BMW Hatches História

BMW 120i: saiba tudo sobre a versão e seus modelos desde 2004

BMW 120i: saiba tudo sobre a versão e seus modelos desde 2004
BMW 120i 2019

O BMW 120i é, sem dúvidas, um dos carros mais conhecidos dentro da gama da marca alemã. Ele é oferecido desde a primeira geração do Série 1 e fez a sua estreia no mercado brasileiro no início de 2005 e já foi até um modelo nacional da empresa.

A atual geração do BMW 120i estreou em 2015 como um carro nacional, fabricado em Santa Catarina. Já ganhou uma reestilização e foi até descontinuado por um ano. Porém, voltou a ser vendido em 2018 e se permanece intacto até hoje.


A terceira geração do BMW Série 1 já foi flagrada em testes lá fora e deve chegar ao mercado ainda neste ano de 2019.

O novo modelo será totalmente novo, com direito a uma mecânica totalmente revista para se integrar à nova plataforma de tração dianteira, que inclusive vai substituir a atual UKL usada pelo BMW Série 2 e também pelos novos modelos da MINI.

Sendo assim, o novo Série 1 vai utilizar, pela primeira vez, o sistema de tração dianteira e se assimilar com os demais carros da categoria. Ele será equipado com novos motores turbo de três e quatro cilindros em posição transversal.


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BMW 120i – primeira geração no Brasil

A primeira geração do BMW 120i foi anunciado aos brasileiros no Salão do Automóvel de São Paulo, no fim de 2004. Porém, sua chegada ao mercado aconteceu somente em março do ano seguinte.

O modelo chegou como a única opção do então inédito BMW Série 1 por aqui – lá fora, havia também as variantes 116i e outras duas com motor a diesel, o 118d e o 120d.

Mesmo com alguns rivais já presentes na categoria, como o Audi A3, o BMW 120i chegou com preço acima da média. Para efeito de comparação, ele era cerca de R$ 45 mil mais caro que o modelo da marca das quatro argolas em versão equivalente.

A BMW cobrava R$ 130 mil pelo 120i com câmbio manual e R$ 140 mil com transmissão automática, podendo sofrer acréscimo de R$ 13 mil em qualquer uma das configurações quando equipado com o pacote “Top”, com mais recursos e acabamento mais primoroso.

Entre os equipamentos, o BMW 120i saía de fábrica com recursos como seis airbags (dois frontais, dois laterais e dois do tipo cortina), controle dinâmico de estabilidade, controle dinâmico de tração, função Brake Force Display de alerta de frenagem de emergência, pneus run flat, ar-condicionado automático digital, computador de bordo, sistema de som HiFi com 10 alto-falantes, entre outros.

O hatch entregava também retrovisor interno antiofuscante, faróis com acendimento automático, sensor de chuva, controle de cruzeiro, volante multifuncional com ajuste de altura e profundidade, sistema de som BMW Professional com entrada auxiliar, entre outros.

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Ele podia receber, como opcional, recursos como sistema iDrive com recursos multimídia numa tela no painel do carro, sistema Bluetooth para conexão com o celular do condutor, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, chave presencial, partida do motor por botão, luzes de cortesia nas maçanetas das portas, faróis bi xênon, entre outros.

O motor do modelo é um 2.0 litros de quatro cilindros a gasolina, aspirado e com injeção eletrônica multiponto. Ele é dotado do sistema Valvetronic, que dispensa as borboletas de aceleração e usa as válvulas de admissão para controlar a mistura ar-combustível, e também o sistema Duplo Vanos de duplo comando de válvulas na admissão e escape.

Tal propulsor rende 150 cavalos de potência, a 6.200 rpm, e 20,4 kgfm de torque, a 3.500 rpm. Ele podia ser combinado a um câmbio manual ou automático com conversor de torque, ambos de seis velocidades.

O BMW 120i com câmbio automático era capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 9,2 segundos. A velocidade máxima era limitada a 213 km/h. Já a respeito do consumo, o carro podia entregar médias de 6,7 km/l na cidade e 11 km/l na estrada.

Esse motor, aliado ao sistema de tração nas quatro rodas, a suspensão com ajuste afiado e os demais componentes do conjunto mecânico, conseguiam fazer o BMW 120i se destacar quando o assunto era dinâmica de condução.

Fora isso, o BMW 120i ostenta uma perfeita distribuição de peso de 50% na frente e 50% atrás.

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O propulsor tinha fôlego suficiente para entregar uma boa força em baixas rotações, se mantendo constante até em regimes mais altos. Além disso, o câmbio manual e o câmbio automático tinham casamento ideal com a unidade 2.0 litros a gasolina.

Ele conta ainda com suspensão independente nos dois eixos, do tipo McPherson na frente e multibraço atrás.

Por outro lado, ele era considerado como um carro ideal somente para um casal. Afinal, o espaço no banco traseiro era limitado para as pernas e cabeça dos ocupantes.

Fora isso, o elevado túnel central (devido ao sistema de tração traseira) complicava a acomodação de um terceiro ocupante no meio com certo conforto.

O porta-malas apresenta capacidade para 330 litros, podendo chegar a 1.150 litros com o banco traseiro rebatido.

Em meados de 2008, o BMW 120i de primeira geração recebeu alterações pontuais para se manter atualizado no mercado.

Entre elas, adotou para-choques redesenhados, melhorias no acabamento interno, direção elétrica no lugar do sistema hidráulico e aprimoramentos no conjunto mecânico para reduzir o consumo de combustível.

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BMW 120i – segunda geração no Brasil

A segunda geração do BMW 120i começou a ser vendida no Brasil somente na configuração 118i, que se posicionava como a opção mais em conta da linha, em março de 2012.

A versão 120i ficou de fora do line-up do hatch médio premium por exatos três anos. Isso porque o BMW 118i tinha vendas expressivas demais, roubando a cena frente ao 120i, mais caro.

O BMW 120i de nova geração chegou ao mercado nacional somente em março de 2015 e substituiu o BMW 118i na linha do hatch. Ele passou a ser produzido localmente na planta da marca em Araquari, Santa Catarina, ao lado do sedã Série 3 e também do utilitário-esportivo X1.

Curiosamente, ele chegou com o visual antigo da segunda geração. Na época, o BMW Série 1 já tinha sido atualizado lá fora. Por outro lado, trouxe como benefício uma redução de preço.

Enquanto o BMW 118i GP importado custava R$ 124.950, o novo BMW 120i ActiveFlex nacional (mais potente e equipado) partia de R$ 115.950.

O BMW 120i Active Flex era equipado com um motor 2.0 litros TwinPower Turbo de quatro cilindros a gasolina, dotado de injeção direta de combustível, capaz de desenvolver 184 cavalos de potência com gasolina ou etanol, a 5.000 rpm, e 27,5 kgfm também independente do combustível, a partir de 1.250 giros.

Este propulsor é interligado ao câmbio automático de oito marchas com conversor de torque e tração traseira.

Segundo dados da BMW, o 120i Active Flex nacional podia acelerar de 0 a 100 km/h em 7,2 segundos e atingir velocidade máxima de 238 km/h.

Já o consumo médio de combustível era de 6,6 km/l na cidade e 9,3 km/l na estrada com etanol e 9,4 km/l e 13,3 km/l, respectivamente, com gasolina.

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A versão de entrada saía de fábrica com recursos como bancos esportivos, volante revestido em couro com teclas multifunções e rodas de 17 polegadas.

Já o BMW 120i Sport GP, com preço de R$ 126.950, se diferenciava por recursos como sistema de navegação GPS integrado ao painel, detalhes de acabamento interno em alumínio, detalhes visuais em high-gloss shadow line, controle de cruzeiro e ar-condicionado de duas zonas.

Entretanto, sete meses depois o BMW 120i nacional foi reestilizado. A BMW anunciou a chegada da nova linha do modelo nas versões de acabamento BMW 120i Sport ActiveFlex e BMW 120i Sport GP ActiveFlex, com preços promocionais de de, respectivamente, R$ 109.950 e R$ 119.950.

A nova linha do BMW 120i trouxe importantes alterações no visual, dando ao hatch premium uma aparência mais agradável.

Entre elas, passou a contar com faróis dianteiros com recorte mais ousado e formato mais espichado (com iluminação full LED no modelo Sport GP), grade de duplo rim estilizada e para-choques mais proeminentes.

Nas laterais, destaque para as novas rodas. A traseira, por sua vez, afora o para-choque redesenhado, passou a exibir também novas lanternas em “L” invadindo a tampa do porta-malas, com iluminação em LED, e também ponteiras duplas de escapamento.

Por dentro, o carro adotou apenas molduras cromadas nas saídas de ar, nos comandos do rádio e no painel do ar-condicionado, além de outros detalhes de acabamento em “black high-gloss”.

O motor seguiu o mesmo 2.0 litros turbo flex de até 184 cavalos de potência e 27,5 kgfm de torque, com câmbio automático de oito marchas e tração traseira.

Entre os equipamentos, ambas as versões destacam os seis airbags, controle eletrônico de estabilidade, controle de tração, pneus com tecnologia run-flat, sistema Auto Start/Stop, sistema de recuperação de energia em frenagens.

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Na época, o BMW 120i reestilizado tinha como concorrentes os modelos Audi A3 Sportback, que custava R$ 152.990 na versão Ambition com motor 1.8 de 180 cv, o Mercedes-Benz A 200 com um motor 1.6 de 156 cv por R$ 137.900 e também o Volvo V40 R-Design, mais potente (245 cv) e bem mais equipado por R$ 158.950.

Foi em março de 2017 que a BMW promoveu mudanças drásticas na família Série 1 no mercado brasileiro. O hatch deixou de ser produzido localmente nas versões 120i e M125i. Com isso, somente o modelo esportivo M140i era comercializado por aqui, com preço inicial de elevado R$ 279.950.

Na ocasião, a BMW não justificou o fim de linha dessas duas versões do Série 1 no Brasil. Os modelos com o motor 2.0 litros turbo (com 184 cv no BMW 120i e 218 cv no BMW M125i) se posicionavam como os carros mais em conta da marca alemã por aqui.

O carro que passou a ocupar o posto de BMW mais barato foi, curiosamente, o elétrico BMW i3, vendido por R$ 159.950. Havia ainda o sedã nacional 320i Active Flex, mas por a partir de R$ 164.950.

Contudo, quase um ano depois, o BMW 120i voltou a ser vendido no Brasil em abril de 2018. Ele fez a sua reestreia como um modelo importado da Alemanha e em duas versões de acabamento diferentes.

Além disso, ele trouxe algumas novidades, como faróis e lanternas de LED desde a versão mais básica, novas rodas de liga-leve de 17 polegadas, painel de instrumentos redesenhado, novos detalhes de acabamento interno e apliques em alumínio escovado no painel.

O atual BMW 120i mais em conta é o 120i Sport. Ele pode ser encontrado na rede de concessionárias pelo preço de R$ 139.950 e oferece recursos como seis airbags, controle eletrônico de estabilidade, controle de tração, faróis de LED, rodas de 17 polegadas, pacote visual Sport Line, pneus run-flat, bancos dianteiros esportivos, bancos revestidos em couro sintético, sensor de estacionamento traseiro, controle de cruzeiro, dupla ponteira de escape, entre outros.

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Já o BMW 120i Sport GP, disponível peço preço de R$ 149.950, se diferencia por recursos como ar-condicionado automático digital de duas zonas (o passageiro da frente e o motorista podem regular temperaturas diferentes), painel de instrumentos com display multifuncional maior, sistema de navegação no painel, preparação para Apple CarPlay e câmera de ré.

Em ambos os casos, o motor é o mesmo da linha anterior, o 2.0 litros TwinPower Turbo de quatro cilindros a gasolina, com injeção direta. Todavia, agora ele bebe somente gasolina e pode entregar potência de 184 cv, a 5.000 rpm, e torque de 27,5 kgfm, a 1.350 giros.

Junto a este propulsor está um câmbio automático de oito marchas e tração traseira.

A BMW informa que o novo 120i 2019 pode acelerar de 0 a 100 km/h em 7,1 segundos e atingir velocidade máxima de 225 km/h. O consumo médio de combustível é de 10,6 km/l e 12,9 km/l, na cidade e na estrada, respectivamente.

BMW 120i – ficha técnica

Motor

2.0 TwinPower Turbo

Tipo

Dianteiro, longitudinal e gasolina

Número de cilindros

4

Cilindrada em cm3

1.998

Válvulas

16

Taxa de compressão

11:1

Injeção eletrônica de combustível

Direta

Potência Máxima

184 cv a 5.000 rpm

Torque Máximo

27,5 kgfm a 1.350 rpm

Transmissão

Tipo

Automático de oito marchas

Tração

Tipo

Traseira

Freios

Tipo

Discos ventilados (dianteira) e discos ventilados (traseira)

Direção

Tipo

Elétrica

Suspensão

Dianteira

Independente, McPherson, com molas helicoidais

Traseira

Independente, multibraço, com molas helicoidais

Rodas e Pneus

Rodas

Alumínio de 17 polegadas

Pneus

205/45 R17

Dimensões

Comprimento total (mm)

4.329

Largura (mm)

1.765

Altura (mm)

1.421

Distância entre os eixos (mm)

2.690

Capacidades

Capacidade de carga (kg)

560

Tanque (litros)

52

Peso vazio em ordem de marcha (kg)

1.380

Coeficiente de arrasto (Cx)

0,31

BMW 120i – galeria de fotos

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Nota média 5 de 3 votos

  • Marcus Fumagalli

    O que salvou esse carro: tração traseira.
    Um carro apertado, espartano, rodinhas aro 15″ (e 16″ na nova) , sem angel eyes e a primeira geração ainda parecia uma van de padeiro.
    Pra conseguir um realmente com cara de BMW só pegando as versões top, caríssimas pelo que entregavam e entregam.

    • th!nk.t4nk

      Sinceramente não me lembro dos preços no Brasil na época, mas fora do país o 1.6 turbo (Prince/THP) custava o mesmo que o Golf, só que com a vantagem da tração traseira. Vendo por esse lado, era uma opção interessante até, apesar de apertadinho.

      • David Diniz

        E qual seria a “vantagem da tração traseira” em relação a dianteira? Fazer dobra de esquina de lado? Bornout? Ou seria apenas para satisfazer o ego de pessoas metidas a “piloto de cidade”?

        • th!nk.t4nk

          Acho que você está pensando só no Brasil. Pense nos principais mercados dele. Aqui onde moro o Série 1 vende como água. É região alpina, e não tem nada melhor pra subir morro do que tração traseira. No inverno particularmente, com neve e gelo na pista, faz uma diferença brutal.

          • David Diniz

            Pelo que já vi em alguns vídeos de brasileiros que vivem no EUA carros com tração dianteira(ou AWD) se saem melhor no gelo/neve do que um Tração traseira por justamente a tração “cavar” a neve/gelo a frente do carro.

        • Marcos megdA

          Penso exatamente a mesma coisa. Grande maioria dos clientes de BMW nem sabe o que é tração traseira. A vantagem que o Th!nk disse embaixo realmente é interessante, mas o cara que mora em região alpina dificilmente vai querer um carro hatch. Pega já um Land Rover.
          As vendas da serie 1 na europa são boas mas nem tanto. Dentre seus concorrentes, só vende mais que o V40.

          • David Diniz

            Quem mora em regiões aonde neva bastante ou alpinas já opta por um modelo 4X4 para não passar perrengue e como disse mais abaixo a tração traseira não é vantagem alguma na neve/gelo pois ao contrário da tração dianteira que “escava” a tração traseira não faz isso e o carro atola por acumulo de neve nas rodas dianteiras ou não permite tração adequada para manter o carro sob controle no gelo.

            • Marcos megdA

              Isso é verdade. Um 4×4 vai ser infinitamente melhor que um Hatch médio. Mesmo com RWD. Nessas regioes os caras nao brincam em serviço. Metem logo um defender e resolvido o problema kkkk

              • David Diniz

                4X4 não se resume a defender e a SUV, na Europa é bastante comum ter modelos AWD como a Passat 4motion por exemplo.

                • Marcos megdA

                  Concordo. Os AWD do grupo VW são muito eficientes. Aqui no Br eu sou louco nos A4 Quattro antigos

              • th!nk.t4nk

                Eu moro no pé dos Alpes. Todos os meus carros aqui sempre foram AWD (por necessidade). Mas creio que você sabe que até pouco tempo atrás os AWD baseados em traçao frontal deixavam muito a desejar, por transferirem pouca força pro eixo traseiro. Felizmente isso está mudando e os novos estão bem melhores. Quanto a pegar um Land Rover, tem dois detalhes: 1) nem todo mundo tem grana pra um carro dessa faixa; 2) é uma marca que tem uma fama bem ruim por aqui, por baixa confiabilidade mecânica. Enfim, o Série 1 custa na faixa do Golf, e usado é bem acessível. Pra subir morro nao tem nada melhor do que traçao traseira nativa. Qualquer AWD sai mais caro.

    • HugoCT

      Vdd, é um hatch médio bem apertado, mil vezes um classe a, Audi A3 ou Golf

      • Antonio

        HAHAHAH claramente não entrou em um! BMW Série 1 é o mais comprido de todos esses! Ao contrário de você digitar sem saber, entra em um e depois muda para a Classe A! Aí a gente conversa.

        • HugoCT

          kkk, 60% do carro é capo, comprimento não tem nada a ver com espaço interno. Sim, ja entrei dentro de um. Alias os mercedes são apertados atras tbm, mas estão melhorando nisso com o novo classe A

          • Antonio

            MANO HAHAHAHAHAHAHA tou impressionado que uma pessoa que leia NA não saiba o que é entre-eixos! Entre-eixos é exatamente a medida do espaço interno. Basicamente é o comprimento entre o eixo dianteiro e traseiro, ou seja, o espaço que existe dentro do carro!
            E, se você diz que o carro com o MAIOR deles é apertado, então os outros são um cubículo.
            Eu tenho 1,82 e, com o banco dianteiro regulado para mim, conseguia claramente ficar no banco de trás e ainda sobrava espaço entre o banco e os meus joelhos.
            Na minha opinião você não tem dinheiro para comprar um e por isso fica criticando o carro… tem muito disso na internet né amigão…

            • HugoCT

              Sim, entre eixos significa espaço interno, mas não nesse caso. Mas tudo bem, vc não deve ter reparado no espeço entre a porta dianteira e a caixa de roda. Se eu tenho dinheiro ou não, não compraria um, mas em momento algum disse que era um carro ruim, muito pelo contrario. Vlw

              • Antonio

                Gente e que diferença faz onde a porta começa ou não? Isso só faz diferença na hora de entrar! O que importa é até onde vai o seu pé… achei bizarro essa sua resposta. Mas tá certo né… vlw, boa noite!

                • HugoCT

                  Não entenderam o que quis dizer, mas tudo bem.

    • Antonio

      Primeiro: se você acha ele um carro apertado, acho que você está no segmento errado. Já fui proprietário de 1 e o A3 e o Classe A são muito mais apertados que ele. É o modelo mais comprido e com o maior entre-eixos.
      Segundo: quer uma roda maior? É só comprar. Nunca vi alguém que escolhe um modelo ou outro por causa do tamanho da roda. Comentário totalmente bizarro.
      Terceiro: tanto antes do facelift quanto depois o série 1 tinha angel eyes. Antes do facelift era à partir da 125i e depois do facelift à partir da 120i sport gp, como a minha. De toda forma, caso você não saiba, essa “necessidade” de toda BMW ter angel eyes é algo puramente brasileiro, porque diversos modelos da marca são vendidos só como opcional na Europa, portanto mais difíceis de serem vistos (me refiro à Inglaterra, Portugal e Alemanha).

      • Marcos megdA

        É um carro bacana, mas as versões de entrada são muito mequetrefes, apesar dos outros alemães também serem. Cogitei comprar a 120i pós facelift, mas a versão de 109K era muito pelada e a de 119k já tinha vendido tudo. Quando chegasse mais no estoque o valor ia pra 150k.
        Cacei por um tempo a 125i usadinha pra fuçar nela, mas achei poucas. Acabei desistindo de BMW. Meu pai tem uma 320i que deu diversos problemas já. Fora que por serem carros muito baixos, sofrem no asfalto brasileiro das cidades.
        No fim das contas troquei meu A4 num A3 sedan em dezembro. A APM dá 20% de desconto pros membros, então vale a pena.

        • Antonio

          Pô, legal ouvir sua história! Então, eu tinha justamente esse de 119K rs. É o que tinha os angel eyes, banco em couro e tudo mais né? Na minha opinião valia muito mais que o de 109K mesmo, muito espartano… comprei um seminovo que tinha só 7.000 kms rodados e era daquele ano.
          Infelizmente o carro começou a me dar vários problemas uns 8 meses depois: tive que trocar basicamente todos os pneus dele por conta de buracos da vida (runflat além de ser caro também não é muito resistente), um fdp bateu no meu carro à 60 km/h e ferrou com o carro e o principal, deu problema na ventoínha da central multimídia, que teve que ser trocada e custou 30K para a oficina. Aí a garantia estava acabando e eu fiquei com medo de ter que pagar mais de 30K nessa ou outra peça e acabei vendendo… mas até hoje sinto falta dele, rs. Hoje tenho um A4 (o seu era o dessa nova geração também?).
          Só discordo de uma coisa de ti: o fato de ele ser baixo. O série 1 engana bastante, porque eu nunca raspei o meu em lombada da vida. E olha que eu moro em Perdizes em… cheio de desnivelamentos, subidas e descidas. Só que eles são mais duros mesmo, então você sofre dentro do carro. Isso é, infelizmente, inevitável… sem contar nos barulhinhos que aparecem quando você passa nessas coisas, isso sim uma coisa que me deixava put* da vida.
          E o que é APM?

          • Marcos megdA

            A 120i que eu queria era exatamente essa que voce teve. Com certeza os 10k a mais valiam muito a pena. A de entrada chegava a ser tosca.
            Eu acabei me enrolando na cronologia dos carros. Em 2016, eu tava trocando um Golf TSI e namorando os premiuns. O A3 na época descartei por ser basicamente o Golf de terno e menos equipado. Me ofereceram a classe A por 107, mas náo me chamou a atençao. Achei meio espartana comparando ao Golf que eu tinha. Aí acabei pegando um A4 2015 por 93K e 9mil km rodados. Um baita negócio na época. É da geraçao passada mesmo.
            Troquei ele agora pelo A3 como contei anteriormente e pretendo fazer um relato de dono quando ele completar uns 5mil km e mandar aqui pro NA.
            A série 1 eu só dirigi umas antigas, entao a questao de ser baixo, eu comparei com a 320i. Nao raspa mesmo, mas é desconfortável o uso urbano aqui no interior de MG. A do meu pai fodeu o primeiro runflat com 116km. Demorou muito tempo a encontrar um Dunlop igual. Nem as CCs encontravam. Trocou os 4 depois com 25mil km. O a/c pifou varias vezes até ser trocado em garantia. Menos mal kkk (9k a troca na NF). Meu pai, como um doido, agora tá com um MINI cooper, tambem, mais duro ainda kkkk
            APM: associaçao paulista de medicina. Dá desconto na linha inteira audi. Entre 12-18%. Fim do ano sao 20% pra modelos selecionados. Dei o A4 na entrada por um valor, digamos, razoavelmente justo. Pois no partilar e de entrada em outras marcar escutei 40mil a menos da tabela, ridículo. Acabou que o A3 ambiente saiu por 110K. Sinceramente achei um bom negócio entre os 0km. Usados eu nao comparo pq é covardia. Eu ia pegar algo seminovo, mas nessas condiçöes achei interessante.

            • Antonio

              Golf é fod*! Tinha um aqui em casa (era da minha mãe), do alemão ainda… 1.4 Highline. Carro sensacional. Não deu problema no DSG, graças à Deus. Mas realmente era um ponto fora da curva em questão de acabamento, desempenho, qualidade de rodagem… o i30 que ela comprou depois nem se comparou à ele.
              Você curtiu o A4 antigo? Não é ruim o câmbio CVT? Um dos motivos de eu não ter pego ele no passado era isso… acho horrível dirigir com câmbio CVT….
              Olha, eu já dirigi o A3 uma vez e curti bastante! O 1.4 mesmo… mas, realmente, não tem lá muita diferença com o Golf… especialmente na condução. Só não entendi uma coisa: antes você não queria o A3 por ser “um Golf de terno” e depois você acabou pegando ele? Hahahaha. O que lhe fez mudar de idéia? Conta mais aí!
              E pensei que você era de São Paulo! rs. Por isso que falei do meu bairro… aqui também tem buracos, mas o complicado mesmo é que, por ser um bairro que tem tendência à alagar (por causa dos altos e baixos), eles fazem uns recortes no asfalto para ajudar no escoamento de água… e cada vez que você passa naquilo tem que reduzir à 10 km/h… com isso eu sofria com a 120i mesmo, você acaba sentindo… mas o meu A4 também não é diferente, porque apesar de ser pneu normal o aro é maior… ou seja: tou com o mesmo problema KKKKK. Só não faz mais os barulhinhos na porta que fazia a BMW, por ser um carro mais duro…
              Como assim seu pai ferrou com o runflat dps de 116km? KKKKKK. Arrasar dos grandes em?? E eu já percebi que eles dificultam bastante para trocar peça na BMW né? Acho que, por ser caro, eles fazem o possível e impossível para mantê-la… só troca quando realmente não tem jeito. Essa ventoínha do meu eles tentaram recuperar ela 2x, sem sucesso.
              E meus pêsames para ele que escolheu um MINI KKKKKKKK. Já dirigi esse carro 2x e é complicado… ele sim é duro! Volante, câmbio… lembro que até os botões do vidro eram duros! KKKKK. Mas o pior mesmo é passar nas buraqueiras… dizem que ele vira e mexe fica com barulho por conta disso também… o do seu pai já tá assim tbm?
              E vender o carro é foda né mano… é sempre assim. Na hora de você comprar é uma coroa com pedras preciosas… e na hora de vender é uma sucata de latão…

              • Marcos Megda

                Desculpa a demora na resposta meu caro.. cachacei demais no FDS hahahaa

                bora lá entao..
                O golf eu arrependi de ter vendido.. chorei no dia que o cara foi buscar. Nunca deu um problema Está no terceiro dono com mais de 100mil km e intacto. DSG foi o melhor cambio que já dirigi na vida. Muito rápido e eficiente.Tinha aquelas caracteristicas que todos falavam, mas nunca me importou e nem deu problema, diferente do Powershift de um amigo meu, trocado em garantia.
                Com o A4 eu me surpreendi com o cambio. Extremamente confotável e tinha uma dose boa de esportividade. O motor era muito forte, então ele casou muito bom com o cambio. Outro carro que passou 3 anos comigo sem dar problemas.
                Com a 320i, meu pai passou num buraco e já condenou o pneu com uma bolha enorme.
                O motivo de eu trocar pelo A3 nessa vez, apesar do comentario prévio do terno foi questao de preço mesmo. O golf na mesma configuraçao ia sair quase no mesmo preço. Entao acabei optando pelo espaço do sedan e do status também. Acrescentando o fato do segmento dos hatchs estar quase morto. Minha ressalva no A3 é exatamente o cambio aisin de 6 marchas. Claramente ele segura muito o motor. Comparando com os otimos da ZF da BMW, ele é um cambio arcaico dentro dos autmaticos com conversor de torque. Nada que incomoda muito, mas na comparaçao vemos uma diferença sim.
                Meu pai arrependeu tanto da BMW quanto do MINI ao sair da concssionaria, mas como é muito orgulhoso, mantem os carros usando pra caramba. Ele demora muuuuito tempo pra trocar de carro, então tudo bem.
                O minicooper é um carro bacana. Acelera horrores e faz curva como poucos. Mas quase que só usa na cidade, então sofre muito com a buraqueira. Ele deve ficar com ele uns 8 anos, que é a media que usa os carros. Entao quando vendee, vai ser barato de qualquer jeito.
                Sinceramente eu queria o novo A4 quando peguei o meu, mas nao tive a coragem de pagar o preço. Ia sair 139 com o desconto meu, mas no caso ia preferir o A3 2.0T com virtual cockpit por 136. Como meu foco no momento é outro, optei pelo mais barato que supre todas as minhas necessidades. O que reclamaram da suspensão mais alta do A3, eu achei otimo. Não raspa em nada e na cidade é perfeito. Na estrada não se compara ao A4, mas mesmo assim, muito seguro.
                Logo vou fazer a avaliaçao completa e mando no site. Vou pegar muitos detalhes do veiculo e comparar muito com todos esses veículos que tive contato. Imagino que pra amantes de carro como voce, vai ser uma leitura divertida.

                Um forte abraço meu caro. Prazer trocar ideias com pessoas sensatas como voce

    • Nikita

      veja “Apollo 11” com qualidade 720p / 1080p! todos os filmes e todas as línguas disponíveis !! copie aqui: INSERIES10.BLOGSPOT.COM

  • cefaf

    Sempre que vejo um desses circulando, fico me perguntando o quão sofrida deve ser a vida deste carro em lombadas, rampas… É inevitável.

    • Antonio

      Já tive um (120i) e nunca sofri com nenhuma lombada, rampa ou algo assim. E isso porque eu moro em Perdizes, rs. Golf e A4 sofrem bem mais com isso. Ele só parece baixo, mas é bem tranquilo de rodar… só o pneu que, por ser runflat, bate meio seco.

  • Alvarenga

    Pior de tudo são os pneus Runflat.

  • oloko

    nenhuma menção ao 130i com o 3.0 6 em linha? Aquele carro era sensacional

  • afonso200

    eu apelidei de BMW Sapato

  • Luis Burro

    A atual geração é a mais bonita sem dúvidas,gosto da Série 1 mas ela mais parece um sedã q teve a traseira tirada tamanha a desproporção de sua carroceria,nenhum de seus concorrentes consegue repetir o efeito!

  • sigma7777777

    Já teve uma matéria assim sobre a BMW 320i? Uma sugestão: falar sobre a manutenção e defeitos crônicos em determinadas gerações.

  • Domenico Monteleone

    Sem dúvidas é um carro gostoso de guiar e agrega o status da marca BMW, mas tem seus contras, já vi mais de um proprietário reclamando que é um carro muito duro para uso diário, os pneus runflat duram menos e são caros, apesar de ser um carro de entrada da marca, muitas peças tem preço próximo aos carros maiores. Muita gente sonha com um usado, mas nem imagina os custos ou como é ter e manter um carro premium.

    • Antonio

      Olha, na minha opinião eu não achei ele muito duro para rodar não… hoje eu tenho um A4 e, obviamente a 120i que eu tinha era mais dura, mas nada que incomodasse muito. Não era um MINI Cooper da vida. O fod* mesmo é manter… runflat é extremamente caro, peças idem… BMW toda vez que você para na oficina é um rim deixado…
      Ah sim, o que incomodava mesmo para mim era que ele fazia barulho nas portas à cada buraco ou algo assim. E parece que isso, infelizmente, é normal de BMW…
      Mas que eu sinto falta dele eu sinto, rs.

  • Aires Jone

    Apesar dos pesares, eu ainda acho esse o BMW mais divertido. Fã assumido de hatches kkkk.

  • Antonio

    Carro sensacional! Já tive um e sinto falta dele até hoje. Bonito, espaçoso, e bom de dirigir!

  • Leonardo Medeiros

    Um dos hatchs mais bonitos de todos os tempos.

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