Elétricos Matérias NA Mercado

Carros eletricos no Brasil (2019)

Carros eletricos no Brasil (2019)

O mercado de carros elétricos no Brasil é praticamente inexistente neste momento, mas as marcas estão de olho no crescimento desse segmento por aqui e assim preparam lançamentos para os próximos meses. Então, conheça os Carros elétricos no Brasil 2019.


As vendas de carros elétricos, incluindo híbridos, foi de 893 unidades em 2018, sendo que apenas uma pequena parcela realmente foi de automóveis movidos apenas por energia.

No Brasil, esse segmento começou a surgir com iniciativas empresariais e governamentais, incluindo empresas públicas e privadas.

Com isso, concessionárias de energia elétrica e de rodovias, os Correios, transportadoras de encomendas, polícias militares, guardas municipais, Itaipu Binacional, prefeituras, entre outras entidades, começaram a receber carros elétricos para seus serviços, sendo depois expandido para taxistas e serviços de compartilhamento público-privado.


O consumidor final ficou distante dessa realidade, exceto pelo BMW i3 em 2014, mas este utilizava somente uma versão com gerador a bordo, abastecido com 9 litros de gasolina.

O restante da oferta era composta apenas de carros híbridos e uns raros híbridos plug-in.

A partir do Salão do Automóvel 2018, o brasileiro passou a ter uma ideia de quanto custará os produtos desse segmento.

Embora a paranaense HiTech Electric já comercializasse minicarros elétricos, estes eram de baixa velocidade e bem restritos para utilização.

A BMW mudou sua oferta, enquanto GM, Nissan, JAC, Jaguar e Renault anunciaram seus carros, mas apenas a última efetivamente passou a vender e a entregar seus carros ainda durante o evento.

A promessa é de mais lançamentos a partir de 2020, ano em que a previsão, segundo o empresário Sérgio Habib, ficará em torno de 5.000 unidades.

Confira abaixo os carros elétricos com preços e esperados para 2019:

BMW i3

Carros eletricos no Brasil (2019)

O BMW i3 chegou ao Brasil em 2014, mas apenas na versão REx, que tem um gerador de dois cilindros e 600 cm3 para alimentar as baterias de lítio em caso de necessidade.

A oferta sempre se manteve dessa forma até a recente atualização visual do compacto alemão, que passou a ter duas versões BEV com baterias de lítio de 42,2 kWh.

Em pré-venda, o BMW i3 120Ah é oferecido com preços a partir de R$ 205.950, enquanto a versão REx Full, que tem gerador a gasolina, custa R$ 257.950.

As duas versões BEV não possuem o gerador e usam apenas a energia elétrica de fonte externa em carregadores domésticos (com ou sem i-Wallbox) ou estações de carga rápida.

No ciclo WLTP, o BMW i3 120Ah BEV alcança 335 km sem recarga, enquanto o REx consegue fazer 385 km de autonomia, mas gastando gasolina.

O hatch compacto de quatro lugares continua a ser feito sobre uma plataforma de alumínio com carroceria em plástico reforçado com fibra de carbono.

Como um lounge, o BMW i3 120Ah apresenta um ambiente convidativo, onde os assentos individuais são bem estreitos, o piso é alto e a área envidraçada é generosa, inclusive com teto solar panorâmico triplo.

Cluster e multimídia são digitais, permitindo também o gerenciamento de energia de forma remota.

No BMW i3 120Ah, o consumidor terá um carro mais urbano, com porta-malas pequeno, porém, bem amplo para uso urbano.

O hatch elétrico tem ainda sistema de recuperação de energia com frenagem parcial do veículo, permitindo enorme redução no uso dos freios.

Chevrolet Bolt

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O Chevrolet Bolt chega no segundo semestre, mas já tem preço sugerido oficialmente pela General Motors Mercosul: R$ 175.000.

O monovolume feito nos EUA é o primeiro 100% elétrico que é fabricado em massa, diferente do EV1 que teve poucas unidades e todas destruídas pela montadora após recompra dos clientes.

Equipado com motor elétrico de 203 cavalos e baterias de lítio de 60 kWh, montadas sob o assoalho, o Chevrolet Bolt tem autonomia de 383 km no ciclo EPA (EUA) ou 520 km no NEDC, da Europa.

Medindo 4,166 m de comprimento, 1,765 m de largura, 1,595 m de altura e 2,601 m de entre eixos, a minivan é bem espaçosa por dentro.

Indo de 0 a 100 km/h em 6,5 segundos, o Chevrolet Bolt procura se aproximar de um crossover, ostentando barras longitudinais no teto.

Entretanto, a GM promete um belo SUV compacto chamado Bolt EUV para atender a demanda por utilitários esportivos.

No caso do Bolt EV, o painel é digital com cluster informando os dados de consumo e gerenciamento de energia de forma resumida, já que a gestão fica mesmo na multimídia.

Esta tem tela de 10,25 polegadas sensível ao toque, apresentando de forma clara e fácil as informações, incluindo gráficos e tabelas comparativas.

O Chevrolet Bolt tem console encurtado, possibilitando a passagem para o outro lado, além de alavanca em estilo joystick, bem como carregador sem fio para smartphones.

Existem 4 entradas USB, sendo duas para o banco traseiro. A GM ainda não detalhou o plano de vendas desse elétrico por aqui.

Hitech e.coTech

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Outro elétrico que está disponível para venda não é um carro comum. Trata-se do Hitech e.coTech, uma iniciativa paranaense e bem segmentada.

De projeto chinês, este veículo é de baixa velocidade, mas pode ser adquirido para rodar normalmente no trânsito urbano.

Disponível em dois tamanhos, o e.coTech2 tem espaço para duas pessoas, enquanto o e.coTech4 leva quatro ocupantes.

Nos dois casos, a velocidade é limitada a 60 km/h, suficiente para circular nos grandes centros urbanos sem emitir poluição e com silêncio ao rodar.

Equipado com baterias de gel ou íons de lítio, o Hitech e.coTech tem autonomia de 80 a 100 km, respectivamente, permitindo deslocamentos rápidos e facilidade de estacionamento, visto que são bem pequenos, não medindo mais do que 3,5 m. Com custo de recarga de R$ 4,50, o tempo plugado na tomada é de 6 h.

Ambos possuem faróis de LED e rodas de liga leve aro 13 polegadas, tendo ainda como opcional ar-condicionado.

Eles podem ser recarregados em tomadas de 110V ou 220V, permitindo ainda o gerenciamento de energia através de um aplicativo. Os Hitech e.coTech 2 e 4 tem boa altura interna e área envidraçada bem ampla.

A Hitech diz que a economia com combustível chega a R$ 10.000 por ano e o investimento pode ser retornado a partir do terceiro ano de uso.

Para a manutenção, a empresa fechou uma parceria com a rede Porto Seguro para troca de pastilhas de freios, lonas, amortecedores, entre outros itens de revisão básica, buscando assim cobrir uma enorme área em território brasileiro.

O e.coTech2 parte de R$ 54.890, enquanto o e.coTech4 começa em R$ 57.890.

JAC iEV40

Carros eletricos no Brasil (2019)

Ele custa R$ 153.500 e chega ao mercado em agosto. O JAC iEV40 é a primeira ação da JAC Motors para atuar no segmento de carros elétricos no Brasil, onde quer lançar ainda outros dois utilitários esportivos, sendo eles o pequenino iEV20 e o maior iEV60, que tem porte de Jeep Compass.

O iEV40 é a versão elétrica do JAC T40 e tem autonomia de 400 km no ciclo NEDC, o que dá em torno de 300 km em condições reais de rodagem.

Equipado com baterias de lítio de 40 kWh, o crossover da JAC tem motor elétrico de 115 cavalos e 27,5 kgfm, números semelhantes aos de um motor diesel pequeno.

Assim, ele vai de 0 a 100 km/h em 10 segundos, tendo velocidade limitada em 140 km/h. Com tempo de recarga de até 17 horas em tomada comum, o crossover tem ainda opção de recarga rápida em até 2 h.

Muito similar ao T40 CVT, o JAC iEV40 tem visual com detalhes diferenciados, utilizando-se de cor azul para evidenciar a limpeza em relação aos carros comuns.

A ausência de grade e o badge iEV40 chamam atenção.

Com cluster digital e multimídia com informações do sistema de energia, o JAC iEV40 tem bancos em couro, ar condicionado automático, direção elétrica, modo Eco com e-Pedal, que recupera eletricidade para as baterias com frenagem gradativa, bem como trio elétrico completo, rodas de liga leve aro 16 polegadas, sistema de áudio, câmeras com visão em 360 graus e piloto automático, entre outros.

Jaguar I-Pace

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Lançamento recente da marca inglesa, o Jaguar I-Pace chega ao mercado nacional com preços a partir de R$ 437.000. O crossover elétrico da marca inglesa é o único de luxo entre os carros elétricos à venda no Brasil.

Feito em alumínio, o modelo tem baterias de lítio de 90 kWh, que permitem autonomia de 470 km no ciclo WLTP, que reproduz a vida real.

O Jaguar I-Pace possui estas baterias no assoalho, liberando assim o habitáculo e o porta-malas, que tem 656 litros.

Com 4,682 m de comprimento, 2,011 m de largura, 1,565 m de altura e 2,990 m de entre eixos, o crossover tem dois motores elétricos de 200 cavalos e 35,5 kgfm cada um, totalizando 400 cavalos e 71 kgfm.

Com tudo isso, o Jaguar I-Pace vai de 0 a 100 km/h em 4,8 segundos e atinge máxima limitada de 200 km/h.

Pesando 2.208 kg, o utilitário esportivo inglês tem coeficiente aerodinâmico de 0,29 cx, empregando um sistema de gerenciamento de tração integral.

Feito na Áustria, o Jaguar I-Pace pode ter 80% da carga reposta em apenas 40 minutos num carregador de 100 kW, enquanto num doméstico, instalado na parede, o tempo sobe para 10 horas.

O crossover também dispõe de vários itens de conforto e segurança, entre eles suspensão pneumática adaptativa, que baixa 10 mm em velocidades mais altas.

Além disso, vem com cluster e multimídia digitais, tendo gestão de energia apresentada de forma gráfica e em 3D, além de teto solar panorâmico e bancos revestidos em couro, com ajustes elétricos nos dianteiros. O Jaguar I-Pace tem ainda software que pode suportar condução semiautônoma.

Nissan Leaf

Carros eletricos no Brasil (2019)

O hatch médio da Nissan está em sua segunda geração. O Nissan Leaf agora finalmente está disponível para o consumidor comum.

O modelo circula no Brasil desde 2011, fazendo testes inicialmente e depois sendo disponibilizado para taxistas, polícias militares e empresas privadas ligadas ao serviço público.

Com preço sugerido de R$ 178.400, o Nissan Leaf tem pré-venda liberada, mas suas entregas começarão apenas no segundo semestre.

O modelo chega versão com baterias de lítio de 40 kWh, que conferem autonomia de 241 km no ciclo EPA ou 389 km no NEDC, feito em laboratório.

Equipado com motor elétrico de 149 cavalos e 32,6 kgfm, o Nissan Leaf vai de 0 a 100 km/h em 7,9 segundos e tem máxima de 144 km/h (limitada).

Tudo isso com 1.582 kg, deslocando ainda um carro com 4,480 m de comprimento, 1,790 m de largura, 1,565 m de altura e 2,700 m de entre eixos.

Tendo suas baterias de lítio no assoalho, o Nissan Leaf tem 435 litros no porta-malas, o que não é ruim.

O médio tem ainda rodas de liga leve aro 17 polegadas com pneus 215/55 R17, bem como faróis de LED, luzes diurnas em LED e lanternas em LED.

Apresentando um visual mais sofisticado que o anterior, o Nissan Leaf possui ainda faróis de neblina em LED e lanternas em LED com forma de bumerangue, apostando ainda num efeito 3D com fundo azul no lugar que seria de uma grade e acabamento em preto brilhante na tampa traseira.

Por dentro, um dos carros elétricos mais esperados, tem ambiente é muito parecido com o do Kicks, sendo que o volante é o mesmo do crossover, chamando atenção pelo botão de marchas e telas digitais no cluster e multimídia.

Renault Zoe

Carros eletricos no Brasil (2019)

Ele foi o primeiro carro puramente elétrico de marca tradicional a ser vendido no Brasil.

Ainda durante o Salão do Automóvel 2018, a Renault surpreendeu ao anunciar o preço sugerido de R$ 149.990, que faz dele o mais barato do mercado nacional entre os automóveis.

Sem pré-venda, o Renault Zoe passou a estar disponível no dia seguinte à apresentação, mas somente em duas concessionárias do mesmo grupo, uma em São Paulo e outra em Curitiba.

O hatch compacto ainda é o da primeira geração, pois, a segunda foi revelada recentemente.

Disponível na versão ZE40, o Renault Zoe tem baterias de lítio de 41 kWh, que lhe permitem autonomia de 400 km no ciclo NEDC, o que equivale em torno de 300 km em condições reais de utilização.

Equipado com motor elétrico de 92 cavalos e 22,9 kgfm.

Este é suficiente para levar seus 1.480 kg de 0 a 100 km/h em 13,2 segundos e com máxima de 135 km/h.

O Renault Zoe tem tamanho próximo de um Sandero, medindo 4,084 m de comprimento, 1,730 m de largura, 1,562 m de altura e 2,588 m de entre eixos, oferecendo porta-malas com bons 338 litros.

Embora com alguns anos de mercado europeu, seu design continua atual, mesmo em relação à geração nova.

O Renault Zoe tem espaço interno razoável, pois as baterias ficam no assoalho. Com ar-condicionado automático, cluster digital e multimídia Easy Link com GPS e câmera de ré, o hatch elétrico tem até sistema de som premium da Bose.

Carros eletricos no Brasil (2019)
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Ricardo de Oliveira

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 23 anos. Há 12 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.

  • Ricardo

    Enquanto os carros elétricos tiverem autonomia ridícula e tempo absurdo de recarga não serão viáveis.

    • Lucas de Lucca

      E os preços absurdos também.

      • Ricardo

        Também!

    • Gilberto Mariani

      Fora que o design de alguns são igualmente ridículos vide os modelos da Jac, Bmw e Hitech.

      • Ricardo

        É!

      • Victor Porto

        Esse da Hitech, é quase 100k, num carro ridiculamente feio.

    • JCosta

      O maior problema ainda é o preço. Ridiculamente caros.

  • Marcus Vinicius

    Faltou o VW Golf GTE na lista ou talvez dos futuros híbridos

    • Fanjos

      O que falaram é que o I.D vai substituir ele, e o GOLf GTE deve deixar de existir ficando somente versões hibridas

  • globonaotemjapa

    vai demorar

  • Baetatrip

    Ha pouco tempo falei na materia de Jaguar eletrico…!
    “Mas dá certa preocupacao com esses carros aqui no BR onde ninguem saberás mexer quando estiver com manifestação de eletronicas tem nesse carro…….!
    Vamos supor: O dono vai para interior de SP… Saindo do RJ e vai gastar tempo de espera na tomada… Quase 1 hora extra!
    Dá nao…… Carro eletrico nao dá p/ passar confiança mesmo….!
    Quanto mais tecnologias… Pior p/ o nossos bolso… Cada piti eletronico lá vai 500 pratas!”
    Encher o taque nem demora 3 minutos….

    • Não entendi sua colocação. Carros elétricos são mecanicamente muito mais simples. Você não precisa levar num mecânico nem pra fazer manutenção.
      Quanto à sua viagem do RJ pra SP, todos os proprietários de elétricos que eu conheço usam o carro só pra ir pro trabalho e voltar. Ninguém usa carro elétrico pra fazer uma viagem interestadual. Mas com absoluta certeza um dia vai levar 3 minutos pra carregar o carro elétrico também.

      • Baetatrip

        Manutenção?
        Estou referindo apos da piti eletronica…. Se houver!
        Depende do local onde viajar…..
        E vai ficar limitado se viajar pelo BR!

        • Mas eletrônicos já existem em grande quantidade nos carros a gasolina. Onde trabalho fabricamos o Ford Edge e você não tem ideia da quantidade de módulos eletrônicos que ficam escondidos dentro e até fora do carro. Isso é inevitável quando se quer um elevado nível de segurança, eficiência e comodidades aos ocupantes.

          • Baetatrip

            Sim…… Até tenho medo dos carros modernos que dá piti, tem que descobrir antes e seguir o caminho até o problema…..!
            Meu caso como viajo muito pelo BR que é remoto por “eletronica”
            Ja tive Tiguan 10/11….. Parte eletronico nunca deu pau, porem mostrava o pau no motor….. Fiquei 5 anos e gastei 28k com carro….!
            Carro atual que GV3 4×4…. Sou bem mais feliz do que era TIG, pois tem menor quantidade de eletronico, quando dá eu si exato qual é… Pois conheco o carro desde inagurou em 2008 (motor tem 22 anos e facil de mexer e manutenção…. barata!)
            Só troco por ultimo ano dele ou new jimny…. new vitara ficou uma bost@!

      • Baetatrip

        Uma coisa que vc citou que é importante:
        “Ninguém usa carro elétrico pra fazer uma viagem interestadual.”
        Daqui 1 tempo, as pessoas vao usar avião para lugares próximos (Nem todos lugares tem aeroportos, né?)
        Imagine: 1 cara que mora em Sao Paulo que quer viajar para Bilac, tem que pegar aviao até Araçatuba……
        Pois vai perder tempo pegando avião etc do que pegar o carro da cidade onde mora p/ Bilac…..
        Carro a gasolina/ diesel/ alcool/ GNV te dão liberdade do que ficar procurando os pontos de recarga p/ carro eletrico (nem tem todos lugares!)

      • Raul Pereira

        já tem carregadores que demoram umas 3 horas pra carregar. Acho que compensa, considerando que além de tecnologia mais limpa será muito mais barata pro bolso, fora que criar estações de recarga elétricas é infinitamente mais simples do que montar postos de gasolina. Mas claro, é uma tecnologia que ainda precisa evoluir muito (principalmente com relação à durabilidade, descarte e produção das baterias, que lá na frente podem gerar um problema grande)

      • Rodrigo

        Eu não tenho elétrico e posso afirmar: viagem com mais de 500 km? Ou vou de avião ou vou de ônibus. Economicamente falando vale mais a pena (fora o conforto). E se quiser passear de carro no destino, alugue um. Vai por mim, sai mais barato em qualquer situação.

    • Ricardo

      Ninguém saberá mexer e concessionárias cobrarão absurdos pela manutenção.

      • Baetatrip

        Concordo…..!
        Passo longe!
        Unico eletrico que uso na cidade :Metrô, pratico, barato!

      • FrankTesl

        em 1890 havia mais ferreiros, veterinários e tratadores de cavalos do que mecânicos de “carruagens sem cavalos”…

        • Ricardo

          Acredito que na época os valores cobrados eram mais justos.

    • Creio eu que carro elétrico no Brasil é como carro conversível, é o terceiro carro da família. Não acredito que alguém que compre um Jaguar IPace não tenha no mínimo outro veículo na garagem. É como uma Ferrari, no Brasil tem situação que é inviável usar uma Ferrari, neste caso o dono da Ferrari usa outro carro da sua garagem.

    • FrankTesl

      em 1890: “ninguém vai trocar cavalos e carroças pelas carruagens sem cavalos. Há ferreiros, tratadores de cavalos, rodeiros e carroceiros em todo lugar. Não há postos de gasolina, não há lugares para consertar essas coisas que quebram o tempo todo e fazem mais fumaça e barulho do que velocidade. Qualquer cavalo novo anda mais rápido que essas engenhocas.”

      • Baetatrip

        Viou filosofico né?

  • Ricardo

    E ainda tem o problema do descarte e reciclagem das baterias! Em se tratando de Brasil, vai tudo para os rios e terrenos baldios. Haha

    • Ernesto

      Hoje em dia as baterias automotivas são jogadas em rios e terrenos baldios?

      • Ricardo

        Não porque tem um sistema em torno das baterias usadas que hoje funciona mas demorou vários anos para funcionar, mas estas de carros elétricos ainda não tem.

        • Ernesto

          Se atualmente baterias automotivas têm a destinação correta, mesmo elas sendo muito fáceis de serem trocadas por qualquer pessoa, não serão as baterias de carros elétricos que serão descartadas em rios e terrenos baldios. Estas são bem mais complexas, portanto empresas com profissionais treinados é que farão qualquer manutenção. Aí fica difícil de imaginar que não haverá controle na destinação dessas baterias.

          • Ricardo

            Quem garante que a manutenção será feita só em empresas especializadas?

            • Ernesto

              É, agora você me convenceu. Qualquer Zé da esquina terá bateria de no mínimo uns R$5.000,00 para fazer a troca.

              • Ricardo

                O Zé da esquina terá baterias genéricas por R$ 5.000 e as concessionárias originais por R$ 20.000.

                • Ernesto

                  Verdade. O Zé da esquina vai ter como investir só em baterias uns R$100.000,00 para ter só 20 baterias em estoque.

  • Silvio Strauss

    Carro elétrico…. voce ainda vai ter um!

  • Raul Mafra

    Num país onde apenas 14% da frota de automoveis tem até 3 anos e 47% tem de 4 a 10 anos,32% de 11 a 20 anos, quero ver quem que vai comprar esses carros nesses preços absurdos

    • cepereira2006

      Quase ninguém. Só quando os preços baixarem para o planeta Terra. Eu tenho interesse em um elétrico, mas só comprarei quando os preços baixarem ao menos pela metade do que estão pedindo.

  • leitor

    Ligou a ar condicionado. A autonomia caiu um terço.

  • a EcoTech possui também um modelo de VUC elétrico, vale mencionar.

  • SDS SP

    Por aqui vai demorar um pouco, mas é um caminho sem volta.

    • kirig

      acho que não teremos

    • 4lex5andro

      No caso do Brasil, vai demorar um ‘muito’ mesmo …

  • Rodrigo

    E o i8? Não é mais vendido aqui?

    • Danilo Melo

      hibrido

  • kirig

    acredito que o custo cairia bastante se houvessem kits para adaptar em veículos existentes.

    • Matuska

      Não compensa de forma alguma. A plataforma precisa ser pensada para o alojamento das baterias e componentes dos motores.

    • Frytz the Sexy Lhama

      Vao surgir dezenas de empresas com essa proposta. O motor a combustão vai se tornar obsoleto muito rápido.

    • Victor

      isso é gambiarra.. poderia alterar até o centro de gravidade do carro e isso o tornaria passivo de acidente. Carro elétrico não é simplesmente trocar o motor a combustão por um elétrico, existe engenharia por trás do projeto.

  • Bikudin

    O mais barato só da pra andar na cidade, 60 km/h e nem parece um carro de tão feio.

  • Ganso

    O Sérgio Habib deve estar somando os híbridos nessa conta. Dos 5000 carros que ele tá prevendo que serão vendidos, 4950 vão ser da Toyota.

  • FrankTesl

    abriram a porta do pavilhão dos luditas…

  • Hodney Fortuna

    Sem comentários. Só para ricos mesmo!

  • F30FLORIPA

    Hibrido Plug-in é uma opção muito mais viável do q um elétrico.

  • mojave

    O ironico dessa situaçao é que justamente aqueles a quem a economia mais beneficiaria nao podem compra-los.

  • Wanderson Perin

    O grande problema dos eletricos está nas baterias, a produção delas gera grande poluição do meio ambiente, e quanto mais elétricos rodando mais baterias serão necessárias, estive lendo um estudo onde ficou demonstrado isso. É necessário agora uma evolução do meio de armazenamento.

    • Frytz the Sexy Lhama

      Já te adiando, não existe cenário que o carro elétrico polua mais que um a combustão. Os estudos que indicam isso trazem dados recortados propositalmente para representar a opinião do escritor.
      A cadeia produtiva do elétrico é infinitamente menor, mais limpa e mais eficiente que os de combustão. Inclusive se substituíssemos todos os carros atuais por elétricos e utilizássemos o combustível para gerar energia com geradores, já teríamos pelo menos 30% de aumento de eficiência. Tanto a produção, quanto operação e manutenção de um elétrico é muito mais eficiente. A combustão perfeita tem uma perda de 40% em calor, ou seja, um motor com 100% de eficiência só consegue converter 60% da energia em cinética. Atualmente os motores a combustão não chegam a 20% de eficiência, enquanto os motores elétricos tem eficiência superior a 90%. Na manutenção os motores elétricos são extremamente superiores, durabilidade e custo, alem de serem recicláveis e não gerarem resíduos.

  • Silvia Mara Bachiega

    A CAOA CHERY FALOU TANTO QUE IA FABRICAR CARRO ELETRICO AQUI NO BRASIL….CADÊ…?

    • Victor

      Não tem mercado.. vai fabricar para ficar parado na concessionária???
      Só a JAC que já não vendia nem o convencional e agora vem com o elétrico, só um louco que rasga dinheiro compraria isso.

  • Alô Mercedes-Benz! Volte a vender o Smart Fortwo na versão elétrica no Brasil! Sou apaixonado com este citycar de apenas 2,69 metros de comprimento! Tenho um modelo 2015 a gasolina, mas sonho com o modelo 100% elétrico todo na cor preta! Na Europa, o Smart Fortwo é um carro super popular e você o vê em todos as ruas do velho continente! Por que não vender aqui, Mercedes-Benz? Se voltar a vender, compro um imediatamente e à vista!

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