Chery Hatches História Sedãs

Chery Celer: anos, versões, motores, equipamentos (em detalhes)

Chery Celer: anos, versões, motores, equipamentos (em detalhes)
Chery Celer

O Chery Celer é um modelo compacto chinês da Chery, a marca chinesa automóveis mais consolidada no mercado brasileiro.

Ela está presente em nossas ruas há exatamente 10 anos e, de lá para cá, vem apresentando boas evoluções para atender nossas expectativas e necessidades. O Chery Celer foi um dos primeiros grandes sinais de desenvolvimento da asiática no País.


Antes do lançamento do Chery Celer, a marca chinesa comercializava modelos como Chery QQ, Face, S18, Cielo hatch, Cielo Sedan e Chery Tiggo, na ordem do menor e mais barato para o maior e mais caro da gama.

Todos eles, porém, não tinham grandes diferenciais. Aliás, o Cielo era quase um hatch médio pelo preço de compacto, mas os bons atributos paravam por aí.

No caso do Chery Celer, todavia, as coisas começaram a mudar. O compacto foi lançado em 2013 e foi um dos responsáveis por melhorar a imagem das marcas chinesas no País.


Tudo bem que ele não era uma referência na categoria. Tinha apenas um visual interessante, acabamento interno aceitável, bom espaço para os ocupantes, lista de equipamentos recheada e boa motorização.

Entretanto, o destaque do Celer surgiu pouco tempo depois: ele foi o primeiro carro chinês produzido no Brasil, na primeira fábrica da Chery fora da China.

A unidade fabril foi inaugurada em 28 de agosto de 2014 na cidade de Jacareí, estado de São Paulo, com o Celer nas versões hatch e sedã na linha de produção. O segundo carro nacionalizado foi o New QQ, nova geração do subcompacto, em 2016.

Com a estreia da linha de montagem nacional, a Chery superou outras marcas concorrentes de mesma origem, como a JAC Motors, que fez sua estreia no Brasil em 2011 já com a promessa de uma fábrica em Camaçari, na Bahia, que nunca saiu do papel.

O Celer representou um passo importante para a Chery no País. Tanto é que hoje todos os carros da marca vendidos por aqui são fabricados em Jacareí (SP) ou em Anápolis (GO), esta última da CAOA, que hoje tem 50% de participação nas ações da divisão brasileira da Chery.

Chery Celer: anos, versões, motores, equipamentos (em detalhes)

Chery Celer – história

Antes de fazer a sua estreia no Brasil, o Chery Celer já era uma realidade para os consumidores chineses. O modelo foi lançado em sua terra natal em novembro de 2009 como “Chery Fulwin”.

Na verdade, naquela data a marca apresentava a segunda geração do carro. A primeira versão era baseada no espanhol Seat Toledo (sendo praticamente uma cópia do europeu) e foi o primeiro carro produzido pela Chery lá na China.

Ao contrário da primeira geração, que tinha um visual careta demais, com linhas mais retas e sem tanto esmero, a segunda geração do Fulwin estreou com um design bem mais moderno, agressivo e interessante para a sua categoria.

Além disso, estreou a opção de carroceria hatch – o antigo era comercializado somente na versão sedã.

Conhecido também como Chery A13, o modelo adotou uma carroceria marcada por vincos em todos os lados. Por dentro, o desenho do painel também ficou um pouco mais moderno e esmerado.

Todavia, como na maioria dos compactos, o chinês abusava dos plásticos no acabamento.

O lançamento do Chery Fulwin no Brasil aconteceu no ano de 2013. Ele foi lançado por aqui como Chery Celer na última semana do mês de março para competir diretamente com modelos como Chevrolet Onix e Hyundai HB20, inclusive com versões na mesma faixa de preço dos rivais.

Chery Celer: anos, versões, motores, equipamentos (em detalhes)

Em dezembro de 2012, como reestilização de meia-vida, a Chery anunciou a chegada da nova linha do Fulwin na China. As versões hatch e sedã receberam retoques visuais, com linhas mais atuais, além de melhorias no acabamento interno.

A lista de equipamentos também ficou mais recheada.

Lá fora, o modelo se tornou um compacto mais equipado, com direito a recursos como central multimídia com tela sensível ao toque, navegador GPS e acesso à internet, monitoramento de pressão dos pneus, painel de instrumentos mais completo e sensor de estacionamento dianteiro. Esses itens, porém, não foram implementados no Celer brasileiro.

Ou seja, o Celer chegou ao Brasil já com visual reestilizado. A linha com novo design foi anunciada por aqui com um atraso de quase dois anos e meio em relação ao chinês, mais precisamente em abril de 2015. Na ocasião, o carro passou a ser fabricado no Brasil, como o primeiro chinês produzido localmente.

De abril de 2015 em diante, o Chery Celer seguiu sendo vendido sem grandes mudanças. Ele deixou de ser produzido em abril de 2018. Na época, ele não vendia muito bem, com uma média de emplacamentos de 30 unidades do sedã e 40 exemplares do hatch.

O fim de linha do Celer foi anunciado pela Caoa Chery. Com isso, a unidade fabril de Jacareí (SP) ficou “livre” para a produção do novo crossover compacto Tiggo 2, além do subcompacto New QQ.

Na China, o Fulwin também não é mais vendido. A atual linha chinesa da Chery é composta pelos modelos Arrizo 5, Arrizo GX, Arrizo 7 e Arrizo7e (elétrico), além dos utilitários-esportivos Tiggo 3, Tiggo 3X, Tiggo 5X, Tiggo 7 e Tiggo 8.

Chery Celer – detalhes

Por mais que tenha sido um carro importante para a Chery a nível nacional, visto que foi o primeiro chinês fabricado no Brasil, o Celer chegou com uma dura missão no País.

Além de dar continuidade ao processo de mudança da imagem dos carros chineses, ele teve que competir com compactos de sucesso.

Quando foi anunciado, em março de 2013, o Chery Celer já tinha alguns rivais de peso em seu segmento.

Modelos como Chevrolet Onix e Hyundai HB20 haviam sido lançados há pouco tempo e estavam enfrentando filas de espera e dividindo a atenção dos consumidores, além de outros mais tradicionais como Volkswagen Gol e Fiat Palio. Havia também a dupla chinesa JAC J3 e JAC J3 Turin.

Para tentar reverter essa situação, a Chery veiculou uma série de comerciais um pouco mais apelativos fazendo referência direta à concorrência. Em uma das campanhas, a marca citava o fato de os rivais serem mais “pelados”. Confira abaixo um dos exemplos.

Entretanto, dá para imaginar que o Chery Celer não foi um grande sucesso, mesmo sendo mais completo que os rivais e pelo mesmo preço das versões de entrada dos outros.

O Celer tinha preço inicial de R$ 35.990 e contava com uma boa lista de equipamentos e motor 1.5 flex. Por esse preço era possível levar um Onix LT 1.4 (menos completo) ou o HB20 Comfort 1.6 (também menos recheado, mas com motor bem mais potente).

Ou seja, a Chery tinha em mãos um produto mais equipado, porém com a falta de tradição no mercado e numa rede de concessionárias bem menor que a da Chevrolet e da Hyundai.

Em seu primeiro ano cheio de vendas, em 2014, o Celer fechou com pouco mais de 2 mil unidades vendidas. Este volume representou cerca de cinco dias de vendas de Onix e HB20, que venderam 150 mil e 119 mil carros, respectivamente.

Chery Celer: anos, versões, motores, equipamentos (em detalhes)

Falando mais especificamente do carro, o Celer agradava dentro da sua proposta, com direito inclusive a um custo benefício considerável.

Além do visual interessante, o Chery Celer se destacava pelo espaço interno bastante amplo (também considerando a sua proposta).

A versão hatch, por exemplo, mede 4,18 metros de comprimento, 1,68 m de largura e 1,48 m de altura, com entre-eixos de 2,52 m. O porta-malas tem capacidade para bons 380 litros, um dos maiores da categoria.

Por outro lado, o acabamento interno do carro não era lá essas coisas. O painel tinha visual careta demais, com traços mais retos, e com direito a uma qualidade inferior dos plásticos.

Entre os rivais, era superior somente ao Etios, sendo desbancado facilmente pelos concorrentes Onix e HB20, sobretudo.

A versão nacional reestilizada do Chery Celer resolveu parte dos problemas do carro. O design foi aprimorado e o interior ganhou mudanças profundas, com um painel em três níveis e plásticos em diversas texturas, melhorando a percepção de qualidade.

No entanto, a marca derrapou na escolha dos equipamentos. Uma central multimídia com tela sensível ao toque era vendida somente como acessório nas concessionárias – tal item já equipava os rivais em suas versões mais caras.

O conjunto mecânico também melhorou, com aumento na potência e no torque (veja mais abaixo os detalhes mecânicos do carro).

O câmbio, que antes tinha folgas e engates longos, ficou mais preciso no modelo reestilizado. Suspensão e freios também melhoraram.

Chery Celer – versões

O Chery Celer importado chegou somente nas versões hatch e sedã, em apenas uma configuração de acabamento. Por outro lado, o Celer nacional estreou com duas configurações de acabamento para as duas opções de carroceria.

Confira:

  • Chery Celer Hatch 1.5 Flex (importado)
  • Chery Celer Sedan 1.5 Flex (importado)
  • Chery Celer Hatch FL 1.5 Flex (nacional)
  • Chery Celer Hatch FL ACT 1.5 Flex (nacional)
  • Chery Celer Sedan FL 1.5 Flex (nacional)
  • Chery Celer Sedan FL ACT 1.5 Flex (nacional)

Chery Celer: anos, versões, motores, equipamentos (em detalhes)

Chery Celer – equipamentos

Chery Celer 1.5 Flex

Segurança: airbag duplo frontal, freios com ABS e EBD (antitravamento e distribuição eletrônica de frenagem), cintos de segurança dianteiros e traseiros laterais de três pontos, encostos de cabeça dianteiros e traseiros, imobilizador de motor, alerta sonoro de porta aberta, limpador e desembaçador do vidro traseiro, entre outros.

Conforto: direção hidráulica, vidros e travas elétricos, ar-condicionado, faróis com ajuste elétrico de altura, chave canivete com trava remota das portas e porta-malas, sensor de estacionamento traseiro, acionamento interno para abertura de tanque e porta-malas, banco do motorista e coluna de direção ajustáveis em altura, banco traseiro rebatível, temporizador de farol, entre outros.

Tecnologia: computador de bordo digital, alerta de revisão, sistema de som com rádio AM/FM, MP3 player, entrada USB e dois alto-falantes, relógio digital, entre outros.

Visual e acabamento: para-choques, maçanetas externas e retrovisores externos na cor da carroceria, rodas de aço de 15 polegadas com calotas, entre outros.

Chery Celer ACT 1.5 Flex

Segurança: passa a contar com faróis de neblina e alarme antifurto com acionamento pela chave canivete.

Tecnologia: ganha sistema de som com CD player e seis alto-falantes.

Visual e acabamento: adota rodas de liga-leve de 15 polegadas.

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Chery Celer – preços

Veja os preços médios do Celer no mercado de usados:

  • Chery Celer Hatch 1.5 Flex: de R$ 22.120 (2013) a R$ 32.750 (2017)
  • Chery Celer Hatch ACT 1.5 Flex: de R$ 27.975 (2015) a R$ 36.515 (2018)
  • Chery Celer Sedan 1.5 Flex: de R$ 22.300 (2013) a R$ 38.500 (2018)
  • Chery Celer Sedan ACT 1.5 Flex: de R$ 28.700 (2015) a R$ 38.920 (2018)

*Preços com base na Tabela Fipe em abril de 2019.

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Chery Celer – motor

Sob o capô, o Celer esconde um motor 1.5 16V Acteco, dotado de quatro cilindros e 16 válvulas, projetado pela empresa austríaca AVL.

Para o nosso mercado, a Chery recorreu à Delphi para fazer alguns reajustes, inclusive para a implementação do sistema flex. A propósito, a Chery foi a marca que ofereceu o primeiro chinês flex no Brasil como o pequeno S-18.

Este propulsor consegue desenvolver 108 cavalos de potência com gasolina ou etanol, disponível a 6.000 rpm. O torque é de 14 kgfm, também com ambos os combustíveis, a 3.000 rpm. Junto a ele está um câmbio manual de cinco marchas e tração dianteira.

Em sua versão nacional, o motor do Chery Celer (que também passou a ser fabricado no Brasil) subiu para 109 cv com gasolina e 113 cv com etanol, a 6.000 rpm, e torque de 14,3 e 15,5 kgfm, respectivamente, a 4.000 rpm.

Chery Celer: anos, versões, motores, equipamentos (em detalhes)

Chery Celer – desempenho

Durante os testes de desempenho, o Celer não se mostrou um carro esperto. Ele apresenta um desempenho apenas suficiente para uma condução na cidade ou estrada.

Entretanto, o automóvel pode sofrer um pouco quando carregado com pelo menos quatro pessoas e bagagens no porta-malas.

O motor entrega respostas melhores somente acima de 2.500 giros. Portanto, é preciso colocar a unidade para trabalhar em rotações mais altas para garantir um fôlego extra. Isso, contudo, acaba aumentando o consumo de combustível do carro.

Confira abaixo os números de aceleração e velocidade do carro:

  • Chery Celer importado: aceleração de 0 a 100 km/h em 13,4 segundos e velocidade máxima de 175 km/h
  • Chery Celer nacional: aceleração de 0 a 100 km/h em 13 segundos e velocidade máxima de 160 km/h

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Chery Celer – consumo

Confira os dados de consumo do Celer divulgados pelo Inmetro:

  • Chery Celer importado: 5,8 km/l na cidade e 6,9 km/l na estrada (etanol) e 9,2 km/l e 12,1 km/l (gasolina)
  • Chery Celer nacional: 6,6 km/l na cidade e 7,9 km/l na estrada (etanol) e 9,2 km/l e 11,4 km/l (gasolina)

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Chery Celer – ficha técnica

Motor

1.5 Flexfuel Acteco

Tipo

Dianteiro, transversal e flex

Número de cilindros

4 em linha

Cilindrada em cm³

1.496

Válvulas

16 (4 por cilindro)

Taxa de compressão

10,5:1

Injeção eletrônica de combustível

Multiponto

Potência Máxima

109 cv com gasolina e 113 cv com etanol a 6.000 rpm

Torque Máximo

14,3 kgfm com gasolina e 15,5 kgfm com etanol a 4.000 rpm

Transmissão

Tipo

Manual de cinco marchas

Tração

Tipo

Dianteira

Freios

Tipo

Discos ventilados (dianteira) e tambores (traseira)

Direção

Tipo

Hidráulica

Suspensão

Dianteira

Independente, McPherson, com molas helicoidais

Traseira

Eixo de torção, com molas helicoidais

Rodas e Pneus

Rodas

Aço ou liga-leve de 15 polegadas

Pneus

185/60 R15

Dimensões

Comprimento total (mm)

4.188 (hatch) e 4.333 (sedã)

Largura (mm)

1.686

Altura (mm)

1.480

Distância entre os eixos (mm)

2.527

Capacidades

Capacidade de carga (kg)

375

Tanque (litros)

50

Peso vazio em ordem de marcha (kg)

1.210

Coeficiente de arrasto (Cx)

ND

Chery Celer – fotos

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Nota média 5 de 2 votos

Leonardo Andrade

Leonardo Andrade

Leonardo atua no segmento automotivo há quase nove anos. Tem experiência/formação em administração de empresas, marketing digital e inbound marketing. Já foi colaborador em mais de sete portais do Brasil. Fissurado por carros, em especial pelo mercado e por essa transformação que o mundo automotivo está vivendo.

  • Junoba

    Saiu de linha antes da hora, como foi o primeiro carro da Chery feito por aqui, faltou marketing mais agressivo na época, a marca foi muito amadora, tinha um preço justo frente aos concorrentes.

    • Eng Turbo

      O primeiro não foi o Cielo?

      • Junoba

        O Cielo sempre foi importado da China, esse é outro que teve vida curta por aqui.

  • Renato Alves

    CAOA Chery poderia voltar com o Celer, era um bom produto

    • Sedici

      Mas voltou… só que como Tiggo 2.
      Um Celer com tamancos, do jeito que o Brasileiro gosta.

  • Washington Silva

    O farol dianteiro do primeiro Celer vendido no Brasil lembra muito o do Pálio de geração anterior

  • Piston head

    Uma das traseiras mais feias já criadas (Sedan)

    • Daniel

      Com certeza. Supera até o Tiida sedan.

  • Leonardo

    Coitado de quem comprou essa bucha.

    • El Gato!

      O inferno congela antes do coitado conseguir vender a naba.

  • LL

    O hatch, com central multimidia por R$39.990,00 acho que poderia vender razoalvelmente bem com maior divulgação da marca.

  • Ricardo Santos

    Agora você já pode trocar o seu pela Telesena do Dia das Mães!

  • Jackson

    Se remodelassem a traseira podia dar um fôlego pra esse modelo entre os concorrentes de entradas. Carrinho muito honesto valia os 35,000 que custava .

  • Bruno Silva

    Deram um banho de loja e tcharam: vendem como Tiggo 2 por 75mil reais.

    • Tiggo 2 equivalente em configuração custa R$ 59.990 e é maior que o Celer, mais alto e mais largo.

      • T1000

        Mais alta só a suspensão, altura para cabeça e largura são identicas.

        • O Tiggo 2 tem 1760mm de largura, 1570mm de altura da carroceria, 2555mm de entre-eixos, 4200mm de comprimento, e 420 litros de porta malas, enquanto o Celer, que tem 1686mm de largura (4,2% menos), 1480mm de altura da carroceria (5,7% a menos), 2527 mm de entre-eixos (1,1% a menos), 4188mm de comprimento e 380 litros de porta malas (9,7% a menos). Ou seja, são carros significativamente diferentes. O Tiggo 2, de fato deriva do Celer, mas está como o T-Cross está para o Polo. Não é o mesmo carro.

  • Stunt

    Dois modelos bem interessantes e diferenciados, prinicipalmente, o sedan que tem a tampa traseira que abre com o vidro junto.

  • meneghelli1972

    O que aconteceu com os vídeos do NA? Não fazem mais avaliação com vídeo?

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