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Xantia deu continuidade à ousadia tecnológica da Citroën

Xantia deu continuidade à ousadia tecnológica da Citroën

O Xantia foi um carro que deu continuidade à ousadia tecnológica da Citroën, chegando ao Brasil depois do XM com sua suspensão hidropneumática revolucionária.


Projetado por Bertone e sucessor do clássico Citroën BX, o Xantia durou nove anos em produção e teve 1,2 milhão de unidades produzidas, tendo sido construído em carrocerias hatch e perua.

O interessante desse francês é que foi produzido também no Irã, mas somente após o fim da produção na França, mantendo-se mais nove anos em linha de montagem no país do Oriente Médio. Ele inspirou o Citroën Xsara em estilo.

Assim, de 1991 a 2010, o Citroën Xantia esteve sendo montado pela PSA e SAIPA. Além da suspensão Hydractive, o modelo também dispunha de outra tecnologias, as barras anti-rolagem ativas.

Xantia

Xantia deu continuidade à ousadia tecnológica da Citroën

Desde tempos imemoriais a Citroën vem explorando inovações tecnológicas que colocaram seus carros na vanguarda automotiva e esse legado dura até os dias atuais, sendo que no meio do caminho, o Xantia foi um dos destaques.

Iniciando com o Traction Avant e depois com o clássico DS, a Citroën sempre explorou um rodar macio e sem oscilações, que permitisse aos ocupantes ter quase a sensação de que estavam em casa.

Assim, uma suspensão que trabalhasse bem isso, era fundamental. Na altura em que o Xantia apareceu, a marca parisiense já era bem experiente no sistema hidropneumático e havia feito uma revolução com o icônico XM pouco antes.

Quando chegou ao Brasil, o consumidor local já havia sido impactado pelo XM, que era anos-luz adiante de qualquer carro nacional da época. O Xantia não ficou muito atrás, levando a vantagem de ser menos exótico, porém, não menos especial.

Xantia – Estilo

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O Xantia seguiu um estilo mais limpo e funcional que o XM e bem mais moderno que o BX. Com linhas mais fluidas e boa área envidraçada, o hatch francês tinha frente baixa e entre-eixos longo.

Medindo 4,440 m de comprimento, 1,755 m de largura, 1,388 m de altura e 2,740 m de entre eixos, o Xantia  permitia aproveitar bem o espaço interno com versatilidade e conforto.

Com essa base tão longa, seria de imaginar o mesmo raspando em nossas lombadas e depressões, mas a Hydractive era um recurso que os carros comuns não tinham e tais obstáculos não seriam um empecilho para o francês.

A frente tinha faróis duplos retangulares e bem afilados, que ainda tinham piscas separados, tudo num conjunto de lentes claras. Já a grade era pequena e tinha pequenas lâminas, como um barbeador, e o duplo chevron.

Xantia deu continuidade à ousadia tecnológica da Citroën

Na versão VSX, que foi a que chegou ao mercado brasileiro em 1994, o Xantia trazia para-choque com parte superior em acabamento preto e friso cromado, tendo abaixo uma grade retangular e dois faróis de neblina.

Nessa configuração, o Xantia VSX tinha ainda maçanetas embutidas em cor preta, assim como os retrovisores. As laterais eram protegidas pelo mesmo acabamento com friso cromado, reproduzido atrás no para-choque.

O Xantia tinha lanternas horizontais levemente escurecidas e cortadas pela grande tampa do bagageiro, que era pronunciada em relação às colunas C. O francês era de fato um notchback, assim como o Ford Escort da época.

Com linha de cintura baixa e grandes janelas, o Xantia tinha uma boa visibilidade para o exterior e as colunas C apenas reforçavam a imagem de robustez do produto. Essa vigia traseira ainda vinha com limpador, lavador e desembaçador.

Xantia deu continuidade à ousadia tecnológica da Citroën

As rodas de liga leve tinham desenho bem harmônico para a proposta do Xantia, que ainda tinha antena bem pronunciada no teto, perto do para-brisa, bem como repetidores de direção nos para-lamas.

Por dentro, o Xantia tinha um painel bem equilibrado, que trazia um agrupamento de instrumentos no lado do motorista, deixando-o com diversas funcionalidades à mão.

O cluster era amplo e tinhas mostradores grandes para velocímetro e conta-giros, ficando os pequenos para nível de combustível e temperatura da água. Ao lado ficavam os difusores de ar centrais, assim como o relógio digital.

Um sistema de áudio integrado em um painel grande, incluía um display digital e um toca-fitas. O ar condicionado era dotado de alavancas, mas era automático.

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O volante de quatro raios vinha com comandos de mídia e ajuste em altura. O Xantia chamava atenção por um teclado numérico sobre o túnel central, logo à frente da alavanca da transmissão.

Trata-se de um sistema de segurança que permitia liberar a partida apenas com um código, mesmo tendo a chave original do carro. Todo o ambiente tinha revestimento soft na parte superior do painel e portas.

Na lateral esquerda, havia dois difusores de ar na vertical. O piloto automático era acionado no painel e ajustado em uma haste na coluna de direção. O seletor de marchas tinha manopla tipo manete. Havia ainda cinzeiro com fonte 12V acima.

O porta-luvas era grande e tinha iluminação, além de chave. As portas tinham apenas comandos dos vidros dianteiros, já que os traseiros (para quem estava na frente), ficavam entre os bancos. O passageiro ainda tinha uma barra no painel.

Xantia deu continuidade à ousadia tecnológica da Citroën

Entre os bancos dianteiros, ficava o ajuste de altura da suspensão hidropneumática, lembrando que havia duas versões da mesma, sendo uma convencional e a Hydractive eletrônica, que era oferecida apenas na versão Activa.

Atrás, o espaço para as pernas era generoso e o Xantia trazia bancos bem confortáveis na frente e atrás, sendo que o traseiro tinha também cinto de três pontos para o quinto passageiro. Os porta-revistas eram ampliáveis também.

No teto, as alças eram embutidas no acabamento e as luzes internas eram nas colunas B. As portas traseiras tinham comandos dos vidros e acabamento igual às da frente. O porta-malas tinha apenas 317 litros e abertura por botão.

Activa, V6 e Break

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O Xantia chegou ao Brasil nas versões 2.0 8V automática e 2.0 16V manual. Mais adiante, o francês recebeu a versão V6, além da Activa 2.0 e Activa V6 3.0. Estas duas últimas vinham com as barras anti-rolagem ativas, daí o nome.

Na versão V6, independente de ser ou não Activa, o visual incluía lavador de faróis, rodas maiores, persiana no vidro traseiro, bancos em couro natural, acesso ao porta-malas e teto solar elétrico.

Além disso, trazia ainda apoio de braço central na frente e atrás, volante em couro, modo de endurecimento da suspensão, sensor de chuva e retrovisores com tilt down.

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Uma curiosidade era que os apoios de braço das portas dianteiras tinham porta-objetos grandes, ocultos. Era uma medida também de segurança contra furtos.

O Xantia teve ainda a versão perua Break, cuja carroceria era feita pela Heuliez – um fabricante de minicarros diesel, chamados de ciclomotores na França – chegando aqui apenas na versão GLX 2.0 manual ou automática.

Ela tinha 4,712 m de comprimento e tinha porta-malas com 512 litros de capacidade, podendo ser ampliado para 1.690 litros. Hoje em dia é um modelo raro nas ruas brasileiras.

Atualização

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Em 1997, o Xantia ganhou um facelift, que introduziu novos para-choques, mais envolventes e dotados de acabamento superior na cor do carro, ainda que as molduras apresentassem linhas que remetessem aos protetores anterior.

Os faróis de neblina foram modificados, assim como a grade inferior. Nas portas, apenas frisos em preto e cromo se apresentavam, assim como os retrovisores passaram a ser na cor do carro.

Na versão Exclusive, que tinha motor V6, o Xantia ganhava molduras laterais na cor do carro. As rodas de liga leve eram novas nas duas versões que existiam a partir de então (GLX e Exclusive).

Os faróis duplos foram suavizados junto à grade, que ficou maior e integrada ao capô, mantendo ainda o duplo chevron da Citroën. As lanternas mantiveram o mesmo visual de antes, mas a tampa ganhara uma luz de neblina bem vistosa.

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A versão Exclusive V6 ganhara acabamento imitando madeira, assim como bancos em couro natural com abas mais envolventes e assentos dianteiros totalmente elétricos, incluindo até ajustes de apoio de cabeça.

O volante também mudou de estilo, incluindo novos comandos de áudio, que passou a dispor de entrada auxiliar, mas com toca-fitas.

No ano 2000, recebeu CD player e disqueteira (Exclusive). Bem equipado, nessa altura o Xantia tinha airbag duplo, airbags laterais e freios ABS.

Xantia – Mecânica

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O Xantia chegou ao Brasil com duas versões de um motor 2.0, sendo uma com cabeçote 8V e outra 16V. A primeira vinha apenas com transmissão automática de quatro marchas.

Esse propulsor 2.0 8V tinha injeção eletrônica multiponto e entregava 123 cavalos e 17,9 kgfm. Ele dispunha de comando único no cabeçote, podendo assim levar o Xantia de 0 a 100 km/h em 13,3 segundos.

Além dele, o modelo trazia ainda o 2.0 16V com 155 cavalos e 18,6 kgfm, que permitia ao hatch alcançar os 100 km/h em 9,6 segundos. Esse motor foi oferecido na versão Activa também.

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Com o tempo e a renovação visual, a Citroën eliminou essas duas opções, trazendo um 2.0 16V de 132 cavalos e 18,3 kgfm, que foi equipada com câmbio manual de cinco marchas ou automático com quatro.

Assim, o Xantia 2.0 16V renovado ia de 0 a 100 km/h em 11 segundos em média. Junto com ele, o V6 3.0 aparecia em 1997 com 24V e entregando 193 cavalos e 27,2 kgfm. Ele ia até 100 km/h em 8,2 segundos com final de 230 km/h.

Foi oferecido apenas com transmissão automática, tendo ainda uma opção Activa. Na Europa, o Xantia teve versões a gasolina e diesel, assim como com suspensão hidropneumática convencional ou eletrônica Hydractive.

Hydractive e anti-rolagem ativa

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O Xantia nasceu com o projeto de usar suspensão hidropneumática e esta era composta por um conjunto de esferas pressurizadas com hidrogênio e um fluído hidráulico, que permitia um nivelamento e ajuste da suspensão ou enrijece-la.

Assim como o XM, o hatch adotou a Hydractive, que adicionava mais esferas para ampliar a eficiência. Controlada por microprocessadores, a gestão eletrônica dessa suspensão hidropneumática convertia o Xantia em um tapete voador.

A Hydractive impedia o mergulho da frente em frenagem, assim como filtrava incrivelmente as oscilações do pavimento e permitia ao carro acelerar sem levantar a frente ou baixar a traseira.

Isso tudo, mais os ajustes tradicionais desse tipo de suspensão da Citroën, que já vinha de longa data. Por exemplo, o nivelador de altura continuava entre os bancos.

Xantia deu continuidade à ousadia tecnológica da Citroën

Empurrando a pequena alavanca para frente, a suspensão ficava em seu nível mais baixo, quase rente ao chão. Na outra extremidade, fica bem elevada, como num SUV, por exemplo. Duas marcações indicavam posição neutra e temporária.

Nesta última, que ficava mais próxima do nível alto, a suspensão ficava elevada temporariamente até que o condutor pudesse passar por uma via de pavimento ruim ou terra, voltando à posição anterior automaticamente.

Tal como no ZX, as rodas traseiras do Xantia se alinhavam com as dianteiras em pequenos graus, suficientes para ajudar o hatch a manter uma boa trajetória em curvas. Ela permita ainda a troca de pneu sem o uso de macaco.

Xantia deu continuidade à ousadia tecnológica da Citroën

Na tecnologia Activa, a coisa ia um pouco mais além. Ela trazia cilindros hidráulicos que funcionavam como batentes e integrados ao computador da Hydractive, impedindo a rolagem da carroceria em curvas.

O efeito era nulo, variando de -0,1° a 1° de diferença, permitindo assim fazer curvas sem a tendência natural de inclinação do carro, o que causou muita surpresa (e algum tempo de adaptação) nos proprietários do Xantia Activa.

Ricardo de Oliveira

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 23 anos. Há 12 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.

  • Baetatrip

    Belissimo carro!
    Tivemos Xantia VSX 0km em 94……
    Era lindissimo o carro, porém manutenção caríssima!
    Sou fã de Xantia + C5 break….
    C5 break veio p;/ cá era 2.0 16V…. Só trocar o motor 3.0 V6 do sedan e pronto!
    Há 10 anos fomos a europa e alugamos o C5 break 2.2 HDI 2010
    Fiquei tão maravilhado que o carro é tão lindo e cambio MT6 e bebia nada….
    Estrada com 4 pessoas e mala lotadas….. Andando a 130/140 bebia 17km/l……!
    Até deu vontade de colocar no container e levar para casa…..!
    Até hoje o C5 break é um carro bem resolvido……!

    • NYC_Man

      Consumo do diesel sempre foi show de bola.
      Quando vou para Europa tb alugo sw diesel.

      Quanto ao seu Xantia 94 era una nave para época.

      Caso eu tivesse uma coleção de carros , um Xantia teria espaço

  • Andre Studart

    Alguem saberia informar o porque que essa tecnologia foi abandonada?

    • Como ex dono de um Xantia, acredito que pela fragilidade e altíssimo custo de manutenção.

      • Andre Studart

        Thiago, com você deu problemas? A citroen falava em 05 anos entre manutenções na suspensão e os preços, ao menos aqui no BR, sem dúvidas era fora de padrão de mercado.

        Mas como era um sistema utilizado em veículos de nichos, ainda mais no mercado europeu, não entendo o porque de terem discontinuado.. na época alegaram que estavam trabalhando em uma tecnologia melhor, até hoje nao saiu ainda..

        • Só deu problema. Tive o carro por 1 ano, comprei o carro à vista (usado), e todo mês era pagando prestação de mecânico.
          As mangueiras do sistema hidráulico eram ridículas de finas, definitivamente não foi um carro feito pra rodar em país de terceiro mundo.

          • hinotory O

            Toda tecnologia evolui, essa também poderia. Mas acho que deve ter sido por outros motivos. $$

          • NYC_Man

            Kkkk
            Um dia vi um cara comentando sobre Lada Niva a mesma coisa.
            TD mês tinha mensalidade do mecânico

    • dallebu

      Custo, tanto de fabricação como de manutenção…

      • Andre Studart

        Isso que não entendo muito dallebu, esse tipo de suspensão sempre foi usada em veículos de nicho, como C6 (justificando o seu uso) e a questão de manutenção há controvérsias por que é um sistema que possui menos peças movéis que o sistema tradicional, por exemplo. Ele constitui apenas de esferas pressuridas e até o C6 a suspensão precisava de revisão a cada 05 anos, tempo normal..

  • Fui dono de uma Break 99. É possível que seja o carro mais confortável que tive até hoje, em suspensão e acabamento interno em geral. O lado ruim é o AL4 e a manutenção do sistema hidráulico (o mesmo também suportava a direção e os freios).
    Em resumo, quase fali devido ao carro, mas um dia espero ter condições de ter um restaurado.

  • RicardoVW

    Carro mais duro que já andei de passageiro!

  • oscar.fr

    A perfeição sobre rodas. Os sedãs franceses dos anos 90 eram lindos demais, Xantia, Laguna, 406. Nunca mais as três franceses tiveram ao mesmo tempo carros tão bonitos em uma mesma categoria. C5, Laguna II e 407 são uma ofensa à qualidade e à beleza de Xantia, Laguna e 406.

  • RicardoVW

    Coincidência ou esse carro da figura parece um Santana! Hehe

  • Daniel dos Santos

    Carro padrão Europeu…estradas excelentes….

  • Fabão Rocky

    Belíssimo carro mesmo! Tanto o hatch qto a perua. Infelizmente hoje vivemos na maldição dos suvs. Uma pena não vermos mais belas peruas como essas pelas ruas e hatches bonitos como esse tbm!

  • Antonio Falm

    Os cineastas europeus usavam o Xantia para filmar cenas de perseguições automotivas, pois a câmera tremia muito menos do que em outros carros.

  • Thiago Gomes

    Tive um Xantia 2001…belo carro! Sinto saudades do conforto e estabilidade que esse carro proporcionava. Manutenção era na faixa de preço do carro. Não tive nenhuma dor de cabeça.Troquei as esferas na época e não achei caro, mais barato que os importados da mesma faixa de preço da época. O maior problema é que muitos proprietários faziam gambiarra na manutenção da suspensão…trocavam o óleo por outro mais barato…faziam emenda em mangueiras de qualquer jeito etc….

  • Ricardo Blume

    Belíssimo carro sem dúvidas. O grande problema é a caríssima manutenção, principalmente da suspensão. Não é uma suspensão para as estradas lunares que temos por aqui. Fato.

  • José Fernando

    Estou com o meu há 22 anos. Faltou mencionar que a suspensão na posição mais elevada permite rodar com apenas 3 rodas. Tem alguns vídeos no YouTube para quem quiser conferir, basta digitar “Xantia 3 rodas” na pesquisa. É uma suspensão que viola as leis da física. O sistema integra suspensão, direção e freio, que utilizam o mesmo óleo LHM, permitindo um diálogo entre esses sistemas para um comportamento dinâmico do carro em curvas muito fechadas e freadas bruscas. Já no C5 o freio passou a ser independente da suspensão, com óleo próprio.

    • NYC_Man

      E seu único carro?

      • José Fernando

        No momento sim. Mas já tive modelos de outras marcas.

        • NYC_Man

          Que bacana.
          Então não deve ser tão difícil manutenção assim se vc tem a 22 anos e é seu único carro.

          • José Fernando

            Atualmente rodo pouco. No passado eu rodava mais. Algumas oficinas especializadas em marcas francesas resolviam a manutenção, só que já não tem tantas como no passado. O problema é que, além da manutenção normal de um carro, motor, etc.; o sistema da suspensão hidropneumática é uma complexidade extra. Tem peças específicas e não é qualquer mecânico que domina.

  • Carlos

    O Xantia Activa foi (ou ainda é) o campeão no teste do alce: 85km/h

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