
Como já se sabe, a Cadillac voltou ao Brasil após décadas de ausência oficial, mas a General Motors tem planos para uma terceira marca associada à empresa e, até o momento, a GMC parecia a opção mais lógica, dado o portfólio de picapes e SUVs de luxo.
No entanto, segundo o site GM Authority, a Buick será promovida em vários mercados da América Latina, mas não com produtos feitos na América do Norte e sim chineses.
Em seu novo casamento com a SAIC, a GM teria planos de expandir a Buick como uma marca premium para mercados latinos, apoiando-se na tecnologia e na eletrificação para concorrer com as marcas chinesas na região.

John Roth, vice-presidente sênior da GM e presidente da GM China, havia revelado: “Vemos oportunidades significativas para competir em mercados internacionais selecionados: Oriente Médio, África, América do Sul, México e Ásia-Pacífico.”
A Buick é a marca da GM mais bem-sucedida na China, mas como o mercado local está caindo, a exportação surge como única alternativa para manter a produção no gigante asiático.
Ela tem um portfólio sofisticado de SUVs elétricos e híbridos, como o Buick Electra, vendido nas formas de sedã (L7) e SUV (E7). Há também o Electra E5 (menor), assim como as minivans GL8 e Encasa.
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Os dois primeiros e o último fazem parte de uma nova família de carros elétricos da Buick e seriam rivais importantes para os modelos mais caros de marcas como a BYD ou mesmo concorrentes diretos da Denza, por exemplo.
Estes carros empregam tecnologias de ponta, como chips Snapdragon 8775 da Qualcomm com sistema de condução autônoma com radar laser LiDAR, embora este último não possa ser usado no Brasil.
Se a GM apostar na Buick no mercado brasileiro, o trio original de marcas de carro da empresa se completaria, porém, até que ponto a marca sustentaria as importações com taxa de 35%?
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Buick chinesa na GM no Brasil vale a taxa de importação de 35%?
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