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Carro da semana, opinião de dono: Fiat Bravo Sporting Dualogic 2013

fiat-bravo-sporting-dualogic-2013-branco-3-700x525 Carro da semana, opinião de dono: Fiat Bravo Sporting Dualogic 2013

Carro avaliado: Fiat Bravo Sporting Dualogic 2013 com kit creative 2 (rebatimento elétrico dos retrovisores, sensor de estacionamento traseiro e Blue&Me), ar digital dualtemp e borboletas no volante.
Perfil do proprietário: 32 anos, sexo masculino, casado, analista de tecnologia, com graduação e mestrado em Engenharia da Produção.
Carros anteriores do proprietário: Ford Focus GLX 2.0 AT (2009), Ford Fiesta hatch 1.6 (2008), Ford KA 1.0 (2008), Fiat Brava (2003), Fiat Palio EX 1.0 (2000).
Carros atuais na família: Ford Fusion 2.5 (2010), Nissan Livina 1.8 (2011), Fox Bluemotion 1.0 (2013).



A Escolha

Meu carro anterior, Ford Focus MK2 2.0 GLX AT estava bem pouco rodado, com 25 mil km (comprado 0km). Meu interesse em trocar de carro era unicamente para experimentar uma novidade, pois já estava há três anos com o Focus. Eu pretendia continuar no segmento de hatch médios, até por uma questão de espaço no meu estacionamento.

O Cruze parecia ser uma boa opção, mas para um hatch ele é muito grande (4,51 metros) e não havia para pronta-entrega. Experimentei um 308 2.0 AT top na época, mas não gostei do câmbio de 4 marchas. Esse era um ponto que me desagradava também no Focus. Golf e C4 nunca me empolgaram. O Bravo sempre me encantou pelo desenho e acabamento. Surgiu a versão Sporting que trazia o visual do T-jet e câmbio automatizado e isso me interessou. Testei e gostei do carro. Acabei vendendo meu Focus em particular, pegando cerca de R$ 1.000 acima da FIPE. Então comprei o Bravo à vista que tinha na concessionária à pronta-entrega.

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Exterior

Design: beleza é subjetiva, mas nesse quesito o Bravo é quase unanime. Muitas pessoas o consideram muito bonito. Particularmente, nesta versão Sporting, eu o considero o hatch com o desenho mais interessante do mercado. A suspensão é mais baixa (a mesma da versão T-jet), o que faz com que as rodas de 17’’, com raios escurecidos, fiquem bem melhor arranjadas dentro das caixas de roda. Na versão Essence e Absolute, por conta da suspensão mais elevada, a caixa de roda fica muito alta em relação ao topo da roda, dando uma aparência de rodas pequenas ou de adaptação mal feita pra as ruas tupiniquins.

Por falar nas rodas, elas combinam muito bem com a máscara negra dos faróis e com o discretíssimo spoiler em textura “carbono”. As minissaias laterais também caem muito bem no Bravo, já que a linha de cintura ascendente dos vidros sugere esportividade. Aliás, o meu carro, na cor branca, ficou realmente muito bonito com o teto solar panorâmico, que, externamente, ocupa praticamente toda a parte superior do carro. A frente do Bravo é alongada, sugerindo abrigar ali um grande motor. O parabrisa é bastante deitado, tudo sugerindo uma forma que remete à velocidade. OBS: já no primeiro dia com o carro arranquei as faixas e coloquei uma ponteira dupla chanfrada discreta, como pode ser visto nas fotos.

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Funcionalidade: se por um lado o desenho externo traz beleza aos olhos, por outro ele traz consequências indesejadas. A frente alongada faz com que ela raspe fácil em saídas de garagem e quebra-molas. Somado ao parabrisa inclinado, o espaço interno é reduzido. O painel é enorme e se projeta para dentro do interior do carro. O espaço para quem vai à frente foi preservado, mas o espaço no banco traseiro é realmente bem limitado. Já o porta-malas não foi comprometido, e conta com bons 400 litros. Vale lembrar que o Bravo é um hatch médio de comprimento avantajado (4,33 metros), ainda que pareça menor aos olhos. Outra característica incomum do carro é seu grande raio de giro, que prejudica manobras de estacionamento. O Focus, mesmo sendo 2cm maior no total da carroceria, é mais fácil de manobrar porque as rodas esterçam mais.

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Interior

Design: outra questão subjetiva, mas em geral as pessoas elogiam o desenho interno do carro. O painel não é moderno, mas também não é antiquado. No interior há elementos que rementem à esportividade de forma discreta: volante em couro perfurado com empunhaduras, textura fibra de carbono no painel, desenho esportivo dos bancos com abas generosas, costuras vermelhas, instrumentos acomodados em “copos”, etc.

Acabamento: aqui não se pode reclamar. Realmente o Bravo ganhou um acabamento bem caprichado. O painel tem uma camada emborrachada com textura fibra de carbono na parte frontal e na posterior tem uma textura semelhante a um nylon, o que também se encontra na parte superior do acabamento das portas. O couro do volante é muito bem aplicado e fica ótimo com as costuras vermelhas. O mesmo se pode dizer do estofamento. Até no puxador interno das portas existe borracha onde os dedos encostam. Os tapetes são do tipo carpete de boa qualidade e fixados por pinos. No geral, considero o acabamento bem melhor do que no Focus, melhor do que o Cruze e no mesmo nível do 308, por exemplo.

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Ergonomia: um ponto um tanto crítico, ao meu ver. Para mim a posição de dirigir é meio torta. O volante não está centrado em relação ao banco e ainda fica um tanto envesado em relação ao eixo transversal do carro. Para apoiar o pé esquerdo no espaço reservado, a coxa do motorista fica sobre a aba esquerda do assento. Entretanto, a maioria dos comandos está à mão. Já o rádio tem péssima operação para trocar de pastas na pendrive, por exemplo. O ar condicionado dualtemp é de fácil operação. Já o porta-luvas é de difícil acesso. Além disso, são poucos os porta-trecos e os tamanhos deles são péssimos. Uma coisa absurda é a necessidade de se acionar o rebatimento dos espelhos retrovisores com o carro ainda ligado. O mesmo vale para o fechamento do teto solar. Não faz o menor sentido. O vão refrigerado integrado ao descansa-braço é estreito e profundo. Se você colocar uma latinha de refrigerante lá vai penar para tirar depois…

Espaço: como já dito, espaço na frente é bom, mas atrás é bem apertado para as pernas. Já o porta-malas é bom para a categoria, contando com 400 litros.

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Conforto: o carro é silencioso para ruídos externos e ação do vento em velocidades altas, mas deixa o ronco do motor invadir a cabine. É um ronco agradável até os 5 mil RPM que lembra muito as Alfa 156 twin spark. Depois disso soa um tanto estrangulado. Os bancos têm dureza intermediária, não cansam em viagens longas. Com 10 mil km rodados já começam a aparecer alguns barulhinhos na cabine, mas o pior é um estalo na suspensão traseira que às vezes aparece ao fazer curvas rápidas, desde quando peguei o carro. Um ponto positivo é a direção com assistência elétrica e dois estágios de programação. Quando selecionado o modo “City”, ela fica realmente muito leve e ótima para manobras em estacionamento: é possível esterçar o volante literalmente com um dedo! Entretanto, ainda no modo normal, a direção é bastante leve em velocidades baixas, mas tem peso adequado em velocidades mais altas.

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Condução

Desempenho: aqui entra um ponto crítico também. Não é que o motor E.torq 1.75 16v seja ruim. Só parece ser insuficiente para um hatch médio de 1.372 kg com traje esportivo. O motor, em si, até que faz milagre, considerando que a relação peso/potência do carro é pior até de que muitos populares 1.4 litros do mercado. Na verdade, acima de 2.500 rpm até 5.500 rpm o Bravo embala bem e até empolga, graças à linearidade com que entrega a potência e, também, ao ronco agradável e instigante do motor. O grande problema é a dificuldade de colocar o carro em movimento, ou seja, o torque em baixa rotação parece não ser suficiente para embalar o carro com esperteza, passando a sensação de motor fraco, principalmente nos primeiros contatos do motorista com o carro. Acho que é daí que resulta a impressão de muitas pessoas de que o carro é muito fraco. Ao sair do Focus 2.0 eu realmente estranhei muito a arrancada do Bravo, o que me fez até experimentar um filtro inox de melhor desempenho (resultando numa melhora bastante tímida em baixa rotação, como era de se esperar). Ainda assim, o Bravo é capaz de fazer 0 – 100 km/h na casa dos 10 segundos e chegar aos 190 km/h.

Estabilidade: graças à suspensão mais baixa e rodas grandes e largas, com pneus de perfil baixo, a carroceria torce pouco em curvas e o comportamento, no limite, é um tanto neutro. Não sou nenhum piloto para avaliar melhor esse quesito, mas pelo que senti, ainda que tenha um comportamento dianteiro, é bem fácil corrigir as escapadas do carro em curvas mais rápidas. A direção, apesar de ter uma assistência elétrica um tanto exagerada em baixas velocidades, tem peso adequado em velocidades altas e é precisa e sensível em boa medida.

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Consumo: só utilizo gasolina. Pegando trânsito pesado diariamente e usando o ar condicionado quase que 100%, a média de consumo fica por volta de 7,5 km/l. Isso não me assusta. O Focus, nos mesmos trajetos e condições, fazia cerca de 6,5 km/l. Já com transito mais livre, na cidade, o Bravo faz, nos mesmos trajetos, facilmente 9 km/l. Na estrada plana, mantendo 120 km/h, o consumo fica por volta de 13,5 km/l.

Câmbio: outro ponto polêmico. Certamente um câmbio de dupla embreagem, juntamente com um motor mais potente traria outro brilho ao carro. Porém, minha escolha pelo carro com câmbio Dualogic se deu a partir da comparação do mesmo modelo com câmbio manual. Saí de um carro automático e não tinha interesse em voltar a pisar constantemente no pedal da embreagem no transito pesado do dia-a-dia. No modo esportivo do Dualogic as trocas de marcha ocorrem em 0,75 segundos. Certamente, no Bravo manual, eu não conseguiria, na média, trocar as marchas tão rapidamente, já que os engates do câmbio não são muito ajustados e curso da alavanca é amplo.

Outro ponto a considerar: é preciso se adaptar ao carro para entender como eliminar os trancos. Depois que se acostuma com o carro, os trancos somem (aliviando o pé nas trocas), entretanto, muitas pessoas não querem e nem podem se dar o trabalho de se adaptar ao carro. Há de se considerar, ainda, o privilégio de trocar as marchas nas borboletas no volante que, descendo a serra, por exemplo, é uma beleza. Por tudo isso, optei pelo Dualogic. Uma questão interessante: soube por uma fonte confiável que ao reprogramar o câmbio para incluir as funções da versão PLUS (creeping, quick-down reformulado, etc.) a FIAT teve de desprogramar a função “largada esportiva”. De fato, mesmo ao arrancar com o carro pisando tudo no acelerador ele não patinará e fará a aceleração suave. Já nos antigos Dualogic era possível arrancar cantando pneus. Acho que isso contribuiu ainda mais para a percepção das pessoas de que o carro é fraco. Ainda há de se considerar as relações de marcha mais alongadas, um tampo atípicas aqui no Brasil, onde se encurta as primeiras marchas para passar a sensação de alto desempenho mesmo na cidade para carros de baixa cilindrada e potência – a famosa sensação de agilidade no transito.

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Custo

Manutenção: as revisões são anuais e os valores são inferiores à maioria dos concorrentes do mesmo segmento. Não dá nem para comparar com as revisões salgadas da Ford, de 6 em 6 meses.

Seguro: é na média da categoria também. Praticamente manteve o valor do Focus.

Desvalorização: conforme a FIPE, a desvalorização também está na média dos concorrentes, mas sei que na prática o carro pode não ser de fácil revenda.

Preço: comparado com os concorrentes, o Bravo Sporting é um pouco mais caro, mas oferece alguns itens exclusivos: rodas de 17 polegadas, suspensão mais baixa, minissaias laterais, bancos esportivos e um enorme teto solar. Com os opcionais, paguei na época R$ 64.400,00 (preço de tabela).

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Resumindo…

O Bravo Sporting Dualogic é para quem: quer alguma exclusividade sem pagar muito caro. Não há muitos iguais na rua. O teto solar panorâmico chama muito a atenção. Também é para quem curte espirito italiano (sim, no ronco e nas relações de marcha esse espirito aparece) e acabamento caprichado. É para pessoas que não se importam com espaço no banco traseiro e nem dificuldades eventuais na revenda. E também não se importam com grande desempenho e nem em se adaptar ao carro, estudá-lo para melhor conduzi-lo.

O Bravo Sporting Dualogic não é para quem: precisa de espaço interno; privilegia desempenho e não dá bola para visual externo; não quer perder tempo se adaptando ao carro; não se importa com exclusividade e não aceita perder dinheiro por conta de maior desvalorização.

Por Daniel Oliveira

4.0

  • Fanjos

    Isso:
    "O Bravo Sporting Dualogic não é para quem: precisa de espaço interno; privilegia desempenho e não dá bola para visual externo; não quer perder tempo se adaptando ao carro; não se importa com exclusividade e não aceita perder dinheiro por conta de maior desvalorização."

    Explica isso:
    "Não há muitos iguais na rua"

    • grodrigues

      Po, mas tem roda aro 17 e saia…..

      sim, foi irônico.

  • Arthiola

    Sério… sem julgar marca nem nada, mas só eu que acho que o trabalho de Marketing da Fiat é péssimo? Tudo bem que em alguns casos os carros não ajudam, mas como que a Fiat consegue deixar um carro tão bonito quanto o Bravo "esquecido" para o brasileiros enquanto a Ford conseguia fazer o antigo Focus ser o mais vendido do segmento?

    • Fanjos

      Porque o Focus mesmo sendo antigo, era referencia em dirigibilidade com sua suspensão Multlink, robusto,e com um motor confiável.
      Em resumo,mesmo sendo antigo era um bom carro ( tirando o cambio AT4 manco) e por isso tinha boas vendas.
      Já o Bravo tem pontos negativos demais para compensar os positivos, fora a falta de confiança da maioria das pessoas em seus carros médios.

      • Arthiola

        Ah, isso sim, de um ponto de vista crítico. Mas imagine aquela pessoa que quando você conversa com ela sobre carro, ela fala "Ah, acho esse carro bonitinho" (esse tipo de pessoa é o que mais tem por ai). Daí ela, até com certa razão, vê um Bravo, acha que é de uma marca confiável e acha ele bonitinho. Isso para ela já seria suficiente para assinar o cheque. O problema, na minha opinião, é o fato de que a Fiat não consegue deixar este carro e alguns outros (como Idea) na mídia, e eles acabam esquecidos logo após o lançamento

        • Fanjos

          Verdade, a propaganda da Fiat se perde facilmente, o Bravo chegou vendendo requinte, depois passou a esportividade( enchendo de adesivos) e então aloprou geral virando palhaçada com a serie Wolverine.

          • O_Corsario

            Pois é, e daí perdeu público, pois estas mudanças passam para o consumidor que nem a própria marca sabe o que faz. Nada afugenta mais o comprador de carro que instabilidade. Ninguém quer comprar um carro sóbrio e elegante para semana que vem ver ele virar carro de mUlEke vIdA lOkA.

            • tatu_peba

              Você, o Arthiola e o Fanjos disseram tudo…

          • Debraido

            Isso é incrivel, e pensar que na Europa existem versões especiais realmente boas, não só adesivos, na maioria em parceria com grandes grifes ou empresas de som "premium" que geram um resultado interessante.

      • granrs78

        Isso sem contar da falta de um cambio automatico de verdade ou um com dupla embreagem.

        • Fanjos

          O pior é que a Fiat tem cambio de dupla embreagem para usar…..mas não usa, deixa só o lixo a venda no Brasil

        • GustavoJ

          Vc tem toda razão, isso é um sacrilégio. A falta de uma caixa automática de verdade é um dos motivos que mataram o carro.

    • GustavoJ

      Não é só você não, o marketing da Fiat é deplorável. Compare as propagandas na televisão do Bravo aqui no Brasil e na Itália, é só ver no YouTube. Um comprador de um carro desse nível quer, acima de tudo, status. Um comercial descontraído misturado com Guitar Hero pra um carro desse é um desleixo total. Funcionaria muito bem com o Novo Uno, mas com o Bravo jamais.

      Outra coisa é o tal Dualogic. Eu gosto muito da Fiat, mas pro Bravo (e pro Linea tb) teria que ser uma caixa automática de verdade, com no mínimo 5 marchas. O Dualogic cai bem nos carros menores, mas em um hatch médio premium jamais. Será que nas clínicas que a Fiat fez ninguém detectou isso? A Volkswagen tem o I-Motion, mas ela num enfiava o I-Motion no Golf IV. É uma questão de respeito até com o próprio carro.

  • R2_

    Parabens pelo carro, concordo plenamente quanto ao acabamento, é muito superior.
    Mas depois de dirigir um CVT esse dual-logic não consegue me agradar, talvez pq andei com um motorista que nao tinha "se adaptado" ao carro…
    Enfim, o Resumo diz tudo, muito bom.

    • darwin

      depois de um cvt ninguem quer outra coisa, hehe

  • José

    Parabéns pelo carro, acho legal quem faz suas escolhas sabendo de prós e contras, não sendo levado apenas pela opinião da maioria. Eu não compraria esse Bravo (comprei um i30 at. quando poderia fazê-lo), mas achei o acabamento interessante, e o carro é, de fato, bonito. Só achei estranha a questão do rebatimento e do fechamento do teto-solar, mas nada que mude sua vida – exceto quando se está com pressa.

    A pior parte é a garantia curta e a hora da revenda, mas, pelo menos, você não pegou um Golfssauro Tip. (que já tive, é muito bom, mas é muito velho e de manutenção/seguro absurdos).

  • RafaPinheiro

    Gostei da avaliação, muto bem escrita, parabens.
    Quanto ao carro podem me chamar de preconceituoso mas fiat, pra mim, acaba no punto.

    PS: Muito mais bonito do que o ottimo (viaggio hatch).

    • brunoly_bh

      Concordo em número, gênero e grau. Apesar da FIAT já ter estragado um pouco o Punto nesta "reestilização"…
      O Punto é carro mais bonito da FIAT.

  • haroldo

    Parabéns pela avaliação, bem imparcial mostrando os defeitos e qualidades do veiculo.
    Cada um que procure o veiculo que se adapte melhor ao seu perfil. Quando foi lançado pensei em comprar um mas achei a posição de dirigir ruim, muito baixo o banco, mesmo na maior altura que a regulagem permitia, igual aos VW, por isto nem avaliei melhor o carro. Você não acha o mesmo?

    • Daniel Thomé

      Sim, a posição de dirigir é bem baixa mesmo. Mas isso é uma coisa que me agrada, inclusive nos carros da VW também. Prefiro ficar com as pernas mais esticadas do que aquela posição mais sentado. Entretanto, gosto dos carros em que o volante faz um bom avanço horizontal, de modo que você consegue colocar o assento mais distante e puxar o volante para perto de si. No Bravo não se consegue puxar tanto o volante assim.

      Carros que são referência na posição de dirigir atualmente para mim é o novo Golf e o New Fiesta, por exemplo! Mas é uma questão bem de gosto pessoal mesmo.

  • Wellington Myph13

    Tenho um Bravo Essence 2014 com Kit Wolverine e Dualogic, com rodas 17 e suspensão rebaixada também. Paguei 59000,00.
    Posso dizer perfeitamente que tudo que você percebeu, aconteceu comigo.
    Só não tive nenhum estalo na suspensão em curvas, e já abusei em varias fazendo até o carro dar uma jogada de lado uma vez.
    O Cambio é perfeitamente isso que você disse, se adaptando, acaba com os trancos e acostuma com ele. No modo Sport eu fiquei impressionado uma vez em uma subida, eu estava em 3a no modo manual, e chegando perto de 6000 RPM (Não olhei o velocímetro na hora) eu troquei de marcha e sem brincadeira, REALMENTE me surpreendeu a ponto de nem sentir a troca… me lembrei de quando fiz o test drive no fiesta… Mas tentei varias outras vezes e você sente bem de leve a troca…
    Os porta-Copo no Bravo são pra copos de Vidro de requeijão, aqueles finos e compridos… Não serve Lata, nem copo de McDonalds nem NADA…
    O espaço refrigerado no apoio de braço é fundo mesmo, mas ao menos pra mim não é tão ruim tirar uma latinha.
    Ruim dele é que se você não ligar o ar-condicionado, ele vai é esquentar o que tem lá… Não tem como parar o vento que vai ali. (Apesar de não ter testado se colocar só pra cima resolveria…)

    E se quiser sair cantando pneu, de uma acelerada, ele vai acelerar bem devagar, solte completamente o acelerador e em seguida pise fundo. Ele vai pegar o carro no meio do caminho e acelerar com tudo, e cantar pneu. Já fiz isso 2x sem querer. Você se distrai, da uma acelerada, o cara da frente não anda, e quando anda você da uma pisada mais forte e ele canta…

    EDIT: E consumo, em Sorocaba 1,69 Alcool e 2,59 Gasolina.
    Só uso Alcool, ele faz 6,4 na Cidade, e já fiz 7,2 também quando peguei só avenidas.
    Estrada ele fez 8,3 na primeira viagem no dia seguinte que peguei o carro, 8,5 em outra viagem pra SP, e 8,8 pra Bauru.
    Pra compensar Gasolina teria que fazer perto de 10km/l na cidade e perto de 14 na estrada…

    • Daniel Thomé

      Legal, Wellington! Temos impressões bem parecidas sobre o carro.

      Depois de escrever essa avaliação eu resolvi experimentar um Sprint Booster no carro. Cara, agora ele sai cantando pneu por todos os lados….rs
      Obviamente não aumenta em nada a potência do carro, mas dá agilidade no transito urbano, porque tira o delay do acelerador eletrônico. No caso do Bravo, que tem pouco torque em baixa, ajuda bastante, porque 1seg caindo o giro pode ser crucial pro Bravo retomar. Mas é preciso até se acostumar novamente com o carro pra não ficar cantando pneus!

      Teu carro está com bom consumo para Sorocaba, que tem muitos altos e baixos! Sou de Porto Alegre, mas tenho parentes por aí. Adoro essa cidade!

      • Wellington Myph13

        Peguei o carro dia 05/09 e está com 5200km… espero que o consumo melhore, mas por enquanto, ele crava 6,4 toda vez…
        Nunca procurei por nada pra alterar algum carro, pensei em começar a fazer isso nele, afinal eu sei que vai desvalorizar mais do que deve, dar umas "alteradas" não vai ficar pior.
        Esse Sprint Booster é o que? Quanto saiu, e onde posso achar por aqui?
        O Escapamento do meu fica escondido embaixo, nunca tinha pensado em colocar uma saída de ponta dupla, pareceu legal nas fotos…

        • Carlsson

          Compra na internete… Ja ta mais de 1.000 pilas… E no eBay também é caro, uns 300 Obamas…

          • Edson Roberto

            R$1000 já????

            E pensar que eu achava caro comprar por R$530 na epoca em que foi lançado…rs

            • Carlsson

              Se vc tivesse comprado, podia revender usado agora por R$ 600, hahaha. Abs

        • Daniel Thomé

          O Sprint Booster paguei 950 instalado na DSP MOTORS aqui em POA, com o Nelsinho.
          A ponteira de aluminio foi uns 100 reais ou menos eu acho. E me cobraram mais 50 para instalar, pois tem que cerrar a saída original do escape e adaptar a ponteira. Também foi repintado a porção final do escape com aquela tinta que previne corrosão.

          A piada é a ponteira esportiva original para o Bravo que a Fiat oferece. Se não me engano, queriam uns 390 por ela! E ela ainda é fake, é fechada na ponta e deixa os gases sairem por baixo…muito bizarro!

        • Edson Roberto

          Wellington, o Sprint Booster basicamente é um dispositivo para justamente eliminar o lag do acelerador eletronico. Porque "eliminar"? para dar uma resposta de prontidão e melhor acerto na resposta do carro. Entretanto, como isso tecnicamente avança o ponto da aceleração, vc elimina a possibilidade de economia de combustivel que teoricamente o dispositivo original eletronico do carro, prometeria menor consumo.

          E ele tem 3 modos de uso… o conforto, que basicamente mantém o seu carro original, o modo intermediario (que se chama Dinamico) que já ajuda a eliminar esse retardo e por fim o modo Sport que deixa a resposta ainda mais precisa e rapida. Geralmente esse modo é mais arisco e faz cantar pneus, mas aumenta o consumo.

      • Marcelo_Machado

        Tb achei sua avaliação do carro bem parecida com o que eu penso dele.
        Só acho que o motor é bem fraco entre 1000 e 2000 rpm. Após os 2000rpm ele já fica bem agradável de dirigir. No começo sente-se esse vazio, parece que o carro "morreu", mas depois acostuma-se a não deixá-lo abaixo dos 2000 rpm.
        Outra coisa que sinto diferença de vc é que não alivio o pé nas trocas de marcha e não sinto tranco ou soluço. Tranco mesmo só qdo o carro reduz para 1ª marcha com o carro quase parando e eu acelero para andar de novo. Talvez como o seu é Plus e tem o creeping isso não aconteça.

    • Marcelo_Machado

      Realmente a diferença de consumo entre Etanol e Gasolina com os preços de SP não compensa usar gasolina no Bravo.
      Meu consumo com Etanol na cidade gira na mesma base do seu. Só estranhei o consumo na estrada. Costumo fazer Capital-Marília com um consumo de 10Km/l no Etanol. Sempre rodando entre 110 e 130Km/h.

      • Wellington Myph13

        Meu problema em estrada é que não ando abaixo de 140km/h…. Na ida pra Bauru, tive que me adaptar ao transito de Feriado agora, e andei a 120km/h por um tempo depois liberou geral e não sei se já foi pra aquelas bandas, mas é só reta, reta pura… então eu andei dali em diante a 160km/h…
        Na volta encontrei com um Cruze Sport6 e ficamos a 180km/h por pelo menos 2h de viagem… depois mudamos rotas e voltei pros 160km/h, dai ele me acabou, fez 7,7km/l nessa volta…

        • Edson Roberto

          Agora entendo porque um amigo meu com seu Bravo Sporting não faz mais que 4km/l na cidade com etanol e mais que 8km/l na estrada…. ele dirige dessa forma!

        • Marcelo_Machado

          Eu geralmente coloco o carro no piloto automático em 120 ou 130 e vou assim até Marília. O carro mantém a velocidade constante tanto nas longas descidas como nas enormes subidas. O consumo é 10/10,5 Km/l no Etanol geralmente com Ar ligado já que essa região é quente pra daná.

          E o consumo é o mesmo desde qdo o carro tinha 1000Km até agora que está com quase 40000 Km.

    • Marcos

      to com inveja do preço dos combustiveis onde vc mora !!!
      em Campo Grande/RJ / RJ :
      Gasolina 'podium': R$ 3,49
      Gasolina comun:R$ 2,99
      Etanol : R$ 2,44

      em medias nos postos com 'bandeira' .. tem uns outros postos sem bandeiras q vc encontra etanol a 2,19 e gosolina a 2,69 mais altamente desaconselhavel …

    • Maurilho

      Olha, vou lhe dizer, minha mãe tem um Palio Essence Dualogic, não sei se é porque o Bravo é mais pesado e por isso dos trancos; vou dizer, claro que o Bravo é superior ao Palio, mas em questão de desempenho, consumo e questão custo x benefício o Palio se sai melhor; acho que a fiat deveria colocar um câmbio melhor tanto no Bravo quanto no Línea. Mas enfim, fez uma boa aquisição, acho o Bravo um carro muito bonito e elegante. Tenho um Siena HLX 2008 e estou com medo de trocar por um Línea Dualogic ou Grand Siena Dualogic.

  • HelderBH

    Avaliação sincera e honesta. Espero que alguém da FIAT leia e apresente aos responsáveis pelo produto para as melhorias necessárias.

    Como sempre tem muitos comentários cheios de bobagens, assim para estes eu digo que se alguém compra um carro pensando em revenda, ele é um comerciante e não é consumidor que primeiramente terá que satisfazer os seus desejos e, não se esqueçam que veículo é bem de consumo que se desvaloriza com o uso e o tempo. No passado não tão longínquo aqui no Brasil veículo e telefone eram investimento. Talvez estes ainda tenham este pensamento antiquado.

  • vitimsl

    E um carro bonito e bem acabado, mas, na minha opinião, é só isso. Ja tive um Essence e passei para um Focus 2.0 glx (ambos 2012 mec.) e, pra quem gosta de carro, pra quem gosta de dirigir, o Focus e muito superior. Mas Parabéns pelo carro e relato.

    • Maurilho

      Desculpe a pergunta, qual carro equipado com motor Essence você tinha ?

  • Landrutt

    Ótimo carro, o acabamento do Bravo é muito bom, dá um banho no do Focus antigo e ainda mais no novo, recheado de plásticos porcos.

  • Lucas Veigas

    Sou proprietário de um Absolute, roda 17, ar digital dual zone, etc e tal.

    Os pontos negativos na minha opinião: motor fraco em baixas rotações (conforme cita o relato)

    Consumo: nunca passei de 12km/L na estrada (serra gaúcha).

  • Diego

    A Fiat dona de uma das maiores fabricantes de esportivos e nao aprende nada com ela,pegava pelo menos uns 20 % da tecnologia das ferrari e colocava em seus carros. vide VOLKSWAGEM….

    Fiat, tem carro fracos, defasados e pobres em tecnologia… tinha de tudo pra ser uam gigante mas parecem ser mais que burros. Esse carro não é nada modesto e sinceramente o focus concerteza é muito superior.

  • FelipeLange

    Desempenho ruim?

    Isso você testa em qualquer test-drive. Vá em uma subida bem inclinada e acelere o carro. Ou você fez um test-drive de 200 metros?

    Não venham com desculpa que as concessionárias não deixam. Não deixam? Vá embora e tente em outras concessionárias.

    • Daniel Thomé

      Felipe,
      eu não disse que o carro tem desempenho ruim, mas que o desempenho não "combina" com o traje esportivo.
      Eu já sabia disso quando comprei, pois fiz diversos test drives em épocas diferentes, em diferentes versões do Bravo, mas todas com motor E-torq.

      O Bravo deve ser pensado como uma alternativa de desempenho entre os Hatchs com motorização 1.6 e 2.0. Mas, como eu disse no texto, o desempenho dele se aproxima mais com os hatchs médios com motorização 1.6, sendo ligeiramente melhor do que estes.

      Agora uma coisa deve ser dita: infelizmente não dá para testar todas as situações possíveis num test drive. Muitas coisas você só vai descobrir depois de boa convivência com o carro. Outra: as vezes é praticamente impossível conseguir test drive de alguns modelos. É o caso do T-jet, por exemplo. Outro exemplo: to esperando já faz 30 dias aparecer um novo Golf 1.4 manual para testar…e nada!

      • Ricardo Gasparino

        Uma pena que vc não conseguiu dirigir um Tjet antes. Eu realmente senti a falta de torque no Absolut quando fiz um test drive e acabei pegando um Tjet (é só alegria: o Turbo já abre com 1.600 rpm). O consumo é 9,5/10 km/l na cidade. Na Estrada, andando até 120 faz até 15km/l. Em ritmo de festa, bem de festa mesmo (acima de 140 km), o pior consumo que vi foi 8,0 km/l (mas isto é muito relativo ao pé do dono). Qto ao Focus tenho um 2.0 também manual (não gosto de automático). Gosto mais do Tjet, nem se compara. Gosto da estabilidade do Focus (imbatível), mas o Tjet quando escapa de frente o controle de estabilidade corrige. O Focus, só escapa na curva, se você for muito, mas muito abusado. E o melhor é que ele não escapa de frente (é mais difícil acertar, mas bem mais divertido). kkk

  • marconnado

    Parabéns pelo carro. Temos um Bravo Essence em casa e compartilho da sua opinião sobre o carro. Bom acabamento, muito bonito, mas falta motor e apresenta uns ruídos pela cabine. Sobre o Dualogic plus, meu antigo punto eu me adaptei bastante a ele e sempre gostei do câmbio. Tudo é questao de adaptaçao e disposiçao pra entender melhor o carro.
    Ainda bem que agora que estou com o novo Golf vejo que o Bravo já está bem cansado, necessitando de uma boa atualizaçao, principalmente no cambio e motor. E é claro, ESP em todas as versões caria muito bem

    • O_Corsario

      O tal "novo motor" já existe, poderia ser o próprio T-Jet, era só parar de vender ele como esportivo e vender como o que ele realmente é, uma alternativa racional e eficiente aos 1.8 e 2.0 aspirados.

      • Gustavo73

        Se ela faz isso. E coloca um at de verdade ou um dupla-embreagem já faria uma grande diferença. Com um bom preço e recheado de equipamentos. Poderia sair da rabeta e engrenar nas vendas. Para o T-jet era só aumentar a potência como acontece no Abarth.

        • Edson Roberto

          O ideal seria realmente o cambio TCT.

          Ainda que a depender do preço, seria dependendo dos itens de série, um rival ao Golf. (como eu disse, tem que ser bem recheado para isso, pois existem algumas coisas faltantes perante o Golf mesmo considerando-o completinho).

          • Gustavo73

            A Fiat deveria dar mais atenção e fazer algumas mudanças pontuais no Bravo e no Linea (sei que esse não é um médio de verdade). Mais equipados e com um câmbio de trocas automáticas mais condizente com o que a concorrência oferece e ela poderia reverter a situação desses dois modelos.

            • O_Corsario

              A coisa mais fácil era tornar alguns equipamentos opcionais de série mantendo o preço, com certeza melhoraria as vendas. Mas fica difícil, quando vc comprara um T-Jet com um GOlf Highline eles custam quase o mesmo…

  • Dilson Marx

    Não falou nada da segurança do carro… enfim…

    • braZuca

      Segurança
      Freios ABS, Airbags frontais, Alarme antifurto perimétrico, Cintos de três pontos para todos os ocupantes, Encosto de cabeça para todos os ocupantes, Faróis com refletores duplos, Faróis de neblina, Limpador e lavador do vidro traseiro, Repetidores laterais das luzes de direção, Travamento central das portas, Desembaçador do vidro traseiro, Sistema de fixação para cadeiras infantis, Imobilizador eletrônico do motor, Sensores de estacionamento dianteiro (opcional), sensores de estacionamento traseiro.

    • Lucas

      Acho que ele ainda não bateu o carro pra falar algo mais do que os dados de fábrica.

      • Reginaldo

        Ué? Você sempre bate seus carros? Dirijo há quase 30 anos e só bati, ou melhor, bateram em mim, 2 vezes.

      • Alex

        Um conhecido capotou a versão TJet que ele tinha, em uma estrada cheia de curvas, não conseguiu fazer uma delas. Os air bags (somente os frontais, ele não tinha os laterais) foram acionados e o carro estava com 5 ocupantes, ninguém se feriu gravemente, apenas algumas escoriações, mais por causa do próprio air bag, que machucou o rosto do motorista. O teto solar espatifou, mas as colunas mantiveram-se intactas, o carro parou de ponta cabeça.

    • Daniel Thomé

      Dilson, não comentei nada sobre os equipamentos de segurança porque nesta versão do Bravo não há como opcionais nada além do que vem de série: ABS e air bag duplo. É o básico da categoria. Se na versão Sporting existisse como opcional os air bags adicionais, possivelmente eu os teria comprado. Já com relação à rigidez torcional da carroceria e estabilidade em curva em comentei um pouco.

      Agora, realmente uma pena só existir no T-jet os controles de estabilidade, de tração e hill holder. Esses equipamentos sim eu acho mais importante até do que múltiplos air bags.

      • paranaiba

        Daniel mandei um mensagem pra você no Facebook, pode vizualizar e me responder? obrigado

        • Daniel Thomé

          Cara, não recebi sua mensagem pelo face. Será que você mandou para o Daniel Thomé correto? Tem vários. Eu sou de Porto Alegre.

          • paranaiba

            Esta com essa foto sua, creio que seja você sim, deve estar na caixa de entrada "outros", queria saber mais sobre o Fox Bluemotion, se puder ver, obrigado

      • HugoCT

        Lindo carro, parabens!!! Para mim é o melhor no design

      • Frodinho

        Amigo, poderia comparar a estabilidade dele em curva com a do focus? É fato que a suspensão do focus é bem melhor, mas para mim não ficou claro "quanto". Obrigado.

      • KzR

        É por isso que continuo achando que o pack safety deveria ser de série no T-jet e opcional no Sporting.

    • grodrigues

      Pela atenção dada à rodas, saias, ponteira de escapamento, etc… não parece alguém que prioriza segurança.

      Ao sair de um Focus para um Bravo apenas por "novidade", também não parece alguém que prioriza mecânica….

      • Daniel Thomé

        Destaquei o visual do carro porque é justamente esse o diferencial dele. Quanto aos ítens de segurança, nada merece destaque, porque é o básico que usualmente a categoria oferece: air bag duplo, ABS com EBD, cinto de 3 pontos, etc.

        Hoje, dado o que as novidades oferecem (golf, focus e mesmo o Cruze), não penso mais em comprar carro sem controle de estabilidade e tração, no mínimo.

        Já com relação à mecânica, olha, sinceramente, o Bravo pode ter menos potência e não ser referência absoluta em estabilidade como o Focus, mas, no geral, não destoa a ponto de se dizer que mecanicamente perde em todos os aspectos para os concorrentes. Realmente não foi isso que definiu minha compra, porque para os meus propósitos essa pequena diferencia mecânica não justificaria uma escolha ou um veto. Aliás, faz menos diferença ainda para quem vai ficar um ou dois anos no máximo com o carro.

  • Carlsson

    Avaliação muito boa, parabéns.
    Quanto ao carro, parece um downgrade mecânico em relação ao Focus, e um upgrade de estilo, design, exclusividade e acabamento interno.
    Se eu tivesse um Focus com 25 000km e estivesse enjoado dele, colocaria um kit de rodas esportivas e molas esportivas pra ter belas rodas e uma suspensão baixa, sairia mais barato que trocar de carro. Quem sabe um filtro de ar menos restritivo e um abafador importado, pra dar um ronco apimentado.
    Só que o teto solar, infelizmente, só no Focus Titanium ou Bravo Sporting ou caro Cruze LTZ ou no velho Golf MKIV.

    • Daniel Thomé

      Concordo contigo, mas depois que a gente se acostuma com um teto solar panorâmico é difícil querer pagar caro por um do tipo "escotilha" igual do Focus, Cruze ou Golf antigo. O do 308 é bem amplo, até mais que o do Bravo, mas não abre. Se bem que acho isso até interessante…

  • MecanicoDigital

    Fui na concessionária e não gostei desse carro, entretanto, acho que o relato foi justo e honesto para o mesmo.

    Muito bom.

  • Ubaldir

    Acho legal no Bravo a diferenciação de acabamento das versões de entrada e das top, coisa que não se vê muito hoje em dia. Nas versões básicas ele vem com painel "sequinho", sem revestimento emborrachado. Esse detalhe é irritante em certos modelos do nosso mercado, quando você entra no carro top de linha e o vê igualzinho o modelo mais em conta que custa 20 mil reais a menos.
    Quanto ao design, ainda me estranha um pouco olhar o Bravo de perfil: o balanço dianteiro enorme contrasta demais com o traseiro quase inexistente. Mas enfim, como o próprio texto diz, forma exterior é um tanto quanto subjetiva.
    Quanto ao câmbio automatizado, os "soluços" nas trocas de marcha são o ponto realmente negativo. Mas vejo as descrições em alguns posts como "trancos", "dor no pescoço", "insuportáveis"… menos, bem menos. Uma semana andando com o carro e você realmente não dá mais bola para o lapso nas trocas, mesmo se você se abster de dar a aliviada no pé direito quando vem a nova marcha. Em contrapartida, uma vantagem grande que acho a respeito dos automatizados Dualogic e I-motion é a ótima operação das trocas manuais, essas sem nenhum lapso temporal entre o acionamento das borboletas e a efetiva mudança da marcha, bem diferente do que se observa nos câmbios automáticos comuns, mesmo nos mais modernos. A ausência do efeito "embreagem patinando" do conversor de torque também é um bom contraponto para compensar os "soluços" nas trocas de engrenagem.
    Enfim, considero o Bravo um bom carro. Uma hora a Fiat emplaca alguma coisa acima dos modelos de baixo custo. Tempra, Tipo, Brava e Marea fizeram um bom estrago na imagem da empresa neste segmento superior com alguns problemas de controle de qualidade e alto custo de manutenção, a despeito de terem suas qualidades. Só o tempo pra apagar a mancha.

    • victorcvs

      O meu é um essence e o painel é emborrachado.

      • Ubaldir

        Olá, Vitor. Tem um amigo meu que tem um 2010 vermelho, nem sei qual versão é, mas é das mais simples. O painel dele é de um plástico duro preto de um brilho acetinado, um material que lembra de certa forma o plástico do painel do New Civic, a despeito do Honda possuir um tom cinza no lugar do preto. Por isso imaginei que algumas versões mais básicas tivessem essa diferenciação de acabamento. Você sabe me informar se houve alguma mudança na linha nos últimos anos que incluiu o painel emborrachado em todas as versões? Como não entrei em nenhum Bravo mais novo, acho que cometi um engano.
        Abraço.

        • victorcvs

          Pois é depois que postei aqui fui dar uma conferida e realmente a parte superior do painel é de plástico duro, mas aparenta boa qualidade por isso achei que era emborrachado (afinal não fico tocando no painel). Mas a parte mais em baixo, que simula fibra de vidro é emborrachada.

  • braZuca

    Cara, parabéns pelo carro e pela ótima avaliação. Senti muita sinceridade em suas palavras (por mais que sejam escritas) e só me fez gostar mais ainda do Bravo. Não sou fã da Fiat, muito pelo contrário, não gosto muito da marca, justamente por ela "abandonar" seus médios que são – na minha opinião – de qualidade.

    Gosto muito do Bravo e acho que ele merecia um pouco mais de respeito da própria montadora (marketing melhor e um conjunto motor/câmbio mais atraente), para que conseguisse mais respeito do público.

  • Pedro_Rocha

    "Com 10 mil km rodados já começam a aparecer alguns barulhinhos na cabine".

    Para um hatch médio isso é bastante desabonador…

    : /

  • Daniel

    Acho um belo carro.

    Sempre tá cheio de gente nos blogs reclamando, falando mal, a maioria nunca nem entrou em um.

    Quase comprei um Sporting Vermelho Modena, faz uns 3 meses, mas optei por algo menor. Foi tentador.

  • Arthur_r

    Por este preço, é dificil um concorrente com estes equipamentos. Mas ele deveria ter ESP e 6 air bags de série.

    E ja ta na hora de a FIAT ter um cambio de verdade, um cambio de 6 marchas igual da freemont, se ela botasse em toda linha da FIAT, seria uma beleza, de um palio 1.6 com este cambio ate a freemont, que maravilha seria..

    A GM ja viu isto e esta fazendo, o cambio AT6 ja tem no Onix e vai ate o Cruze Sedan LTZ, otima sacada da marca

    • Maurilho

      Olha Arthur, temos um Palio 2014 dualogic, em apenas 4 meses, podemos experimentar o carro e é uma maquina!!! Vai andar com um Onix destes, se ARRASTA! Olha, falam dos trancos mas percebi poucos, tais como: estar a 70 atrás de um caminhão em 5° (se os RPM's forem superiores á 2000) ele vai reduzir para 2° e vai acontecer o 'tranco' acho que pelo Bravo ser maior, acho que ele sofre um pouco com o peso.

  • O_Corsario

    Ah, o Bravo.
    É bonito por fora, nisso concordo. BOnito e arrebatador! Bem ao espírito italiano. Fez bem de arrancar os adesivos, poderia também trocar a grade vermelha-batom.
    Mas vamos entrar e… Bum! Não consigo gostar desse interior em 2013. Falta muita coisa aí, se fosse trocar de carro hoje por uma "novidade" não seria por este interior que não oferece, por exemplo, central multimídia. Também não gosto de tantas imitações de material, mas como nunca vi ao vivo esta versão não falo nada.
    Espaço, se é para ficar sem espaço nos bancos de trás, prefiro um compacto.
    O porta-malas é grande mas parece um baú, tem acesso difícil e formato ruim para acomodar as coisas. Eu que sou meio quebrado nas costas teria problemas em levantar as imensas malas da esposa e colocar no porta-malas.
    E motor… Se fosse pagar 65.000 para ter o T-Jet seria bacana, mas pelo 1.8 e-torq? Eu não toparia.
    E câmbio… Vamos ser sinceros, a máquina tem que servir o homem, não o contrário. Acho legal você aprender a dirigir cada carro do jeito que ele é, mas isso é diferente de ter que ficar se adaptando forçado por causa de uma solução mais simples.

    • Zergling

      Sobre a parte de ser italiano… O dono provavelmente se equivocou ao dizer que o motor tem um ronco italiano… Já que esse 1.8 veio da Tritec, BMW e Chrysler, e quando descontinuado por eles, foi usado como E.Torq aqui. Então não tem nada de italiano no ronco do motor…

      • O_Corsario

        Não sei se a Fiat deu seu ajuste ao motor quando passou a oferecê-lo, ou se ele associou a característica "italiana" por gostar de girar.

        • Edson Roberto

          Ela apenas aproveitou e remodelou o coletor o que ajudou também na obtenção de potencia. Mas o escapamento redimensionado também auxiliou nisso.

          Mas concordo com vc, penso o mesmo do carro, exceto o porta malas que não me causou estranheza.

          Foi justamente o que me deixa incomodado no Dualogic entre os demais. Eles simplesmente não se adaptam a nós e sim ao inverso. Como minha irmã para ajudar tem um Siena com esse dispositivo, conheço bem e através disso principalmente não cogitaria compra-lo.

          Acho uma perfeita opção para carros com o Up que irá trazer ao motor 1.0, mas não para modelos como o Bravo que exigem um cambio superior.

          • O_Corsario

            O porta-malas me chamou muito a atenção quando vi, talvez por viajar muito, carregar muita tralha e ter problemas nas costas eu costumo prestar muita atenção à "praticidade" de acesso e possibilidade de acomodação. MAs só vi uma vez, talvez hoje eu tivesse outra impressão.
            Também penso assim, soluçoes simples são boas para carros simples, mas já em compactos premium não vemos mais automatizados mono-embragem, exceto no Polo (que foi abandonado) e no Punto.

    • PedroTelles

      OFF: Você ainda tem aquele Polo GT Corsário?
      Lembro da sua avaliação dele a um bom tempo atrás rs.
      Se ainda tiver o carro poderia fazer uma nova avaliação dele, bem mais rodado.
      Abçs.

      • O_Corsario

        Tenho sim Pedro, que legal ver que lembra da avaliação!
        Estou esperando passar dos 100.000km para ver se faço a "parte II"… Acho que até o fim do ano chego lá…

    • KzR

      Te digo que o material do interior é muito bom ao toque, passa qualidade e tudo parece bem montado. Quanto ao banco de trás, só quem vai no meio vai bem desconfortável (assento alto e teto mais baixo graças ao Skydome). Os outros dois vão muito bem – seguindo minha referência de altura e ajuste do banco do motorista.

      Agora falta urgente de uma central multimídia mais prática que a RadioNav e disponível para todas as versões. Como não tenho hábito de usar, pois não tenho GPS no carro, nem ligo. Mas acharia muito bom que o T-jet estivesse disponível a 65.000 reais e que já viesse com todos os airbags. Este sim é O Bravo!

      • O_Corsario

        Eu penso assim, não tenho central multimídia nem GPS, então não sinto falta, mas se fosse trocar por um carro médio hoje, de um segmento mais sofisticado, faria questão destes itens, assim como de algo além dos dois airbags frontais. O Bravo poderia se manter competitivo se acompanhasse a evolução do mercado, mas a Fiat parece que desistiu dele. Se naõ me engano, o Freemont tem um central bem bacana, touch com GPS, porque não colocar no BRavo? Porque não agregar alguns opcionais como os airbags extras como de série? Eu mesmo já ficaria mais interessado.

        • KzR

          Também penso de forma parecida: é de se esperar que uma categoria superior traga mais atrativos e itens que a gente normalmente não usa. Minha ressalva fica para os itens opcionais. Muitos deles são atraentes, como a própria central multimídia, mas os preços praticados acabam forçando você a escolher dos que você gostou ou a se endividar mais. De toda forma é ruim.

          Pela própria concorrência de mercado, alguns itens opcionais já deveriam ser de série. Os airbags seriam uma ótima opção. Também não vejo impedimento técnico, mercadológico ou de outro tipo para não se usar a central do Freemont em outros modelos. Esses pequenos detalhes já ajudariam bastante na imagem do Bravo. Eu já gosto do T-jet, desse jeito, gostaria mais.

          • O_Corsario

            Pois é, muitas vezes o que falta para alguém optar pelo modelo é isso, um pouco de perfumaria, um pouco mais de cuidado, aquele extra que dá um gosto especial… A Fiat está tentando dar este extra com séries especiais, rodas grandes ou o teto, mas parece que não é o suficiente.

    • KzR

      É estranho esse comportamento do dualogic, mas, sinceramente, não me senti incomodado nas poucas vezes que dirigi um carro com este câmbio (punto 1.6, linea 1.8/1.9 e bravo). Em todas achei ele suave. A segunda versão é bem suave se comparada a primeira.

  • Edson

    "O Bravo Sporting Dualogic não é para quem: precisa de espaço interno; privilegia desempenho e não dá bola para visual externo; não quer perder tempo se adaptando ao carro; não se importa com exclusividade e não aceita perder dinheiro por conta de maior desvalorização."

    Ou seja, não é para quase ninguém… por isso não vende muito.

    Mas acho o Bravo muito bonito, principalmente a vista lateral… não curto muito a traseira. O interior também é bacana, nada de mais, mas também nada que desagrade.

    Para mim o maior defeito do Bravo, aliás da Fiat, continua sendo o câmbio.

  • Rodrigo

    A vida do Bravo ficou um pouco mais difícil depois da chegada de players mais atuais no mercado (Cruze, 308 e mais recentemente o Golf VII).
    A Fiat deveria ter sido mais ágil ao trazer o carro pra cá. Ele chegou aqui no limite da mudança de gerações dos principais hatch médios, tendo certa vantagem frente alguns concorrentes fortes à época (307, C3, Focus 1 e Vectra GT, por exemplo), portanto uma bola fora e tanto. Não conheço o carro, nunca andei nele então qualquer afirmação sobre suas características seriam levianas.
    Só acho que se a Fiat quer mesmo apostar nesse segmento com êxito vai precisar investir em algo além à design ousado e itens de conforto, pois isso é "standard" do segmento. Na minha opinião, ou ela inova com motores mais evoluídos (e ela tem um 1.4 T que é uma jóia, mas muito caro) e câmbios AT de verdade.

  • Caramba! Isso é consumo de V6, ainda mais que vc mora aqui em Porto Alegre! To fazendo entre 11~13 com o Golf 1.4 TSI aqui também. No mais, parabéns pelo carro.. cheguei a olhar a versão T-Jet mas não me agradou por uma série de fatores, inclusive preço.

    • PortoWF

      cuidado Dudu, vai ter gente dizendo q fazer 13km/l é mentira sua. kkkkkkk

    • O_Corsario

      consumo é difícil de discutir,depende de inúmeros fatores. Quando eu dirijo meu carro, faço uns 9 ou 10km/l na cidade. Minha esposa, com o mesmo carro nas mesmas condições, faz entre 7 e 8.

      • Pois é… no Golf quando meu pai dirige não passa de 11 na cidade, fica entre 9~10,5 km/l. kk Ele uma mania (chata) de ficar freando toda hora ao invés de deixar o carro ir.

    • Daniel Thomé

      É verdade…mas meus carros sempre gastaram muito…deve ser meu "pezinho de chumbo" mesmo!

      O seu Golf é manual ou DSG? To louco para dirigir um manual. Por R$ 67.900,00 eu acho que vale a pena. Dirigi o DSG, mas é tanta marcha que a gente até se perde nas trocas manuais! E no modo automático percebi que a configuração é mais para privilegiar o conformo. É um carro bem dois em um: andando na manha ele é super dócil, quando se pisa fundo, dá 1seg de lag e aí ele acorda feito bixo! Acho que com o manual eu me divertiria mais. Nunca pensei que fosse dizer isso, mas depois que comprei um Fox Bluemotion para a esposa, voltou um desejo incrível de ter um carro manual….vai entender…rs

      • É manual. E quanto ao lag, eu realmente não percebi… mas lembro que quando dirigi o 308 THP notei um baita lag.

        • Daniel Thomé

          Eu noitei o tal "lag" no automático, por isso meu interesse em testar o manual. Acho mesmo que vou gostar muito do manual e aí tem muita chance de ser meu próximo brinquedo! Bom saber que é bem econômico na cidade também. Felicidades com o carro, tchê!

        • Edson Roberto

          É que o seu é manual, nas operações com automatizados / automaticos, dependendo da forma que se tire desempenho, vc pode se incomodar.

          É diferente o rodar de um carro sem pedal de embreagem e é isso que os mais puristas reclamam dos que não possuem.

      • À proposíto, ficou show a matéria. Não sabia que esse era mais baixo, sempre achei estranho a suspensão dos Bravos "normais". Esse é bem mais bonito e as rodas dão um contraste legal com a cor branca.

    • Maurilho

      Turbo és turbo!!

  • Anderson_sp

    Eu acho ele mais bonito naquela cor Azul que a Fiat disponibiliza, é um carro bacana mas foi um mero coadjuvante neste segmento, mais pela incompetência da Fiat em não saber vendê-lo do que o carro ter algo de ruim em si.

    • granrs78

      O problema na minha opinião com as vendas do Bravo são duas coisas: Primeiro, a falta de um cambio automatico de verdade para o modelo ou mesmo um com dupla embreagem. Segundo, a Fiat demorou muito para lançar o Bravo no Brasil, pois o modelo foi lançando em 2008 na Europa, e a Fiat ficou ensebando muito, e quando o carro foi lançando, acabou aquele efeito de novidade no design, e ainda por cima, os concorrentes tbm começaram a se renovar.

      • KzR

        Concordo. E acrescento que faltou uma melhor estratégia para vender versões. Quanto ao motor, o 1.8 empurra bem, mas pelo seu feeling, muitos o acham fraco (eu não achei). Talvez estivesse faltando outra opção de motor, seja um 1.8 mais fortinho ou um 1.4 Turbo mais forte para a T-jet e deixar o 1.4 Turbo 152cv para o Sporting.

        • granrs78

          Verdade, e na minha opinião, bem qua a Fiat poderia oferecer a opção de cambio automatizado para a versão com motor turbo, mas parece que a marca prefere viver de carros " baratos" e não investe nos modelos mais caros, lembrando que o lucro de carros mais caros são mais altos que os "populares".

          • KzR

            Sim, seria uma opção também. Aliás, não somente a Fiat, mas muitas fabricantes ora oferecem modelos só com câmbio manual ora só o automático/automatizado. Essa falta de opção tira da marca muitos possíveis clientes.

            As versões mais caras são de fato as mais lucrativas. A Fiat perde uma boa parte de rendimentos desse mercado por puro desleixo.

    • KzR

      Concordo. Os predicados dele não foram suficientes para quebrar a imagem e desleixo da Fiat quanto a carros maiores.

  • Poa141322

    Tenho um Bravo Essence, e o relato está próximo da minha realidade também. Acabamento, conforto e beleza são pontos fortes, o que incomoda é o Blue & me que não funciona, GPS no pen-drive que não reconhece os mapas (a concessionária não resolve nunca) e o tal do "apito de navio" quando engatada a marcha ré, parecendo que anda freiado.

    • Daniel Thomé

      Ahh é verdade. Tem o tal do apito no freio ao dar ré. É um problema crônico, pelo visto.

  • Rafael

    Daniel, senti falta do comentário de como é o comportamento do tão comentado dualogic com a utilização das borboletas. Tenho um amigo com um Cruze e ao passar pela alavanca de câmbio ele tem um delay para passar as marchas, mas não é bacana passar pela alavanca.

    • Daniel Thomé

      Rafael, o delay do dualogic ao dar um "tapa" na borboleta, por incrível que pareça, é menor do que tinha no Focus AT, 308 AT e Cruze AT que já dirigi, por exemplo.

      OBS: não estou dizendo que a troca de marcha do Bravo é mais rápida do que estes carros! Estou dizendo que o intervalo de tempo entre o toque na borboleta e o cambio COMEÇAR a fazer alguma coisa é bem instantâneo! Isso eu acho bom, porque não dá agonia. No Focus eu batia na alavanca e aquele segundo em que o carro nada fazia me induzia a pensar que o sensor não pegou o meu toque e até dava outro…

      Muitos aqui podem achar uma loucura, mas eu afirmo: para mim trocar marchas num dualogic monoembreagem dá sensação de mais esportividade e controle do carro do que trocar marchas de forma manual num automático com conversor de torque.

      • Rafael

        Valeu Daniel!

  • bedotRJ

    Gostei da avaliação. Que, por sua sinceridade, me levou a não gostar do carro. Ao menos não nessa versão Sporting com Dualogic. As versões do Bravo que considero válidas são a Essence manual básica, pelo CxB, e a TJet, pela esportividade. Creio ser possível levar o TJet pelo valor que se paga no Sporting Dualogic. Seria minha preferência, já que ainda não sinto essa necessidade toda do conforto de não pisar em embreagem.

    Sobre a ergonomia, criticada pelo proprietário, realmente não entendi a Fiat agrupar alguns comandos (mode do rádio, faróis de neblina e travamento central) à direita do rádio, longe do motorista, com o espaço similar à esquerda totalmente vago.

    No mais, é um carro bonito e muito bem acabado. Com pequenos ajustes, faria jus a vender muito mais.

    • PortoWF

      concordo. Foi uma avaliação honesta, mas Fiat pra mim só os T-Jet Manuais .

      • Madeira

        se ele tivesse tempo realmente conseguiria pegar um T-jet, mais é algo quase impossivel!
        Sou proprietário de um T-jet branco, até agora só alegria, estou com o carro faz um ano, rodei pouco 4.400km!

        Daniel parabéns pelo relato, pois em algumas avaliações os donos fazem muita média com a marca, como vc citou os demais carros que vc dirigiu e que sua familia possui deixou o relato bem interessante!

  • granrs78

    Eu gostei bastante do Bravo sporting. Parabéns pelo seu carro, eu achei que ficou bem melhor com a saída dupla do escape, que por sinal, a Fiat bem que poderia colocar em todos os Bravos sporting, pois combina mais com o visual esportivo do modelo.

  • Raul

    Tem muita gente que anda de Chevette e gosta de dar palpite em carros de 60 mil.
    Falando em carros e custo. Há um tempo tinha uma matéria onde um leitor relatava que ganhava aproximadamente 40.000 por ano e dizia ter um carro de quase 60.000. Fiquei curioso para saber, em média, a relação salários/valor do carro dos leitores do site. O meu carro custa 6 dos meus salários.

    • KzR

      Eu não critico o ponto de vista de ninguém baseado no carro que tem. Claro que não é o certo, mas todos temos um pré-conceito acerca de um modelo que nos permite expressar uma crítica. Agora o bom de escutar quem dirige ou já dirigiu é que a impressão passada é mais realista que a baseada em estatísticas, fotos, vídeos e itens de tabela.

  • MauroRF

    Nossa, se você achou o Bravo mais fraco em baixa do que o Focus 2.0, então deve ser fraco mesmo. Tenho um GLX 2.0 manual e o acho fraco em baixa, fora o irritante delay do acelerador eletrônico, que minimizaram na última revisão. No Focus, gosto da dirigibilidade dele (fica firme até em curvas muito acentuadas e velocidade mais alta, é incrível), mas as revisões de 6 em 6 meses, caras, e com pós-venda ruim (aqui no interior de SP pelo menos, a Caiuás de Itapetininga é uma lástima) desanimam. E o acabamento do MK2,5 deixa a desejar mesmo, isso comparando com o MK1,5 que tive. Alguém poderia me dizer se eu poderia instalar o Sprint Booster mesmo estando o carro na garantia? Onde eu poderia compra-lo?

    • Daniel Thomé

      Mauro, meu Focus era o AT da primeira leva (2009). A impressão que eu tinha é que calibraram o bixo para sair forte. Se eu me descuidava, ele patinava fácil na arrancada. E em muitas situações em que a velocidade caia ele já puxava a primeira novamente. Em saidas de curvas fechadas era um saco, pq as vezes eu saia cantando pneu e dando um soco no carro.

      Agora, no Focus manual, a reclamação do torque em baixa também é generalizada. E dizem que ele fica excelente com o Sprint Booster. Pesquisa na internet, tem lojas online vendendo o aparelho. No forum do Focus tem muita coisa sobre.

  • Marcelo_Machado

    Fez muito bem em tirar os adesivos.
    Será que sou o único que nunca alivia o pé nas trocas do Dualogic e não tenho problema com trancos/soluços?!!?
    Tem umas 2 ou 3 situações que se vc não souber o Dualogic dá trancos, mas nunca nas trocas normais. ele é um cambio com embreagem e portanto a sensação de trocas de marcha é igual a um mecânico. Não dá para esperar a suavidade de um CVT, mas daí a falar que ele dá traco é demais.

    • Wellington Myph13

      Tem momentos em que se você aliviar o pé, ele da mais soluço do que se manter ali meio curso…
      Isso no Dualogic Plus, já no da primeira geração como o do Grand Siena da minha sogra, se não aliviar, é tranco na certa…
      Eu Optei pelo bravo com Dualogic, pois o cambio manual do Bravo é muito sem vergonha, e se você colocar o Dualogic Plus no Sport, e manual, ele é bem mais agradável do que o manual… Ele vira o manual perfeito.
      Quando bate aquela vontade de trocar marchas, só por no manual em modo Sport que resolve tudo :P

      • KzR

        Até em carro manual se você aliviar demais e rápido, dá tranco. O que acontece é uma variação brusca de desaceleração ao que era uma aceleração progressiva. Na primeira marcha é pior. A S10 daqui de casa chega a dar coice!

    • KzR

      Eu não aliviava nas vezes que andei e não encontrei esse bicho de sete cabeças que falam por aí. Também julgo este balanço normal como o de um câmbio manual, justamente pelo motivo que você citou.

      • Marcelo_Machado

        Tem algumas coisas que vão se perpetuando de tanto falarem e repetirem. Tem muita gente que fala sem nunca ter experimentado e se experimentou deu só uma voltinha, mas já foi com o conceito pré-formado.
        daí sai repetindo o que a maioria fala.

        Prefiro um Dualogic com as borboletas atrás do volante do que esses AT com conversor de torque e que não deixam as marchas serem trocadas pelo condutor.

        • KzR

          Concordo Marcelo. O próprio pré-conceito já atrapalha a avaliação daquele que vai testar, acabando por não reparar com atenção nos aspectos positivos. Quando passei mais tempo num Linea dualogic versão1, pude comparar como a versão2 (plus) melhorou com o acréscimo do avanço lento e das outras funções. Mesmo tendo já andado na versão2 (e por pouco tempo), ainda achei bom andar na versão1.

          Eu preferiria o dualogic normal aos câmbios AT sem opção de seleção de marcha. Passa mais segurança e, de bônus, consome menos combustível. Com borboletas, só fica melhor.

  • Thiago

    Boa avaliação, único Fiat que considero comprável.

    • KzR

      Um dos melhores. O Punto e o Línea são bons também.

  • CharlesAle

    Muito bom o relato,mas não gostei também,esse motor não convence,esse carro merece u motor mais forte.Só ganha do Focus no acabamento,pois de resto perde e feio………e não é econômico……..

    • KzR

      Pergunta: deixando de lado esse marketing de "esportivo", o Bravo de verdade deveria ser o T-jet?

  • tatu_peba

    Parabéns Daniel, ótimo relato. Principalmente por ter sido feito sem "paixão".

  • Daniel

    Também achei o relato muito bom assim como os comentários do pessoal. Acho que o dono achou o carro adequado as suas necessidades que inclui também a não preocupação com a desvalorização e custo de manutenção (não faz diferença no bolso). Eu teria preferência pelo T-Jet que teve (apesar de um peso maior) melhor desempenho que o Punto T-jet no teste da Fullpower, pois hoje os amantes de carros esportivos sabem muito bem diferenciar o que é maquiagem e o que realmente é esportivo. Também sei que o T-jet não poderia também ser considerado um esportivo, pois 152CV é a mesma coisa que os 2.0 Focus, Peugeot e C4 e estes mesmos com 4 marchas nas versões automáticas andam muito bem. Esportivos que fazem diferença devem estar acima de 180cv como audi A3, Jetta e Fusca TSI, Fluence GT e outros importados, mas acho que o novo Golf GTI com mais de 210 cv é o melhor da atualidade,

    • KzR

      Para mim, Bravo é o T-Jet. O Sporting tem um visual legal e usa a suspensão certa, mas não tem o temperamento e a personalidade italiana da versão Turbo.

  • Daniel, o teto solar do carro não fecha quando ele está desligado pois exigiria muito da bateria do veículo, o mesmo deve valer para o rebatimento dos retrovisores. No CRV daqui de casa, o teto solar só abre e fecha com o motor ligado também.

  • Carlos Pedrosa

    Esse carro NÃO é pra quem: gosta de desempenho, gosta de espaço, gosta de bla bla bla.
    Esse carro é pra minha avó então!

    • Daniel Thomé

      Carlos,
      se tua avó pagar a FIPE + 1k eu vendo agora para ela! Poxa, a vovó vai ficar linda nele, cara!

      • Fabio_Tex

        Eh Daniel, tanto pelo seu excelente texto na avaliação quanto por esta resposta sensacional, precebe-se que as suas graduações "paid off".
        Parabéns pela avaliação, uma das melhores que já li feitas por não profissionais.
        Abraço.

  • Adriano_Silva

    Um ótimo carro, mesmo com esse "polemico cambio" lembrando que para os bolsos maiores, ainda tem o T-jet FANTÁSTICO.

  • Rick

    uma vez, no semáforo um zé mané com um Bravo 0km ficou me atiçando pra dar umas aceleradas. Eu, com a minha Caravan 1982, 82cv, aceitei e quando pensei em trocar para a 2º marcha o zé mané tava laaaaaaaaaa atras, comendo poeira..rs nao teve nem graça!

    ah, um detalhe! consumo é identico da minha Caravan 4cc . ¬¬

    • JOTAV

      Parabéns , agora chama a gata pra dar um rolê de Caravan , ou será que ela vai preferir ir de Bravo? kkkkkkkkk

      • BBG

        Falou tudo JOTAV o cara ainda acha melhor ter uma Caravan 82 do que um BRAVO por conta dessa arrancadinha, ele é bom mesmo

        kkkkkk cada um esse sim um ze mane

  • Muito bom o seu relato Daniel! Já tinha visto o seu carro lá no Forum do clube.
    Eu estou enfrentando alguns probleminhas com o meu Sporting 13/14, mas estou gostando muito do carro no geral.
    O maior deles no momento é o barulho que faz quando engato a marcha ré, mas ainda não tive tempo de levar na concessionária.
    Sobre a troca de marchas, no meu caso resolvi o problema dos famoso "trancos"(que na verdade são bem suaves) usando ele no manual, com o S ligado e nas borboletas.
    Sobre o motor eu concordo que ele dê a impressão de ser mais fraco do que é quando se anda na cidade, mas na estrada é bem divertido guiá-lo(isso quando você não tem família e muito peso pra carregar), principalmente com as borboletas.

    Bem que a FIAT podia investir em um motor mais atual mesmo, que fosse um pouco mais potente, iria vender bastante.
    Fora isso, a ponteira dupla é algo que na minha opinião deveria vir de fábrica no modelo Sporting dá outra visão pro carro, e em breve irei colocá-la no meu.
    No mais, é um ótimo carro. Esses detalhes como o teto que não fecha quando acionamos o alarme, e o usb que só funciona com o carro ligado já era de se esperar, já que estamos falando de um FIAT(fala aqui um ex dono de Stilo hahaha).

    • Daniel Thomé

      O meu também faz o tal rangido ao dar ré. É mesmo um problema crônico no carro.
      Eu também só uso no modo manual e esporte, fazendo as trocas na borboleta. Eu fiz questão de escrever este relato aqui porque é um carro um tanto polêmico. Não me arrependo de ter comprado não.

      Agora que chegaram os novos Golf e Focus eu vou reavaliar as opções de troca. Antes deles, o Bravo, no momento da compra, era a melhor opção para mim.

  • Lucas

    Daniel, também tenho um Bravo, porém é o Essence Dualogic 11/2012, como sou portador de deficiência escolhi o carro na época pelo desconto oferecido a mais pela FIAT além das isenções de impostos , Além de ser novidade na época.
    Se fosse fazer um relato seria muito parecido com o teu, inclusive o consumo, na gasolina 9 km/L na cidade e 12,5 km/L na estrada.
    Agora vou trocar de carro e espero não ser tão difícil revendê-lo no particular.
    Gosto muito do Bravo!
    Abç

    • Daniel Thomé

      Legal, Lucas. Que bom que conseguiu o carro com um bom desconto. O Bravo é mesmo um carro polêmico, que divide opiniões. Ele tem virtudes e eu estou bem ciente dos "defeitos". Ainda assim, também acho ele cativante!

  • fabio

    Comprei um Bravo Sporting manual, há uma semana. Na faixa de 55k acho a melhor opção na categoria de hatchs médios, estou gostando muito do carro. Os comentários mencionam muito o torque em baixa. Mas não senti isso, até pelo contrário pelo peso e cv achei que ia ser pior. Estou satisfeito com o carro.

    Na faixa de 55k ou vc vai de compacto premium Top ou vai de médio mais basico..Como gosto de teto solar, achei o custo benefio imbativel

  • fabio

    Comprei um Bravo Sporting manual, há uma semana. Na faixa de 55k acho a melhor opção na categoria de hatchs médios, estou gostando muito do carro. Os comentários mencionam muito o torque em baixa. Mas não senti isso, até pelo contrário pelo peso e cv achei que ia ser pior. Estou satisfeito com o carro.

    • Daniel Thomé

      Pagou um bom preço! Pela tabela, o Sporting começa hj em 60k. Felicidades com o carro, Fabio!

    • KzR

      Depende de cada um. Eu também não achei. Muitos esperam que motor de litragem superior ou igual a 1.8 tem que ser bom de arrancada e de rápida resposta com pouco acelerador. O primeiro Omega tinha um motor 3.0 e havia aqueles que o achavam fraco para rodar na cidade…

  • topboy

    Carro lindo esse Bravo… tô pensando em comprar um, mas nada de suspensão mais baixa, embora gostaria das rodas 17… argumentos contra é esse câmbio, mas não parece tão ruim assim… e só tem 2 anos de garantia… o design não cansou nada e não consigo achar o Punto mais bonito que ele… mas talvez o próprio Linea ofereça mais por menos, embora o design do Bravo seja mais atual… preciso ir em uma concessionária Fiat ver os descontos e as taxas, pq sei que são bons para a linha Bravo e Linea… não pagaria o preço de tabela nunca.

  • joao

    Tenho um Bravo sporting, faz 1 ano e 6 meses, os defeitos na minha opinião são realmente o espaço apertado no banco de tras (pra mim não faz diferença porque raramente alguem anda ali) e a falta de força nas arrancadas (tambem não é tão ruim assim, basta acelerar um pouco mais).

    Tambem acho que deveria usar um pneu de perfil mais alto, 215/50R17 ou de preferencia 225/50R17 como o Cruze, apesar de o Bravo ser bem confortavel e não ter tido problema com os pneus/rodas até agora. (Porque cuido muito disso, sabendo que pneu perfil 45 com roda 17 é muito complicado de usar no Brasil)

    De resto só alegrias, cada vez gosto mais do carro. Inclusive conforme o tempo passa acho ele mais bonito, o que pra mim é uma coisa rara, já que costumo "enjoar" fácil dos carros…

    Outra coisa, tambem notei uns barulhinhos no interior, coisa pouca mesmo e gostei muito disso, porque já tive Golf, Astra e Focus comprados novos e depois de 3 meses de uso já faziam um monte de barulhos na cabine, BEM mais barulhento que o Bravo.

    É um carro realmente bem montado e acabado em todos os sentidos.

    • FernandoVW

      Já q vc cuida tanto, quando for trocar pneus, vai manter a configuração original de fábrica ou substituir por 225/50?

      • joao

        Vou trocar por 225/50R17 com certeza!

        Vai melhorar ainda mais o conforto e vai ser mais dificil estragar em algum buraco. Pretendo inclusive fazer a troca antes da hora pra guardar os originais e colocar no carro na hora da venda. Porque pra vender acho que tem que deixar a medida original.

    • Daniel Thomé

      João, a primeira vista também me assustei com o baixo perfil dos pneus. Mas na prática eu não acho a suspensão do Bravo tão dura não. Para uma roda 17" com 215/45 até que filtra bem as irregularidades e não dá socos secos.

      • joao

        Tambem acho, muito confortavel. Imagine com um pneu um pouco mais alto, vai ficar melhor ainda!

  • PedroTelles

    Sempre gostei muito do design do Bravo.
    Um primo meu tem um Stilo azul 2004, que segundo ele, o primeiro dono tirou da CSS por 64 mil na época.
    Ele só tem elogios ao carro que já passou dos 100 mil km, então apesar de não gostar da maioria dos carros da Fiat, daria uma chance ao Bravo principalmente se for um T-jet manual.

  • victorcvs

    Eu tenho um essence 2012/2013 manual e com blue me que está com aproximadamente uns 20mil km. Acho que o seu relato é mais ou menos o que penso, exceto que não acho que a direção é torta e não tenho nenhum ruído na suspensão (vc é o primeiro caso que ouvi falar). No acabamento tive alguns problemas mas foram resolvidos na concessionária. Além disso, quanto à questão do motor, no começo também achava que ele era lento mas depois dos 5mil km rodados ele mudou completamente de comportamento. Hoje, acho o motor excelente para o carro (nas versões de entrada), mas tenho plena consciência que ele compete com os 1.6 do mercado (do 308, i30 ou focus). Para o resto, o motor que compete é o TJET. Assim, não vejo o motor como problema e sim o preço (a versão turbo deveria ser mais barata e equipar o absolute). Quanto ao consumo, consigo 12,5 com gasolina e ar ligado ocasionalmente num trânsito misto. Sei que a desvalorização parece ser grande, mas é preciso lembrar que o carro pode ser comprado com muito desconto. O meu mesmo paguei 51k e acho que não tem nenhum hoje no mercado com o mesmo custo benefício na categoria na versão de entrada. No geral, ainda acho que é uma boa compra e tenho o pressentimento que as vendas vão melhorar principalmente nas versões básicas, visto que o 308 e o focus aumentaram muito de preço e o Bravo essence está sendo uns dos únicos que se consegue pegar com menos de 55mil na maioria das regiões.

    • KzR

      Acho que nem deveria ter havido a Absolute. Essence, Sporting e T-jet seriam mais que suficiente. Agora se o 1.4 turbo estivesse disponível para o Sporting, podia ser que a história fosse outra.

  • Ferdnand August

    ótima análise do veículo, tenho um t-jet 2014 e minha única reclamação é a montagem do veículo, o desempenho é muito bom mesmo.

    • KzR

      Em que aspectos você reclama da montagem?
      Parabéns pelo carro.

  • Cloves

    Tenho um sporting dual também desde o laçamento. Tinha um focus também. Acho o bravo melhor no geral, o que vc falou de arrancadas sem cantar pneu não acontece com o meu, é só pisar forte nível 2 (soco no acelerador) que ele sai forte tanto com cambio no modo conforto como no modo sport.
    Também troquei o filtro por um inbox da inflow, a baixa rotação melhorou significamente.

    • Daniel Thomé

      Cloves, o seu já é com o dualogic plus?? Porque eu estranhei muito essa questão da arrancada. O meu, mesmo no modo esporte e pisando rápido e forte no acelerador o bixo não saia cantando pneu não!

      Também estou usando esse mesmo filtro e notei uma melhora em baixa sim. Em situações onde se perdia velocidade e tentava retomar em 2ª e o carro se arrastava, com o filtro ele retoma bem mais rapidinho mesmo. Parece que o carro ficou um pouquinho mais solto e sobe um pouco mais fácil o giro.

  • Diegorji

    Como já disse aqui eu troquei meu Focus 1.8 16v 2003 por um Bravo 1.8 16v Absolute 11/12 com 18 mil Rodados. Melhor investimento que fiz, o carro é incrível, não deixa nada a desejar aos concorrentes, o único ponto negativo realmente é o motor, pois quando se chega a 180 nota-se que o carro perde " fôlego" e se arrasta até 195km/h, não passa disso em linha reta.

    • Daniel Thomé

      Diego, só uma vez testei a velocidade final do carro em condições ideais de pista vazia por aqui. E foi bem isso que você falou. Até 180km/h o carro vai super bem, parece que vai continuar subindo indefinidamente…mas quando chega nessa marca…parece que a força do atrito supera a força do motor!!! rs…e a cada 1km/h a mais depois do 180km/h é uma luta para o Bravo! Mas a sensação em altas velocidades no carro é de bastante estabilidade.

  • Stark

    O interior merecia o grafismo do Punto, cheio de luzes azuis e brancas espalhadas no painel. Esse tom alaranjado fica meio Palio ELX dos antigos.

    • KzR

      Realmente esse efeito de luzes do Punto é bem melhor. Dá até mais requinte, embora a luz laranja seja melhor para o uso noturno.

      • joao

        Eu gosto muito do laranja, tem um ar "classico" que combina com o carro. Prefiro assim.

  • carlos

    Parei de ler quando ele disse que 7,5 km/l na cidade não assustava.

    • Daniel Thomé

      Leu quase tudo, então!

      Veja bem, qualquer carro comigo dirigindo faz médias mais baixas de consumo, por isso não me assusto. Além disso, eu dirijo muito nas piores horas de trânsito. Muitas vezes eu chego a percorrer 3km sem conseguir passar da segunda marcha.

  • KzR

    Parabéns pelo relato e pelo carro, Daniel.
    Apesar de preferir a T-jet, a Sporting sem os adesivos me agradou bastante.O 1.8 pode não ser um foguete, mas quando andei, achei-o conveniente para uma proposta de carro confortável. Sabendo tocar como se deve, esse motor empurra bem o carro, mas tem que saber acelerar. O dualogic é bem competente no que faz, tem função automática e consome quase como um manual.

    Tem dois pontos que gostaria de citar no relato: o espaço no banco não achei ruim, só para quem vai no meio (aí vai bem ruim mesmo), mas perante a concorrência, fica devendo. Também não achei essa quinta marcha longa, gira tanto ou a 120km/h que o antigo 1.8 de origem GM (diante disso, até que está na média).

    No quesito design e acabamento, a Fiat acertou a mão no Sporting (tirando as faixas adesivas), colocando a suspensão certa para o carro. Mas ainda faltou a tela multimídia e os airbags extras.

  • KzR

    Ainda acho o Bravo o hatch médio mais bonito do mercado. Mesmo diante de concorrência muito competente, a versão T-jet é um colírio para os olhos: acrescenta o desempenho que faz jus a beleza do carro.

    A Fiat deveria tê-lo vendido apenas como versão topo de linha, não como "esportivo". Já tem o Punto T-Jet para ocupar esse cargo.

  • hal_cwb

    Primeiro parabéns pelo carro Daniel. No caso de ser difícil a fazer manobras é por causa da direção direta, acontece comigo com o Punto e ele é bem menor que o Bravo, enquanto os outros carros fazem duas ou duas voltas e meia, o Punto e o Bravo fazem uma volta e meia só. Segundo reportagem na 4 Rodas quanto mais direto é o volante às rodas, menos voltas ele dá. E quanto ao ronco invadir a cabine, é proposital nas versões Sporting. E me desculpem os haters, mas o ronco deles é gostoso de ouvir, principalmente quando você está esticando um pouco as marchas ou reduzindo pra uma curva sem tirar o pé do acelerador. Não estou falando de fazer curvas correndo (antes que me critiquem), só de não tirar o pé quando estiver reduzindo.

  • Rafael H.

    Possuo um Bravo idêntico ao seu Daniel, estou com ele há exatos 12 meses e no início foi uma maravilha, apenas estranhei um pouco a suspensão firme, pois tinha um Fiat Stilo, mas já sabia que seria diferente…porém minha alegria com o carro durou apenas dois meses!! A começar com ruídos vindos do painel, troca do amortecedor traseiro direito, troca da guarnição do teto solar, do molde do câmbio, são alguns dos problemas que tive. Para a Fiat deixar "aceitável" o problema dos ruídos do painel, eu tive que comparecer 7 vezes na concessionária, a mais um detalhe, já tiveram que ajustar duas vezes o teto solar, pois emitia som de "batida de ferro" em asfalto irregular. Meus caros, eu gostava da marca Fiat, porque anteriormente tive dois Stilos e nunca me incomodei, porém classifico minha experiência com o Fiat Bravo Sporting DESASTROSA!! Lógico que o carro tem seus pontos positivos, digiribilidade e beleza, mas neste caso os pontos negativos superaram e muito.

    • Daniel Thomé

      Poxa, Rafael. Que ruim isso. Ainda bem que ainda não tive nenhum problema assim. Antes de comprar ele eu tinha muito medo de infiltração e desalinhamento do teto solar, até porque eu ando em alguns trechos de calçamento irregular aqui na minha cidade. Mas até agora, o funcionamento dele está perfeito, nenhum ruído sequer. O único ruído que surgiu recentemente é o encosto do banco do carona que fica vibrando quando não tem ninguém sentado ali. Mas acho que não deve ser muito difícil de resolver. Qualquer hora vou tentar dar esses "cliques" eu mesmo.

  • mrbocao

    Também sou proprietário de um Sporting 13/13 manual e gostaria de adicionar um outro ponto que muitos proprietários do Bravo comentam, o controle de qualidade da Fiat, é inadmissível um carro nessa faixa de preço apresentar problemas tão toscos de acabamento como acontece em algumas unidades. Em geral são problemas fáceis de serem corrigidos na CCS mais que acaba gerando frustração para quem acabou de comprar um carro 0KM.

  • Deivid

    Câmbio automatizado de uma engrenagem é um crime contra o Bravo, levando em conta o segmento do carro.

  • fabiosne

    Dizer que "Fiat, tem carro fracos, defasados e pobres em tecnologia"???. Acho que tem várias outras marcas que tem desempenho ruins em seus carros. Pobres em tecnologia? Das 4 grandes, a fiat foi a primeira a ter computador de bordo num simples palio. Na época, pois já faz alguns anos, eu procurava isso e não encontrei nos carros das outras 3 grandes, mesmo de categoria superior. Via pessoas com carros Honda por aí que não tinha isso. Já hoje em dia todos tem. Vão dizer: "Mas computador de bordo não é uma tecnologia importante". Depende de cada um. Pra mim teto solar é bobagem por exemplo. Mil vezes um "simples" Punto T-Jet, que é mais leve e seu desempenho é maravilhoso, do que essa categoria "sporting" da Fiat com esse motor 1.8 E-torq que só fica bom mesmo depois dos 4.000 rpm, o que é decepcionante até mesmo num palio, e mais decepcionante ainda no punto, o qual que já tive e não aguentei 3 meses com o carro. Fico imaginando então num carro mais pesado ainda como o bravo. . Não gosto de ficar dirigindo o tempo todo a mais de 4.000 rpm. É mil vezes mais gostoso de dirigir o punto t-jet. Esse eu não troco por nenhum bravo, nem se for bravíssimo, rsss. Tem várias coisas ditas nesta matéria que pra mim não tem importância, então tudo é relativo, dependendo da pessoa. Além do que não adianta enfiar um monte de tecnologia nos carros, cheias de imperfeições em suas funções e que depois só dão problema, só pra dizer que tem no comercial. Ou então enchem de tecnologia no carro e obviamente compensam tirando de a qualidade de outro lugar do carro, que então depois vai apresentar problema. Não estou defendendo a fiat, mesmo porque achei que esse relato ficou grande só porque perdeu muito tempo fazendo propaganda em nome da fiat em cada detalhe do carro, que eu sinceramente não acho que seja tudo isso não. Ninguém enfia na minha cabeça que o bravo é mais bonito que o punto. Nunca isso, o bravo não tem é mais bonito que o punto nem com a fiat tentando estragar o punto colocando o "aparelho dentário" na versão nova, rsss. Carro grande é pra quem precisa de espaço. Quem gosta de desempenho, o carro tem que ser menor e mais leve, e um motor decente, que seja mesmo esportivo, e não esportivo na aparência. É ridículo um carro pesado como o bravo, com esse motor decepcionante 1.8 etorq, querer receber o nome de esportivo. Esportivo na aparência pra mim não serve pra nada. Não me interesso nem em olhar nem se o vendedor disser que está a 50% do preço. A única coisa que ele tem de melhor realmente importante é o controle de estabilidade, mas mesmo assim não me é suficiente pra eu preferir o bravo do que o punto. Um carro grande que não tem espaço bom dentro, então é grande para que? Só pra atrapalhar o desempenho? Ou para chamar a atenção dos outros na rua? Isso pra mim é bobagem. Aliás, como é que dá pra saber que a troca de marcha se faz a EXATAMENTE 0,75 segundos? Vejam só, não é nem 0,78 e nem 0,72, é exatamente 0,75 segundos. Espero que pelo menos tenha usado algum equipamento especial conectado internamente ao carro, porque se cronometrou isso de ouvido pelo barulho da troca de marcha, e usando um aplicativo de celular, só aí já dá pra ter errado no mínimo em meio segundo pra mais ou pra menos. Mas uma coisa eu concordo, o dualogic é rapidinho pra trocar de marcha. Na cidade é bem trancologic, horrível, mas na estrada em velocidade mais alta as trocas são bem esportivas, bem rápidas, só não sei se dá pra saber se faz em 0,75 segundos ou 0,76, rsss.

    • Daniel Thomé

      Fabio, tive dificuldade de compreender bem o seu comentário. Mesmo assim só queria esclarecer que não me vejo fazendo "propaganda em nome da FIAT", até porque na avaliação eu pontuo vários aspectos negativos do carro. E, além disso, já comentei aqui que estou avaliando a próxima compra que, muito provavelmente, será um Golf TSI, pois o considero hoje em um patamar mais elevado de qualidade geral em relação ao Bravo (tecnologia, segurança, desempenho, economia, etc).

      Já sobre o tempo de troca de marcha do dualogic no modo esporte, quem declara os 0,75 segundos é a própria FIAT, em suas especificações técnicas sobre o carro. Infelizmente não localizei a fonte do manual técnico do produto disponibilizado pela FIAT.

      Mas falando de instrumentos de aferição, se é para ser bem rigoroso na metodologia de mensuração, fiquei também curioso para saber como você mediu o seu prazer quando declara: "É mil vezes mais gostoso de dirigir o punto t-jet". Você usou "algum equipamento especial conectado internamente" a você? Um "prazerômetro? Será que ele estava devidamente calibrado?

    • hal_cwb

      Quanto ao motor 1.8 etorq dá pra notar que vc nunca dirigiu ele, pois o torque é disponibilizado aos 2000 rpm. Concordo que o T-Jet é bem mais rápido, mas comparando o Punto T-Jet com o Punto Sporting, o T-Jet custa 10K mais caro, sem falar no seguro para carro esportivo com motor turbo que também é extremamente caro.

  • fabioalisson

    É um belo carro, bom acabamento, mas carece principalmente de um câmbio melhor. Dualogic é câmbio para carro compacto e não para um médio. Merecia um câmbio automatizado de dupla embreagem ou um automático de verdade.

    O motor 1.8 merecia um comando variável de válvulas, o que melhoraria o desempenho em baixa rotação.

  • Jair

    Caro Daniel,

    Parabéns pelo relato. Muito condizente com a realidade do carro.
    Também possuo um Bravo Sporting, 2013, Dualogic e gosto muito do carro.
    O desempenho é muito bom, apesar de o câmbio roubar muita potência (já tive um Línea manual que andava muito mais). A qualidade da dirigibilidade se comprova na estrada, quando você se distrai um pouco e nem percebe que está em velocidades bastantes elevadas.
    Os únicos pontos negativos que vejo neste Dualogic plus é que, em função de ter baixado a curva de torque em relação aos modelos anteriores, às vezes você se aperta em algumas ultrapassagens pois o computador passa a marcha com muita antecedência; e, outro problema que percebo é para arrancar em aclives. Infelizmente é necessário segurar o carro no freio de mão porque ficou um "buraco" muito grande em relação ao momento em que você tira o pé do freio para colocar no acelerador. Deve ser por causa do novo sistema "creeping".
    No mais é um carro excelente. Sempre recebo elogios dos amigos que nunca andaram num Bravo antes, tanto pelo acabamento quanto pelo desempenho.

  • Mauricio

    Como você retirou os adesivos?

  • Alexandre Carvalho

    Possuo um bravo Sporting dualogic 13/14 branco e o veículo é muito bom. O cambio automatizado, que gera polêmica, na minha opinião, não é melhor e não é pior que os outros câmbios, é diferente. Os trancos não existem mais nessa versão Plus e atende bem na cidade e estrada além das borboletas possuírem respostas rápidas. O design é indiscutível como também o acabamento. Quem tiver dúvida sobre o mercado de usados do bravo posso relatar que tinha um Essence 12/13 dualogic que paguei 54.500 e vendi por 43.000 a uma colega de trabalho. Durante os 18 meses que estive com o bravo Essence não foi detectado problema algum. Detalhe: tinham outras pessoas interessadas em comprar o veículo, tinha à época 3 pessoas que fizeram proposta. Então o mercado é melhor que muitos carros de 30 ou 40 mil. Deixei as faixas na cor cinza externas (portas dianteiras e tampa da mala) pois penso que retirar descaracteriza a versão Sporting. Confesso que também pensei em retira-las. Recomendo o carro e abraços.

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