Direto do Japão Peruas Toyota

Direto do Japão: Avaliação do Toyota Corolla Fielder

Corolla-Fielder-1 Direto do Japão: Avaliação do Toyota Corolla Fielder







“Por trás de um grande homem, existe sempre uma grande mulher…” Quem nunca leu ou escutou esta frase? Fazendo uma analogia com esse famoso ditado popular, o Corolla deve muito à sua variação station wagon os seus 45 anos de sucesso comercial.

Criada em 1967 (um ano depois do sedan), quando iniciou a sua carreira como veículo comercial (van), a versão perua é até hoje a fiel escudeira do longevo sedan, ajudando a manter as suas vendas entre os top 10 no mercado japonês e mundial.

Com a massiva popularização das minivans no Japão a partir da segunda metade da década de 90, as peruas perderam muito da sua participação no mercado. Se nos áureos anos elas tinham mais de 30% do total de veículos vendidos, hoje em dia esse número não passa dos 10% – até o Corolla teve que se render ao segmento, tendo as versões Spacio (1997-2007) e o atual Rumion – o Scion xB americano, embora este tenha um estilo mais “cool”, sem esquecer também das Toyota Wish (2003~) e Isis (2004~), que são feitos também da plataforma MC do Fielder.

Mesmo com esta queda tão grande, os modelos mais tradicionais como Subaru Legacy, Honda Accord e Mazda Atenza (Mazda 6) continuam sendo produzidos para atender o mercado externo e aos consumidores japoneses que necessitam de espaço mas prezam o estilo e o prazer ao dirigir, notadamente superiores que uma minivan – muitos não gostam de conduzir um carro como se estivessem sentados no sofá de casa… E acham um desperdício ter 7 ou 8 lugares, pois mal usam o banco traseiro.

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No mercado interno nipônico, a perua Corolla atende a um público mais amplo, que vai dos jovens com suas pranchas de surf ou snowboard (embora a maioria deles tenha migrado para as minivans), homens e mulheres que cujos filhos já tem o seu carro, até chegar às empresas (carro de representante comercial) e claro, aos mais velhos – se não fosse por esses dois últimos, provavelmente a mais popular linha da Toyota nem existiria mais por aqui…

Na virada do século, a carismática “Carogon” (apelido dado pelos japoneses, uma abreviação de “Carora” – é assim que eles chamam o Corolla – e wagon) que fora lançada em 1991 (100 series) já estava bem defasada em relação aos concorrentes mesmo sendo querida pelo público.

Havia também a Sprinter Carib, que estreou em 1995 (usava a base do 110 series), mas sempre ficou à sombra da irmã famosa – este modelo representou a perua Corolla no Brasil em 1997 mas foi um fracasso, como o sedan, devido a horrível frente da linha européia que não combinava com o resto da carroceria.

Era chegada a hora da renovação da “prata-da-casa” (e também uma importante estratégia para enxugar o line-up da empresa, pois culminou no fim da linha Sprinter). Em agosto de 2000 estreou a nova geração da perua, agora denominada Fielder – um nome que transmitia jovialidade e que tinha a missão de matar dois coelhos numa tacada só: A Corolla wagon e a Sprinter Carib (porém a morte de ambas foi gradual e lenta, pois só sairam de linha em 2002).

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Com linhas simples e harmoniosas, se tornou de imediato um sucesso de mercado e consagrou de vez o seu sucesso perante aos consumidores (a station também foi fabricada no Brasil entre 2004 e 2008 e ainda hoje muitos clientes potenciais sentem a sua falta no mercado), passando a ser o produto mais vendido da linha e ampliando sua vantagem sobre a concorrência.

Na décima geração da família Corolla apresentada em 2006, a Fielder sofreu mudanças mais profundas no visual que o sedan, especialmente na parte traseira, onde o vinco da linha de cintura invade a tampa do porta-malas e o vidro traseiro ficou curvado na parte inferior, deixando-a com uma “olheira” quando vista por trás (muitos ainda preferem o modelo anterior nesta parte).

Abaixo deste sinal de nascência, as lanternas verticais possuem uma curvatura que adentra pela lateral, uma receita comum em outros carros da marca lançados na metade da década (Yaris e Avensis de geração anterior à atual). De lado, o carro tem um desenho limpo, sóbrio e na frente, para-choques diferenciados e a grade preta fazem a perua ter um estilo mais casual, diferentemente do Axio, que tem um visual bastante sisudo e formal.

No interior, da coluna B para frente, as únicas diferenças para o sedan são o conta-giros/computador de bordo no painel de instrumentos (itens disponíveis apenas a partir da versão intermediária do Axio), e o volante de 3 raios.

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Estes pequenos detalhes dão um ar mais jovial a perua – fato também ajudado pelos bancos revestidos com um tecido mais escuro (e aparentemente mais aconchegante). O acabamento é simples, de qualidade e tem os mesmos deslizes comuns à linha – saídas de ventilção centrais que não fecham, abertura interna do tanque de combustível feita por uma alavanca de lata e falta de proteção plástica para o descansa-pé.

A diferença fica para a parte traseira, onde o banco é mais confortável que o do Axio (embora o espaço para as pernas seja apenas regular) e ganha reclinação do encosto e apoia braço central com porta-copos (além de ser repartido em 1/3 e 2/3).

Assim como no sedan, quem possui os pés grandes (como eu) tem o entra-e-sai é dificultado pelo pouco espaço para que os sapatos passem pelo vão inferior da porta, devido ao entre-eixos curto – os calçados sempre raspam no forro da porta.

Principal fator de compra numa perua, o porta-malas é espaçoso (infelizmente a capacidade não é informada pela fábrica) e possui uma base da abertura relativamente baixa, facilitando o carregamento de objetos pesados. Há um bom espaço para tralhas no compartimento inferior e o rebatimento do banco é muito simples, basta acionar as alavancas que ficam nas laterais para que o mesmo se recolha automaticamente, sem nenhum esforço (mas para retornar a posição original o trabalho é manual).

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Ao volante, o que mais surpreende no Fielder é o silêncio interno. A 80 km/h constantes são baixas 1.400 rpm e o ruido do motor é praticamente imperceptível (o urro do motor aparece somente nas retomadas ou numa aceleração mais forte – e curiosamente, não havia a proteção fonoabsorvente no capô do motor, disponível no sedan), fruto do ótimo entrosamento entre o motor 1.5 de 110 cv e a transmissão CVT. A bem-sucedida união dos dois componentes também permite um desempenho de um carro de maior cilindrada, pois gasta apenas 10,8s para ir de 0 a 100 km/h (10,3s no Axio) e 180 km/h de máxima (limitados).

Outro fator que ajuda muito o carro a obter estes números é o baixo peso de 1.200 kg, influenciando também no contido gasto de combustível. A fábrica anuncia um consumo de 20,0 km/l (na sempre exageradamente otimista norma 10-15), mas o computador de bordo acusou no máximo 11,8 km/l. Como a avaliação foi curta (80 km), não pude obter um número melhor de consumo. Certamente se eu rodasse mais um pouco conseguiria um valor próximo do sedan (14,1 km/l).

Ligeiramente mais firme nas curvas e com competentes sistemas de freio e direção, a Fielder tem um comportamento dinâmico mais esperto do que se comparado ao Axio devido à calibragem um pouco mais rígida da suspensão – mas sem atrapalhar o conforto, pois os pneus 185/65R15 não deixam esquecer que é um pacato carro familiar e não uma perua “pocket rocket”. Para quem procura algo mais apimentado, a TRD – divisão esportiva da marca – oferece a Fielder GT. Com motor 1.5 turbo de 150 cv, possui kit aerodinâmico e suspensão esportiva (pena que custe 77% a mais do que a versão que cede a base, chegando a ultrapassar o valor de um Avensis Wagon).

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Disponível em 2 motorizações (além da 1.5 há também o 1.8 de 144 cv e 17.9 kgfm, conhecido dos brasileiros), 5 variações de acabamento e opção de tração integral, a Fielder segue o padrão do sedan ou seja, vem equipado apenas com o necessário na versão básica 1.5X – ar condicionado, direção com assistência elétrica, conjunto elétrico, ABS com EBD e duplo airbag. A partir do modelo 1.5X “G Edition” são adicionados ar condicionado automático e digital, aerofólio traseiro com break-light (opcional no 1.5X) e repetidores das setas nos retrovisores externos.

O 1.8S acrescenta volante e pomo do câmbio revestidos em couro, painel com acabamento simulando madeira negra, faróis com acendimento automático e luz Xenon, chave presencial e instrumentos com iluminação optitron.

E por último a variante “Aerotourer” vem com kit aerodinâmico (inclui grade do diferenciada e lanternas traseiras transparentes), faróis de neblina e bancos dianteiros esportivos – com um mellhor apoio. Airbags laterais e de cortina, controle de estabilidade e tração (1.8), faróis com luz xenon e chave presencial (1.5), som, GPS, e rodas de liga-leve são disponíveis como opcionais.

Custando a partir de ¥ 1.511.000/R$ 34.740,00 (1.5X 5MT) até ¥ 2.277.500/R$ 52.360,00 (1.8S Aerotourer CVT 4WD), a station da Toyota atualmente enfrenta uma delicada situação no mercado japonês com a chegada dos “new comers” Honda Fit Shuttle e a nova variação do Prius, o Alpha (por aqui categorizada como station wagon – na versão de 5 pessoas). Ambas as duas tiraram o sossegado posto da veterana (ex) líder do segmento com ingredientes muito atraentes para o consumidor nipônico: Espaço, economia e tecnologia a um preço acessível.

O primeiro na versão híbrida custa pouco mais que o modelo mais vendido do Fielder e tem um rendimento 10 km/l superior no consumo. O segundo é o mais novo sucesso da marca, com filas de espera de 5 meses (10 meses no caso da versão de 7 passageiros), canibalizando não só as vendas do Corolla wagon mas também de outras peruas e minivans da empresa – o mesmo ocorre no caso do Prius normal com os sedans da companhia. Contudo, a Fielder ainda tem uma larga superioridade nas vendas sobre a Nissan Wingroad – versão familiar do Tiida.

No atual contexto do mercado automotivo japonês, um carro só vende bem se tiver propulsão híbrida ou algum recurso que o torne eficiente na economia de combustível (vide o SkyActiv da Mazda). Pensando nisso, a Toyota já prepara uma nova geração da família Corolla para 2012, prometendo um menor consumo nos motores à gasolina e segundo rumores da imprensa japonesa, até uma versão híbrida – embora certamente os holofotes estarão mirados para o modelo internacional, cuja atual carroceria é alvo de críticas por ser insossa em comparação aos rivais americanos, europeus e principalmente coreanos. Para os fãs, fica a torcida para que a variação SW volte ao cenário mundial.

Seja uma Fielder novinha em folha carregando um jovem casal para praticar snowboard nas montanhas japonesas ou uma surrada Corolla wagon 1989 com a direção adaptada “nas coxas” para o lado esquerdo (os instrumentos continuam à direita…) trabalhando como um taxi abarrotado de gente na Bolívia, a perua Toyota não faz cara feia e está sempre pronta para o que der e vier, atestando a robustez e a confiabilidade que fizeram a imagem da linha mais popular da marca nestas mais de 4 décadas de mercado.

E se na avaliação do Corolla Axio eu escrevi que o sedan era que nem o “seu” José, Antônio ou João, aquele homem de meia-idade simpático e humilde que todos gostam de conviver, com certeza a station wagon Fielder é como se fosse a Amélia – nome eternizado pelo samba de Mario Lago e que virou sinônimo de mulher amorosa e prestativa, o verdadeiro braço-direito da família.

Assim como na vida real, confiança e fidelidade (ao seu proprietário) também são os ingredientes para um “casamento” tão longo no mundo automotivo…

Ficha técnica – Toyota Corolla Fielder 1.5X

Dimensões e capacidades:

carroceria: station wagon/5 portas/5 passageiros
comprimento/largura/altura: 4,42/1,70/1,48m (interno 1,95/1,44/1,20m)
entre-eixos: 2,60m
peso: 1.200 kg (relação peso/potência: 10,9 kg/cv)
tanque de combustível: 50 litros, gasolina comum
velocidade máxima: 180 km/h (limitados)
aceleração de 0 a 100 km/h: 10,8 seg.
consumo médio: 20,0 km/l (norma 10-15 mode)

Motor:

tipo 1NZ-FE, 1496 cm³, dianteiro, transversal, 4 cilindros, DOHC 16V com VVT-i
diâmetro e curso: 75,0 x 84,7 mm
taxa de compressão: 10.5
potência: 110 cv a 6.000 rpm (potência específica: 73.5 cv/litro)
torque: 14.3 kgfm a 4.400 rpm

Transmissão:

automática tipo CVT, tração dianteira.
relações de marcha: frente: 2.386~0.411 ré: 2.505/ diferencial: 5.698

Direção:

tipo pinhão e cremalheira com assistência elétrica, 5,1m de diâmetro de curva

Suspensões:

Mc Pherson (D), eixo de torção (T)

Freios:

disco ventilado (D), tambor (T)

Rodas e pneus:

aço estampado 6Jx15 com calotas, 185/65R15 88S

Tabela de preços:

1.5X: ¥ 1.511.000/R$ 34.740,00 (5MT), ¥ 1.595.000/R$ 36.650,00 (CVT)
1.5X “G edition”: ¥ 1.666.000/R$ 38.280,00 (5MT), ¥ 1.750.000/R$ 40.210,00 (CVT)
1.5X “Aerotourer”: ¥ 1.746.000/R$ 40.120,00 (5MT), ¥ 1.830.000/R$ 42.050,00 (CVT)
1.8S: ¥ 2.025.000/R$ 46.530,00 (CVT)
1.8S “Aerotourer”: ¥ 2.120.000/R$ 48.710,00 (CVT)
4WD também disponível (+ ¥ 157.500~¥ 189.000/R$ 3.620,00~R$ 4.345,00)

Notas no crash test JNCAP – proteção para motorista/passageiro: 6/6 estrelas (de 6 possíveis)



  • erickluuh

    Saudades :/

  • bedotRJ

    Feiosa, viu? A Grand Tour, de 2003 (na Europa), continua dando um baile em design nessa daí.

    • civiccorolla

      feia mesmo, realmente a GT é muito mais bonita.
      Eu quero que lancem logo o novo corolla, porque essa atual não é muito bonita. o corolla mais bonito mesmo é o de 2003-2008

  • Marcus

    eu gostei do desenho, ja o nosso sedan beira o trash.

  • TiagoMegane

    Tomara que volte a antiga e um carrão deixo saudades

  • henrylandder

    essa traseira ficaria mto boa com a frente do que é vendido aqui…

    o problema seria só o preço, pq se for mais caro que o corolla, o pessoal comprará um "SUV"

  • Mauricio Perin

    Consumo: 20km/lts.

    Salve a nossa gasolina batizada.

    Também tenho uma Fielder, nacional, um excelente carro. Não tenho do que reclamar.

    Uma vergonha com a média dele, mas a minha faz 8km/l na cidade, com ar ligado 100% e sem se preocupar com o pé.

    Pra nossa categoria de carro, não tenho do que reclamar.

    • BlueGopher

      Não se decepcione, estes 20km/l nunca são obtidos na prática.
      "…o computador de bordo acusou no máximo 11,8 km/l. Como a avaliação foi curta (80 km), não pude obter um número melhor de consumo. Certamente se eu rodasse mais um pouco conseguiria um valor próximo do sedan (14,1 km/l)."

      • blindzector

        Poxa, mas um carro do porte dela fazer 14,1km/l ta otimo! :)

  • TDRamos

    Engraçado, aqui no Rio de Janeiro, o Fielder vendia bem, tanto que ainda vejo uma quantidade razoavel deles pela rua

    Pq o logo na grade não é o T da Toyota?

    • João Paulo Vizioli

      A maioria dos carros da Toyota feitos para o mercado interno japonês tem um emblema específico do modelo, como este "C" estilizado da linha Corolla.

      Já os veículos que também são vendidos fora do Japão, geralmente possuem o emblema tradicional da Toyota (Ex. Prius, Camry – a exceção fica para o Vitz/Yaris, que usa o emblema da rede de concessionárias que é vendido, no caso a Netz).

  • Rodrigo

    Será que não?
    Usadas são moscas brancas, quem tem não vende.

    Muito linda essa nova versão.

  • granrs78

    Ótimo carro era a Fieder, mas como todo Toyota muito caro e sem equipamentos de luxo e segurança.

  • shdn2010

    Todo carro da toyota acho horrivel, nunca me caiu no gosto estes carros da toyota.

  • DarlonSC

    Mais sem sal, impossível.

  • Miguel Osterroht

    Caramba, a Toyota só vem fazendo carro feio, caramba, piorou todos….

  • Nesio_Becker

    que venha logo, ainda em tempo, um teto solar cairia bem!!

  • Taí um carro que deixou muitas "viúvas" no mercado foi a Fielder.
    A Toyota aqui é trouxa, olha as vendas da GT e dá Weekend e não faz nada, enjambra a frente nova do Corolla nela e vende que tem muito cliente sim que quer uma Station Wagon. Agora, que de fato a geração de Corolla/Fielder que tinha aqui foram os mais bonitos.
    Pq o logo na grade não é o T da Toyota? (x2)

    • João Paulo Vizioli

      Na época do modelo 2003-2008 made in Brazil, a base do modelo brasileiro (e também internacional) era a mesma do modelo japonês (Plataforma MC), por isso que bastava colocar a frente do Corolla brasileiro no Fielder para que ela pudesse ser vendida aí no Brasil.

      Atualmente, a base do Corolla japonês é diferente do Corolla para o mercado externo – o internacional usa a mesma base do Auris (Plataforma "nova" MC – a mesma do Prius também e é um pouco mais larga, com 1,76m), enquanto o japonês usa a mesma da geração anterior (MC, com 1,70m de largura) .

      Talvez seja por isso que não exista uma Fielder para outros mercados. Além disso a minivan Corolla Verso (na Europa) e o Scion xB (nos EUA – o Corolla Rumion japonês) fazem mais sucesso fora do Japão, sendo assim "matando" a Fielder nos mercados externos – A Toyota não iria fazer uma carroceria exclusiva da Fielder só para o mercado brasileiro… Sairia muito caro.

  • Evoguex

    prefiro a nossa fielder, sem duvida.

  • FabioRuimDeRoda

    Acho que foi alguma questão interna de custos da Toyota, pois mercado tem.

    Como estratégia de market-share foi mancada da Toyota. Vái entender?

    • MatheusCampos

      Antes ela tinha saído para dar lugar na linha de produção para o novo sedam, agora pq não voltou eu não sei!!! uma pena, pois seria um concorrente de peso para o I30sw.

      • feu

        não voltou pq a linha de produção está ocupadissima com os corollas… eles adorariam tê-la aqui, mas não vale o custo da complexidade de mudar a linha e perder capacidade de fazer mais corollas, pois vendem todos que fabricam!

    • blindzector

      Brasil? Perua? Infelizmente o Brasil fica com uma Minivan do q uma perua.

      Brasil, so gosta de carros compactos, sedans medios e minivans… peruas?

      VIde, i30sw, rarissimo ver na rua (comento sobre brasilia ) Jetta variant, a Parati qe simplesmente morreu, nao se fala mais nela e nem tem assuntos de volta, ao menos ateh entao… agora contrario de tudo… a Palio Weekend… e sucesso e UNICA na categoria. Afinal, SpaceFox, qe era pra substituir a Parati nao ta conseguindo… pode ter boas vendas, mas ela e uma Minivan! Na GM, a pobree minivan ta morrendo, afinal, ultima perua a ser feita pela Gm foi a Corsa Wagon!
      A ultima perua Ford por exemplo, e a Escort SW, qe meio qe " substituida " pela EcoSport…

      Sou um apaixonadoo por peruas e sei qe se entrasse no mercado, eu seria um feliz comprador de uma Toyota Fielder… mas , o qe vale e sonhar, ou entao encarar situações no mercado de usados para continuar na paixao!

      Futuramente, troco minha Xsara Break na Fielder :)

  • Edson Roberto

    JP, meu amigo, fantastico como você escreve bem! Eu fico impressionado! Como sempre parabens!

    Não pense que eu esqueci "daquele email", eu estou elaborando, mas dessa vez eu estou pensando bem para escreve-lo. Suas reportagens são sempre muito bem detalhadas e prazerosas de ler. Dá até inveja de ver a qualidade e os itens mostrados nessa versão de Corolla.

    Esse rapaz manja tudo de "japa" !!!! rs

    Abraços!

    • João Paulo Vizioli

      Thanks! Esse texto demorou pra sair, mas modéstia a parte, ficou bom mesmo…;)
      Abraços!

  • BrunoMulsane

    O corolla é um carro sem sal em todos os quesitos, mas tudo que o carro faz é bem feito.

  • fse

    Eu ja tive uma Fielder e era uma excelente automovel. Se este modelo viesse para o Brasil seria uma das minha opções. Esse mercados de peruas "medias" ta morto no Brasil. Somente a Jetta Variant, que uma otima opção. Meu gosto sempre for por peruas, nas sei pq mas me agradam mais.

  • blindzector

    1.5X: ¥ 1.511.000/R$ 34.740,00 (5MT), ¥ 1.595.000/R$ 36.650,00 (CVT)
    1.5X “G edition”: ¥ 1.666.000/R$ 38.280,00 (5MT), ¥ 1.750.000/R$ 40.210,00 (CVT)
    1.5X “Aerotourer”: ¥ 1.746.000/R$ 40.120,00 (5MT), ¥ 1.830.000/R$ 42.050,00 (CVT)
    1.8S: ¥ 2.025.000/R$ 46.530,00 (CVT)
    1.8S “Aerotourer”: ¥ 2.120.000/R$ 48.710,00 (CVT)
    4WD também disponível (+ ¥ 157.500~¥ 189.000/R$ 3.620,00~R$ 4.345,00)

    Meo Deeeos! Comprar uma Fielder LA como sairia " barata " aki… 48 mil reais, com cambio CVT!
    Aiaiiiii… tenho saudades de uma epoca qe se comprava Uno Zerooo por 14 mil reais… e o carro mais caro era 40 mil reais!

    • lndnfsu2

      cambio CVT é encontrado ate nos mais simples dos kei-cars!

      isso nao é nenhuma exclusividade de modelos mais caros como acontece por aqui

      • blindzector

        Ah cara, e akela coisa, sei disso e infelizmente, muita gente ta feliz com um trancos e retrancos dos cambios " Semi Manuais " brasileiros… ( Easy tronic, Imotion… bla bla bla! Estes modelos automatizados qe sao tensos demais!)

        =/

        E triste, excelente carro, deve ter uma relação Custo Beneficio Violenta! E aki, venderia horrores!

        Mas, esperar por dias melhores! :(

  • Luis Felipe CD

    Interior bem normal, nada de tão espetacular, como o Corolla daqui, só que o brasileiro de entrada custa quase o dobro que a versão full de lá…

  • PauloPGomes

    Prefiria a nossa dessa epoca!
    E essa lanterna traseira do March?

  • AF1979

    Realmente essa Fielder japonesa é bem interessante e dá para entender por que deixa saudades, mesmo não sendo a perua com o maior porta-malas ou a maior versatilidade. Como já disse o texto, realmente ela vai ter uma prova dos nove agora que vai enfrentar em casa a Fit Shuttle (olha a Honda brasileira marcando touca) e a Prius Alpha, sendo que a primeira é bem mais versátil e a segunda… bem, é um Prius com mais capacidade de bagagem.
    E como adepto que sou de carros que não tenham centímetros a mais do que os estritamente necessários para bom espaço e segurança adequada, sou muito mais a plataforma usada no Axio e na Fielder do que a inchada base que tem nosso Corolla. Se os carros médios ainda seguissem esse preceito, não teríamos os problemas que estamos vendo nos modelos atuais, que podem às vezes ter largura adequada o suficiente para entrar em vagas apertadas, mas são muito longos para essas vagas e pesados até em demasia mesmo se levamos em conta motivos que gerem peso.

    E, claro, nunca esqueçamos que um Corolla japonês vence uma Ferrari na arrancada.

  • diogo_rs6

    Enquanto isso, os fãs do Fielder brasileiro seguem órfãos…..

  • JCsr

    Kokokil, no Brasil a Fielder deu certo sim, e muito. Claro que não vendia tanto quanto o Corolla sedã, mas essa também nunca foi a estratégia da Toyota pra ela aqui. Vendia na faixa de 600-800 unidades mensais, sempre esteve acima da Grand Tour, 307 SW e Marea Weekend, e o público era cativo, muita gente que tinha uma Fielder mais antiga correu pra trocar por uma zero km quando saiu de linha e hoje não vendem o carro de jeito nenhum. Em 2006 minha mãe quase comprou uma Fielder Automática, mas deram prazo de entrega de 60 dias porque a fábrica não estava conseguindo atender a demanda da perua, então acabamos desistindo da compra.

    • SamuraiUTI

      E vale lembrar que Marea Weekend e Corolla Fielder tinham públicos-alvo bem distintos: o primeiro era procurado pelo desempenho devido ao motor 5 cilindros (ainda mais o Marea Turbo, com 192cv) , enquanto que o segundo era para uso familiar e/ou que preza conforto.

      Das peruas atuais, o que sobra, só Fiat e Volkswagen?
      Palio Weekend, SpaceFox, Parati G4 que só tem no site, e os caros Jetta Variant (com a cara do Golf mk6) e o Passat Variant.

  • Hugo Borges de Oliveira.

    Minha mãe já chegou a ter uma mas logo trocou para o Corolla sedan. Como todo Toyota, é um carro muito confiável e sóbrio. Cumpre o que promete, conforto e durabilidade. Sobre ser sem sal, dito acima, é um carro sóbrio, não é voltado para o público jovem e isso está presente no Corolla desde a sua concepção, salvo excessões (AE 86).

  • ericmon

    volta Fielder!

  • lndnfsu2

    creio que deu certo sim ,era a mais vendida da categoria… parou de vender aqui porque era baseada no modelo japones (que ficou diferente do europeu e americano, como voce poder ver nas fotos acima)

  • Skiegaard

    Pode ate ser pior a antigo do BR, mais que ainda eh mais bonita q essa Japa ai eh…no Bem q poderiam voltar com a Fielder aki p BR


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