China Lançamentos Sedãs

Com base do Volvo XC40, Geely lança sedã de cinco metros na China

Com base do Volvo XC40, Geely lança sedã de cinco metros na China

A plataforma modular CMA (Common Modular Platform), desenvolvida pela Geely em parceria com a Volvo já está dando seus frutos. Primeiro ela começou sustentando a proposta ousada da Lynk & Co com seu SUV médio 01, seguido do crossover 02 e do sedã 03. Então veio a marca sueca com seu pequeno e ágil XC40, que já está sendo vendido no Brasil.


Agora, a Geely – controladora do grupo – introduz a CMA a bordo de um sofisticado sedã lançado na China essa semana, o chamado GE. Diferente do utilitário esportivo da Volvo, que mede somente 4,42 m de comprimento, o topo de linha asiático tem nada menos que 4,985 m. Ele ainda conta com 1,861 m de largura, 1,513 m de altura e 2,870 m de entre-eixos, bem mais que os 2,700 m do XC40, por exemplo.

Com base do Volvo XC40, Geely lança sedã de cinco metros na China

Graças à arquitetura modular, a CMA permite o desenvolvimento de produtos de tamanhos diferentes, que podem ser feitos na mesma linha de montagem sem muito investimento. Além disso, o conceito nascido junto na VW com a MQB e que se difundiu em todo o mundo, permite não só redução nos custos de desenvolvimento, mas também no tempo de produção e evidentemente no gasto financeiro para se fazer isso.


Com linhas sofisticadas, o Geely GE mostra como a marca chinesa evoluiu, sem ao menos “exigir” da joia de sua coroa (a Volvo) a plataforma SPA, que é mais sofisticada. A manobra é mais um reforço na política da empresa de não dilapidar as tecnologias que as marcas adquiridas possuem, o que tem seu lado positivo diante do mercado internacional. Além de ser o chamado “flag ship” da companhia, este sedã estreia na China com propulsão híbrida em dois níveis.

Com base do Volvo XC40, Geely lança sedã de cinco metros na China

A versão de acesso tem sistema micro-híbrido de 48 volts (MHEV), que permite ao motor aliviar a saída com um empurrão inicial do motor de partida, que é maior e mais potente que o comum. Além disso, o Geely GE elimina a bateria de chumbo-ácido tradicional em prol de uma de lítio, de baixa densidade, para acumular energia das desacelerações e frenagens, alimentando esse pequeno propulsor extra e também todos os dispositivos do carro.

Nesse caso, o motor é um 1.5 Turbo com câmbio de dupla embreagem de 7 marchas, que é o mesmo conjunto apresentado na versão híbrida plug-in (PHEV). Nesse caso, o Geely GE possui um motor elétrico maior e capaz de sustentar velocidades elevadas, além de baterias de lítio com tempo de recarga de uma hora e meia. A empresa não revela densidade e nem autonomia no modo EV, mas de forma combinada, essa variante alcança 1.200 km. De 0 a 100 km/h, o Geely GE precisa de 8,9 segundos e tem consumo médio de 17,3 km/l na versão MHEV e 7,4 segundos com 62,5 km/l na PHEV.

Com base do Volvo XC40, Geely lança sedã de cinco metros na China

Bem completo, tem HUD, controle de cruzeiro adaptativo para-e-anda até 150 km/h, leitor de faixa com correção, frenagem automática de emergência, cluster digital de 12,3 polegadas, ar-condicionado com zonas de temperatura individuais, entre outros. O Geely GE deve ser vendido inicialmente apenas na China, já que seu preço em mercados emergentes pode acabar um pouco salgado devido aos sistemas adicionados.

Geely GE – Galeria de fotos

Com base do Volvo XC40, Geely lança sedã de cinco metros na China
Nota média 4.7 de 10 votos

  • Eis um carro que deveria vir para cá.

    • ObservadorCWB

      Mas o que tem de gente torcendo o nariz por ser Chinês…kkkkkkkkkkkkkk

      • Ubiratã Muniz Silva

        viu que o Tiggo 2 “by caô” quebrou o pedal de acelerador no teste da Quatro Rodas né?

        “aiiin, mas daqui a cinco anos eles vão ser iguais aos coreanos”. Ouvi isso há 7 anos quando deixei de comprar um Jac J3 em prol de um Sandero e ainda não vi a “profecia” virar realidade.

        Mas devemos convir que há chineses E chineses. Se quer saber, eu acho que os chineses deveriam pular a fase dos motores a combustão de alta tecnologia e híbridos, e focar seu desenvolvimento de produtos para exportação exclusivamente em modelos elétricos. O melhor jeito de mostrar a que vieram é focar em algo que eles já tem um bom know-how e que ainda está em fase embrionária pelos grandes fabricantes.

        • Diego Lip

          Tô conhecendo muitas pessoas que estão comprando Lifan e se apaixonaram. Já há famílias com dois, três Lifans na garagem.

          • Ubiratã Muniz Silva

            Sim, tem gente que compra Lifan, tem gente que compra Chery, tem gente que compra JAC.

            Tem gente que compra elétricos, tem gente que compra híbridos.

            Para tudo existem os “early adopters”. O fato de existirem consumidores animados (e até apaixonados por seus carros) com os modelos e as marcas novas não significa *necessariamente* que a qualidade melhorou tanto quanto foi esperado nos últimos cinco anos, da mesma forma que nos anos 80 nos EUA tinha gente que comprava Hyundai, e nos anos 70 compravam Honda e Toyota e eram vistos com olhares tortos.

            O que quis dizer é: os carros chineses melhoraram nos últimos 5 anos? Podem até ter melhorado alguma coisa (seria estupidez da minha parte dizer que a melhoria foi nula). Mas chegaram no mesmo nível de refinamento e qualidade construtiva dos coreanos e japoneses em 5 anos como os “profetas de comentário” diziam que ia acontecer? Não, nem chegaram perto. Passaram 7 anos desde a chegada da JAC no Brasil e a profecia do “daqui a 5 anos estarão no mesmo nível dos demais orientais” continua sendo repetida.

            Carro de marca chinesa só começou a ter (por exemplo) câmbio automático/CVT no mercado brasileiro ano passado e olhe lá.

            • Fernando Bueno

              olha….depois da palhaçada de correr para os postos para comprar gasolina apreços exorbitantes ….tenho a certeza que opnião de brasileiro não serve para nada.

              • Lucas

                kkkk pior que você tem razão.

            • O primeiro chinês automático do Brasil foi em 2014, o Tiggo FL, que vinha com o AT4. No mundo, chegaram bem antes.
              Existem chineses em igual ou melhor nível que os ocidentais, vide leva mais recente da Chery, como Tiggo4, Tiggo7 e Arrizo7, todos os modelos da Lynk & Co, os modelos da GAC, os modelos da Qoros, e os mais recentes modelos da Geely, como este aí acima. Apenas os chineses que chegam ao Brasil, que ainda não estão em nível global, mas em geral não deixam a desejar em relação ao que é ofertado em nosso mercado, vide o JAC T40 comparado com outros expoentes na mesma faixa de preços.

        • Considerando que o próprio teste da Quatro Rodas afirma que não sabia a que tipo de esforço o Tiggo2 havia sido submetido, e ainda explicaram sobre o pedal fraturável (padrão chinês de segurança), e que tal ocorrido não aconteceu em condições normais de uso, bem como em outros cinco Tiggo2, não me assustei com o fato.

    • Marcio Almeida

      Acredito que nao, nosso mercado é pobre, cheio de regras, com cartel, este sera um mercado que se eles trouxerem serão carros mais simples, quem sabe um SUV intermediario com margem gorda assim como as demais fazem,

  • Luconces

    Muito bonito!

    Taí um China que eu encararia.

    • Andre Maruska

      Sera? Voce acha que um carro desses chega por quanto aqui? Um sedan deste esta acima de um C4 Lounge por exemplo, nao viria por menos de 120k. Voce pagaria isso num china ou pegaria um Cruze por exemplo completo por 117k?

      • Louis

        Um sedan deste, 5 metros, plataforma Volvo, híbrido leve, não chegaria por menos do que custa um Azera.

        • Frederico Sardinha

          Eu achei ele uma mistura de volvo com azera, a lateral lembra muito o hyundai.

          • Uranium

            Na verdade, a lateral me lembrou muito o Chrysler 200.

      • ObservadorCWB

        Você leu a matéria toda ? Percebeu a origem do projeto ? A plataforma que usa ? Olhou as “figuras” da matéria ? Esse carro não chega NUNCA perto do valor que vc citou. E se chegasse, a resposta óbvia só poderia ser favorável ao “china”, em detrimento do Cruze.

      • Luconces

        Cara, se o China vier igual o da matéria eu iria nele sem dúvidas.

    • edgar__rj

      Amigo, taí uma coisa que muita gente fala, mas não acontece.
      Lembro do Altima, muito melhor que o Fusion, e com um preço muito melhor… Muita gente falando que destruiria o Fusion… Pois bem, não vendeu nem 1/5 do concorrente… Depois abaixou muito mais o preço , pra não encalhar… Encalhou…
      Lembro que em 2015 havia no estoque da concessionária perto de minha casa 2 Altimas 13/14 e estavam muito em conta…

      • Eduardo Zacchi

        Altima é melhor que o Fusion antigo né? Porque se comparar com esse novo, coitadinho do Nissan!!!

        • El Gato Negro

          Compare o Altima vendido aqui em 2014 com o Fusion antigo… porque se comparar com o Altima 2018, coitadinho do Ford outra vez!

          • Eduardo Zacchi

            Pra não falar besteira, confesso que fui pesquisar sobre o Altima novo no site da Nissan nos Estados Unidos… Ainda assim prefiro o Fusion…

            Ele faz com um 04 cilindros 2.0 turbo o que o Altima precisa de um 3.5 V6…

            Os interiores, prefiro o Fusion de novo!!!

            O Altima me parece um ótimo carro, só que em meu ponto de vista, o Fusion entrega mais tecnologia…

            Agora, se você não gostar de Ford…

            • El Gato Negro

              Eu gosto. Tenho um Ford, inclusive. Mas nos full size, realmente prefiro o Altima ao Fusion (no comparativo de modelos 2018).

              • Eduardo Zacchi

                Nos full size nos EUA, acho que nem é o Altima viu? Acho que é o Nissan Maxima (lembra dele em meados dos anos 90 aqui no Brasil??? Uns vinham até com letras de identificação – logotipos – em dourado…)

            • Ubiratã Muniz Silva

              Americano prefere um “Motorzão” V6 a um eficiente 4 cilindros turbo. Acho que isso explica a intenção da Ford de desistir dos sedãs e hatches (e focar apenas em SUVs) no mercado dos EUA.

              • Eduardo Zacchi

                “marromeno”… Tá vindo uma safra nova de motores americanos menores e muitíssimo eficientes que não deve nada aos europeus…

                Engraçado que na minha última ida aos EUA (dois anos e meio atrás), alguns amigos já falavam que, mesmo com a gasolina barata, vários americanos estão gostando de carros com motores mais eficientes (Focus, Civic, Corolla) e mesmo os V6 3.5 estão numa busca tremenda por eficiência (vide V6 Ecoboost da Ford).

                Os V8 estão ficando para os modelos icônicos e para os top, além das picapes grandes…

        • Jorge Osório Cortese Magalhães

          E o Altima novo, vc conhece?

      • El Gato Negro

        Conheço gente que pegou esses 13/14 em 2015, zero km, por 88 mil. Para quem aceita “casamento”, foi o negócio do século. O Altima é uma nave.

      • Luconces

        Mas aí que está, brasileiro nunca foi com a cara da Nissan.

        A única que vendia ok era a Frontier.

        Só agora que Nissan está mais presente com o Kicks.

        March pessoal não curte. Versa acham ok apesar de acharem feio.

        Vindo um chinês da maneira como o da matéria, com preços justos é certeza de negócio.

  • Antonio Carneiro

    Interessante a cobertura plástica do motor. No mais, bem bonito.

  • Leandro Cazzeri Sasso

    Belo carro. Eu como todo chato só não gostei da parte interna da grade.

    • El Gato Negro

      Não é o único. Não gostei desse detalhe também.
      Enfim… poderia ser perfeito esteticamente, que eu não encararia um China. Daqui umas três ou quatro encarnações, talvez.

  • Debraido

    Bacana, más essa traseira com “2 metros” de balanço está estranha.

  • Bruno Silva

    Muito bonito e com qualidade superior aos outros chinas. Acho que a Geely/Volvo poderia montar uma fábrica por aqui quando o mercado aquecer mais um pouco.

  • Fanjos

    Full-size chines…
    Estão melhorando, mais uns 10 anos e talvez fiquem compráveis nos valores que geralmente eles querem vender.

    • ObservadorCWB

      Só não assino embaixo porque creio que os anos serão 5 ou menos…. lembra da evolução galopante dos Sul Coreanos ?

      • Fanjos

        Lá fora talvez, é que aqui até as empresas grandes capam e diminuem a qualidade dos carros então imagina as chinesas?

      • Ubiratã Muniz Silva

        eu ouvi essa historinha em 2011 (quando NÃO comprei um J3 e escolhi um Sandero) e até hoje ela ainda não se concretizou. ainda tá longe do nível dos coreanos de 10 anos atrás. Os Hyundai de 2008, por exemplo, não quebravam pedal de acelerador em teste de revista.

        O design dos chineses em geral tá melhorando bastante e adquirindo identidade própria, mas a qualidade construtiva ainda deixa um pouquinho a desejar.

        • ObservadorCWB

          Acho que EM 2011 você fez a escolha lógica. Refiro-me a 2018 com relação 2023. E os Coreanos NUNCA foram taxados de produzirem com baixa qualidade. Tudo que faziam e fazem é bom. Mas não tinham know how em automóveis. (A Hyundai se diverte com carros – é quase um Hobby – os caras ganham dinheiro mesmo é com grandes máquinas e navios).

          • Uranium

            Nunca foram taxados de baixa qualidade? Já viu a fama dos Kia e Hyundai até o início dos anos 2000 nos EUA? O Kia Spectra só não era o pior compacto à venda porque havia o Suzuki Esteem no mercado. Já estão quase todos no ferro-velho hoje em dia, seja porque pifaram, seja porque a ferrugem desintegrou todos. E o Elantra dessa época, embora ainda seja relativamente comum ver rodando, é uma das coisas mais baratas sobre rodas que dá pra comprar lá, ninguém quer.

            • ObservadorCWB

              Referia-me a experiência/época Brasil. Morei nos EUA entre 2015 e 2016. E concordo com você. Mas lembre que na história recente até mesmo marcas como VW tiveram o mesmo “desprestígio”.

            • Ubiratã Muniz Silva

              duas palavras pra confirmar o que você disse: Hyundai Excel.

          • Ubiratã Muniz Silva

            sim, ObservadorCWB, o que eu quero dizer é que há 7 anos todo mundo falava “os japoneses levaram 30, os coreanos 15 e os chineses vão levar 5”. Já passaram 7, e qualidade ainda é um problema dos carros de marcas chinesas (veja bem, não estou falando de “carros fabricados na China”, e sim de “carros de marcas chinesas”), os carros ficaram mais bonitinhos no geral mas a qualidade construtiva deles no geral ainda é a mesma de 7 anos atrás, apresentando defeitos bobos que não deveriam ocorrer se o processo tivesse melhorado. O caso do Tiggo 2 testado pela QR é ainda mais gritante, pois não foi só o pedal de acelerador que quebrou: o controle de estabilidade do carro apresentou comportamento estranho e, devo dizer, até perigoso.

            Chinês sabe fazer coisa boa sim (vide os veículos de marcas tradicionais mas “made in China”), mas as marcas nativas chinesas ainda deixam muito a desejar. Os próprios chineses sabem disso, tanto é que os chineses com dinheiro compram carro feito lá, mas de marca estrangeira.

            Coreanos (e japoneses também) já tiveram sua fase de serem taxados de veículos de baixa qualidade, não nego isso. O que quero dizer é que a saída dessa fase pelas marcas chinesas não está ocorrendo tão rapidamente quanto as “profecias do mercado” diziam há, digamos, 10 anos.

        • VINÍCIUS FREITAS DE SOUZA

          Acho que nesse caso só se pode tirar alguma conclusão quem dirigir todos os carros chineses.

    • Lareiro

      Acho que evoluem mais rápido, já que usaram a plataforma do Volvo. Pelo menos nesse ponto eles souberam aproveitar algo de qualidade.

  • Erasmo Artur

    Primeira coisa que faria com esse carro era envelopar a grade frontal. Aquele efeito de repetição criado pelos detalhes cromados parece que foi desenhado por uma criança.

  • Hugo Henrique Silva Lange

    painel que faz inveja a praticamente todos nacionais!

  • É de brilhar os olhos a velocidade com que os automóveis chineses progridem.

    • Antonio

      Não só os automóveis. A China decolou e já é a maior potência econômica do mundo.

  • Augusto Brum

    Isso me faz lembrar dos chineses Brilliance que lembram BMW, pois as duas marcas possuem uma parceria.

  • 🅰🅽🅳🅴🆁🆂🅾🅽 – 🆂🅿® ✅

    Gostei, até o cofre do motor é bonito e bem organizado.

  • Jose Carlos

    São os frisos da grade mais originais que eu já vi! E num carro bonito, elegante sem firulas exageradas. Os chineses surpreendem cada vez mais!

  • Pedro Henrique Trajano

    Que coisa linda! Tenho uma paixão por sedans grandes. Pena que o futuro deles pode estar comprometido devido às invasão SUV.

    • marcosCAR

      Concordo! Que belo desenho!

  • G E O

    Essa marca chinesa ninguém importa pra cá, né? rsrs

    • Ubiratã Muniz Silva

      chegaram a tentar entrar no mercado, mas desistiram de implantar a operação, calhou de ser na época do “inovar-auto” que privilegiava as importadoras com operação local.

    • Fernando Bento Chaves Santana

      A Geely está mais empenhada em fazer a Volvo ampliar sua presenca aqui.

  • Ubiratã Muniz Silva

    GE? Um nome curioso para um carro híbrido/elétrico. kkkkkkkk

    Em tempo, achei bem interessante. Achei uma pena que a Geely não tenha “vingado” no mercado nacional. Outro dia vi um Emgrand EC7 e me pareceu ser um carro bacana (pelo menos na aparência).

  • Filipo

    Tá quaaase, China! Estão quase já no nível dos fabricantes tradicionais ocidentais. Mais uns 5 anos e penso que atingirão o mesmo nível. E ai sim, poderei cogitar comprar um “china”. Mas até hoje (2018), não, obrigado!

    • Ubiratã Muniz Silva

      eu ouvi essa historinha dos “cinco anos” em 2011. mas ainda não aconteceu.

  • Estevão Gonçalves

    Se viesse um chinês desses com certeza seria uma boa.
    Mas os chineses que rodam aqui não tenho coragem de comprar.
    Conheço quem já comprou chinês achando que fez um negócio da China e depois se deu mal.
    Teve até carro chinês aí q foi pra testes para revistas automotivas e o pedal quebrou, freava o carro e a carroceria estalava.
    Minha vida em primeiro lugar depois o bolso.

  • FocusMan

    Acho engraçado os meios de comunicação noticiando plataforma como se fosse um feature do carro, tudo isso por causa da VW.

    O que a VW fez é mais velho que a posição de C**g*ar. Diversos fabricantes já haviam feito antes. A grande sacada da plataforma MQB não é ela ser modular no automóvel, mas sim o método que eles fizeram para comunizar linha de montagem. Não há nenhuma melhoria no carro por usar ela, nem alguma vantagem. A VW vendeu isso para a imprensa e todos compraram bonito.

    • CanalhaRS

      Aham…anda em um Polo com PQ24 e com MQB e depois comenta aqui que é tudo igual…

      • FocusMan

        Me explica qual a diferença dele andando para um Fiesta usando plataforma B2B que não é modular. Porque acho o Fiesta tão sólido quanto, com mais estabilidade e mais silencio em ordem de marcha.

        PS: eu não sou engenheiro de site de internet viu…

        Agora você sabichão, me explique tecnicamente porque o Polo PQ24 é inferior ao MQB.
        Dica: Não é por causa da plataforma MQB viu…

  • CanalhaRS

    Fiquei com a sensação de que exageraram no tamanho do carro para esse plataforma, os balanços estão enormes.
    Mas a frente e o painel são muito bonitos.

    • Paulo_Mathias32

      Não só os balanços são enormes, como as rodas parecem pequenas demais para o carro, como é de praxe nos chineses. O carro é muito bonito, mas a proporções são quase uma obra de Cecília do Amaral.

  • Gutemberg Ferreira

    Belíssimo sedã. Mas achei o balanço traseiro meio exagerado.

    Em tempo: Esse consumo de 62,5 km/l na versão PHEV está correto ?

  • Natán Barreto

    Agora sabemos que o SUV flagrado junto com o Volvo essa semana vai seguir essa mesma linha de design

  • Fernando Bueno

    gostei do design da grade

  • Os haters, os críticos, e os exagerados que me perdoem, mas este carro está perfeito! Belo, moderno e de agradável design, proporções interessantes, com elegância (sem exageros, como rodas grandes demais e etc), imponência e boa construção. Sei que buscam criticar, mas aqui a ressalva fica apenas ao gosto pessoal, de resto é criticar por criticar.

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