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S10 High Country não é tão luxuosa, mas esbanja força e economia

S10 High Country não é tão luxuosa, mas esbanja força e economia

Para consumidores de picapes que querem um algo a mais além das versões tradicionais, a GM preparou a Chevrolet S10 High Country, que faz parte da linha 2016 do modelo. Agora a opção mais cara da S10 no Brasil, ela chegou com modificações no visual, conteúdo e preço, que subiu consideravelmente.


São R$ 163.800, um pouco acima do que era pedido pela versão LTZ. Equipada com o potente motor diesel 2.8 CDTI (que em breve sai da MWM para a GM) de 200 cv e transmissão automática de seis marchas, a picape da Chevrolet apresenta um bom conjunto e apelo estético que pretende conquistar os amantes deste tipo de veículo.

S10 High Country não é tão luxuosa, mas esbanja força e economia

Uma das vantagens da S10 High Country em relação a sua rival Hilux Limited Edition é o preço. A Toyota pede R$ 182.850 por sua picape. Ou seja, uma importante diferença de R$ 19.050, que daria para comprar uma Honda CRF 250L ou um carro usado razoável para uso na cidade.


Mais potente e com câmbio de seis marchas, a picape da Chevrolet S10 também está na dianteira no mercado, tendo vendido 21.499 unidades até julho, contra 19.760 da Toyota Hilux.

S10 High Country não é tão luxuosa, mas esbanja força e economia

Por fora…

Para se diferenciar da antiga LTZ, a S10 High Country adiciona ao visual frontal faróis com máscara negra, para-choque com protetor central de cor cinza e grade com frisos cromados, tendo ainda faróis de neblina. A frente é imponente e agradável visualmente.

Nas laterais, estribos exclusivos, belas rodas de liga leve em dois tons e com aro 18 polegadas, pneus 265/60 R18, retrovisores cromados com repetidores de direção, maçanetas cromadas, friso cromado na base das janelas, protetor na base das portas e logotipo 4×4.

S10 High Country não é tão luxuosa, mas esbanja força e economia

Na traseira, as lanternas verticais em LED (apenas na parte superior) se destacam, tendo ainda sensores de estacionamento, câmera de ré na tampa da caçamba, puxador cromado e com fechadura independente, para-choque com laterais cromadas, apoio de pé central e logotipo High Country, cuja imagem de fundo é alusiva às montanhas dos EUA.

No teto, rack exclusivo com barras longitudinais e detalhes cromados, bem como antena. Na caçamba, o santantônio é personalizado e feito de fibra, tendo um chanfro para a luz auxiliar de freio, bem como logotipos High Country e prolongamento nas laterais do compartimento de carga. A capota marítima tem excelentes encaixes e é facilmente removida, bem como pode ser travada com a tampa fechada. A caçamba tem revestimento em plástico para proteção.

S10 High Country não é tão luxuosa, mas esbanja força e economia

Por dentro…

A High Country apresenta acabamento em dois tons de marrom (Brownstone) e preto (Jet Black). O visual geral é muito bom, destacando-se os bancos em couro com o nome High Country bordado, bem como portas com revestimento em couro, painel com detalhes em preto brilhante e maçanetas cromadas.

O painel tem tonalidade cinza, enquanto a alavanca de câmbio vem com acabamento cromado. O conjunto frontal é interessante e vem com cluster em Ice Blue completo e de fácil leitura, assim como a multimídia MyLink com tela touchscreen, Bluetooth, câmera de ré, navegador GPS e outras funcionalidades.

O ar condicionado automático é bonito e bem potente. O volante possui ajustes de multimídia e telefonia, bem como piloto automático. Mas, apesar dos apliques em preto brilhante, parece ter envelhecido muito rápido.

S10 High Country não é tão luxuosa, mas esbanja força e economia

Bons são os porta-copos retráteis no painel. Garrafa ou copo, eles ficam posicionados direto nos difusores de ar, o que ajuda a deixar a bebida gelada em dias quentes. Isso sem contar o conforto e a segurança de não precisar tirar os olhos da estrada.

O assento do condutor tem regulagem elétrica, sendo um mimo a mais para quem vai compartilhar a picape com outros. O apoio de braço podia ser deslizante, assim como o controle dos espelhos externos deveria ficar junto aos dos vidros elétricos. Ele fica lá na coluna A.

A coluna de direção tem ajuste em altura apenas, mas difícil alguém não achar a posição ideal na S10 High Country. Os comandos dos faróis precisam de atenção durante a condução se houver um copo/garrafa logo acima. O modelo tem apoio de pé adequado e freio de estacionamento (mecânico) de bom curso.

S10 High Country não é tão luxuosa, mas esbanja força e economia

Ruim é lembrar-se dos para-sóis estendidos e ver apenas abas comuns no teto. Amanhecer e entardecer vão mandar lembranças ao condutor. Porta-copos à vontade na frente, também estão presentes nas quatro portas. O painel conta com um porta-objetos no alto e outro sobre o porta-luvas.

Porta-óculos, luzes de leitura, retrovisor dia e noite (poderia ser eletrocrômico), bom espaço atrás, cintos de três pontos e apoios de cabeça para todos, enfim, um bom ambiente para pegar a estrada. Pena que o assento traseiro não apresente o mesmo conforto que em um SUV. A caçamba de carga é pequena, mas deu para colocar três pranchas de surf pequenas.

S10 High Country não é tão luxuosa, mas esbanja força e economia

Por ruas e estradas…

Conforto. Antes de performance, economia ou robustez, a S10 oferece uma boa condição para quem vai viajar ou enfrentar a dureza de ruas de asfalto destruído, bloquetes da vida ou buracos de estradas de terra.

O conjunto da suspensão é bem acertado e transmite segurança durante a condução carregada. Vazia, ela tende a pular um pouco, como em qualquer picape, mas dentro do aceitável. A GM fez acertos na calibração que tornaram o veículo mais agradável nesse aspecto.

Os freios atuam bem e ajudam a controlar a picape de 5,34 m em condições ruins de piso. A estabilidade melhor com um conjunto rodante mais no chão, sendo que ela ainda dispõe de controles de tração e estabilidade, ajudando um pouco a mais.

S10 High Country não é tão luxuosa, mas esbanja força e economia

Aliás, pisando fundo nas saídas é possível fazer o mesmo, especialmente em conversões, mesmo com tudo ligado. O motor diesel 2.8 CDTI de 200 cv a 3.600 rpm e ótimos 51 kgfm a 2.000 rpm sempre está disponível para entregar muita força e performance. As respostas são muito boas e a relação de marcha se mostra adequada.

As trocas de marcha são suaves, assim com as reduções. Apenas ao se tirar o pé em retomadas é possível sentir um tranco, mas nada forte ou incomodo. O nível de ruído é adequado (o isolamento acústico foi reforçado na linha 2016) e o regime de trabalho a 110 km/h é bom, marcando 1.700 rpm.

Para uma condução mais animada, a rotação ideal é pouco acima de 3.000 rpm, quando o câmbio automático de seis marchas altera a posição. No modo manual, a intervenção eletrônica estraga a festa.

S10 High Country não é tão luxuosa, mas esbanja força e economia

Com opção de tração 4×2, 4×4 e 4×4 com reduzida (esta engatada com o veículo parado e em neutro), a S10 High Country entrega alta capacidade para terrenos diversos e situações muito ruins de areia, lama ou pedra. Há também o útil controle de descida, que permite ao condutor apenas controlar a direção, enquanto o restante é executado pelo sistema.

Tudo isso é feito com eficiencia em consumo. Conseguimos 9,5 km/litro na cidade e 13,3 km/litro na estrada. Com tanque de 76 litros, teoricamente dá para rodar 1.010 km em uma viagem a 110 km/h. Em viagens e no fora de estrada, o condutor vai estar muito bem servido a bordo da Chevrolet S10 High Country.

S10 High Country não é tão luxuosa, mas esbanja força e economia

Por você…

A versão topo de linha High Country entrega um bom nível de equipamentos, destacando-se multimídia com DVD, GPS, Bluetooth, câmera de ré, navegador GPS, entre outros. Piloto automático, acabamento em couro, airbag duplo, ABS, ESP, HDC, rodas aro 18, enfim, vários itens de série.

O preço de R$ 163.800 é alto e não poderia deixar de ser, afinal, infelizmente os preços das picapes têm evoluído tanto quanto dos automóveis. Na comparação com a Hilux Limited Edition, ela ganha nesse quesito, mas é a segunda opção mais cara do mercado. A coisa muda de figura quando a Amarok Highline completa é adicionada ao breve comparativo.

Mas voltando à S10 High Country, a picape da Chevrolet tem um bom aspecto visual, oferece conforto e robustez de sobra, tem um bom recheio e ainda oferece performance e consumo de combustível muito bom. Com câmbio automático e tração 4×4, o modelo se torna um bom convite para longas viagens. Vale a pena? Tirando o preço, sim.

Medidas e números…

Ficha Técnica da Chevrolet S10 High Country 2016

Motor/Transmissão
Número de cilindros – 4 em linha turboalimentado, intercooler e injeção direta eletrônica Common Rail (diesel)
Cilindrada – 2776 cm³
Potência – 200 cv a 3.600 rpm
Torque – 51 kgfm a 2.000 rpm
Transmissão – Automática de seis velocidades, além de mudanças sequenciais de marchas na alavanca.

Desempenho
Aceleração de 0 a 100 km/h – 10,3 segundos
Velocidade máxima (limitada) – 180 km/h
Rotação a 110 km/h – 1.700 rpm
Consumo urbano – 9,5 km/litro
Consumo rodoviário – 13,3 km/litro

Suspensão/Direção
Dianteira – Independente com braços articulados/Traseira – Eixo rígido com molas semielípticas
Hidráulica

Freios
Discos dianteiros e tambores traseiros com ABS e EDB

Rodas/Pneus
Liga leve aro 18 com pneus 265/60 R18

Dimensões/Pesos/Capacidades
Comprimento – 5.347 mm
Largura – 1.882 mm
Altura – 1.910 mm
Entre-eixos – 3.096 mm
Peso em ordem de marcha – 2.139 kg
Tanque – 76 litros
Capacidade de carga – 1.011 kg
Preço – R$163.800

Galeria de fotos da Chevrolet S10 High Country 2016:

S10 High Country não é tão luxuosa, mas esbanja força e economia
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70 Comentários

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  • Falar de preço de carro no Brasil é chover no molhado, a Amarok com todos os seus problemas e péssimo acabamento não é uma opção, a então essa versão é uma pechincha perto da Hilux.

    • eu já acho o acabamento da Amarok junto ao seu câmbio automático excelentes na sua categoria, e nem gosto da VW; já a Hilux chega a ser lamentável em acabamento para uma caminhonete que custa tanto no mercado … minha preferida destas é a Ranger .

      • O acabamento da Amarok é extremamente criticado, e tanto ela quanto a Ranger te muitos problemas mecânicos, foi por causa do acabamento e da montagem argentina que ela vai para os EUA da Europa e não do país vizinho como era o plano inicial.

        • sinceramente eu acho a Amarok uma das melhores pra quem usa de forma moderada e uso urbano; a maioria na verdade nem usa toda capacidade off-road das mesmas. E com a melhora prometida pela VW acho que os defeitos crônicos serão sanados com rapidez; o acabamento é bom, ao menos na versão top de linha que vi, câmbio é excelente . Parece que vc está num automóvel, só sente que é uma caminhonete em curvas …E a Ford não vejo ao menos aqui ter problemas de quebras, apesar de poucas Rangers novas as que vejo e de alguns colegas estão maravilhosamente bem … É complicado, mas não tenho como dizer o contrário …

      • Pois é, como o v12 falou, o problema da Amarok é que ela não aguenta o batente, a Ranger vi muitos relatos de problemas com o motor diesel, ela é muito boa, aguenta, forte, mas quebra e ferrou. A Hilux é espartana, mas é de longe a mais confiável, a Toyota cobra caro pq já mostrou pros consumidores que ela pode cobrar esse preço. As concorrentes, em vez de fazer um produto confiável e mais barato, fica pecando fazendo um produto mais barato, porém duvidoso, o que deixa a Hilux ainda mais tranquila. A S10 vende muito por causa das versões Flex super baratas, que pra quem precisa só de carroceria, na cidade, é uma mão na roda, visto que as Hilux, só acima dos 100mil.

        • Eu sinceramente tenho vários parentes que trabalham como mecânico de motores, à maioria diesel e não vejo tais reclamações constantes; sinceramente eu não vejo tamanha durabilidade acima como dizem da Toyota Hilux; se ela dificilmente dá defeito semelhantemente são as Rangers e S10 diesel… Amarok tem alguns probleminhas simples mas somente se usada ao extremo, L200 praticamente não vejo, posso dizer nada à cerca . Eu sinceramente compraria até a Tunland da FOTON se viesse ao país com bons preços, não vejo como ser ruim uma caminhonete com câmbio ZF e motor Cummins diesel; ela é uma cópia da Hilux atual mas não seria por isso que a compraria . Sinceramente eu vejo com bons olhos a mecânica Cummins, excelente e fácil de manutênção . Por isso que se a Agrale Marruá não fosse tão cara, mesmo espartana poderia vender bem na sua versão civil . Por mais que seja uma Agrale com poucas revendas, sua mecânica é a mesma de muitas e de uma excelente marca .

          • A Amarok não aguenta o batente msmo, já vi muitos relatos, infelizmente, pick-up msmo é pro batente, tem os que compram pra ir pro shopping, mas só faz sucesso se aguentar a pedreira. A Ranger 3.2 Diesel eu vi que tem um problema gravíssimo na mangueira, o que acaba fundindo o motor, MUITOS relatos mesmo, não foi só problemas pontuais, espero que arrumem isso pra Ranger 2016. A L200 o que vejo de reclamação é só pela manutenção muito cara. Colega meu tem uma e a cada revisão é uma moto que ele deixa. O Cummins realmente é o que ganha nas pick-ups para uso pesado, motor confiável, manutenção barata, é isso que se procura numa boa pick-up. O negócio é que no Brasil não temos a mesma cultura do americano, que ama pick-up, mesmo não precisando, mas isso tá mudando aos poucos, elas estão ficando mais confortáveis e luxuosas com o passar do tempo. Até mesmo os populares estão assim. Quem sabe um dia teremos pick-ups com acabamento de F150 top.

            • O caso da mangueira da ranger ja á sabido há um tempo razoável, poucos foram e os novos, de um tempo pra cá, não serão afetados. Desde que o dono leve na css, um recal branco ja deve ter resolvido. No mais, a capacidade off road da ranger é muito bem elogiada, vide youtube e testes extremos, caça ai na net.

              • Bem, eu fiquei com o pé atrás recentemente de comprar uma Ranger 14/14, acabei comprando um carro mais barato e quando vier a nova geração eu vejo se vale a pena.

          • A Agrale não se esforça no varejo porque a produção é praticamente toda voltada para as FFAA e frotistas.
            Enquanto a padronização de frota das FFAA não for concluída, dificilmente veremos vendas para PF.

        • é simples mas bem feito, já os das Hilux e especialmente L200 me parece muito aquém, até demais para o nosso mercado … tem uma versão mesmo, não sei se todas da L200 Triton que o console é num tom prata, bem vagabundo me parecendo até alguns populares dos anos 90…

  • Pelas fotos que eu vi da nova Ranger, ela está bem bonita por dentro, bem mais luxuosa. Talvez eu vá de Ranger no próximo carro, to sofrendo muito com sedan baixo nessa porcaria de cidade que eu moro =/

  • Picapes diesel…….vacilou, é roubado, o mesmo mal das motonas. Boa parte das picapes ou estão rodando adulteradas no MERcosul ou la na amazônia….. A pior é a f250 4×4 diesel….os mano vem buscar na sua casa.

  • Por esse preço poderia oferecer faróis de xenônio, leds diurnos, 6 air bags, ar dual zone e bancos com regulagem elétrica. Mas de qualquer forma é um melhor negócio q a Hilux.

  • se não me engano, artigos patrocinados vinham com um selo, não? já houve uma matéria falando da S10 high country, mostrando as diferenças para a S10 “normal”…
    além deste, recentemente o das manutenções do UP! também estavam com cheirinho de artigo patrocinado pois se não fosse, seria um apanhado geral do segmento, não de um veículo em especial e não um artigo tão grande…
    -minha opnião.

    • Geralmente eles fazem uma matéria no lançamento, onde andam poucos quilômetros, e logo depois, a montadora empresta o veículo novamente e eles ficam um tempo para repassar detalhes mais profundos como o consumo de combustível na cidade e na estrada e outros…

  • Ainda fico com a Actyon Sports que tem suas vantagens… Desde a possibilidade de vir na cor azul, passando pela suspensão com molas helicoidais na traseira, freio a disco nas quatro rodas, teto solar e por ser menor (5,00m de comprimento) o que no âmbito urbano a favorece. Enfim, a Actyon pra mim é a mais racional da categoria…

    • não estou defendendo os preços, mas essa S10 é com o motor novo, com injeção direta e extremamente econômica como a matéria mostrou. Acredito que tenha visto a anterior.

    • Tomando como base a opiniao do meu tio que tem hj uma Pajero Sport e veio de uma L200 Outdoor e dos 13 anos que tivemos uma F1000 (mwm 229 turbo) em casa, picape a diesel hoje so vale a pena se você precisar bastante do torque que elas tem ( e que da pra ter numa gasolina colocando um turbo..hehe) ou de recursos que algumas so oferecem nas versoes a diesel.

      O Custo x Beneficio deixou de ser interessante faz mto tempo, visto a manutenção bem mais cara, a “fragilidade” de alguns motores (to comparando com um MWM 229 das antigas, quase indestrutivel, da epoca que valia mto a pena ter uma diesel) e a pequena diferença entre o diesel e a gasolina hj… até em questão de economia ta valendo mto a pena uma flex, ja que aqui em BH o etanol ta 1.89

  • Gosto muito dessa S10, aliás gosto bastante de picapes médias, sempre quis ter uma, pena existirem tão poucas opções hoje em dia, temos só 8…

    Sei que isso pode dar treta, mas NA MINHA MERA OPINIÃO DE QUEM NUNCA TEVE UMA PICAPE MÉDIA!!! atualmente, fica assim, da melhor pra pior:

    1º Chevrolet S10
    2º Mitsubishi L200 Triton
    3º Ford Ranger
    4º Nissan Frontier
    5º Volkswagen Amarok
    6º Toyota Hilux
    7º Ssagyong Actyon Sports
    8º Effa Plutus

  • a opção muito mas boa muito mais interessante é sem dúvida alguma a RAM com seus mais de 300 hp e um monstruoso torque de caminhão uma baita caminhonete supera todas esta ai ……

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