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Citroën C4 Cactus Feel chega finalmente ao público PCD por R$ 55.228

Citroën C4 Cactus Feel chega finalmente ao público PCD por R$ 55.228

Originalmente, a versão Feel para o público PCD deveria ter sido apresentada no momento do lançamento do crossover, mas esta ficou para depois. Então, surgiu discretamente como opção para os clientes com deficiência, mas por pouco tempo, pois foi retirada e substituída pela Live. Agora, o Citroën C4 Cactus Feel Business volta para esse segmento com preço sugerido de R$ 55.228,47.


O valor acima já inclui os incentivos fiscais pelos para carros até R$ 70.000 e destinados aos consumidores com deficiência ou pessoas que os auxiliam. Equipado com motor EC5M 1.6 16V Flex com 115 cavalos na gasolina e 118 cavalos no etanol, o Citroën C4 Cactus Feel Business obrigatoriamente vem com a caixa automática Aisin de seis marchas e quatro modos de operação.

Citroën C4 Cactus Feel chega finalmente ao público PCD por R$ 55.228

Disponível nas cores Branco Banquise, Prata Aluminium, Preto Perla Negra e Cinza Grafito, o Cactus Feel Business tem rodas de aço aro 16 polegadas com calotas, pneus 205/60 R16, ar-condicionado automático via display da multimídia, painel digital, entretenimento com Google Android Auto e Apple Car Play, direção elétrica e banco traseiro bipartido.


Além disso, o Citroën C4 Cactus Feel Business oferece câmera de ré, alarme perimétrico, barras longitudinais no teto, controles de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa e sensor de pressão dos pneus. Obviamente o modelo traz ainda vidros e travas elétricas, assim como retrovisores.

Citroën C4 Cactus Feel chega finalmente ao público PCD por R$ 55.228

Ana Theresa Borsari, Country Manager da Peugeot, Citroën e DS no Brasil, explica: “Vivemos uma nova fase da Citroën no Brasil. Nossos produtos, serviços e o próprio modelo de negócios se adaptam conforme o perfil de cada consumidor. Por isso, entendemos que o público PCD ansiava por equipamentos que não estavam presentes na versão Live e decidimos lançar o Novo Feel Business. Com essa nova versão, esperamos que os nossos clientes aproveitem de maneira ainda mais ampla a experiência com o C4 Cactus e com a própria marca”.

Citroën C4 Cactus Feel chega finalmente ao público PCD por R$ 55.228
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Ricardo de Oliveira

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 23 anos. Há 12 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.

  • zekinha71

    O duro é onde conseguir comprar, já que ccs PSA virou raridade.

    • Se não consegue nem comprar o carro por que é raridade ccs PSA, imagina a manutenção, meio furada esse carrinho, mas ele é muito legal.

  • Domenico Monteleone

    É o preço que custaria para todo mundo se a carga tributária fosse pelo menos metade do que é, já que mesmo os pcd não são totalmente isentos.

    • mjprio

      Mas infelizmente nao existe almoço grátis. Ninguém joga pra perder. Ainda mais um Estado que era até então inchado ao limite pra manter a pelegada em cargos comissionados inúteis e distribuir “bolsas de bondades” onerando a ja sobrecarregada classe média. Espero que o novo governo faça uma devassa nesses cargos públicos, privatize o que for deficitário e ineficiente, despolitize certos segmentos que ainda permanecem sob a ideologia estúpida e diminua o Estado para que possamos alcancar o que vc falou.
      E digo mais… ao inves de termos desconto pra carros que privilegia uma camada muito restrita da sociedade, o ideal e termos itens como medicamentos, acessórios, cadeiras de rodas, próteses entre outros itens que DE FATO sao imprescindíveis para boa parcela dos PNE/PCD, em especial os que não podem comprar um veiculo. Lembremo-nos de que vivemos num país onde a saúde ja está em morte cerebral na UTI…

      • Zé Mundico

        Concordo com cada vírgula. Realmente nossa percepção sócio-econômica é um tanto distorcida, o que nos leva a acreditar em remendos, gambiarras e soluções milagrosas.

        • mjprio

          Eu acho um absurdo num pais como o nosso se reclamar que falta uma tela ou um banco de couro por quem pode pagar 50 mil que seja num carro, quando muitos sequer podem ter acesso a uma prótese, um aparelho de hemodiálise ou uma medicação de prescrição continuada pra doenças crônicas, isso sem falar que a acessibilidade e inclusão social a portadores de deficiência neste país beiram o ridículo….
          Eu nem queria falar sobre isso pois sei que o apedrejamento e imediato…. mas é impossível como cidadão que já teve a oportunidade de olhar esses temas ao longo dos vários países que conheci e fazer de conta que esses problemas não existem…

          • Emilio Guerriero

            você vai entender quando estiver em uma cadeira de rodas.

            • mjprio

              Seu comentário e ridículo e traduz realmente a infância social em que este país se encontra… pelo jeito ficou doido em ouvir verdades. Deveria ficar doido e desejar isso pra quem te lesa a cada dia dando golpe atras de golpe. Pessoas como vc a gente nao deve desejar nada nem sentir nada alem de pena. Fico triste em ver que pessoas infantis do teu padrão se envolvem em discussoes sadias e maduras. Pelo jeito a sua ” deficiência” e em apenas entender como o país se encontra, mas talvez vc nao saiba o que varios pcd que nao podem comprar um carro passam todo dia. Lastimável

      • Antonio_Brust

        Isenções tributárias para PCD não é privilégio. Dá para coexistir, perfeitamente, descontos para veículos e todo e qualquer produto que possa atender a necessidade de quem precisa. Tenho PCD na família e é necessário um carro para transportá-lo e, não obstante, conseguimos desconto em medicamentos, acessórios, cadeira de rodas e inclusive as fraldas conseguimos “de graça”. Basta se informar que se consegue com relativa facilidade.

        Em qualquer país do mundo, principalmente os desenvolvidos, as pessoas iguais devem ser tratadas de maneira igualitária e os desiguais de maneira desigual, até o limite de sua desigualdade. Isso é princípio básico de dignidade, de empatia, de harmonia social. Nem todo mundo possui a mesma capacidade laboral, as mesmas oportunidades, a mesma facilidade de acesso ao que é oferecido.

        Devemos nos revoltar com as vultosas pensões militares, com o fato dos ativos e dos juros bancários, além das grandes fortunas, não terem incidência tributária, com o fato de helicópteros, jatinhos, lanchas não pagarem “IPVA”… enfim, devemos nos revoltar com a ausência de medidas que deveriam incindir sobre uma elite econômica, mas que não incidem, já que há diversas outras maneiras de planificar a economia sem medidas neoliberalóides que só servem para afastar o pobre dos direitos e necessidades mais básicas, cujo “assistencialismo”, palavra que soa tão pejorativa à classe média, nem de longe é o culpado por toda essa crise.

        • mjprio

          Algumas considerações sobre seu post:
          1) nunca considerei essa isenção “um privilégio”, mas como cidadão tenho direito de achar que a lei que a regulamenta e muito permissiva e da margem a golpes, vistos aos montes por aí. Como sou pagador de tributos como vc, tenho também o direito de ficar tão furioso como fico quando vejo um engraçadinho estacionando nas vagas que na verdade, são destinadas a PCD, idosos e agora gestantes ( hj mesmo vi o descalabro e reclamei com o vigia doe estacionamento que nada fez.)
          2) alguns dos privilégios a que vc se referiu tb são da revolta de muita gente, mas saiba que as (não tão) enormes pensões militares ja existem e a partir de 1999 a contribuição pra pensão foi aumentada e vigora inclusive na inatividade do militar, cabendo ressaltar que desde o Império os militares possuem montepio próprio. Ha muitas pensões e,porque não, vencimentos e proventos muito mais absurdos pra gente que pouco faz no Brasil. Vamos lembrar que em matéria de credibilidade o judiciário com suas benesses, polpudos salários e uma invulnerabilidade a processos disciplinares por mas condutas, perde em muito pros “milicos”, que viraram solução imediata pra qualquer descalabro que exista neste país.
          3) quanto a isenção do IPVA pros meios a que vc se referiu, ate acho justo, mas cabe ressaltar que eles devem ser declarados em IR e cabe a RFB a fiscalização, quase sempre feita de forma falha nestes casos. Quanto a IGF, esqueça, isso e papo de comuna… onde tentaram implantar a fuga de capitais foi absurda e pode levar um Estado a ruina.
          4) poxa, nao venha me falar sobre isonomia,por favor. Sempre fui um defensor ferrenho desse conceito que no Brasil é adotado de forma equivocada, pra não dizer ridícula. Afinal, nao vai tardar que um LGBT por sua escolha de gênero ou opção sexual tenha a mesma, ou maior prioridade para acesso a universidades ou cargos públicos,que seu parente que OBJETIVAMENTE possui restrições pra competir em igualdade ( assim como aqueles que possuem delicada situação socioeconômica) com quem não seja PNE, o que ,convenhamos é um absurdo.
          5) sobre o acesso a medicamentos e outros insumos de forma subsidiada ou gratuita como vc falou,pode ser que existam, mas na prática, a situação caótica que vemos diariamente me faz pensar que isso é acessível apenas a uma parcela da população e novamente digo,nao leva em.conta aspectos socioeconômicos. Saiba que nos 20 mil km de rios da Amazônia, somente 4 navios hospital da MB são a forma em que o Estado se faz presente pra atender as inúmeras comunidades ribeirinhas, com um custo muito menor que média nacional, gracas ao rígido controle sobre os gastos e o material fornecido pela Funasa.
          6) assistência e assistencialismo ao meu ver são coisas muito diferentes,e falo com a experiência de quem atuou em zonas de conflito na Siria e no Líbano pelo CS da ONU e realizou assistência medica em TODA a Amazônia por mais de 3 anos. O assistencialismo, ao meu ver , é sim um forma muito nefasta de alimentar este circulo vicioso que se alimenta da miséria e da ignorância de pessoas mais desvalidas. Veja a situação do NE, que deveria ser, mercê de suas condições, um grande polo industrial do país e hoje amarga índices, junto com a região N, de desenvolvimento humano,comparável aos dos piores países da África. E dizer que isso é culpa da classe média, a qual acredito que vc tb pertença é, no mínimo, injusto, pois ela trabalha, emprega e suporta nas costas uma carga tributária recorde ( 45% dos ganhos) pra que muitas concessões e subsídios possam ser concedidos, inclusive os dos PCD. Portanto isso me faz sim, crítico de muitas coisas que observo diuturnamente neste país que de forma paradoxal pede igualdade, mas divide seus cidadãos de toda a forma,inclusive em direitos, muitas vezes de forma equivocada,mal planejada e mal fiscalizada e mesmo nao sendo PCD acompanho talvez de forma até mais abrangente as dificuldades que este país tem de atender o quesito acessibilidade e inclusão para aqueles que toda e qualquer forma tem dificuldades desde o ir e vir até o sucesso profissional. Portanto,apesar de ser totalmente a favor de políticas que objetivamente façam inclusão daqueles que possuem alguma dificuldade e ainda que vc se sinta (sem.motivo) atacado por algo que tenha dito, acho-me sim,como cidadão, no direito de questionar COMO esse benefício vem sendo na prática concedido e de achar que ainda temos muito a vencer neste estado de infância social emque vivemos, que ha outras políticas mais inclusivas aos que precisam devem ser priorizadas, ao invés de reclamarmos que um veículo PCD vem sem RLL ou bancos em couro. Pra finalizar acho que as montadoras deveriam sim era priorizar o desenvolvimento e a oferta de itens que OBJETIVAMENTE tornem ps veículos melhores de serem guiados pelos PCD ou que lhes prestem melhor serviço e que esses itens sejam incluidos no teto de preço da lei (que poderia ate ser aumentado pra 80 mil dada a desvalorização). Acessórios a parte que visem conforto ou estetica ,assim como para qualqer cidadão seria objeto de aquisição separada sem isenção.

    • Roberto

      Não nada disso, e o lucro que vou ter quando vender o carro depois de dois anos? Vocês tem que pagar mais caro mesmo, pra depois eu vender o veiculo pela tabela fipe normal, sem contar o ipva que não paga também kkkkk, o pt foi uma mãe mesmo pra da esse beneficio pra gente.

      • Raul Pereira

        inveja nesse país é uma coisa que mata, mesmo. Sugiro que veja os relatos de alguns frequentadores PCD do site em outras notícias desse assunto antes de criticar quem tem alguma deficiência

    • Fabio Marquez

      Sinceramente, aqui no brasil é um picareta querendo passar a perna no outro, imediatamente após o corte de impostos os preços não cairiam. As montadoras, transportadores e concessionários transformariam os valores em lucro, justificando que não lucravam antes… É assim com alimentos da safra, gasolina quando o barril do petróleo cai e não seria diferente com os carros…

  • Edson Fernandes

    Curiosamente da versão que eu vi na Concessionaria(para PCD) e essa citada com os itens citados, se tornou interessante.

    Pois na concessionaria, era mais vantajoso pensar no C3 Exclusive que é bem melhor equipado que a versão que estava na concessionaria no qual visitei. Espero que seja uma revisão dos itens de série já que é relativamente bem equipada. E tem até “ar digital” já que aquela telinha faz essa função.

    Não achei tão ruim, ainda que não tenha como produto me agradado.

    • Edu

      Parece que a PSA pensou melhor e resolveu oferecer essa versão um pouco mais equipada que a anterior para PCD.

  • Eric PB

    Parou este carro em um semáforo e achei pequeno, nas fotos dava impressão de ser maior. Ao mesmo tempo parou um sandero estepway dos mais novos e o sandero aparentava ser mais alto.

    • Anderson Trajano

      Ele tem as mesmas dimensões de um SUV compacto, mas na prática parece mais um Hatch pela pouca altura. Outro detalhe que também denuncia essa diferença, é a posição de guiar mais baixa e com as pernas mais esticadas.

      Para mim de boas, eu compraria sem medo pois a altura está ok e o espaço também. Porém, é sabido que para o consumidor BR, quanto mais alto melhor.

      Pelo menos ele consegue ser diferente dos demais.

      • Eric PB

        Concordo com o que vc citou. Mas eles deveriam analisar melhor o mercado em que estão jogando. Aqui o preço do carro (tem de ser) proporcional ao seu tamanho e porte/presença.

        • Jorge Castro

          brasileiro na sua maioria compra carro por metro

          • Tom Costa

            Antes era por metro horizontal, agora é por metro vertical.

            • kkkkk maioria compra mais, é por beleza do carro e se for japones ou coisa do tipo… se for bonito o desenho dele e td mais, o carro vende, como agua..

  • Danilo

    Essa versão na verdade leva só o nome de Feel, porque nos equipamentos parece a Live mesmo. Eu comprei um no lançamento e veio com rodas de 17″ ao invés de 16″, e faróis de neblina com função Cornering light (acende conforme seta os esterçamento do volante). Itens inexistentes na Live, mas presentes na Feel. A Citroen fez alguma bagunça aí nas versões, só pode.

  • PPRoach

    Se eu quiser comorar este carro por 70 mil mesmo, já que não tenho direito a isencao de impostos, posso?!L

    • Roberto

      Não, a versão com cambio automática mais barata é 85 mil parece.

    • Vitor

      Não igual a essa apenas uma parecida, pode comprar a versão de 68 mil que perde apenas a camera de ré controles de tração estabilidade e assistente de partida em rampa e o cambio automático

  • Tom Costa

    Pelo que entendi lendo sobre pcd, tenho direito ao desconto por ter sofrido um acidente que precisou reconstruir a cabeça do úmero direito com 9 pinos. Por conta do deslocamento da musculatura na cirurgia, fiquei com um pouquinho de limitação na amplitude e movimentos bruscos me causam dor considerável(minha carreira de goleiro abaixo da linha do amador foi encerrada). Além de duas hérnias controladas e um pectus excavatum controlado e não muito visível.

    Não acho que casos como o meu deveriam ter direito a esse desconto, metade a população tem algum problema desses. Casos mais graves de lesões e outras doenças graves sim. O Brasil respira populismo, seja de esquerda, e agora de direita.

    • Marcos Souza

      Depende do ponto de vista, se a sua limitação vai te trazer problemas pra dirigir carros manuais por exemplo, acho que o desconto é bem vindo.
      Veja o meu caso. Eu tenho síndrome do túnel do carpo. Às vezes estou com dores fortes nos pulsos e braços e usar carro manual se torna doloroso. Soma isso aos 3000km que eu dirigia na época.
      Em 2013 eu troquei de um manual pra um carro automático por causa disso e não sabia que tinha direito ao desconto. Sinceramente, se eu não tivesse dores ao dirigir eu nem teria trocado de carro na época.
      Agora, quando for trocar de carro novamente, vou procurar o desconto pois um carro automático(que é o que eu preciso) é mais caro que um manual.

      • Tom Costa

        A questão é essa, mesmo com limitações que não interfiram o ato de dirigir, há o direito. Essa é minha crítica.

    • Zé Mundico

      Olha, não sou advogado nem médico, mas sei que existe uma diferença entre invalidez e incapacidade laboral. Até mesmo na incapacidade existe uma diferenciação entre incapacidade temporária e incapacidde laboral definitiva, que é aquela que te deixa incapacitado para determinada atividade, mas não inválido.
      Conhecí um senhor que era motorista de uma empresa de transportes que sofreu um acidente de caminhão e perdeu parte do movimento de uma perna. Não pode mais dirigir carreta mas fez reabilitação e hoje dirige táxi sem nenhum problema. Enfim, cada caso é um caso…

      • mjprio

        Isso também acontece por exemplo, no meio militar, onde há, inclusive uma especialização e uma avaliação da disponibilidade orgânica para cada tipo de atividade.

    • mjprio

      O seu relato muito sincero e louvável pra mim e apenas a ponta do iceberg de um assunto delicado e complexo,tal qual a condição sócio-econômica, cultural e até mesmo moral do nosso país, estimulado, muito bem falado por vc, por uma política nefasta que tende a dividir a sociedade e estimular, até certo ponto uma individualidade que faz a gente deixar de enxergar o país como uma sociedade única e coesa

  • Andre Quesada Santos

    Desculpem, gosto muito do NA, más finalmente só se for para a PSA, pois vendas diretas são a única saída para empresas do grupo, visto que são horríveis de mercado. Veja nas ruas se você encontra um veiculo PSA usado íntegro…

    • Luciano

      O meu tem 4 anos e está novinho ainda.

    • Michel

      Putz, é sério que vc falou isso? vc acha o que? que os carros do grupo saem da loja e desmontam na esquina? cara pelo amor de Deus uma coisa é vc não gostar da marca mas não diga um absurdo desse.

    • Tom Costa

      Carro é dono. O que acontece muito é que gente que não tem poder aquisitivo pra manter um carro, se aproveita do valor irrisório da maior parte dos franceses usados. Aí usa até cair e não fazem a correta manutenção. Aí meu amigo, não tem carro que aguente.
      Tive muitos carros franceses, aproveito o valor da compra abaixo dos concorrentes, mas mantenho a manutenção toda em dia. Uso atualmente um 408 2.0 manual, dentro parece novo, fora apenas o desgaste natural da pintura de um carro que tem quase 7 anos.

    • Zé Mundico

      Vejo diariamente carros da Peugeot e Citroen com mais de 10 anos de uso em perfeitas condições. Eu mesmo conheço donos de Peugeot 3008, C4 Picasso e Xsara que não trocam seus carros por nenhum Onix ou Sandero da vida…

  • Giuseppe

    Interessante. Menos depenado do que muitos concorrentes.

  • Zé Mundico

    Rapaz,taí uma boa ideia……

  • Emilio Guerriero

    espero que você que está criticado este benefício nunca precise de uma cadeira de rodas para se locomover aí você vai entender porque temos alguns benefícios pois só quando as pessoas estão dentro de um problema é que percebem a gravidade do mesmo. um exemplo para os leigos, se um filho do seu vizinho morreu você diz morreu que pena e se você sente muito, agora se for o seu filho o que você sente?

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