
É aquilo… Se você não pode com eles, junte-se a eles. No caso da Volkswagen, é a ordem do dia em relação aos carros chineses, que já representam um quinto das vendas do mercado nacional.
Seguindo o mesmo caminho já trilhado por Stellantis, GM e Renault, entre outras, a Volkswagen confirmou que trará carros da China e também peças para seu sistema de propulsão híbrida flex.
Quem confirmou foi Alexander Seitz, presidente-executivo da Volkswagen América do Sul. Segundo o site Auto Indústria, o executivo reconheceu que a marca precisa reagir rápido diante das mudanças de mercado.

Assim, a VW fará uma ofensiva em três frentes: a primeira será a importação de peças e componentes do sistema híbrido feito na China para reprodução de similar no país.
O segundo ponto é que a pretende importar carros elétricos chineses, mas somente aqueles com lançamentos em 2026 e 2027.
Por último, desenvolver produtos em parceria com a Volkswagen China para serem vendidos nas duas regiões, sendo que sabemos que a nova Amarok e uma Crafter argentina são produtos chineses em adaptação local.
Últimas notícias

Como se sabe, a VW pretende lançar vários modelos híbridos HEV flex, numa tecnologia que já está sendo usada na Europa e também o será nos EUA. Provavelmente a China seguirá.
Todavia, os “super híbridos” são uma ameaça à VW e essa tecnologia trazida de lá deve ter relação com PHEV, aqui logicamente flex.
Enquete
Importar elétricos chineses e peças híbridas flex da China pela VW melhora o cenário no Brasil?
Vote e veja o resultado em tempo real.
44 votos
Seitz reconheceu ainda que a chegada dos chineses traz pressão sobre os custos na produção brasileira e por isso é vital a cooperação com seus sócios chineses, como a SAIC, que colabora com os projetos citados na Argentina.
Aliás, o país vizinho também produzirá um sistema de transmissão híbrida, reforçando assim a regionalização da tecnologia. Já em relação aos carros elétricos da VW na China, as opções da marca são tão variadas quanto as da GM ou Stellantis, por exemplo.
