Chevrolet Hatches História Sedãs

Cruze LTZ e Cruze Hatch LTZ: preços, motor, consumo (e equipamentos)

Cruze LTZ e Cruze Hatch LTZ: preços, motor, consumo (e equipamentos)

O Cruze LTZ é a versão topo de linha do sedã e do hatch médios vendidos no Brasil.


Como sabemos, o Chevrolet Cruze chegou ao mercado brasileiro em 2011 com a missão de substituir o Vectra, que nunca foi uma referência entre os sedãs médios.

O Cruze também tinha que representar a marca no segmento de sedãs médios, que ficara cada vez mais competitivo.

Veja os detalhes:


Cruze LTZ – detalhes no lançamento

O Cruze LTZ, bem como a versão LT, chegaram ao mercado no dia 11 de setembro de 2011. Ele veio nas versões LT manual, LT automática e LTZ automática, com preços de R$ 67.900, R$ 69.900 e R$ 78.900, respectivamente.

Todos os modelos saíam de fábrica com o mesmo conjunto mecânico. Sob o capô, tanto o Cruze LTZ quanto o Cruze LT tinham o inédito motor 1.8 Ecotec flex de quatro cilindros e 16 válvulas, dotado de componentes em alumínio e duplo comando variável de válvulas.

Ele é capaz de desenvolver 140 cavalos com gasolina e 144 cv com etanol, a 6.300 rpm. Já o torque é de 17,9 e 18,9 kgfm, respectivamente, a 3.800 rpm, sendo que 90% do torque está disponível já a 2.200 giros.

Junto ao propulsor está o câmbio manual de seis velocidades ou automático, também de seis marchas, com opção de trocas sequenciais pela alavanca.

De acordo com dados da GM, o Cruze 1.8 acelera de 0 a 100 km/h em 11,4 segundos e atinge velocidade máxima de 197 km/h.

Todavia, o consumo do carro não é um dos melhores. Faz 6,6 km/l na cidade e 9,3 km/l na estrada com etanol e 8,6 e 12,1 km/l, respectivamente, com gasolina.

O Cruze de primeira geração é fruto de um projeto global, com carroceria e interior projetados pelo centro de design da Chevrolet na Coreia do Sul, mas com a mão dos profissionais da marca na Alemanha, Austrália, Estados Unidos e Brasil.

O design do sedã médio é agradável, com destaque para a grade bipartida na dianteira, que ostenta a gravatinha dourada da Chevrolet no centro, além dos faróis com recorte diferenciado e para-choque com formas mais limpas.

Há detalhes côncavos e vincos marcantes no capô e nas laterais. Ele tem uma silhueta marcante, com os três volumes bem definidos, além de linha de cintura elevada.

Chama a atenção o teto com formato de arco que é praticamente um semicírculo perfeito, algo exclusivo entre os sedãs daquele ano.

A traseira também tem um desenho elegante, com exceção das lanternas que transmitem um aspecto simples demais.

Cruze LTZ e Cruze Hatch LTZ: preços, motor, consumo (e equipamentos)

A versão topo de linha LTZ é dotada de grade com moldura cromada, rodas de liga-leve de 17 polegadas com desenho exclusivo, maçanetas das portas com aplique cromado, friso cromado na base das janelas e um outro friso cromado, desta vez acima do suporte de placa na tampa do porta-malas.

No interior, todavia, é onde o Cruze LTZ conserva suas virtudes. Ele não é nota 10 em acabamento, com peças em plástico rígido em alguns pontos.

Todavia, o desenho do painel impressiona pela harmonia (sobretudo para um modelo lançado em 2011) e as formas exclusivas, com o painel fazendo junção com as portas.

O painel de instrumentos traz velocímetro, conta-giros, temperatura do motor e nível do tanque de combustível analógicos, sendo os dois primeiros dispostos em “copinhos” individuais e todos com iluminação Ice Blue, assim como os demais itens. Há também um computador de bordo numa tela de cristal líquido.

O LTZ conta com revestimento em couro na cor cinza claro nos bancos, linha horizontal do painel e em parte dos painéis de porta. Há também detalhes em plástico cinza imitando alumínio no console central, alavanca de câmbio e volante.

O espaço interno é adequado para quatro adultos – no meio do banco traseiro, apenas uma criança e sem muito conforto, devido ao túnel central elevado e o apoio de braço que deixa o encosto duro demais.

Ele tem 4,6 metros de comprimento, 1,79 m de largura e 1,47 m de altura, com entre-eixos de 2,68 m.

Cruze LTZ e Cruze Hatch LTZ: preços, motor, consumo (e equipamentos)

No porta-malas o Cruze também não impressiona. Tem capacidade para 450 litros de bagagens, com a desvantagem de ter a tampa sustentada pelos “pescoços de ganso” em aço, que rouba espaço do compartimento e pode até amassar as malas.

Um dos pecados do Cruze é o peso final, de 1.427 kg, sendo um dos mais pesados da categoria. Por conta disso, seu desempenho e consumo não são dos melhores.

Entre os equipamentos, o Cruze LTZ se diferencia pelos airbags de cortina, rodas aro 17 com desenho exclusivo, sistema multimídia com tela de sete polegadas e navegador GPS integrado, partida do motor e destravamento das portas sem chave, sensor de luminosidade, sensor de chuva, retrovisores externos com rebatimento elétrico e espelhos antiembaçantes, entre outros.

Há também os demais itens ofertados pelo Cruze LT, como airbags frontais e laterais, controles de estabilidade e tração, ar-condicionado digital, sensor de estacionamento traseiro, volante multifuncional em couro com ajuste de altura e profundidade, banco do motorista regulável em altura, encosto de cabeça e cinto de três pontos para os cinco ocupantes, Isofix, banco traseiro bipartido, direção elétrica, entre outros.

Lançamento do Cruze Hatch LTZ em 2012

Cruze LTZ e Cruze Hatch LTZ: preços, motor, consumo (e equipamentos)

Para atender os mais jovens e aqueles que não buscavam um carro com porta-malas mais amplo, a Chevrolet lançou um ano depois o Cruze Sport6.

Esse foi o nome usado pela marca para batizar a versão hatch do Cruze, que também estreou nas versões LT e LTZ, com a diferença de que as duas tinham a opção de câmbio manual ou automático.

Como não podia ser diferente, o Chevrolet Cruze Sport6 LTZ seguia a mesma linha do Cruze LTZ sedã, com as principais diferenças aplicadas da coluna “B” para trás.

Ele foi lançado em abril de 2012 para ocupar o lugar do Vectra GT. Tinha os respectivos preços: R$ 64.900 (LT manual), R$ 69.900 (LT automática), R$ 77.400 (LTZ manual) e R$ 79.400 (LTZ automática).

Ou seja, custava quase o mesmo que o sedã, mas com a diferença de contar alguns recursos extras.

Entre os diferenciais, o Cruze Sport6 LTZ conta com teto solar elétrico, algo não ofertado no sedã nem como opcional.

A respeito do visual, o Chevrolet Cruze LTZ hatch tem linhas bem interessantes. A carroceria mantém o teto em formato de arco, com o vidro traseiro bastante inclinado.

A tampa do porta-malas tem vincos marcantes, ladeada pelas lanternas que invadem as laterais, enquanto o para-choque traseiro abriga o suporte de placa.

Por dentro, o Cruze hatch mantém o mesmo desenho e espaço do sedã. Porém, o porta-malas tem capacidade para 402 litros, ou 48 litros a menos que o sedã. Ou seja, uma boa marca para um hatch médio.

Além disso, ele tem 9 cm a menos no comprimento (4,51 m), enquanto a altura, largura e entre-eixos são os mesmos do sedã. O hatch também é pesado, com 1.410 kg (17 kg mais leve).

O hatch também usa o motor 1.8 Ecotec flex de quatro cilindros, que rende até 144 cv e 18,9 kgfm, com câmbio manual ou automático de seis marchas.

Novo Cruze LTZ 2014 com central MyLink

As primeiras mudanças da linha Cruze de primeira geração foram introduzidas em setembro de 2013, como linha 2014.

O Cruze LTZ e o Cruze Sport6 LTZ passaram a contar com central multimídia MyLink, dotada de tela sensível ao toque de sete polegadas, navegador GPS com comandos de voz e apps de internet.

Outra novidade foi a introdução da câmera de ré para o LTZ e a nova cor Cinza Mond para a carroceria.

O Cruze Sedan LTZ 2014 partia de R$ 80.990, enquanto o Cruze Sport6 LTZ 2014 custava a partir de R$ 79.990.

Linha reestilizada do Cruze LTZ em 2015

Cruze LTZ e Cruze Hatch LTZ: preços, motor, consumo (e equipamentos)

Em outubro de 2014, a Chevrolet anunciou o novo Cruze 2015 com visual retocado.

O hatch e o sedã ganharam um para-choque frontal redesenhado, nova grade bipartida com formato exclusivo e barras cromadas na versão LTZ, luzes diurnas de LED nas proximidades dos faróis de neblina e novas rodas aro 17.

Por dentro, os modelos ganharam um novo acabamento “Premium” na versão LTZ, com painel, laterais de porta e bancos com couro Brownstone (marrom) e Jet Black (preto) com costura pespontada.

O Cruze recebeu ainda partida remota do motor pela chave na versão LTZ e levantamento automático dos vidros elétricos pela chave.

Na motorização, o Cruze 2015 recebeu a segunda geração do câmbio automático GF6 de seis marchas, que ficou mais ágil e suave.

Segunda geração do Cruze LTZ em 2016

Cruze LTZ e Cruze Hatch LTZ: preços, motor, consumo (e equipamentos)

Cinco anos após a chegada da primeira geração, o Cruze ganhou sua segunda versão no mercado brasileiro. O modelo chegou por aqui em maio de 2016 inicialmente na carroceria sedã – a configuração hatch Sport6 fez a sua estreia em dezembro do mesmo ano.

Construído sob uma nova plataforma e tendo como destaque o inédito motor 1.4 turbo, o novo Chevrolet Cruze 2017 foi anunciado como uma boa evolução frente ao antigo.

Muitos dizem que ele perdeu parte da sua personalidade por conta do visual mais “genérico”, mas o carro ficou mais moderno e bem mais eficiente.

A nova geração do Cruze chegou nas versões LT, LTZ 1 e LTZ 2, todas com motor turbo e câmbio automático de seis marchas. Os preços variavam de R$ 89.990 a R$ 107.450.

O Cruze Sport6 2017 também partia de R$ 89.990, mas chegava a R$ 110.990 no modelo topo de linha LTZ 2, este último com o teto solar elétrico.

O Cruze LTZ 2017 passou a usar um motor 1.4 Ecotec turbo flex de quatro cilindros, com injeção direta de combustível, que rende 150 cv na gasolina e 153 kgfm no etanol, a 5.200 rpm, e torque de 24 e 24,5 kgfm, respectivamente, a 2.000 giros.

Junto a ele está um câmbio automático de seis velocidades e tração dianteira.

A Chevrolet diz que o sedã vai de 0 a 100 km/h em 9 segundos e atinge velocidade máxima de 214 km/h. O consumo é de 7,6 km/l na cidade e 9,9 km/l na estrada com etanol e 11,1 e 14,2 km/l, nesta ordem, com gasolina.

Ou seja, dá para notar que o Chevrolet Cruze de nova geração ficou bem mais ágil e eficiente que o antigo modelo.

No visual, o Cruze LTZ de nova geração perdeu a carroceria com o teto em forma de arco. Agora ele tem linhas inspiradas nas de um cupê, com caimento suave do teto e traseira mais elevada.

Já o interior ficou mais refinado, com a adoção de novos materiais.

Cruze LTZ e Cruze Hatch LTZ: preços, motor, consumo (e equipamentos)

A versão LTZ do novo Cruze pode ser notada por alguns itens, como os faróis com projetores e luzes diurnas em LED, filetes cromados na grade e tomada de ar frontais, rodas aro 17 com pintura escurecida, moldura cromada nas janelas laterais e o nome da versão na tampa traseira.

Além disso, o interior do Cruze LTZ tem acabamento em tons claros e mais equipamentos.

O sedã ficou também maior que o antigo, passando a ostentar 4,66 metros de comprimento, 1,8 m de largura e 1,48 m de altura, com entre-eixos de 2,7 m.

O porta-malas tem capacidade para 440 litros. Já o peso do carro é de 1.321 kg, ou 103 kg mais leve que o antigo.

Além disso, a lista de equipamentos do novo Cruze LTZ adotou recursos inéditos, como faróis com projetor e luzes diurnas de LED, retrovisores externos com rebatimento elétrico, farol alto adaptativo, computador de bordo com tela colorida, central multimídia com navegador GPS, Android Auto e Apple CarPlay, monitoramento da pressão dos pneus, sistema start/stop, entre outros.

Já o Cruze LTZ 2 conta ainda com banco do motorista com ajustes elétricos, alerta de saía de faixa, carregador sem fio para smartphones, sistema Park Assist de estacionamento semi autônomo, alerta sonoro de risco de colisão frontal, alerta de ponto cego, indicador de distância do carro à frente, entre outros.

Cruze LTZ – equipamentos

Cruze LTZ 1 2019

Segurança: airbags frontais, laterais e de cortina, controles de estabilidade e tração, Isofix, assistente de partida em rampas, monitoramento da pressão dos pneus, luzes diurnas em LED, faróis com projetor, sistema OnStar, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, retrovisores externos com aquecimento, retrovisor interno eletrocrômico, entre outros.

Conforto: direção elétrica, ar-condicionado automático, piloto automático, trio elétrico, retrovisores externos com rebatimento elétrico, faróis com sensor crepuscular, sensor de chuva, destravamento das portas e partida do motor sem chave, sensor de chuva com ajuste automático de intensidade, partida remota do motor pela chave, apoio de braço dianteiro e traseiro, entre outros.

Visual e acabamento: bancos, volante, alavanca de câmbio, apoios de braço e painéis de porta revestidos em couro, rodas de alumínio de 17 polegadas, revestimento premium no painel, detalhes cromados na grade, tampa do porta-malas, janelas de portas e maçanetas, entre outros.

Tecnologia: central multimídia MyLink com tela de oito polegadas, navegador GPS, Android Auto e Apple CarPlay, computador de bordo colorido, sistema de som com quatro alto-falantes e dois tweeters, entre outros.

Cruze LTZ 2 2019

Segurança: agrega farol alto automático, indicador de distância do veículo a frente, assistente de permanência em faixa, alerta de ponto cego, aviso de colisão frontal, entre outros.

Conforto: ganha banco do motorista com ajustes elétricos.

Tecnologia: tem carregador wireless para smartphone e assistente de estacionamento Park Assist.

Cruze LTZ – preços

  • Chevrolet Cruze LTZ 1.4 2019: R$ 109.790
  • Chevrolet Cruze LTZ 2 1.4 2019: R$ 118.390
  • Chevrolet Cruze Sport6 LTZ 1.4 2019: R$ 110.790
  • Chevrolet Cruze Sport6 LTZ 2 1.4 2019: R$ 119.390

Cruze LTZ e Cruze Hatch LTZ: preços, motor, consumo (e equipamentos)

Cruze LTZ – motor

A primeira geração do Chevrolet Cruze LTZ tem um motor 1.8 Ecotec flex de quatro cilindros, aspirado e com 16 válvulas, que consegue desenvolver 140 cv com gasolina e 144 cv com etanol, a 6.300 rpm, e torque de 17,8 e 18,9 kgfm, respectivamente, a 3.800 giros.

Ele está associado a um câmbio manual ou automático de seis marchas (no hatch Sport6) ou somente automático (no sedã).

Já o novo Cruze LTZ 2019 oferece um 1.4 Ecotec Turbo flex de quatro cilindros, dotado de injeção direta de combustível.

Nele, são 150 cv com gasolina e 153 cv com etanol, a 5.200 rpm, e 24 e 24,5 kgfm, respectivamente, a 2.000 giros, sempre com transmissão automática de seis marchas.

Cruze LTZ e Cruze Hatch LTZ: preços, motor, consumo (e equipamentos)

Cruze LTZ – consumo e desempenho

Chevrolet Cruze LTZ 1.8 (2011 a 2016)

  • Aceleração de 0 a 100 km/h 10,2 em segundos;
  • Velocidade máxima de 196 km/h.
  • Etanol: 6,1 km/l na cidade e 7,3 km/l na estrada;
  • Gasolina: 9,1 km/l na cidade e 10,8 km/l na estrada.

Chevrolet Cruze LTZ 1.4 Turbo (2016 a 2019)

  • Aceleração de 0 a 100 km/h em 9 segundos;
  • Velocidade máxima de 214 km/h.
  • Etanol: 7,6 km/l na cidade e 9,9 km/l na estrada;
  • Gasolina: 11,1 km/l na cidade e 14,2 km/l na estrada.

Cruze LTZ – ficha técnica

Motor

1.4 Turbo

Tipo

Dianteiro transversal, Turbo, Gasolina e Etanol

Número de cilindros

4 em linha

Cilindrada em cm3

1399

Válvulas

16

Taxa de compressão

10:1

Injeção eletrônica de combustível

Direta

Potência Máxima Líquida (ABNT NBR 5484)

Gasolina: 150 cv @ 5200 rpm / Etanol: 153 cv @ 5200 rpm

Torque Máximo Líquido (ABNT NBR 5484)

Gasolina: 24,0 kgfm @ 2000 rpm / Etanol: 24,5 kgfm @ 2000 rpm

Transmissão

Tipo

Automática 6 marchas

Freios

Tipo

Disco ventilado / Disco

Direção

Tipo

Elétrica

Suspensão

Dianteira

McPherson, independente com barra estabilizadora

Traseira

Eixo de torção

Rodas e Pneus

Rodas

Liga Leve aro 17 polegadas

Pneus

215/50 R17

Dimensões

Comprimento total (mm)

4665

Largura sem retrovisores (mm)

1807

Altura (mm)

1484

Distância entre os eixos (mm)

2700

Capacidades

Porta-malas (litros)

440

Tanque (litros)

52

Carga útil, com 5 passageiros mais bagagem (kg)

ND

Peso em ordem de marcha (kg)

1321

Coeficiente de penetração aerodinâmica (Cx)

ND

Cruze LTZ – fotos

Cruze LTZ e Cruze Hatch LTZ: preços, motor, consumo (e equipamentos)
Nota média 5 de 2 votos

Leonardo Andrade

Leonardo Andrade

Leonardo atua no segmento automotivo há quase nove anos. Tem experiência/formação em administração de empresas, marketing digital e inbound marketing. Já foi colaborador em mais de sete portais do Brasil. Fissurado por carros, em especial pelo mercado e por essa transformação que o mundo automotivo está vivendo.

  • Matheus Girelli

    Tenho um 2012 como primeiro carro e considero uma opção muito boa entre os usados frente aos suv’s baseados em carros populares com preço de sedans/ hatchs médios de 5 anos atrás

  • Domenico Monteleone

    Um ótimo sedan, não é o mais completo do mundo, mas também está bem de longe de ser mal equipado, só merecia alguns materiais melhores internamente, quem sabe a opção de teto-solar que o hatch tem.

    • Matheus Girelli

      Não sinto falta do teto no sedan, mas os materiais podiam ser melhores e a versão LTZ poderia oferecer os bancos na cor preta

      • Fernando Gabriel

        Na versão 2020 eles devem vir na cor marrom.

  • Ducar Carros

    Pena que reduziram tanto o porta-malas do hatch na ultima versão, era um hatch que famílias podiam ter.

    • Fernando Gabriel

      O Cruze Hatch da primeira geração, tinha o mesmo espaço no porta-malas, do Sedã, foi um bom projeto.

  • Baetatrip

    Pois é!
    Engracado… Ha 25 anos……..
    Omega Supema era top de linha da marca do GMB se oferecia o motor 3.0/ 4.1 6cc
    Era verdadeiro supra-sumo….
    Com tempo vai se “modernizando”, os carros vão cada vez + pobre e menos durabilidade ao rodar + estão cada vez + pequenos os motores… etc…!
    Época de ouros sao verdadeiros anos 80/90!

    • Ricardo

      Principalmente os dos anos 90, eram os carros dos anos 80 mais bem acabados e modernizados, vide uma Parati GTi 1998 ou um Santana Ex 1990.

      • Vitor

        Parati GTi e principalmente Santana EX eram carros para poucos, tanto que venderam pouco, podemos comparar de forma maior grosseira a Golf GTi e Ford Fusion.
        O avanço tecnológico dos anos 90 ficou prinicipalmente nos modelos caros, nos mais simples injeção eletrônica ainda era tratada como novidade.

        • Ricardo

          Mas mesmo os mais simples tinham materiais de acabamento melhores que de hoje em dia.

          • Vitor

            Sim, isso eu não nego.
            Acho que especialmente em modelos mais baratos de hoje, falta um pouco mais de “requinte”.
            Mas acho que na maioria dos outros quesitos a serem analisados num carro, os de hoje ganham.

    • Vitor

      Você está vendo apenas metade da questão.
      Nos anos 80 e 90, os motores eram maiores, mas eram menos eficientes, conseguiam menos potência do que motores menores atingem hoje.
      Os motores 4.1 da GM tinham bom torque, mas potência e desempenho ficavam muito aquem do que poderiam alcançar hoje e o consumo de combustível era maior.
      Nos anos 80 a frota nacional de modo geral estava muito defasada em relação a EUA e Europa. Noa anos 90 o abismo diminuiu.
      Anos 80 estão longe de ser era de ouro. Anos 90 forma melhores e mesmo assim com suas defciências.

      Hoje não digo que seja uma maravilha, mas questões como eficiência dos motores ganharam importância, rendendo mais potência e desempenho com menor consumo, fora isso a segurança do carro nacional também evoluiu.

      • Baetatrip

        Sim…..
        Era menos eficiente em consumo, porem era eficiente em durabilidade.. robustez, menos dor de cabeça do que hoje em dia que tá tomado tudo pela “eletronica” que faz o carro……

        • Fernando Gabriel

          Olha, em se tratando de GM, alguns modelos, Como Onix, Montana, Prisma, Cobalt e Spin, ainda trazem essa mecânica de durabilidade e robustez.E sobre a eletrônica de hoje em dia, considero um avanço importante, palavras de quem já sofreu muito com Carburadores, bobinas, platinados e distribuidores.

          • Baetatrip

            Sim… Esse motores que equipam esse carros hoje em dia, são noa anos 80/90 da familia 2 do Monza…..

    • Posso estar falando besteira, mas na minha visão é que no início dos anos 90 carros de marcas generalistas eram destinados para uma classe média, pessoas com maior poder econômico, em especial carros como vectra e similares (Lembrando que o Brasil era um mercado fechado), por tal motivo o maior refinamento. Hoje carro é um bem de consumo como celular para parte da população, troca com pouco tempo de uso. Aliás nos anos 90 até telefone era patrimônio declarado no imposto de renda, coisa de Brasil. Com o passar dos anos carros, e outros produtos como eletrônicos, vão se tornando cada vez mais descartáveis. Até TV antigamente durava 20 anos, hj é difícil.

      • Baetatrip

        Sim…… Coisas boas duravam +…!

      • Fernando Gabriel

        André, não está falando besteira, não, está corretíssimo, lembro que havia compra de carro, apartamentos, casas, com uma parte do valor da assinatura da linha telefônica.Muitos endeusam Omega e Zafira, a valores atualizados hoje, seria praticamente o dobro do valor de um atual, ou seja, eram carros para poucos, em uma época em que ter carro era luxo da Classe Média-Alta.São tempos bem diferentes, mesmo com a crise atual, hoje em dia, carro virou um bem simples de consumo e não um patrimônio.

  • Ricardo

    É o único carro bonito da Chevrolet!

    • Gran RS 78

      Camaro, Tracker, Prisma e S10 são bem bonitos na minha opinião.

      • Fernando Gabriel

        Concordo com todos, apesar do pessoal comparar muito com os GM da era Opel, estes tem um Design acertado e são bons carros.

    • El Gato!

      Equinox não agrada esteticamente??

      • Ricardo

        Nenhuma SUV me agrada!

      • Fernando Gabriel

        Acho a Equinox Linda, exceto sua traseira estranha, poderia ter uma inclinação parecida com o Cruze Hacth.

  • Dod

    Saudades do tempo em que a GM era sinônimo de carro de qualidade no Brasil.

    • Vitor

      A GM já foi no Brasil muito mais Opel que GM. Essa é a principal diferença da GM “velha” para a atual.

  • El Gato!

    A GM é mais uma fabricante que está matando seus carros. Cruze reestilizado nem foi lançado aqui e já saiu de linha nos USA. Lamentável.

    • Fernando Gabriel

      Mercado Americano e o nosso possui diferenças, por exemplo o Onix, sucesso aqui e nos Eua?

  • leandro

    Saudades do meu Vectra CD 2000 top de linha com todos opcionais, incluindo teto solar, disqueteira e sub originais…
    GM nos tempos de Opel era coisa fina…

    • Piston head

      Aí quando a gente fala Euro-Spec >> US-Spec nego chora!

    • El Gato!

      Ah meu Vectra Challenge 2001… que saudade!!

  • Gustavo

    “Como sabemos, o Chevrolet Cruze chegou ao mercado brasileiro em 2011 com a missão de substituir o Vectra, que nunca foi uma referência entre os sedãs médios.”
    Onde o autor estava entre 1993 e 2005?

    • Marcus

      Pois é. Bola fora total. O Vectra nos anos 90 foi um verdadeiro fenômeno, em especial o modelo B. Era o sonho da classe média. Vendia mais que muito compacto, mesmo custando quase 3x mais. Algo parecido com os números do Corolla nos últimos anos. Mas me atrevo a dizer que o Vectra, em sua época, teve um impacto maior no mercado, pois seus concorrentes ficaram instantaneamente envelhecidos após seu lançamento. Nesse quesito, acho que o único que conseguiu essa proeza nos tempos mais recentes foi o Civic 8 de 2006, que criou um abismo entre ele e os demais sedãs.

      • Vitor

        O Vectra B foi um ponto fora da curva em sua categoria.
        Como você mesmo disse era um veículo caro para a maioria das pessoas e a GM ainda fez a versão GL, mais acessível, mas as que vendiam mesmo era a GLS e a CD.
        Esse carro vendeu bastante. E foi um sucesso nacional, vendeu bem em vários Estados.
        O Santana ficou automaticamente envelhecido e só não sucumbiu de vez por ser mais barato e fazer muito sucesso entre taxistas. E olha que achava o Santana um bom carro.

      • Guilherme Martins

        Também acho. Vectra envelheceu imediatamente a concorrência. Civic 8 tbm, corsa bolinha tbm ( numa época de gol quadrado e unos) e atualmente acho q o Civic 10 ( embora seja “ame ou odeie”) mudou o paradigma de 3 volumes definidinhos na sua categoria, e ele consegue na minha opinião ser um carro “bonito sem base”

  • Fábio A.

    Tenho um Cruze Sedan LTZ 2018 e estou gostando muito do carro, principalmente consumo e desempenho. Venho de um Civic G9 2.0 e digo que o Cruze chega a ser uns 25% mais econômico, principalmente na cidade, nos mesmos percursos, isso entregando um desempenho bem superior.

    Ponto positivo também para os equipamentos que oferece. Design também é interessante. Acho que na faixa de preço dele, o custo benefício é bom comparado à concorrência. Lembrando que a Chevrolet pratica grandes descontos no Cruze. Me parece que a VW também está praticando bons descontos no Jetta, que ao meu ver é outra opção interessante no segmento.

    É claro que nada é perfeito, acho que fica devendo suspensão traseira independente, opção de teto solar para o sedan, borboletas para troca de marcha no volante e um acabamento inerno um pouco mais caprichado.

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