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Carros exportados pelo Brasil

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As vendas de automóveis no Brasil eram impressionantes alguns anos atrás. Depois de manter uma média anual de 3,5 milhões de unidades vendidas entre 2011 e 2014, o mercado viu esse número cair para 2,5 milhões em 2015 e para menos de 2 milhões em 2016. Isso tudo fez nosso país despencar da 4ª para a 8ª posição no ranking mundial.


Apesar da mesma colocação em 2017, finalmente houve um aumento no número de veículos vendidos. Ao final do ano passado, haviam sido registrados mais de 2,1 milhões de unidades comercializadas. Um aumento tímido, mas que encerrou a queda constante dos últimos anos.

O que poucos imaginam, porém, é que num outro cenário a situação era bem diferente. Com a crise vista aqui dentro, as montadoras se viram obrigadas a buscar outros destinos para seus veículos produzidos, o que colocou dezenas de mercados externos como excelentes opções.

Você disse… exportação?

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Com o crescimento nas vendas no início dessa década, muitas montadoras passaram a desejar uma fatia de nosso mercado. E isso incluía ter sua própria fábrica por aqui ou, no caso de quem já tinha uma planta, expandir sua produção com ampliações de suas instalações ou prédios totalmente novos em outras cidades bem localizadas. Além do mercado em si, aquecido na época, é claro que as vantagens oferecidas pelo governo, como incentivos fiscais e proteção tarifária, também chamavam a atenção.

Mas esse cenário poderia ter se tornado um problema quando as vendas começaram a cair, especialmente desde 2015. Felizmente (para as montadoras) não foi, graças à possibilidade de exportar para vários outros mercados, emergentes ou não, o que saía de nossas linhas de produção.

E isso era algo que poucos imaginavam antes da crise. Segundo os dados fornecidos pela Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), o volume total de exportações, entre automóveis e comerciais leves, foi de 309.874 unidades em 2014, mesmo ano em que foram produzidos 2.973.292 unidades. Ou seja, apenas 10,4% dessa produção saiu do país rumo a outros mercados.

Com a piora no poder aquisitivo dos brasileiros, esse percentual foi aumentando. Em 2015 ele pulou para 16,7% (389.024 unidades exportadas, do total de 2.323.461 produzidas), em 2016 foi 23,1% (485.255 exportadas e 2.097.597 produzidas) e em 2017, 28% (728.691 exportadas dentro de 2.595.480 produzidas). Isso tudo mostra que, em poucos anos, o volume de exportações no segmento subiu quase 170%!

E parece que nesse ano o número vai continuar subindo. Apenas no primeiro trimestre de 2018, já foram exportadas 170.403 unidades, entre os veículos e comerciais leves (caminhões e ônibus acrescentam quase 10 mil unidades a essa conta). Esse número representa um aumento de 2,1% sobre o mesmo período do ano passado, apesar da queda de 3,6% quando comparamos apenas o mês de março entre os dois anos.

Mas não são apenas os números acima que impressionam. Quando falamos dos valores que tudo isso representa, fica claro o motivo por trás de tal aumento e do grande interesse nas exportações dos veículos “brasileiros”. Apenas o que foi exportado em março gerou quase 1,3 bilhão de dólares. Se falarmos dos três primeiros meses do ano, o montante sobe para 3,2 bilhões de dólares, o que representa 14,8% a mais do que foi gerado no primeiro trimestre de 2017. E se você quiser saber o total gerado pelas exportações em um ano completo, saiba que em 2017 essa quantia foi superior a 15,8 bilhões de dólares!

Para quais países o Brasil exporta carros?

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É claro que os produtos vendidos aqui, dentro do segmento automotivo, não são os mesmos de países desenvolvidos. A exigência dos governos em países como Estados Unidos, Canadá e na maioria dos países europeus e asiáticos, em relação a segurança e outros itens, é bem mais forte em relação ao que vemos por aqui. Isso torna mais difícil vender um carro produzido no Brasil nesses mercados.

Mesmo assim, quando olhamos os destinos dos modelos feitos em solo brasileiro, vemos que existem algumas exceções. Usando como base um levantamento feito pelo site G1, vemos que a BMW, por exemplo, manda o SUV X1 para a América do Norte, mais especificamente para Canadá e Estados Unidos. Várias marcas, como Chevrolet, Fiat, Renault, Volkswagen e a própria BMW enviam modelos para o México. E existem também algumas curiosidades, como os vários destinos dos modelos da VW na América Central, como Curaçao, Ilhas Cayman, Jamaica e Panamá. Até o continente africano recebe alguns carros vindos daqui.

Mas, como você já deve ter imaginado, os principais destinos ficam realmente por perto, aqui na América do Sul. A Argentina é o principal deles: pra lá vão modelos da Chevrolet, Fiat, Volkswagen, Toyota, Jeep, Nissan, Renault, Mitsubishi e do Grupo PSA (Peugeot e Citroën).

Depois da Argentina, os países que mais importam nossos veículos são Paraguai e Uruguai, onde chegam automóveis das mesmas marcas: Chevrolet, Volkswagen, Hyundai, Toyota, Nissan, Renault e PSA.

Veja abaixo um resumo do destino dos veículos feitos no Brasil:

América do Sul

Argentina: Chevrolet, Fiat, Volkswagen, Toyota, Jeep, Nissan, Renault, Mitsubishi, PSA
Bolívia: Chevrolet, Volkswagem, Renault, PSA
Chile: Chevrolet, Volkswagem, Nissan
Colômbia: Chevrolet, Volkswagem, Renault
Equador: Chevrolet, PSA
Paraguai: Chevrolet, Volkswagen, Hyundai, Toyota, Nissan, Renault e PSA
Peru: Chevrolet, Volkswagen, Toyota, Nissan e Renault
Uruguai: Chevrolet, Volkswagen, Hyundai, Toyota, Nissan, Renault e PSA

América Central

Costa Rica: Volkswagen, Nissan
Curaçao: Volkswagen
Guatemala: Volkswagen
Honduras: Volkswagen
Ilhas Cayman: Volkswagen
Jamaica: Volkswagen
Panamá: Volkswagen, Nissan
Rep. Dominicana: Volkswagen

América do Norte

Canadá: BMW
EUA: BMW
México: Chevrolet, Fiat, Volkswagen, Renault e BMW

África

África do Sul: Chevrolet
Benin: Renault
Cabo Verde: Renault
Costa do Marfim: Renault
Gana: Renault
Madagascar: Renault
Senegal: Renault
Egito: PSA

O brasileiro continua (quase sempre) pagando mais caro

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A lista exata de quais modelos são enviados pra fora do país não é algo fácil de conseguir. Além das constantes mudanças nesse cenário, as informações precisam chegar das próprias montadoras, que às vezes dificultam isso. Mas levando em conta o que sabemos, vemos que o preço desses modelos lá fora muitas vezes é menor do que aqui (que surpresa!).

A BMW, por exemplo, vende o modelo X1 sDrive28i por US$ 33.900, o equivalente a R$ 115.500, enquanto aqui no Brasil o modelo mais barato da linha, o X1 sDrive20i GP sai por R$ 191.950. No Canadá, a mesma configuração vendida nos EUA sai por pouco mais de R$ 110.000.

A Chevrolet, uma das marcas que mais exporta, vende o Onix Joy na Argentina por cerca de R$ 40.000 (preço médio em sites de venda), enquanto o modelo custa, por aqui, R$ 43.290. Já o Onix 1.4 é vendido no Chile por R$ 41.500 (por aqui custa a partir de R$ 47.890), e o Prisma sai por R$ 43.200 (aqui custa R$ 57.550). No México a marca vende a Montana (que lá se chama Tornado), por R$ 43.000 (versão com motor 1.8), enquanto aqui, com o motor mais fraco 1.4, ela começa em R$ 49.890.

Ainda por lá, mas agora falando da VW, o Gol Trendline 1.6 custa aos mexicanos cerca de R$ 35.100, já os brasileiros pagam R$ 49.350. Mas às vezes ocorre o contrário. Na Argentina, por exemplo, o Jeep Renegade custa a partir de R$ 78.120 (na versão Sport Wild, com motor 1.8 de 130 cv), enquanto aqui no Brasil um modelo parecido sai por R$ 75.790.

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  • Danillo Barros

    Exportar é sempre bom para o país, mas se continuar aumentando as exportações as montadoras vão ter que aumentar o preço do carro aqui no Brasil, sabe como é né? Se a lua está em capricórnio é motivo pra aumento… Se áries está em Vênus toma-lhe aumento. E por aí vai…

    • ObservadorCWB

      E olhando nosso mercado…e depois os países para onde EXPORTAMOS…..fico imaginando que só temos porcaria mesmo (salvo a BMW na América do Norte).

  • wesley souza

    A Jeep só vende mais barato aqui por causa do incentivo que ela tem da fábrica de Pernambuco!

    • Cosi fan Tutti

      E da concorrência!

      • Fabrício Sanches

        Ô trem saudável é isso aí sô!

    • PrGirafales

      Jeep vende barato kkkk , ta SSSerto

  • gabriel avila

    Acho que a questão do preço do veículo exportado está ligado também a questão tributária, já que são imunes de diversos impostos (PIS, COFINS, ICMS, IPI…), barateando assim o preço final do veículo.

    fonte: http://www.portaltributario.com.br/guia/exportacoes.html

    • Davi Millan

      Sim, exatamente isso. Fora que componentes importados que integram ao carro podem ser importados sob Drawback, logo não interfere na composição do preço na exportação. Já quando é destinado ao mercado interno há a necessidade de pagar esses impostos sobre o insumo importado.

    • Rodrigo Santos

      Finalmente, algum comentário lúcido e baseado em conhecimento. De resto, só achismo…

    • Emanuel Schott

      Até que enfim apareceu um que sai do senso comum de “lucro”.

      E completo: na maioria dos mercados o imposto não está incluso no valor do produto. É pago a parte. No México por exemplo pode adicionar mais 20% em cima do preço de tabela. Aqui o governo é sócio majoritário abocanhando quase 40% do valor do veículo.

      • gabriel avila

        Nos EUA também não está incluso, me lembro de a primeira vez que fui aos EUA eles sempre anunciam os preços sem os impostos.

        • Emanuel Schott

          Exato.. da até raiva dessas comparações diretas de preço.

    • Marco Pimenta

      O país de destino vende sem tributo?

      • gabriel avila

        Não, mas o carro sai daqui imune a quase todos os impostos, bem diferente de vender aqui, mas no caso dos EUA, o carro lá é oferecido com o preço sem a tributação, que é calculada na hora da venda e você paga os dois (o carro mais os tributos). Isso eles colocam acho que para o povo saber quanto está pagando a mais de impostos em um produto.

  • Cosi fan Tutti

    Existe um projeto pra uma zona franca no semi árido nordestino nos moldes feios em Manaus, na China e vários países “exportadores”. Se isso saísse do papel, com vários incentivos, não só a região poderia se desenvolver, mas o Brasil se tomar realmente pólo exportador, pois no nordeste tem grandes portos e fica fácil o escoamento. Nao entendo a ma vontade politica pra fazer isso, pois sem indústria aquela região nunca vai desenvolver, mesmo com transposição etc..

    • pedro

      Seria uma excelente ideia, produzir lá veículos capazes de serem exportados, exigindo como contrapartida das montadoras o incremento neste tipo de venda para países desenvolvidos.

    • Daniel dos Passos

      Infelizmente não é interessante para a maioria dos políticos ter o nordeste desenvolvido.

    • Zé Mundico

      De certa forma já existe coisa do tipo com as ZPE-Zona de Processamento de Exportação nos portos de Pecém ,Ceará, Salvador e Recife, se não me engano. Ainda não está a todo vapor mas já processam produtos para exportação.

    • leitor

      Não pode haver esse interesse assim senão os outros centros perderão. E em vez de gerar emprego no sertão pode gerar migração de operários para lá. No máximo se poderia ver o local para destino de novos investimentos, onde não vale a pena uma remoção do que já existe em outros lugares.

      • Mas é isso que precisa acontecer. Fortalecimento do País como um todo.

      • Cosi fan Tutti

        La nao tem praticamente nada e outros lugares ja estão ate caminhando para o setor de serviços, nao entendo pq isso seria ruim ja que desenvolveria uma região que é praticamente estéril e nunca teve grandes investimentos nessas áreas. Bom vários paises fazem isso, e nos inclusive, em Manaus.

    • Louis

      Má vontade política por conta do próprio povo que vota errado. Aos políticos tradicionais interessa entregar migalhas em troca de voto, a perpetuação no poder.
      Um exemplo é a popularidade que o painho-mentiroso-9-dedos ainda tem no nordeste….

      • Antonio_Brust

        Deve ser porque, infelizmente, o painho-mentiroso-9-dedos foi o único que olhou, ainda que a nível de migalhas, pelo Nordeste Brasileiro nas últimas décadas, coisa que nenhum governo anterior fez. Popularidade não se constrói a toa.

        • Louis

          Ah sim, fez muito, distribuiu migalhas enquanto surrupiava bilhões, muito bom! Conseguiu quebrar um país que tentava se desenvolver, agora ficou a conta a se pagar, com um monte de gente morrendo nas filas dos hospitais e com falta de recursos para coisas básicas. E nem adianta culpar o Temer e o próximo presidente, pois a conta será paga por uma geração inteira de brasileiros.

          • Dario Lemos

            Pior é saber que tem gente que ainda idolatra esse picareta. Muitos se importam em serem sustentados pelo Estado, não importando a índole da pessoa. Enquanto não se investir em educação isso aqui continuará a ser um país subdesenvolvido por décadas e décadas.

        • Jean Lehn

          Não posso estar lendo isso!

      • Aqui na Bahia eles tem 2 tipos de eleitores: Os militantes e os Desinformados. O primeiro ganha por de baixo do pano alguma coisa e o segundo é massa de manobra. Tenho parentes que msm com meios de informação e pessoas ao redor abrindo os olhos, acredita que o 9 dedos é inocente. Tenho outros parentes que não tem muito acesso a outros meios de informação, só fica vendo TV Aberta, não compra o papo de Inocente dos companheiros da Orcrim. Sem falar que o pessoal aqui no Nordeste não sabe nem o que é ideologia politica. Ai os canhotos fazem a festa.

  • pedro

    A curiosidade disso é que a Honda não exporta nenhum veículo!

    • Louis

      Talvez porque esteja operando em capacidade máxima na planta de Sumaré. Provavelmente exportará com a operação da segunda fábrica.

      • ObservadorCWB

        Pára. né….com uma fábrica inteira ociosa…… Vai exportar o que e para onde ?: Civic para os EUA ? Já têm – e melhor que o nosso. FIT ??? Quem aceitaria ? CRV e HRV ? Até poderia ser.

    • Emanuel Schott

      A Honda não tá dando conta nem do mercado interno, quem dirá exportar.

  • carloscomp

    Venezuela não recebe, pq será?

    • Fanjos

      Recebeu o Socialismo que é melhor que carro a população já esta feliz e não precisa de mais nada…nem de comida.

      Ultra sarcasmo Mode On

      • Retrato do Papai

        povo que não come é povo que não defeca… isso gera muitos benefícios ao meio ambiente, como menor geração de lixo e redução de despejo de esgoto no meio ambiente… olha que maravilha!

        • Dizem que melhora até a saúde…reduz a obesidade, diabetes…essas coisas que o capitalismo malvadão trouxe à humanidade.

          • Dario Lemos

            De qualquer forma, melhor o capitalismo do que o comunismo.

      • Ricardo Blume

        E os reflexos daquela m3rd@ chamada Chavismo estão refletindo por toda a América do Sul. Olha a consequência da besteira de meia dúzia de acéfalos governando um país.

    • Louis

      Não recebe porquê não paga, país caloteiro e de esfomeados. Deveríamos mandar pra lá todos os socialistas que temos por aqui.

  • Schack Bauer

    Europa não compra nada nosso. Não sabem o que estão perdendo kkkkk

    • ObservadorCWB

      kkkkkkkkkkkkk “verdade”…..

    • Rogério R.

      Já vi na mídia que os europeus querem que o Sandero RS seja exportado para lá.

      • fschulz84

        Se for, provavelmente iriam trocar o 2.0 F4R por um 1.3TCe

        • Rogério R.

          Agora eu fico pensando. Como a Renault do Brasil inaugurou essa nova fábrica de blocos e cabeçotes de alumínio e segundo ela mesma diz que é a mais moderna do grupo. Por enqto só o 1.6 SCe está sendo feito lá. Por lógica o próximo seja o 1.0 SCe, a QR e a AE dizem que a Renault do Brasil está desenvolvendo um novo 2.0 SCe de alumínio. O 1.3 TCe pelo visto virá importado. Agora se teremos um Sandero RS 2.0 SCe ou Turbo é um mistério.

          • fschulz84

            Um passarinho me contou que a Renault pretende inicialmente trazer o 1.3TCe em um futuro facelift da Captur, provavelmente lá pro fim de 2019. O que parece que foi descartado inicialmente é o câmbio DCT.

            Só que a Renault não vai mais investir em segmentos que não seja nos crossovers, senão poderíamos ter nova geração do Mégane com este motor. Mas provavelmente, não veremos este por aqui.

            Agora em relação a nacionalizar, acredito que como investimento, isso iria demorar uma vez que começaram a produzir o SCe recentemente e teriam que provavelmente modernizar o maquinário para poder produzir os motores TCe.

            Mas bom, a esperança é a última que morre… Gostaria muito de ver o 1.3TCe assim como o 1.2 PureTech Turbo da PSA por aqui (este último, parece que vem, provavelmente no C4 Cactus)

            • Rogério R.

              Encaixando as peças do quebra-cabeça, pelo visto a QR e a AE estão certas, teremos o 2.0 SCe nacional e o 1.3 TCe importado.

              • fschulz84

                Parece que sim…

                Mas em minha opinião, este 2.0SCe seria desnecessário… Óbvio que penso como consumidor, mas porque não tacam o 1.3 TCe de uma vez? Este rende 142cvs e 24,5 de torque, mesmo sendo menos potente que os motores que equipam os médios atualmente (vide 1.4 da GM, 1.5 da Honda, entre outros), para linha compacta de crossovers, seria bem interessante… Sem necessidade de ter um 2.0…

                • Rogério R.

                  Eu penso o mesmo. Até duvidava da QR e da AE, mas conforme vou lendo na mídia, tudo indica que por motivo de custos o novo 2.0 SCe seja o escolhido para equipar a maioria dos carros da Renault na América Latina. Com certeza esse novo 2.0 SCe tbém terá origem Nissan.

              • Antonio Lima

                2.0 ainda jesus, mais econômico e potente desenvolver um 1.6 TCe.

                • Rogério R.

                  Pois é. É só turbinar o atual 1.6 SCe. Mas pelo visto quem vem é o 2.0 SCe.

                • Rodrigo Santos

                  Mais potente, econômico e mais caro. Não tem milagre.

    • RTEC30

      Mas levam um monte de grana pra lá.

  • Davidsandro18

    A lista não tem carros da Ford, esqueceram de colocá-la.

  • Ricardo

    Acho legal ver carros tipicamente brasileiros, tipo o Gol, em outros países.

  • Ricardo

    Essa diferença de preço dos carros brasileiros para os estrangeiros já foi bem maior, hoje não é tanto, mas o que conta é a diferença brutal da renda média.

    • Verdade, já houve tempo que uma versão no exterior com motorização maior custava mais caro que um modelo de entrada aqui.

      • Ricardo

        Mais barato quis dizer né?

        • Isso mesmo, obrigado por avisar

          • Ricardo

            Era mais do que isso, há anos atrás chegavam a custar 1/3 a metade, hoje tem uma diferença de apenas uns 15-20%.

            • Sim, realmente, já foi bem pior mesmo. Isso começou a mudar na virada dessa década. Talvez se os impostos para motores maiores do que 1.0 fossem menores, talvez a diferença seria apenas marginal em preço em relação a outros mercados, mas, tem outros impostos em cascata na produção, custo e lucro de operação no Brasil e além de tudo, a renda aqui é baixa para esses veículos, logo, não tem muito como reduzir essa porcentagem, mas realmente, está melhor que alguns anos atrás onde haviam alguns populares de 40k sem nenhum recurso de segurança (nem o básico como airbags e ABS) e com vários opcionais que encareciam demais o preço do mesmo.

  • Guilherme

    Acho que preciso voltar aulas geografia, achava que México era da América Central.

    • Jurandir Filho

      Nunca foi

      • Guilherme

        Só esclarecer que estava sendo iRônico

  • Jefferson Ferreira

    O custo do carro é só um parâmetro já o que importa é a renda média daquele país. Em tese o preço do carro pode ser até maior só que a pessoa precisa de menos meses trabalhados para quitar o carro. Só que o huezil é tão bizarro que aqui além de geralmente os preços serem maiores a renda é menor tb que os outros países, se for falar de salário mínimo então fica mais feio ainda…

  • Luciano RC

    Lembro quando a VW produziu aqui o Golf VR6 pra exporta-lo para os EUA. Deixou algumas unidades e hoje é mosca branca. Motor 6 cilindros com cambio manual de 6 marchas… um GTi mais apimentado. E era 2 portas.

    • Rogério R.

      Eu lembro disso. Cheguei a ver um Golf VR6 2p na rua.

      • Luciano RC

        Falam que foram 99 unidades… 97 a venda. As duas ultimas ficou pra diretoria, e a 99 foi feita 4 portas e ficou para o Diretor.

        • Rodrigo Santos

          Isso mesmo. E custava 99 mil, uma fortuna para a época.

          • Luciano RC

            Acho que se atualizar os valores, seria uns 250 mil hoje.

  • Rogério R.

    As montadoras “brasileiras” que mais exportam são VW e Renault. Já li em alguns sites que os europeus querem o Sandero RS. Uma curiosidade, já vi no Youtube que os Renault feitos na Argentina e na Colômbia além dos Nissan feitos no México usam motores feitos pela Renault do Brasil.

    • Rogério R.

      Acho bacana esse tipo de reportagem. Valeu NA!

  • Marcus Vinicius

    Parece que a renault faz um ótimo trabalho na África exportando seus carros feitos no Paraná para lá !

  • Fabão Rocky

    Essa é uma conversão “burra”. Veja qto é o salário mínimo dos americanos e o salário mínimo dos brasileiros!

    • Emanuel Schott

      A matéria em momento nenhum fala em acessibilidade de compra e sim de preço.

  • Davi Millan

    Peru: Chevrolet, Volkswagen, Toyota, Nissan e Renault
    Ué! E o Fiat Palio Fire que vi rodando por lá? Não sabia que a depressão sobre rodas era feita em outro lugar além daqui.

    • Rogério R.

      As vezes a importadora peruana parou de importar carros Fiat no país.

    • No começo da vida do Palio, ele era produzido em vários lugares do mundo, pois era um projeto global. Mas, no fim de vida, era somente Brasil e Argentina. A principal diferença no caso do Fire, é que ao em vez do 1.0 Fire Evo, era usado o 1.4 Fire Evo.

  • Pensava que os produtos de alta tecnologia chineses da nossa brava e retumbante Chery, eram exportados.

  • Se a matéria estiver correta, a Ford Brasil não está exportando seus carros.
    Se isso for mesmo verdade, ajuda a entender os rumores de que está indo embora da região…

  • Mauro Banqueiro

    Os brasileiros são ricos 😂😂😂😂

  • NYC_Man

    VW arrebenta em exportações !!

  • Emanuel Schott

    Seria bom falar no ultimo parágrafo o motivo de pagarmos mais: isenção total de impostos diretos.

    http://www.portaltributario.com.br/artigos/incentivosexportadores.htm

  • Catucadao

    vi um Up! azul na primeira foto linda cor

  • ‘Eduardo Oliveira

    Nos EUA tem Ecosport, achava que o vendido lá era nosso.

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