Chevrolet Hatches Sedãs

Cruze Turbo: história, versões, preços, motor, consumo, revisões

Cruze Turbo: história, versões, preços, motor, consumo, revisões

Se o antigo Cruze tinha o motor 1.8 Ecotec, aliado ao peso abundante do carro, como um de seus pontos negativos, o novo Chevrolet Cruze Turbo se destaca justamente pelo conjunto mecânico. Assim como outros hatches e sedãs médios, o Chevrolet tem um propulsor turbo que entrega um bom desempenho e economia de combustível.


A atual linha do Chevrolet Cruze Turbo dispõe dos modelos sedã e hatch (Sport6), com preços acima de R$ 100 mil.

Eles têm vendido cada vez menos por conta da avalanche dos SUVs compactos, mas são excelentes carros e boas pedidas, sobretudo pelo maior nível de refinamento, equipamentos e motorização em comparação com os compactos altinhos.

Veja abaixo tudo sobre ele:

Cruze Turbo – história

Lançamento do Cruze Turbo em 2016

Em maio de 2016, a Chevrolet trouxe ao Brasil a segunda geração do Cruze. O novo modelo estreou tendo como principal novidade o inédito motor 1.4 Turbo Flex de até 153 cv e 24,5 kgfm, substituindo o antigo 1.8 Ecotec aspirado de 144 cv e 18,9 kgfm.

Outra novidade foi a introdução do câmbio automático de seis marchas de terceira geração, agora mais preciso, rápido e suave. Além disso, o sedã ficou 106 kg mais leve em sua configuração topo de linha.

O primeiro a chegar foi o Cruze Sedan, disponível nas versões LT, LTZ I e LTZ II, com preços entre R$ 89.990 a R$ 107.450. Diferente do modelo antigo que tinha câmbio manual, o novo Cruze 2017 estreou somente com transmissão automática.

No mesmo ano, em dezembro, foi a vez do Cruze Spor6 Turbo estrear por aqui. A nova geração do hatch médio seguiu os mesmos passos do sedã, mas com um visual mais esportivo e teto solar elétrico na versão LTZ. Tinha preços entre R$ 91.790 e R$ 113.090.

Cruze Turbo: história, versões, preços, motor, consumo, revisões

Reestilização do Cruze Turbo em 2019

Já em setembro de 2019, o Cruze Turbo sofreu suas primeiras grandes mudanças. O hatch e o sedã ganharam um visual reestilizado, com direito a um novo para-choque com entradas de ar mais amplas, nova grade bipartida da marca com formato exclusivo e área dos faróis de neblina com novo acabamento.

Adotou também novas rodas de liga-leve e lanternas traseiras em LED com nova disposição de luzes. O interior recebeu apenas novos detalhes de acabamento.

Outra grande novidade foi a introdução da internet WiFi a bordo. Oferecida pela Claro, a internet tem antena que entrega um sinal até 12 vezes superior e é uma cortesia nos primeiros três meses de uso do carro – depois, é cobrada uma mensalidade.

Ele ganhou também central multimídia com tela de oito polegadas e botão para desligar o start/stop. Adotou ainda um sistema de frenagem automática com reconhecimento de pedestres.

Cruze Turbo – versões

Quando chegou ao mercado brasileiro, em 2016, o Chevrolet Cruze Turbo foi oferecido nas seguintes versões de acabamento: LT, LTZ I e LTZ II, todas equipadas com motor turbo e câmbio automático, com diferenças apenas na lista de equipamentos de série.

Entretanto, hoje a gama do carro é composta pelas variantes LT, Premier I e Premier II. Ou seja, os modelos LTZ foram substituídos pelos Premier, adotando a nova nomenclatura da marca para as versões topo de linha de seus automóveis no Brasil.

Veja abaixo todas as versões do Cruze Turbo e Cruze Sport6 Turbo já oferecidas no Brasil:

Chevrolet Cruze Sedan Turbo

  • Chevrolet Cruze LT 1.4 Turbo AT (2016 a 2020)
  • Chevrolet Cruze LTZ I 1.4 Turbo AT (2016 a 2019)
  • Chevrolet Cruze LTZ II 1.4 Turbo AT (2016 a 2019)
  • Chevrolet Cruze Premier I 1.4 Turbo AT (2019 a 2020)
  • Chevrolet Cruze Premier II 1.4 Turbo AT (2019 a 2020)

Chevrolet Cruze Sport6 Turbo

  • Chevrolet Cruze Sport6 LT 1.4 Turbo AT (2016 a 2020)
  • Chevrolet Cruze Sport6 LTZ I 1.4 Turbo AT (2016 a 2019)
  • Chevrolet Cruze Sport6 LTZ II 1.4 Turbo AT (2016 a 2019)
  • Chevrolet Cruze Sport6 Premier I 1.4 Turbo AT (2019 a 2020)
  • Chevrolet Cruze Sport6 Premier II 1.4 Turbo AT (2019 a 2020)

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Cruze 2020 – equipamentos

Chevrolet Cruze Turbo LT

Segurança: seis airbags (dois frontais, dois laterais e dois de cortina), controle eletrônico de estabilidade, controle de tração, assistente de partida em rampas, sistema Isofix para fixação de cadeirinhas infantis no banco traseiro, alerta de esquecimento de pessoa ou objeto no banco traseiro, alerta de pressão dos pneus, encosto de cabeça e cinto de três pontos para os cinco ocupantes, faróis e lanterna de neblina, luzes de condução diurna, freios ABS (antitravamento) com EBD (distribuição eletrônica de frenagem) e PBA (assistência de frenagem de urgência), regulagem de altura dos faróis, entre outros.

Conforto: ar-condicionado automático digital, direção elétrica progressiva, vidros elétricos nas quatro portas com acionamento por “um toque”, anti esmagamento e fechamento e abertura automática pela chave, trava elétrica, retrovisores externos elétricos, sensor de estacionamento traseiro, coluna de direção com ajuste de altura e profundidade, console central com porta-objetos e apoio de braço, descansa-braço traseiro com dois porta-copos, piloto automático, abertura do porta-malas por controle remoto, banco traseiro bipartido e rebatível, banco do motorista com ajuste de altura, entre outros.

Visual e acabamento: manopla de câmbio com revestimento em couro e detalhe cromado, repetidores de seta nos retrovisores, rodas de liga-leve de 17 polegadas, volante revestido em couro, bancos revestidos em couro “Jet Black”, detalhes internos cromados, revestimento premium no painel, entre outros.

Tecnologia: computador de bordo, central multimídia MyLink com tela sensível ao toque de sete polegadas, Android Auto e Apple CarPlay, sistema start/stop de desligamento e partida automático do motor em paradas curtas, entre outros.

Chevrolet Cruze Turbo Premier I

Segurança: ganha frenagem automática de emergência em baixa velocidade e luz de condução diurna em LED.

Conforto: recebe sensor de estacionamento dianteiro, faróis com acendimento automático, chave presencial, partida do motor por botão, retrovisores externos com aquecimento e rebatimento elétrico, sensor de chuva, faróis com sistema de luz “leve-me” e “siga-me”, partida remota do motor pela chave com acionamento do ar-condicionado,

Visual e acabamento: agrega friso cromado na moldura das janelas, friso cromado na tampa traseira, lanternas traseiras em LED, grade frontal com detalhes cromados, maçanetas externas com friso cromado, rodas de liga-leve aro 17 com acabamento exclusivo, tapetes em carpete, bancos revestidos em couro na cor preto e marrom, teto solar elétrico (no Cruze Sport6), entre outros.

Tecnologia: adota computador de bordo com tela colorida e modos extras, câmera de ré e central multimídia MyLink com tela sensível ao toque de oito polegadas, navegador integrado, Android Auto e Apple CarPlay.

Chevrolet Cruze Turbo Premier II

Segurança: agrega indicador de distância do veículo da frente, farol alto adaptativo, assistente de permanência em faixa, alerta de ponto cego, alerta de colisão frontal e alerta de detecção de pedestre frontal com auxílio de frenagem.

Tecnologia: oferece carregador wireless para celular no console central e sistema Easy Park de estacionamento automático.

Cruze Turbo: história, versões, preços, motor, consumo, revisões

Cruze Turbo – preços

Abaixo, você pode conferir os preços do Cruze Turbo 2020 no mercado de 0 km, conforme o divulgado pela Chevrolet:

Chevrolet Cruze Sedan Turbo

  • Chevrolet Cruze LT 1.4 Turbo AT: R$ 101.190
  • Chevrolet Cruze Premier I 1.4 Turbo AT: R$ 111.090
  • Chevrolet Cruze Premier II 1.4 Turbo AT: R$ 122.890

Chevrolet Cruze Sport6 Turbo

  • Chevrolet Cruze Sport6 LT 1.4 Turbo AT: R$ 101.190
  • Chevrolet Cruze Sport6 Premier I 1.4 Turbo AT: R$ 112.090
  • Chevrolet Cruze Sport6 Premier II 1.4 Turbo AT: R$ 123.890

Todavia, vale ressaltar que a Chevrolet pratica aquela estratégia de preços mais altos, mas com valores mais baixos nas concessionárias – para dar aquela impressão de estar oferecendo bons descontos. Em algumas concessionárias, conseguimos encontrar o novo Cruze LT por R$ 93,9 mil, ou R$ 7,3 mil a menos que o preço de tabela.

Cruze Turbo: história, versões, preços, motor, consumo, revisões

Cruze Turbo – motor

Este é o principal chamariz do Chevrolet Cruze Turbo. Se a antiga geração utilizava um 1.8 flex aspirado que não conseguia entregar um desempenho muito expressivo por conta do peso excessivo do carro, este novo modelo esconde sob o capô um propulsor para lá de eficiente e com boa entrega de potência e de torque.

Trata-se de um 1.4 Ecotec Turbo flex de quatro cilindros em linha. Ele oferece quatro válvulas por cilindro (16 válvulas no total), bloco e cárter produzidos em alumínio, comando de válvulas variável, coletor de escape integrado ao cabeçote, turbocompressor, injeção direta de combustível, controle eletrônico de aceleração (ETC), sistema flex com pré-aquecimento do etanol para partidas a frio, entre outros itens.

Neste caso, a unidade consegue desenvolver 150 cavalos de potência quando abastecida com gasolina, a 5.600 rpm, e 153 cv com etanol, a 5.200 rpm. O torque é de 24 kgfm, a 2.100 rpm, e 24,5 kgfm, a 2.000 rpm, nesta ordem. A Chevrolet diz que 90% de seu torque está disponível numa faixa linear entre 1.500 rpm e 5.000 rpm.

Junto ao motor 1.4 Turbo está uma transmissão automática de seis velocidades de terceira geração (conhecida pela sigla GF6-3), utilizada também pelo Cruze nos Estados Unidos.

Um dos pecados deste câmbio é a ausência de paddle shifts atrás do volante, impossibilitando a troca manual de marchas sem tirar as mãos do volante. Para tal, é preciso deslocar a mão até a alavanca no console central, utilizando o sistema Active Select, com aumento das marchas deslocando a alavanca para frente e redução de marchas deslocando-a para trás.

Não há também um modo Sport do câmbio. Ou seja, você não vai conseguir deixar o comportamento do Cruze mais instigante e arisco mudando o modo do câmbio como em praticamente todos os outros sedãs médios oferecidos por aqui.

De série, o carro é equipado com o sistema start/stop. Ele desliga o carro automaticamente em paradas curtas, como em semáforos, e ativa o motor também de forma automática quando o motorista tira o pé do pedal de freio. Tal recurso operava o tempo todo até a linha 2019 do Cruze. Porém, atendendo pedidos dos consumidores, a Chevrolet introduziu um botão para ligar ou desligar o start/stop, tornando o recurso mais útil dependendo da condução.

Com este conjunto mecânico, o novo Cruze Turbo conseguiu apresentar uma bela melhora em desempenho e também em consumo de combustível (a Chevrolet diz que ele ficou até 30% mais econômico) quando comparado com o antigo Cruze aspirado. Ele tem uma boa performance desde baixas rotações e o motor possui pouco turbo lag (aquele atraso antes do turbocompressor encher).

Para efeito de comparação, o antigo Cruze é equipado com um motor 1.8 Ecotec flex aspirado de até 144 cavalos de potência e 18,9 kgfm de torque máximos, combinado a um câmbio automático de seis marchas.

Cruze Turbo: história, versões, preços, motor, consumo, revisões

Cruze Turbo – consumo

Com um conjunto mecânico eficiente, o Cruze consegue entregar boas médias de consumo de combustível. Tanto o hatch como o sedã ganharam o selo Conpet de eficiência energética nos testes do Inmetro, o que indica que eles são dois dos modelos mais econômicos dentro de suas categorias e também na comparação com os outros carros participantes do programa.

Confira os números de consumo do Cruze Turbo 2020:

Chevrolet Cruze 1.4 Turbo AT

  • Consumo de 7,6 km/l na cidade e 9,9 km/l na estrada com etanol;
  • Consumo de 11,1 km/l na cidade e 14,2 km/l na estrada com gasolina;
  • Nota “A” na comparação relativa na categoria e “B” na comparação absoluta geral, com selo Conpet de eficiência energética.

Chevrolet Cruze Sport6 1.4 Turbo AT

  • Consumo de 7,6 km/l na cidade e 9,3 km/l na estrada com etanol;
  • Consumo de 11,3 km/l na cidade e 13,6 km/l na estrada com gasolina;
  • Nota “A” na comparação relativa na categoria e “B” na comparação absoluta geral, com selo Conpet de eficiência energética.

Cruze Turbo: história, versões, preços, motor, consumo, revisões

Cruze Turbo – desempenho

A Chevrolet divulga os seguintes números de desempenho do Cruze Sedan e Cruze Sport6 com motor turbo:

  • Aceleração de 0 a 100 km/h em 9 segundos;
  • Velocidade máxima de 214 km/h.

Cruze Turbo – garantia e revisões

O uso do novo motor turbo rendeu ainda uma economia na manutenção. A Chevrolet diz que o Cruze Turbo tem um custo de manutenção aproximadamente 15% menor que o da geração anterior.

Essa redução se deve a menor complexibilidade na substituição das peças e também o uso de componentes menos suscetíveis a desgaste. Além disso, o carro usa uma menor quantidade de óleo.

Somando a economia nas revisões e também nas peças de reposição e a economia proporcionada pelo menor consumo de combustível até os primeiros 60 mil quilômetros rodados, o Cruze de nova geração consegue poupar mais de R$ 7 mil de seu proprietário.

Veja abaixo os preços das revisões do Cruze Turbo:

  • Revisão de 10.000 km ou 1 ano: R$ 292
  • Revisão de 20.000 km ou 2 anos: R$ 656
  • Revisão de 30.000 km ou 3 anos: R$ 436
  • Revisão de 40.000 km ou 4 anos: R$ 748
  • Revisão de 50.000 km ou 5 anos: R$ 436
  • Revisão de 60.000 km ou 6 anos: R$ 656
  • Revisão de 70.000 km ou 7 anos: R$ 460
  • Revisão de 80.000 km ou 8 anos: R$ 736
  • Revisão de 90.000 km ou 9 anos: R$ 436
  • Revisão de 100.000 km ou 10 anos: R$ 1.184

Logo, as seis primeiras revisões do Cruze 2020 até os 60 mil quilômetros rodados ou seis anos de uso totalizam um valor de R$ 3.224.

A garantia de fábrica do carro é de três anos, sem limite de quilometragem.

Cruze Turbo: história, versões, preços, motor, consumo, revisões

Cruze Turbo – ficha técnica

Motor

1.4 Ecotec Turbo

Tipo

Dianteiro, transversal, Turbo, Gasolina e Etanol

Número de cilindros

4 em linha

Cilindrada em cm3

1.399

Válvulas

16

Taxa de compressão

10:1

Injeção de combustível

Direta

Potência Máxima

150 cv a 5.200 rpm com gasolina e 153 cv a 5.200 rpm com etanol

Torque Máximo

24,0 kgfm a 2.000 rpm com gasolina e 24,5 kgfm a 2.000 rpm com etanol

Transmissão

Tipo

Automática de 6 marchas

Freios

Tipo

Disco ventilado (dianteira) e disco sólido (traseira)

Direção

Tipo

Elétrica

Suspensão

Dianteira

McPherson, independente com barra estabilizadora

Traseira

Eixo de torção

Rodas e Pneus

Rodas

Liga-leve de 17 polegadas

Pneus

215/50 R17

Dimensões

Comprimento total (mm)

4.448 (Sport6) e 4.665 (sedã)

Largura sem retrovisores (mm)

1.807

Altura (mm)

1.484

Distância entre os eixos (mm)

2.700

Capacidades

Porta-malas (litros)

290 (Sport6) e 440 (sedã)

Tanque (litros)

52

Carga útil, com 5 passageiros mais bagagem (kg)

ND

Peso em ordem de marcha (kg)

1.331 (Sport6) e 1.321 (sedã)

Coeficiente de penetração aerodinâmica (Cx)

ND

Cruze Turbo – fotos

Leonardo Andrade

Leonardo Andrade

Leonardo atua no segmento automotivo há quase nove anos. Tem experiência/formação em administração de empresas, marketing digital e inbound marketing. Já foi colaborador em mais de sete portais do Brasil. Fissurado por carros, em especial pelo mercado e por essa transformação que o mundo automotivo está vivendo.

  • Calibra vermelho 95

    Esses preços de revisões da Chevrolet são uma piada. Meu pai cada vez que levava o Cruze 1.8 na revisão ficava uma paulada de mais de 1000 reais! Concessionárias nas cidades de interior do Brasil não prestam, servido fraco e caro e muita empurroterapia. Já cansei de discutir com meu pai por causa da concessionária da cidade, nem falo mais nada. Mas se for eu nem passo perto daquilo!

    • Thales Sobral

      A chevrolet costuma fazer muita empurroterapia…. Dá pra fazer só o que tá no manual, mas tem de bater o pé. Aqui em Aracaju/SE é assim também, se deixar você volta com uma conta gigante pra casa.

      • Fabão Rocky

        Independente da marca, várias concessionárias fazem isso! Numa Concessionária da Honda aqui da cidade tbm é assim.

    • Fabão Rocky

      Pior que não é só a Chevrolet não meu amigo. Meu pai tinha um Honda City e quando foi levar na concessionária para fazer a revisão, queriam empurrar “alinhamento de válvula” e junta de tampão. Detalhe que o motor não tava vazando óleo em lugar nenhum e não estava com nenhuma válvula empenada. Na época o orçamento ficou em torno de 1.800 reais. Levei o carro no meu mecânico de confiança e gastei apenas 330 reais + 50 da mão de obra dele, ou seja, 380 reais.

      • afonso200

        ola amigo, mas se voce verificar a Honda nos planos a cada 40mil km, tem que regular a valvula, e para isso abrir o tampo de valvulas dai tem que botar junta nova,,, e a cada 40k km trocar o oleo do cambio…… a honda é a unica que tem ainda tuchos mecanicos (muito obsoletos) os demais carros ja sai hidraulicos e se ajustam sozinhos. por isso a MO é cara……tudo esta no Manual…… por isso é dificil encontrar um Honda com revisoes feitas na CCS ate uns 80k km, o pessoal acha caro e nao faz, e dai depois a conta vem, hehehe e o consumo sobe pelas valvulas estarem abertas ou presas (nao respeitando a folga correta)

        • disturbed591

          Faz todo o sentido. Terei que fazer a revisão do meu Civic que está batendo os 80 mil km e até onde vi o valor é realmente esse mesmo.

    • 1 Raul

      Quando eu estava tirando um logan zero em 2014, me queixava com a vendedora sobre a sacanagem da GM nas revisões, quando ela disse, tranquilamente, que mecânicos são vendedores e têm metas para empurrar serviços. Ou seja, 99%da população não entende de mecânica, e tem que confiar em informações falsas prestadas por quem quer vender algo que não deveria e não necessitaria, abusando da boa fé do consumidor. Brazil zil zil…

    • zekinha71

      A Nissan tentou me cobrar 1.500 na segunda revisão do March, pra não fazerem nada, pois na primeira gratuita, não trocaram os filtros, e tudo indica que nem trocaram o óleo.

    • Fernando Piston

      Depende da revenda. Na que eu levo, eles sugerem, mas quando eu nego, fazem o descrito de boa, seguindo o manual.

  • Willie Cicci

    É um bom carro, dentro da realidade do mercado é até “honesto”, mas o acabamento interno deve muito em qualidade de materiais, principalmente para quem se propunha a brigar com o Golf e custava até mais que ele.

  • th!nk.t4nk

    Da época em que ainda tinha que colocar a palavra “Turbo” no nome do carro, pra diferenciar 🤣

    • El Gato!

      Em uma chamativa plaquinha vermelha, ainda por cima, mais parecida com um adesivo de banca de jornal. Um luxo! 😁

      • Leo

        Aquela logo vermelha cagou no carro, se tivesse um eu tiraria.

    • Fernando Piston

      Na época era “novidade” e preferiram colocar o turbo do que o 1.4, aí ninguém comprava, achando que era motor de onix.

  • globo nao tem japa

    Se a tv globo comete 1 monte erros de português por que eu não posso???

  • Luiz camurça neto

    Senhores já estamos diante de uma matéria postuma??

    • zekinha71

      Sim, já tinha morte programada e agora com certeza foi antecipada.

  • afonso200

    como um hatch tem aerodinamica pior que um sedan,,,, nota-se pelo consumo

    • Gran RS 78

      Os sedans sempre foram melhores em aerodinâmica que os hatchs.

      • th!nk.t4nk

        Verdade, mas atualmente os hatchs ficam só pouca coisa atrás, e diversos superam os sedãs. Exemplo: o novo Classe A hatch tem 0,25 Cd, e o Focus hatch tem 0,27 Cd. Só pra comparar, o Cruze sedan tem 0,29 Cd (idem pro Corolla atual).

      • Fernando Piston

        Um efeito muito característico dos Hatch´s é a curva do vento na traseira em relação aos Sedãs, ao qual eu acredito que acaba influenciando no desempenho, etc…No Hatch, o vento fecha na traseira, como um “U” , tanto é que o vidro traseiro sempre fica empoeirado/sujo, diferentemente do Sedã, ao qual o vento “passaria de forma contínua” e mais leve. PS: Só uma suposição, pois já tive ambos e percebi isso, tanto é, que só os hatch´s tem limpador na traseira.

        • th!nk.t4nk

          Pior que sedãs com limpador traseiro são relativamente comuns fora do Brasil, até o Opel Insignia tinha (na atual geraçao cortaram). Mas também já tiveram: Escort sedan, Mitsubishi Gallant, Hyundai Elantra, Honda Civic, Nissan Skyline, Skoda Octavia, Peugeot 306 sedan, os sedãs da Lexus, etc. Tenho um sedã (o Série 3 atual) que não tem limpador, e sinto muita falta. O vidro traseiro fica todo borrado de sal no inverno.

  • Gran RS 78

    Sou um feliz proprietário de um Cruze sport6 2018 que tirei Okm. Fiz a primeira revisão, e paguei somente 290,00 reais. O carro é muito bom, bebe pouco e anda muito, sem contar o conforto e espaço interno abundante, mas tenho duas criticas à fazer: a primeira é sobre o porta malas, que realmente é pequeno, ainda mais se levarmos em consideração que ele é um hatch médio, e está abaixo dos hatchs compactos nesse quesito. segundo: o carro possui alguns barulhos internos, coisa que não poderia ter em um carro desse valor, e ainda por cima que passa uma impressão de um modelo mais sofisticado. Do mais, recomendo muito a sua compra, especialmente pelos preços pedidos por ele em comparação com suvs compactos ou até mesmo de outros hatchs compactos, que custam pouca coisa menos que o modelo da GM.

    • Fernando Piston

      Fui o feliz proprietário de um Sedã 2018. Concordo com tudo que voce disse e ainda acrescentaria que o modelo 2020 deixou ele muito melhor. Passei para um “altinho” de verdade, uma S10, mas tenho saudades dele, pelo conforto, pelas respostas rápidas, pela fluidez e pelo design.Pena que o mercado e a própria GM não deram o valor que ele merecia e posso dizer, de fonte segura, que infelizmente ele deve sair de cena no segundo semestre, lamentavelmente.

  • Cruze não tem história…

  • Rafael Torres

    Meu pai está se desfazendo de um Cruze Sedan 2017 LTZ2 com 25.000 km. Na minha opinião tem um acabamento interno muito bom, tem realmente alguns barulhinhos que não deveriam ter, mas com paciência dá pra resolver. Uma coisa que vi ser crônico nos Cruze é o acabamento dos botões de comando, tanto de farol quanto de ar condicionado que simplesmente descascam, isso deveria ser questão de recall.

  • Jonas Brother

    tenho um sport6 20/20 é um excelente veiculo confortável e anda bem nao me apresentou nenhum problema deve ser pq é novo ainda e devido a pandemia ando pouco

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