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Corcel 2: a segunda geração que fez sucesso e depois gerou o Del Rey

Depois do enorme sucesso da primeira geração do modelo, o Corcel 1, e mais de 650 mil unidades vendidas, a Ford estava preparando a chegada triunfal da segunda geração que seria apresentada em 1977 como modelo 1978 e seria conhecida como Corcel 2.

Corcel 2: a segunda geração que fez sucesso e depois gerou o Del Rey


Corcel 2 chega em 1977

Com novos concorrentes e modelos antigos recebendo atualizações importantes, a Ford não poderia deixar o Corcel para trás.

Mesmo com as excelentes vendas, o Corcel 1 precisava de qualidades para entrar de cabeça nos anos 1980.


Para isso a Ford aproveitou a mesma plataforma com algumas melhorias e refez completamente a carroceria do modelo, criando o Corcel 2.

Foi assim que o Corcel 2 perdeu a carroceria de quatro portas – pois o mercado nessa época não aceitava muito bem modelos com esse tipo de carroceria – e apostou apenas na perua e no cupê meio sedan.

Corcel 2: a segunda geração que fez sucesso e depois gerou o Del Rey

Corcel 2 – visual

As linhas gerais do Corcel 2 eram mais retilíneas e condizentes com as propostas apresentadas pelos concorrentes.

Saem de cena os faróis redondos e entram no lugar faróis maiores e retangulares, com uma grade maior e toda filetada com o logo da Ford ao centro.

Já na traseira do Corcel 2 as lanternas retangulares de tamanho menor da última atualização de estilo são trocadas por um novo conjunto maior e que tem mais presença junto da tampa do porta malas.

Corcel 2: a segunda geração que fez sucesso e depois gerou o Del Rey

Com essas alterações o Corcel 2 parecia ligeiramente maior que a primeira geração, e bem mais moderna também.

Outro detalhe de design interessante era a queda suave do sedan de três portas, o que fazia com que o modelo tivesse um aspecto de fastback.

Mesmo com uma carroceria nova, o comprimento do Corcel 2 era muito semelhante ao da geração antiga, por conta da mesma plataforma.

O Corcel 2 tinha 4,47 metros de comprimento e entre eixos de 2,44 metros. As únicas diferenças para o Corcel 1 estavam na largura – 1,62 para 1,66 metros – e na altura de 1,37 metro para 1,35 metro – o que fazia com que o Corcel 2 parecesse mais esguio e comprido.

O Corcel 2 também tinha ganho peso na troca de geração, cerca de 15 kg a mais que o cupê tinha em relação ao modelo anterior.

Corcel 2: a segunda geração que fez sucesso e depois gerou o Del Rey

A linha do Corcel 2 era acompanhada pela perua Belina, que adotava a mesma dianteira do Corcel 2 com seus faróis retangulares e grade filetada.

Um dos maiores trunfos da perua era o amplo espaço interno que acomodava com muito conforto ate cinco ocupantes e suas bagagens.

Já um defeito eram as enormes e pesadas portas dos modelos da linha Corcel 2, que eram demasiadamente compridas e muito pesadas, dificultando o abre e fecha mas também ajudando a entrada e saída dos passageiros para dentro do veículo.

Corcel 2: a segunda geração que fez sucesso e depois gerou o Del Rey

Corcel 2 – motores

No quesito motorização, a linha Corcel 2 vinha com o mesmo motor 1.4 litro da geração anterior, só que com menos potencia a princípio.

Originalmente o motor que chegou a render 85 cavalos na primeira geração do modelo, no Corcel 2 passou a contar com apenas 72 cavalos.

E como o novo modelo era 15 kg mais pesado que o anterior, o pequeno motor 1.4 sofria quando o carro estava carregado.

Seus números também não eram dos mais impressionantes. Agora o ele fazia o 0a100 em 20,9 segundos e conseguia atingir a máxima de 130 km/h.

Se a potência não justificava, os itens de segurança e tecnologia faziam a contraproposta. O Corcel 2 apostava em estabilidade e um nível de ruído muito melhores do que a primeira geração por exemplo.

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Corcel 2 – concorrentes

Os principais concorrentes do Corcel 2 eram o Volkswagen Passat e o Dodge Polara, e no quesito economia o Ford conseguia bater os dois modelos com grande facilidade.

Sem falar que o Corcel 2 tinha desenho mais moderno, elegante e tinha um interior muito mais confortável para os passageiros que os modelos citados.

Era também mais robusto que o Dodge Polara também. Por falar no interior, ele era considerado um dos mais belos e ergonômicos pela mídia especializada da época.

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1979

Um novo motor era apresentado em 1979 para poder bater de frente com seus concorrentes, entra em cena o motor 1.6 litro com 90 cavalos e torque de 13 kgfm e sai de cena o antigo motor 1.4 que acompanha o Corcel desde sua primeira geração.

Junto com o novo motor a Ford introduz um novo câmbio de 5 velocidades com engates curtos e bem precisos, fazendo do Corcel 2 um dos modelos mais econômicos da categoria.

O Corcel 2 GT continuava a fazer parte da gama e contava com o mesmo motor 1.6 litro das versões comuns, mas com um acerto diferenciado para o escalonamento das marchas, e na suspensão, para que ficasse mais esportivo.

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1980

Para 1980 a maior novidade mecânica da linha Corcel 2 era a adição do motor movido à álcool, que segundo revistas especializadas da época era mais moderno e mais econômico que vários concorrentes com o mesmo tipo de combustível.

Apesar de ser menos potente que a versão a gasolina, o modelo à álcool tinha um torque maior que os dos concorrentes, com 71 cavalos e torque de 12,2 kgfm mais especificamente.

Corcel 2: a segunda geração que fez sucesso e depois gerou o Del Rey

Corcel 2 Hobby

Outra novidade para o início dos anos 80 era a nova versão Corcel 2 Hobby, que tinha um apelo mais jovial e tirava os frisos laterais cromados e da dianteira.

No interior destacava-se um acabamento em preto e vermelho e um novo volante mais esportivo do que o convencional.

A perua Belina passava a contar apenas com o motor 1.6 litro, o que fazia muito mais sentido, devido ao seu peso extra.

E o Corcel vira Del Rey

A linha Corcel 2 ganhava em 1981 uma nova linha de luxo denominada Del Rey, com sedan de quatro portas e perua de duas portas.

O desenho geral do Ford Del Rey era elegante e sofisticado, e contava com as quatro portas – duas a mais que na linha Corcel 2 – e contava também com um interior mais incrementado que no modelo que lhe deu origem.

O interior trazia itens de conforto e segurança que só eram vistos em carros de categoria superior.

Corcel 2: a segunda geração que fez sucesso e depois gerou o Del Rey

Itens como vidros elétricos com comandos na porta do motorista, ar condicionado integrado ao painel e teto solar poderiam ser encontrados nos Del Rey.

O painel de instrumentos também era bem completo e incluía conta giros, manômetro de óleo e voltímetro.

Corcel 2: a segunda geração que fez sucesso e depois gerou o Del Rey

Para 1983 a linha Del Rey ganhava um novo câmbio automático de 4 velocidades, e algumas melhorias no acabamento interno.

Já para 1985, tanto a linha Corcel 2 quanto o Del Rey ganham uma última remodelação.

Ford Pampa

Como já dito em outro artigo, a linha Corcel 2 ganhou também ganhou a companhia de uma picape chamada Pampa, que ficou em vigor até 1997 quando deu lugar para a Ford Courier derivada do Fiesta.

A Pampa, no seu curto período de existência, conseguiu ser a mais moderna e prática picape derivada de carro de passeio da sua época.

Com versões a álcool e até com tração nas quatro rodas a Ford Pampa elevou o patamar das picapes derivadas de carros de passeio.

Corcel 2: a segunda geração que fez sucesso e depois gerou o Del Rey

Fim de linha para o Corcel 2

A linha Corcel 2, que agora só atendia pelo nome de Corcel, saiu de linha em 1986 e a perua Scala saía de linha no mesmo ano, ficando em linha a Belina, perua do Del Rey.

Os remanescentes foram os Del Rey que continuaram em linha até 1991 e a versão picape – o Pampa – que saiu em 1997. Depois disso a Ford passou apenas a apostar em carros menores e compactos como o Fiesta por exemplo.

Curiosidades

O Corcel 2 com motor 1.6 litro foi primeiro modelo da Ford a contar com a insígnia “1.6” na traseira, pois antes dele as demais marcas e a própria Ford apenas se referiam aos motores de seus carros de acordo com o deslocamento em cm³ e não pela chamada “litragem”.

O que significava que o 1600 cm³ seria tratado como 1.6, por exemplo, e depois outras marcas passaram a adotar e até a arredondar o valor para cima, como 1499 cm³ virava 1.5 litro, por exemplo.

Corcel 2: a segunda geração que fez sucesso e depois gerou o Del Rey

Outro ponto curioso é que a linha Corcel 2 se restringia ao cupê e à perua, mas em contrapartida a linha Del Rey contava até com uma picape e a versão com 4 portas para o sedan.

Corcel 2: a segunda geração que fez sucesso e depois gerou o Del Rey

O motivo disso era que carros “pequenos” como o Corcel 2 com quatro portas eram mal vistos pela mídia especializada e pela população como um todo, agora um sedan dito como “médio” como era o caso do Del Rey, era mais que obrigação ter as portas traseiras.

Mas qualquer outro modelo que tivesse quatro portas nessa época seria considerado carro de taxista, quase o mesmo tipo de pensamento que temos atualmente com carros brancos em São Paulo ou amarelos no Rio de Janeiro, que são facilmente associados com os táxis.

Ficha Técnica

Ford Corcel 2 GT 1979

Motorlongitudinal, 4 cilindros em linha, 1555 cm3, carburador de corpo duplo
Diâmetro x curso79,9 x 83,5 mm
Taxa de compressão8:1
Potência90 cv (SAE) a 5600 rpm
Torque13 kgfm a 4000 rpm
Câmbiomanual de 5 marchas, tração dianteira
Dimensõescomprimento, 446,8 cm; largura, 166 cm; altura, 133,8 cm; entre eixos, 243,8 cm
Peso950 kg
Suspensão dianteiraindependente com braços triangulares inferiores e simples superiores
Suspensão traseiraeixo rígido com braços tensores longitudinais
Freiosdisco na frente e tambor atrás
Direçãopinhão e cremalheira
Pneus185/70 R13 radiais
Corcel 2: a segunda geração que fez sucesso e depois gerou o Del Rey
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Kleber Silva

  • Moisés Nunes

    Lembro de na minha infância achar o Del Rey o carro mais bonito de todos. Ficava falando para o meu pai comprar um. Mal sabia a fortuna que era a época comprar um carro desses. Essa matéria me trouxe uma boa lembrança.

    • Fabão Rocky

      Eu era louco p/ meu pai comprar uma Belina. Um amigo de meu pai tinha uma e eu gostava de viajar no porta-malas espaçoso, isso em tempos q n tinha cadeirinha infantil.

      • JOSE DO EGITO

        Meu pai teve um CORCEL 2 LDO pts boms tempos aqueles

        • Fabão Rocky

          Naquele tempo meu pai teve um Chevette SL 1982

  • Cassio

    A maioria dos passeios e viagens da minha infância foram nos corcel 2 e Belina. Ótimas lembranças. Achava o maximo os LDO com interior marrom e o puxador da porta maior.

  • Washington Silva

    Meu pai possui até hoje uma Belina 82, e não vende nem troca de jeito nenhum, rs. Na minha adolescência, eu adorava dirigir a Belina nas estradinhas de terra. Até hoje esse carro é uma referência pra mim em termos de conforto ao rodar e acabamento. Incrível como havia esmero e cuidado com os acabamentos na era “pré-plásticos”. Além da Belina, meu pai possuiu um Corcel 1 vermelho, um dos primeiros carros que dirigi na vida. Era muito econômico e não quebrava nunca. Até hoje meu velho lamenta tê-lo vendido. Os carros naquela época eram muito duráveis e passavam anos com o mesmo dono, havia um carinho com eles, eram meio que parte da família, personagens de grandes histórias.

  • Ricardo

    Outro carro que teve em todas as famílias.

  • Cesar

    Tinha 3 parafusos e ninguém chorava.

    • Zé Mundico

      Isso mesmo…..até prá isso era fácil trocar pneu furado…….rsrsrssrs

  • Zé Mundico

    Fui proprietário de uma Belina DelRey ano 90 a álcool e posso dizer que foi um dos melhores carros que já tive. E olha que já tive Brasília, Passat, Bonanza, Belina, Gol, Bora,Ranger, CRV, 408 e Outlander.
    Em matéria de conforto, robustez e desempenho, não fica nada a dever, claro que resguardando a devida época. Nos anos 80/90 eram outros conceitos e tecnologias, mas quero dizer que na sua época o Corcel e a Belina DelRey eram os melhores da praça nesses quesitos.
    Ok, tinha o Monza e o Santana, mas eram outra viagem.
    Se não me engano o motor era um CHT 1.6 da Renault e o carro era um foguetinho. Na época eu viajava trabalhando com vendas e perdí a conta das vezes que deitava os bancos traseiros e dormia tranquilamente em postos de gasolina e até no meio do mato. O carro era robusto, confiável e a suspensão era uma obra-prima de conforto, embora fosse meio molenga. Mecânica simples, manutenção barata, peças fáceis com ampla oferta na praça. Qualquer cidadezinha do interior você achava peças para Corcel, DelRey e Pampa.
    Talvez tenha sido o carro com que passei mais tempo, tamanha sua qualidade e confiabilidade. Vendi com quase 8 anos de muito uso para um padeiro que ainda a utilizou para entregar pão por mais uns 10 anos numa boa. A padaria dele ficava a umas 3 quadras da minha casa.
    Só posso dizer que foi um excelente carro que nunca me deu problemas.

    • Dod

      Zé Mundico me tira uma dúvida que me assola tem 20 anos…quando eu era criança e viajava pro interior andava bastante no Del Rey do pai de dois amigos que eu tinha lá, sempre ia passear com eles e achava uma coisa engraçada: o banco traseiro parecia um colchão de molas de tão molengo que era. Era demais, qualquer depressão na estrada, qualquer lombada, e a gente ia com a cabeça no teto. Claro, eu me divertia, mas fiquei com isso na cabeça pois nunca vi um carro com bancos desse jeito. Ah, e super confortáveis em piso plano. Rsrs

      Aí minha dúvida para você que teve uma Belina Del Rey: era um assento modificado ou realmente haviam molas no banco traseiro desses carros? Hehehe

      • Zé Mundico

        Realmente os bancos eram super macios e o banco traseiro parecia um sofá de luxo.
        Mas era o seguinte: não eram molas tipo “espiral”, como podemos imaginar. Dentro dos bancos havia uma armação de ferro entrelaçada, tipo uma treliça. Revestindo isso havia toda uma armação de espuma. Esse tipo de armação é exatamente a mesma dos colchões de mola que dão aquela sensação de balanço e maciez.

        • Dod

          Ah que bacana! De fato tinham o conforto de um sofá, ou melhor, colchão de molas dos bons. Nunca mais vi solução parecida.

    • MauroRF

      Zé, se a sua era 90, já era a 1.8 AP. E a versão a álcool 1.8 andava relativamente bem, principalmente quando embalava na estrada. Na época, o pessoal conseguia enfiar 180 km/h sem problemas nos Del Reys/Belinas 1.8 a álcool. Meu pai teve uma Belina Ghia 89 que ainda era a 1.6 CHT (era a álcool). Um luxo só, completona, ar-condicionado, um toca-fitas com som muito bom, esmero no acabamento e o painel azul lindo que deixa saudade. Tem um vídeo no YT da “Belina do Capeta” que o cara não consegue pegar nem a pau, kkkkk. E tem uma coisa: nessa época dos carburadores, era fácil mexer nos motores. E esses APs eram facinhos de serem mexidos para aumento de potência. Talvez por isso a “Belina do Capeta” tenha humilhado o cara de um SUV (se não me engano).

      • Zé Mundico

        Acho que era isso mesmo, devo ter me enganado entre 89 e 90, mas acho que era 90, sei lá. O carro era uma bala e o único problema era ter que mandar limpar o carburador a cada 6 mêses, pois o o álcool criava uma bôrra que se transformava numa espécie de verniz.
        Eu viajava muito e percorria grandes distâncias e sempre tinha o risco de pegar combustível adulterado. Daí a necessidade de fazer essa limpeza a cada 6 mêses. Fora isso, o carro era um luxo só.

  • Phantasma

    Gosto de carro véio, mas ta aí um que não me agrada em nada.

  • Paulo Lustosa

    Corcel II é sedan de duas portas… o vidro traseiro não levanta e o bagagito é preso a estrutura da carroceria do carro

  • Osni Duarte

    Sem querer ser chato mas sendo, a grafia correta é Corcel II, não 2. Meu pai teve um 1979 branco com interior marrom. Eu achava a coisa mais linda do mundo! Impressionava o silêncio interno e o conforto. Como uma Belina 75 que também tivemos, o Corcel II veio com um rádio toca-fitas Philco-Ford. Pensa numa coisa chique!

  • Rafael Straus

    Acredito que tiveram dois equívocos na matéria.

    O Del Rey, ao ser lançado, teve a companhia da perua SCALA, que era uma versão “premium” da Belina, com lanternas que invadiam a tampa.

    Em 1986 não foi a Belina que saiu de linha, mas sim, a Scala.

    A Belina continuou junto com o Del Rey, sendo perua dele, até o final de linha dos dois, em 1991.

    • Paulo Lustosa

      Del Rey ao ser lançado foi sozinho, a Scala só veio um ano depois, tanto que pra achar Scala com motor Sierra é mais difícil que achar com motor CHT (Cléon).

  • durango

    Empreiteiro de obra rebatizou a perua para Bilina
    Dependendo do caso Feina
    É Deus no céu e nós no Corcel!

  • Fernando Gabriel

    Um amigo tinha um Del Rey e apelidamos ele de “Barca” por ter o mesmo “balanço” da Barca que atravessava Rio a Niteroi..kkk

  • Fabio Marquez

    Lembrei que quando criança viajando de Del Rey com minha família… Não sei se por conta de um defeito o carro era manco demais, não conseguia acompanhar sequer um caminhão vazio. Mas era um carro muito completo, só fui ver um carro completo daquele jeito quando alguns anos depois viajei em um Palio (lançamento na época) de um amigo de meu pai.

  • Fabio Marquez

    Gente, eu vi várias vezes no texto o autor mencionando Corcel I, pelo que eu saiba essa nomeclatura nunca existiu, é tipo Corcel e Corcel II… Ou estou errado?

  • Eu gostaria de ver os valores de tabela dele atualizados para contrapor aos modelos atuais

  • Rjotinha

    Meu pai teve um del rey automático 1986 e ele tinha na verdade apenas TRÊS MARCHAS. A 120 ele urrava suplicando uma marcha mais longa. Fazia de 0 a 100 em um século.

  • Cássio

    Nunca tiveram transmissão 4 marchas sempre foi do início ao fim uma caixa de 3 velocidades de origem francesa.

  • leitor

    Pelo que sei a Belina era perua do Corcel e a Scala do Del Rey. Belina existia desde o Corcel I.

  • leitor

    Era criança quando andei nesses carros. E o que me chamava mais atenção era o conforto. Quando se fala em conforto num carro o primeiro que me vem à mente é o Corcel.

  • Fernando

    reportagem falha. Esqueceram de mostrar a linha 1985

  • Ricardo Fernandes

    Ah, quanta nostalgia… Meu pai era entusiasta do Del Rey e teve nada menos que cinco diferentes! Teve dois da primeira geração, um modelo Prata e depois um Ouro, completo. Lembro que eu achava o máximo aqueles repetidores de seta em cima do capô!
    Depois que ele mudou a frente, acho que a partir de 1985, meu pai teve outros três, todos Ghia de duas portas: um prata, um azul e um vinho, lindo! O carro era de um conforto incrível, sem falar que eram bastante confiáveis e resistentes. O painel era belíssimo e supercompleto. O vidro elétrico era outro diferencial, além da direção hidráulica, do ar condicionado e do aparelho de som Philco original. Por fim, o inconfundível e charmoso relógio de teto. Claro que tinham os pontos negativos como a suspensão excessivamente macia, as portas pesadas e o motor limitado demais para um modelo tão grande, contudo, considerando a economia de combustível, a confiabilidade e o esmero que havia no acabamento daqueles carros, guardadas as devidas proporções, os carros de hoje são lamentavelmente, verdadeiras carroças.

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