BMW Z4: detalhes, versões, motores e equipamentos (3 gerações)

Um dos carros mais icônicos da BMW, o BMW Z4 está prestes a mudar de geração. Com o passar dos anos ele vem conquistando muitos clientes desde seus antepassados.

Veja aqui todos os detalhes da linha Z da BMW, que vem fazendo jus ao seu nome – Zukunft – futuro em alemão.


Mas como toda boa história, a do Z4 não começa em 2002, quando a primeira geração veio ao mundo, e sim com o BMW 507 de 1955.

Ele de início foi um fracasso comercial devido a custos de produção, mas posteriormente a BMW acertou a mão e criou outros modelos icônicos. E antes de nos concentrarmos no BMW Z4, vamos aos modelos BMW Z que a marca consagrou antes do ícone BMW Z4 vir ao mundo.

BMW 507 – 1955 a 1959

Graças a Max Hoffman, um dos maiores importadores das marcas europeias para os Estados Unidos, a BMW criou o 507.

Graças ao seu estilo, ele até prestava “consultoria” para algumas marcas, pois o mesmo como todo bom vendedor, sabia do que os clientes norte-americanos queriam e quais modelos eles estariam dispostos a comprar.

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Tendo isso em mente, a BMW que até então vendia apenas carros “populares” no mercado norte americano, procurou Hoffman para que o mesmo desse uma consultoria e lhes dessem uma direção para qual seguir e poder conquistar o consumidor sedento por carros.

O mesmo disse que para ela ter sucesso precisava de um roadster com motor V8 – sem isso seria impossível ter um apelo emocional com o consumidor norte americano.

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Para dar vida ao 507 a BMW usou uma receita caseira, utilizou o motor do 502 – um sedan de linhas rebuscadas de 1954 que emprestaria seu motor V8.

Faltava definir o design. Este ficou a cargo de um amigo de confiança de Hoffman – Albrecht Von Goertz – que deu vida ao belo roadster. O primeiro conceito, foi apresentado ao público durante o Salão do Automóvel de Frankfurt em 1955.

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Seu design era totalmente diferente de tudo que a BMW tinha no seu portfólio. Capô longo e curvilíneo, cintura alta e bem delineada, uma nova interpretação da famosa grade “duplo-rim” marca chave da BMW, que agora estava mais larga e praticamente ia de uma ponta a outra da frente.

Mesmo dividindo a base, o entre eixos era mais curto que o 502, mas isso não fazia dele um carro pequeno – ele tinha 4,3 metros de comprimento e quase 1.500 kg. E por ter apenas dois lugares, ele também não era muito alto, ele tinha apenas 1,25 metro de altura.

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Seu interior era extremamente elegante e bem-acabado. Tinha requinte e sofisticação na medida certa.

Seu volante de 4 raios era grande e fino – uma das características dos modelos da época – o painel de instrumentos era bem completo e utilizava dois grandes mostradores que ficavam atrás do volante fino.

O 507 usava uma transmissão manual de quatro velocidades fornecido pela também alemã ZF, proporcionava um bom desempenho para o modelo da marca Bávara. O motor era um 3.2 litros – com um pequeno acréscimo de potência em relação ao 502 – que rendia 150 cavalos e 24 kgfm de torque. Fazia o roadster chegar até os 100km/h em 10 segundos.

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Um dos motivos pelo qual o 507 não decolou em vendas, foi que cada unidade era montada manualmente e isso fez com o que o preço do modelo ao consumidor final chegasse mais alto que um modelo produzido em série.

O modelo que tinha por objetivo vender cerca de 5.000 unidades, infelizmente amargou com apenas 262 unidades – e como o modelo era fabricado manualmente, o preço acabava por ser maior que de seus concorrentes – cerca de US$ 10.500 dólares – o que fazia dele mais caro que o Mercedes-Benz 300SL, por exemplo.

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Com isso a BMW amargou em vendas, e foi ao prejuízo. Com esse problema de vendas e com a conta no vermelho a BMW optou por encerrar com o modelo em 1959.

BMW Z1 – 1988 a 1991

Cerca de 30 anos depois a BMW voltava a apostar no segmento de roadster pequenos, com a chegava do novo BMW Z1.

O modelo foi apresentado em 1985 ainda sob conceito e apresentado na forma oficial em 1987. O Z1 causou um frisson no público do Salão do Automóvel de Frankfurt. O design assinado pelo holandês Harm Lagaay garantiu que o Z1 tivesse muita personalidade e criasse no público o desejo de ter um na garagem.

O visual era simples e elegante, com seu capô longo e traseira curta – itens clássicos dos roadster da marca – contrastavam com a lateral limpa e faróis quadrados e da grade diminuta acompanhada por duas grandes aberturas laterais para poder resfriar melhor o motor.

E por falar em motorização, a marca Bávara apostava em seu motor consagrado – para não perder tanto dinheiro como com o 507 – um seis em linha com 12 válvulas com direito a injeção eletrônica da Bosch, fazia com que o motor rendesse 170 cavalos e 22,2 kgfm de torque.

O câmbio para o Z1 era o manual de 6 velocidades que era compartilhado com o BMW E30. O modelo foi substituído pelo Z3 que era baseado no Série 3 – E36 – e lançado em 1995.

BMW Z3 – 1995 a 2002

Se seus antepassados foram limitados a poucas unidades devido ao seu alto custo e basicamente serem “séries especiais” com o BMW Z3 a conversa muda de rumo.

Ele foi o primeiro roadster a ser produzido em série pela marca e com isso ela podia provar que sim, dá para ter um esportivo pequeno dentro do seu portfólio sem que isso a afunde em dívidas.

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Com o crescente sucesso do japonês Mazda MX-5, a BMW começou a se mexer para poder mostrar que tinha aprendido com seus “erros do passado”.

Para provar que agora ela sabia como o jogo funciona, decidiu colocar uma meta para o novo modelo: ele não poderia custar mais que o Mazda e tinha que vender ao menos 100.000 unidades ao longo de sua vida útil.

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A primeira aparição do Z3 se deu em 1991 – mesmo ano que o Z1 deixava de ser produzido – quando ainda estava sob a forma de conceito chamado Ur-Roadster.

O conceito tinha linhas bem robustas, capô longo e faróis bem pequenos e redondos.

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A grade tradicional da BMW estava lá – só que bem menor e mais quadrada – e seu para choque era bem limpo e contava com as luzes de indicação também pequenas, na cor laranja.

Suas lanternas de neblina posicionadas na base do para choques eram mais retangulares e diminutas.

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Na lateral o modelo contava com três pequenas aberturas para ajudar a resfriar o motor, e suas portas eram extremamente curtas e pouco convencionais – caso o modelo de produção seguisse tal ideia – e isso contrastava com as enormes caixas de roda traseiras.

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Embora a traseira fosse curta, a musculatura das caixas das rodas reforçava que daquela visão o modelo seria bem invocado.  O mesmo padrão de lanternas pequenas e arredondadas era visto na traseira, que tinha um visual bem limpo e coeso.

BMW Z4: detalhes, versões, motores e equipamentos (3 gerações)

Já no ano seguinte, sob os cuidados do designer japonês Joji Nagashima – criador da Série 5 (E39) e do Série 3 (E90) – o Z3 começava a ganhar forma.

O processo até chegar no modelo de produção levou cerca de 38 meses. Para que o modelo se tornasse vendável e tivesse preço competitivo, a BMW aproveitou e muito do Série 3 – E36 – que fora apresentado em 1991.

BMW Z4: detalhes, versões, motores e equipamentos (3 gerações)

A base escolhida do Série 3 E36 Compact, o hatch do carro mais vendido da BMW tinha apenas uma diferença em relação as outras versões de carroceria: sua suspensão traseira que usava sistema de braços semiarrasados.

Eles ocupavam menos espaço que uma tradicional suspensão do tipo Multilink e eram muito mais baratos de se produzir.

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Para se manter nas primeiras posições no ranking de vendas, a BMW resolveu destinar a maior parte de sua produção para os Estados Unidos – na planta de Spartanburg, Carolina do Sul, região sudeste dos EUA.

Diferente de qualquer outro modelo, o Z3 não fez seu debut em algum Salão do Automóvel famoso, ele fez bem mais do que isso, ele apareceu no filme do espião mais famoso do mundo – e não estamos falando de Ethan Hunt de Missão Impossível – e sim do lendário 007.

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O filme 007 contra Golden Eye caiu como uma luva para apresentar o modelo – que era o carro principal de James Bond – e para provar que não eram só os alemães que sabiam fazer carros bons, os norte-americanos também conseguiam tal feito.

O carro rendeu tanto para a marca, que em meados de 1998 o modelo recebia o famoso selo M – que agora recebia o motor do M3 E36 – 3.2 litros V6 associado a um câmbio manual de 5 velocidades – capaz de gerar 240 cavalos e 32,6 kgfm de torque.

Já para o mercado europeu, era oferecido um motor com 325 cavalos e 35,6 kgfm de torque.

Apesar da diferença de potência para os motores, a aceleração tinha apenas a diferença de 0,9 segundo.

O modelo norte-americano fazia o 0a100 em 5,2 segundos enquanto o modelo europeu fazia em 4,3 segundos. O modelo saiu de linha em 2002, depois de mais 100 mil unidades vendidas – eles atingiram a meta! – para dar lugar ao BMW Z4.

BMW Z8 – 1995 a 2002

Antes de falarmos da primeira geração do BMW Z4 apresentada em 2002, vamos dar uma breve passada no Z8 – modelo de produção limitada que seguiu firme entre 1995 e 2002.

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O modelo que tinha forte inspiração no 507 de 1955, tenta imprimir na nova década seu estilo revolucionário em uma nova carroceria e com novos motores.

A começar pela grade dupla que no Z8 era mais larga e abrigava os faróis de neblina redondos. Nas extremidades os repetidores de seta eram menores e tinham formas mais retangulares.

Seus faróis principais eram mais amendoados e traziam dois refletores redondos dentro da máscara negra. O capô longo – tradição dos roadster – estava lá, assim como as estreitas portas e uma generosa entrada de ar, que também abrigava o logo da BMW nas laterais.

A maior ousadia do modelo ficava por conta das lanternas traseiras, que eram extremamente finas e retilíneas. O porta placas abrigava uma luz de neblina e a de ré, e na base dos para choques os refletores estavam ali para harmonizar o conjunto.

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Seu interior contava com um visual totalmente diferente do que os consumidores estavam acostumados.

O painel de instrumentos era alocado no centro do painel, com seus quatro mostradores, o que deixava o painel com desenho simétrico e elegante.

Uma das combinações mais famosas de cores era a prata para o painel e vermelho para o estofamento do interior. Seu volante com 3 raios e de aro grande era um dos destaques do painel.

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No quesito motorização, o Z8 utilizava um 4.9 litros V8 emprestado do BMW M5 – com 440 cavalos e 51 kgfm de torque e sempre associado ao câmbio manual de seis velocidades.

Assim como o Z3, ele também foi protagonista de um dos filmes do James Bond – “O mundo não é o bastante” de 1999 – e graças a isso, cerca das 5000 unidades produzidas, 400 delas foram especialmente para os Estados Unidos.

O modelo sai de linha 2003, quando o BMW Z4 já tinha um ano de produção.

BMW Z4 – 2002 a 2008

Agora sim, vamos falar do BMW Z4 que desde 2002 vem ganhando cada vez mais clientes para a marca Bávara e vai dividir a próxima geração com o lendário Toyota Supra.

Apresentado no Salão do Automóvel de Paris em 2002, o Z4 começou a ser produzido de forma oficial em setembro do mesmo ano. Assim como o Z3, o BMW Z4 compartilha base e plataforma com outros modelos da marca para baratear o custo e poder ampliar seu índice de vendas.

Como o Z4 era ligeiramente maior que o antecessor, novos materiais foram introduzidos para reduzir o peso total do carro.

Alumínio era utilizado no capô e magnésio no teto para deixar o peso do Z4 o mais baixo possível e assim fazer com que o modelo fosse mais econômico também.

Um dos artifícios também utilizados para reduzir o peso total foi a abdicação do uso do estepe por pneus do tipo run flat, que fizeram com que o carro ganhasse mais espaço dentro do diminuto porta malas e reduzisse seu peso total.

BMW Z4: detalhes, versões, motores e equipamentos (3 gerações)

A produção da primeira geração do Z4 ficou a cargo da planta da marca em Greer, na Carolina do Sul – nos Estados Unidos.

Além de sua produção em solo americano, o novo BMW Z4 apostava em novas tecnologias de segurança como o freio a disco nas 4 rodas, freios ABS, controle eletrônico de tração e estabilidade e o auxílio da direção elétrica, compunham o pacote tecnológico do Z4.

BMW Z4: detalhes, versões, motores e equipamentos (3 gerações)

No quesito design, a primeira geração do Z4 contava com faróis largos e de desenho elegante.

A grade bipartida era menor que em seus antecessores uma entrada de ar com forma trapezoidal com cantos levemente arredondados compunham o visual dianteiro.

Nas laterais, o destaque maior do Z4 ficava para as linhas que formavam um “Z” e no encontro delas estava o logo da BMW.

O interior era elegante e trazia tons mais sóbrios de cinza e preto. Materiais mais nobres ajudavam a compor o acabamento do painel e dos assentos.

BMW Z4: detalhes, versões, motores e equipamentos (3 gerações)

A versão coupé do BMW Z4 – de teto fixo – foi apresentada durante o Salão do Automóvel de Frankfurt de 2005.

Por conta do teto fixo, o espaço dentro do porta malas aumentava consideravelmente. Passava de 240 para 290 litros. E ajudava a harmonizar com as lanternas traseiras do Z4 que tinham uma leve saliência para abrigar as luzes de indicação de seta.

BMW Z4 – segunda geração de 2008 a 2016

A segunda geração do BMW Z4 foi apresentada no Salão do Automóvel de Detroit em 2009.

Agora o Z4 vinha da Alemanha direto da fábrica de Ratisbona. Um dos destaques mais marcantes dessa geração era o teto rígido, uma solução adotada pelo rival Mercedes-Benz SLK.

A nova gama de motorizações era maior que de seu antecessor, cerca de 5 opções de motorização e 4 opções de câmbio – manuais de 6 velocidades, automático de 7 ou 8 velocidades.

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No quesito design, o novo BMW Z4 agora remete aos modelos maiores da marca como o Série 3 e 5, com seus faróis mais largos e dotados dos famosos “Angel’s Eyes”.

A grade fica levemente maior e conta com aletas cromadas – dependendo da versão – e mantém a elegância que se espera encontrar num típico BMW roadster.

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A lateral do BMW Z4 por sua vez perde o característico “Z” em troca de vincos mais suaves e linhas mais limpas.

Mas isso não quer dizer que o Z4 tenha perdido o famigerado logo nas laterais, e na traseira, as lanternas estão levemente maiores e mais amendoadas e fazem com que a traseira tenha um ar elegante e limpo.

BMW Z4 – terceira geração 2017 – presente

Como dito anteriormente, a 3ª geração tinha seu desenvolvimento avançado e foi mostrada ao mundo em agosto de 2018, em Pebble Beach. De início, a marca decidiu mostrar a versão M40i First Edition, com motor 3.0 turbo de seis cilindros em linha com 340 cv e 50,1 kgfm.

As vendas dessa configuração começaram apenas no segundo semestre de 2019, enquanto a opção mais mansa 30i apareceu na primeira metade daquele ano. Além da extensa renovação visual, o novo Z4 apareceu com saídas de ar atrás das rodas dianteiras, capota de tecido, rodas de 19 polegadas e um discreto spoiler.

Por dentro, a tecnologia estava mais presente do que nunca, com painel de instrumentos digital, nova central multimídia, novos bancos esportivos, som da Harman Kardon, entre outros.

Além da potente versão M40i, o modelo da BMW também tinha as opções sDrive30i e sDrive20i, ambas com motor 2.0 turbo de 4 cilindros e potência de 260 cv e 200 cv, respectivamente.

Depois de ser exibido em Pebble Beach, o novo BMW Z4 fez sua estreia oficial no Salão de Paris, em outubro de 2018.

BMW Z4 no Brasil

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Depois de ter sido comercializado entre 2003 e 2016, o BMW Z4 saiu por algum tempo do configurador da marca, mas permaneceu com uma ampla oferta de versões, modelos e cores disponíveis no mercado de usados.

Por ser um BMW e estar no país das bananas, o BMW Z4 nunca foi exatamente uma explosão em vendas, é claro. Mesmo bem equipado e com uma oferta bem farta de equipamentos e motores, o modelo foi descontinuado do nosso mercado em meados de 2016.

Depois disso, porém, a marca decidiu trazê-lo para o Salão do Automóvel de São Paulo de 2018, exibindo a versão M40i e indicando que em breve suas vendas seriam retomadas. E isso realmente aconteceu em abril de 2019, mas de início com a versão sDrive30i M Sport, por R$ 309.950.

BMW Z4: detalhes, versões, motores e equipamentos (3 gerações)

A terceira geração estreou no país nessa versão mais “mansa”, com motor 2.0 turbo de 258 cv e 40,8 kgfm, aliado à transmissão automática de oito marchas. A aceleração de 0 a 100 km/h era feita em apenas 5,4 segundos.

Não demorou muito, porém, e a esportiva M40i chegou ao Brasil. Isso ocorreu em agosto de 2019, com preços partindo de R$ 384.950. O motor fazia jus ao visual e ao preço diferenciados, despejando 340 cv e 50,9 kgfm de seu 3.0 turbo de seis cilindros.

No desempenho, uma bela diferença, com aceleração até os 100 km/h em 4,5 segundos e velocidade máxima de 250 km/h (limitada eletronicamente). Ele também vinham mais equipado, com pneus run-flat, multimídia de 10,25 polegadas, painel digital, som da Harman-Kardon, piloto automático adaptativo, entre outros.

Em 2021, o BMW Z4 segue sendo vendido nessas duas versões, sendo que a sDrive30i M Sport custa R$ 420.950 e a topo de linha M40i sai por R$ 504.950, representando uma bela alta nos valores.

Kleber Silva

Kleber, 28 anos, designer e apaixonado por carros desde pequeno. Formado em design gráfico pela UNIP, ouvinte assíduo de música pop e master chef nas horas vagas.