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Brasil: GM deseja transportar carros por ferrovias

Brasil: GM deseja transportar carros por ferrovias

A General Motors do Brasil anunciou interesse em transportar automóveis exportados do Brasil por sistema ferroviário, fluvial e cabotagem. A notícia foi dada por Carlos Zarlenga, presidente da GM na América do Sul.


A empresa avalia fechar parcerias com outros grupos empresariais para fazer a diversificação do transporte. O ponto central dessa modalidade consiste, primeiro, em reduzir o custo de logística e, assim, melhorar a competitividade. Se o modelo for adotado, a General Motors terá melhora na produtividade local e carga tributária reduzida.

Brasil: GM deseja transportar carros por ferrovias

Zarlenga não adiantou detalhes do estudo, mas informou que é possível até mesmo desenvolver o transporte, assim como a mineradora Vale tem feito. O presidente da GM também disse que a companhia não está sozinha nessa proposta.


Além disso, as exportações não ficariam apenas em automóveis, mas sim em vários outros produtos.

A GM está investindo R$ 10 bilhões na região. Entre os anos de 2020 e 2024 novos carros serão lançados. Muitos deles também serão exportados. “Com o novo portfólio e preços competitivos essa participação nas vendas na região poderá chegar a 80% de carros produzidos localmente”, explica Zarlenga.

Brasil: GM deseja transportar carros por ferrovias

A General Motors pretende lançar 30 carros até 2024; 11 neste ano; e em 2020, o país vai receber sete novos veículos. Importado dos Estados Unidos, o elétrico Bolt já está com passaporte carimbado para chegar ao Brasil. O carro vai custar R$ 175 mil (incluindo carregador de bateria e instalação).

Anualmente, a General Motors do Brasil exporta cerca de 30 mil carros da América do Sul, exceto a Argentina. Caso as outras modalidades de exportações sejam concretizadas, a empresa passará a enviar entre 130 mil a 150 mil veículos a cada ano. “Desenvolver um sistema multimodal de transporte é fundamental, pois com o custo logístico atual, é difícil competir para exportar”, ressalta Carlos Zarlenga.

O governo também já participa dos estudos. Ainda não há outros detalhes sobre a concretização do projeto.

[Fonte: Terra]

Brasil: GM deseja transportar carros por ferrovias
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Darlan Helder

Darlan Helder

Darlan Helder, natural de São Paulo, é jornalista e fotógrafo. Escreve na internet sobre o universo automotivo desde 2011. Além disso, atua com produção de conteúdo para plataformas digitais em agências de comunicação.

  • Lukoh

    Brasil tem que ser rasgado de norte/sul/leste/oeste com ferrovias!!!

    • Guilherme Batista

      O pior é que já existe uma malha gigante que só não é usada por causa de burocracia e corrupção dos governos.
      Qualquer pessoa que já tenha ido a Europa ou America do Norte sabe que maravilha que é realizar os transportes por ferrovia

    • Deadlock

      Quem pode já está fazendo o transporte de carga por cabotagem, devido aos assaltos e o custo dos seguros. Porque essas coisas boas demoram para serem adotados no Brasil, como o transporte por trem (é o obvio e ululante)? E menos caminhões na estrada significa menos manutenção (pedágio mais barato), além do trânsito com mais fluidez….

      • Alexandre Monteiro

        Isso sem falar nos acidentes. Pode ver, toda vez que existe um acidente catastrófico em alguma rodovia, tem carreta, caminhão ou algum outro veículo pesado envolvido.

      • yurieu

        Só se comete crimes no Brasil porque não existe punição à altura. Muitos trens acabam rodando muito lentamente em alguns trechos, e é a festa para se roubar SOJA, combustíveis… o que o operador vai fazer?

    • Leo

      Pra quê!?

      Quando você compra um carro/moto/caminhão metade do valor é imposto que vai pro governo, ao abastecer qualquer um deles, metade do valor vai em impostos pro governo, ao trocar pneus metade dos impostos vai pro governo (pense nas carretas com nove eixos), fora IPVA, multas, etc.

  • Piston head

    Chega mais Fastand, explica pra gente o que tu acha. Em que grau seria a insatisfação dos caminhoneiros?

    • Matafuego

      Os caminhoneiros não queriam tabela de frete? Tá aí a resposta, vão ficar sem emprego. O erro foi o governo ter dado crédito subsidiado para comprar caminhão, criando uma oferta artificial de transportadores. Muita oferta e pouca procura tende a derrubar o preço de qquer coisa.

      • 😎.

        Menos os carros , esses sempre tem aumento de preços, seja qual for a condição

        • Matafuego

          Os carros sofrem do mesmo mal. O governo protege as montadoras aqui instaladas.

  • Isso seria ótimo, não só para carros, mas para produtos em geral. O custo de frete/seguro com certeza diminuiria o preço no final de muita coisa.

  • Alvarenga

    Tá certissimo, ja passou muito da hora de otimizar a matriz de transportes do pais. Depende tambem das empresas irem nessa direção e não apenas do governo.

  • Guilherme Macieski

    Na Europa e nos EUA é comum ver trens cegonha.

    • Paulo César de Carvalho Júnior

      Cara, tem carro chegando da China pra Europa, atravessando a Àsia de TREM!

      • Sino Weibo

        Nova rota da seda, maior corredor logístico do planeta!

  • vicegag

    Seria ideal, bela iniciativa, pena que no Brasil estes modais mencionados não sejam valorizados, em detrimento do rodoviário, que é pouco eficiente e caro.

    • Ernesto

      Pode ter certeza que tem muita pressão de sindicato nisso aí. Torcendo para que dê certo essa mudança que a GM pretende adotar.

  • Eduardo T. Küll

    Com algumas, MUITAS, décadas de atraso em relação ao que sempre se fez mundo afora…..

  • El Gato!

    O Brasil possui uma malha férrea e vias marítimas subutilizadas na minha opinião. É só perceber que uma greve de caminhoneiros pode parar o país. Essa iniciativa é louvável, e seria fantástico se outras marcas e setores industriais se interessassem por estes tipos de transporte.

  • Renato Almeida

    Nada de novo: trata-se de um modal usado no mundo todo e que seria ainda mais necessário no Brasil, dadas as dimensões do país. Mais um aspecto no qual o Brasil está décadas atrasado, contribuindo com sua baixa produtividade. O problema é que para tirar isso do papel, vai ter que bater de frente com muitas máfias instaladas pelo país.

    • Guilherme Batista

      A minha esperança que isso dê certo é justamente isto estar partindo de uma montadora.
      Se todas elas se unissem e adicionassem alguns outros setores, aí sim é provável que tenham um lobby maior do que a máfia caminhoneira.

  • SDS SP

    No país dos corporativistas, os fabricantes de caminhões e associações ligadas aos caminhoneiros fariam um escarcéu sem precedentes.

    • Paulo Lustosa

      Não acho que a Iveco, VW, MB e Volvo criem problemas por conta disso.

      • SDS SP

        Será? Já não basta os bilhões despejados pelos pagadores de impostos em forma de subsídios, não duvido que aconteça algo do tipo. Muito embora uma malha ferroviária para fazer frente ao transporte rodoviário levaria décadas para ser construída.

      • SDS SP

        Será? Já não basta os bilhões despejados pelos pagadores de impostos em forma de subsídios, não duvido que aconteça algo do tipo. Muito embora uma malha ferroviária para fazer frente ao transporte rodoviário levaria décadas para ser construída.

    • Guilherme Batista

      As fabricantes nem seriam problema tão grande, mas as associações e sindicatos sem dúvida dariam seu jeito de melar esse plano

    • Rodrigo

      Mas pode ter certeza absoluta disso. E se depender de aprovação do Congresso pode esquecer: tem pelo menos uma dúzia de deputados donos de transportadoras.

    • Carlos Silvano

      Pois é, teve uma época que o cartel dos cegonheiros brigaram com a Ford e queimaram um monte de cegonhas cheias de carros zero.

  • CanalhaRS

    Tomara, chega desta quantidade absurda de caminhões destruindo estradas e atrapalhando o trânsito.
    É uma coisa óbvia, qualquer país que queira ser competitivo precisa abandonar transporte por caminhões e adotar os trens e barcos.

  • Se te um setor em que o BNDS deveria emprestar dinheiro a juros de mercado seria para empresas que têm função de expandir a rede ferroviária. Todo mundo ganha, o custo do frete impacta em muito o custo dos produtos, além do custo do frete tem a questão da segurança, roubar um caminhão carregado de eletrônicos é muito mais fácil que roubar um trem de carga.

  • Donald Acap Acap

    Faz tempo que esse país precisa reduzir a dependência da caminhões, Boa iniciativa da gm

  • Sino Weibo

    Agradeçam a JK, e presidentes subsequentes, que deixaram sucatear a malha. As empresas viraram antros de corrupção. Como aquela Valec, a Dilma inaugurou a ferrovia Norte-Sul umas 3 vezes e nao esta pronta! Por isso que foi revoltante o BNDES emprestando dinheiro a juros baixíssimos para Venezuela ter metrô, Cuba ter porto, obras pra manter ditadura em Angola, como a família mais rica de África e o Brasil ter esse gargalo imenso que nas horas de crise vemos como faz falta.

  • Anderson

    A planta de são Caetano já é atendida por uma ferrovia. Muitas bobinas de aço são transportadas por lá. A adaptação para o transporte de veículos não deve ser difícil

    • zekinha71

      O problema é na descida da serra, a cremalheira está com 97% de uso, chegou no limite de uso, pra poder aumentar o transporte de cargas teria que construir outra via na serra e aí serão bilhões em investimento e anos para conseguir autorizações e obras. ou seja antes de 2030 nem pensar.

      • Ernesto

        Será que o foco não será Gravataí?

        • zekinha71

          Pode ser, e facilitaria a exportação pro Mercosul, menos o Paraguai que parece que não tem uma ferrovia sequer.

      • CharlesAle

        MAs será que a Sorocabana( aquela ferrovia que desce a serra ali pelo extremo sul do SP, Marsilac, por ali…) não daria conta de levar os carros?. Não sei, sou leigo no assunto, mas sei que há duas ferrovias que descem a Serra..Problema é que levar os carros de trem de SCS, para passar para o trem da Sorocabana, ia ser uma manobra e tanto!!!

        • zekinha71

          O trem teria que sair de SCS cruzar a Luz que só liberada pra cargas de madrugada, ir até Mairinque pra voltar pra Marsilac (a linha que existia que cruzava a zona sul na região de Grajaú, Parelheiros foi desmontada, e o que sobrou está sendo reformado em ritmo de um tijolo por dia pra CPTM aumentar a Linha 9) e daí descer a serra sair lá pros lados de Itanhaém e depois voltar tudo pra Santos dando uma volta que passa dos 200 kms e com sérias restrições de horário.
          Se existisse o Ferroanel ia ser fácil, mas como não existe um centímetro construído, essa volta toda é inviável, só é viável se for mandar pro Rio e MInas, de SCS é fácil passar em Suzano e dali despachar pra essa região.

          • CharlesAle

            Nossa! Uma māo de obra absurda! Mas quem.sabe com.o interesse de montadoras( e todo seu poder de lobby) o ferroanel nāo comece a sair do papel… quem.sabe …..rsrs

  • itmrn

    alguns carros da GM já são transportados por ferrovia na Colômbia. Vão para o porto de Santa Marta.
    Colômbia, hein? Brasil com toda a possibilidade de investir na malha ferroviária, está perdendo tempo.

  • Fabiano Navas

    Nos fundos da fábrica da GMB, em SCS, há um desvio de linha férrea, de uma época não tão distante, onde peças e mercadorias chegavam até lá por trens de carga. Outrora, vi uma foto antiga de um trem saindo carregado de Corcel e Belina, da antiga fábrica da Ford do Ipiranga (na década de 70). Ou seja, antes estávamos mais evoluídos que hoje em questões logísticas.

  • Marconei Cone

    Sou totalmente favorável para a valorização do transporte ferroviário no Brasil, tão esquecido nas últimas décadas. É mais barato e eficiente e ainda pode ser mesclado com o transporte de passageiros para aumentar o benefício social. Corre no senado a PL 261/2018 do senador José Serra que traz mudanças significativas e positivas para o setor, incluindo um sistema de autorregulamentação e investimento privado. A GM deve estar se baseando nesse PL para pautar seu investimento e possível expansão.

    • Murilo Gheller

      Na verdade não é mais barato (em tese poderia ser.. mas não é).. sem concorrência, a operadora ferroviária faz pesquisa de preço de frete dos outros modais e dá desconto de 5%… para mudar, tem que alterar as licitações.. e os contratos já firmados tem que ser respeitados.. ou seja, precisamos mudar algumas regras e o resultado só virá daqui uns anos… E hoje não tem como mesclar com transporte de passageiros.. as rotas existentes saem dos campos e lavoura para os portos… (com baixíssima demanda de passageiros).. sem falar na velocidade dos trens.. ninguém aceitaria viajar a 35km/h.. que é maior média nacional de trens… logo, precisariam ser feitas novas rotas para passageiros… com investimentos que jamais trariam retorno financeiro..

      • Marconei Cone

        Sim, mas me referi ao futuro pois a legislação atual trava o investimento e é por esse motivo que sou favorável a PL. Hoje a malha ferroviária está pequena e restrita. Com essa mudança, fica mais fácil e menos burocrático para que as empresas interessadas façam investimento privado ou por meio de ppp, aumentando a concorrência e reduzindo custos. Isso pode alavancar o setor. O transporte de passageiros virá com o tempo ou ainda poderá ser negociado como ocorre na ferrovia Vitória Minas, por exemplo.

    • Malvino Jose Moreira Junior

      Até hoje aguardando o Trem bala campinas x RJ para ver os jogos Rio 2016 kkkkk

  • Bil

    Meu sonho era viajar de trem pelo país. Não só carga, passageiros, por favor!

  • yurieu

    é… ainda estamos no tempo da pedra.

  • ocampi

    Ferrovia já.

  • RIP Brazil

    Ao estagiário, por favor libere o link do vídeo sobre as ferrovias.

    • RIP Brazil

      Aos estagiários, se houver mais de um.

  • RIP Brazil

    Para ler mais sobre:
    Sobre as transcontinentais americanas:
    The Progressive Era – Rothbard, primeiros três capítulos
    Sobre cartéis em ferrovias nos EUA e como o governo foi usado para cartelizar:
    The Iowa Pool, de Julius Grodinsky, e Railroads and Regulation, de Gabriel Kolko

  • Sato Trebzonte

    Nos anos 60 muitas Kombis saiam de S.B do Campo para o inteiror de SP na região de Bauru via ferrovia e hoje vem via caminhão, aonde erramos?

  • Luiz Fernando Pesce

    Rsrsrsrs, há 25 anos atrás tentamos (eu trabalhava em um montadora de São Bernardo) fazer a exportação de nossos produtos via ferrovia. Enviar nossos produtos para a nossa filial na Argentina e de lá retornar com os produtos argentinos para o Brasil.
    É IMPOSSÍVEL.
    O problema já começa no Brasil que possui dois tipos de bitolas diferentes: uma de 1,00 m e outra de 1,60 m, então não dá nem para fazer transporte ferroviário aqui dentro.
    A bitola adotada na Argentina e no Uruguai é a bitola padrão 1,43 m (4,7 pés) padronizada nos EUA e Europa no século 19.
    Imagina o tamanho do páteo de manobras para retirar o veículos dos vagões brasileiros e colocar nos vagões argentinos.
    Mesmo que fosse possível fazer o transporte ferroviário Brasil – Argentina tem uma coisa cultural brasileira que impede:
    ATÉ HOJE SE JOGAM PEDRAS NOS TRENS.
    Quanto custaria fazer um Vagão Baú para transportar os veículos sem que fossem prejudicados?

  • Lucas Carniel

    O Brasil tem jeito sim

  • guilherme

    Tem muitos rios e mar, mas não há portos e dragagem para melhorar o calado. Com baixo investimento, poderíamos ter uma rede enorme de hidrovias. Um exemplo é a hidrovia do mercosul, cujo projeto tem mais de 40 anos e nunca saiu do papel (ligaria os principais municipios do rio grande do sul à montevideo e buenos aires).

  • Carlos Silvano

    Vão ter que enfrentar a máfia dos cegonheiros…

  • Malvino Jose Moreira Junior

    A china já investe nisso em escala continental , o Brasil deveria acabar com os gargalhos de infraestrutura , para ter um futuro melhor!

    1 – Ferrovia Londres (Inglaterra)/ Yiwu (China)
    Custo não divulgado

    Em abril, um trem com 30 contêineres fez a viagem inaugural no primeiro trecho da linha, que vai passar por sete países no caminho entre China e Inglaterra: Cazaquistão, Rússia, Bielorrússia, Polônia, Alemanha, Bélgica e França.

    2 – Ferrovia Kunming (China)/Vientiane (Laos)
    US$ 5,9 bilhões
    Será usada para transporte de passageiros, com trens de alta velocidade que farão todo o percurso em apenas 10 horas. Terá 33 estações, com início de operações previsto para 2020.

    3 – Túnel Kamchiq (Uzbequistão)
    US$ 1,9 bilhão
    É o túnel mais longo da Ásia Central, e passa por sete falhas geológicas. Uma obra complicadíssima. Mas que já está pronta: o túnel foi aberto em 2016. Nos próximos anos, ele será conectado à malha ferroviária que os chineses estão construindo.

    4 – Ferrovia Moscou (Rússia) / Kazan (Rússia)
    US$ 16,7 bilhões
    Deve ficar pronta em 2020. Seus trens de passageiros vão alcançar 400 km/h e passar por 15 estações. Além de ligar as duas cidades russas, faz parte de um projeto maior: uma estrada de ferro de 7 mil km, ligando Moscou a Pequim.

    5 – Ferrovia Kunming (China) / Bangkok (Tailândia)
    US$ 12 bilhões
    Vai levar pessoas entre os dois países, por um terço do preço da passagem aérea para o mesmo trecho. Deverá ficar pronta em 2020, e será conectada a uma nova linha entre Tailândia e Singapura.

    6 – Corredor de gasodutos e oleodutos da Ásia Central
    US$ 7,3 bilhões
    Os EUA sempre desejaram fazer essa obra – mas os chineses parecem mais perto de dobrar a resistência da Rússia e do Irã. Vai levar gás do Turcomenistão e do Cazaquistão para a China e a União Europeia.

    7 – Corredor de infraestrutura Kashgar (China) / Khunjerab (Paquistão)
    US$ 54 bilhões
    Engloba rodovias, ferrovias, gasodutos, oleodutos e redes de telefonia e internet. Os chineses terão acesso direto à Caxemira (região atualmente disputada por Índia e Paquistão).

    8 – Ferrovia Addis Abeba (ETIópia) / Golfo de Aden (DjibuTI)
    US$ 4 bilhões
    Parcialmente inaugurada em outubro de 2016, a estrada Já leva cargas e, este ano, começará a transportar passageiros. A viagem, que de carro demora três dias, agora será percorrida em 12h.

    9 – Ferrovia Budapeste (Hungria) / Belgrado (Sérvia)
    US$ 2,9 bilhões
    Será o primeiro pedaço de uma estrada maior, que deverá chegar a Atenas. A obra tem gerado polêmica na Europa, pois os chineses não divulgaram os detalhes do contrato que assinaram com o governo húngaro.

  • Pai Nosso

    O Brasil não tem dinheiro suficiente para implantar uma rede ferroviária capaz de atender nossas necessidades de transporte em grande volume.Além das dificuldades técnicas (bitolas, material rodante, vias rápidas etc) teríamos que enfrentar a burocracia dinossáurica, a insegurança jurídica, o bloqueio sindical e por aí vai. Até a 2ª guerra, o grosso do transporte era feito por trens e embarcações. Quando o conflito terminou, ambos modais estavam sucateados e nunca puderam ser recuperados a contento. Além disso, o comando dos portos e estações foi entregue aos respectivos sindicatos que simplesmente impediram qualquer tentativa de melhorar o funcionamento. Juscelino fez muitas bobagens (a começar por Brasilia) mas ele não tinha poder suficiente para enfrentar esse problema. Resultado: era mais fácil carregar um caminhão na porta da fábrica e despachá-lo para qualquer lugar do país. Isso que as rodovias eram terríveis. Por outro lado, no mundo inteiro as malhas ferroviárias exigem subsídios para se manterem ativas.

  • Saulo Bezerra

    A GM só fala isso pq não fabrica um caminhão sequer. Vamos ver se a VW fala tamanha heresia…

    Falar é fácil, põe isso aí no papel, digo no papel msm pq na prática, meus filhos que nem nasceram não irão ver.

    Brasil e o retrógrado tomando conta.

  • Guilherme Batista

    Mafia caminhoneira não é igual a mafia de caminhoneiros.
    Pra bom entendedor, meia palavra basta

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