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Carro autônomo: falta de confiança e temor de legislação pesada

volvo-xc90-autonomo-uber-4 Carro autônomo: falta de confiança e temor de legislação pesada

O carro autônomo quer ser uma realidade nos principais mercados do mundo a partir de 2020, mas a tecnologia que permite aos automóveis determinarem sua própria condução sofre críticas e pressão de certos setores que temem pela segurança das pessoas. O movimento contrário existe desde o começo dos testes desse tipo de veículo, mas até agora não tem produzido resultados práticos, visto que a indústria automotiva e de tecnologia está despejando bilhões de dólares e isso comove os governos.



Com o acidente fatal em Tempe, Arizona, a pressão sobre os carros autônomos aumentou bastante, já que se trata da primeira morte por causa de um veículo que anda sozinho. Embora as investigações estejam em curso, os defensores de uma legislação pesada para o segmento manifestam-se para que o governo federal americano restrinja os testes. O problema geral é que não há confiança no que está sendo feito.

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Empresas como a General Motors, Waymo e Uber, por exemplo, pedem ao governo americano uma legislação mais branda para com uma tecnologia que ainda está em desenvolvimento. Os testes de campo são executados em alguns estados, mas não há um critério unificado para sua execução. Nesse momento, a ordem do dia é demonstrar que o carro autônomo não é só seguro, mas superior ao ser humano em termos de condução e proteção das pessoas.



Esse é o objetivo final do carro autônomo, eliminar as mortes no trânsito, decorrentes do erro humano. Mas, para chegar até esse ponto, é necessário uma legislação unificada por parte do governo e uma nova forma de apresentação dos resultados, sem que a tecnologia em si seja revelada publicamente, um segredo de cada empresa que obviamente deverá ser bem guardado. Nesse último, até uma mega disputa judicial entre Waymo e Uber já se desenrolou.

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Neste momento, os EUA não possuem uma legislação referente ao tema. Cada estado gere os testes de forma individual e dá mais ou menos liberdade para a execução de avaliações no mundo real. Na Califórnia, as empresas precisam reportar seus dados sobre como o modo automático desliga, por exemplo. No Arizona, elas não precisam fazer isso. Mas, mesmo assim, companhias como a israelense Mobileye (agora da Intel), dizem que as empresas precisam fazer mais para provar que a tecnologia é confiável.

A Cruise Automation, que pertence à GM, diz que sua tecnologia já está pronta, mas como não há legislação para regular sua operação, então faz com que o sistema aprenda com o dia a dia dos testes, a fim de que possa acumular experiência para a hora em que for liberado. A empresa diz que fez o Bolt autônomo aprender a andar pelas ruas de São Francisco, por exemplo. O Uber já tem dezenas de carros em teste e já anunciou a compra de 24 mil Volvo XC90 – igual ao que protagonizou o acidente – para seu serviço de compartilhamento.

Empresas estrangeiras, como a Volkswagen, por exemplo, começarão a executar testes muito em breve e da mesma forma, se beneficiarão de regras locais até que haja uma convenção sobre o tema. Sistemas como as câmeras da Tesla e a dupla radar/LiDAR de escaneamento laser usado por muitos desses carros, também não é regulada. A discussão já existe na esfera política, mas por ora, não há uma data exata para sua aplicação. A indústria, no entanto, segue para 2020 e até a GM anunciou que adiantará o caso para 2019.

[Fonte: Folha]

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  • Saulo Gomes

    Reportagem muito fraca, não existe em parte alguma do mundo “certos setores contrários”, o que tem sim é jornalista automobilista com medo de perder o emprego.

    • Luis Burro

      Ah,com ctza aquele q dirige pelo prazer disto é contra veemente.

      • Saulo Gomes

        Prazer de dirigir onde? Já faz muito tempo que inventaram o radar e as multas de trânsito.

        • Cláudio Modesto

          Concordo, ficar 1 ou 2h no trânsito não dá tesão nenhum. Se o carro fosse sozinho seria bem melhor.
          Essas mudanças tem que ser devagar, se forem na pancada sofrerão muita resistência , naturalmente.

          • Saulo Gomes

            Nem na rodovia dá mais tesão, até uns 10 anos atrás eu dava km em todos os carros que comprava, agora e eu passar de 160 posso ir até preso, sendo assim e pela segurança do autônomo prefiro que o carro ande sozinho.

        • Edson Fernandes

          Mesmo assim dá para ter prazer de conduzir. A condução não é apenas em ganho de velocidade, mas em curtir a mesma.

          Eu como avaliador, já curti desde carros simples até carros mais caros. Agora, na avlaiação vc precisa testar na pratica tanto os modos de condução como o dia a dia.

          • Saulo Gomes

            Ai é mais legal andar de bicicleta ou a pé, se for para seguir o fluxo deixa que o autônomo faz.

            • Edson Fernandes

              Sem dúvida… mas to dizendo que nem sempre pisar fundo é a unica condição de prazer num automovel. As vezes o simples fato de vc curtir conforto, frescor do ar condicionado, um som bom de se ouvir, é forma de curtir tbm.

              • Saulo Gomes

                Ai vai de gosto, mas eu me divertia esmerilhando o carro, senão, prefiro ser passageiro e ir vendo a paisagem.

                • Edson Fernandes

                  Vai depender do momento.

                  Qdo eu estou num transito pesado, acelerar a pleno de um semaforo a outro, eu prefiro estar no conforto que eu citei pra ti.

                  Por isso prazer pode ser medido em um carro de diversas formas em diferentes momentos.

  • Luis Burro

    Mas é pq apesar de toda a capacidade não parece ter a mesma q a humana.
    Eles podem ser melhores q a pessoa mais fodástica q existe,mas no fim esbarram na mesma barreira q qlqr humano:a incapacidade de prever o futuro.
    Mesmo q elas calculem toadas as possibilidades mais rapidamente,ainda sim não terão a ctza de qual é a certa,ou seja, é o chute mais provável.
    E lidam com dados físicos,e não me parecem q conseguem fazer previsões só projetando os.Ao contrario de nós q com a imaginação beiramos o inacreditável.A maioria das teorias foram imaginadas e depois comprovadas com a matemática e não o contrário.

    Ps:Eu tinha escrito bem melhor e com palavras melhores,mas acabei deletando sem querer e como não lembro o q escrevi direito,ficou esta porcaria,foi mal.

    • Flávio Pedroza

      Uma máquina com inteligência artificial não iria cometer esse erro de apagar acidentalmente o comentário. E mesmo que cometesse, iria conseguir replicá-lo perfeitamente.

      • Luis Burro

        Nd a ver,se der pau no Pc e vc não tiver salvado o arquivo,ele não vai se materializar sozinho.

  • Aristeu Junior

    Como diz um carinha de uma página automotiva, o estado não deve regular nada.
    Deixa tudo nas mãos das empresas, cada uma que faça o que achar melhor 😀

    • Luis Burro

      Acho q Estado deve regular,mas não chegar a extremos ou ser algo alternativo conforme o caso.
      Sinceramente eu só consigo ver o autônomo como um sistema alternativo e de ajuda,e olhe q eu não gosto de dirigir.
      Mas entendo qm gosta e não ficaria feliz se fosse algo q eu apreciasse.
      E mesmo pq nunca vou conseguir confiar de não prestar atenção no trânsito durante o uso.

      • Luis Burro

        É mais fácil ensinar um cachorro a dirigir e eu confiar nele!

    • 🅰🅽🅳🅴🆁🆂🅾🅽 – 🆂🅿® ✅

      E não tem mesmo, pra que serve Anatel, Aneel, ANTT, ANP e outras por aqui ? quais benefícios trazem ao cidadão ? só servem pra se prostituirem fazendo lobby com empresas e formando cartéis.

      • Aristeu Junior

        Verdade, se não fosse a Anatel teríamos centenas de empresas de telefonia brigando entre si pra ver qual ofereceria a melhor telecomunicação pelo menor preço.
        Idem para aneel, a gente ia poder escolher todo mês qual energia iria contratar dependendo do valor de cada uma.. .

    • Se a indenização por danos causados pelos acidentes com carros autônomos for bem pesada, pode até ser.

    • Cláudio Modesto

      Nos países mais desenvolvidos as pessoas boicotam e rechaçam empresas FDP, os caras tem que ter muito cuidado com a imagem.

  • José Barbosa

    O lobby mais óbvio contrário ao carro autônomo é o dos próprios fabricantes, e toda uma cadeia a ela vinculada. Um carro que anda sozinho desfaz o conceito de propriedade para o de uso. As pessoas não vão precisar TER um carro, mas sim solicitar um quando vier. Acaba com o custo de garagens, manutenção etc. Nestas horas, é preciso que o povo fique atento quanto à regulamentação. Para alguns, é muito vantajoso manter o status quo.

  • Wolfpack

    No acidente no Arizona nem podemos questionar o sistema autônomo da Uber. Algo claramente estúpido colocar tal sistema em funcionamento sem a maturidade desejada. Simplesmente ridiculo. O que devemos questionar quão seguro são os SUVs para pedestres. O pedestre não tem chance nenhuma de sobrevivência contra um SUV a 62km/h. E outra questão como a Volvo, que diz prezar pela segurança, entrou nesta armadilha? Mais uma vez os nórdicos se mostrando mais mortais e humanos que os demais seres humanos. A Noruega já provou beber na água de falar muito e fazer pouco, com os vazamentos de metais pesados nos rios do Pará pela estatal Norueguesa Hydro. Hipócritas!

  • Wolfpack

    Se os sitemas autônomos fossem viáveis já teriam colocado nos trens da Europa.

    • Saulo Gomes

      Vai lá conversar com os sindicatos …

    • Henrique Bittancourt Gouveia

      Acho que nunca andou de monotrilho em SP…

  • Daniel dos Santos

    Sou a favor da evolucao tecnologica desta estirpe.”..mas tenho duvidas como a tecnologia se comportara quando o carro devera escolher em colidir com um grupo de criancas ou invadir uma praça lotada…em um acidente com vitimas, quem seria punido, fabricante ou o proprietario do veiculo?

    • “Perguntador”

      “mas tenho duvidas como a tecnologia se comportara quando o carro devera escolher em colidir com um grupo de criancas ou invadir uma praça lotada”
      Cara, essa é uma questão filosófica ou moral e não tecnológica. Como vc se comportaria? Qual opção escolheria? Quem atropelaria? Eu não consigo pensar numa resposta certa. As duas opções são ruins.
      Como uma máquina programada por humanos poderia decidir algo que nem os humanos conseguem?

  • Tygra

    A verdade é que ainda vai demorar muito para um carro ser totalmente autônomo. Eu vi as imagens do acidente, era perfeitamente possível frear o carro e tentar desviar, foi um erro grotesco, mesmo considerando correção de luz feita pela câmera, o que dificulta visualizar a mulher pelo vídeo, eu observei que entre o momento em que é possível ver o vulto de alguma coisa atravessando a rua e o impacto, o tempo percorrido foi de 04 segundos, tempo suficiente para frear e ao mesmo tempo desviar da mulher (já que o carro possui ABS). Mesmo que não conseguisse desviar e o carro não parasse por completo (o que era difícil), o impacto seria bem pequeno, talvez nem iria produzir fraturas.

    Pelo que vi pelo vídeo, a olho nu, seria possível ver algo se movendo em direção ao outro lado da pista desde o momento em que a mulher começa a fazer a travessia, logo, o normal seria reduzir a velocidade e se preparar para frear. Portanto, primeiro houve uma falha do sistema que não detectou a mulher, algo que jamais deveria ocorrer. Se um conjunto de radares e sensores não é capaz de identificar um corpo de um ser humano adulto se movendo numa estrada, imagina se fosse então uma criança ou um animal? Ou seja, o sistema não possui a mínima condição de ser autônomo. Aí temos o segundo erro, o motorista que foi pago para prestar atenção no percurso e reagir caso ocorresse alguma emergência, estava dividindo a atenção com o celular, caso estive prestando atenção no percurso o acidente provavelmente não teria ocorrido.

    Uma grande dúvida que surgiu ao ver o vídeo é: qual a distância que esses sensores e radares são capazes de identificar um objeto e reagir? Porque quanto maior a velocidade, maior deve ser a distância de cobertura do entorno. Pelo visto isso não ocorre, na rodovia, pelo menos no Brasil, é comum se deparar com cachorros e outros animais atravessando a pista, será que o sistema é capaz de calcular com precisão o quanto frear para permitir que o animal possa atravessar a pista sem ser atingido? Ou será que ele vai dar aquela freada seca e parar o carro totalmente a cada obstáculo que esteja se movendo pela pista.

    Tô achando que ainda vai levar uns cem anos até um carro poder ser chamado de autônomo. Dizer que em 2022 os carros autônomos vão ser realidade não passa de uma piada, sem nenhuma base na realidade, ainda tem um grande caminho para ser percorrido até um carro ser tão capaz quanto um ser humano.

    • Hw2

      Amigo, serio mesmo que você acredita que vai levar 100 anos, só por causa de 1 falha, que nem foi totalmente explicada ainda, se fossemos pensar dessa forma NENHUM ser humano poderia estar dirigindo hoje em dia, dado a quantidade de acidentes que ocorrem, e muito deles perfeitamente evitáveis.

      Já desse caso não sei o quão evitável seria, muito fácil dizer agora, “no momento tal tem um vulto”, mas e lá na hora? olhando somente para o foco do farol e de repente cruza alguém CAMINHANDO no meio da faixa?

      Mas resumindo, sim o sistema falhou, mas pq?
      agora é a hora de entender o problema e corrigir, e já digo que hoje confio muito mais em um Tesla em modo autônomo( já é uma realidade hoje ) do que 90% dos motoristas por ai.

      • Tygra

        Bom, não sei se vc leu todo o meu texto, mas não é só por causa de um acidente, mas devido as inúmeras variáveis que estão envolvidas numa condução totalmente autônoma, variáveis essas que estão longe de serem superadas pelos sistemas autônomos.
        Não é com vídeos de carros circulando em circuíto fechado ou em áreas pré-determinadas de grandes cidades que o carro autônomo vai virar realidade, primeiro é preciso provar que ele é realmente seguro e capaz de tomar decisões em situações reais e não programadas sem colocar em risco outras pessoas. Não é razoável sair matando pessoas enquanto vai se “aperfeiçoando” o sistema.
        Quanto vc confiar num Tesla, isso não tem muito sentido, já que nem mesmo o fabricante confia que ele possa ser autônomo, uma vez que ele não recomenda usar o carro de forma totalmente autônoma. Existem inúmeros vídeos de Tesla cometendo erros primários, tais como: não conseguir identificar os sinais dos semáforos, ficar indeciso em rotatórias ou cruzamento, confundir carros que estão vindo em sentido oposto (na sua mão) a obstáculos que estão vindo em sua direção (na contra-mão), em todos os casos o sistema simplesmente desativa e joga o pepino para o piloto, tendo inclusive, em alguns casos, produzido acidentes.
        A tecnologia semi-autônoma está bem avançada e pode auxilar o homem a cometer menos erros e também garantir mais conforto, mas isso não garante que iremos evoluir rapidamente para tecnologia autônoma. Por tudo que tenho visto ainda é um sonho distante, é mais fácil eu ver o homem colonizar a Lula e Marte do que ver um carro totalmente autônomo.

        • Edson Fernandes

          Da mesma forma que ali se os sensores não detectaram, um humano também teria dificuldades.

          Você disse de 4 segundos e que poderia ter evitado a batida certo?

          No Brasil em algumas regiões, é famosa por ter animais na pista. E até hoje acontecem inumeros acidentes matando esses animais por simplesmente não vê-los chegando de surpresa.

          Digamos que aí também teriam os 4 segundos. Imagine vc a 100km/h nessa situação. (melhor: Vamos colocar a 60km/h, velocidade do carro em questão)

          O tempo de reação, a noite com iluminação reduzida, vc perde mais tempo para identificar. Não precisa nem dizer que a pessoa precisa usar oculos, tudo fica mais desfocado a noite e a depender da iluminação ou falta dela, pior ainda.

          Quer ver um exemplo? Um carro vindo em sua direção com o farol baixo aceso. Se reparar, se perde a noção de espaço e distancia, já que os olhos não vão conseguir codificar profundidade devido ao reflexo da luz. Agora colocamos o inverso, a falta de luz.

          Nessa condição, seus olhos ficam dilatados para obter uma melhor visão. Nessa hora, automaticamente você está forçando sua visão para enxergar as coisas na via. Ou seja, você já tem perda de visão. Imagina agora um “vulto” que você só ganha definição em cima do carro (ou seja, vc já perdeu os 4 segundos porque inicialmente foi um vulto que poderia ter sido qualquer coisa), é uma variavel dificil de lidar.

          A unica forma a noite que daria para o motorista ter melhor definição é se houver cameras termicas. Aí o que tem calor é demonstrado nela. Mas acho pouco provavel que sensores ou pessoas conseguissem identificar com essa facilidade toda. Sempre ficará o “SE”, mas na pratica essa fatalidade ocorreu por irresponsabilidade da moça de bicicleta que passou em local mal iluminado, sem prestar atenção no transito e que não dá somente para culpar o sistema. Não que ele seja livre de falhas, mas não me parece uma falha de computador diante do ocorrido, mas devo concordar que ainda terão que melhorar muito o sistema para que seja possível ser muito superior aos olhos de um humano.

          • Rubem

            depende. cade os sensores de infra vermelho? pelo menos nos testes que vejo muitos tem essa tecnologia. a mercedes inclusive tem essa tecnologia embarcada em não autônomos, para facilitar a leitura da estrada a frente, onde a luz não chega. se vamos começar a achar desculpas para proteger o sistema de imperfeições, então ele é tão falho quanto um ser humano

            • Edson Fernandes

              Com certeza será falho, foi um ser humano quem o fez…rs

              Então para ter perfeição, terá que ter muita coisa a se calcular e testar .

    • Saulo Gomes

      Veja os vídeos dos testes da Tesla, o carro não só evita acidente como os prevê.

      • Tygra

        Isso é um fato! Não se questiona que essas tecnologias podem auxiliar o homem na condução do automóvel, evitando acidentes e reduzindo as mortes. A questão é: isso não faz o carro autônomo, o homem ainda é o responsável caso alguma coisa dê errado. O carro autônomo pressupõe que o homem não terá mais nenhuma responsabilidade sobre as ações do automóvel, ou seja, o carro é o responsável.
        É um debate que vai ser colocado: se o carro é autônomo, quem é o responsável caso ocorra um acidente? Uma coisa é um carro semi-autônomo que te auxilia, mas que vc tem a responsabilidade de estar atento ao trânsito, outra coisa é um carro autônomo que faz tudo sozinho é não precisa de nenhuma intervenção humana, isso no curto prazo pra mim só será possível em áreas controladas (faixas exclusivas). Existe toda uma empolgação com isso, o homem sempre sonhou com isso, mas a tecnologia está longe de alcançar tal objetivo.
        Tá mais para o filme De Volta Para O Futuro, em que nos anos 2000 já teríamos esqueite voador, roupas e calçados auto-regulável e nada disso de fato existe, carro autônomo continua sendo ainda só um sonho, isso não significa que não chegaremos lá, mas como eu disse, estamos longe disso como o filme mencionado acima estava da realidade que ele projetava. Em 2022 vamos ainda estar sonhado com o dia em que o carro vai ser autônomo.

      • Mas se o vídeo for feito pela Tesla eles não vão divulgar os procedimentos com erro. É como o carro cedido aos meios de comunicação para análise, antes de serem entregues passam por uma série de vistorias que carros entregues aos clientes não passam.

        • Saulo Gomes

          Pode até ser, mas o que o Tesla faz nos vídeos é impressionante.

        • Rubem

          a tesla já matou um condutor

    • Henrique Bittancourt Gouveia

      Não se baseie apenas no vídeo liberado pela imprensa. Não é possível avaliar corretamente todos os dados somente com esse material.

      • Tygra

        Concordo com vc, é preciso aprofundar a investigação, mas os dois especialistas em carros autônomos ouvidos pela a agência de notícias Associated Press foram categóricos em afirmar que a falha foi do carro, ficando apenas a dúvida porque o sensores do carro não identificaram a pedestre.

  • Pedro Evandro Montini

    Muito mais inseguro que carros autônomos são motoristas bêbados, além daqueles que costumam furar o sinal vermelho, não dar a seta ou dirigir com o celular na mão.

  • Mauro Banqueiro

    Fico imaginando os manos fazendo racha daqui a dez anos, os condutores ficarão fora do carro e mandarao os carros acelerarem com tudo sozinhos…

  • Cintia dalagnol

    No UBER ganhe duas corridas de R$40,00 com o código24zz3v98ue, digite o código no menu da esquerda na aba pagamento opção promoções
    Uber aceita cartão, dinheiro, débito, crédito
    No cabify ganhe 25,00 em créditos para começar a usar, no campo promoções do menu a esquerda digite o código fernandaF1256

  • Ricardo Blume

    Muitos fabricantes e demais empresas estão em uma corrida para ver qual consegue lançar seu produto e ser o idealizador de tal façanha. Só não estão levando em conta os grandes riscos que isso pode levar. A morte da mulher semana passada comprova isso. A verdade é que ainda a muito o que ser feito antes de dizer que carros podem ser autônomos.

  • Louis

    Vejam quantas mortes são causadas por minuto no mundo por erro humano.
    Eu não tenho dúvidas que essa tecnologia de condução autônoma é mais segura que humano dirigindo. Pelo menos em países com ruas decentes.

  • SK15

    Confio 200% nos carros autônomos mas não confio num motorista humano, estando a pé ou de carro sempre fico com o “pé atras”, quando estou em alguma calçada tento andar contra o fluxo, se alguém tá fazendo manobra num estacionamento de shop por exemplo fico longe esperando “o(a) artista” finalizar o procedimento, vejo um carro de ré só falto pular igual uma explosão de filme, de carro qualquer movimento estranho que o cidadão da frete faz já recuo, cruzamento coloca só a pontinha do carro, entre tantos outros cuidados porque pessoal só faz porcaria …

    Segundo alguns relatórios 90% da causa dos acidentes de transito no mundo são falha humana e depois vem o resto como falha na via e falha mecânica como menos problemas apontados. Em outro relatório que saio ano passado diz que 94% dos acidentes em São Paulo é por falha humana.

  • Schack Bauer

    Sou doido pra chegar no fim do dia e poder deixar o carro guiar no congestionamento, enquanto eu fico relaxando.

  • leitor

    Será que esses autônomos desviam de buracos, consideram motos que vêm do lado? Percebe que uma faixa da pista tem remendos e rachaduras tornando o passeio incômodo, enquanto outra faixa está mais conservada? Diminui o suficiente antes de lombadas, ainda reconhecendo a altura e comprimento para não causar tanto impacto ou diminuir muito sem necessidade? Buracos na pista? Uma banda de pneu de caminhão que estourou e ficou na pista? Animal morto na pista? Sabe se livrar de uma fechada? Percebe que o carro da frente está sendo mal dirigido e pode ser um bêbado no volante?
    Algumas dessas coisas a gente que dirige só percebe na hora, algumas vezes com o desconfiômetro ligado.

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