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Chevrolet Malibu: o sedã que tentou encarar Fusion e Azera

Chevrolet Malibu: o sedã que tentou encarar Fusion e Azera
Chevrolet Malibu

A Chevrolet ostenta uma boa história no segmento de sedãs mais refinados no mercado brasileiro. Esta lista inclui uma variedade de modelos, como o Chevrolet Opala, o Chevrolet Omega e até mesmo o Chevrolet Malibu, este último o protagonista dessa matéria.

A trajetória teve início no ano de 1968, quando a marca trouxe ao País o Opala, considerado o seu primeiro carro de passeio em terras tupiniquins. Em pouco tempo, o modelo conseguiu conquistar os olhos dos endinheirados da época. Ele foi oferecido em configurações cupê de duas portas, sedã de quatro portas e a perua Caravan de duas portas.


Ele foi comercializado e produzido nacionalmente até 1992. Mesmo beirando as três décadas da sua “morte”, o Opala continua sendo uma verdadeira paixão dos entusiastas de clássicos nacionais, sendo tratado por muitos como uma verdadeira relíquia.

No mesmo ano, mais precisamente em agosto de 1992, ele deu lugar ao Chevrolet Omega, um modelo também produzido localmente que estreou nas versões sedã e perua, esta última sob o nome de “Chevrolet ômega Suprema”. O novo Omega era maior, mais luxuoso e mais moderno que seu antecessor.

Esta primeira geração foi comercializada até meados do ano de 1998. Quase 10 anos depois, em 2007, a Chevrolet lançou a sétima geração do carro (considerando os modelos oferecidos lá fora) por aqui, como um carro ainda mais avançado, maior e espaçoso, com direito a um motor 3.6 V6 com até 292 cavalos de potência, transmissão automática de cinco marchas e tração traseira.


Chevrolet Malibu: o sedã que tentou encarar Fusion e Azera

A geração mais recente do Omega durou por aqui até 2012. Nesse mesmo ano, saiu de linha também o já citado Chevrolet Malibu. E vamos começar falando de forma inversa (do fim de linha até o seu lançamento), visto que o Malibu não conseguiu alcançar um certo sucesso e ser objeto de desejo por parte dos consumidores – diferente do Opala e do Omega.

Na realidade, o Malibu foi lançado para se posicionar entre o Omega e o Vectra (e posteriormente o Cruze). Enquanto o Omega fazia frente a modelos como Audi A6, BMW Série 5 e Mercedes-Benz Classe E (pelo menos em porte e nível de equipamentos, visto que o Chevrolet custava menos da metade dos alemães), o Malibu concorria com Honda Accord, Ford Fusion, Toyota Camry e companhia.

O Chevrolet Malibu, considerado um sedã médio lá fora e um médio/grande por aqui, foi lançado no Brasil em maio de 2010. Bem antes disso, ele já se posicionava como um carro para lá de tradicional nos Estados Unidos, visto que é oferecido por lá desde 1964.

Confira abaixo os principais detalhes da trajetória do Chevrolet Malibu no Brasil e no restante do mundo:

Chevrolet Malibu: o sedã que tentou encarar Fusion e Azera

Chevrolet Malibu no Brasil

Primeira geração para os brasileiros

Vamos inverter os papéis e começar falando da curta história do Malibu no mercado nacional. A primeira geração do sedã para os consumidores brasileiros fez a sua estreia por aqui no ano de 2010, com a intenção de competir diretamente com os japoneses Honda Accord e Toyota Camry, além do Ford Fusion.

O sedã chegou importado dos Estados Unidos e em versão única de acabamento, a LTZ, com motor 2.4 litros Ecotec de quatro cilindros a gasolina, transmissão automática de seis marchas e tração dianteira. O preço? R$ 89.900.

Para efeito de comparação, o Honda Accord era comercializado por R$ 99.800 na configuração EX 2.0 e R$ 144.500 na EX V6, enquanto o Toyota Camry V6 tinha preço na casa dos R$ 130 mil. Os japoneses, no entanto, sempre foram consideravelmente mais caros que a maioria dos modelos do mesmo segmento. Isso pode ser afirmado pela diferença de R$ 10 mil entre o Malibu 2.4 e o Accord 2.0.

Por outro lado, o seu principal concorrente e o modelo mais vendido do segmento, o Ford Fusion, podia ser encontrado na versão com motor 2.5 pelo preço de R$ 84.900, enquanto o topo de linha com propulsor V6 tinha preço de R$ 99.900.

Afora o preço mais baixo em exatos R$ 5 mil, o Fusion levava vantagem frente ao Malibu por ser um carro bem mais tradicional no segmento. O modelo da Ford chegou por aqui em 2006 e se posicionou como o primeiro automóvel importado do México a fazer sucesso no Brasil, com vendas mensais acima de 1.000 unidades.

Chevrolet Malibu: o sedã que tentou encarar Fusion e Azera

Pode-se citar ainda o Hyundai Azera, que em 2011 foi renovado, com novos detalhes no visual, no acabamento interno e na lista de equipamentos. O sedã coreano tinha um motor 3.3 V6 de 265 cavalos de potência, capaz de leva-lo aos 100 km/h em apenas 8,4 segundos, e podia ser encontrado por atraentes R$ 90 mil.

Voltando a falar do Chevrolet Malibu, o modelo foi um dos primeiros a contar com a nova identidade visual dos carros da marca norte-americana aqui no Brasil. O design era marcado pela grade do radiador com um elemento trapezoidal, repartida por uma barra horizontal na cor da carroceria com a gravatinha dourada da Chevrolet na parte central.

De acordo com a marca, o Malibu teve o visual inspirado no superesportivo Corvette, especialmente na parte traseira da carroceria. O carro conseguia se impor frente aos modelos da mesma categoria, com um certo refinamento no visual, sobretudo pela enorme profusão de detalhes cromados e pelas rodas de alumínio de 18 polegadas.

Contudo, há pessoas sem muita familiaridade com o design do Chevrolet Malibu, em especial pelo fato da dianteira do carro ser um tanto quanto volumosa e abaulada, ao passo que a traseira tinha um formato mais “chapado” e lanternas que não conversavam muito bem com os faróis dianteiros.

O interior do carro também chamava a atenção na época, com acabamento dentro da média do segmento e um painel com o conceito “Dual Cockpit”, também inspirado no Corvette. Tal conceito cria uma espécie de divisão no ambiente do motorista e do passageiro. No caso do condutor, há uma seção com todos os instrumentos do carro, enquanto o passageiro dianteiro ostenta um espaço mais amplo, porta-objetos e recursos de entretenimento.

Chevrolet Malibu: o sedã que tentou encarar Fusion e Azera

O acabamento do Malibu mistura materiais emborrachados macios ao toque, detalhes em madeira e bancos com revestimento em couro, estes com regulagens elétricas e aquecimento. Além disso, o Chevrolet conta com volante também em couro ajustável em altura e profundidade e instrumentações com iluminação “Ice Blue”, a mesma usada nos primeiros Chevrolet Camaro ofertados por aqui.

O espaço interno é outro ponto de destaque do sedã da Chevrolet. Afinal, o carro conta com entre-eixos de 2,85 metros, considerado o maior da categoria na ocasião do seu lançamento. Sendo assim, os passageiros do banco de trás contavam com um amplo espaço para as pernas.

Nas dimensões, são 4,87 metros de comprimento, 1,78 m de largura e 1,45 m de altura. O porta-malas tem capacidade para 428 litros de bagagens.

De acordo com a Chevrolet, o sedã saía de fábrica com um tratamento especial no isolamento acústico, com o uso de um composto mais denso nas caixas de roda, utilizado para diminuir o barulho proveniente dos pneus em contato com o solo. Além disso, o para-brisa é duplo, também para reduzir os níveis de ruído.

Bem equipado de fábrica, o Chevrolet Malibu LTZ 2010 foi anunciado com recursos de segurança como airbags frontais, laterais e de cortina (seis ao total), controle eletrônico de estabilidade, controle de tração, assistente de frenagem de emergência (Panic Assist), freios ABS (antitravamento) com EBD (distribuição eletrônica de frenagem), entre outros.

Há ainda recursos como direção com assistência elétrica, monitoramento individual da pressão dos pneus, ar-condicionado digital, computador de bordo, vidros, travas e retrovisores elétricos, espelho retrovisor interno e externo do lado do motorista com função eletrocrômico, bancos dianteiros com ajustes elétricos (oito para o motorista e seis para o passageiro) e aquecimento, sensor de luminosidade, sensor de chuva e partida remota do motor pela chave.

Chevrolet Malibu: o sedã que tentou encarar Fusion e Azera

A lista inclui também controle de cruzeiro com comandos no volante, rodas de alumínio de 18 polegadas, sistema Isofix para fixação de cadeirinhas infantos no banco traseiro, sistema de som premium da marca Bose com entrada USB, CD e MP3 player e oito alto-falantes, computador de bordo, chave presencial, botão start/stop, entre outros.

Entre os opcionais, o sedã podia receber sensor de estacionamento traseiro, sistema de DVD player com telas e entradas A/V nos dois encostos de cabeça dianteiros e uma chave com display digital que replica as informações do computador de bordo (como relógio, nível de combustível, hodômetros e pressão dos pneus).

Sob o capô, há um motor 2.4 litros DOHC de quatro cilindros a gasolina da linha Ecotec, dotado de injeção eletrônica sequencial e quatro válvulas por cilindro. Ele consegue gerar 171 cavalos de potência, a 6.400 rpm, e 22,1 kgfm de torque, disponível a 4.500 rpm.

Junto a este propulsor está uma transmissão automática de seis marchas (com opção de trocas sequenciais de marcha através da alavanca no console ou nas borboletas atrás do volante) e tração dianteira.

De acordo com dados informados pela Chevrolet, o Malibu consegue acelerar de 0 a 100 km/h em 10,9 segundos e alcança velocidade máxima de 194 km/h. Como comparação, o Fusion com seu 2.5 de 173 cv cumpre a mesma prova em 9,9 segundos e tem velocidade limitada a 180 km/h, ao passo que o Azera V6 com 245 cv registra 8,7 s e 225 km/h.

Sendo assim, dá para considerar que o Chevrolet Malibu entrega números de desempenho somente razoáveis para os padrões da sua categoria na época.

Chevrolet Malibu: o sedã que tentou encarar Fusion e Azera

E durante a sua trajetória no mercado nacional, o primeiro Malibu se manteve praticamente intacto, sem qualquer alteração relevante. Em 2011, seu primeiro ano cheio de vendas, o sedã da Chevrolet emplacou somente 1.382 carros, enquanto o Ford Fusion fechou com 9.586 vendas e o Hyundai Azera com 8.476 exemplares comercializados.

Foi no ano de 2012 quando o Chevrolet Malibu deixou de ser importado para o Brasil. Quando ele deu adeus ao mercado, tinha preço tabelado em R$ 99,9 mil, cifra que explicou parte de seu insucesso por aqui.

Segunda geração para os brasileiros

Mesmo com o fracasso da primeira geração do Malibu por aqui (ou a sétima a nível mundial), a Chevrolet ainda ensaiou trazer uma segunda geração do sedã (ou a oitava) para os consumidores brasileiros. O carro ficou mais bonito e clássico, com direito ainda a um interior mais moderno e bem-acabado e novos equipamentos de série.

A expectativa inicial era que o novo Chevrolet Malibu fosse lançado por aqui no segundo semestre de 2012, na versão de acabamento LTZ e com o motor 2.5 litros aspirado de quatro cilindros a gasolina, este com 200 cv e 26,4 kgfm. O carro oferecido lá fora era bem equipado, com até 10 airbags, alerta de saída de faixa, câmera de ré e ar-condicionado de duas zonas como destaques.

Chevrolet Malibu: o sedã que tentou encarar Fusion e Azera

O modelo foi apresentado sem muito alarde durante o Salão do Automóvel de São Paulo de 2012, como forma de avaliar a recepção por parte dos clientes da marca. Além disso, ele chegou a ser flagrado rodando aos arredores da fábrica e centro de testes da General Motors em São José dos Campos (SP).

Todavia, a alta expressiva do dólar fez a General Motors abortar os planos de vender o novo Chevrolet Malibu no Brasil. As primeiras e únicas 101 unidades importadas do sedã foram vendidas para as concessionárias da marca, que precisaram usa-los como parte da frota operacional por pelo menos seis meses para então oferece-los no mercado.

O Malibu foi importado na versão LTZ, com o motor 2.4 Ecotec de apenas 167 cv e 23 kgfm, associado ao câmbio automático de seis marchas. Cada unidade foi comercializada por algo em torno de R$ 105 mil. Hoje é possível encontrar o sedã no mercado de usados com preço na casa dos R$ 70 mil.

Chevrolet Malibu: o sedã que tentou encarar Fusion e Azera

Chevrolet Malibu no restante do mundo

Antes de tudo, vai uma curiosidade: o Chevrolet Malibu não surgiu originalmente como um carro produzido em série pela marca, mas cimo como uma versão do Chevrolet Chevelle, um modelo médio ofertado pela marca no mercado norte-americano entre os anos de 1964 e 1977 e que deu lugar ao próprio Malibu.

Ao todo, são nove gerações do Chevrolet Malibu ofertadas no mercado. Todavia, três foram oferecidas como Chevelle Malibu e as outras seis apenas como Malibu.

Então, o Chevrolet Chevelle Malibu, ofertado entre 1964 e 1967, foi considerado como a primeira geração do Chevrolet Malibu. O carro era comercializado nas carrocerias sedã de quatro portas, conversível ou cupê de duas portas e perua, com motor V8 de 300 cavalos de potência e câmbio manual ou automático de quatro marchas.

Já a segunda geração do Chevrolet Malibu, oferecida entre 1968 e 1972, também era um Chevrolet Chevelle Malibu. O modelo ficou maior, ganhou um novo motor 5.0 V8 com potências entre 200 e 300 cavalos, novos detalhes de acabamento interno em carpete e vinil, painel de instrumentos que posteriormente foi usado também no Camaro e novos detalhes visuais.

No ano de 1973, a marca anunciou o Chevrolet Chevelle Malibu como a terceira geração do Malibu. Na ocasião, o Chevelle chegou nas versões Deluxe, Malibu, Malibu SS e Laguna. Todavia, um ano depois o Deluxe saiu de cena e então o Chevelle Malibu passou a assumir o posto de modelo de entrada da linha. Um dos destaques do carro era o conjunto de quatro faróis quadrados. Ele durou até 1977.

Chevrolet Malibu: o sedã que tentou encarar Fusion e Azera

Enfim, o nome Chevelle foi abandonado e em 1978 a marca anunciou a nova geração do Chevrolet Malibu. O carro recebeu uma plataforma inédita, que rendeu uma redução de peso de 230 kg a 450 kg (variando conforme a versão) e trouxe ainda dimensões maiores, com maior espaço para a cabeça, pernas e ombros dos ocupantes.

O Chevrolet Malibu 1978 chegou nas carrocerias sedã, cupê e perua, com motor 3.8 V6 e 5.0 V8 com até 230 cavalos de potência, câmbio manual ou automática e tração traseira. Entre as curiosidades, esse modelo foi utilizado como táxi no Iraque e também como modelo de competição na Nascar entre 1973 e 1983.

Já a quinta geração do Malibu estreou em 1997 e foi oferecida até 2005. O carro era construído a partir de uma versão estendida da plataforma GM N, usada também pelos modelos Buick Skylark e Pontiac Grand Am. O modelo chegou somente na carroceria sedã de quatro portas, com motor 2.4 de até 150 cv ou 3.1 V6 de até 170 cv, sempre com transmissão automática de quatro marchas.

Em 2004, o Chevrolet Malibu de sexta geração deu o ar da graça. O modelo passou a usar a plataforma Epsilon da GM, baseada no Opel Vectra C de 2002, e foi oferecido na carroceria sedã convencional de quatro portas e também na hatch Malibu Maxx de cinco portas (o primeiro hatch médio da marca desde o Corsica de 1989).

Chevrolet Malibu: o sedã que tentou encarar Fusion e Azera

Tal geração do sedã chegou com um visual característico, com uma grade frontal larga dividida horizontalmente por uma barra cromada, fazendo conjunto aos faróis angulosos. O motor do carro era um 2.2 Ecotec de 145 cv, 3.5 V6 de até 220 cv ou 3.9 V6 de 240 cv, com transmissão automática de quatro velocidades.

Sua sétima geração, anunciada em 2008 e descontinuada em 2012, foi a primeira oferecida aqui no Brasil. O carro manteve a plataforma Epsilon, mas revisada para entregar uma maior distância entre-eixos, resultando também num comprimento maior em quase 8 centímetros.

Lá fora, ele tinha motor 2.4 Ecotec de até 170 cv ou 3.6 V6 de até 250 cv, com câmbio automático de quatro ou seis velocidades.

Na oitava geração, o Chevrolet Malibu foi lançado primeiramente na Ásia no final de 2011 e chegou à América do Norte somente um ano depois, onde foi comercializado até 2016. Ao todo, quase 100 países em seis continentes receberam o Malibu de oitava versão. O sedã passou a usar a nova plataforma Epsilon II.

Chevrolet Malibu: o sedã que tentou encarar Fusion e Azera

Todavia, ele não obteve boa aceitação por parte dos americanos. Tanto é que o Malibu foi atualizado menos de um ano após ter sido lançado. O carro ganhou uma nova grade frontal, bancos dianteiros redesenhados no anterior, melhorias no revestimento do banco traseiro, console central redesenhado, adoção do sistema start/stop e alterações na suspensão, direção e freios.

Por fim, a nona e atual geração do Chevrolet Malibu, que chegou em 2016, recebeu um visual mais moderno e inspirado no irmão maior Impala, além de uma maior distância entre-eixos, materiais mais leves para redução de peso e novas tecnologias, como o alerta de colisão frontal, controle de cruzeiro com frenagem automática e detecção de pedestres, central MyLink com Android Auto e Apple CarPlay, entre outros.

Fora isso, trata-se do primeiro Malibu a oferecer uma versão híbrida, dotada de um motor 1.8 litro a gasolina e outro elétrico, que juntos rendem 180 cavalos de potência.

Fotos do Chevrolet Malibu

Chevrolet Malibu: o sedã que tentou encarar Fusion e Azera
Nota média 5 de 3 votos

  • Domenico Monteleone

    Eu trabalhava em css alguns anos atrás, ainda tinha um desses sendo usado pelo dono da casa, na época ainda era um carro bonito.

    • 1 Raul

      O novo é maravilhoso. Estou nestes dias nos EUA, e fico babando… o imapala então, nem se fala. Aluguei um premiere 3.6 v6, que dá pena dos carros do Brasil…

    • hanindya

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  • Ricardo

    Muito feio como a grande maioria dos Chevrolet.

    • Gran RS 78

      Gosto é gosto, mas acho a maioria dos carros GM bonitos, com exceção da Spin e Montana.

    • rodrigosr

      Concordo… sempre cafonas e com design bem duvidoso. Os Ford também não ficam muito atrás…

    • MauroRF

      Depende, isso é subjetivo. Eu já achei a maioria dos Malibus bonitos em suas respectivas épocas, principalmente o dos anos 90.

    • Tommy

      O Vectra B(e até o C, o verdadeiro) e posteriormente o Insignia esmurravam o visual de banheira retrô do Malibu

      • Lorenzo Frigerio

        O Insignia arrasa… inclusive a perua. Tem um Buick baseado no Insignia.

  • Louis

    “Hoje é possível encontrar o sedã no mercado de usados com preço na casa dos R$ 70 mil.”
    Esses dias vi um anunciado por R$35k…. E deve estar encalhado na loja ainda.

    • TchauQueridos

      Pois é…na casa dos 70 é o Fusion….
      Essa aberração ai é nos 30, 40…..

    • oloko

      Os de 70k são do modelo que veio 101 unidades, que foram vendidos posteriormente, esse modelo 2010 sim deve ta 35k mesmo

    • El Gato!

      No Webmotors os 13/13 estão entre 65 e 80 mil (o de 65 mil com mais de 140 mil km rodados).

    • Paulo Lustosa

      Malibu 13/13 por 35K?

  • Leo

    No meu prédio tem um prata igual da foto acima, muito lindo por fora. Queria saber como é a manutenção.

    • Jaderson

      Por ser um 5 Cilindros, e muitas peças compartilhadas do OMEGA e poucas do Vectra, acho que deve ser salgado a manutenção.

      • Victor De Lyra

        Isso tudo que você falou não faz nem sentido, o motor é um 4 cilindros e ele não compartilha peças com Omega e Vectra.

        • Jaderson

          Realmente errei, pensei no antigo Jetta e falei isso. Mesmo assim não vou apagar, serve de aprendizagem.

  • RicLuthor

    Verdade seja dita, o volante do Malibu vendido no Brasil ainda é mais bonito do que todos os volantes da linha Chevrolet atual, do Onix ao Trailblazer.

    • O volante da Trailblazer consegue ser pior que o do Onix e afins. Pior acho que só a VW, que do GOL ao Touareg usa o msm volante.

      • RicLuthor

        Se o volante da VW é bem construído e de qualidade não vejo problema ser compartilhado na sua linha. Quem tem os modelos mais caros podem se incomodar, mas isso é um problema de ego.

        Audi, BMW, Mercedes-Benz, Jaguar e Volvo compartilham volantes, do modelo de entrada ao top da marca, mas ninguém se incomoda.

        • Sei lá, acho que modelos mais caros, deveriam ter volantes mais bonitos. Pro cara que compra um Gol, é lindo falar que tem volante de Golf.
          Quanto às marcas ‘premium’ compartilharem, também não gosto da ideia, sobretudo esse volante novo da Volvo, que está em todos os novos carros, e é horrendo.

          • th!nk.t4nk

            Esse volante da Volvo me lembra o do Uno. Mas sei lá, volante é a última coisa que olho num carro. Não tira o brilho, a meu ver. O importante é ser de boa qualidade.

            • O da FIAT eu ainda acho mais harmonioso.
              Óbvio que o desenho do volante não é um deal breaker, mas pra mim serve de desempate.

            • Mr. Pereba

              Como assim última coisa? É a coisa que você mais olhar durante todo o tempo em que possuir o carro. Esses dias aluguei um Audi A3 Sedan e o volante não tinha NENHUM comando. Totalmente brochante e eu te digo que não compraria só por causa disso.

          • Jaderson

            Ai que vc se engana, o volante do novo GOL não é igual ao do Golf. Eu tenho um Gol e um amigo meu comprou quase na mesma época um Golf, e o volante do Golf é muito mais bonito.

      • MonHoe

        A Toyota vai do Etios ao Corolla, a Honda usa do Fit ao HR-V o mesmo volante, e a Mercedes, BMW, RR, Audi, todo mundo compartilha volante, so a VW tem que ser criticada

      • Foonoslew

        Pô, falando de volante vw… O novo do t-cross europeu ficou muito top, muita pena não trazerem.

    • Gabriel

      Mesmo volante do Corvette C6, lindo.

      • RicLuthor

        Exato!

  • EDU

    Tive um modelo 2012 e era um bom carro , muito confortavel . A unica coisa que desagradava era o volante fino e grande era muito estranho , pessima pega.

  • Gabriel

    Pena que não vingou.
    O Malibu-8 (2013) acho o Chevrolet que melhor encaixou a identidade visual usada pela chevy naquela época, gosto dele.
    Ja o atual, Malibu-9 acho muito bonito, sendo o grande defeito estético, o local do emblema da Chevrolet na dianteira, deveria estar um espaço acima, assim como é no cruze atual

  • João Senff

    Na época eu trabalhava em uma CHEVROLET e tinha o omega e o malibu para vender me lembro que no estoque tinha 11 omegas e 3 malibu os omegas foram vendidos todos juntos para uma locadora já os malibu ficaram la por um bom tempo . Mas era um senhor carro para a época o erro da GM foi querer colocar ele no lugar do omega deveriam ter colocado o mesmo no lugar do vectra

  • 4lex5andro

    Nave sonho de consumo, mas vítima da alta tributação sobre os importados.

    Melhorou bem nos últimos anos depois de a GMB ter-lhe tirado a grade de caminhão.

  • Kiyoshi Yamashiro

    Chevrolet não sabia trabalhar com os importados que vendia, a exceção é a Captiva e o Omega australiano, que foi descontinuado por alguns anos e depois voltou

  • Cássio

    Um vizinho de vaga no prédio tinha um desses feios, preto. Um dia apareceu com a lanterna traseira quebrada. Deve ter passado uns 4 meses e a lanterna continuava quebrada. Imagino o custo desse negócio…
    Hoje ele tem um Azera, dos antigos. Bem mais confiável.

  • Cosi fan Tutti

    A GM esta ameaçando o governo de SP pra ter mais incentivos, hoje saiu no MSN que eles fizeram 28 propostas, entre elas estão a redução do piso salarial de R$ 2,3 mil para R$ 1,6 mil, a terceirização em toda a fábrica e o fim da estabilidade para lesionados.Estas empresas são muito sérias quando querem benefícios do governo.

    • Deivid

      Li as 28 propostas e são simplesmente RIDÍCULAS.
      A GM hoje oferece as piores opções de carro, lucratividade altíssima e querem ganhar nos operários que pouco ganham?
      Nos anos dourados era minha montadora preferida. Hoje é uma montadora ridícula.

      • MauroRF

        As montadoras tradicionais deixaram de ser o que eram antes, principalmente Ford, GM e VW. Pode reparar, veja a imagem que tinham até os anos 90 e hoje. Fiat também, ela inovava, mesmo dentro da simplicidade de seus veículos. Hoje, ficaram pra trás. A VW agora que está correndo atrás, mas ela ainda se mantém dentro daqueles conceitos de cobrar caro e ter pacotes opcionais, que é comportamento lá de trás. GM está conseguindo levar bem com o Onix, pois inovou no momento certo com este compacto, mas está muito longe daquela GM tecnológica, principalmente nos anos 80 e 90 com os modelos Opel, e a Ford de outrora, aquela dos carros sinônimos de bom acabamento e requinte, não existe mais.

      • Cosi fan Tutti

        O mais irônico disso tudo é que há um tempo atrás a então Chery, agora Caoa Chery, enfrentou greves de seus funcionários exatamente pq estes queriam os mesmos direitos que tinham anteriormente na GM, já que muitos deles eram ex-funcionários de outras montadoras da região. Só que a Chery não tem 1% do mercado, e a GM é líder por 4 anos consecutivos.

  • Carlos AM

    Esse Malibu a grosso modo é a Captiva sedã.
    O motor e cambio são os mesmo. No interior, o rádio, comandos do ar condicionado e outras peças também são iguais.

  • TchauQueridos

    “Todavia, ele não obteve boa aceitação por parte dos americanos. Tanto é que o Malibu foi atualizado menos de um ano após ter sido lançado. ”
    Já no br quando não é bem aceito, já tiram o carro de linha ou deixam de importar.

  • Fabão Rocky

    Apesar de mta gente torcer o nariz p/ a traseira desse Malibu, eu já acho o contrário. Achei bem marcante e com estilo próprio a traseira desse Malibu c/ essas lanternas redondas, “lembrando” carros mais antigos q tinham as lanternas traseiras redondas. Pena q vendeu mto pouco!

  • Rodrigo

    No bairro onde moro tem um vizinho que possui um Malibu desses do lote de 101 unidades. Trata com a exclusividade que ele merece e só roda aos finais de semana.

    É uma pena que a Chevrolet não dê a devida atenção aos seus modelos importados. O foco dela é sempre volume e isso explica a razão pela qual ela traz um modelo e depois de 2 anos deixa de importá-lo.
    Honda (Accord), Toyota (Camry), VW (Passat), … Não vendem praticamente nada mas ainda assim são oferecidos no catálogo, justamente por terem um público fiel desses modelos.

  • Henrique Gouveia

    Chevrolet Malibu: o sedã que tentou encarar Fusion e Azera e falhou miseravelmente.

    • afonso200

      hehehe, verdade, mas tambem o preço era ridiculo alto, deveria ter entrado no lugar do vectra por algo de 5mil mais caro

  • Mayck Colares

    Essa Chave opcional com os dados nela, nunca ouvi falar e procurei na internet uma imagem e não tem. Estranho.

  • leitor

    Esse desenho do Malibu não inspira muito. Parece que esticaram um carro menor e mais em conta. Somente a lanterna traseira tem um chamativo. Os modelos de 2009 e anteriores do Azera e Fusion ainda são bem mais bonitos, e o interior deles são bem condizentes.

  • Manfred Smile

    Feio e mico (ao menos no Brasil).

  • Marco

    O novo Malibu ficou muito bonito. O anterior tinha um design horrível, o que lhe rendia o carinhoso apelido de “MONSTRIBU” !!! Frente esquisita, traseira medonha e lateral que não combina com o resto do carro. Se fizeram o coCôbált baseado no estilo desse carro, não é à toa que saiu aquela monstruosidade toda. Todas essas indesejadas qualidades aliadas a uma manutenção cara, seguro idem e desvalorização medonha. Ou seja, uma verdadeira bomba.

  • Pretty

    ver “A Dog’s Way Home” no site? junte-se aqui! copie o link ou clique em reproduzir …%MOVIESHEROES46.BLOGSPOT.COM% …

  • afonso200

    fiz um test drive no 2011 tinha 120km no odometro,,,, bem refinado o interior, gostei, mas a potencia nao chega perto dos 265cv do Azera que tive na epoca…… detalhe, por 83mil na epoca pegava um Azera V6 top(versao mais top) e por 90 mil levava o malibu com motor fraco……. é só ler problemas cronicos do MALIBU que o ABS dele a Chevrolet mesmo em garantia nao sabia como resolver, nem trocando todo comando ABS ela sabia, kkkkkk,,,, e aquele espaço da placa traseira, kkk minusculo tinha que ser placa com tamanho reduzido, e na atual placa do MERCOSUL nem tem como prender

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