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Carro da semana, opinião do dono: Mitsubishi Outlander 2011

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Em março de 2016 surgiu uma oportunidade de comprar um Mitsubishi Outlander 2011 e não perdi a chance. Na época, tinha um Peugeot 408 ano 2013, comprado seminovo na concessionária.
O Peugeot 408, apesar de apresentar excelente desempenho e conforto, tornou-se inadequado para o uso familiar, devido a constantes viagens de lazer para o litoral e serras, conduzindo esposa, filhos e bagagens.

Moro num condomínio e fiquei sabendo que uma vizinha estava vendendo o Outlander devido a problemas financeiros. Não entrarei em maiores detalhes, mas uma pessoa da família estava gravemente doente e as pesadas despesas médicas a obrigavam a tomar essa decisão.

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Portanto, eu já conhecia o carro e sabia da procedência e tratamento que os donos davam ao mesmo. Eram pessoas do meu conhecimento diário e de razoável condição financeira. Infelizmente, estavam passando por um momento difícil que pode acontecer com qualquer família.

Resumindo, fechamos negócio por R$ 45.000. Paguei R$ 35.000 em dinheiro e assumi R$ 10.000 referentes a dívidas de IPVA e emplacamento atrasados, multas e outras dívidas da família. Contra o carro já havia uma ação de penhora e pelo que entendi, poderia até ser apreendido. Por esse motivo, o carro permanecia trancado na garagem há meses.

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O Outlander estava em excelente estado de conservação, com apenas 42.000 km rodados e com todas as revisões e trocas em dia. Todos os acessórios e sistemas funcionavam perfeitamente, incluindo chaves-reservas, alarmes e sensores.

1 ANO DEPOIS

Cerca de 14 meses e 12.000 km rodados depois, posso dizer que o Outlander atende totalmente minhas necessidades de locomoção, oferecendo espaço e conforto de sobra, empurrado por um motor 2.4 e por um câmbio CVT que parece que foram feitos um para o outro.

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Já relatei aqui no NA minha experiência com o CVT, que precisa ser corretamente usado para entregar seu potencial. Em poucas palavras, câmbio CVT é sinônimo de progressividade e você tem que pisar acompanhando a evolução do carro, ou seja, ir “pisando atrás”. Não adianta atolar o pé e achar que o carro vai se comportar como um foguete. Sabendo dominar esse macete, o câmbio CVT é a maravilha sobre rodas.

Descreverei minhas impressões sobre o carro conforme 3 aspectos que julgo serem os mais importantes na avaliação de um automóvel: conforto, desempenho e manutenção.

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INTERIOR E CONFORTO

É um carro bonito, que apresenta um visual agradável e equilibrado, sem maiores excessos. Olhando de frente, passa por um ASX (Outlander Sport em outros países) enquanto pela lateral e traseira lembra uma Pajero.

A construção e acabamento são robustos e meio que rústicos, parecendo que os engenheiros não quiseram perder tempo com babados e firulas. Apesar dos forramentos da porta e painel serem todos de plástico duro sem maciez, os encaixes são perfeitos e sem rebarbas nem brechas.

Os bancos em couro arranham facilmente e já apresentam pontos gastos e descosturados. São meio rasos e não apresentam um bom “encaixe”. Mas os controles elétricos de altura e profundidade permitem achar o acerto ideal com facilidade. Os bancos traseiros são reclináveis e tem porta-copos no centro.

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O apoio de braço central oferece um ótimo espaço para objetos, tendo ainda saída USB e conexão para o som do smartphone sair nos alto-falantes. As portas apresentam espaço para trecos e garrafas de água, com controle individual de vidro elétrico e trava.

O painel, como todo carro japonês, é a essência da simplicidade, coisa que me agrada bastante. Controles de luzes, limpadores e setas estão todos ao alcance dos dedos e logo atrás do volante. Nos dois porta-luvas dá para colocar pequenas bolsas, pastas de documentos e pacotes, embora não tenham iluminação interna.

O computador de bordo tem funções que permitem definir médias de quilometragem, memória para 2 trechos, estimativa de combustível e consumo, tudo bem informado e de fácil acesso. Avisos sonoros e alarmes alertam o condutor para portas abertas, luzes acesas e cinto de segurança. Enquanto o condutor não colocar o cinto, será obrigado a ouvir uma insistente voz feminina solicitando colocar o cinto, inclusive cortando o som do CD. Não tem mais desculpa para esquecer de colocar o cinto!

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Airbags para condutor e passageiro, sem surpresas. O assistente de rampa (brake-holder) garante que o carro não desça nas largadas em terreno inclinado.

O volante é pequeno, de boa empunhadura e com controles de piloto automático (cruise-control) e seleção de estações e volume de som. Pode ser regulado na altura e profundidade. Tudo super prático e bem resolvido.

O som com 6 alto-falantes envolve todo o ambiente com excelente qualidade. Uma coisa que me espantou foi o esterçamento progressivo do volante, que permite fazer manobras num menor espaço, além de exigir menos esforço. De fato, agora faço manobras no mesmo espaço que antes não fazia no Peugeot 408!

Abrindo o porta-malas, dá-se de cara com um recurso que agrada qualquer pessoa: a tampa inferior rebate e transforma-se num simpático “banquinho”, ideal para descansar ou usar como “mesa” numa festa no sítio. Segundo o manual, aguenta até 100 kg e posso garantir que me aguenta numa boa.

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O porta-malas é enorme (700 litros), tem ganchos para fixação de volumes e redes, saída USB, cavidades para objetos e uma tampa retrátil que pode ser estendida para ocultar a carga. Ainda no porta-malas temos controles elétricos que permitem recolher os bancos traseiros sem o menor esforço. Isso mesmo, aperta um botão e os bancos dobram e fecham sozinhos! Quem costuma transportar grandes volumes no porta-malas sabe como isso facilita a vida.

MECÂNICA E DESEMPENHO

O Outlander é movido por um motor 2.4 que deixa o carro com uma força descomunal de 170 cv. A menor pisada, o carro reage instantaneamente e dá a impressão que não vai parar mais. Isso pode ser muito bom, mas também pode ser muito perigoso. Devido ao excelente isolamento acústico, é fácil chegar a 120 km/h pensando estar a 80 km/h.

Já atingi 160 km/h em rodovias e facilmente poderia chegar aos 180 ou 200 km/h, bastando continuar pisando. O silêncio engana e nada no comportamento do carro acusa essa velocidade. Portanto, atenção e bom senso sempre.

O câmbio CVT deixa o carro mais solto e com a rotação sempre na medida certa para retomadas. Mantendo a rotação ideal, o carro fica mais econômico.

Depois fiquei sabendo que o modelo 2011 foi o último a vir com motor 2.4 e tração 4×4 com bloqueio, sendo que a partir de 2012 a Mitsubishi tirou a tração 4×4 e “rebaixou” o Outlander para um motor 2.0, deixando-o mais gastão. Vai entender…

Por falar nisso, faço média de 7 a 7,5 km/l na cidade, pisando manso e sem exageros. Na rodovia chego a fazer 10,5 km/l com máxima de 110 km/h. Passando disso, a sede do motor 2.4 começa a aumentar…

Os freios ABS são super justos e parecem agir sem o menor esforço, dando sensação de solidez e confiança. As pastilhas ainda são as originais japonesas Akebono e não vejo sinal de cansaço nem barulho.

Da mesma forma, velas e componentes elétricos e hidráulicos ainda são originais e não apresentaram qualquer sinal de mal funcionamento. A suspensão não preza pelo conforto, pois acho que a escola japonesa visa mais a segurança. Então vamos combinar que a suspensão é firme, mas sem apresentar batidas nem rangidos.

Por falar nisso, sempre considerei a função principal da suspensão manter o carro no chão e não unicamente proporcionar conforto. Afinal, para manter no chão um carro de 1.600 kg com um motor 2.4 e 170 cv de potência, não pode ser uma suspensão molenga ou frouxa.

MANUTENÇÃO

Até agora, a troca da enorme bateria de 75 amperes. A anterior da marca Heliar durou exatos 3 anos, conforme a nota fiscal que acompanhava o manual. Comprei uma bateria Moura por R$ 500 e espero que dure outros 3 anos.

Também troquei em janeiro/2017 os 4 pneus originais Pirelli, que já estavam no fim. Os pneus originais do Outlander são 225/55 de aro 18. Resolvi colocar pneus com perfil 60, o que garantiu um rodar mais macio e confortável. Após pesquisar na internet, consegui encontrar 4 pneus Dunlop por um preço razoável. O original Pirelli ou o Continental estão custando em torno de R$ 1.000 a unidade, o que para mim está fora de cogitação.

Em fevereiro/2017 comprei o filtro de ar original do motor por R$ 70 no site chinês Aliexpress. Ainda comprei por R$ 25 o filtro de ar da cabine que, por incrível que pareça, é o mesmo da Chevrolet S-10. Eu mesmo troquei os dois em menos de 10 minutos.

Nas trocas de óleo o manual indica 5W30, que já consegui achar até por R$ 25, das marcas Total e Petronas. O filtro de óleo é o mesmo da família Fiat Fire e custa no máximo uns R$ 15 no Extra ou Carrefour.

E só.

RESUMO

É impossível comparar o Outlander ao meu carro anterior, o Peugeot 408. São conceitos e propostas totalmente distintas. Evidente que o 408 tem um nível de conforto e acabamento muito superior ao do Outlander. O interior parecia uma sala de estar e os bancos eram verdadeiros sofás de luxo. O desempenho do motor THP 1.6 turbo era incrível embora bebesse praticamente a mesma coisa do Outlander.

O Outlander é um SUV pé-duro mas tem qualidade no que é essencial. Abre mão de mimos e oferece desempenho honesto. Com a tração 4×4 com bloqueio já arrisquei uma trilha leve sem fazer feio.

Em outras condições de necessidade, eu até permaneceria com o Peugeot 408, mas eu precisava de um carro maior e surgiu essa oportunidade. Embora me desfazendo de um carro 2013 e “retrocedendo” para um 2011, adquiri um carro de excelente qualidade e procedência por um valor coerente.

Embora tendo condições, nunca comprei carro zero na vida e não pretendo mudar de ideia, se Deus quiser.

Obrigado ao NA e abraços a todos do Zé Mundico.

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4.0

  • Deadlock

    408 THP consome quase o mesmo que o Outlander? Bem que falaram que o motor THP era beberrão.

    • oloko

      Sim, na estrada, o c4 lounge até faz uma média razoavel 12,5 13 andando a 110 120, mas na cidade é osso, faz 6.5 7 (curitiba) andando que nem gente, se ficar dando esticada aqui e ali piora já

      • Davi Millan

        Exatamente! o Consumo do carro varia muito entre as situações. Eu tenho um C4 Lounge e moro em Florianópolis. Na estrada entre 110 e 120 ele faz no máximo 13,5km/l. Já andando próximo a 100km/h ele faz na casa dos 15km/l. Andando a 80km/h é possível fazer 17km/l (Tenho fotos aqui e pretendo mostrar quando fizer meu relato do Cerato 12/13, a venda dele e até os 20mil km do C4 Lounge). Já na cidade… com gasolina não consegui fazer mais que 8,6km/l, 6,5km/l no Etanol e 9,8km/l na Podium.

        • Rafael Rodrigo

          9,8km/l na Podium!? primeiro carro que vejo que ganhou autonomia usando ela…

          • Davi Millan

            Pois é, até vou abastecer novamente com a Podium e tirar a média e fotografar para um futuro relato.

          • Edson Fernandes

            O motor THP é um motor que reage sensivelmente as variações de qualidade de combustivel. Experimenta colocar combustivel ruim… o carro não pega.

      • O meu C4 é 2014, só a gasolina, e é esse aí mesmo o consumo dele. É 6,8 em um ambiente urbano truncado e de 12 a 13 na estrada, dependendo de você andar mais perto de 110 ou não. Se pisar além da conta, andando na faixa acima de 140, pode esperar coisa abaixo de 11.
        Dizem que na versão flex a calibragem do câmbio foi repensada, com o carro passando a fazer coisa de 8 na cidade (gasolina). Na estrada, pelas informações que tive, ficou na mesma.
        O Lounge é um carro muito pesado para o seu porte. A sua plataforma já está datada, e acaba ficando cerca de 200 kg acima de outros carros da mesma categoria.
        Na versão só a gasolina, o câmbio realmente deixa o carro “bravo além da conta”. Qualquer leve toque a mais no acelerador e ele já joga marcha pra baixo e estica giros, o que é meio irracional em um carro com 25 kgf de torque a 1400 RPM. Ideal mesmo seria o “kick-down” funcionar de forma mais parecida com outros carros automáticos, exigindo pressionar o acelerador a fundo para adotar uma programação mais agressiva de troca de marchas. A programação adotada deixa o carro com um desempenho fantástico, mas atenta fortemente contra a economia de combustível. Em um carro de perfil mais familiar, acaba sendo um tipo de contra senso.

        • Edson Fernandes

          Nessas situações, não valeria a pena jogar para o sequencial só para segurar a sexta marcha?

          As vezes no Fluence para evitar elevação de giros desnecessária, eu tenho de “apelar” para essa solução.

          As vezes vc percebe que tem torque, mas imagine assim:

          Geralmente o Fluence trabalha a 100km/h entre 1900rpm a 2100rpm (1500rpm se for uma descida, 1900rpm em um plano sem exigir esforço do motor e varia até 2100rpm exigindo esforço em uma subida leve)

          Se eu jogo para o sequencial, ele sobe 100rpm comparado a “D” mas faz a progressão como um automatico convencional. E para ele reduzir de sexta para a quinta, apenas se fizer kick down ou se reduzir a velocidade para 53km/h (o que é uma margem muito boa para evitar reduções desnecessárias ou aumento de giro sem necessidade).

          • O C4, nessas condições de “100 km/h”, que seria mais em trânsito rodoviário, segura bem a sexta, a não ser que se afunde mais o pé, mesmo.
            Problema está no trânsito urbano, onde ele realmente tem uma configuração “muito brava”, respondendo agressivamente a qualquer exigência mínima do acelerador. Fica difícil de tentar controlar essas reações colocando o câmbio em “M”. Aí a conta no consumo é cobrada.
            No trânsito rodoviário eu acho o consumo dele razoável, com coisa de 12 a 13 km/l. Para um carro de 1,5 ton, está de bom tamanho.

            • Edson Fernandes

              É que vc não dirige um CVT…rs

              Não na questão agressividade, mas comportamento de transmissão. Para arranque, é comum que as polias estejam se ajustando para então começarem a liberar força. Isso pode ocorrer até 30km/h e a explicação e simples: Se vc precisar de aplicar força na subida, melhor ter a menor relação possivel para subir com força.

              Mas … ao utilizar o modo sequencial, é quase certo que se vc quiser se manter em 1500rpm, vc vai conseguir, mas será algo muito do besta:

              Você arranca com o carro em “1”… ele sai bonitinho e você joga em seguida “2”… olha o conta-giros e de 1500rpm em primeira marcha, vai ficar 1500rpm em segunda. Aí vc vai ganhando velocidade e joga para “3”, e continua em 1500rpm…rs

              Não tem o mesmo aumento de rotação de um cambio convencional. Na pratica vc se sente um pateta em fazer o mesmo que o carro faz sozinho em “D”…rs

              Trocas com redução de rotação entre marchas precisam ser feitas apenas em 2500rpm, o que já perde o sentido no consumo para vc “olhar” ele cair de 2500rpm para 1900rpm. Mas a pratica em transito pesado é utilizar D mesmo, pois não faz o menor sentido ficar utilizando o sequencial.

              Já na estrada a situação muda, em determinadas situações é melhor usar o sequencial. Isso porque a depender da pressão exercida no acelerador, a rotação sobe bastante e até mais do que vc usar o sequencial e “controlar” o regime ali trabalhado.

              Isso pra mim, é mais relacionado para quando vc pega uma serra ingrime e nas desacelerações e acelerações, se usa o sequencial para ficar evitando a variação desnecessária da rotação. O que eu quero dizer é: Imagine que vc está subindo uma serra a 60km/h. Nessa situação, há um fluxo normal em que parte das vezes se desacelera para 50km/h por conta de uma curva fechada em aclive e depois retoma.

              Se nessa inclinação o cambio detectar que o regime de rotação é baixo (para lhe manter com o pedal de acelerador com pouco uso) ele aumenta o giro (muda a posição da polia fechando um pouco a relação), então do nada o carro pula de 1900rpm para 2200rpm. Aí vc vai retomar e ao invés dele segurar em 2000~2100rpm ele vai jogar 2300~2500rpm pelo regime ali detectado. Ok… aí vc precisa desacelerar novamente e pega um transito bem forte de subida que o amigo da frente tem um carro manual e não reduz antecipadamente…. vai precisar retomar de 30km/h e vc vai querer acompanhar o transito, aí vc pressiona com mais carga ao acelerador e a rotação pula para 3000rpm (mas te puxando bem para o banco e desenvolve velocidade)

              Só que nessa, fica aquele acelera – desacelera e por vezes a rotação variando muito (que é onde o CVT consome mais). Já no sequencial isso não ocorre. Aí funciona como um automatico convencional, porém como é uma relação de polia, vc não nota as mudanças… simplesmente muda o numero da marcha.

              Então aí sim… ele admite rodar em uma mesma marcha até 1200rpm até reduzir para uma marcha anterior. Mas é possível então trabalhar naquela marcha que te dará força suficiente sem a variação de rotação e no fim para essas situações o modo sequencial atende melhor. Lembra que eu te falei no passado de explorar bem a força do carro? Então, é legal poder explorar o torque por volta dos 1500rpm… e me agrada essa sensação de sobra de potencia.

              • No C4 realmente há uma boa resposta com a utilização do sequencial, fazendo ele segurar a rotação mais baixa sem voltar marcha. Eu já fiz isso várias vezes. O problema é que no trânsito urbano você faz isso num momento em que pega uma situação propícia, ele segura a marcha mais alta em rotação leve e… você logo na frente tem que parar, esquece de voltar a alavanca pra “D” e na primeira arrancada vê que ele esticou marcha pra lá do “Deus me livre” antes de passar a próxima, e você se lembra que esqueceu da alavanca em “M”, e que a economiazinha ali de trás foi embora em dobro… kkkk.
                Interessante é que quando o carro está “frio”, o câmbio entra em uma programação que eu considero ideal, trocando marchas em baixíssimas rotações. Ele troca em rotações tão baixas que você nem mesmo percebe as trocas. Quando vê está a 50 km/h em sexta marcha. Assim que o conjunto aquece ele volta para a agressividade de sempre. Ô bichinho nervoso! kkkk. Uma pisadinha um pouco mais que leve no pedal da direita e ele já entra em “modo de guerra”.
                Ouvi dizer que na adoção do motor flex a Citroen reviu a programação do câmbio, inclusive reduzindo bastante aquela característica que já tinha narrado, da vibração quando parado com o câmbio em “D”. Acho que o resultado foi boom, pois o carro até mudou de classificação no inmetro. Esses dias na concessionária encontrei com um proprietário que teve um à gasolina como o meu e agora está em um Flex. Me disse que o consumo do novo é 1 km/l em média melhor que o do anterior em ambiente urbano. Na estrada disse que é a mesma coisa.
                Agora, quanto ao funcionamento dele em rodovia, eu realmente acho muito bom. É bem difícil dele sair da sexta em velocidades acima de 80 km/h. Aqui em Goiás temos a quase inexistência de rodovias em serra ou sinuosas, ficando meio difícil falar sobre elas. Nas viagens mais distantes que fiz, pra SP, acaba que também não trafeguei muito por regiões serranas (no trajeto mais complicado fui a Campos do Jordão). Realmente nunca senti a necessidade de tomar o controle do câmbio do carro. A coisa se resume mesmo ao ambiente urbano.
                Agora, quer ver comportamento desconfortável em ambiente rodoviário? Pegue um Peugeot 208 automático e coloque no piloto automático a 110 km/h… é um tal de qualquer subida você ficar entre 3ª e 4ª… aí sim, enche o saco. kkkk.

                • Edson Fernandes

                  Heheheh conheço bem isso de um Xsara que tive. Era um SACO as trocas, até que eu deixava na terceira e tinha força boa (mas consumo tbm…rs)

                  Sobre o tipo de calibração: Para o carro ficar “bom” quando frio é porque ele teve avanço de ignição. Na pratica, se o ajuste ficar daquela forma, na hora de esquentar o motor vc teria excesso de combustivel e iria consumir mais…rs

                  Isso é bem comum em qualquer transmissão, ainda que, eu também perceba caracteristica similar no CVT. Ele quando frio, muda a posição da polia mais cedo que quando esquenta. No meu caso eu acho ideal porque ele já faz a 20km/h o que dá mais força ao carro além de ser mais confortavel. Aí fica quente, volta para os 30km/h…rs

                  Inclusive eu gostaria de remapear justamente para ter ganhos nesse aspecto. A unica coisa ruim queeu acho de verdade, é o lag do acelerador. O lag é tão grande que em subidas bem ingrimes, o tempo de reação do carro se soltar o freio e acelerar, faz o carro ir para tras.

                  • No C4 o lag é “zero”: triscou o pé ele já está jogando marcha. Esbarrou um pouco mais, ele leva giro pra casa de 3 a 4 mil giros.

                    • Edson Fernandes

                      No CVT não tem marcha né… vc “seleciona” a rotação…rs

    • Erasmo Artur

      Já falei isso outras vezes. O THP é honesto, o problema é que equipa carros pesadíssimos. Tanto o C4L quanto o 408 possuem incríveis 1500kg. Não tem motor no mundo que não beba nessas condições.

      • Mr. Pennybags

        Agora vc falou tudo. PESO. o que mata o THP no caso do C4L (já tive) é que o carro é uma barca. Aí não tem milagre mesmo.

        • Mr. Pennybags

          Ainda falando em Citroen, só por curiosidade, o outlander já foi vendido como citroen c crosser.

      • Tanto é que o motorzinho é econômico nos PUG 208 GT e 2008 Griffe THP. O peso cobra a conta no 408 e no C4 Lounge. O 308 também é bem pesadinho para um hatch médio.

    • Yo soy Yo

      Estranho… tenho um 308 THP e ele rende bem. Moro em Brasília, e dia de semana ele rende entre 10 ou 11km/l e em estrada nunca fiz menos de 13km/l. Talvez seja a diferença na carenagem. O meu é equipado com o mesmo câmbio do C4 Lounge.

      • Matheus

        Ou seu trajeto. Brasília não é uma cidade “comum”.

        • Pois é. O meu C4 Lounge faz médias melhores em Brasília que na rodovia (frequento bastante a cidade), em boa parte das vezes. Andar a 70 – 80 km/h sem muitas paradas é a condição que leva o carroàs melhores médias possíveis.

        • Alvaro Guatura

          Exato, moro no Sul de Minas.. quero ver ter bom consumo aqui

  • Eduardo T

    Possuo um Outlander 3.0 V6 2009 há 4 anos. Comprei em 2013 por R$ 60 mil, com 98mil kms. Hoje está com 163 mil kms e vale de Fipe 42 se não me engano.. Veículo potente, confortável, econômico pra potência que tem, e nunca me deixou na mão. Praticamente não dá oficina, fora das revisões. Se eu for vender não consigo nem 40 mil. Então vou ficando com ela por mais tempo pois não tenho dinheiro pra queimar e ela bota no chinelo qualquer um desses SUVzinhos de 100mil reais 0km.

    • Eduardo T

      Fotos dela, de um ano atrás (continua igual) http://outlander2009.blogspot.com.br/

      • André

        Enquanto lia a matéria pensei … Uma dessas preta , teto , telinha, 3.0 e roda escura , fui imaginando a sua kkkk , belo carro. Eu no seu lugar ficaria com ele até chegar os carros elétricos kkkkkk

      • klaus

        show!!!

      • Linda demais cara! Fique com ela!

    • FearWRX

      Andei numa dessa uma vez de Uber e o cara deu uma pisada na Ayrton Senna (ao meu pedido) e puta que me pariu, que força e, PRINCIPALMENTE, que ronco maravilhoso tem esse motor. Esse sim é um lobo em pele de cordeiro. Passei a olhar pro Outlander com outros olhos, o V6, depois de andar em um.

      Mas achei um pouco duro pra um SUV, arrisco dizer, tem um acerto mais esportivo que confortável e dava pra perceber andando na Marginal que era duro mesmo.

      Porém belíssimo carro por fora mas como foi citado na matéria, um tanto simples demais por dentro.

      • Randy Marsh

        Ja andei em uma outlander V6, o desempenho é bom, porem me deu uma sensação de insegurança. Achei o isolamento acustico ruim para o top de linha..

        • Edson Fernandes

          O isolamento acustico não existe na verdade …rs

          O ronco do V6 invade a cabine sem dó. É coisa linda ver aquele motor girar acima de 3000rpm. E o que me chamou atenção: O carro TREME TODO quando se está parado em Drive ou quando está acima de 4500rpm.

          • Randy Marsh

            Edson concordo com você a respeito do ronco do motor, mas isolamento acústico em carro acima de 120mil para mim é fundamental. Se quiser ouvir o ronco do motor é só abrir a janela

            • Edson Fernandes

              Mas o ronco do Outlander é tranquilo de ouvir com ou sem a janela aberta. Ali vc vai ter um motor pronto a roncar na sua orelha. Sinceramente, só realizando uma viagem para lhe dizer no caso da Outlander se realmente irá me incomodar ou será um ronco que não chega a incomodar.

              Dois carros que me incomodavam muito no ronco do motor em viagens entre 100km/h a 120km/h: Celta e Siena Fire. O ronco era tão incomodo, que eu qdo estava com esses carros preferia rodar a 80km/h que era um regime que se tornava mais silenciosa a cabine.

              Depois que tive um C3, essas definições ficaram ainda piores… pq o carro era muito silencioso…rs

              • Stark

                Já tive um Palio Fire e acima de 100 km/h era triste mesmo, o ronco do motor invade muito a cabine. A relação curta de marchas, típica de carro 1.0, junto com o deficiente isolamento acústico são responsáveis por isso. Imagino que no Celta deve ser pior.

                Os carros atuais daqui de casa são curiosos: o March 1.6 é mais silencioso quando parado e ronca bastante em alta rotação e o Fiesta 1.5 é o contrário, sendo mais ruidoso em ponto morto e isolando bem em alta.

                • Edson Fernandes

                  Então, o Celta é pior sim. Sinceramente, não consigo enxergar pior que ele na falta de isolamento acustico. O proprio Corsa era bem melhor resolvido.

                  O Celta ficava a altas 4500rpm em 120km/h…. qdo pegava o carro do meu pai (Que era esse Celta), eu não conseguia manter 120km/h pelo ronco do motor. Então andava em velocidade menor. O proprio Siena era relativamente melhor resolvido.

                  Curiosamente que o Siena 1.0 16v era muito mais silencioso que o 1.0 8v fire e andava muito mais.

                  Sobre o March: O cambio é curtinho mesmo na versão 1.6. Possivelmente deve ficar acima de 3000rpm acima de 100km/h, por isso é ruidoso. Claro que não é só isso que determina os ruidos… mas é um dos motivos.

                  O Fiesta acho que é ajuste de ressonancia da cabine. Talvez a Ford tivesse de trabalhar isso (pois o motor 1.6 dizem ser super bem resolvido nesse aspecto e como eu já andei em Powershift apenas, digo que achei silencioso).

                  • Stark

                    Meu Palio não tinha conta-giros, só sei que berrava muito. E era bem isso mesmo, às vezes era possível andar mais rápido, porém o ronco excessivo incomodava e pesava mais.

                    Sobre o Celta, minha tia preferia ele do que o Novo Palio, reclamava bastante de ter feito a troca pelo Fiat, pois este não andava nada (ambos 1.0). Hoje ela tem um Ka+ 1.5, que já dirigi, e anda muito bem por sinal. Deve ter desempenho de Fiesta 1.6, com a vantagem de ter bom espaço interno, o que pode explicar, em parte, a queda de vendas do irmão mais velho, além do grande aumento de preços.

                    O March tem a relação mais curta mesmo, não lembro agora a rotação dele a 120 km/h. O Fiesta deve ser bom com a sexta marcha, mas nunca tive a oportunidade de andar num com Powershift. O que observo nele é que a 120 km/h surgem alguns ruídos aerodinâmicos provenientes do retrovisor e da traseira, talvez do aerofólio ou do vigia traseiro. Uma das coisas que a Ford tinha tirado na nacionalização foi o para-brisa acústico, mas isso voltou nos modelos 2015 em diante, o meu tem a indicação.

                    Estou pensando em fazer um relato aqui para o NA envolvendo March e Fiesta, sobre os pequenos detalhes que o tempo e o uso revelam, com um foco diferente do que escrevi do Fiesta tempos atrás, também aqui no NA. Já recebi sinal verde e escrevi uma boa parte, mas estou enrolando para tirar as fotos.

                    • Edson Fernandes

                      Poxa só falta tirar as fotos? rs

                      Sobre o Palio… nunca entendi porque a Fiat ficou nessa economia boba de não colocar conta giros no Palio. Era só usar o painel de antigamente e inserir um econometro. A diferença é muito pequena para justificar abdicar do indicador de rotação.

                      Entretanto, eu acho ruim a falta dele. É bom poder controlar a rotação por vezes. Mas de longe o Celta anda muito mais que o Palio. Quando fui a Floripa, qualquer outro 1.0 me passava com facilidade em subidas de serra que o Palio além de andar na quarta marcha (e as vezes exigir terceira), os outros passavam como se não fosse nada.

                      Porém eu tinha a minha escolha Gol (que chamam de G4) e o Palio, o Palio é BEM mais confortavel e apesar de andar menos, prefiro o silencio a bordo que ele oferecia. Alias, silencio a bordo que me impressionou pois o Palio nunca foi exatamente destaque nesse aspecto.

                    • Stark

                      Na cidade, o Palio até que tem um silêncio razoável mesmo. Só que o meu veio de fábrica com pneus ruidosos (acho que Pirelli) e melhorou quando troquei por de outra marca (não lembro qual).

                      Meu Fiesta também veio com Pirelli (P7), quando precisar trocar acho que vou de Michelin ou Continental, mas ainda falta muito. Tenho impressão de que até os Bridgestone ER300 do March são mais silenciosos, ainda que em medida diferente (185/60 R15 contra 195/55 R15 do Pirelli).

                      O Palio Economy foi lançado 3 meses depois que compramos o nosso, pensa numa raiva que eu fiquei. Mas já vi dizerem que a potência e torque eram entregues mais tarde, não sei como é na prática. E acho que existe Palio com aquele painel e conta-giros, parece que os mais antigos tinham. E entre Palio Fire e Gol “G4”, sou muito mais o Palio. Pode até andar menos e lhe irritar por isso, mas é um carro confortável, e encara muito bem buracos e irregularidades.

                    • Edson Fernandes

                      Ah sim, entre os dois sem duvida. Não a toa escolhi o Palio “novo” perante o Gol “G5”.

                      O Palio que teve conta-giros na versão 1.0 foi o ELX. Sobre a questão de potencia… quanto mais a Fiat foi colocando potencia no Fire, na minha opinião, ele foi ficando pior. Eu já dirigi o Fire no Uno de 2001 e tbm em um Fire 2004… e além de mais silencioso, era menos aspero. (e ainda de quebra considerava que o motor era melhor de explorar potencia)

      • Edson Fernandes

        Ele de fato é mais durinho mesmo. Curiosamente essa caracteristica de dureza não se repete na terra. Ele é MUITO confortavel nessas condições sem sacolejar.

        Imagino que a Mit tenha calibrado ele para situações onde vc precisará utilizar em condições em que não há uma estrada asfaltada.

        O do meu tio impressiona em conforto nessas condições. Vc anda normal e pensa que a cada obstaculo pequeno ele irá passar duro ou sacolejar, mas ele passa super neutro o que tira a mesma sensação de rodar no asfalto.

        Na minha opinião, a dureza dele ainda não compromete o conforto. Ela é dura mas não sacoleja e trás comodidade por isso.

    • Felippe2010

      é top demais mesmo, temos uma em casa que é idêntica a sua, além de econômica a Outlander 3.0 é um rojão para andar

      • Darwin Luis Hardt

        econômica quanto?

        • Eduardo T

          9 a 10 km/l na estrada a 110 por hora. 5,5km/l na cidade.

          • Darwin Luis Hardt

            na estrada até tá bom, mas na cidade tá bem ruim né?

            Mesmo deixando no modo 4×2 ele bebe assim?

            • Eduardo T

              Minha cidade tem muito anda-e-para e ladeiras, então prejudica o consumo. Uso o 4×4 com chuva e e estradas de terra. Claro que consumo é importante, mas é uma das últimas coisas que me importa num carro. Eu quase troquei meu segundo carro, 4 cilindros 1.8 por uma Grand Cherokke 5.7 V8 Overland 2005, só não o fiz por falta de dinheiro pra troca mesmo.

              E antes que você pense que eu sou rico (hehehe), rico é o cara que compra um sedã médio 0km de 100 mil que faz 8km/l na cidade e vende ele por 50 mil três anos depois. Só com os 50 da desvalorização violenta já dá pra comprar (a 3,70) 13.513 litros de gasolina, o que daria pra eu rodar 74.324 kms, isso na cidade com o Outlander (5,5km/l). E o carro de 100 ainda gastaria R$ 34.374,00 pra fazer a mesma quilometragem. Isso fora o IPVA e seguro que são proporcionalmente mais caros.

              • Darwin Luis Hardt

                “E antes que você pense que eu sou rico (hehehe), rico é o cara que compra um sedã médio 0km de 100 mil que faz 8km/l na cidade e vende ele por 50 mil três anos depois.” Concordo.

                Tenho um fit primeira geração que faz média cidade/estrada 13km/l. Ida e volta do trabalho são 44km. Se uma outlander fizer média de uns 9,5km/l, no fim das contas não aumenta tanto assim o orçamento de gasolina mesmo. Mas considero se fizer 10km/l estrada e uns 7km/l cidade. Se fizer 5,5 na cidade, já baixa mais ainda, hehe.

                Mesmo assim, tenho certeza que vai ser um baita negócio. E zero km nem quero saber… a não ser que ganhe num sorteio, mesmo assim vendo e compro um usado e fico com o resto da grana, hehe.

              • Felippe2010

                o 4×4 é muito bom mesmo na chuva, pelo ao menos eu sinto o carro mais grudado no chão quando rodo com ele ligado

        • Felippe2010

          na cidade ela faz entre 6,5 até 9,5 Km/L, dependendo do transito, na estrada ela faz entre 10 e 12,5 Km/L sempre com gasolina aditivada e andando no drive, nunca fiz médias com ela no manual.

          • Darwin Luis Hardt

            A tua é a V6 3.0? Se for, tá ótimo.

            • Felippe2010

              é sim, é uma GT 2009, esse consumo é andando com ela sempre no 4×2

              • Darwin Luis Hardt

                mas isso tá bom demais pra uma GT! Bom saber!

    • Rafael Rodrigo

      E o que gosto de chamar de carro de aposentadoria, atende em tudo, pra que trocar?
      PS: Lindo carro, vi as fotos agora abaixo…

    • Darwin Luis Hardt

      a central multimidia tem entrada USB também?

      Estou atrás de uma 3.0 2012 também.

      • Eduardo T

        Na minha 2009 tem USB, fica no porta luvas. O DVD pra desbloquear em movimento tive que comprar um modulo. Roda DVD normal e videos Divx se gravados no DVD. No pendrive só MP3. Acredito que na 2012 já seja uma central multimídia mais moderna.

    • tech76

      Me tire uma dúvida, essa versão 3.0 v6 possui 6 airbags, controle de estabilidade e é 4×4?

      • Eduardo T

        sim, sim e sim hehehe.

      • Edson Fernandes

        Ela também tem auxilio de frenagem em aclive e declive. (quando se está devagar quase parando em que o piso parece escorregadio, sabe? Ela faz auxilio na forma em que o motor responde nessas situações sem trazer perigo na condução)

    • Edson Fernandes

      Meu tio tem uma 2008 com mais de 250000km rodados. Pode ter certeza de uma coisa: só irá dar problemas se vc não cuidar. Porque o carro é bem robusto.

      A dele também é V6.

  • Vitor

    Parabéns pelo relato.

  • KevinGR

    Relato muito bom, só forçou a barra na parte: “…força descomunal de 170 cv. A menor pisada, o carro reage instantaneamente e dá a impressão que não vai parar mais.”

    • Daniel

      Realmente, conflita com o relato do post: “Não adianta atolar o pé e achar que o carro vai se comportar como um foguete”.

      • Zé Mundico

        Isso mesmo, tem que ir pisando progressivamente e deixar o carro desenvolver.

      • Edson Fernandes

        Pera…. tem que saber entender.

        A transmissão da Outlander é CVT. Vc só usa esse limite de giros em situações de aclive em que o carro vai precisar de impulsionar e, atingir um ponto de rotação mais alto.

        Se a ideia é apenas adquirir velocidade, o melhor é pisar progressivamente.

        Porque isso ocorre? Porque a polia (que são duas) atuam em fechar ou abrir a relação. Quanto mais fechado, mais efeito “patinação” terá, isso porque será como uma bicicleta na marcha mais “leve”: Vc vai pedalar super rapido e adquirir baixa velocidade.

        O mesmo vale para fazer o carro sair da inercia. E quando a relação vai abrindo ele adquire velocidade e mantem o giro baixo. Então, qdo se aprende a explorar o que o CVT te retorna de força, vc consegue com motores relativamente “pequenos” para um determinado carro, ter bom rendimento e explorar bastante o motor em regimes ideais de uso.

    • tiago

      Se não me engano esse motor é “tiger shark”, fruto de parceria com a chrysler e hyundai. É um motor bom de guiar, na minha opinião.

    • Alexandre

      Pensei a mesma coisa, mas achei melhor não comentar porque iria aparecer algum xiita (ctz).

    • Randy Marsh

      Acho a versão 2.0 pesada para 1500kg. A 2.4 nunca dirigi e nao tenho certeza…

    • Zé Mundico

      Isso mesmo. É pisar que o carro responde “cheio”. O macete é ir pisando progressivamente, como descrevi.
      O câmbio CVT tem essa peculiaridade que muita gente não saca.

    • Felippe2010

      A 3.0 V6 é bem bruta, se não tomar cuidado, dá para sair fácil cantando pneu nas saídas de farol kkkk

      • Edson Fernandes

        Uma coisa impressionante: Eu cantei até em terceira num cambio uatomatico convencional!

        Ela é bem forte. Nem parece que ali são 1500kg…

        • Felippe2010

          ela é bem forte mesmo, bem raramente eu coloco o cambio no manual e estico as marchas até uns 6000 Rpm, o ronco 3.0 V6 dela é animal hehe

          • Edson Fernandes

            É o tipo de carro que você pensa que ali naquele V6 eles anunciaram errado…rs pq ela é muito forte!

            Nem no Azera eu senti essa sensação e nem no Fusion.

            • Felippe2010

              O Azera eu nunca dirigi mas pela ficha técnica ele deve ser um rojao hehe mas o Fusion eu já li alguns posts que ele é meio manso, o cambio da Outlander é muito bom também e isso ajuda muito, o modo manual é bom porque da para esticar as marchas até cortar giro se quiser que ele nao troca de marcha, o que eu gosto da Outlander também é que além do excelente desempenho se voce andar de boa, ela tem baixo consumo

              • Edson Fernandes

                Não da V6 que é economico, porque aquilo bebe com força…rs

                Mas o modelo 2.4 é realmente economico para o porte.

                Sobre o Azera: O pessoal costuma dizer que Hyundai não tem história e portanto não tem diversão ao dirigir…rs, mas eu já acho que a Hyundai costuma ser muito conservadora e deixar uma margem gigante de segurança em seus motores e cambios. Além do que o ajuste é muito bom.

                Eu já dirigi e sim, é muito forte! Claro que não é um esportivo, mas lembra a Outlander no torque e aceleração. Mas a similaridade para por aí….rs

                O Azera é extremamente silencioso em qualquer condição. Para se ouvir parte do ronco do motor, apenas acima de 4000rpm e é baixinho. Além do que, é um carro bem molenga. Não trás insegurança em estrada, mas perto da Outlander ele é uma “barca”…rs

                • Felippe2010

                  cara a Outlander daqui de casa é até economica por ser V6 e pelo porte do carro, as medias na cidade ficam na casa dos 7Km/L e na estrada + – 12Km/L, já li que o Azera tem consumo próximo na estrada, um amigo meu já pisou forte em um Azera numa saida de farol e disse que ele é bem forte mesmo mas reclamou que ele rabeia muito a traseira quando acelera assim hehe

                  • Edson Fernandes

                    Rabeia mesmo! Pois ele é super mole. Numa tocada esportiva ele inclusive tem a intromissão do ESP.

                    Mas esse consumo eu acredito que seja num transito normal, não tão pesado. Porque a do meu tio faz altos 5km/l em transito pesado. Se pisar pouco mais, ou ter mtos trechos de aclive essa média cai sensivelmente.

    • Edson Fernandes

      Eu tbm achei exagerado…rs

      O 2.4 anda bem para o porte. Não é um esportivo lobo em pele de cordeiro, mas desenvolve sem deixar o carro ficar com aquela sensação que falta força.

      Mas não é ruim a ponto de achar que é só suficiente. O CVT nessas horas faz toda a diferença de entender que apesar da ficha técnica não ser das mais empolgantes, a extração de força (sabendo utilizar a transmissão) é interessante.

      Enfim, ela realmente não é nada muito de esportiva, mas não compromete.

  • tiago

    Interessante, porém não pude deixar de notar: Um pneu de perfil mais alto não desconfiguraria o velocímetro/quilometragem do veículo?
    Acredito que sim, por conta do marcador se basear em voltas das rodas, e rodas maiores cobrem mais espaço antes de completar a volta.

    • Randy Marsh

      Para isso que tem a tabela de equivalência de pneus…

    • KOWALSKI

      O sistema todo é calibrado com o diâmetro roda/pneu por causa do ABS.

    • Retrato do Papai

      de fato desconfigura o velocímetro (e consequentemente a quilometragem medida)… como ele aumentou o pneu, o carro vai marcar uma velocidade inferior em comparação ao que era antes… ex: se antes a 100km/h reais ele marcava 110km/h, agora vai marcar 105km/h…

      mas em termos percentuais chega a ser desprezível: a medida original dele (55) é, no total, 70,47cm de altura, com perfil 60 foi para 72,72cm, uma diferença de pouco mais de 3%

      na prática o velocímetro vai ficar mais fiel à realidade, uma vez que ele sai de fábrica com uma tolerância para cima (varia de acordo com a montadora, na fiat já vi 10% e na vw 6%)…

      o problema é quando o candango pega um gol 13″ e coloca aquelas rodas de trator aro 21″, o cara andando a 100km/h e o velocímetro marcando menos de 50

  • Louis

    Esse é o modelo de Outlander que acho mais bonito. Depois perdeu os leds na traseria, ficou bem sem graça. E o atual tem um desenho de gosto duvidoso.

  • Leonardo Teixeira

    Um dos melhores quadros do site, poderia colocar com mais frequencia!

    • Não estamos colocando toda semana porque não temos relatos para publicar.

      • Lucas086

        Qual procedimento para mandar?

      • Ronaldo

        Vou tentar fazer do meu fiestinha

      • Davi Millan

        Posso publicar um relato de um Cerato 12/13, a venda dele, a compra do carro novo e os 20mil km do meu C4 Lounge? Ou devem ser textos separados?

        • O melhor é que seja separado, mas se vc preferir junto podemos publicar também.

          • Davi Millan

            Ok, também acho melhor separado, pois junto o texto pode ficar bem maçante. Bom, então quando eu entrar de férias eu faço o relato do Cerato 12/13 + troca de carro e outro texto sobre os 20mil km do C4 Lounge.

  • Wagner Lopes

    O visual externo realmente agrada mas esse painel e interior…

  • heliofig

    Tive uma 2010 V6 por 4 anos que troquei por uma S10 2.5. É um carro excelente. Claro que a V6 bebe mais, não passava de 8,5 na estrada, mas é muito carro, espaçoso, seguro e estável .

  • Uranium

    Eis um bom carro. Pra mim, o Mitsubishi mais bacana que houve nos últimos tempos. O atual Outlander também não é nada mal.

  • Darwin Luis Hardt

    estou atrás de uma outlander 3.0 V6 2012. Até agora me parece o melhor candidato com opção AWD. Está a frente da rav4 e vitara. Me parece o carro ideal.

  • Leonardo Lima

    Sou mais um Mobi GSR. Não, péra…

  • Welyton F. Cividini

    Zé Mundico. Pelo que ví nas fichas técnicas a Outlander 2.4 é acoplado a um câmbio automático de 6 marchas e não CVT. Será que em algum ano ela veio com o câmbio de 6 marchas ou é informação equivocada? Outra dúvida, em relação ao câmbio CVT: quando se está com o pé embaixo o CVT deixa a rotação alta constantemente sem queda de giros. nesta condição de giro constante o barulho do motor incomoda?

    • Zé Mundico

      O câmbio é um CVT que simula 6 marchas.
      Quando se pisa, o motor “enche” e acelera progressivamente. Em algumas situações (nas saídas, por exemplo) a rotação sobe mas nada que chegue a incomodar.
      Como eu disse, a aceleração deve ser constante e progressiva.

      • Welyton F. Cividini

        Em uma situação de ultrapassagem é melhor eu acelerar progressivamente ou pisar fundo?

        • Zé Mundico

          Numa ultrapassagem tranquila basta acelerar progressivamente que o motor responde na medida.
          Pessoalmente não vejo necessidade de pisar fundo.

        • Edson Fernandes

          Vc tem 3 opções:
          – Acelerar progressivamente
          – Acelerar moderadamente
          – Mudar para o sequencial e selecionar uma marcha adequada

          Isso vai da forma que vc preferir usar. Quando vc pisa tudo que pode, o carro ganha velocidade mas não ganha como pode-se imaginar.

  • Esse carro ta muito caro, por ser um Mit e a gasolina, por isso preferi os Kia, o Sorento do mesmo ano é um Suvão tão bom quanto esse e ainda é diesel do mesmo ano vc encontra por esse preço e ate menos, e é mais economico.

    • Eduardo T

      Sorento 2.4 no mesmo ano custa bem mais que o Outlander 2.4 (pelo menos na FIPE).

      OUTLANDER 2.4 16V 170cv Aut. 2011 R$ 46.071,00
      Sorento 2.4 16V 174cv 4×4 Aut. 2011 R$ 55.783,00

      Sorento Diesel é só a antiga (até 2009), com um design bem mais ultrapassado e interior de Tucson antiga. Não é parâmetro de comparação:

      Sorento EX 2.5 16V 4×4 Mec. Diesel: 2009: R$ 49.320,00.

      E quanto ao “muito caro por ser um MIT”, a Mitsubishi é uma marca bem mais consolidada no Brasil do que a KIA, especialmente no meio 4X4 (não duvido da qualidade da KIA, até por que nunca tive uma)

      • O irônico é que os primeiros Hyundai-Kia usavam mecanica Mitsubishi, inclusive tem ae no mercado de usados o Hyundai Terracan, que nada mais e´que um Pajero versão coreana.

  • Alvaro Guatura

    Acabamento simples, mas certamente é um carro divertido de rodar.
    Não sei o valor de mercado desse carro, mas me pareceu um valor justo na compra

  • Pipo pipo

    Adoro esse carro, principalmente com essa frente. Só em relação aos pneus eu prefiro o Continental. Parabéns pelo carro.

  • Marcus Nascimento

    É um dos carros que mais gosto! Quase comprei um, mas na negociação fiquei com a Santafe(que também é outro carrão).
    Já pensou em colocar um GNV 5ª geração nele? Pus na Santafe e ficou lindo o consumo!

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