Citroen Mercado

Citroën quer vendas 50% maiores este ano e rede com 190 lojas

Citroën quer vendas 50% maiores este ano e rede com 190 lojas

A Citroën está empenhada em virar o jogo e ampliar as vendas em 50% este ano. A marca parisiense, que completou 100 anos de história em junho, lançando aqui edição especial comemorativa em quatro modelos, pretende ainda ter uma rede com 190 lojas e ter um produto novo por ano até 2023.


Atualmente em 13º lugar e com 11,6 mil emplacamentos nos primeiros cinco meses, a Citroën já está com 46% de alta nas vendas em comparação com 2018, ano que fechou com 20,3 mil vendidos para a empresa.

A estratégia de aumentar os emplacamentos está centrada no crossover C4 Cactus, que tem bom desempenho no mercado nacional desde o lançamento em 2018. Com 6,6 mil vendidos em 2019, o utilitário esportivo tem média de 1,5 mil mensais, mas a Citroën espera atingir a meta de 2 mil por mês até o fim do ano.

Citroën quer vendas 50% maiores este ano e rede com 190 lojas


Com um portfólio que pede renovação, a Citroën promete um lançamento por ano até 2023, sendo assim quatro modelos, não revelados pela marca, mas com alguns produtos no radar. O primeiro deles deverá ser o C5 Aircross, SUV médio que deve assumir a posição das minivans C4 Picasso e Grand C4 Picasso, que já não são mais vendidas aqui.

A marca promete surpreender o consumidor com os próximos lançamentos, que pretendem ser inovadores, como apontou Ana Theresa Borsari, presidente da Citroën. Ela revelou que nem todos serão feitos no Brasil e Argentina. O C5 Aircross é feito na França, mas a plataforma modular CMP em El Palomar, favorece um sucessor do C4 Lounge, assim como do C3.

A Citroën terá um SUV compacto de até 4,00 m na Índia e que deve ser um produto para mercados emergentes, já sendo comentado por lá sua comercialização na América do Sul. Obviamente este produto será regionalizado, quem sabe até tome o lugar do Aircross em Porto Real.

Citroën quer vendas 50% maiores este ano e rede com 190 lojas

Em relação ao mercado, a Citroën quer ampliar a rede para 190 lojas e para isso prevê expansão para as regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte, onde tem presença muito baixa. A estratégia é ter com a Peugeot, lojas compartilhadas, tendo show rooms separados, mas com a mesma oficina no fundo da loja.

Borsari aponta que a rentabilidade para o revendedor é três vezes maior com duas marcas diferentes num mesmo local. Cada espaço terá sua própria identidade, a fim de preservar as marcas, que possuem características bem distintas.

[Fonte: Automotive Business]

 

A Citroën

Citroën quer vendas 50% maiores este ano e rede com 190 lojas
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Ricardo de Oliveira

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 23 anos. Há 12 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.

  • Ueldes Damasceno

    Como conseguir esse milagre? 190 lojas pra vender 3 produtos?

    • T1000

      Tranquilo, 50% de pouco continua sendo pouco.
      Boa sorte pra eles.

  • Samuel Almeida

    Abaixo os preços que consegue

    • Roberto

      Tem no mercado a única minivan com preço competitivo: C3 Aircross Start era 50 mil. Mas você não consegue comprar.
      Na loja só tem versão de 70 mil…

      • Ernesto

        Então não tem.

      • Saymon Erickson

        É o famoso “tem mas acabou”.

        • Edson Fernandes

          “E se vc quiser temos a de R$70000 que podemos aplicar um descontinho….”

          • Saymon Erickson

            Sempre, né? rsrsrsrsrsrsrs…

    • lucas de jesus

      Seria mais fácil se não houvesse tanto impostos nos veículos, maior parte do preço do carro é mais culpa do governo que da montadora.

  • Faheina

    Dica de beleza:
    renove os produtos ou Rebaixe os preços consideravelmente.

    • Dead Lock

      O maior problema da Citroen é que o público acha que ele não é nem um pouco confiável. O mercado secundário é fraco, o que significa que se vc comprar um novo a desvalorização é grande. Fora algunss probleminhas que sempre aparecem para incomodar. NA, retire o em do título.

      • Deadlock

        Muitos falam que é preconceito de parte do povo contra as francesas. A QR está testando um Kwid, que está com 53 mil km e, segundo a revista, está batendo em todos os lugares, ou seja, o carro está uma bateria, nota zero…

      • Gran RS 78

        E não são confiáveis mesmo, pelo menos no meu caso, que não quero mais saber de nenhum modelo dessa marca.

        • Edson Fernandes

          E pra vc ver…. eu sou totalmente o inverso….rs

  • EGITO

    Conversinha antiga que nunca acontece!

  • Zé Mundico

    Complicado querer aumentar audiência sem ter elenco nem programação.
    E se quiser trazer o C5 da França, vai bater cabeça com o 3008, que também vem de lá. Será que alguém lá na PSA não lembrou disso?
    Aliás, esse o maior problema de empresa automotiva que detem 2 marcas, ficar batendo cabeça e fazendo gol contra.

    • O C5 Aircross, embora use a mesma plataforma do 3008, tem bastante diferenças estéticas e até técnicas, com a suspensão nova da Citroen. O acabamento é bem mais simples que o 3008 (plástico duro nas portas, por ex), mas tem as citroenzisses de sempre, desenho diferente, interior ‘estiloso’, no caso essa suspensão nova, que parece ser bem interessante, sem ser um fardo pra manter depois como as antigas hidráulicas… quem gosta da marca, vai curtir.

      • Eric PB

        Exato, são carros distintos. Uns vão se identificar mais com o 3008 e outros com o C5, melhor ter duas ofertas pro consumidor do que apenas uma.

  • Marcos Carvalho

    Se eu fosse a citroen ficaria só na linha DS mesmo, acredito que venderia o aceitável se vendessem a um preço abaixo das premium e com recompra como a caoa tá fazendo com chery…

  • Leonardo Caldas

    Depois de todos os aborrecimentos e frustrações que tive na Citroen, eles vão ter que se esforçar para me convencer a comprar outro carro deles.

  • Deomar Costa

    Coitados com elenco desses não vão conseguir, nem com esse preço de carros.

  • leitor

    As dicas daqui foram dadas. Se querem ter importância aqui têm que ouvir aqui. Claro que existem mercados mais interessantes que o brasileiro. Mas as regras e padrões de fora não valem tanto no Brasil. Se com culturas diferentes já se precisa mudar estratégia imagina com diferença gritante de realidade.

  • Dod

    Só acredito vendo. A PSA tem bons carros, sempre fui defensor dela e inclusive já tive um Peugeot 2008, que como produto não me deu dor de cabeça mas a marca sim. Depois da palhaçada que a Peugeot fez aqui em Natal eu nunca mais coloco outro PSA na garagem.

  • Robson

    Tenho Peugeot 208 Griffe aut., e um 207 1.4, muito bons carros, sendo o 207 uma grande relação custo-benefício, no entanto a PSA precisa ampliar e muito o estoque de peças nas concessionárias, as quais precisam se estabelecerem com maior estabilidade, pois se abrem e fecham, a exemplo da citroem em Petrolina PE, ficam sem confiabilidade.

  • Jean Lehn

    Joga a PSA Brasil na mão do Marketing da CAOA pronto resolvido o problema CITROEN E PEUGEOT AS MELHORES MARCAS DO MUNDOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

  • Claudio Fiorini

    50% maiores? O que vão fazer? Vender pizza ?

  • Marcos S. Campos

    Problemas todos tem, por exemplo, a VW oferece GOL, FOX e POLO. Praticamente a mesma coisa, somente o POLO parece mais moderninho, o FOX a VW faz de tudo para matar o produto e o GOL é feito a machado. Agora que o GOL contiua a vender bem, eles sempre estão no dilema de qual matar. Pena que o entre-eixos dos três é pequeno e o passageiro de trás tem que ir apertado há mais de trinta anos. Até o Santana Quantum é mais confortável no espaço interno. O país é enorme mas o motorista de carro popular tem que andar em carro apertado, com porta malas pequeno. Outro problema é que na teoria são econômicos e na prática só são econômicos quando rodam com um passageiro. Se algum deles faz 12 km/l na cidade já tem que ficar feliz, mas os mais econômicos não fazem mais do que 13,5 km/l na cidade. A eficiência energética é muito baixa, o carro é muito simples, mas continua caro.

  • V12 for life

    Fácil, basta lançar um SUV abaixo do Cactus, as vendas dobram.

  • Tosca16

    Do grupo, prefiro que fosse a Peugeot.

    • Peugeot precisa urgentemente de novos produtos.
      Veja o que o Cactus está causando na Citroen… e olha que nem um modelo exatamente alinhado com o que o público de SUV’s tem buscado hoje em dia.
      Convenhamos que o 208, apesar de ser um modelo bonito e bem equipado, está datado frente aos modelos mais modernos como Polo e Yaris. O 2008 também é um modelo bem equipado e com bons atributos, mas nasceu do 208 e também apresenta o peso da idade de sua plataforma, estando mais para uma perua que peca pela falta de espaço que se procura em um veículo que se propõe a ser familiar. E acabou a linha Peugeot nacional, são só esses dois modelos. Aí não tem como ter vendas mais robustas.
      Tudo bem, temos o 3008, mas é um modelo importado de preço elevado, com pouco potencial de vendas significativas.
      Portanto, ou a Peugeot traz uma vasta gama de lançamentos nos próximos anos, ou as vendas vão continuar quase insignificantes.

      • Tosca16

        Ainda acho o 208 acima de Onix, Ka e HB20; HB20 mesmo que ficou tempo demais sem nada de novidade, só agora que irão de fato vir com nova geração. Mas concordo que o 2008 não é algo moderno e novo, mesmo agora com frente reformulada e opção em breve de câmbio automático; e que os demais modelos são caros, nichados. Mas creditava algum modelo no lugar do antigo 408 que saiu de linha, creditava também algum modelo que pudesse ser o ressurgimento das picapes da marca, mas sobretudo creditava numa nova geração do 2008.

  • Triton

    Interessante que Citroen, Peugeot, Chery e Mitsubishi estão com números bem próximos nas vendas mensais. Atualmente, essas marcas possuem 99, 94, 64 e 131 concessionárias, respectivamente. Parece que, proporcionalmente, a Chery já está vendendo mais. Ponto para a CAOA e para os novos produtos.

  • Henrique

    Tem que ser mais agressiva no mercado, preços ainda mais competitivos do que os concorrentes e ofertar produtos e serviços com qualidade superior.
    Veja o 208, muito bem elogiado aqui. Mas os contra dele (quando lançou) eram gritantes:
    – Não tem abertura interna do combustível;
    – Cambio automático de 4 marchas ruim;
    Corrigiram na versão mais nova, porém:
    – Houve corte parcial nos leds diurnos;
    – Retiraram os paddle shfit;
    Foram que deram mole em não lançar esse ano o novo 208. Com a vinda do Onix e Hb20 tinha que chegar batendo de frente.

    Tô falando mal, mas será o meu próximo carro :D. Esperando sair mais opções de usados com o novo cambio automático.

    • Eu discordo bastante deste diagnóstico.
      Problemas da PSA são:
      – Portfólio restrito e pouco atraente, quase sempre pouco antenado com o que o mercado procura;
      – Imagem chamuscada pelo mau pós-venda da década passada;
      – Baixo número de concessionárias.
      Veja bem, eles poderiam ter mantido os leds diurnos, os paddle shifts ou mesmo ter colocado a abertura interna do tanque. Sabe quantos 208 teriam sido vendidos a mais por conta disto? Nenhum. Do mesmo jeito que a troca do câmbio de 4 para 6 marchas não mudou o panorama das vendas para a linha compacta de Peugeot e Citroen.
      Bem, temos um número enorme de exemplos de modelos em nosso mercado que vendem bem mesmo tendo relação custo x benefício ruim, com pouca oferta de equipamentos e preços nas alturas. Não é por aí.
      Para começar, precisam de SUV’s mais voltados para o que o mercado espera. Apesar de o Cactus estar vendendo relativamente bem (se considerarmos o que a Citroen tem tradição de vender), convenhamos que os dois SUV’s compactos do grupo fogem do que o mercado espera para esse tipo de carro. O 2008 está muito mais para uma perua compacta, e o Cactus é mais um hatch compacto altinho, mais na linha do que vemos no W-RV.
      O 208 é um excelente produto, belíssimo em design, bem equipado em todas as versões (em especial quando considerado o preço), construtivamente e dinamicamente superior aos concorrentes que o mercado enxerga para ele (Onix e HB20 estão muito mais para o nível do Gol do que para compactos premium), mas está datado, e a PSA tem o costume de manter seus produtos em linha por muitos e muitos anos, sem mesmo apresentar um face-lift digno ao longo dos anos. Fica muito complicado de vender.
      É necessário que o grupo fique mais atento aos sinais de mercado. Hoje o que vende é SUV, Compactos de porte um pouco maior (vide Polo e Virtus) e linha de entrada
      A PSA não tem nada nesses filões. A melhora gradativa do pós-venda está em curso já a um bom tempo, sendo que a Peugeot já tem sido muito bem avaliada na sua atuação. A mudança na linha é o ponto chave para um futuro melhor nesse momento.

      • Retrato do Papai

        só discordo do “excelente” para o 208, para mim ele é um produto apenas ok, se destaca em alguns pontos (como design e comportamento dinâmico) mas peca em outros (péssima segurança, avaliação do crash test pior até que a dos populares onix, ka, kwid etc., não tem sequer as barras de proteção laterais, câmbio manual ruim)

        • O 208 que minha esposa tem é automático. Mas por oportunidade de uma reparação feita no carro dela por uma colisão traseira, ela ficou com o carro reserva do seguro por 15 dias (um 1.2 puretech manual). Confesso que não me ressenti de qualidade para o câmbio manual dele.
          Quanto ao problema das barras laterais, é realmente ruim que a Peugeot do Brasil tenha pecado nesse quesito. Ao menos o carro de minha esposa conta com 6 airbags. O latin Ncap nunca testou a versão Griffe do 208 para avaliar as bolsas extras.
          Mas, trocando em miúdos, a avaliação “excelente” vem da habitabilidade, conforto, comportamento dinâmico e nível de equipamentos que o carro proporciona. A perte da segurança passiva realmente poderia melhorar bastante, inclusive com a adoção de controles de estabilidade.

          • Edson Fernandes

            E silencio a bordo que é digno de um carro de porte médio.

      • Fernando Oliveira

        Concordo com o seu diagnóstico e acrescentaria mais um, que é o reflexo dos problemas citados:

        – Altíssima desvalorização.

        Eu mesmo possuo um veículo da PSA(Aircross), que adquiri usado na concessionária Citroen. No entanto, ainda não tenho coragem de comprar um 0KM do grupo, justamente devido a desvalorização quase compatível com marcas de modelos considerados premium. Me perdoem, sei que a compra de um veículo está longe de ser um investimento, porém, dou muito valor ao meu “suado” dinheiro. Assim como eu, há milhares de consumidores que reconhecem a qualidade dos carros da PSA, gostam do design, mas pensam 10x antes de “coçar o bolso”. Este fato por si só, é fatal para as pretensões de uma montadora, quando observamos como o mercado brasileiro se comporta.
        Há muito trabalho a ser feito pela PSA para conseguir seus objetivos. A questão não é somente preços competitivos (as chinesas que o digam) ou oferecer carros supercompletos. Sem a confiança do consumidor, a PSA continuará com suas vendas pífias, infelizmente.

        • Sim, mas a desvalorização é consequência direta da imagem arranhada, o que gera baixa procura dos usados e, consequentemente desvalorização acentuada.
          Mas eu te digo que a coisa vem mudando devagar. Eu tive um C4 Lounge por 4 anos e consegui valorização compatível com os players do mercado na troca (37,5% em 4 anos – 72000 km).
          Claro, a troca foi por um modelo Citroen zero km. Provavelmente se trocasse por um veículo de outra marca, teria que encarar uma desvalorização bem maior. Mas já é um começo os revendedores da marca me pagarem praticamente tabela FIPE no usado.
          Hoje estou com um Aircross, como você. Excelente carro. A Citroen deu atestado de recompra por tabela FIPE. Vejamos como será na revenda.

      • Henrique

        Você não discordou de mim, apenas completou :)

        • Mais ou menos isso… rs. Concordamos no veredicto da falta de penetração das marcas da PSA no mercado.
          A discordância é só no fato de que equipar mais ou manter equipamentos previamente existentes melhoraria algo para as vendas. Não acredito que fariam diferença.
          Abraço, meu amigo.

      • Edson Fernandes

        Eu já discordo de alguns pontos do 208.

        Um deles está no fato dele hoje tem um versionamento não adequado. Vamos lá….
        Temos na Peugeot hoje:
        – 208 1.2 Active pack
        – 208 1.2 Active
        – 208 1.2 Allure
        – 208 1.6 Active Pack
        – 208 1.6 Griffe
        – 208 1.6 THP GT

        Seguindo a um carro de relativo sucesso e portanto vou cita-lo como exemplo:
        – Polo 1.0 mpi
        – Polo 1.6 MSI
        – Polo 1.6 MSI AT
        – Polo 1.0 TSI AT Comfortline
        – Polo 1.0 TSI AT Highline

        Percebe aqui o problema?

        Você vai me dizer que a VW coloca opcionais e não são baratos, eu concordo. Só que nos voltamos a comparar os rivais em preço….

        Chegamos a versao 1.0 do Polo bate de frente com a active 1.2. As active pack e allure batem de frente com o MSI 1.6 e comfortline 1.0 TSI(sem pacote)

        Proximo passo é o Griffe que bate de frente com as Comfortline e Highline.

        Até o Polo não ter sua versão GTS, o GTé absoluto em preço e em equipamentos para um compacto. Esse ntão fora da curva.

        Então vemos aqui que a VW tem muito a ofertar perto das versões Active, Active pack e Allure (que não faz o menor sentido nao existir um allure manual 1.6 e AT hoje em dia). E o preço das versões 1.2 provocando a escolha por outros produtos com mais motor. Não exagerando, o que me chama atenção é um Allure 1.2 custar altos R$65000. Vc vai me dizer dos 4 air bags e ar dual zone e teto panoramico….

        O Polo ataca com a parte da segurança sendo ESP, multicollision brake, motor 1.6. Quer ir numa variante automatica? Aí vc enfrenta um Polo que pode ficar mto bem equipado com recursos que o 208 não oferta de longe. (e alguns deles até o GT não possui). Mas… 208 oferta 6 air bags (portanto tem o air bag de cortina e o teto panoramico). Não me parece suficiente a considerar a partida por botão, mesmo ar digital de uma zona, pode ter painel multimidia, uma central mais moderna, sensores dianteiros (que o 208 perdeu, vc pegou o que ainda tinha…rs), camera de ré e evolução na montagem de carroceria.

        Isso pq se citarmos aqui o TSI, temos um motor com uma diferença notavel de potencia. E a Peugeot pode ter tudo isso que não deixaria o Polo seguir absoluto. Mas pra mim o erro é a precificação das versões que poderiam ter valores menores e mais corretos. O Griffe pra mim diante dos cortes, não me entra na cabeça ficar acima dos R$70000.

        • Todas as suas ponderações são racionais, meu amigo. Mas ainda assim eu não acho que se a Peugeot levasse a cabo todas essas suas ideias ela teria uma aumento significativo nas vendas.
          Por muitos anos o 208 foi um modelo bem acima da concorrência em características de montagem, equipamentos, preço (custo x benefício), e nem por isso teve vendas realmente expressivas em algum momento.
          O Polo é um projeto bem mais recente, e acaba sendo complicado comparar o VW com o Peugeot, que já está datado.
          Só mesmo a chegada de um 208 montado sobre a CMP volta a equilibrar o jogo.

          • Edson Fernandes

            Concordo contigo. Eu havia lido seu comentário para outra pessoa depois de ter postado minha resposta. Mas creio que ajudaria ao menos a marca, a ter o entendimento que “está em consonancia com o que o mercado oferece”.

            Algo que a Toyota fez no Etios e depois no Corolla(ESP). E atualmente vc só encontra versões com ESP do Etios (a versão de entrada existe e é anunciada, mas na concessionaria só tem com ESP a preço da versão sem).

            Então pouco detalhes que ela retirou ou deixou de ofertar que poderiam ao menos dar uma percepção para quem não é conhecido da marca. E eu teria um 208 viu. Mas teria que ser a mesma variante do carro de sua esposa.

            O mesmo vale para o C4 Lounge que perdeu muito perto do qual vc tinha.

            • É. Um dos motivos pelo qual não animei a ter outro Lounge foi a eliminação de muitos equipamentos que me eram caros, como sensores dianteiros e traseiros, de presença lateral, o rebatimento dos retrovisores e até a ponteira cromada do escapamento.
              E mesmo o novo painel não me agradou. O antigo, apesar de analógico, tinha uma tela em TFT no centro que repetia informações de áudio, de GPS e também apresentava velocímetro digital. Isso tudo sem falar no visual novo da dianteira, com o qual não consegui me acostumar. Ele ficou muito “tiozão”.
              Acaba que por incrível que pareça, o que eu tinha de gadjets no C4, eu tenho no Aircross. Tirando a partida sem chave e a abertura interna do tanque, o resto está lá. E te confesso que a acomodação dentro do Aircross é mais racional que no Lounge. Pricipalemente eu, com meus quase 2 metros, me encaixo bem demais na vanzinha.
              Claro, tem a segurança passiva (calcanhar de aquiles do Aircross), onde o C4 tem os airbags laterias e de cortina e o ESP, além de Isofix. Mas convenhamos que o C4 me sairia por cerca de 30 mil reais a mais.

              • Edson Fernandes

                Eu confesso que qdo fui conhecer o Lounge(atual) me desanimei também. Uma supressão de itens com preço maior que não faz o menor sentido. O mesmo vale para o Jetta sem sigla de versão.

  • ocampi

    O problema de fato é vc chegar na concessionária e o cara avaliar 80% tabela fipe do usado. Bastaria pagar 100% tabela fipe e dar emplacamento e IPVA para aumentar mais de 50% das vendas.

  • João Senff

    Todo mundo fala coisas na base do achismo . Aqui em casa eu e minha mulher temos um Ford Ka 2019 e um Peugeot 3008 Griffe Pack 2019 . Antes tínhamos uma Compass 2018 que só deu dor de cabeça . E procura na NET que vai ver que tem várias com o mesmo problema. Já na 3008 nada a reclamar nem no pós venda.

  • hinotory O

    A citroen pega um hatch minúsculo, deixa ele mais alto e vende como SUV. Que empresa..

  • lucas de jesus

    Espero que desses lançamentos ate 2023, o C3 chegue por aqui, um dos poucos hatches compacto premium que é mais ousado no seu visual.

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