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CAOA planeja marca e carro elétrico nacionais até 2022

caoa-logo-1 CAOA planeja marca e carro elétrico nacionais até 2022

A CAOA não esconde mais sua intenção de ter uma marca 100% brasileira e mais, ela terá o primeiro carro elétrico nacional. A afirmação veio do próprio Carlos Alberto de Oliveira Andrade, de acordo com o site UOL. O empresário afirmou que o projeto já está em andamento e que o lançamento ocorrerá entre 2021 e 2022. O desenvolvimento está sendo tocado entre a engenharia da empresa e a alemã EDAG.



No entanto, a joint-venture com a Chery no Brasil será fundamental para a criação dessa nova marca e também no desenvolvimento de produto. CAOA confirmou que existe interesse da marca chinesa em colaborar com o projeto do carro elétrico da empresa. Na China, a Chery já dispõe de uma gama de carros elétricos e híbridos, tendo experiência no desenvolvimento e produção dos mesmos.

O Chery eQ, por exemplo, possui baterias de lítio e autonomia de 200 km. Além dele, há também o Chery eQ1, que é um carro urbano menor que o New QQ, que tem autonomia de 180 km. Os sedãs Arrizo 5 e 7 possuem versões híbridas plug-in no mercado chinês, mas a marca os oferece – assim como os outros dois citados antes – em seu site internacional. Recentemente, o Tiggo 7e foi apresentado com a mesma tecnologia e o Tiggo 2 já foi visto em versão 100% elétrica.

Além disso, CAOA revelou que dará garantia de sete anos para os modelos da Chery e que já negociou um acordo com os funcionários da empresa em Jacareí-SP para garantir a produção. Por conta dos atrasos, a CAOA-Chery atrasou o lançamento do crossover Tiggo 2 para o mês de março, afirma o empresário.

Ele também promete mais lançamentos da marca e cumprirá a programação anterior da chinesa, que anteriormente testava o SUV Tiggo 5, mas o modelo já estava bastante desatualizado em relação aos produtos mais recentes, como o Tiggo 7, que também já está sendo avaliado sob camuflagem leve. CAOA promete para julho a produção do primeiro modelo a ser feito em Anápolis-GO, onde a empresa possui uma planta que produz carros da Hyundai.

A instalação deverá fazer as duas marcas e será ampliada para tal. Da mesma forma, a fábrica da Chery em Jacareí também será atualizada. Além do Tiggo 2 e do Tiggo 7, a marca chinesa – e sua sócia brasileira – podem trazer o Tiggo 5x, que é o novo SUV compacto do fabricante, que tem plataforma compartilhada com o Tiggo 7.

Essa base, a T1X ainda sustentará outro SUV, um modelo de sete lugares que é similar ao Exceed TX, visto em Frankfurt. O SUV já roda em testes na China e compartilha até mesmo o painel com os outros dois. Haverá ainda outro modelo, mas ainda não se sabe como ele será.

Por fim, um novo utilitário esportivo de tamanho menor será lançado em 2019, provavelmente com 2,56 m, que é o limite mínimo da T1X, enquanto o Tiggo 9 ou Exceed para a China deve aparecer com 2,80 m. Ainda não se sabe quais desses projetos virá ao Brasil, mas o “Tiggo 9” seria uma opção interessante com sete lugares, ainda mais que compartilha elementos com os Tiggo 5x e 7. Todos sendo feitos em Anápolis, reduziriam enormemente os custos de produção.

[Fonte: UOL]

 

  • carroair30

    È isso ai CAOA ,mas antes pede “ums conselhos pra GURGEL” e manda bala…..

    • Rodrigo

      O CAOA é um médico-empresario.
      Amaral Gurgel era um engenheiro-entusiasta. Acredito que a diferença principal esteja aí – Para o bem e para o mal.

      • carroair30

        Fiz um roteiro de um filme aqui de “mocinho e LADRAO: Um cara quer montar uma montadora genuinamente BRASILEIRA,ai ele ,claro,nao tem todo capital para o investimento,ai ele procura um BANCO ,mas nao pode ser um BANCO QUALQUER,tem que ser o BNDS,mas esse banco diz nao,so que o ano que vem teremos eleiçoes,ai muda tudo,conversando melhor ,esse banco que é ESTATAL vai ser benevolente com esse empresario VISIONARIO,e como esse dinheiro e de um banco estatal ou seja é dinheiro PUBLICO,é feito o emprestimo a juros de pai pra filho com toda a eternidade para pagar,pra encurtar esse enrredo,daqui ums 5 ou 6 anos esse empresario “quebra” colocando a culpa em tudo e em todos,ai se vao nossos BILHOES que poderiam ter sidos empregados em EDUCAÇAO,SAUDE,MORADIA etudo que um pais descente tem.

        • Rodrigo

          Tomara que esse filme não passe de ficção.
          Já que esse senhor CAOA esteve envolvido em falcatruas com o Governo, deve ter aprendido alguma lição.

        • Samluzbh

          Hummm!, ta parecendo refilmagem…

        • Kleber Andrade

          BNDS provavelmente será extinto.

        • Sendo “advogado do diabo”: esse dinheiro do BNDES é para investir em negócios que gerem divisas para o país. Não iria para “educação, saúde, moradia etc.”, como as pessoas gostam de citar o tempo todo – principalmente porque “educação, saúde, moradia etc.” tem que ser financiadas com IMPOSTOS, que o povo não gosta de pagar.

          BNDES é para investimento em negócios que gerem empregos para o país – principalmente porque a iniciativa privada, a “benevolente”, jamais faria isso.

          • Alexandre souza

            Concordo com você, por causa de uns tem uma galera que sentia a porrada no BNDES, sem conhecer a fundo.

            • Detalhe importante, aliás: roubar do BNDES é roubar do país. Essa grana é para gerar empregos e desenvolvimento – não para ser embolsada, sem dar retorno algum.

      • Ainnem Agon

        Mas foi dele o primeiro carro elétrico nacional: Itaipú.

        • Rodrigo

          Que segundo consta nunca saiu do projeto. Se tiver 5 protótipos no total por aí já é muito.
          Não estou criticando o Gurgel (que em sua época foi um baita de um visionário), mas só colocando o fato de que objetivo sem estratégia está fadado ao fracasso.

  • Louis

    Estou aguardando um elétrico “acessível”, um Chery eQ ou Kwid elétrico. Mas para isso, precisam se apressar, porque meu carro do dia-dia atual está velhinho, e se eu precisar trocá-lo por outro convencional, esqueço de elétrico por 10 anos no mínimo.

    • Raul Pereira

      O plano teoricamente seria termos elétricos em 2020, já com uma matriz de produção energética doméstica. Teoricamente… agora, se governo vai deixar que essa indústria se desenvolva, aí é outra história

  • Daniel Mazarin

    Investigação descobre uma trama da Caoa em paraísos fiscais para esconder patrimônio e se esquivar de um pagamento de R$ 5 bilhões ao Fisco… Fonte: http://epoca.globo.com/tempo/noticia/2016/08/fraudes-fiscais-bilionarias-de-dono-da-caoa-amigo-do-pt.html

    • Louis

      Exatamente. Está aí a “força” deste grupo.

    • Uau!

      Considerando que imposto é roubo…

      • Daniel Mazarin

        Rouba do mais pobre aquele que sonega impostos… GRUPO CAOA no centro das três maiores operações da Polícia Federal em curso no país, Lava Jato, Acrônimo e Zelotes… Caoa só gente boa Uau!

        • Leonardo Teixeira

          Quem rouba do mais pobre é o estado

        • Uau!

          “imposto é roubo” é uma afirmação dentro do âmbito da Ética sugiro a pesquisa

  • Ricardo

    Se depender da propaganda enganosa tradicional da CAOA, serão produzidos carros a combustão e eles garantirão que são elétricos. Hahaha

  • Os melhores carros brasileiros “do MUNDO”… bom, sorte e sucesso para eles.

  • CanalhaRS

    Não deixa de ser uma boa noticia essa aquisição da representação da Chery pela CAOA.
    Teremos uma nova marca bancada pelo grupo, que alçou a Hyundai a premium no país, tendo mais opções e concorrência no mercado.
    Ao mesmo tempo, a Hyundai fica livre para ser representada oficialmente pela matriz, esperamos com mais agressividade e sem mentiras nas propagandas, hehehe…

    • Robert Dniro

      Que coisa logo pela manhã falei desse investimento da CAOA e comentei que eles tinham que explorar os carros elétricos, agora o NA já pública essa notícia. E que venham os elétricos.

    • Diego Germán de Paco

      Pra mim a questão da evolução da Hyundai nada tem de mérito a ser dado à CAOA…

  • leitor

    Comecei a ler e me perdi logo no início da leitura. Falou em 100% nacional, mas logo depois vi que tinha mãos alemães e chinesas todo instante. Seria melhor ter 51% ou mais nacional. As baterias até poderiam ser de outro lugar já que ainda se precisa de muitas pesquisas científicas. Mas a motorização, segurança, aparência, aerodinâmica, freios, suspensão, retroalimentação, interior e peças de manutenção poderiam ser 100% nacionais. A parte eletrônica ter uma parceria. Poderia ser até uma forma de penetrar em outros mercados que inclusive têm um interesse maior no assunto.

    • Nada é “100% nacional” hoje em dia. Entretanto, se o dono for brasileiro, as chances de termos pesquisa e desenvolvimento aqui crescem bastante – ainda que este seja o Estado, como na China.

    • Renato Alves

      Não existe, na indústria automobilística, empresa 100% nacional em nenhum lugar do mundo.

    • leitor

      Não existe 100% nacional em relação a peças e ações na bolsa. Muitas são de outros lugares mesmo. Mas o controle, administração, planejamento, podem ser.

    • Não existe mais empresa 100% de uma nacionalidade, quase se fiz empresa de um país X, é que a sede é daquele país, fora isso engenharia, desenvolvimento, pesquisa, hoje é feito e provém de diversos países e parcerias.

      A administração faz a diferença quanto a cultura e o que almeja cada marca, por isso mesmo uma VW hoje tendo pesquisa e desenvolvimento em países asiáticos por exemplo, não virou japonesa, continua com seu DNA, mesmo que com boa influência dos centros de pesquisa pelo mundo.

      Mesmo caso da CAOA, será brasileira, irá desenvolver e pesquisa no Brasil, mas terá auxilio de vários locais, mas o que vai definir qual seu estilo, como serão seus carros é a administração da empresa.

      • leitor

        Eu imaginava uma parceria na qual outras empresas mesmo de outros países fornecessem peças, materiais e tecnologia. Até mesmo motores se for o caso. Mas como fornecedores apenas.

    • Diego Germán de Paco

      Deviam tentar acionar uma parceria com a Embraer, e esta criar um braço automotivo. CAOA entrava com o dinheiro e a Embraer com know-how de como gerir uma indústria dessa magnitude, somada à engenharia desde “novo braço”. Se tivéssemos um governo forte, tentariam elevar as duas empresas juntas.

  • Rafael Neves

    É tanta versão do “Tiggo” que eu acho que só confunde o consumidor… custa colocar um nome novo?

    • Tosca16

      O nome não é ruim, é um nome para uma linha de modelos, Tiggo de SUV’s e Arrizo de sedãs … algo simples; do menor para o maior em tamanho, sendo simples saber que o Tiggo2 seria menor que o Tiggo5 e o tiggo5 menor que o Tiggo7… Audi e outras tantas marcas tem A3, A4, A6 e ninguém fala nada.

      • Rafael Neves

        Tosca eu concordo em partes pq uma coisa é vc nomear desde o início o modelo do carro com a marca, nos Audi por exemplo Audi 1, Audi 3, Audi 4 ou os Citroen C3, C4, C5… fica bem claro o aumento gradativo de categoria e tamanho e outra é vc pegar um modelo específico (Tiggo) e desenvolver veículos completamente diferentes. Me parece confuso mas nada que desabone os veículos apenas não é tão claro como os que vc mesmo citou na resposta Abs

        • Tosca16

          Assim, o modelo Tiggo aquele mesmo cópia da RAV4 de sei lá quando fez muito sucesso que se tornou “marca®” da Chery, na sua primeira atualização ainda era Tiggo FL, FL de facelift… depois a Chery decidiu ampliar a gama, veio a Tiggo5 e a antiga Tiggo virou Tiggo3; até aí tava muito bom, pois veio a Tiggo7 e eram tudo número ímpar, do menor Tiggo3 à maior Tiggo7… Como a Chery vem atualizando muito a gama, tiveram que fazer um concorrente dos aventureiros já que todas chinesas tinham modelos menores e a Chery só de 1.6 pra cima… não sei porque não foi Tiggo1, sei lá, acho que a “Tiggo1” pra eles é a pioneira kk, ou lançarão algo posteriormente. Aí veio a Tiggo2(Tiggo3X na China) do Celer, passou pouco tempo a Tiggo5 já estava antiga, já tinha passado por um facelift, não iam chamar New Tiggo5 novamente kkk, aí a nova tá como Tiggo5X.

          • Pior era a FNM, que nomeava seus Alfa Romeo com o nome do presidente do Brasil que estivesse no cargo. Coisa de puxa-saco descarado, já que era uma estatal.

  • Junior_Gyn

    Esta parceria CAOA – Chery pode ser o início de uma marca genuinamente nacional. A fábrica existe, falta agora investimento em pesquisa e desenvolvimento, para criação de uma plataforma própria. Projeto próprio.

    • Vitor Barcellos

      Sim, e agora como sócia da Chery, a CAOA vai se aproveitar muito, visando sempre o desenvolvimento de uma marca própria. E com relação a plataforma, e pesquisa, pode usar até essa parceria para desenvolvimento em conjunto

  • Alessandro

    Apesar de não concordar com as praticas de marketing da CAOA e muito menos com suas praticas de dumping e monopolio de concessionárias já bem difundidas, o Brasil com o mercado que tem não possuir nenhuma montadora nacional é muito ruim, mesmo que venha dele pelo menos o fato de iniciar o processo para existir uma empresa nacional nesse ramo eu apoio totalmente.

    • Henrique Alves

      Não é que não possua. A questão é que não possuem muitos atrativos para captar consumidores, a exemplo da Troller, da TAC ou da Lobini, que são nacionais mas não possuem preços convidativos, mercado de peças acessível e nem reconhecimento no mercado.

      • Alessandro

        Mas nao são industrias automotivas de verdade, basicamente sao montadores de carros artesanais nao existe a menor condição de concorrer com qualquer uma outra no mercado, seja por capacidade produtiva ou de peças ou pós venda.

        Agora o Grupo CAOA é o maior grupo de concessionarias atuamente no Brasil, atua no brasil inteiro e ja tem uma estrutura de distribuição completa ja montada para atender aos veiculos hyundai importados entao eles já estao em nivel que podem brigar em volume com uma PSA que já é muita coisa para uma marca nacional.

        • Henrique Alves

          Não é bem assim. Essa questão de ser uma fábrica artesanal pode até se encaixar com o perfil da Lobini, mas a Troller, por exemplo, subsidiária da Ford, compartilhando diversas peças com a Ranger, tem seu principal obstáculo ao crescimento os preços altos e o fato de se focar em carros com perfil de uso offroad, que não se enquadra na demanda da maioria dos brasileiros.
          A CAOA, por possuir meios efetivos para produzir carros de boa qualidade, dependerá mais da questão do marketing , para persuadir; e da manutenção das relações com clientes a partir do pós-venda, pois muitas marcas hoje em dia deixam a desejar.

          • Alessandro

            A troller agora é subsidiaria da ford e por tanto nao é mais uma empresa brasileira virou mais uma marca da ford.

            Quando era brasileira mesmo era difusor de ar do fiesta, chave de seta de palio, motor da iveco, quase o carro inteiro era utilizando peças comuns do mercado de outras montadoras, eles nao tinham nem capital e nem volume suficiente para conseguir bancar uma operação completa para fazer um carro, nao é demerito, para fazer apenas os moldes do interior plastico de um carro se passa facil de 50 milhoes isso sem contar a parte de eletronica, e metais, um carro completo desenvolvido do zero nao fica menos de 1 bi com um linha ja existente e perto de 2bi se a linha for toda nova.

            • Henrique Alves

              Então você está me dizendo que a Volvo e Lotus são chinesas, a jaguar e a land Rover indianas?
              Seguindo pela sua lógica boa parte das marcas d automóveis mundiais já trocaram sua nacionalidade nata.
              Infelizmente os custos de produção realmente eram proibitivos e a melhor estratégia foi se integrar a uma transnacional. Todavia isso não tira d empresa alguma seu berço e essência nacional.

              • Alessandro

                Sim são, o que vale é o lugar final onde o dinheiro vai parar, para onde os lucros vao.
                o fato de ter fabrica no brasil nao transforma Fiat e vw em brasileiras, o dinheiro vai pra fora no final.

                Recentemente aconteceu um fato onde a FCA mudou a sede administrativa para a inglaterra e a fiscal para a Holanda saindo da Italia, isso gerou uma repercussao negativa pelo governo italiano pois ele ajudou a manter a fiat viva enquanto estava mal das pernas e agora que ficou maior e global passou a recolher os lucros e impostos para outro pais fora da Italia.

                • Henrique Alves

                  A única coisa que muda, como você mesmo disse, é para onde os lucros vão. Todo histórico, now how e reconhecimento da empresa permanecem. Aliás, no caso da volvo, você acha que a empresa manteria seus lucros se fosse vista como uma chinesa? Sofrendo com os mesmos preconceitos de mercado?
                  Provavelmente não. O lucros só continuam a vir porque o nome Volvo não é visto como sinônimo de China , mas de Suécia , e é claro, reconhecida por todo seu histórico no setor automotivo, anterior a uma simples transação de mercado.

                  • Alessandro

                    Mas o que estou falando é que no mercado que tem a maior parte do pib no Brasil 100% das divisas vai para fora.

                    E mudando apenas para onde o lucro vai muda tudo, paises como inglaterra, suiça, holanda, atualmente tem uma industria fraca internamente porem possuem empresas gigantescas com operações estrangeiras e é um pais que vive basicamente de serviço e remessa de lucro externo, nenhum pais se torna rico e forte sem industrias nacionais fortes para gerar riquezas.

  • Bruno Silva

    Da um ponta de esperança, pq a CAOA já tem fábrica, já tem experiência com outras marcas etc. É a única hj que tem chance de fazer algo do tipo.

  • RTEC30

    Cuidado com estas promessas, se não cumprir perde mais credibilidade.
    Há espaço para marca nacional, mas tem que começar primeiro com confiança.

  • Jad Bal Ja

    Mas isso não é nenhuma novidade, a tempos a CAOA já dizia que tinha por objetivo lançar uma marca brasileira. Na época se comentou que a CAOA havia encomendado um reestilização do Tucson em um estúdio na Itália e que este seria lançado já com a nova marca. Com a crise a ideia acabou engavetada, mas pelo visto foi retomada, só que agora ao invés de se basear em tecnologia da Hyunday será da Chery.

  • Hugosw

    Sinceramente eu acho que para tudo isso dar certo eles deveriam tirar a marca Chery e colocar a marca CAOA nos carros, desvinculando a empresa Chinês e trabalhando muito nesta história de montadora nacional.
    Se mantiverem o nome Chery vai falecer rapidinho, pois o povo já acabou criando descrédito com os chinas.

    • Isso será possível a partir do momento em que tivermos a próxima versão destes carros.
      Um sucessor do Tiggo, ou do QQ, já pode ser “CAOA”.

  • Schack Bauer

    Quando eu vejo essas notícias de “carro nacional” só penso que lá vem dinheiro público no negócio…

    • leitor

      O BNDES existe pra isso. E o investimento do governo é importante. O problema está nos políticos que temos.

      • Schack Bauer

        Peço pra discordar. Dinheiro público tinha que ser gasto em educação, saúde, segurança e infraestrutura. Pra fabricar carro, eles que busquem uma solução financeira no mercado.

        • leitor

          Concordo. Mas o caso seria financiamento e não gasto. Gasto é pagar. Financiar implica em receber o investimento de volta, pagamento do empréstimo.
          Veja, se houver uma fábrica a mais, haverá mais empregos e a sociedade brasileira deverá ser compensada.
          O problema, como disse, está nos políticos que devem ser mudados. Se não mudarmos isso nunca haverá financiamento, perderemos oportunidades de desenvolvimento e ficaremos sempre por trás. Entrando ou não dinheiro público.

          • FrankTesl

            Mas só o fato de financiar isso e não outra coisa, ainda mais com juros de vó para neto, já significa uma série de desequilíbrios no mercado.

            • leitor

              Os juros que existem fora do Brasil são baixíssimos. Se comparar com o que temos aqui, lá fora tem mais vó do que mãe. Inclusive os mercados se equilibram assim mesmo. O problema é que aqui os juros e impostos são altos. No dia que baixarem haverá chance de equilíbrio, se não baixarem nunca virá.

        • Esse dinheiro é financiamento, não gasto. Tem que voltar em produção, compromisso das empresas em se manter no mercado brasileiro – que a iniciativa privada não fará, pois não é lucrativo.

  • D136O

    Pode contar que vai ter incentivos ao carro elétrico agora, desde que nacional obvio kkkkkkkkkkkkkk

    • FrankTesl

      O IPI tem alíquota de 25% para carros elétricos; de 7% para carros com motores flex até 1.0; e 13% para motores a combustão menores que 2.0 litros.
      Desse jeito já começa bem para incentivar a indústria nacional de carros elétricos.
      Um baita “desincentivo” ou incentivo às avessas.

      Carro elétrico paga mais que o triplo de alíquota de IPI que os carros com motores até 1.0 litro, e quase o dobro de IPI que carros à combustão com motores à combustão maiores que 1.0 e menores que 2.0 litros.

      Fica mais caro não só para importar, mas também já detona qualquer projeto para produzir carros elétricos aqui no Lisarb até que se encaminhe uma solução para isso.

      • D136O

        Meu comentário é irônico por causa dos incentivos governamentais que a caoa ganhou outrora nada a ver com o mérito da causa. Deixe de ser chato

  • sigma7777777

    O que mais gosto nesse assunto é a pressão que fará na concorrência, por exemplo, com essa oferta de 7 anos de garantia.

  • Thales

    Espero que seja um carro de verdade, e não uma aberraçãzinha de 3 metros de fibra de vidro. Apesar dos pesares o Brasil TEM capacidade!

    • Alessandro

      Eles ja tem know how de como fazer um carro com a hyundai e agora vao pegar mais conhecimento com a chery, da para fazer carros muito bons e no nivel dos demais sem problema.

  • HENRY ME

    Vai ou fecha

  • FrankTesl

    Como produzir carro elétrico no Brasil, se a tributação, que já é normalmente asfixiante para todos, torna-se insana e totalmente sem sentido no caso de carros com motores elétricos?

    O IPI tem alíquota de 25% para carros elétricos; de 7% para carros com motores flex até 1.0; e 13% para motores a combustão menores que 2.0 litros.

    Desse jeito já começa bem para incentivar a indústria nacional de carros elétricos.
    Um baita “desincentivo”, ou incentivo às avessas.

    Pela tabela vigente de IPI, carro elétrico paga mais que o triplo de alíquota de IPI que os carros com motores até 1.0 litro, e quase o dobro de IPI que carros à combustão com motores à combustão maiores que 1.0 e menores que 2.0 litros.

    Fica mais caro não só para importar, mas também já detona qualquer projeto para produzir carros elétricos no Brasil até que se encaminhe uma solução para isso.

    Nem quando a economia estava bombando entre 2009 a 2012 (daquela forma manipulada e sem sustentação, como hoje se sabe), quando sobravam incentivos à indústria automobilística, ainda mais hoje, quando o governo já adiantou que não vai mexer em alíquotas de IPI, nem que seja para corrigir essa distorção que ele mesmo criou?

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