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Chevrolet Avalanche pode vir para o Brasil com preço muito atraente

A GM está preparando para o final de 2006, a nova versão de sua picape grande Avalanche. A versão de entrada custará US$ 32.490 dólares, que se convertermos para reais é algo em torno de R$ 69.200… E ela poderá vir para o Brasil com um preço parecido pelo fato de ser fabricada no México. Além de seu motor V8 á gasolina, ela receberá também um motor “flex”. O objetivo da GM com esta possível estratégia seria abocanhar parte das vendas de F-250 e Dodge RAM.

1_Chevrolet_Avalanche_principal_200647182445 Chevrolet Avalanche pode vir para o Brasil com preço muito atraente

O motor da Avalanche pode receber álcool, mas os detalhes interessantes não param por aí. Ela tem uma cabine dupla que pode ser facilmente convertida em uma extensão da caçamba. Isso por conta do chamado “portão intermediário?, que rebate a parede traseira da cabine e permite acesso ao interior. É um dispositivo bastante útil para quando for necessário carregar objetos mais longos ou simplesmente quando a quantidade de coisas a transportar for maior do que a que a caçamba regulamentar comporta.

Como o Brasil tem um acordo de livre comércio com o México, que permite o intercâmbio de automóveis fabricados nos dois países sem o pagamento de impostos, o preço do Avalanche seria bem competitivo. A tendência é que seja importada a versão LTZ, a mais equipada. Nos EUA ela custará US$ 42.905, ou R$ 91.387, também com o dólar a R$ 2,13. No Brasil, com o peso dos impostos e outros custos, ele possivelmente chegaria a um preço bastante competitivo. Considerando que a versão cabine dupla do F-250 com tração nas quatro rodas tem previsão de custo de cerca de R$ 120 mil, resta ao interessado torcer para que os custos não excedam 25% do valor praticado nos EUA.

O maior problema que o Avalanche pode enfrentar no Brasil é a falta de um motor a diesel, importante nos rincões rurais nos quais esse tipo de picape é consumido por conta da autonomia. Se um V8 já bebe muito com gasolina, imagine com álcool. Para tentar resolver o problema, a GM tem um sistema, o Active Fuel Management, ou gerenciamento ativo de combustível, que desliga até quatro dos oito cilindros do motor em casos de pouca exigência, como a 120 km/h numa estrada plana e em boas condições. Há também a possibilidade de a picape receber motorização a diesel, ainda não disponível.

O sistema flexível que será usado nos EUA se baseia no E85, uma combinação de álcool e gasolina na proporção de 85% de etanol e 15% do combustível fóssil. Isso talvez torne a transformação para o álcool puro no Brasil uma mera questão de calibração.

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