BYD revela detalhes do interior do Novo Dolphin Mini, que conta até com banco com massagem para o motorista e compartimento dianteiro sob o capô

BYD Dolphin Mini verde com teto aberto, bancos brancos, volante e tela central visíveis em vista superior
O novo BYD Seagull, chamado Dolphin Mini no Brasil, aparece com a cabine redesenhada e bancos dianteiros de ajuste elétrico.

A transformação do compacto elétrico mais acessível da BYD vai muito além do visual, trazendo soluções que aproximam o Seagull de modelos maiores e mais sofisticados.

A segunda geração do hatch elétrico estreia tração traseira, interior redesenhado e uma lista de equipamentos ampliada pouco antes de sua chegada às lojas chinesas.

Entre as principais novidades aparece uma grande tela flutuante com divisão 3/7, responsável por concentrar tanto os instrumentos quanto diferentes funções do sistema multimídia.

A porção esquerda mostra velocidade, marcha selecionada, autonomia, consumo de energia e modos de condução, enquanto a área maior reúne navegação, música e outros recursos.

Os bancos dianteiros passam a oferecer ajustes elétricos, enquanto o assento do motorista acrescenta função de massagem, item pouco comum entre modelos dessa faixa de mercado.

BYD Dolphin Mini verde visto de cima, com bancos brancos, bicicletas e objetos acomodados nos compartimentos
A nova geração do BYD Seagull mostra os espaços internos usados para acomodar bicicletas e outros objetos.

A cabine também recebe iluminação ambiente com várias cores, além de saídas de ar traseiras ajustáveis para melhorar o conforto de quem viaja na segunda fileira.

Dois compartimentos adicionais foram instalados sob os bancos traseiros, ampliando as possibilidades para guardar pequenos objetos sem comprometer o espaço destinado aos ocupantes.

A BYD ainda oferece seus chamados botões magnéticos “Magic”, acessórios que podem ser posicionados no interior para controlar determinadas funções do veículo.

Outra mudança importante acontece na arquitetura mecânica, pois o motor elétrico agora fica instalado no eixo traseiro e transforma o novo Seagull em um modelo de tração traseira.

Painel do BYD Dolphin Mini com volante branco, tela central exibindo menus em chinês e iluminação azul
O painel do novo BYD Seagull reúne uma tela central flutuante e iluminação azul ao longo do acabamento.

Essa configuração libera espaço na dianteira para um compartimento de 94 litros sob o capô, solução inexistente no formato tradicional da geração anterior.

O porta-malas convencional também ganha destaque pela capacidade máxima de 1.380 litros quando os encostos dos bancos traseiros são rebatidos.

As dimensões cresceram para 4,21 metros de comprimento, 1,81 metro de largura e 1,57 metro de altura, acompanhadas por entre-eixos de 2,65 metros.

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BYD Dolphin Mini verde com capô aberto e componentes visíveis, ao lado de texto em chinês
O novo BYD Seagull é mostrado com o capô aberto, destacando o compartimento dianteiro criado na segunda geração.

A propulsão fica por conta de um motor elétrico de 95 kW, equivalente a aproximadamente 129 cv, mantendo a proposta urbana apesar do aumento geral do veículo.

Duas opções de bateria estão previstas, com capacidades de 30 kWh e 39,2 kWh, atendendo diferentes níveis de autonomia e posicionamento dentro da linha.

Dependendo da configuração, a autonomia varia entre 320 e 420 km pelo ciclo CLTC, números equivalentes a aproximadamente 262 e 344 km pelo padrão WLTP.

Compartimentos abertos sob o banco traseiro de um BYD Dolphin Mini, com bolsa e objetos guardados
A segunda geração do BYD Seagull incorpora compartimentos adicionais sob os bancos traseiros para guardar pequenos objetos.

A expectativa é que o modelo também receba carregamento ultrarrápido capaz de elevar a bateria de 10% para 97% em apenas nove minutos.

Outra opção prevista é um LiDAR instalado sobre o teto, componente ligado ao pacote de assistência à condução DiPilot 300, também conhecido como God’s Eye B.

O posicionamento comercial coloca o novo Seagull diretamente diante do Geely EX2, atualmente um dos modelos de maior volume no mercado chinês.

BYD Dolphin Mini rosa visto de traseira, com lanternas horizontais e rodas pretas
A nova geração do BYD Dolphin Mini aparece em tom rosa na vista traseira, com lanternas horizontais interligadas.

A expectativa é de preço abaixo de 100.000 yuans (R$ 77.300), preservando uma das características que ajudaram a tornar o Seagull popular desde sua estreia.

A geração atualmente oferecida custa entre 69.900 yuans (R$ 54.000) e 85.900 yuans (R$ 66.400), dependendo da configuração escolhida pelo comprador.

Entre janeiro e agosto, o atual BYD Seagull somou 74.087 unidades entregues, resultado 66,5% inferior ao registrado no mesmo intervalo comparável.

BYD Dolphin Mini rosa visto de frente, com faróis estreitos, rodas pretas e teto com sensor
O novo BYD Dolphin Mini tem carroceria maior e visual renovado, com faróis estreitos e elementos escurecidos na dianteira.

O novo modelo chega justamente para tentar renovar esse desempenho, combinando dimensões maiores, equipamentos incomuns no segmento e uma arquitetura de tração traseira completamente diferente.

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Escrito por

Eber do Carmo

Fundador do Notícias Automotivas, com atuação por três décadas no segmento automotivo, tem 20 anos de experiência como jornalista automotivo no Notícias Automotivas, desde que criou o site em 2005. Anteriormente trabalhou em empresas automotivas, nos segmentos de personalização e áudio. Sua rede social: Facebook

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