América Latina Chevrolet Mercado SUVs

Chevrolet Groove fará estreia mundial na América do Sul

Chevrolet Groove fará estreia mundial na América do Sul

O Chevrolet Groove fará estreia mundial na América do Sul, de acordo com o apurado pelo site americano GM Authority. O SUV compacto chinês ficará abaixo do Tracker e atenderá 40 países na América Latina, África, Oriente Médio e outras regiões.


Fabricado pela SAIC-GM-Wuling na China, o Groove é uma versão para a Chevrolet do Baojun 510, um modelo vendido exclusivamente no país asiático.

A proposta é ter uma opção abaixo do Tracker, que aqui no Brasil começa em R$ 87.490. Seria interessante, porém, aqui a importação chinesa não daria certo por vários motivos.

Chevrolet Groove fará estreia mundial na América do Sul

Contudo, na América Latina, carros oriundos do maior mercado do mundo não têm problemas comerciais, mesmo os da Chevrolet. Com expectativa de vender 10.000 carros em seu primeiro ano, o Groove complementará a gama da GM nessas regiões, onde modelos como Spark e Sail, convivem com Onix, Prisma e Onix Plus, por exemplo.

Medindo 4,22 m de comprimento e 2,55 m de entre eixos, o Chevrolet Groove muda apenas detalhes da estética para se parecer com um produto da marca americana, mas incorporando todo o estilo da Baojun.

Utilizando a plataforma antiga do Tracker, que aqui chegava do México, o Groove ainda não teve preços revelados para a região, mas a ideia é ser competitivo. Para custar menos, seu motor ficou limitado a um 1.5 litro de 100 cavalos no câmbio manual ou 106 cavalos no automático.

Chevrolet Groove fará estreia mundial na América do Sul

Bancos em couro, teto solar elétrico panorâmico e airbags laterais fazem parte do pacote, que deve ser atraente diante da concorrência, muito forte nessas regiões, onde as importações são mais consistentes que no mercado brasileiro, por exemplo.

O Chevrolet Groove é mais um produto da GM com origem em produtos chineses, sendo que o Cavalier, um sedã de porte médio vendido no Chile, por exemplo, é o Baojun 630.

Outro produto é a Captiva oferecida na região que, em realidade, é o Baojun 530. A marca chinesa também sustenta parte do portfólio internacional da inglesa MG.

[Fonte: GM Authority]

Ricardo de Oliveira

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 23 anos. Há 12 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.

  • Baetatrip

    Groover ficou bonitinho até…..!
    Mas o interior é fraquinho…..!
    Acho que esse novo carro irá “matar” o carro baixo em tempo adiante!

    • Ⓜ️arcelo

      esse volante de camaro já está bem cançado

  • Ric53

    Pra que??

  • vicegag

    “na América Latina, carros oriundos do maior mercado do mundo não têm problemas comerciais”
    Pudera, nesta região se aceita qualquer coisa.

    • Sino Weibo

      Em compensação, eles tem Mazda, Skoda, Seat, etc.. na verdade um mercado mais aberto e competitivo é bem melhor, para o consumidor no caso.

      • vicegag

        Mas aqui parece que é mais aberto a tranqueiras, o que mais se ouve aqui é projeto chinês, indiano e que vem mais um projeto de compacto de baixo custo, dá a impressão que aqui tem pobres e ricos, ricos estes que compram importados do primeiro mundo, para classe média quase nada de novo.

        • Sino Weibo

          Aqui onde? America Latina? Mas é normal, tem a ver com poder aquisitivo.

      • vicegag

        E o mercado norte americano é competitivo, mas não aceita o que nossa região aceita, pois lá se busca qualidade e segurança.

        • Sino Weibo

          Não é questão de buscar, o caso é que nos EUA as leis de segurança são mais rígidas, por ex. o mínimo é 4 airbags, tem de passar por crash-test local, etc.. Dos carros vendidos no Brasil atualmente, fabricados aqui, os únicos exportados pra lá são os BMW feitos em SC, e isso pq eles vem prontos e são montados na operação brasileira, como Lego. Se fosse projeto local é provavel que não venderia nos EUA.

    • Cromo

      O mercado brasileiro tem mais protecionismo, maior taxa de importação.

      • Hilario Bairle Junior

        Verdade!!! Precisamos de uma reforma tributária no nosso país!!!

      • vicegag

        Tem protecionismo e quando faz alguma liberação é para produtos de reputação duvidosa, bem talvez tenha um fundamento isto, pois liberando produtos meia boca, não afetarão os produtos aqui fabricados.

        • Edson Fernandes

          Pera…. se tivessemos produtos sempre de muita qualidade poderiamos dizer isso. Temos produtos de todos os tipos.

          Se é aceito Etios, Onix (respectivamente indiano e chines), porque nã poderiam ter de masi fabricantes?

          Lembrando ainda que a ideia dessa cobrança majorada, prejudica inclusive fabricantes que sao confiaveis como a Hyundai e Kia que hoje tem pouca representatividade em seus produtos importados. Ou seja, isso só prejudica nosso comercio e nivela por cima pq os custos são maiores para trazer os carros para o Brasil. Além de evitar trazer carros mais simples porém melhor equipados e até melhor acabados.

    • Giovani Teixeira

      Pelo contrário, a gente aceita qualquer coisa. Nesses mercados tem o dobro de opções comparado com o nosso.

      • vicegag

        Eu só usei o termo protecionismo, porque outro forista mencionou, aqui entra quem quer, e normalmente muita coisa ruim entra, Tesla, Mazda continuam passando longe.

  • Paulo Lustosa

    É um carro bonito, mas se for vender na Argentina, acho válido ele ter uma mecânica exclusiva pro mercado com o 1.8 Família 1, que apesar de ser um motor de baixa, tem muito torque e acaba até possuindo consumo mais baixo que um motor de menor cilindrada em um mesmo carro (Cobalt que o diga)

    • Hugo Leonardo Dos Santos

      Aí mais fácil vender a Tracker antiga, é o mesmo carro

      • Sino Weibo

        Ela não é mais cara?

        • Hugo Leonardo Dos Santos

          É o mesmo carro, só muda a carcaça

        • Edson Fernandes

          Vc sabe que eu não sei como ele seria mais barato para nosso mercado já que tinha preço prticamente igual da atual Tracker?

  • Sino Weibo

    Todos os projetos e modelos para países em desenvolvimento a partir de agora da GM serão da GM China e suas subsidiárias, fruto de sua parceria com a SAIC: Wulling e Baojun. Além dos projetos em conjunto, eles farão rebadge de vários modelos com suas marcas, assim como a SAIC vem fazendo na MG Motors em mercados onde a Chevrolet não atua mais.

  • Hugo Leonardo Dos Santos

    Não, mais fácil fazer uma SUV menor utilizando a base GEM, no estilo Renault kiger utilizando o 1.0 turbo.

  • Spyjet

    Feio não é. Poderia vir para o Brasil e ficar com o motor 1.0 turbo da GM, concorrendo o o Nivus, WR-V e demais pseudo-Suvs. O Tracker ficaria somente com o motor 1.2

  • Cromo

    Com a base do antigo Tracker, apesar de menor, suponho que este carro é mais pesado que o atual Tracker brasileiro, q usa a plataforma GEM bem mais leve.

  • Jad Bal Ja

    Groove? Mas o nome é esse mesmo?

    • Leandro Cazzeri Sasso

      Não sei o que é pior em relação à nomes, se é esse Groover ou Kiger (Renault). Tá uma briga feia!

  • Ricardo Silva

    Galera reclamou da VW, agora a GM está com essa mania de carros todos iguais …

    • Rick Wakeman

      Igual mas é moderno. Os carros da VW são iguais mas com design ultrapassados. Sem sal. Eu não tenho a mínima vontade de ir ver o Nivus, por ex. Já conheço o Polo, que nem fui ver, pois já conheço o Gol.

      • de fato.. saudades daquela VW entre 2000 e 2010, onde cada carro tinha sua própria personalidade mesmo..

      • Edson Fernandes

        Po… mas são carros bem distintos o Gol e o Polo. Nesse aspecto de fato há uma mudança total no comportamento de rodagem do carro, silencio a bordo, a suspensão para o Polo é bem mais confortavel que a do Gol.

        Dito isso, o Layout padrão da VW é aquele que vc já conhece de fato. Tbm não me agrada produtos com esse tipo de caracteristica. Mas veja que interessante: Para futura troca de carro, estou considerando oJetta pelos bons atributos que ele oferece.

        • Rick Wakeman

          Bem distintos? Os carros são quase idênticos. Desafio você a me listar dois carros de uma montadora que se pareçam tanto!!! Claro que tô falando em termos de design e interior. Em termos dinâmicos, devem ser bem distintos. Mas o que mais “instiga” a compra, de início, é o design , junto com interior. Vc fica com vontade de ir na CSS e ver um carro recém lançado. Nunca tive isso com o Polo, e agora nem com o Nivus. Não tem novidade a ver.

          • Edson Fernandes

            Por isso o Polo tem o tal Virtual cockpit para chamra atenção na versão de topo.

            Concordo contigo quanto ao layout interior e visual do carro. A VW insiste nisso em todos os produtos. Com um detalhe ou outro que diferenciam mesmo nos modelos bem mais caros. E é por isso que me incomoda literalmente toda a linha de produtos usar o mesmo tipo de volante, mesmo tipo de botão (isso qdo não é o mesmo no caso do comutador do farol), chave de seta, limpador, etc.

            O que é mais esquisito é que a tela digital para Polo/Virtus/Tcross é difeente de Jetta e Tiguan que é diferente do Nivus. Na minha opinião, deveria existir as melhorias que um lança proximo do outro para não ter essa diferença que nem é grande mas ajuda a manter o produto com os recursos que o outro possui. Se bem que falar disso é um absurdo em nosso mercado.

            E volto a dizer que é um dos motivos que gosto na Ford: AMAVA o interior do Focus. Acho o painel lindo mesmo.

            Assim como ele é totalmente distinto de ka que é diferente do Fiesta que tbm é diferente do Fusion.

            O maximo de compartilhamento em questão podem ser alguns botões entre esses produtos ou da Ecosport… mas cada um tinha sua caracteristica de interior e até visual. EU gosto disso.

            Para outros, é considerado luzinhas de natal para chamar atenção. Pois bem, eu gosto do diferente, então me atrai.

            Não a toa, tenho um Fluence porque tbm perante carros da Renault e do mercado tbm era diferente a sua epoca. No meu caso eu não tive o Jetta(que seria o 2.0 flex) pelo pessimo desempenho do motor ligado a um consumo exagerado qdo automatico.

            Por fim, penso hoje num Jetta por tudo que oferece. Mas é como vc disse, o layout está lá e eu prefiro de fato carros com um visual que se diferencie dos demais. O Jetta nesse caso é cotado porque tem atributos que se manteria ou teria a mais perante meu atual carro.

            Já que carros como Civic e Corolla devem até hoje os recursos ou precisam de pagar uma bagatela a mais para te-los em suas versões de topo.

    • José Barbosa

      Eu particularmente não gosto disto, exatamente porque tira muita personalidade do carro. Peças compartilhadas, salvo um ou outro botão menos visível, deveria ficar embaixo do capô ou “escondida”. Acho que a padronização tende a nivelar por baixo, ao invés de um suposto requinte mesmo a partir do modelo básico.

  • Joel Oliveira

    nao teremos no Brasil, certamente.

  • Leandro Oliveira

    Por um momento, achei q tinham voltado a produzirem o Agile……

    • Rafael Pereira da Silva

      Tem gente que gosta de falar pelos cotovelos, meu Deus!

      • Leandro Oliveira

        Falei do seu cotovelo? Nao? Entao fique na sua

  • Rafael Pereira da Silva

    Vira ao Brasil?

    • Hugo Leonardo Dos Santos

      Não, já teve, se chamava Tracker antiga

  • Jonas Brother

    pense num carro feio e sse volante então credo

Quem somos

O Notícias Automotivas é um dos maiores sites automotivos do Brasil, trazendo todas as novidades sobre carros para mais de 450 milhões de pessoas, por 15 anos. Saiba mais.

Notícias por email