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Como dirigir carro automático?

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Como dirigir carro automático?

Carro automático. Para alguns, um veículo difícil de dirigir. Para outros, um conforto insubstituível. O carro com transmissão automática sempre foi um conforto a mais para o condutor. Afinal, dispensa-o da tarefa de mudar marchas manualmente e acionar a embreagem, descansando assim a perna esquerda e o braço direito. Isso, claro, em países com direção à esquerda, como o nosso.


Até 1921, todos os carros tinham transmissão manual, mas a partir dessa data, não ficou muito diferente. Em realidade, o processo de mudança de velocidade de forma automática foi inventada Alfred Horner Munro, no Canadá. Mas, o sistema usada ar comprimido para mover as engrenagens, o que não encontrou utilidade em aplicação automotiva.

Por isso, passaram-se alguns anos até que um câmbio automático com acionamento por fluído hidráulico, fosse inventado. Para a grande maioria dos brasileiros, a origem deste tipo de transmissão poderia ser naturalmente americana, já que os EUA a utilizaram durante décadas e em larga escala. Ainda hoje é a opção que domina aquele mercado. Porém, se engana quem pensa que foi algum americano que a desenvolveu.

Existe uma controversa sobre sua origem, mas é creditada à José Braz Araripe e Fernando Lehly Lemos, dois engenheiros brasileiros, que desenvolveram a primeira caixa de transmissão automática de funcionamento hidráulico em 1932, que viria a ser a base de quase todos os carros automáticos ao longo de décadas. Os inventores venderam a patente para a General Motors posteriormente e esta lançou o primeiro automóvel automático em 1940. A outra seria a alemã ZF após o fim da Primeira Guerra Mundial. Certo ou não, o Brasil ainda contribuiu com outra patente de transmissão automática, que nunca encontrou lugar no mundo automotivo.


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O que é e quais são os tipos de câmbio automático?

O câmbio automático, como o nome diz, faz as trocas de marcha de forma independente do condutor, fazendo o mesmo com o acionamento da embreagem. Existem alguns tipos de transmissão, sendo a mais comum a chamada “automática” ou “hidramática”, onde o fluído hidráulico sob pressão muda as engrenagens e permite as trocas sem auxílio do condutor, assim como também utilizam conversor de torque no lugar da embreagem tradicional.

Outro tipo é a CVT, que possui um conjunto de polias e correias de aço, cuja relação é infinita, pois a variação não tem um limite entre as duas, possibilitando eliminar marchas e tornar a condução mais confortável, suave e econômica, mas com performance inferior ao automático. Por fim, a automatizada de dupla embreagem, que em realidade é um câmbio mecânico com dois eixos de engrenagem, que precisam da eletrônica para modular duas embreagens (uma dentro da outra), evitando assim a perda de força nas trocas e melhor performance e rapidez que as demais. O automatizado comum é apenas um sistema eletromecânico que atual numa caixa manual.

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E as tais letras do câmbio automático?

Um automóvel automático basicamente é constituído em seu habitáculo de uma alavanca seletora de marchas e dois pedais, um para o acelerador e outro para o freio, sendo este bem maior que num carro manual. Outro item obrigatório em um carro assim é o indicador de marchas no painel, que informa a posição o câmbio está, facilitando assim a condução do veículo.

Não há segredo para ligar o carro automático, mas dependendo do modelo, necessita-se pressionar o pedal do freio nesse momento. A medida é uma segurança do veículo, mas o câmbio geralmente fica travado na posição Parking (P). O que? Bom, antes de sair, é necessário saber o que aquelas letras no seletor de marcha significam.

Basicamente, um câmbio automático vem com as letras P (Parking), R (Ré), N (Neutro) e D (Drive). Dependendo do tipo de câmbio e fabricante do veículo, podem ser adicionadas S (Sport) e L (Low). Isso é mais comum em câmbio do tipo CVT. Mas, o seletor pode ter também os números 1, 2 e 3.

Mas vamos a eles. O P significa o estacionamento permanente do veículo, servindo como um bloqueio da caixa de transmissão, vital para se evitar acidentes. Seletores modernos de acionamento eletrônico podem confundir e acabar em acidentes, como o que vitimou um ator famoso. Geralmente o carro só pode ser ligado ou desligado (com a retirada da chave) com a alavanca nesta posição. Ele é usado em conjunto com o freio de estacionamento.

O R é a ré, sem mistério. O D é o Drive, que significa que o carro está pronto para andar. É neste que o carro permanece a maior parte do tempo de condução, pois nele as marchas são trocadas em todos os regimes de trabalho do motor. No S, as marchas são mais exploradas para se obter giros mais elevados e mais potência, sendo usado em uma condução mais esportiva. No CVT, a relação das polias é encurtada para criar o mesmo efeito. Também pode-se guiar em posição S todo o tempo, se desejar. Obviamente, o consumo será maior, mas as respostas serão melhores.

Em L, geralmente em câmbio CVT, permite que as relações sejam encurtadas ainda mais, para que o motor possa trabalhar em um regime mais elevado para vencer aclives acentuados ou declives muito íngremes. Seu uso é bem limitado e nessas condições apenas. E os números? Aplicados em câmbios automáticos tradicionais, os números são limites de marcha onde a caixa irá trabalhar. Até 1, será a primeira, praticamente a mesma função do L. Nas posições 2 e 3, o câmbio ficará limitado até estas marchas. Também seu uso é próprio para certas ocasiões, onde é necessário mais força do propulsor.

Mas se engana quem pensa que terminou por aqui. A alavanca dispõe de um botão para destrava-la, a fim de evitar acidentes durante o funcionamento. Alguns carros apresentam um botão chamado Overdrive Off, que basicamente tem a função de fazer o veículo vencer aclives ou declives longos, sem alternância de marchas ou variação de relação (CVT). Outras caixas apresentam botões para trocas manuais de marcha, que também podem ser feitas na própria alavanca ou no volante (botões ou borboletas). Essa função de troca manual pode ser acionada por botão em câmbios automatizados comuns.

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Dirigindo um carro automático

Bom, a partir daí, agora é andar. Antes de mais nada, é preciso ter em mente uma coisa. Algo básico para quem não tem costume ou prática em dirigir, mas que para motoristas que sempre dirigem carros manuais é um sacrifício momentâneo: Esqueça o pé esquerdo. Ele não trabalha em um carro automático, onde apenas o direito cumpre as missões de acelerar e frear o veículo. A dica é importante para se evitar sustos e até acidentes.

Por que? Um motorista comum, que não é um piloto profissional, dificilmente terá a sensibilidade no uso do pé esquerdo sobre o pedal do freio. Mesmo que o condutor pense e tenha consciência do que vai fazer, a força aplicada ao pedal é sempre muito maior que a necessária e isso pode provocar frenagens muito fortes e repentinas se o motorista esquecer desse detalhe. Dá para aprender a frear com o pé esquerdo, mas só com alguma prática e atenção.

Depois de ligar o carro automático, mantenha o pé no freio e mude para a posição desejada. Para a frente, D. Para trás, R. O N é o neutro e mantém o carro parado e desengatado. Uma vez na posição desejada, que ainda pode ser as demais já citadas, alivia-se o pé do acelerador para o veículo começar a andar. E o acelerador? Num carro automático, outra característica é a aceleração imediata. Pouca, mas constante.

Por isso, basta tirar o pé do freio para o veículo começar a andar suavemente. O recurso é bom em manobras e no anda-e-para do trânsito. Mas, alguns automáticos modernos possuem a função Auto Hold ou Brake Hold, que trava os freios com o carro engatado e parado. Basta acionar para que o veículo não se mova nessa situação, evitando assim colocar o câmbio em N para se aliviar o pé do freio. Depois de liberar o freio, basta ir acelerando da forma que achar melhor, com o câmbio em D ou S sem restrições.

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Nas demais opções (L, 3, 2 ou 1), a caixa ficará em marchas ou em relações muito curtos, limitando o desempenho do veículo, forçando o motor e elevando absurdamente o consumo. Nas mudanças manuais, dependendo do câmbio, a função fica presa e só pode ser mudada novamente pelo condutor ou até que o câmbio assuma a tarefa quando houver risco para o sistema.

Os carros automáticos não apenas deslocam-se de forma uniforme, mas também cumprem as mesmas funções que um motorista exige durante a condução com câmbio manual. Ou seja, aceleração, redução, retomada, etc. Dependendo da velocidade e da posição do pedal do acelerador, o câmbio automático entenderá o que o condutor está querendo. Caixas mais modernas até memorizam os hábitos do condutor ao longo do tempo, respondendo assim mais rapidamente aos seus pedidos.

Se afundar o pé de forma imediata, o câmbio entende que se quer mais potência do motor para uma saída rápida ou para uma ultrapassagem, por exemplo. Se o pedal for pressionado normalmente, o câmbio vai trocar as marchas de forma mais confortável para o condutor e até econômica. Para este último, ainda vale manter o pedal levemente pressionado em alguns regimes de trabalho, fazendo com que o câmbio automático mantenha marchas mais altas para reduzir o giro do propulsor e o consumo.

Em velocidade, se o condutor pretende pegar uma subida longa e não deseja mudar manualmente, pode fazer o kick down, que mantém o câmbio em marcha curta para que o giro elevado e a força do motor ajudem o veículo a vencer o plano inclinado. No geral, esse tipo de câmbio entende o que se pede através do movimento do acelerador. Em desacelerações, ele reduz automaticamente as marchas e se o freio usar usado com mais força ou a inclinação for acentuada demais, pode-se reduzir até duas ou mais marchas. Tudo é indicado no painel do veículo.

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Atenção em manobras nos carros automatizados

Em carros automatizados, que dependendo da marca usam botões no lugar de alavanca, o uso do pedal do acelerador requer mais atenção. O motivo é o acionamento automático da embreagem, que é mecânica e igual a dos carros manuais. Como se trata apenas de um disco, o dispositivo eletromecânico corta muito o contato entre motor e câmbio, o que faz o veículo perder aceleração e causa uma impressão ruim de falta de força.

Para se evitar isso, é necessário aprender o tempo certo das trocas, a fim de aliviar o pé do acelerador quase no mesmo tempo da troca, como num manual. O efeito em muitos casos é bem parecido. Na ré, cuidado com o freio, pois é necessário acelerar o carro e não há como usar a embreagem para controlar o movimento do veículo. Num automatizado tradicional, o carro não fica acelerado, pois o sistema desengata o carro, porém, sistemas mais atuais criam o mesmo efeito do câmbio automático, acelerando levemente o veículo.

Essa função é uma vantagem não descrita acima e que agora podemos falar. Em planos inclinados, não acentuados, o câmbio automático em D, S ou outra posição, mantém o veículo parado. O motivo é que ele mantém uma aceleração leve, conforme já mencionada. Nessa situação, a força aplicada é equilibrada com o aclive, fazendo assim com que o carro fique parado, embora na verdade ele esteja acelerado suavemente.

Bom para se evitar deixar o carro descer e facilita as saídas. Se o plano for muito íngreme, será necessário manter o pé no freio e acelerar rapidamente. Carros com Hill Holder ou assistente de partida em rampa ajudam a manter os freios acionados por três segundos nessa situação. Para desligar o carro, basta colocar o câmbio em P e depois retirar a chave, se houver.

No geral, a condução de um carro automático é fácil, até mais do que num carro manual, embora muitos discordem disso. No automatizado, apenas o uso em planos inclinados, em especial durante manobras, requer atenção. A proposta geral é o conforto e isso significa evitar fazer algumas coisas de forma manual, deixando que a máquina assuma a tarefa. O uso de câmbio automático aumentou muito nos últimos anos, tanto que tramita um projeto de lei que cria uma categoria de habilitação exclusiva para carros automáticos.

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  • Alexandre Volpi

    É tão fácil quanto andar pra frente, mas o artigo foi muito bem escrito.

  • 110anosimigraçaojapa

    eu prefiro automatico

    • Pedro154

      Eu também. E olha que já é muito cansativo dirigir carros, mesmo automáticos, no trânsito de uma cidade grande brasileira, pior ainda carro manual.

  • Danillo Barros

    O N.A. voltou a ter matérias técnicas com frequência novamente. Muito bom.

    • Luciano RC

      Bom seria voltar a avaliação completa com vídeos como era antigamente. Para quem procurava um carro, era perfeito.

      • Edson Fernandes

        Eu já me dispus a ser esse avaliador… mas…. não deu certo.

        • Luciano RC

          Parece que quanto mais sugerimos e falamos do que gostamos, menos fazem e mais erros cometem. Deixa eu parar de reclamar antes que me bloqueiem de acessar aqui.

          • Edson Fernandes

            Faz parte. O Eber sabe o meio de negocio que ele está inserido, se não é rentavel por vezes perdemos certos espaços no site.

            • Luciano RC

              E tem gente que acha que só montadora quer ganhar… mas ele não está errado não… tem que explorar mesmo.

              • Edson Fernandes

                Mas a realidade é que o lucro é algo basico. A pessoa tem que almejar lucro, isso é natural.

                O que pode não ser natural é qdo a pessoa é obsessiva ao extremo e prejudica os demais. No caso do Eber, ele começou sozinho, hoje tem algumas pessoas atuando com ele… achoque esse formato pra ele é suficiente.

                • Luciano RC

                  Pelo menos o layout e aquelas propagandas enormes melhoraram absurdamente… foi um critica que ele não gostou de ouvir, mas acatou. Nunca mais atrapalhou o site e ficou melhor de ver.

                  • Edson Fernandes

                    Graças a Deus! era horrivel mesmo! rs

                    • Luciano RC

                      E fui ofendido quando reclamei… mas melhorou muito. Hoje está leve e bom pra ler.

      • Jefferson A.

        Era legal so a parte que eles mostravam o conteúdo do carro, so achava desnecessário a forma em que eles conduziam o carro, pareciam cupim de ferro, duvido que alguém ande com o carro daquela forma.

        • Luciano RC

          Eu achava tudo muito bom… mostrava o carro em todas as condições. Gostava das fotos (eram bem detalhadas), os vídeos mostrava bastante detalhes do carro e rodavam tanto na cidade quanto estrada, mostrando alguns detalhes dos carros.

  • MauroRF

    O “problema” do automático é para quem vem do manual e vai dirigir um pela primeira vez (ou ter um carro com esse tipo de transmissão pela primeira vez). O mais comum é você querer buscar o pedal da embreagem e pisar com tudo no pedal do freio. Fiz isso no test drive de um Fiesta, kkkk. Além de colocar a mão na alavanca toda hora. Minha sugestão, para quem está começando é: mantenha SEMPRE as duas mãos no volante, para “esquecer” de levar a mão direita até a alavanca e, por uma semana, mais ou menos, dirigir com a perna esquerda dobrada para trás. Isso mesmo, dobrada. Dessa forma, não tem como “procurar” o pedal da embreagem. Além de, também, no começo, ficar mais atento à posição engatada (P, R, N, D) e olhar para a alavanca e depois para a indicação no painel (também no começo) para se certificar de que selecionou a posição correta. Depois de algum tempo, essas coisas são feitas automaticamente. No meu caso, seleciono, R, N e/ou D sem olhar na alavanca.

    • Cara.
      Fiz isso na CR-V de um amigo meu. Fui com tudo no pedal de freio.
      kkkkkkkkkkk

      • Todo mundo que vem de um manual acaba fazendo isso ao menos uma vez na vida. kkkkk. É um tranco da pleura!

        • MauroRF

          Atire a primeira pedra quem nunca fez isso, kkkkk. Eu fiz bem no test-drive do Fiesta, isso em 2014. Sorte que não tinha ninguém atrás, porque dentro do carro foi todo mundo pra frente, kkkkkk.

        • Pedro Henrique

          eu não cheguei a tanto, eu tava com o pé esquerdo no descança pé e sério, eu pisei com tanta força naquilo na hora de parar numa sinaleira, procurando a embreagem pra por no ponto morto…
          acho até que deve ter amassado a lata kkkkkkkkkkkk
          e a mãozinha sempre indo no cambio…
          isso é um vicio do K@#$

      • MauroRF

        kkkkkkkkk, quem nunca, né?

      • Edson Fernandes

        Eu fiz isso numa Captiva do meu cunhado. A minha sobrinha coitada… quase veio parar nos bancos dianteiros com a força de frenagem…rsrs

      • David Diniz

        Comigo é o contrário… Quando dirijo carro manual eu me enrolo todo… Esqueço de desengatar marcha, tento arrancar em 4º marcha achando que é Drive, engato a terceira achando que é a ré engato a primeira achando que é P….

    • Geraldo Xavier

      Eu recolho a perna esquerda. Se encostar o pé no descanso que fica na caixa de rodas o corpo automaticamente movimenta a perna procurando a embreagem

      • MauroRF

        Ah, procura mesmo. Eu fiquei saindo todo dia por uma semana até acostumar. Hoje, posso deixar a perna esquerda normal que ela não “procurar” mais a embreagem.

        • Edson Fernandes

          E sem contar que descansa bastante o pé esquerdo no encosto para ele.

    • Adriano Cardoso

      Nunca tive esse problema. A primeira vez que dirigi um automático pra mim foi natural, até porque também piloto moto onde se troca as marchas com o pé ,acelera com a mão e freia com a mão e o pé . Até imagino a confusão na cabeça de quem vai pilotar moto pela primeira vez.

    • Edson Fernandes

      Eu tbm faço isso automatico, mas felizmente o Fluence tem o indicador da marcha…rs(coisa que não existia no Xsara e ainda pior: Ele tinha as indicações 1,2 e 3. Então não era dificil sem olhar engatar uma “marcha” pensando estar na ré…rs)

    • Mr. On The Road 77

      Eu chamo de ‘síndrome da embreagem fantasma’.

  • Luciotzt

    Apesar de muito fácil, alguns cuidados tem que ser ressaltados Para quem vai aprender a usar o câmbio automático:
    1) Deixar a perna esquerda com o joelho dobrado num ângulo de 90 graus, para evitar o impulso de querer acionar uma embreagem. Isso pode evitar que se pise no freio de forma involuntária pelos motivos já apresentados no texto;

    2) Sempre manter o freio acionado para mudar a seleção da alavanca de P para R ou D, ou de R para D e vice e versa.

    3) Após mudar a seleção de P para R ou D, solte o freio aos poucos e NÃO acelere o veículo imediatamente. O veículo irá se movimentar lentamente e somente depois comece a acelerar devagar. Já vi muitos casos de pessoas soltar o freio de uma vez e pisar no acelerador em seguida e perder o controle. Também, ao deixar o veículo movimentar lentamente no início é uma estratégia para confirmar se a marcha correta está engatada (R ou D). No impulso algumas pessoas podem confundir e selecionar a posição errada do câmbio: acreditando que a Ré está selecionada, mas na verdade está em D (marchas à frente).

    4) Numa subida leve, nunca deixe o freio solto e o veículo parado usando apenas aceleração do câmbio, do contrário o câmbio poderá sobreaquecer e, sem dúvida, reduzirá a sua vida útil.

  • Ferreira

    Ótima matéria, muito pertinente ao momento atual do nosso mercado automobilístico pois o câmbio automático está se popularizando.
    Apenas duas ressalvas: os tipos de câmbios citados na matéria são todos mecânicos, sejam com acionamento manual ou automático. Outro ponto, a palavra fluido é substantivo, enquanto fluído é uma forma verbal, então no contexto onde a palavra foi usada na matéria não pode ter acento agudo no “i”, usa-se então ” fluido”.

    • Aí tá querendo muito do NA, né? Matérias com respeito ao bom e velho português, apenas no BestCars.

  • Zé Mundico

    A matéria só esqueceu de algo muito importante, que é o estacionamento do carro automático:
    Após a parada total, o correto é colocar a alavanca no N (neutro) e puxar o freio de mão.
    Só DEPOIS disso, deve-se colocar o câmbio no P (parking). Dessa forma, o carro não ficará “apoiado” no câmbio e sim no freio de mão, que tem exatamente essa função.

    E uso carro automático há uns 8 anos. Só o descanso que dei a minha perna esquerda e ao meu braço direito já compensou a troca. Quando pego o carro manual de algum parente, não sei mais o que fazer.

    • Alexandre Cheveau Paes

      Melhor dica, seu câmbio AT agradece.

      Gostaria de complementar o seu passo-a-passo com um pequeno item essencial para que essa dica funcione: após puxar o freio de mão, solte o pedal do freio, o carro ira “assentar” no freio de mão, ai sim vc coloca no P. Se não fizer isso e mudar rapidamente, não irá adiantar nada!!

      • Zé Mundico

        Bem lembrado, a gente tira o pé do freio depois de ter puxado o freio de mão.

      • MauroRF

        Bem lembrado. Eu faço esse processo de colocar em N e puxar o freio de mão, mas muitas vezes esqueço de soltar o pedal do freio e taco em P, kkkk. Só ficar mais atento.

        • Edson Fernandes

          Fique MUITO atento. Isso desgaste bem o cambio.

          Sempre solte o pé do freio e deixe segurar no freio de mão. Isso só dá certo para alguns modelos que “entendem” essa ação. A familia C4 Picasso é uma delas. Mesmo que vc coloque em “P”, ela solta o carro e depois eletronicamente cai no P.

          • MauroRF

            Opa, valeu, Edson, pela dica! Ou seja, coloque em N, puxe o freio de mão, tire o pé do freio e depois coloque em P. E isso vale para qualquer um, seja automático convencional, CVT, dupla/monoembreagem.

            Aliás, falando em câmbio, bem acertado ele na nova Eco 2.0. Troca rápido, sem trancos e anda bem que só. Por enquanto só usei gasolina, fica na média de 8 a 9 andando por aqui no ABC e indo à capital, ar ligado 50% do tempo. Como não tem feito tanto calor, eu abro o teto solar, um pouco os vidros e ventila muito bem. Eu era do time que achava teto solar besteira, agora não acho mais, kkkk.

            Falando dos equipamentos da Eco Titanium, estou bem satisfeito. Ela é bem recheada. Até o amigo do meu pai, que tem a loja de carros aqui perto, achou isso. Ele falou “legal esse xenônio que você mandou instalar”. Eu disse “não, veio de série”. Ele também não sabia que vinha teto. E o som da Sony é muito bom mesmo, dá para ouvir claramente as frequências, pode aumentar bastante que não distorce nada (pelo contrário, tem hora que os plásticos da porta tremem, quando está muito alto, mas distorcer não distorce nada, nada mesmo). Enfim, em nível de equipamentos/tecnologia, estou muito bem satisfeito. E o carro filtra bem as irregularidades do solo, mesmo com pneu de perfil baixo. Acredito que a Freestyle, com perfil 60, deva filtrar mais ainda.

            • Edson Fernandes

              Maravilha.

              claro que perante alguns carros, o Fluence fica defasado em algumas tecnologias, mas vejo que outras, os demais retiraram dos carros.

              Mas por enquanto será nele. Consumo bom o seu. O meu fica geralmente 1km/l a menos que o seu, mas eu uso 100% do tempo ar . São raras as vezes que rodo sem ar… porque a maioria dos dias tem dado muito calor.

              Se abrir o tetosolar é para esquentar a cabeça por aqui…rs

              Para vc ter ideia, eu estou em casa nesse momento e liguei o ar portatil por conta do calor (32 graus).

              • MauroRF

                Ah, com o ar ligado direto, até que está bom o consumo. Nestes últimos dias, está muito quente, aí tem que ligar o ar, não tem como. Agora só deve diminuir o calor lá para meio-fim de abril ou ainda maio, a ponto de não precisar ligar o ar do carro. Até que fevereiro foi muito fresco o tempo.

                Aqui em casa, estou com o ventilador ligado, mas se esquentar mais, aí vou ter que instalar o ar portátil na janela. Dá um pouco de trabalho, mas compensa! É que a conta de luz anda alta para ficar ligando ar direto, kkkkkkk. E como aqui é oitavo andar, e o ABC é um pouquinho mais fresco (e grande parte do apartamento pega sol de manhã), não está tão quente aqui. O ventilador (ainda) está dando conta, rs.

                • Edson Fernandes

                  Então… aqui eu tenho ligado…rs

                  Te digo que não abro mão de ar condicionado qdo preciso de confortol….rs

                  Teve um ano aí que eu passei mto aperreio por conta do calor e eu devo ser fresco: Passo muito mal com calor (fico mole). Então qdo comprei o ar, me lembro como se fosse ontem (foram 4 ar condicionados até o ultimo vir inteiro e funcionando…rs), usei para dormir, usei para ficar em casa e até mesmo qdo começava a sentir calor..rs

                  Hoje eu já sei o uso correto dele…kkkkkkk

    • Oliveira Helders

      Perfeito! Mencionei isso lá em cima. E raramente encontro um condutor que saiba disso.

    • Recebi essa instrução na consecionária. Simples e faz bem para o conjunto.

  • loociano

    O “P” não é “parking”, e sim “pinned”. Inclusive podiam ressaltar que muita gente pode pensar que basta colocar o cambio no P, e não puxar o freio de mão, mas isso é perigoso. No P um pino “prende” a transmissão, e se a pessoa estacionar um carro numa subida por exemplo, ou dar um tranco, o pino pode se romper… outra coisa que podiam falar é sobre o neutro – tem gente que p/ex num semaforo gosta de deixar o cambio no N, mas isso é meio complicado… fora isso, faltou falar de tipos de cambio automatico como o tiptronic – que permite trocas de marcha. E que os numeros servem pra limitar até que marcha o cambio vai funcionar – ex: se vc coloca o 2, significa que o cambio vai subir apenas até a 2a marcha, isso é util p/ex pra uma subida ou momentos que o motorista precise termporariamente de mais torque no motor…

  • Louis

    A única “dificuldade” que encontrei quando comecei com AT era na hora de fazer pequenas manobras em locais não planos. Por exemplo, manobrar subindo em um pequeno desnível, como guia de calçada. Não tem a embreagem para dosar a força do motor, se você apenas tirar o pé do freio o carro não sobe, se pisar demais perde o controle e pode causar uma batida.

  • Ricardo

    Quem está acostumado com manuais se bate um pouco no começo.

  • Ao explicar as letras para quem vai dirigir automático pela primeira vez, eu uso os termos mais próximos em português mesmo: (P)arking vira (P)arado, (D)rive vira (D)irigir, (N)eutral é (N)eutro, (R)everse vira (R)é.

  • zekinha71

    Na descida da Imigrantes, que posição se deve usar?
    Vejo vários carros automáticos que o cara desce praticamente a serra inteira pisando no frio.

    • Se o câmbio tiver as letras L1, L2, etc, que forçam uma posição do câmbio (primeira marcha, segunda, etc), você pode usar elas. Se não tiver, use a tecla Sport, que retém bem mais as marchas. Alguns câmbios mais novos, por exemplo o AT9 que a Fiat usa em Compass/Renegade/Toro, já detectam descida e seguram automaticamente.

      • Luciano RC

        Todo cambio que faz redução consegue ler a descida e segurar. A PSA sempre coloca a eletrônica para segurar… os da Chevrolet não seguram muito… só fazem se você pisar no freio.

        • Joacir

          Rapaz eu tenho um Sonic , ele segura bem em decidas , não sei os outros.

          • Luciano RC

            O Cruze não segurava muito bem não… na vdd sempre achei que o AT6 não casava com o 1.8 Ecotec.

            • Joacir

              No sonic segura bem, acho que até demais, as vezes tenho q dá uma acelerada para subir marcha, ou então por no modo manual e escolher a marcha melhor.

    • invalid_pilot

      Limita a 2 ou 3 marcha, simples .

      Como seria num manual.

      • MauroRF

        Ou coloca em S e reduz manualmente pelas borboletas.

    • DuroDrix

      Haja pastilha! No meu caso, limito a 2ª ou 3ª nas borboletas que simulam a troca manual.

  • Carro automático é mais um daqueles confortos que enquanto você não tem, você não liga, mas depois que tem, não admite mais ficar sem. Quem dirigia nos anos 80 e 90, por ex, era acostumado a não ter direção hidráulica. Depois que você tem um carro com, fica difícil voltar. O mesmo com direção elétrica: depois que você tem um carro assim, parece que as hidráulicas não tem assistência. O mesmo com carro automático: tirando o primeiro dia de estranhamento, fica difícil depois. É cômodo demais, ainda mais em trânsito lento.

  • Guedes

    Esperando os pilotos de potentes carros 1.0 dizerem que não gostam de automático “porque não dá pra sentir o carro”

    • São duas formas bem diferentes de se relacionar com o carro. Há prazeres e desprazeres nas duas. Sem dúvidas que a relação do motorista com o carro é mais “íntima” com a transmissão manual. Mas há muita comodidade (em especial em trânsito pesado) na utilização da transmissão automática ou automatizada.
      Tive carros com relação manual por muitos e muitos anos. Já há 4 anos que os dois veículos de casa são dotados de transmissão automática. Não há dúvidas que em determinadas situações dá saudade da manual. Mas, no uso geral, inegável a vantagem do automático.

      • MauroRF

        Principalmente com trânsito carregado. Até aqui no ABC Paulista anda bastante carregado. No meu círculo de amizades por aqui, quem pode compra carro com transmissão automática. E olha que gosto de transmissão manual, mas o conforto da automática no trânsito mais carregado é inegável.

        Eu acho que o Onix Advantage vai popularizar ainda mais (assim como já fez o Etios) a transmissão automática.

      • Guedes

        Carros automáticos/ automatizados, especialmente dupla embreagem, com trocas tip tronic ou por aletas no volante suprem muito bem a saudade de um carro manual.

        Entendo não se justificar ter um carro manual hoje em dia. O prazer não compensa a mão de obra de ter que ficar trocando marcha e apertando embreagem em mega engarrafamentos.

    • Leonardo Lima

      Dono de 1.0, claro. Cambio manual só pode ser coisa de pobre, brasileiro tem nojo de pobre. BMW e Porsche com cambio manual deixa só pros Europeus, aqueles favelados.

      • Guedes

        São carros de nicho. Ou bmw e porsche estão entre os mais vendidos do mercado?! Eu sou pobre assalariado CLT tbm, o que não suporto é gente que nunca dirijiu nem teve automático/ automatizado arrotar que câmbio automático é coisa de quem não gosta de dirijir, não gosta de carro etc.
        Dá pra ter prazer em dirijir com aitomáticos e automatizados sim.
        Ou será que a ibdústria de esportivos está toda errada, já que a grabde maioria deles é automática/ automatizada? Certo estão os donos de carros do Brasil çim

        • Leonardo Lima

          O automático é tendência do mercado? Sim. Quem prefere manual é pobre e ignorante? Não mesmo. Na Europa os câmbios manuais não estão restritos a produtos de nicho. Qual será o mercado atrasado, o europeu ou o brasileiro? O lugar onde eu tenho opção, ou o lugar que me impõe o que eu preciso gostar pra não ser confundido com a ralé?

          • Guedes

            Cara, você está confundindo as coisas. A questão não é econômica, é cultural. eu citei os “donos de potentes 1.0” não por questão econômica, mas cultural. Muita gente nunca teve um carro automático e se baseia em preconceitos para argumentar contra. Questão cultural.

            No Brasil temos a “cultura” de achar que carro automático é coisa de gente que não gosta de dirigir.

            E nem tudo que vem da Europa é ouro. Carros a diesel, por exemplo, Brasil proibiu tem muito tempo, por questões que não vem ao caso, ma proibiu. Na “civilizada” Europa, carros a diesel estão com os dias contados, por questões ambientais.

            Ainda, pegue como exemplo os EUA e veja que lá muita gente nem sabe dirigir carro manual, automático é padrão.

  • Oberon de Megrez

    Comprei meu primeiro carro automático há um ano e meio, cambio comum 4 marchas etc… o único ponto que posso ressaltar (não chega a ser reclamação) é que aciono mais vezes o freio num automático do que num manual. Como ele sempre anda mesmo sem acelerar, o uso dos freios se torna constante no transito comum, fora os semáforos onde preciso ficar com o pedal acionado para segurar o carro. A grande maioria afirma que é errado todo farol fechado você colocar no N, quanto menos mudar de D para N melhor, desta forma, imagine deixando a meia embreagem do seu carro manual e segurando no freio… passa uma impressão de desgaste do sistema.

    • Na verdade, não é só uma sensação: há um desgaste maior, mesmo. Normal um carro automático gastar mais pastilhas que o manual.
      Quanto a colocar em “N” nas paradas de semáforo, o único inconveniente é o “trabalho” de mover a alavanca. Não há nenhuma contra indicação a esta medida. Só se deve tomar bastante cuidado para na saída do semáforo não se esquecer de “engatar” o sistema novamente: uma acelerada com o carro em neutro ao se esquecer de voltar para “D” e toda a economia que se consegue com a medida vai pro ralo.

      • MauroRF

        E se estiver em um aclive, o carro volta. Eu coloco em N quando a parada é mais demorada.

        • Eu fazia demais isso com o Lounge quando mais novo. Ainda hoje, quando a parada é mais comprida, ainda faço.
          Mas com o passar dos anos e da quilometragem, a força com que ele empurrava quando parado em “D” diminuiu significativamente, causando menos incômodo do que quando novo. Já é viável deixá-lo em “D” nas paradas de semáforo.

      • Oberon de Megrez

        Já vi em vários sites e clubes falarem que você desgasta mais o cambio colocando no “N” nas paradas de semáforo… daí quando comparam o gasto com pastilhas com um gasto de reparo ou troca de um cambio já viu né…
        O argumento sempre foi: “o cambio automático foi projetado para isso, mantenha sempre em “D” e seja feliz, só vale a pena colocar em “N” se for demorar muito parado, 15, 20 minutos”

        • Pode dar uma pesquisada no google que tem muitas matérias sobre esse “mito”. Não há qualquer inconveniente em se colocar o câmbio em “N”.
          Eu fazia muito isso com o C4 Lounge novo, que ‘empurrava” demais quando parado. Com o passar dos km ele deu uma diminuída na força da “empurração”. Hoje já não tenho mais a necessidade.

    • Magnamox

      Reza a lenda que colocar no N na parada do semáforo por exemplo, o cambiol fica sem lubrificação e esse troca D para N, N para D toda hora pode gerar uma desgaste prematuro ao longo de milhares de anos.
      Eu procuro manter sempre no D por vias das dúvidas.

      Essa impressão de meia embreagem nao acarreta problema pela rotação estar baixa…. Entao o conversor de torque não aquece… Agora se você segurar o carro numa ladeira somente acelerando ou mesmo andar na lama patinando muito isso pode aquecer o sistema.

      • Oberon de Megrez

        Estou fazendo o mesmo que você. Como meu carro é antigo e potente é possível sentir a vibração no volante quando estou segurando ele no freio, quando coloco no N ele parece estar desligado. Nas ladeiras eu evito segurar ele no acelerador como vc disse, mas confesso que fazia isso visando economia de combustível mesmo, desconhecia esse risco de aquecer o sistema.

  • IPZ.4

    Pena que no automático não dê pra fazer freio motor com a mesma agilidade e precisão do manual. Os de dupla embreagem são o que tentam chegar perto, mas ainda assim fazem trocas sem que vc esteja esperando e de forma desnecessária.

    • Guedes

      Uma dica é usar modo S pra descer ladeiras, bem como pra subir

      • Mas o S não segura o carro. O correto neste caso seria o L.

        • Guedes

          Não é questão de segurar, e questão de deixar o giro subir mais e não comprometer o câmbio com RPM baixo e marcha alta.
          Essa dica é mais pra preservar câmbio de dupla embreagem a seco…

    • No CVT o L faz muito bem este papel e com agilidade. Talvez um pouco mais fraco apenas pois no cambio manual da para forçar o sistema. Com um pouco de treino da para dirigir sem usar o freio em curvas, lombadas e etc. Mas o consumo fica péssimo.

    • Oberon de Megrez

      No meu carro, ele roda a 80km/h a 1500rpm, quando eu desligo overdrive mantendo os 80km/h o giro sobe para 2200rpm, além do freio motor funcionou muito bem. Fiz isso semana passada na imigrantes.

  • Júnior Nascimento

    Minha dúvida, que nunca dirigi um automático, é a famosa “meia-embreagem” em aclive, quando o veículo não possuir assistente de partida em rampa. Como fazer?

    • Zé Mundico

      Dependendo do aclive, se for leve, pode segurar no freio sem problema. Quando for sair, basta mudar do freio para o acelerador um pouco mais rápido.
      Se for um aclive muito acentuado, é melhor segurar no freio de mão, igual a um carro manual.

    • Magnamox

      Num aclive muito forte, voce pode colocar a alavanca na posição L ou 1. Geralmente nessa posicao o carro trava o conversor de torque e transmite toda força para as rodas evitando o aquecimento do câmbio…..isso é válido para os câmbios com conversor de torque…

      • Edson Fernandes

        Mas a pergunta dele foi “segurar” o carro em aclive. Nesses casos para evitar o aquecimento da transmissão, ou se puxa o freio de mão ou segura no freio. É bem valido a sua orientação, desde que ele não deixe o carro segurar “no cambio”.

  • carloscomp

    Depois que vc tem seu primeiro carro automático dificilmente volta-se ao câmbio manual.

  • pmol30

    Eu não sei se são todos os automáticos que fazem isso, mas se vc pisar bem rápido 2 vezes até o fundo no acelerador o cambio volta uma marcha para vc fazer uma ultrapassagem sem pressa. (A Amarok faz isso).
    Mas se vc pisar e ficar com o pé travado até o fundo existem cambios que voltam até 3 marchas para uma ultrapassagem que precisa de rapidez.

    • Edson Fernandes

      Isso é o kick down.

      Nem precisa pisar duas vezes, se vc mantiver pressionado o curso total do acelerador, ela reduz. (assim como os automaticos, só é deficiente em automatizados de unica embreagem pela demora do sistema compreender a necessidade).

      • Joacir

        Vc fala manter pressionado até o final ?

        • Edson Fernandes

          Isso, tem geralmente um limite que se passado ele sempre vai acatar ao kick down.

  • Oliveira Helders

    Como as demais matérias que abordam o assunto, esqueceram do item mais importante e que, 90% dos motoristas proprietários de automáticos não sabem;
    Como parar o veículo. (Para evitar ‘trancos’ no sistema)

    • Alexandre

      verdade, acredito que mais da metade dos motoristas de carros automatísticos colocam no P e depois puxam o freio de mão, e quando tiram do P, acontece o tal tranco desagradável e nem sabem o motivo

      • Oliveira Helders

        Fato!

    • Guedes

      God save alto hold. Meu carro eu boto no P e automaticamente o freio de mão é acionado.
      Acho que não preciso colocar no N, mas vou dar uma lida no manual. Golf DSG.

    • mappellegrino

      Na verdade, não é necessário colocar a alavanca no N. O ponto crítico da história é manter o pedal do freio acionado todo o tempo enquanto aciona o freio de estacionamento e coloca em P.
      Correto sobre o “apoiado”, o sistema de Parking é uma engrenagem em que uma trava entra no meio dos dentes para bloquear o sistema. Se deixar apoiar, colocando o P antes de travar a posição do carro (segurando o pedal do freio e acionando o freio de estacionamento), a força para sair e consequentemente o tranco serão maiores.

  • ronaldo rodrigues

    TÁ, CÂMBIOS CVT, AUTOMÁTICOS E AUTOMATIZADOS, ENTENDIDOS, MAS DIFÍCIL MESMO FOI LER ESSE TEXTO CHEIO DE ERROS DE GRAFIA. REVISÃO URGENTE !!!!

  • Estou praticando o freio com o pé esquerdo a cerca de 7 anos e não é nada simples. Comecei usando em manobras na garagem e só dava tijolada no pedal, depois passei a parar o carro em um sinal fechado que só tinha eu na via e hoje consigo dirigir até bem usando um pé para cada pedal mas ainda sem confiança de fazer isso andando em um ritmo mais rápido.

    • Guedes

      Não entendi.. qual o seu câmbio? CVT? Pra quê usar pé esquerdo?

      • Sim. CVT.

        O pé esquerdo não tem relação alguma com o carro. Acho que a eficiência é maior usando um pé para cada pedal. Se bem treinado vai ser mais rápido que um pé para dois pedais. Com esse pensamento deu vontade de usar e fui treinando até ter um controle satisfatório. Também comecei a ficar com a perna cansada em trajetos longos e usar ela para frear ajuda.

        Ps.: Não tente fazer isso com um carro atrás ou para manobrar em locais apertados. Vai dar errado.

        • Guedes

          Isso é totalmente contraproducente, não faz sentido pra mim. O pé direito, com embreagem ou sem embreagem é quem pisa no freio. Não vejo razão pra usar freio com pé esquerdo…

          • Certo. Até pq geralmente o pé direito é o mais sensivel, tem risco de acelerar e frear ao mesmo tempo em uma situação critica e etc. Mesmo assim uso o esquerdo eventualmente.

            Você sabe que tentar fazer coisas que já se faz de formas diferentes faz muito bem para sua mente? Bem é isso.

  • Volta e meia eu dirijo um Civic automático de geração anterior de um amigo meu que vem para Curitiba a trabalho, ele pede para eu levá-lo nos locais aonde ele vai dar treinamento, já gostava daquela versão do Civic, depois que dirigi eu gostei ainda mais, não exigi muito do motor, mas em subidas acentuadas, estacionamento e retomadas ele se sai super bem, é um carro delicioso de dirigir em trânsito cheio, percebe-se as trocas, mas elas são bem acertadas. Do meu trabalho até em casa são 15km e uma hora de viagem, eu chego morto com meu “Chevette” Prisma hehehe.

  • Pedro154

    Coloca o câmbio em D e só vai kkkkkkk

  • Rodrigo Formolo

    Só achei um erro neste artigo, para parar o veículo, não deve-se colocar o câmbio diretamente em P, puxar o freio de mão e desligar. O correto é Colocar o câmbio em N, Puxar o freio de mão e depois colocar em P.

    • REDDINGTON

      Acerto miseravi!!!

    • mappellegrino

      Não é necessário colocar o câmbio em N. O importante é pisar no freio até a parada total do veículo (mesmo em D), ainda com o pedal de freio pressionado colocar a alavanca em P, acionar o freio de estacionamento, desligar o veículo e, finalmente, liberar o pedal do freio. Esta é a melhor forma de se estacionar um veículo automático.

  • REDDINGTON

    Desde 2012 ando de AT. Vontade de voltar pro manual??? ZERO.

  • Antonio Sergio

    A pior experiência em dirigir somente carro automático é ter, um dia, que dirigir carro mecânico. A gente simplesmente esquece que existe o tal pedal de embreagem. Na primeira parada é carro morrendo mesmo.

  • Antonio Carlos

    Daqui a alguns anos começarão os problemas de trombose ou sindrome da classe economia, pela falta de movimentação de perna esquerda, para quem usa o veiculo diariamente em longos periodos.

  • Mr. On The Road 77

    “Para desligar o carro, basta colocar o câmbio em P e depois retirar a chave, se houver.”
    Eu diria: “Para desligar o carro, basta colocar o câmbio em P, puxar o freio de mão e depois retirar a chave, se houver.”
    Deixar o carro travado apenas no câmbio força desnecessariamente o conjunto e ainda corre o risco de não conseguir destravar o câmbio depois.

  • Brenno

    Alguém teria a experiência de ter um automático para o dia a dia e deixar para andar de manual no fim de semana? Por exemplo: Um Novo Polo pro dia a dia e um Opala pro fim de semana. É fácil se acostumar a essa transição? hehehhe.

  • Caio Lucas Andrade

    Por favor, releiam este texto, tem momentos em que nem se consegue compreender o que se quer dizer, tem erros demais.

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