistema híbrido, o Golf GTE responde muito bem, não faltando oportunidade para medir sua força.

O ponteiro rapidamente sobe de giro no Hybrid e alcança fácil os 6.000 rpm, deixando qualquer dúvida para trás.

A aceleração é vigorosa e o trabalho do EA211 e da caixa DQ400E é de um casamento perfeito. Fora o ronco atenuado do motor, nada diz que existem duas coisas tão distintas funcionando.

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Contudo, o Golf GTE é um esportivo e está aí para fazer jus ao termo “GT”, como seu irmão GTI. Assim, o modo GTE é a opção lógica para ver até aonde ele vai.

Ao acionar, o cluster muda e o carro também. Entregando tudo o que tem direito, o GTE decola tão rápido quanto um GTI. Sim, este irmão eletrificado não faz feio, nunca.

Direção mais direta, parâmetros no ponto máximo e dois motores livres para acelerar, deixam o GTE do jeito que muitos gostam, rápido, muito rápido e divertido.

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O ronco do 1.4 TSI se eleva e o ponteiro passar além dos 6.000 rpm, marcando as seis marchas que passam rápido e tornando o carro bem arisco.

Se você ainda acha que isso é pouco, o GTE permite que você interfira nessa história, mudando as marchas ao bel-prazer. Aí, ele funciona mesmo como se só tivesse o TSI.

É interessante notar o fluxo de energia indo para as rodas, assim como aquelas que provêm do motor. Ainda que tenha tudo isso, o GTE verdadeiramente não soma as forças.

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A potência combinada é de 204 cavalos e o torque não passa dos 35,7 kgfm.  De qualquer forma, pelo que ele entrega, mesmo se fosse menos, não reclamaríamos.

E a coisa não termina aí. Para ajudar a recuperar mais energia, o modo B da alavanca de marchas do DSG aciona o freio-motor elétrico, que repõe mais rapidamente a carga.

Além disso, quem quiser guardar energia para mais tarde, pode optar pelo modo Battery Hold, que mantém o nível de energia, embora o 1.4 TSI acione também o motor elétrico.

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Com tudo isso, o Golf GTE é apenas curtição, podendo ainda ser explorado mais com o gerenciamento de energia.

Pode-se observar desde a autonomia restante até espiar brevemente o monitor de desempenho, especialmente no mostrador de força g…

Na recarga, a tomada de 220V precisa estar aterrada para que em 2h45m a bateria esteja completa. Em carregadores rápidos (a VW não vende wallbox), o tempo cai para minutos.

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Tendo esse pacote, o Golf GTE apenas faz o que um GTI sabe fazer, rodar com esportividade raiz, tendo direção bem direta e suspensão direta, com uma dinâmica exemplar.

Gostoso de dirigir em qualquer momento, o Golf GTE faz curvas de forma emocionante e permite ousar mais, ainda que, mantendo a consciência do que se está fazendo.

De todo, porém, só as rodas aro 16 polegadas com pneus 205/55 R16 não satisfazem o potencial do carro, dobrando mais facilmente que num conjunto de aro 17 ou 18.

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Isso prejudica muito pouco a estabilidade, já que o Golf GTE tem um comportamento realmente bem neutro, mas nos faz lembrar que eles (os pneus) estão sofrendo ao cantar.

Cantam facilmente em curvas onde não deveriam, mostrando que um conjunto maior é o ideal. De qualquer forma, por sua proposta disruptiva, o GTE até que passa bem por isso.

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Em estradas sinuosas e sem trânsito, o Golf GTE mostra que nem pneus altos e estreitos são o limite para uma condução realmente empolgante.

Mesmo os freios, nessa condição, são ótimos em parar bem esse Golf híbrido, que cativa logo nos primeiros quilômetros e deixa saudades quando a chave muda de mão.

Por você…

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O Golf GTE não é um carro barato e nem atual. Já fora de linha, foram reservados 99 exemplares para o Brasil. Isso não chega a ser um demérito no caso de um esportivo.

Bem exclusivo mesmo custando menos, poucos o terão por aqui. Todo completo, inclusive com ACC Front Assist, o Golf GTE não é um GTI que bebe pouco, é um carro diferente, único.

Ele se permite ser um carro elétrico no dia a dia, com recarga em casa ou no trabalho, silencioso e sem fazer fumaça ou ser lento.

Avaliação: Volkswagen Golf GTE anda como GTI e bebe menos que popular

No fim de semana, o GTE vira aquele carro para passear, curtir. Tendo a performance de um esportivo nato e, mesmo assim, rendendo muito mais que qualquer urbano 1.0.

Com essas características, o Golf GTE será um daqueles carros que custarão muito daqui a 10, 15 ou 20 anos. Se ainda tivermos gasolina, será um clássico apreciável.

Medidas e números…

Ficha Técnica do Volkswagen Golf GTE 2019

Motor/Transmissão

Número de cilindros – 4 em linha, turbo

Cilindrada – 1.395 cm³

Potência – 150 cv a 5.000 rpm (gasolina)

Torque – 25,5 kgfm a 1.500 rpm (gasolina)

Potência elétrico – 102 cv a 0 rpm

Torque elétrico – 33,5 kfgm a 0 rpm

Potência combinada – 204 cv

Torque combinado – 35,7 kgfm

Transmissão – Automatizada de tripla embreagem de seis marchas DSG com trocas manuais na alavanca e volante

Desempenho

Aceleração de 0 a 100 km/h – 7,6 segundos

Velocidade máxima – 222 km/h

Rotação a 110 km/h – 2.000 rpm

Consumo urbano – 24 km/litro

Consumo rodoviário – 21 km/litro

Suspensão/Direção

Dianteira – McPherson/Traseira – Multilink

Elétrica

Freios

Discos dianteiros e traseiros com ABS e EDB

Rodas/Pneus

Liga leve aro 20 com pneus 205/55 R16

Dimensões/Pesos/Capacidades

Comprimento – 4.276 mm

Largura – 1.799 mm (sem retrovisores)

Altura – 1.484 mm

Entre eixos – 2.637 mm

Peso em ordem de marcha – 1.524 kg

Tanque – 40 litros

Porta-malas – 313 litros

Preço: R$ 199.990 (versão avaliada)

Volkswagen Golf GTE 2019 – Galeria de fotos

Ricardo de Oliveira

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 23 anos. Há 12 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.

  • Fanjos

    Tenho um Golf do modelo anterior que vai fazer 2 anos, não pretendo trocar de carro tão cedo, minha ideia é ficar pelo menos uns 5 ou 6 anos com ele, carrinho muito bom e não tem mais opção a um preço justo para quem gosta de carro de verdade e não brinquedo de shopping

    • Peppa Pica

      Tu nao tinha um Focus?

      • Fanjos

        Tive um Ka

        • Peppa Pica

          Então tem um outro Fanjos ai falando que tem um Focus ou to muito loookkkoooo KKkk

          • Fanjos

            Não acredite em farsantes!
            Sou o único Fanjos real Prosperador de valores dos sites
            Fanjos de verdade é o único que adora valorização automotiva ;-)

            • Ric53

              Fanjos, o que você acha de um Honda Accord 08 ou 09 EX V6 com até 100mil km?
              Faixa de R$40.000,00

              • Fanjos

                Não faço ideia, mas V6 não é muito gastão usando mijolina não?
                Sei que alguns V6 lá fora até que são econômicos com gasolina pura de boa qualidade, mas aqui no HuEzil não sei se é uma boa ideia, sem contar que a manutenção desse carro não deve ser lá muito em conta.

                • Ric53

                  Ele tem um sistema que faz o carro rodar com 3, 4 cilindros quando não exige muito do motor fazendo médias bem boas na cidade. E eu quero andar de barca japonesa indestrutível! rs

                  • Eric PB

                    Entao compre e seja feliz. Vc tem q comprar algo q te satisfaça. Se os custos vao ser maiores que um popular zero? com certeza! aliado a isso muitas seguradoras nao fazem para esse ano de carro ou sobem bem o preço. Se vc já avaliou estas questões e nao se importa, compre!

                    • Ric53

                      Ah cara só tive carro popular até hoje, exatamente isso quero ser feliz e faz tempo que não faço nenhuma cagada mesmo kkk então…

      • Edson Fernandes

        Ele tinha tbm um Cruze 1.8.

    • Rômulo Júnior

      Também tenho um golf highline dsg 2013/2014 , e não pretendo trocar ele tão cedo. O carro tem uma ótima tecnologia , consumo e desempenho, não vejo outra opção no mercado para substituilo .

      • Cláudio Modesto

        Tive o prazer de ter um desses, é espetacular, tenho saudade do dsg todo dia, ficava babando vendo aquele câmbio funcionar.
        Estamos privados de acesso a bons carros, como sempre. Obrigado à VW por ter dado essa colher de chá pra nós. E obrigado ao governo por querer ver nossa caveira.

        • Caio Elisei

          Desculpa….mas a VW deu, a VW tirou…..

          Tirou o Golf de linha pra fazer T-Cross….e vender pelo mesmo preço!!! A tristeza (pra gente) é que o T-Cross tem vendido em 1 mês, o que o Golf não vendeu em 1 ano!

          A “culpa” é 100% do mercado que está fanático por SUVs!!!

          • TchauQueridos

            Deu ???
            Pra vender Golf a partir de 113K, capando todo ano o carro, melhor tirar mesmo.

  • Tibúrcio

    Tecnologia bacana, bem moderno!
    Mas o custo benefício é ZERO, ao meu ver…
    Eu não gastaria 200 mil pra falar que tenho um carro que anda bem e bebe pouco…
    Já tive um Golf 1.4 TSI 13/14 gasolina e o consumo era bom!
    Tirava 16km/L na estrada e 11,5km/L na cidade.
    Dá pra gastar 25% do valor do GTE, comprando um Golf usado, e andar muito bem!

    • MarcosGojira

      Esses 16 km/l era levando farol alto nas costas a cada 2 min sim ou claro?

      • fsjal

        em velocidade de cruzeiro faz tranquilamente, até mais de 16

        16 faz meu 308 THP

      • Pedro Henrique

        Só andar na direita, coisa que poucos fazem. Faixa da esquerda é só pra ultrapassar, mesmo se tiver no limite máximo.

    • Eric PB

      São públicos distintos. Quem quer um golf zero km e pagar 200mil quer sentir as novidades que a eletrificação pode trazer. Sem desmerecer um golf14 pois é um baita carro, o cliente que topa pagar 200k no zero km nao estará de olho em um ano 14 de provável 2º ou 3º dono e é sabido que o cambio dsg apresenta falhas e fora da garantia (…), acredito que tal consumidor não queira topar a aquisição. Mas entendo e concordo com seu pensamento, ainda está muito caro dar 200k em um golf (ainda por cima fora de linha) para ter um consumo que pela diferença de preço demorará anos para ser compensando.

  • th!nk.t4nk

    Nao entendi essa de só agora levarem esse carro pro Brasil, depois que já saiu de linha no exterior. Era um bom carro antigamente, acessível (com o cashback), divertido e econômico. Mas por 200 mil no BR acho uma insanidade, ainda mais a essa altura.

    • Piston head

      Mais estranho é que já tem alguns meses do lançamento, parece que só agora cederam os carros pq tem outros canais fazendo tb.

    • ahpoisé!

      única moral dele vir ao BR não é nem p/ vender…mas sim p/ ir acostumando aos poucos as concessionárias e o mercado interno com veículos elétricos…aos poucos a VW está implantando nas concessionárias treinamentos e preparando elas p/ o mercado do futuro (sei pq já participei de um desses treinamentos, inclusive andei no gte)

    • Cláudio Modesto

      É fácil de entender. Onde vc vende um carro fora de linha por preço de ouro? Mais caro que o em linha atual? Só tem um lugar no mundo.

      • Caio Elisei

        Hehehehe O mesmo lugar onde tem gente que paga R$ 140.000,00 em um HR-V…

  • Verdades sobre o mercado

    É um excelente carro, mas gastar 200k para ter estas rodas horríveis e já ser um modelo descontinuado é dose…

    • Piloto

      E esses bancos com estofados anos 60? kkkkk

      • th!nk.t4nk

        Mas a ideia é justamente essa, manter o padrao do GTI original. É tradicional do carro.

      • Verdades sobre o mercado

        Estes bancos são um clássico da linha de esportivos GT da VW

        • Racer

          E lindos….a criançada não sabe reconhecer um bom estofado.

        • Saymon Erickson

          Esse padrão de desenhos dos bancos do GTI é muito bonito. Sempre gostei.

        • Piloto

          Gosto é gosto. Eu achei feio de doer. O carro em si é bacaninha, mas esse banco pfffff

          Talvez só quem reconhece os GT antigos que vão gostar. Como isso é uma parcela minima, e só tem 99 un. que desovaram aqui no Brasil, talvez até venda tudo.

        • Piloto

          E se lançam ele com as famosas rodas “futura” então, pronto. Clásssicas.
          Mas tem gosto pra tudo né.

      • Aristeu Junior

        e ainda se diz “Piloto”

    • radiobrasil

      Essas rodas ficariam perfeitas na versão “esportiva” que acabaram de lancar do “novo” Hb20 huahuahuha

  • G. de F.

    “Reservado” 99 unidades para o Brasil? Menos… Bem menos… Como a nova geração no mercado europeu, em algum lugar precisava ser desovado o estoque, correto?

    Adivinha qual local escolhido, para vender a peso de ouro um veículo já descontinuado, e que, com a lembrança do “irmão” GTI, ainda manteria a aura de um veículo premium?

  • Rodrigo Pasini

    Não, ele não anda igual o GTI e não bebe menos que um popular.
    No GTI tu sempre tem a potência declarada, sempre! Da primeira à última gota de combustível no tanque. Num popular tu sempre terá o consumo de um popular. Já no GTE se tu quiser andar igual se anda em um GTI a diversão vai durar bem pouco, após isso a realidade do carro plugin bate na sua porta, e se tu quiser a economia de um popular tu vai ter que abrir mão da potência combinada.
    Assim como um pato que nada, voa e anda mas não faz nada direito, o GTE se propõe a ter performance e economia, mas nunca os dois e mesmo que um ou outro nenhuma das propostas consegue ser aproveitada por muito tempo.

    • Edson Fernandes

      Ou servem para aqueles que só andam 5 minutos esportivamente e andam devagar o tempo depois…

      Para um carro de proposta hibrida sem apelo esportivo ligado a ele, esse carro é fantastico. Colocou a sigla esportiva, por mais acerto que deva ser mto bom, faltará em algum momento motorização.

      Além do delay comum entre motor eletrico e entrada do modelo a combustão (para evitar trancos)

  • Daniel Deichmann

    O carro é bom? Sim. O carro é bonito (exceto as rodas)? Sim. Anda bem? Sim. Bebe pouco? Sim. Vale o que pedem? Definitivamente não.

    • th!nk.t4nk

      Pior que ele tem outras opçoes de rodas (no exterior). Sabe-se lá por que a VW decidiu por estas pro Brasil.

      • Peppa Pica

        São mais baratas…..

      • Julio Alvarez

        Aguentar a buraqueira com aro 16.

      • Daniel Deichmann

        Provavelmente pq na europa ninguém escolheu essa de tão feio. Encalhou o estoque, mandaram pra cá kkkkkkkk

        • th!nk.t4nk

          “Juarez, vê lá com o Fritz o que ele tá precisando desovar por aqui! Nosso PLR tá em jogo po, manda vir logo o estoque parado lá da matriz que eles estao sem espaço!”.

  • driguetto

    Só trocar as rodas………..lembra muito as calotas das primeiras versões do Up quando chegou no BR

  • Guilherme

    não vou nem reclamar do preço, pois isso é chover no molhado, ainda mais quando falamos de híbridos.
    Mas um carro nesse patamar ser capado de Park Assist e colocarem partida através da chave, além da roda 16 ( o GTE lá fora tem uma bela roda 17 sim e talvez até 18 em algum lugar no mundo ).

    Não entendo parte da estratégia, poderia sim trazer esse carro defasado mas cheio de tecnologia pelo menos, side assist, park assist etc etc, muito mais fácil de justificar o preço.

    • Verdades sobre o mercado

      Se era para apresentar a tecnologia que fosse no Passat, pois trazer o Golf que parou de ser produzido é piada de mal gosto

    • Edson Fernandes

      E vão lá e trazem ele com freio de mao eletrico….. vai entender.

  • Leonardo

    VW trás 99 unidades e a esse preço para rir do brasileiro, pobre terceiro mundo.

  • Joao Victor

    Golf é golf, não é por acaso que é o mais vendido em varios países da Europa, mais 200k é brincadeira…

  • Mauro Moraes

    Esse carro morreu no Brasil. Mês passado apenas 8 unidades vendidas. Em fevereiro, apenas 1. O consumidor de carros desse valor é mais informado e sabe que na Europa o Golf já mudou. Só louco pra pagar tudo isso num carro desatualizado.

    • Verdades sobre o mercado

      E com estas rodas horrorosas

    • Julio

      Tenho um Golf TSI 2018, os últimos fabricados, se tivesse dinheiro pagaria sem pestanejar por este GTE.

      Se o meu que é um confortline já é uma delicia de dirigir imagino como será este com toda esta tecnologia.

      OBS: Não me importaria em pegar este modelo anterior mesmo.

    • Edson Fernandes

      Aqui eu só coloco um parenteses não no hibrido mas no de geração 7 que apesar de existir já a geração 8, esse carro não deve nada em tecnologia, segurança e modernidade em relação a ourtos modelos que inclusive disputa.

  • Rodrigo

    Maior erro da VW nos últimos tempos foi ter lançado o GTE no Brasil. Foi a pá de cal que faltava para enterrar de vez o Golf. Primeiro pelo preço abusivo e extorsivo, E nem adianta dizer que é por causa do dólar alto e IPI máximo por vir da Europa, já que GM e Nissan trazem Bolt e Leaf também sob as mesmas condições e puramente elétricos, por um preço menor. Segundo que os potenciais consumidores sabem que o modelo ja saiu de linha lá fora e não vão querer investir essa fortuna num modelo obsoleto. Terceiro que fãs do modelo irão certamente mudar pra outras marcas / categoria por pura retaliação à marca (Eu mesmo serei um deles). Quarto que não há espaço pra um híbrido plug-in quando se tem modelos híbridos por 2/3 do valor. Quinto, quem quer um carro econômico não vai pagar essa dinheirama quando se tem modelos bem mais baratos que ele entregando o mesmo consumo e, pra piorar, quem quer um carro esportivo não vai embarcar num pato desses que canta e perde aderência em curvas por conta de rodas e pneus que visam economia.
    Enfim, poderia ficar a noite inteira justificando a não compra do modelo, mas vou deixar esses como principais argumentos.

    • Edson Fernandes

      Eu quero ver qdo precisar trocar a embreagem desse GTE….

  • Daniel Pirolli

    Existem dois fatos claros aqui. 1- o carro é muito top sim. E 2- o preço é dos mais abusivos e absurdos que ja vi. Fato.

  • Leonardo Caldas


    Custando R$ 199.990 e já fora de linha na Europa” Triste isso :(

  • Ivan Gorato (RaptorStealth)

    Sempre que vejo essa roda, só consigo pensar em forma e função e acabo por achá-la bonita!

  • Toyo_Highlander fan

    O Carlos Cereijo do canal Tô na Pista fez um vídeo desse carro e com ele o mesmo alcançou a incrível marca de 94 km com um litro de gasolina, ou seja, como é um modelo plug-in vc pode andar tranquilamente somente no modo elétrico. Isso quer dizer que as baterias dele dão uma autonomia de uns 80 km aproximadamente.

    • Rodrigo

      Bom pra quem mora no Acre e vem todo dia a São Paulo pra trabalhar. Em um ano já recupera o valor investido… kkk

  • Derico

    “… bebe menos que popular e é tão caro quanto um premium”

  • fsjal

    pegou um resto de europeu e colocou a preço de diamante aqui pra ganhar uns trocos. só no Brasil mesmo

  • Alan Byque

    Qual o concorrente direto dele?

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