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Chevrolet Bolt 2020: Impressões ao dirigir

Chevrolet Bolt 2020: Impressões ao dirigir

O Chevrolet Bolt 2020 chega ao mercado com a proposta de ser não um carro elétrico especial, mas um produto comum, como todo automóvel da General Motors, segundo a própria empresa. Custando R$ 175.000, o monovolume é até reclassificado pela marca como crossover para dar reforçar sua missão por aqui.


Hatch, minivan ou crossover, não importa muito, já que o que realmente fica em destaque é a nova realidade que o produto traz com sua simples chegada ao mercado. Com presença garantia em 12 cidades e através de 25 concessionárias, o Bolt 2020 quer iniciar para a GM, a eletrificação por aqui.

Quem busca essa nova experiência à encontrará em São Paulo, Campinas, São José dos Campos (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Florianópolis, Joinville (SC), Recife (PE) e Vitória (ES), segundo a GM. O modelo é oferecido nas cores Branco Summit, Vermelho Glory, Prata Switchblade, Preto Ouro Negro e Cinza Graphite.

Chevrolet Bolt 2020: Impressões ao dirigir


Se parece um nicho para alguns, o Chevrolet Bolt 2020 chega se comparando com o que existe no mercado brasileiro. Não só com outros elétricos, em realidade, a maior parte da apresentação do “crossover” se deu para mostrar o que ele pode fazer de diferente (e vantajoso) em relação aos carros comuns.

Tudo como se fosse simplesmente normal termos carros elétricos no mercado. E é, essa é a visão da Chevrolet com o Bolt 2020 que, aliás, chega em sintonia total com o mercado americano, onde foi atualizado muito recentemente. Aqui, a GM ainda nem emplacou os carros da linha 2020, por isso, nossa muito rápida impressão ao dirigir, foi feita no modelo anterior.

De qualquer forma, valeu pela primeira experiência ao volante, mas já com a garantia de que teremos mais adiante a Avaliação NA que o leitor deseja. Com 416 km de autonomia (nos testes mais realistas da americana EPA), o Chevrolet Bolt 2020 lançará um certo desafio nesse caso, devido a distância a ser percorrida. Mas, isso é algo para se pensar na frente.

Chevrolet Bolt 2020: Impressões ao dirigir

Agora, vamos ao que descobrimos nesse primeiro contato com o carro, de fato. Já mostrado duas vezes no ano passado e até precificado um ano antes de chegar, o Bolt esperou sabiamente pela mudança da linha 2020, que não foi apenas cosmética. Os elementos em relevo da grade e outras pequenas alterações não fazem qualquer diferença.

O que de fato a linha 2020 trouxe é, o aumento importante da autonomia. O monovolume (sim, ele é uma minivan de fato) vem com novas baterias de lítio com química melhorada, o que permitiu aumentar a capacidade de 60 kWh para 66 kWh. Esses 10% fizeram o resultado da EPA ir de 383 km para 416 km.

Para quem se preocupa com alcance, a alteração é significativa numa realidade diferente, onde não é possível apenas parar no posto, encher o tanque e seguir em frente. Com o Bolt, a experiência é uma “reeducação” ao volante. A GM fala em três meios para manter a “viagem”.

Chevrolet Bolt 2020: Impressões ao dirigir

Uma é usar estações rápidas de alta energia, que em meia hora, dão ao “crossover” da GM, um alcance extra de 160 km. Com o carregador doméstico, adquirido de uma empresa parceira da Chevrolet, o Bolt tem 40 km a cada hora no plugue, precisando assim de umas 10 horas para ficar 100%.

Nesse caso, é interessante, pois, após um dia de uso intenso, o Bolt estaria completamente carregado no próximo dia. Entretanto, quem irá rodar 400 km num dia com a proposta do carro elétrico? Pode acontecer, mas não seria frequente. Então, não ser obrigado a gastar os R$ 8.300 do dispositivo é um alento. Ainda assim, a GM recomenda dispor do equipamento.

A cada hora na tomada 220V, direto pelo cabo de bordo, 10 km são acrescentados ao que já estava no “tanque”. Em 8 ou 9 horas parado, um alcance extra de 80 a 90 km, são suficientes para a missão cotidiana do Bolt 2020, no uso mais intenso na cidade, que é seu “meio ambiente” de fato.

Chevrolet Bolt 2020: Impressões ao dirigir

Obviamente, isso não o impede de usar as “eletrovias” já existentes em BR´s e algumas estradas de São Paulo. Aliás, a distribuição do Bolt pela rede Chevrolet se concentra nos estados onde tais pontos públicos de recarga estão posicionados ao longo do caminho. Isso ajuda bastante para quem quer experimentar viajar sem emissão de CO2.

No uso urbano, a comparação de custo com carros já existentes, mostra as vantagens aparentes de um carro elétrico. No Bolt, são R$ 98 por mês de carga elétrica contra R$ 260 de um híbrido com etanol (Corolla Hybrid) e R$ 392 de um carro com motor turbo a gasolina (temos vários no mercado).

Chevrolet Bolt 2020: Impressões ao dirigir

Na manutenção, até os 240.000 km, a GM garante revisões apenas de itens de desgaste natural, como pastilhas de freio, filtro de ar condicionado, fluído de freio, entre outros, já que não existe um motor a combustão e nem caixa de câmbio. Para os interessados, a GM criou um plano de financiamento semelhante ao proposto para o Corolla Hybrid, mais usado na comparação.

Com entrada de R$ 70.000 e 48 de R$ 1.841, o plano deixa um saldo de R$ 52.500, que o cliente poderá usar como forma de trocar seu Bolt por outro carro (quem sabe o Bolt EUV, aquele que será um crossover realmente). No Corolla, são R$ 1.894 mensais e saldo resultante menor: R$ 25.000.

Impressões gerais

Chevrolet Bolt 2020: Impressões ao dirigir

O Chevrolet Bolt 2020 chega inicialmente na versão Premier, bem completa. O “iniciante” fica por nossa conta. A GM não fala em outra opção, mas com a quantidade de equipamentos a bordo e seu preço (alto) de R$ 175.000, fica uma sensação parecida com a do Equinox quando desembarcou aqui.

Sim, teoricamente com menos itens da versão Premier, um Bolt LT poderia aparecer na faixa dos R$ 150.000. Sem dúvida, seria mais um incentivo para quem se assustou com o preço da opção “topo de linha”. E ela vem com 10 airbags (de cortina contado duas vezes) e pacote de assistência bem recheado.

Tem faróis HID, alerta de faixa e ponto cego, alerta de tráfego cruzado atrás, rodas de liga leve aro 17 polegadas, bancos em couro com ventilação e aquecimento na frente, frenagem automática de emergência, monitoramento em 360 graus, retrovisor interno com câmera de ré, detector de pedestres e carregamento indutivo de smartphone.

Chevrolet Bolt 2020: Impressões ao dirigir

Vem também com sensor crepuscular, freio de estacionamento eletrônico, entrada e partida sem chave, pneus run flat, multimídia com Google Android Auto e Apple Car Play, cluster digital e sistema de som premium da Bose. Tem até volante aquecido no 2020, como no anterior. Nesse conjunto, sentimos falta do piloto automático adaptativo e do teto solar panorâmico.

Ainda assim, trata-se de um bom recheio. Para sua faixa de preço, é que mínimo que deveria entregar, de fato. Além disso, o Chevrolet Bolt vem ainda com um bom espaço interno (de minivan) com porta-malas tendo 478 litros, podendo chegar a 1.603 litros com o banco traseiro rebatido.

Visualmente, o Chevrolet Bolt 2020 chama atenção – especialmente pela cor vermelha – por seu estilo de minivan compacta. Com faróis de LED e luzes diurnas bem delineadas, grade falsa e para-choque com partes em preto brilhante, lanternas em LED com feixes de luz sinuosas se destacam.

Chevrolet Bolt 2020: Impressões ao dirigir

Detalhes cromados, especialmente o que envolve parte da lateral, próximo do bocal de carregamento, também não passam despercebidos junto com os retrovisores pretos. No plugue, a GM diz que a chave do carro pode travar ou destravar o carregamento das baterias, algo que no modelo anterior não era possível.

As rodas de liga leve tem bom aspecto e, embora seja chamado de crossover pela GM, a altura da suspensão não deixa dúvidas de sua proposta para asfalto bom. O capô é curto, escondendo o potente motor elétrico e seus componentes de energia. Na traseira, o Bolt tem sim um bom porta-malas, com prancha ajustável em altura.

O espaço interno é muito bom, mesmo para quem vai atrás. A altura interna também. O acabamento em tom claro no painel e boa textura, ajuda. Diferente do carros de teste, o Bolt 2020 para o mercado tem interior escurecido, mais sóbrio e ao gosto do brasileiro. A alavanca em estilo joystick e a ausência de separação total entre passageiro e motorista adiante, ampliam a sensação de espaço.

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O cluster digital é bem intuitivo e destaca a autonomia num ambiente multicolorido. A multimídia de tela grande também concentra muita informação, o que será um deleite para quem gosta de “fuçar” as funcionalidades de um dispositivo eletrônico.

Para manter as coisas em casa e não ser um alienígena, o Bolt 2020 vem com o mesmo volante do Cruze e carregador wireless vertical. Os bancos em padronagem clara e biton são confortáveis, mas não possuem ajustes elétricos na frente. Pelo menos vem com o útil ventilador para nossos dias quentes. O ar condicionado é automático.

Impressões ao dirigir

Chevrolet Bolt 2020: Impressões ao dirigir

São Paulo – O test drive do Chevrolet Bolt foi mais uma pequena volta nas imediações do evento na capital paulista. Deu apenas para sentir um pouco do carro (modelo 2019 no teste), mas com experiência interessante, apesar dos poucos minutos.

Com posição de dirigir alta, ampla área envidraçada e ergonomia correta, o Bolt é uma boa minivan. As duas telas digitais são um convite para não tirarmos os olhos delas. O joystick do “câmbio” fica bem posicionado, mas estranhamente tem posições de marcha diferentes do habitual.

No topo, a ré precisa ser engatada para a esquerda. Ao lado fica o neutro. Então, no meio do curso, fica o parking, enquanto o drive seria no lugar da ré tradicional, no fim da escala. Basta apenas aprender isso e pronto. Já pode sair. O freio de estacionamento tem botão ao lado da alavanca.

Chevrolet Bolt 2020: Impressões ao dirigir

Saindo com o Bolt num dia quente, o único ruído que se ouve é o da ventilação. Reduzindo esta, pouco se nota o som dos pneus run flat no asfalto. Silencioso ao extremo, o compacto elétrico da GM desliza suavemente e rápido, entregando toda sua força ao pisar no acelerador.

Com direção bem leve e freios suficientes, o Bolt dá uma boa sensação ao volante, exceto pela imperfeição do nosso pavimento, imediatamente denunciado pela suspensão, que tem curso pequeno e ajuste firme. Afinal, foi feita para ruas americanas. Mas, não chega a incomodar, já que não difere de outros importados que temos por aqui.

Se dirigi-lo de modo “normal” já é algo realmente interessante, usar o One Pedal é realmente coisa para se contar aos amigos. Atrás do volante, no lado direito, os comandos de mídia e volume se concentram. No esquerdo, há um botão maior. Ele permite usar a frenagem regenerativa para recuperar energia e ao mesmo tempo frear o veículo.

Chevrolet Bolt 2020: Impressões ao dirigir

Não se trata de uma frenagem imediata, mas pense numa boa reduzida, que faz o carro literalmente parar. Tal efeito é o mesmo do BMW i3 e outros elétricos que usam esse recurso. Poupa freios e é legal de usar. Você controla na mão o quanto quer que o Chevrolet Bolt 2020 reduza a velocidade ou pare de uma vez.

O interessante é que, mesmo com alguns minutos, o dispositivo já deixa o condutor a vontade para usa-lo sem a necessidade de meter o pé no freio. Dá para antecipar as paradas de semáforo ou mesmo as reduções de tráfego moderado. No anda-e-para, realmente é importante lembrar do grande pedal abaixo.

Chevrolet Bolt 2020: Impressões ao dirigir

E o modo Sport? Com 203 cavalos e 36,7 kgfm instantâneos, o Bolt usa tudo e mais alguma coisa nesse modo, que o transforma quase em um carro esportivo, com arranque imediato e aceleração empolgante. Vai de 0 a 100 km/h em cerca de 7 segundos.

E o que fica no final? Uma sensação boa. O Chevrolet Bolt é aquele carro que você entra e quando sai, tem história para contar. Silencioso, ágil, versátil e “limpo”. O compacto da GM surpreendeu positivamente nestes primeiros metros… Agora é aguardar pelos que ainda precisamos (e queremos) rodar.

Chevrolet Bolt 2020 – Galeria de fotos

 

 

Chevrolet Bolt 2020: Impressões ao dirigir
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Ricardo de Oliveira

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 23 anos. Há 12 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.

  • th!nk.t4nk

    Pergunta: existe o 225xe Active Tourer no Brasil? Pois ele parece bem mais carro que o Bolt em todos os sentidos, e no exterior os dois custam a mesma coisa. Ok, o Bolt é totalmente elétrico e o BMW é híbrido plugin, mas no 225xe dá pra rodar 50 km exclusivamente com o motor elétrico. Pro dia-a-dia é mais do que suficiente, e daí apenas numa viagem ele vai ativar o motor a combustão. Acaba com o medo de não ter onde recarregar, é até mais rápido que o Bolt, acabamento muito melhor e possui itens que o Bolt nem sequer oferece (como ACC, head-up display, etc). Eu sinceramente penso que o Brasil precisa de mais lançamentos híbridos plugin. Tem modelos assim excelentes no exterior, mas por algum motivo preferem levar mais os puramente elétricos pro país. Pra mim isso não tem sentido, além de usarem estes veículos apenas como vitrine tecnológica (puro marketing e vendas minguadas).

    • BlueGopher

      A BMW não oferece o 225xe Active Tourer aqui no Brasil.
      Sem nenhuma dúvida os híbridos seriam a escolha lógica para o Brasil, país imenso, sem recursos públicos, com uma minúscula rede de recarga rápida de energia e prédios despreparados para instalação de recargas caseiras.
      Já o recém lançado Corolla híbrido está fazendo muito sucesso (aliás achei sensacional o funcionamento do câmbio Hybrid Transaxle deste Corolla, haja engenharia e criatividade!).
      A questão é que grande parte dos fabricantes considera os carros híbridos apenas como uma fase intermediária e provisória na implementação da tecnologia definitiva elétrica limpa (limpa? será mesmo?), e acabam não se interessando em investir nesta tecnologia por aqui.
      Como você percebeu, os elétricos passam a ser apenas uma vitrine tecnológica.
      Talvez o sucesso do Corolla mude esta filosofia.

  • leomix leo

    Interessante essa comparação com os híbridos e turbos. Mais acho que poderia ser uns 50 mil mais barato.

    • SDS SP

      Mas custa cerca de 40 mil dólares nos EUA. Só na conversão direta são 160 mil reais.

  • afonso200

    fico com a Fielder AT 2005, CRV EXL 2011 e Azera top 2011 na garagem, carros ja desvalorizados, nao me preocupo

  • RKK

    O custo de reposição da bateria de 60 kWh do GM Bolt é de US $15,734.29 (~ uns r$ 60 mil lá fora).

    • Gutemberg Ferreira

      Fonte da informação ?

      • RKK

        Electrek

    • Ermenegildo Arimatéia

      Esses dados ai são do ano de 2017, estão desatualizados, o valor baixou. Esse carro que foi lançado agora, tem um conjunto atualizado, com rendimento 10% maior e com valor mais baixo.

    • Com certeza…

      Daqui a 10 anos chuto uns US$1000,00 . Só toma cuidado pra não porrar o carro e danificar as baterias, nesse meio tempo!

  • guima

    180 mil… Sem apc traseiro central (Y)

    • Saraiva

      Apc?

      • Lucas Guimaraes

        Apoio de Cabeça

  • Saraiva

    O mais convencional dos elétricos. Não parece ter nenhuma ponto crítico. Seria meu eleito como melhor custo/benefício

  • RicardoVW

    Apesar do aumento da autonomia dos elétricos, 9h para recarregar continua deixando inviável para algumas situações. E outra, quando precisar trocar a bateria depois de 5 ou 10 anos, sei lá, provavelmente também não valerá a pena e o carro terá que ir para o ferro velho. Ou para vender usado, quem vai querer uma bomba elétrica usada!

    • Lucas Mattos Azevedo

      Bem, as baterias tem se mostrado bastante duráveis, provavelmente necessitando serem trocadas em 15 ou 20 anos.
      As 9h para recarga são no caso de a bateria estar totalmente zerada (o que seria similar a uma pane seca em um carro a combustão) então esse tempo é normalmente bem menor, e o carregamento é fento enquanto você dorme, portanto da tempo tranquilo de ter “tanque cheio” todo dia de manhã. No caso de viagens longas os carregadores rápidos te dão uma boa autonomia enquanto você vai ao banheiro e faz um lanche. O problema está na rede de carregadores rápidos, que precisa ser muito ampliada, e só deve atingir uma boa abrangência em alguns anos.

      • RicardoVW

        Rápidos quanto? 2h?

        • Lucas Mattos Azevedo

          Não, normalmente em cerca de 30 minutos a maioria dos carros elétricos atuais ganham cerca de 100 km.

          • RicardoVW

            Então 400 km são 2 horas.

            • Lucas Mattos Azevedo

              Mais ou menos, mas não vejo necessidade em carregar tanto uma bateria em um carregador rápido.
              No caso de uma viagem long vale mais a pena ir parando a cada 100 Km e carregar mais um pouco. Até por que os ocupantes do carro vão precisar ir ao banheiro e o motorista precisa descansar. No caso do uso urbano os carregadores rápidos muitas vezes nem são usados. Conheci uma motorista de Uber que carregava o Hyundai dela a cada dois dias, e ela rodava no Uber o dia todo!

              • RicardoVW

                Parar a cada 100km e esperar meia hora! Hahaha

                • Lucas Mattos Azevedo

                  Quantos mil km você costuma viajar de uma vez?! E quantos litros tem a sua bexiga?!
                  Não vejo nada de mais em parar a cada 100 ou 200 km para descansar, ir ao banheiro e comer algo.

                  • RicardoVW

                    Vc deve ser bem paciente. Hehe

  • Julio

    Preço salgado como todo elétrico vendido aqui.

    Este kit de 8.300 é uma afronta aos clientes que se propõem a pagar o alto preço pedido pelo carro.

  • Sino Weibo

    Blade Runner não é mais passado e o máximo que conseguem oferecer é isso ae? Evoluímos pouco realmente se pensar em como a ficção científica achava como seria em 2019…

  • Felipe S. Rangel

    É muito dinheiro para gastar com uma incógnita. Como será ter esse carro daqui a 05 ou 10 anos é muito nebuloso pra mim.

  • Cromo

    Ruim são os caríssimos pneus runflat: o carro fica mais lento e gasta mais “combustível”. O Ecosport com esses pneus diminuiu bastante sua eficiência.

  • Efe

    esse carro já até perdeu o frescor de novidade

  • Ermenegildo Arimatéia

    Igual aconteceu alguns dias atrás quando falaram do lançamento desse carro, todo mundo reclama dos valores e da demora das cargas. Mas é bom lembrar que em 15 anos todos os carros novos serão hibridos ou eletricos, ja tem marca que so vende hibrido, e que no mundo todo esses carros são muito mais caros devido a tecnologia embarcada. No futuro com a popularização da tecnologia e da demanda, o valor vai baixar consideravelmente, talvez em 20 anos os valores sejam os mesmos. Até la, so nos resta esperar, e parar de reclamar por nao poder comprar. Quem nao pode, é so comprar um combustivel normal.

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