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Chery aposta em vendas diretas a empresas para crescer no mercado brasileiro

CHERY-NEW-QQ-3-2-1024x678 Chery aposta em vendas diretas a empresas para crescer no mercado brasileiro

A Chery quer usar as vendas diretas a clientes corporativos como estratégia para ganhar mercado, segundo a Autodata. Neste ano, a parcela de suas vendas representada por vendas a frotistas representa 28% do total de 1.250 carros vendidos. Até dezembro a idéia é subir para 35%.



Na última semana, o primeiro passo foi dado neste sentido, através da venda de 15 unidades do Chery QQ para uma locadora de Santa Catarina, que também fica responsável por promover os veículos da marca na região. Esta função vai no sentido de aumentar a presença das concessionárias da Chery através de todo o país. Hoje são apenas 28 unidades.

O diretor de vendas da Chery, Fábio Campos, comentou que os veículos da marca são pouco conhecidos fora dos grandes centros: “É um contrato de fornecimento e também uma forma de se costurar parcerias com empresas que conhecem bem os mercados onde atuam. É um ganho de tempo em contexto de expansão da nossa oferta sem que haja investimento pesado em ações de marketing para desmistificar o veículo chinês”.

Segundo o gerente de marketing da Chery, Henrique Sampaio, os carros da marca tem preço mais competitivo, e isso é atrativo para as empresas que compram quer apenas alguns carros quanto as que precisam de grandes frotas.

Ambos os executivos citados acima trabalharam por vários anos na área comercial da Volkswagen, e foram trazidos para a Chery para ampliar a presença da empresa nas vendas para grandes clientes e também com o governo.

A esperança da Chery também é de ocupar melhor as linhas de produção de sua fábrica de Jacareí, que custou 530 milhões de dólares e tem capacidade de produzir 150.000 carros por ano em três turnos, mas hoje entrega apenas 10.000 carros anuais, em um turno. No segundo semestre o Tiggo começará a ser produzido ali.

  • Walber Menezes

    Se o custo de reposição e durabilidade forem bons…

    • Tosca16

      New QQ segundo no ranking de reparabilidade do Cesvi-Brasil, e tem melhorado a cada dia mais com barateamento das peças de reposição e de substituição em caso de acidentes… O que não tem é peça roubada como muitos donos de GM, Fiat e VW gostam de correr atrás.

  • Mr. Car

    Se eu fosse frotista, ia querer carros com histórico comprovado de robustez, manutenção barata, fartura de peças de reposição no mercado, e um monte de concessionárias ou mecânicos que os conhecessem bem. Ah, e que tivessem mercado e liquidez na hora da revenda. Em outras palavras…não ia querer um Chery, he, he!

    • Tosca16

      Custo de reparabilidade segundo o Cesvi-Brasil é muito bom, fora que o modelo dispensa algumas manutenções preventivas, tais como a substituição da correia dentada, já que tem corrente de comando… se for olhar assim com essa mentalidade retrograda todo mundo estaria ainda no Palio Fire, Mobi Fire e outros cacarecos da FIAT, GM e VW.

      • Mr. Car

        Custo de reparabilidade sem ter onde reparar não é nada, he, he, he! Por tudo o que eu disse, sou muito mais o velho e bom Uno (ou Palio, ou Sandero), sim senhor. Compre sua frota de QQ e boa sorte, he, he!

        • Tosca16

          Esse pessoal acha que todo lugar é igual, tem locais bem servidos de concessionárias, claro que em regiões onde não se tem revendas não se pode apostar no crescimento, mas em regiões como a das 15 unidades, com grandes revendas a história muda da água pro vinho.

          • Mr. Car

            Compre sua frota de QQ e boa sorte, he, he!

            • Tosca16

              Pra Uber se tivesse $$$ seria babada, uns colegas meus pagaram 27 mil no ACT.

              • Daniel

                Se eu pedir um uber e chegar um QQ apertado, cancelo na hora! hueheuheue

                • Tosca16

                  Apertado ?

        • A economia de escala que se tem comprando QQ ao inves dos que vc citou da pra no fim aumentar os modelos em uns 20%, pela diferença de preços.

          • Mas aí surge um questionamento, grandes frotistas pagam qual preço? Será que se uma empresa compra um lote de 200 carros ou mais o desconto das marcas tradicionais não é alto? Ou é o mesmo preço daquela empresa que compra 5 unidades?

            • No caso da Chery não deve ter pra ninguem, se para o consumidor ja é em média de 5 a 10 mil menos que os rivais com os mesmos equipamentos, imagina pra empresa.

      • ViniciusVS

        Infelizmente frotistas tem sim mentalidade “retrograda” justamente por não ser um carro de passeio, o foco é ser o mais racional possível e nisso a Chery precisa sim melhorar.

        Faltam concessionárias e peças no mercado paralelo, isso faz do carro um péssimo negócio? para uma família que roda pouco e tem maior zelo de fato não é, agora para uma frota onde infelizmente os funcionários vão “moer” os carros é complicado ter uma rede pequena…

        A Chery tem potencial e eu acredito nela em um futuro próximo, mas ainda não tem capacidade para entregar o que um frotista espera.

      • André

        Agora que a Chery finalmente resolveu acordar e vender para frotista, porque não oferecem o Celer? Parece-me um carro bem mais adequado para competir com Ka, Onix HB20 e Gol que tanto enchem as locadoras. Ao invés disso, paralisam a produção, vai entender.

        • Tosca16

          Paralisaram a produção porque tinham estoques, e não é a primeira vez que param a produção deste e de outros modelos em Jacareí, produzir mais algo que tem os pátios cheios não seria nada inteligente por parte da Chery. Mas deveriam fazer promoções, queimar o estoque, e quem sabe trazer uma versão já 2018 com alterações em equipamentos, mecânicas e no acabamento.

          • Ernesto

            Pararam a produção do Celer porque a fábrica estava reduzindo os descontos para os concessionários. E aí os concessionários miraram suas vendas/encomendas no QQ. Fonte: um amigo que é vendedor numa concessionária Chery.

            • Tosca16

              O Celer por tabela está caro e defasado, a procura tem sido só por New QQ, tanto é que meu colega vendedor aqui tem que empurrar cores como vermelho pois no modelo ACT do New QQ a cor branca nem previsão tinha da Chery entregar.

              • Ernesto

                Mas como falei, a fábrica não está dando os descontos que dava para o Celer, por isso encareceu para o consumidor final.

      • rgrigio

        Olha que conheço donos de empresa/gerentes que choram a saída do mille fire. Assim como choraram no passado a saída do fusca hehehe.

        • Tosca16

          Os mesmos que pedem uma brecha na legislação para a volta da Kombi kkkk.

    • Henrique Bittancourt Gouveia

      Vamos aos pontos quando se fala em frota.
      Na empresa em que trabalho, esse pensamento de robustez, manutenção barata, fartura de peças de reposição no mercado, e um monte de concessionárias ou mecânicos que os conhecessem bem não faz o menor sentido já que os veículos são trocados a cada 2 anos. Frotista trabalha dessa forma. Não fica esperando o carro ficar rodado como consumidor comum.

      E sim, algumas empresas procuram no final apenas um veículo barato para colocar na rua e fazer dinheiro que acaba sendo diluído na forma de uso como ferramenta de trabalho e não visado depois para revenda.

      Já pensou se frota só fosse pensado nessas características que você mencionou? Seriam colocados apenas carros japoneses para frota. Porque são conhecido por ter robustez, manutenção barata, fartura de peças de reposição no mercado, e um monte de concessionárias ou mecânicos que os conhecessem bem.

      A compra pra frotista, que fará dinheiro com o carro é completamente diferente da venda para o consumidor final.

      • Mr. Car

        Não faz sentido? Azar do dono da empresa. Os carros apenas rodam mais em menos tempo, o que não os dispensa de manutenção, inclusive por muitas vezes terem o chamado uso em condição severa. E se o valor de revenda não tivesse nenhuma importância, ao fim de dois anos simplesmente sorteariam entre os funcionários, ou dariam para a caridade. Outra: não é só carro japonês que se enquadra nas características que citei.

      • Ernesto

        Mas os carros que são normalmente comprados para frota têm um mercado bem razoável na revenda.
        Ka, Gol, Onix, Palio, Mobi, Sandero…qual deles não tem mercado?
        Onde você trabalha tem quais carros que são ruins de revenda?

    • Zé Mundico

      Engano seu. Pelo menos as grandes locadoras não se importam tanto com manutenção, robustez e peças, pois o objetivo delas é usar o carro até o fim da garantia da fábrica para depóis se desfazer, independente da quilometragem.
      Olhando apenas pelo lado financeiro da coisa, carro chinês é o carro ideal para locadora, pois é barato (em relação aos outros, claro) e tem garantia de 3 anos do fabricante. Em 3 anos de uso o lucro vai ser maior!!!
      Resumindo, para a locadora a vida útil de um carro é igual ao perído da garantia da fábrica. Para ela o carro só “existe” por esse tempo. Passou disso, é prejuízo.
      É o carro descartável por excelencia.

      • Mr. Car

        Engano seu.

        • Zé Mundico

          Então estamos os 2 enganados.

      • Daniel

        A locadora tem que pensar tbm na atratividade.
        Chego no aeroporto e tem uma locadora alugando QQ, e a outra alugando up ou Sandero… A grande maioria vai preferir o VW ou Renault no lugar do Chery.

        • Zé Mundico

          Olha, vamos pisar no chão. A grande maioria vai escolher o modelo mais barato……rsrsrsrs

      • Alvaro Guatura

        Concordo, essa é a postura das locadoras. Ganham dinheiro com o carro enquanto está na garantia, e revendem por um valor até superior ao que pagaram.

    • Zé Mundico

      Você está se guiando apenas por “revenda”, que é um conceito do consumidor particular, que compra um carro em 80 meses, paga o dobro e depois ainda quer “lucrar” quando for revender.
      O foco aqui é no uso EMPRESARIAL, que difere totalmente da visão estreita e limitada de quem compra carro visando revenda.
      O objetivo da locadora de carros é ganhar dinheiro alugando carro, apenas isso. Para ela carro é um insumo que deve ser minimizado o máximo possível e que deve ser usado até quando oferecer alguma vantagem, que é o período de garantia do fabricante. Depois disso, pode se desfazer e pegar outro.
      Para a locadora, revender o carro é uma consequencia que trará apenas um rendimento residual, pois já terá realizado seu lucro com o aluguel dele.

      • Mr. Car

        Eu não falei só de revenda. E locadora é apenas uma modalidade de frotista. Para muitos, a frota em si não é o objeto gerador de lucro.

      • Daniel

        Hoje, o foco da Locadora é revender semi-novo! podendo alugar o carro no periodo em que ela ainda não pode vender o carro (comprado com mega-descontos).

  • So vamos saber a real aceitação da Chery no Brasil quando ela trazer carros modernos, como o Tiggo a ser lançado. Do mais, eu se fosse da empresa lançaria os carros da Qoros aqui com emblema Chery, pra chamar atenção pra marca e valoriza-la. A Qoros não deu certo na Europa mesmo, manda pra cá.

    • Tosca16

      Não tem como trazer a Qoros como Chery aqui, quem sabe no futuro tragam como marca premium, isso mesmo, premium, mas com rede de concessionários e serviços diferente da Chery, num outro patamar de qualidade e atendimento. Recentemente vi que na China o pós venda da Qoros era tido como muito bom, comparando-se a marcas de luxo naquele mercado.

      • Qoros não tem nada de premium, so na cabeça da Chery isso, pra ser premium em primeiro lugar tem de se ter historia, investimento, tecnologia de ponta, novidades, design diferenciado etc.. a Qoros é so mais uma marca generica que imita europeias, tipo a BorgWard, so que esta ultima é uma alemã legítima, ainda que hoje esta tambem nas maos dos chineses.

        • Tosca16

          Cara, eles tem alta tecnologia e investiram pesado, fora que foram aprovados nos rigorosos testes de impacto dos principais institutos do mundo; o que não podem é como fizeram na Europa, custar o mesmo que seus concorrentes, mas tem que elevar sim o patamar da marca e por status nos seus produtos, com foco em desenvolvimento e pós vendas.

        • Esse papo de história é furada. Se uma empresa fabrica carros tão ou mais refinados que as marcas de alto nível já consolidadas, ela passa a ter carros premium também. E se a marca for exclusiva de carros de alto nível, ela é uma marca de luxo e pronto. Temos Volvo, Lexus, Acura, Infiniti, Qoros, Luxgen, Cadillac, Genesis e trocentas outras, além de BMW, Audi, Land Rover, Jaguar e Mercedes-Benz. Temos modelos premium de VW, Hyundai, Nissan, Kia, Ford e etc, que se equivalem aos de marcas de luxo, sendo tão premium quanto.
          É falacioso querer impingir história. Marcas vivem de presente e a qualidade é que faz a aura.

          Qoros, Lexus, Genesis, Acura e Infiniti, as “new luxors”, tem tão ou mais tecnologia, refinamento, diferenciação e luxo que as antigas.

          • Tosca16

            Se fosse assim como ele disse acima uma marca nova só seria “premium” daqui a uns 50 anos kkkkk.

            • Sim… E nem Ford, nem VW poderiam ter carros premium, afinal, pela história, quase sempre venderam mais carros simplórios que carros que agreguem status, mas a VW tem o brilhante Touareg que em nada deve para seu par SUV da sua marca mãe Porsche, a Ford tem Edge e Taurus, todos iguais ou melhores que seus concorrentes diretos da trinca renomada alemã.

              • Tosca16

                Aí vem ele querer pegar os Qoros e por como Chery, o que mesmo que elevasse o patamar da Chery em produtos aqui poderia prejudicar a vinda de uma marca premium no grupo posteriormente, ao meu ver os novos Tiggo3X(Tiggo2), Tiggo5 e Tiggo7, fora os sedãs Arrizo5 e Arrizo7 já possuem um patamar muito bom, frente ao que temos na marca hoje aqui e ao mercado como um todo.

          • História da marca é o que ela passa para os consumidores como filosofia e como chegou aonde está, não quis dizer que ela tem de ser da era dos dinossauros.

  • Tosca16

    Esse time de vendas diretas tem muito a alavancar a marca Chery, o que poderá ser uma saída para modelos como o Celer. Já o New QQ com marketing e mais revendas tem muito potencial de vendas; é econômico, pequeno e ágil no trânsito urbano. Agora resta saber quando o time de marketing irá dá seus primeiros sinais de vida, o departamento de vendas diretas já deu seu pontapé inicial.

  • SK15

    Não falou a porcentagem de desconto que pode chegar na venda direta a matéria … sei que na Peugout é 12% pra qualquer veículos tive que ir lá levar meu carro e perguntei.

  • Rbs

    Cadê o consorcio nacional Chery com algum atrativo para o povão? Bora trabalhar Chery!!!

  • CARnivoro

    Não aguento mais falar nesso Tiggo 2 que nunca chega!! Ta demorando tanto que qdo lançar ja vai estar ultrapassado.

    Ah!! Fora que além desta demora eterna só vão lançar o cvt depois!!

    Aff… ja cansei de torcer pra Chery conseguir seu espaço por aqui.. aliás graças ao seu amadorismo eu nem cogito comprar um carro da marca

  • Helvio Ferreira

    quase todas as marcas passaram pelo processo de credibilidade e sem contar com o custo do veículo que é atrativo ainda mais com a situação económica do pais quem esta com a grana curta é um bom negocio sem falar dos 3 anos de garantia.

  • Cmte Pimenta

    O principal problema da marca é a ausência de concessionárias. Primeiro deveriam investir em rede de assistência, o volume de venda seria uma mera consequência. Esse negócio de chinês também será um paradigma que será superado pelo tempo. Veja kia, hyundai.. Tenho certeza que os produtos serão aprimorados.

  • Anderson Costa

    Se eu fosse milionário faria um acordo de exclusividade de representação com a Chery….e abriria 100 css nas principais regiões do Brasil…com funcionários treinados pela fábrica…preços e serviços abaixo da concorrência…faria outro acordo comercial com fornecedores de péças no Brasil e na China para disponibilizar todos os itens usados em todos os modelos que a Chery vendeu no Brasil…desde Cielo ,S18,Face até o QQ ,Celer e Tiggo …conquistaria o consumidor com carros de melhor custo x beneficio e serviços …

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