Chery Tiggo 7 Pro chega à Rússia e logo ao mercado brasileiro

Chery Tiggo 7 Pro chega à Rússia e logo ao mercado brasileiro

O Chery Tiggo 7 é o elo mais fraco do trio, ou melhor, do quarteto de crossovers e SUVs da Caoa Chery no mercado. O SUV de porte médio sofre uma pressão enorme do Tiggo 5x, pouco abaixo em preço, mas que tem atraído mais atenção que o irmão maior.


Ainda assim, em ascensão, a marca chinesa conseguiu emplacar 2.595 unidades. Mas, se você pensa que isso é bom, não é exatamente. O Tiggo 8, por exemplo, é bem mais caro e chegou somente na metade do ano, mas fechou com 1.621 unidades.

Para mudar isso, o Tiggo 7 Pro reforçará sua posição no mercado, como ocorre agora na Rússia, onde o SUV da Chery chega em nova geração, apesar de sustentar a mesma plataforma T1X.

Chery Tiggo 7 Pro chega à Rússia e logo ao mercado brasileiro

Já registrado em patente no Brasil, o modelo substituirá o atual para partir para cima de Jeep Compass, VW Taos, Toyota Corolla Cross, Ford Bronco Sport e Honda HR-V, o novo.

Para essa nova proposta, assim como na Rússia, o Tiggo 7 Pro – que aqui não deve receber essa designação extra, podendo ser “New Tiggo 7” – os faróis são full LED, assim como as luzes diurnas, a assinatura visual, repetidores de direção e faróis de neblina.

A grade com elementos cromados e as molduras laterais deixam o Tiggo 7 Pro mais expressivo. Com carroceria nova e mais fluida, o SUV médio tem ainda novas lanternas em LED e vigias laterais maiores. As rodas de liga leve devem chegar aqui com aro 19 polegadas.

Chery Tiggo 7 Pro chega à Rússia e logo ao mercado brasileiro

No interior, tudo novo, com cluster digital de 7 polegadas e multimídia com tela de 10,25 polegadas. É bem possível que a Caoa Chery negocie (ou já esteja fazendo isso…) com alguma operadora de telefonia para introduzir internet 4G e Wi-Fi a bordo do “New Tiggo 7”.

Isso daria um argumento de compra a mais para o SUV da Caoa Chery, estreando a tecnologia na marca, passando depois para os irmãos Tiggo 5x e Tiggo 8, além do Tiggo 2 e Arrizo 6 numa segunda etapa.

Também pode-se esperar por assistência ao condutor com frenagem autônoma de emergência, carregamento indutivo e detector de pedestres, entre outros.

Já na mecânica, nada de motor 1.5 Turbo Flex. O ideal para um novo Tiggo 7 é usar o motor 1.6 TGDI de 186 cavalos do irmão maior com câmbio de dupla embreagem. Isso o deixaria mais sofisticado e pronto para a dura concorrência desse segmento.

[Fonte: Drive]

 

 

 

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 25 anos. Há 14 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.