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Hyundai Azera: história, detalhes, versões, equipamentos (e motor)

Considerado por muitos como o sedan mais luxuoso da Hyundai aqui no Brasil, o Azera já completa 32 anos em 2018.

O Azera foi lançado originalmente na Coreia do Sul em 1986 como uma versão local do Mitsubishi Debonair.


Ele dividia com o Mitsubishi a base e o motor, um 2.0 litros usado na primeira geração Sonata da Mitsubishi, sendo que um motor 2.4 litro foi adicionado em 1987.

Um modelo com motor V6 3.0 litros foi lançado em 1991 para competir melhor com o Daewoo Imperial.

Hyundai Azera: história, detalhes, versões, equipamentos (e motor)


Vamos falar primeiro do Hyundai Azera e todas as suas gerações, para depois falar do modelo que gerou o Azera, que era o Grandeur.

Hyundai Azera 2006 – 2011

Um velho conhecido dos brasileiros, o Hyundai de primeira geração aqui, era na verdade a quarta geração do modelo que começou sua vida dividindo motores e plataforma com o Mitsubishi Debonair.

Agora vendido também no mercado norte americano, o modelo ganhava status e novos motores para poder se aliar as rígidas leis do consumidor daquela região.

Hyundai Azera: história, detalhes, versões, equipamentos (e motor)

Embalado com ainda mais recursos de luxo e segurança, o Azera retorna em 2007 para definir melhor como os consumidores norte-americanos – principalmente, pensam sobre os sedans Premium.

Com seu novo interior aprimorado, novos recursos de conveniência adicionais e tecnologias de segurança padrão, o Azera lançado na terra do Tio Sam em 2007, era uma alternativa luxuosa, e muito mais barata para os consumidores, que tinham antes apenas opções como o Lexus ES 350, Mercedes Benz E-Class e BMW 760i.

Hyundai Azera: história, detalhes, versões, equipamentos (e motor)

A Hyundai aprecia o poder de primeiras impressões, e um olhar mais atento no Azera de 2006, revela que ele é claramente um sedan extraordinário. As proporções eram graciosas, propositais e aerodinamicamente eficientes para reduzir o ruído do vento, maximizar a estabilidade na estrada e criar uma cabine espaçosa e confortável para motorista e passageiros.

A engenharia aprimorada do Hyundai Azera de 2006, fornecia um alto nível de precisão durante todos os aspectos da condução, e era bem apoiada pelo Controle Eletrônico de Estabilidade (ESC) – padrão e casava com um Sistema de Controle de Tração (TCS) que fornece uma rede de segurança dinâmica importante.

Analisando continuamente a velocidade da estrada, direção de entrada, posição do acelerador, taxa de guinada lateral e outros fatores, como um microprocessador interno, que determina se o veículo está começando a sair das faixas, e automaticamente aciona os freios e reduz a potência do motor para ajudar o motorista a se manter dentro do caminho pretendido.

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Na estrada, o Hyundai Azera 2006 oferecia um desempenho animado graças ao seu novo motor DOHC V6 de 3.8 litros, feito todo em alumínio, que oferece 263 cavalos de potência e 35,26 kgfm de torque.

Para maximizar o espalhamento de potência, o motor utiliza um sistema de variação contínua de válvulas (CVVT) e um sistema de admissão variável, que ajuda os cilindros a respirarem com eficiência tanto em baixa quanto em alta rotação.

O motor usa um bloco de liga e cabeçotes de cilindro para eficiência leve e térmica, e possui correntes de distribuição sem manutenção programada (em vez das correias encontradas em muitos V6s, que devem ser substituídos em intervalos definidos).

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Os engenheiros da Hyundai compararam alguns dos melhores carros da categoria antes de projetar o sistema de suspensão independente unibody nas quatro rodas da Azera.

A utilização de aço de alta resistência em áreas críticas no corpo único aumenta a rigidez e garante uma resistência formidável à flexão, melhorando as qualidades de condução e reduzindo os níveis de ruído no interior do veículo.

Para esta estrutura rígida é anexado uma suspensão dianteira de double-wishbone e sistema de suspensão traseira multi-link completo com amortecedores de gás-tubo gêmeo especialmente sintonizado e barras de estabilizador dianteiras e traseiras.

O corpo rígido permitiu que os engenheiros pudessem entregar um pacote muito mais dinâmico e de condução que deixou pouco compromete, a fase de ajuste de choque e bucha. O resultado final é um Azera com direção e manuseio precisos e um passeio bem controlado e confortável.

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Mantendo a ênfase da Hyundai no fornecimento de tecnologia de segurança líder, o Azera de 2007 possuía impressionantes recursos de segurança ativa e passiva para proteger seus ocupantes em caso de quaisquer tipos de colisão – ajudando a obter as melhores classificações de teste de colisão mais rígidos do mundo, para impactos frontais.

O Azera continua a estabelecer novos padrões, criando tecnologias de segurança ativa que salvaram vidas, como o Controle Eletrônico de Estabilidade (ESC), com o padrão TCS (Sistema de Controle de Tração).

Também era padrão no modelo de 2007, a suspensão traseira independente, na dianteira do tipo dupla com multi-link.

Freios a disco grandes nas quatro rodas e o Sistema de Travagem Anti-bloqueio (ABS) com Assistência à Travagem e Distribuição Electrónica de Travagem (EBD) eram itens de série do sedan coreano de luxo.

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O Azera de 2007 oferecia itens de luxo e espaço que rivaliza com as melhores marcas concorrentes. Ele oferecia um interior com muito espaço para as pernas para dos passageiros do banco traseiro.

Os engenheiros da Hyundai, criaram soluções eficientes para maximizar o volume interior – com o 2007 Azera oferecendo mais espaço interno do que os sedans como o Toyota Avalon, Mercedes-Benz E-Class e o BMW 760i.

Veja também tudo sobre o Hyundai i30 da mesma época.

Hyundai Azera 2012 – 2017

Para a quinta geração do Azera/Grandeur, a Hyundai apresentou o modelo no Salão do Automóvel de Los Angeles, já como modelo 2012. A nova linguagem de design Fluidic Sculpture que o Azera adotou permite que o sedan de luxo seja mais longo, mais leve e mais baixo.

Com essas mudanças, o modelo oferece mais espaço para as pernas e mais conforto para os passageiros do banco da frente.  Em termos de dimensões, o Azera e o Sonata, passam a ter tamanhos semelhantes e a tração traseira veio emprestada do Hyundai Genesis.

Os concorrentes da Azera, agora incluem carros como o Ford Taurus, o Dodge Charger, Chevrolet Impala e carros de luxo (ou quase luxuosos) como o Buick LaCrosse, o Nissan Maxima, o Toyota Avalon e o Chrysler 300.

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Sob o capô, o novo Azera oferece uma nova versão do V6 3.0 litros com injeção direta que fornecerá 250 cavalos e 28,8 kgfm de torque. O motor é acoplado a caixa automática de seis velocidades da Hyundai e entrega uma enorme economia para um carro com motor desse porte.

Materiais de boa qualidade enchem a cabine e o ajuste e acabamento são respeitáveis. A ergonomia funciona bem e os botões, e outros controles estão bem colocados no painel.

Um sistema de navegação padrão ajuda a mantê-lo no caminho certo enquanto o sistema de som Logic-7 Surround Infinity 550-watt opcional com 14 alto-falantes e um subwoofer de oito polegadas ajuda a passar o tempo.

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Os passageiros do banco traseiro desfrutam muito de espaço para as pernas – dois centímetros a mais do que o Sonata e dois centímetros a menos do que o Genesis.

Uma tela protetora opcional e as cortinas laterais manuais ajudam a manter os passageiros do banco traseiro mais frescos em dias muito quentes. O assento de couro é um equipamento padrão no modelo de 2012 até 2017.

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Hyundai Azera no Brasil

Desde que chegou ao Brasil em 2007, o modelo teve boas vendas devido ao seu generoso pacote de opcionais e motor V6. Com preços iniciando na casa dos R$80 mil, o Hyundai Azera
teve seu momento de glória até meados de 2011, quando chegou na versão atualizada.

O modelo começou a ter seu declínio instaurado, por conta dos constantes aumentos de preços e da invasão de SUVs que tinham para todos os gostos e bolsos. Existem ainda modelos à venda no país, mas são modelos de 2016 que não foram vendidos à época do lançamento.

O modelo pode ser encontrado em pouquíssimos estoques da Hyundai com preços que podem ser negociados na casa dos R$ 145 mil, embora o modelo apareça tabelado no site com o valor de
R$ 175 mil.

Apesar de ter o mesmo visual de 2016, o Azera vendido aqui já não é mais importado nem nos Estados Unidos, somente na Coreia do Sul e outros países que tem a versão mais nova que lembra o Dodge Charger por conta das suas lanternas traseiras inteiriças.

Hyundai Azera 2017 – presente

Agora em sua sexta geração, o Hyundai Azera sai de cena no mercado americano e dá espaço para uma nova gama de luxo chamada Genesis, que conta com alguns modelos que ocupam o topo de linha dos sedans da Hyundai.

Seria mais ou menos como se a AMG ou a M decidissem criar e vender seus sedans independentemente de suas marcas mães – Mercedes-Benz e BMW respectivamente.

Se para a geração anterior, a linguagem de design Fluidic Sculpture funcionava, para o novo Grandeur, a marca decidiu pegar o caminho inverso e ser mais concisa no design, deixando mais como se fosse um Sonata que tomou Whey Protein.

Hyundai Azera: história, detalhes, versões, equipamentos (e motor)

Comparado ao seu antecessor, o recém-chegado é um exercício muito mais interessante no estilo.

A parte traseira claramente inspirada no Dodge Charger graças às lanternas traseiras LED, enquanto o painel dianteiro nos faz lembrar que a marca está fazendo com sua marca de luxo autônoma.

O design da cabine, por outro lado, continua como de costume para o fabricante sul-coreano. Deve-se notar que apenas o motor de 2.4 litros é combinado com um novo câmbio automático de seis velocidades.

As variantes de 3.0 e 2.2 litros, por sua vez, são dotadas de um novo câmbio de 8 velocidades projetado para que se tenha economia de combustível como ideia principal. Como seu predecessor, o sedan de tamanho médio da sexta geração é de tração dianteira por natureza.

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Mesmo ao lado do sistema de entretenimento com tela sensível ao toque de 8 polegadas com o espelhamento do smartphone Apple CarPlay, a Hyundai integrou um relógio redondo para lembrar ao proprietário e seus passageiros que este não é o seu Hyundai comum.

O volante de quatro raios, no entanto, é um detalhe que apenas pessoas idosas poderiam apreciar com o tempo. Mas, novamente, o Hyundai Grandeur não tem nenhuma credencial esportiva. O menos excitante nesse novo modelo, é o combo de transmissão do motor, que é bom para 190 cavalos e 24,57 kgfm, números que não são exatamente grandes para um sedan de tamanho médio.

O V6 opcional de 3.0 litros, entretanto, eleva a parada para 266 cavalos e 23,14 kgfm de torque. O modelo também está disponível com um  novo motor a diesel CRDi de 2.2 litros. O motor que queima de óleo traz 202 cavalos e 33,14 kgfm de torque.

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Sem previsão aparente para o mercado brasileiro – o modelo deixou a terra das bananas em meados de 2014 – o novo Grandeur fica restrito apenas para mercados europeu e asiático.

O gigante mercado norte americano como já citado acima, agora conta com a linha Genesis, que tem mais opções de veículos e prometem bater de frente contra a invasão alemã em solo americano.

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E para falar bem a verdade, meio que a Hyundai desistiu de emplacar sedans médio e grande no nosso mercado, uma vez que a opção mais cara fica a cargo do Elantra que tem preços iniciando em R$ 87 mil reais.

O modelo disputa mercado com players de peso como Honda Civic, Toyota Corolla, Chevrolet Cruze e Volkswagen Jetta – que deve ter uma nova geração apresentada até o Salão do Automóvel de São Paulo em novembro deste ano de 2018.

Então cara Hyundai, se alguém do marketing ou de áreas executivas lerem esse texto, por favor tragam o novo Grandeur!

Hyundai Grandeur 1986 – 1992

O Hyundai Azera se chamava Hyundai Grandeur nas primeiras gerações.

Antes das Olimpíadas realizadas em Seul em 1988, o mercado de carros de luxo era dominado apenas pela Daewoo Motors e pela Royale Series.

Já a partir de outubro de 1978, a Hyundai construiu seu primeiro carro de luxo, o Ford Granada Mark II, na Coréia, mas a competição com a Daewoo / Royale parecia que já havia terminado.

Como a Hyundai estava querendo entrar no mercado de carros de luxo, tentou ela mesmo fabricar seu próprio sedan, que se tornaria futuramente o Azera.

Diante da forte concorrência da marca muito mais poderosa da Daewoo Motors, a Hyundai abandonou a tentativa de projetar seu próprio Azera e, em vez disso, pegou emprestou a plataforma, tecnologia e configuração interna da Mitsubishi Motors para criar a primeira geração do Grandeur.

Hyundai Azera: história, detalhes, versões, equipamentos (e motor)

Como a Hyundai era patrocinadora oficial das Olimpíadas de Seul em 1988, ela aproveitou o momento e apresentou às mídias especializadas e seus executivos de mais alto escalão que eles começariam a fabricar seu primeiro modelo de luxo o Grandeur (Azera).

Graças ao compartilhamento da plataforma e motores com a Mitsubishi, o Grandeur se tornou muito popular. Também chamado de ” Gak (ângulo) na língua local – Grandeur”, sucedeu o modelo Ford Granada Mark II.

Antes dos Jogos Olímpicos de 1988, a patrocinadora oficial Hyundai Motor co-desenvolveu com a Mitsubishi Motors of Japan e apresentou de forma oficial em julho de 1986.

O design ficou a cargo da equipe da Hyundai Motors, mas a configuração interna – motores e plataforma –  foram feitos pela Mitsubishi.

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Originalmente, apenas um motor de quatro cilindros de 2.0 litros e transmissão manual eram oferecidos, mas depois um motor de 2.4 litros, e mais tarde um motor V6 de 3.0 litros, acompanhado de uma transmissão automática passou a equipar o modelo.

O Grandeur tornou-se o sedan grande mais vendido da Coreia por uma margem bastante considerável. Também foi vendido no Japão como o Mitsubishi Debonair V, mas a o mercado mais exigente acabou por optar pelos nipônicos Toyota Crown, a Nissan Cedric / Gloria, a Mazda Luce, e a Honda Legend.

O Debonair era competitivo no disputadíssimo mercado japonês. O design da lanterna traseira foi mudado em 1989, e o ABS tornou-se disponível em 1991.

Ele era dotado de uma transmissão automática de 4 velocidades ou transmissão manual de 5 velocidades. Foi descontinuado em setembro de 1992, depois que 122.074 foram construídos.

Hyundai Grandeur 1992 – 1998

Para a segunda geração do Hyundai Grandeur, a marca usava agora a plataforma da terceira geração do Mitsubishi Debonair.

O “New Grandeur” veio em vários níveis de acabamento e apenas combinações de motor V6 (2.0 litros, 2.5 litros, 3.0 litros e 3.5 litros).

O novo modelo sul-coreano teve um enorme sucesso. No entanto, a recepção do mesmo modelo comercializado pela Mitsubishi no Japão foi superficial, levando a Mitsubishi a descontinuá-lo muito antes do que o esperado.

Os motores de 3.0 litros e 3.5 litros desenvolvidos pela Mitsubishi eram legados substanciais para a Hyundai, uma vez que na época, ela não tinha ainda o maquinário necessário para poder fabricar motores desse tamanho por conta própria.

Hyundai Azera: história, detalhes, versões, equipamentos (e motor)

Após a descontinuação do Debonair no Japão, a parceria Hyundai – Mitsubishi levou à produção dos sedans de topo da Hyundai Equus e Mitsubishi Dignity, e da Hyundai Dynasty e Mitsubishi Proudia ligeiramente maiores.

Embora não tenha sido exportado para fora do mercado doméstico, a segunda geração do Grandeur foi um sucesso no mercado doméstico coreano como o carro-chefe da linha Hyundai.

Este modelo tornou-se um símbolo de status na Coréia, já que muitos políticos e executivos de negócios e novos ricos usavam.

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Hyundai Grandeur 1999 – 2005

Na sua terceira encarnação, o modelo foi vendido nos EUA e também no japonês com nome de Hyundai XG.

Agora, com mais experiência e maquinário necessário, a Hyundai fabrica por conta própria o Grandeur – da base aos motores.

Agora dividindo plataforma e motores com o Kia Opirus – Kia Amanti na América do Norte, o novo sedan tinha as credenciais necessárias para ser exportado sem ter problemas com legislações locais, como as normas muito rigorosas do mercado norte americano, por exemplo.

Hyundai Azera: história, detalhes, versões, equipamentos (e motor)

O modelo iniciou sua terceira geração com três versões e três motores diferentes. O primeiro chamado de XG250, de 1999, vinha com um motor 2.5 litros V6 com 165 cavalos, e atingia velocidade máxima de 204 km/h limitado eletronicamente.

Já a versão XG300, era equipada com motor 3.0 litros V6, com 181 cavalos e atingia a máxima de 214 km/h limitado eletronicamente. Por fim, a versão XG350, acompanhava um motor 3.5 litros de 194 cavalos, e tinha 38 kgfm de torque.

O ano de 2005, foi o último ano como XG350, uma vez que no ano seguinte ele seria agora conhecido mundialmente como Azera – exceto pela Coreia do Sul, onde continua sendo vendido sob o nome de Grandeur.

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Kleber Silva

  • Phantasma

    Vendeu muito enquanto teve custo-benefício, tinha cara de tiozão mas era um baita carro, motorzão, muito luxo. Pessoalmente acho o 2006/11 mais bonito que o 12/17.

    • V12 for life

      Os primeiros modelos dessa escultura fluída tinham linhas muito poluídas, nessa fase os Kia sao mais bonitos.

    • 1 Raul

      Realmente, era do nível de série e classe E, e com preço de série 3/classe C, até mais barato…

      • Elizangela Oliveira

        Mais barato que Corolla ou quase o mesmo preço.

    • Piston head

      Concordo.O modelo 2011 com leves retoques (Pisca âmbar etc) é o mais bonito. São situações completamente diferentes, mas chega a ser bizarro poder ter um carro desse mas sair de popular 0km 1.0 capado. Como disse, são situações diferentes, mas existe sim uma discrepância.

    • Juarez Veras

      Foi um dos melhores carros que já tive. Até hoje é a minha referência de sala de estar sobre rodas. A única coisa chata foi conhecer o porta-malas como bagagem. Fui vítima de um sequestro relâmpago. Mas não me deixei abater. Três dias depois lá estava eu no mesmo caixa eletrônico onde me pegaram (Itaú da marquês de São Vicente). A partir daquele dia sempre levo um celular carregado no porta-malas. Moral da história, além de conforto, tem que um bom porta-malas. :-)

      • Incitatus

        Sinistro.

  • Dod

    O Azera da primeira geração vendida no Brasil tinha custo x benefício imbatível na época.
    Feliz é aquele que conseguiu pegar uma unidade da geração anterior que foi vendida a preços irrisórios na desova depois que a nova chegou. Em meados de 2012 um amigo do meu pai comprou um zero km que estava encalhado depois da chegada da geração nova, acho que é 11/11, por MÓDICOS 66 mil. Foi atrás de um i30 e saiu de Azera. Esta até hoje com o carro, mais de 100 mil kms rodados, zero defeitos, só fez a manutenção básica preventiva e disse que vai usar até quando não der mais. E pelo jeito que vai o Azerão vai rodar bastante ainda por muitos anos.

    • Eng Turbo

      Um colega tirou um ZERO por menos de 70k, andou até os 150.000 km, vendeu e o proximo dono deu PT em uma semana, bateu em um poste….não fez um arranhão e depois mandou as fotos dos air Bags deflagrados

    • Daniel Canesin

      Foi exatamente minha situação, fui comprar um i30 em março de 2012 e sai de lá com um 11/11 (modelo com facelift) completissimo… tenho o carro até hoje e posso dizer com tranquilidade que hoje ainda não existe nada nacional que bate esse carro, digo com conhecimento de causa pois ja procurei muitos carros, fiz inumeros test drives e nada zero km até uns 130 mil chega perto do azera, que consome igual um 1.6 flex, anda demais, é incrivelmente espaçoso e macio e tem um custo de manutenção que parece piada… o meu hoje tem 172000km e penso seriamente em trocar em um no mesmo ano/modelo com quilometragem menor.

  • Maycon Farias

    O NA tem feito matérias incríveis de curiosidades de alguns modelos, os conteúdos estão bem recheados e estou tendo até um pouco de nostalgia como se tivesse lendo revistas automotivas. Mais uma matéria nota 10!

    • Danillo Barros

      N.A. está servindo muito bem quem gosta de carros, quem tem curiosidade esporádica, quem vem observar novidades do mercado e quem simplesmente ama essas máquinas.
      Está de parabéns!

    • 1 Raul

      Também estou curtindo. Só precisam tomar cuidado com o excesso de erros de português.

      Se quiserem que eu revise os textos, cobro barato! Rs…

  • Natán Barreto

    O Azera não saiu do mercado brasileiro. Quem saiu foi o Sonata. O Azera ainda está a venda, inclusive no site da Hyundai.
    O preço do zero km na tabela é de R$178.250,00.

    E o texto está cheio de erros de concordância.

    • Dod

      Ele ainda consta no site mas já deixou de ser importado faz um bom tempo, assim como o i30, que só sumiu do site recentemente. O último lote trazido foi de unidades 15/16. A CAOA só retira do portfólio do site quando não resta mais nenhuma unidade em estoque.

  • Mambo Ted

    Esse foi um excelente custo beneficio . Tive 1 2009 0km por 5 anos e 7 meses. Tive pt . Carro nota 7,5 a 8 . Acabamento 8 , motor e transmissão 7,5, conforto 9 , espaço 9, garantia realmente funcionou. Uma pena a geração seguinte ter perdido o ótimo custo benefício.

  • Ari

    dirigir um azera com um re relógio de 8k no pulso + uma grana = full of win hahahaaahah

    • Maycon Farias

      E chegou ao seu destino seguro?

  • Bela matéria, o texto precisa de concisão. Mas ta bem rico.

    Enquanto nao tivermos um sistema fiscal de tributos eficiente e progressivo.

    Nada mudará.

  • Ótima matéria, e infelizmente o mercado automotivo brasileiro continua a ser um desprazer…

  • A.T.

    já “quase” comprei um da geração 2008-2011 mais de uma dezenas de vezes : olhava precos, via diferenças entre eles, encontrava modelos novíssimos e outros mexidos ridiculamente, mas não comprei nenhum :) acho que faz parte dos hábitos gearhead .

  • MAXI

    Vocês comprariam hoje um 2015 com uns 40 mil km rodados por uns 80k? Ou um fusion?

    • Charlis

      Dois belos carros, bonitos, e concorrentes diretos..
      Com 80K você consegue ambos 2015, no caso do Fusion, o AWD.

      Fusion acelera nitidamente mais, mas deve beber pouca coisa a mais.
      Pelo que já li, freia pouca coisa menos.
      De opcionais, acho que deve dar um empate, ou talvez o Fusion possa ter até mais coisas.
      De mercado, com certeza o Fusion é melhor, e para manter mais barato, porém, se encontrar um Azera 2015, até 2020 você teria garantia de fábrica.

      Eu já tive um Fusion 2013 Ecoboost, e no geral, é um bom carro.
      Salve alguns problemas como, a frente raspa pouco fácil, pneu custa um absurdo e é muito fácil ter problema (já perdi 2, em menos de 20 mil km, e sou absurdamente cuidadoso), e o consumo é horrível.
      Além do tamanho desses dois carros, pro dia a dia, na maioria das cidades do Brasil não é uma boa opção.
      Mas no meu caso, era carro pra FDS apenas.

      Tendo isso em mente, na minha opinião, nesse valor, acho o Fusion uma melhor opção.

      []s

      • MAXI

        Estou fazendo um jogo pro meu velho, ele está vendendo um apt e o comprador quer dar um dos dois carros como parte do pagamento, se o negócio se concretizar, estou pensando em vender meu hb20 e pagar a diferença pro meu pai… enfim, estou mais inclinado pelo fusion mesmo. Poderia dar mais detalhes do seu convívio com o fusion?Algum problema mecânico/elétrico crônico?

        • Charlis

          A versão do meu era o Ecoboost FWD 2013.
          Tive que fazer um recall, logo em 2013, referente a caixa de direção.
          No demais, sem problemas crônicos, e nunca tive nenhum outro problema.

          Como comentei, perdi 2 pneus, mesmo com todo cuidado do mundo. Custava 1200 cada pneu.
          Ele tem a frente baixa e cumprida, é quase impossível passar numa valeta, sem raspar a frente, você tem que praticamente parar nela (não estou exagerando).
          E o consumo dele é ruim, bebe demais comparado ao meu Jetta TSI e 320 atuais. Na pista quando ele fazia 12km/l eu comemorava.
          Em contra partida, ele tem um excelente motor, percebe-se que tem força, porém o câmbio poderia ser tão bom quanto.

          O sistema de som dele é fantástico, muita qualidade.
          Tem um conforto e espaço excelente.
          O acabamento é excelente também, praticamente tudo que você coloca a mão é couro ou soft touch, mesmo o console central.
          Uma porrada de itens de série, que eu vendi o carro sem ter utilizado metade, rs.
          Destaco o lance de ligar o carro a distancia (o ar já liga), bancos elétricos com memória, o painel com as laterais digitais e configuráveis são muito bacanas.

          Sempre gastei pouco nas revisões, sempre tabeladas, nunca tive problemas (bem mais baratas que as do Jetta).
          Seguro girava em menos de 3 mil reais, porém, moro no interior de SP.
          E pra vender, foi relativamente fácil…

          Eu vendi ele para comprar a 320i, que é superior em tudo (exceto nos itens de série), porém, a conta chega logo na primeira revisão.

          Em resumo, eu indico o Fusion sem sombra de dúvidas, tendo em mente os pontos negativos dele.
          NÃO é carro pro dia a dia em cidade grande. Se você comprar para isso, vai se arrepender em poucos meses, do contrário, será só alegria.

          []s

          • MAXI

            Um pneu do fusion custa o jogo inteiro do hb20 kkkkkk.
            Uso o carro umas 3 vezes por semana pra trajetos mais longos (20km) pegando BR e vivo no interior da Bahia (Ilheus e Porto Seguro).

            Gasto uns 400 de gasolina por mês, se o consumo do fusion for 50% maior, a conta sobe pra 600, quase n tem impacto. Se tudo der certo vou de fusion. E o que falar do 320i? Baita carro!

            Obrigado pelo relato!

            • Unknown

              Ilhéus e Porto Seguro são cidades litorâneas…

    • André Ricardo

      Com certeza o Azera por ser um carro de nível superior ao fusion que é concorrente do Sonata no caso.

  • Lucas

    Matéria interessante, porém com muitos erros de português e também de informações (uma hora disse que o Azera de 2012 tinha tração traseira e depois fala que era dianteira); assim como o torque do atual motor V6.

    Os detalhes são importantes para uma boa leitura.

  • Lorenzo Frigerio

    “Google Translator”.

  • Comentarista

    Só vendeu porque era barato frente aos seus concorrentes diretos. Naquela época era possível comprar Azera a preço de Civic, sendo que era um carro de categoria superior e com motor V6.

    Atualmente, com o preço a 180 paus, ‘o melhor do mundo’ não consegue mais emplacar… e ficarão apenas as boas lembranças de seu passado glorioso no Brasil

  • Alexy

    Eu tenho um e recomendo, é um carro sem igual…

  • Unknown

    “Terra das bananas”? Este tipo de comentário deveria se restringir aos leitores que quiserem criticar ou debochar do nosso País e não no meio do texto da matéria…

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