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Cobalt 2013: detalhes, motor, desempenho, consumo, ficha técnica

Cobalt 2013: detalhes, motor, desempenho, consumo, ficha técnica

O Cobalt 2013 foi o segundo ano/modelo do sedã compacto da General Motors, que chegou em 2011 para ser uma proposta diferenciada no segmento de carros populares.


Tendo vendido 80.000 unidades entre novembro de 2011 e fevereiro de 2012, o Cobalt foi logo de cara um sucesso, independente de seu estilo controverso, que não agradou muita gente.

Atuando em um nicho que depois se tornaria o padrão de tamanho do segmento, o sedã da Chevrolet unia espaço, conforto e porta-malas, sendo que este último era o maior da categoria com 563 litros.

Rapidamente o Cobalt atraiu a atenção de alguns perfis de consumidores, especialmente aqueles que buscavam um carro grande, mas com preço acessível, além de famílias que precisavam de mais espaço interno e bagageiro.

Também caiu perfeitamente para motoristas profissionais, especialmente taxistas, que viram as virtudes do sedã desde sua estreia. Contudo, o Cobalt estreou apenas com motor 1.4, o que favorecia a economia de taxistas.

No entanto, os clientes comuns queriam mais força, visto que o carro tinha um porte avantajado e precisava de um motor a altura. Assim, a GM introduziu o longevo, mas robusto e confiável Família I 1.8 algum tempo após a estreia.

Este propulsor chegou com até 108 cavalos e 17,3 kgfm, sendo um impulsionador de vendas do produto, apesar de não ser tão eficiente no Cobalt 2013, ele tinha a opção da transmissão manual de seis marchas GF6 com conversor de torque.

O 1.4 era também Família I, mas tinha até 102 cavalos, entregando até 13,0 kgfm. Era pouco torque para um carro desse porte, até mesmo em relação ao Chevrolet Prisma, que chegou depois. Ele havia surgido com o Chevrolet Onix.

De certo modo, o Cobalt 2013 foi uma opção interessante, sucedendo o antigo Chevrolet Astra, que saíra de cena na mesma época, porém, acabou vendo surgir um player de peso no segmento, o Prisma.

O modelo rapidamente se tornou um rival para o Cobalt em casa. Com a ascensão da dupla Onix e Prisma, o sedã maior começou a ter as vendas canibalizadas pelo menor, que tinha 500 litros de porta-malas.

Com o fogo amigo, o Cobalt 2013 começou a sentir o peso da sedã compacto popular feito em Gravataí-RS, perdendo espaço ao longo de sete anos. Para o modelo, no entanto, o fim veio com o Onix Plus.

Considerado como a terceira geração do Prisma, por ser associado com o Onix, o novo carro tinha o mesmo porte do Cobalt, que media 4,47 m de comprimento, 1,73 m de largura, 1,51 m de altura e 2,62 m de entre-eixos.

Já o Onix Plus tem também 4,47 m de comprimento, 1,73 m de largura, 1,47 m de altura e 2,60 m de entre-eixos. Sem mais apelo, apesar do facelift de 2016, o Cobalt não teve outro destino senão a morte, saiu definitivamente no início de 2020.

Diferente dele, a minivan Spin, que compartilha a mesma plataforma Gamma II e nascida um pouco depois, continua até hoje no mercado, tendo recebido atualização visual bem depois do sedã, mas seguiu adiante.

No meio do caminho, o Cobalt teve seu motor Família I modernizado pela última vez, sendo chamado de SPE/4, onde a GM trocou bielas, pistões, anéis, casquilhos, óleo lubrificante, juntas, sedes de válvulas e reforçou o virabrequim.

Também teve os rolamentos trocados, assim como ganhou pneus de baixa resistência à rolagem, proteção de bateria, alternador com recuperação de energia e ventoinha do radiador com motor elétrico sem escovas, tudo pela economia.

Tendo o 1.4 saído de cena, o Chevrolet Cobalt ficou apenas com o 1.8, que passou a entregar até 111 cavalos e 18,3 kgfm, sendo este a apenas 2.600 rpm, diferente do Cobalt 2013, que precisava alcançar 3.200 rpm e com menos torque.

Nascido de um projeto regional, o modelo chegou a ser fabricado no Uzbequistão, assim como na Bielorrússia e na Colômbia. Chegou a ser considerado para a China, mas perdeu para players como o Chevrolet Sail.

Não se sabe se o Cobalt e a Chevrolet Spin foram considerados para a Índia, onde a Chevrolet tinha apenas o chinês Tavera, mas teria sido uma boa dupla para aquele mercado de baixo custo.

Desenhado por Carlos Barba, ex-designer-chefe da GM no Brasil, o Cobalt 2013 foi criticado por ter faróis grandes demais e para-choques baixos. Contudo, o mercado soube valorizar o modelo enquanto existiu.

No Brasil, ele foi fabricado na mesma linha de montagem da Spin, na fábrica da General Motors em São Caetano do Sul, onde abasteceu o mercado brasileiro e alguns de exportação.

Cobalt 2013 – detalhes

Cobalt 2013: detalhes, motor, desempenho, consumo, ficha técnica

O Chevrolet Cobalt 2013 tinha um visual equilibrado, dotado de faróis de uma única parábola, centrada em uma lente em estilo olho de gato, com lanterna interna, enquanto o pisca ficava em uma seção inferior do conjunto, quase separado.

A grade dupla superior tinha contornos cromados e uma barra na cor do carro, que sustentava a gravata dourada da Chevrolet. O para-choque era baixo e tinha grade retangular, bem como faróis de neblina.

Com linha de cintura alta e dois vincos que marcavam as caixas de rodas, o Cobalt chamava atenção pelas janelas sem quebra-ventos falsos na traseira, assim como por um formato volumoso.

Na traseira, as lanternas eram verticais e tinham lentes transparentes com fundo preto, enquanto a tampa do porta-malas tinha um vinco central que dividia o desenho da peça, cortada horizontalmente por dois vincos que a marcavam acima.

O para-choque tinha sensores de estacionamento e também suporte para a placa, sendo envolvente. Já as rodas eram de aço aro 15 polegadas com calotas na versão LS e de liga leve nas LT/LTZ, sendo estas diamantadas. Os pneus eram 195/65.

Por dentro, o Cobalt 2013 tinha um ambiente simples e um painel condizente com a proposta, tendo moldura central em cinza brilhante na versão LTZ, assim como cluster análogo-digital com conta-giros dotado de ponteiro vermelho.

A iluminação do conjunto era Ice Blue e havia um display digital com computador de bordo, velocímetro, nível de combustível e temperatura da água. O volante de três raios tinha acabamento em cinza brilhante e ajuste em altura.

A assistência era hidráulica. Comandos de mídia e telefonia, bem como piloto automático, ficavam no volante, enquanto o computador de bordo era na haste dos faróis. O ar condicionado era manual e as saídas de ar retangulares, mas pequenas.

O interior tinha ainda túnel com console da transmissão automática em cinza brilhante, além de freio de estacionamento por alavanca, vidros elétricos nas portas, travamento elétrico e também retrovisores elétricos ajustados na coluna A.

O assento do motorista era ajustável em altura, enquanto o banco traseiro podia ser rebatível e com encosto bipartido, mas o cinto de segurança central era subabdominal, não tendo apoio de cabeça para o quinto passageiro.

Já o acabamento dos bancos era bom, tendo um tecido aveludado na versão LTZ, mas sem opção de revestimento em couro, um item adicionado como acessório nos concessionários Chevrolet.

O teto tinha alças, para-sois com espelhos e retrovisor interno dia e noite, mas sem luzes de leitura. No caso do porta-malas, os 563 litros tinham um compartimento revestido em tecido e abertura interna, assim como pela chave-canivete.

O Cobalt 2013 tinha airbag duplo e freios ABS, além de cintos dianteiros com pré-tensionadores e barras de proteção nas portas. Havia ainda travas de segurança nas portas traseiras e cintos de três pontos para quatro passageiros.

Cobalt 2013 – versões

Cobalt 2013: detalhes, motor, desempenho, consumo, ficha técnica

  • Chevrolet Cobalt LS 1.4 MT
  • Chevrolet Cobalt LT 1.4 MT
  • Chevrolet Cobalt LT 1.8 MT
  • Chevrolet Cobalt LT 1.8 AT
  • Chevrolet Cobalt LTZ 1.4 MT
  • Chevrolet Cobalt LTZ 1.8 MT
  • Chevrolet Cobalt LTZ 1.8 AT

Equipamentos

Cobalt 2013: detalhes, motor, desempenho, consumo, ficha técnica

Chevrolet Cobalt LS 1.4 MT – Motor 1.4, mais ar condicionado, direção hidráulica, airbag duplo, sistema de freios com ABS com EBD, chave canivete, travamento central e elétrico das portas, rodas de aço aro 15 polegadas com calotas, pneus 195/65 R15, abertura do porta-malas por controle remoto, desembaçador do vidro traseiro, vidros verdes, bancos em tecido, retrovisores e maçanetas pretas, retrovisor interno dia e noite, espelho nos para-sois, alças no teto, banco traseiro rebatível, cintos de 3 pontos para 4 passageiros, apoios de cabeça, entre outros.

Chevrolet Cobalt LT 1.4 MT – Itens acima, mais maçanetas e retrovisores na cor do carro, vidros elétricos nas portas dianteiras, grade frontal cromada, banco traseiro bipartido, volante com regulagem de altura e alarme.

Chevrolet Cobalt LT 1.8 MT – Itens acima, mais motor 1.8 litro, mais aerofólio, computador de bordo e rodas com calotas diferenciadas.

Chevrolet Cobalt LT 1.8 AT – Itens acima, mais transmissão automática de seis marchas com mudanças manuais.

Chevrolet Cobalt LTZ 1.4 MT – Itens do LT 1.4, mais parachoque traseiro com barra cromada, bancos aveludados, faróis de neblina dianteiros, vidros traseiros e retrovisores elétricos, detalhes internos cromados, rodas de liga leve aro 15 polegadas, computador de bordo e rádio com CD/MP3/USB/Auxiliar.

Chevrolet Cobalt LTZ 1.8 MT – Itens acima, mais motor 1.8, sensor de estacionamento traseiro, controles de rádio e som no volante e rodas de alumínio com design exclusivo.

Chevrolet Cobalt LTZ 1.8 AT – Itens acima, mais transmissão automática de seis marchas com mudanças manuais e piloto automático.

Preços

Cobalt 2013: detalhes, motor, desempenho, consumo, ficha técnica

  • Chevrolet Cobalt LS 1.4 MT – R$ 30.704
  • Chevrolet Cobalt LT 1.4 MT – R$ 30.628
  • Chevrolet Cobalt LT 1.8 MT – R$ 31.178
  • Chevrolet Cobalt LT 1.8 AT – R$ 32.433
  • Chevrolet Cobalt LTZ 1.4 MT – R$ 31.986
  • Chevrolet Cobalt LTZ 1.8 MT – R$ 32.851
  • Chevrolet Cobalt LTZ 1.8 AT – R$ 33.352

*Preços da Tabela Fipe Janeiro de 2021.

Cobalt 2013 – motor

Cobalt 2013: detalhes, motor, desempenho, consumo, ficha técnica

Em 1982, a Opel lançou um novo motor para o Projeto J, que gerou o modelo Ascona na Europa, assim como o Monza no Brasil, entre outros derivados. Assim, surgiu os motores GM Família, que equipou o Chevrolet Cobalt 2013.

A GM Família é composta por três linhas, sendo que a 0 é a mais recente e que gerou uma série de motores pequenos, de três e quatro cilindros, sempre com duplo comando de válvulas, mas com bloco de ferro e volumes de 1.0 a 1.4 litro.

Antes do Família 0, que é de 1996, surgiram em 1982 os originais 1 e 2. No Brasil, o Monza trouxe o Família 2 1.6 e 1.8 inicialmente, ambos com blocos de ferro e cabeçote de alumínio, mas com duas válvulas por cilindro e carburador.

Na mesma época, a Opel lançou um motor menor, sendo chamado Família 1. Este ia de 1.0 até 1.8 litro, mas com as mesmas características técnicas do 2, porém, com tamanho e peso menores.

Essa Família 1 só chegou ao Brasil em 1994 a bordo do Corsa, visto que todos os demais motores OHC nacionais e importados da GM eram da Família 2. Por seu porte diminuto e peso menor, ele se encaixou nos planos da GMB.

Assim, teve 1.0 8V e 16V, 1.4 8V, 1.6 8V e 16V, também como o 1.8 8V, que equipou o Cobalt 2013. Assim, este motor não é o mesmo empregado pelo Monza, embora tenha o mesmo volume: 1.796 cm3.

Tal como aquele da Família 2, tem quatro cilindros e bloco de ferro fundido, com cabeçote de 8 válvulas, acionado por correia dentada e tuchos hidráulicos, mas dispõe de comando roletado e as modernidades recentes.

Com bobinas de ignição individuais, ainda que utilizem cabos em vez de serem ligadas diretamente às velas, o Família 1 1.8 da GM, conhecido como Econo.Flex, cuja injeção eletrônica é multiponto com tecnologia flex.

Essa, contudo, era por injeção de gasolina na partida a frio, quando o módulo detectava álcool no tanque. Apesar de ser um motor confiável, era gastão. Por isso, no Cobalt 2016, a GM implementou mudanças já citadas para torná-lo frugal.

Com taxa de compressão 10,5:1, o 1.8 8V do Cobalt 2013 entregava 106 cavalos na gasolina e 108 cavalos no etanol, ambos a 5.400 rpm, enquanto o torque era de 16,4 kgfm no primeiro e 17,1 kgfm no segundo, ambos a 3.200 rpm.

Ele era equipado com transmissão manual de cinco marchas, sendo esta a F17, bem como a caixa automática GF6 de seis marchas com conversor de torque e trocas manuais em um botão na alavanca de câmbio.

Entretanto, o Cobalt não teve apenas o 1.8 8V da Família 1, visto que iniciou a carreira com o 1.4 Econo.Flex. Este motor surgiu no Brasil a bordo do Celta e tinha 8V, além de 85 cavalos.

Recebeu então diversas melhorias a partir do Prisma de primeira geração, ficando assim mais moderno e econômico até chegar ao Cobalt, onde manteve os 1.389 cm3 e taxa de compressão de 12,4:1.

Com gasolina ele entregava 97 cavalos e com etanol alcançava 102 cavalos, mas com torques de 12,8 kgfm no primeiro e 13,0 kgfm no segundo, sendo a potência obtida a 6.200 rpm e a força em 3.200 rpm.

Só foi disponibilizado com transmissão manual de cinco marchas. No exterior, foi equipado ainda com motor 1.5 S-TEC  16V, sendo este de origem GM-PATAC.

Desempenho

Cobalt 2013: detalhes, motor, desempenho, consumo, ficha técnica

No desempenho, o Cobalt 2013 era um bom carro, mesmo com o 1.4 singelo, que levava o compacto “grande” de 0 a 100 km/h em 11,5 segundos e com máxima de 170 km/h.

No caso do 1.8, o resultado era notadamente melhor, baixando o tempo para 10,5 segundos no manual e 10,9 segundos no automático, ambos com máxima limitada em 170 km/h.

  • Chevrolet Cobalt 1.4 MT – 11,5 segundos e 170 km/h
  • Chevrolet Cobalt 1.8 MT – 10,5 segundos e 170 km/h
  • Chevrolet Cobalt 1.8 AT – 10,9 segundos e 170 km/h

Consumo

Cobalt 2013: detalhes, motor, desempenho, consumo, ficha técnica

Já no consumo, o Cobalt 2013 não era tão eficiente no etanol dentro da cidade, onde fazia de 6,9 a 7,2 km/l com os motores usados, enquanto na estrada não chegava a 10 km/l.

No caso da gasolina, o rendimento era melhor, com média acima de 9 km/l na cidade e de 12,5 km/l, chegando a quase 13 km/l com o 1.4 litro. As mudanças em 2016, no entanto, deixaram o carro mais econômico.

  • Chevrolet Cobalt 1.4 MT – 7,2/9,9 km/l e 9,4/12,9 km/l
  • Chevrolet Cobalt 1.8 MT – 7,1/9,7 km/l e 9,2/12,6 km/l
  • Chevrolet Cobalt 1.8 AT – 6,9/9,5 km/l e 8,9/12,3 km/l

Cobalt 2013 – manutenção e revisão

Cobalt 2013: detalhes, motor, desempenho, consumo, ficha técnica

A rede Chevrolet procede com revisões em suas oficinas bem equipadas e com profissionais treinados para fazer a manutenção do Cobalt 2013. Com paradas a cada 10.000 km ou 12 meses, o que vier primeiro.

No caso do modelo em questão, as revisões até 60.000 km somam atualmente (janeiro de 2021) R$ 3.852 para as versões com motor 1.4 e R$ 3.924 para as equipadas com motor 1.8, independente da transmissão empregada.

A GM procede com inspeção de itens de motor, câmbio, suspensão, direção, freios, parte elétrica, sistema de segurança, entre outros, assim como substitui óleo do motor, filtro de óleo, filtro de ar do motor e filtro de combustível.

Também estão incluídos velas, filtor de ar da cabine, correia em V, correia dentada, fluido de freio, entre outros. A rede Chevrolet pode ainda trocar pastilhas de freios, discos de freio, platô e disco de embreagem, pivôs, buchas e batentes.

Amortecedores, molas, pneus e rodas podem ser substituídos igualmente, tal como peças e componentes quebrados, como faróis, lanternas, vidros, para-choques, entre outros. Faz ainda instalação de acessórios e sistemas de segurança.

Igualmente oferece serviços de alinhamento, balanceamento, cambagem, higienização, funilaria, pintura, limpeza da injeção eletrônica, entre outros. Há também agendamento de recall e serviços diversos.

Revisão10.000 km20.000 km30.000 km40.000 km50.000 km60.000 kmTotal
1.4R$ 284,00R$ 588,00R$ 760,00R$ 480,00R$ 980,00R$ 760,00R$ 3.852,00
1.8R$ 292,00R$ 600,00R$ 776,00R$ 488,00R$ 992,00R$ 776,00R$ 3.924,00

Cobalt 2013 – ficha técnica

Cobalt 2013: detalhes, motor, desempenho, consumo, ficha técnica

Motor1.41.8
Tipo
Número de cilindros4 em linha4 em linha
Cilindrada em cm313891796
Válvulas88
Taxa de compressão12,4:110,5:1
Injeção eletrônicaIndireta FlexIndireta Flex
Potência máxima97/102 cv a 6.200 rpm (gasolina/etanol)106/108 cv a 5.400 rpm (gasolina/etanol)
Torque máximo12,8/13,0 kgfm a 3.200 rpm (gasolina/etanol)16,4/17,1 kgfm a 3.200 rpm (gasolina/etanol)
Transmissão
TipoManual de 5 marchasManual de 5 marchas ou automática de 6 marchas
Tração
TipoDianteiraDianteira
Direção
TipoHidráulicaHidráulica
Freios
TipoDiscos dianteiros e tambores traseirosDiscos dianteiros e tambores traseiros
Suspensão
DianteiraMcPhersonMcPherson
TraseiraEixo de torçãoEixo de torção
Rodas e Pneus
RodasAço e liga leve, aro 15 polegadasLiga leve, aro 15 polegadas
Pneus195/65 R15175/65 R14
Dimensões
Comprimento (mm)4.4794.127
Largura (mm)1.7351.645
Altura (mm)1.5141.463
Entre eixos (mm)2.6202.443
Capacidades
Porta-malas (L)563439
Tanque de combustível (L)5454
Carga (Kg)488488 (MT) 471 (AT)
Peso em ordem de marcha (Kg)1.0721.122 (MT) 1.149 (AT)
Coeficiente aerodinâmico (cx)0,330,33

Cobalt 2013 – fotos

https://www.youtube.com/watch?v=ogUUu0v6sVE&t=1s

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Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 23 anos. Há 12 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.

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