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DS: produção de DS 4, DS 4 Crossback e DS 5 será encerrada em maio, segundo site

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De acordo com o site espanhol Actualidad Motor, a PSA decidiu encerrar a produção de três modelos no mercado europeu em maio. Todos eles pertencem à marca premium DS, que vem passando por uma reformulação em nível global. Os modelos DS 4, DS 4 Crossback e DS 5 teriam sido confirmados pelo grupo francês.


O trio em realidade é composto por dois modelos, sendo que o DS 4 Crossback é uma versão aventureira do hatch médio DS 4. O modelo foi lançado em 2011 e recebeu atualização visual há algum tempo, quando surgiu essa segunda focada num visual de fora de estrada. Já o DS 5 foi lançado em 2009 e também ganhou facelift de meia vida.

DS 4 Crossback Moondust 1 - DS: produção de DS 4, DS 4 Crossback e DS 5 será encerrada em maio, segundo site

Apesar de os estilos bem modernos, elegantes e esportivos, os produtos já não estão obtendo volumes de vendas compensadores no mercado europeu. Isso porque desde o início houve pouca diferenciação com os produtos da Citroën, o que atrapalhou em parte o início da DS, especialmente em relação aos modelos C3 e C4.


A manobra da PSA visa alterar o portfólio da DS em busca de produtos mais rentáveis, no momento são relacionados com o segmento de utilitários esportivos. Com o DS 7 Crossback, um crossover de porte médio feito na China, a marca premium focará mais nessa categoria com o futuro DS 3 Crossback, que não será o DS 3 atual em versão aventureira, mas um crossover novo de fato, feito como uma geração diferente.

ds 3 performance line - DS: produção de DS 4, DS 4 Crossback e DS 5 será encerrada em maio, segundo site

Além do atendimento ao crescimento nas vendas de crossovers e SUVs na Europa, a mudança também visa criar uma gama de produtos mais adequada para entrar no mercado americano. O DS 3 continua em produção na região sobre a plataforma PF1, que dvee dar lugar à CMP (Common Modular Platform) quando for convertido em crossover. Já os atuais DS 4 e DS 5 são feitos com a base antiga PF2, a mesma do Citroën C4 Lounge 2019, que está chegando essa semana.

A DS também terá lançamentos relacionados com produtos mais sofisticados e de propulsão alternativa, incluindo uma versão híbrida plug-in do DS 7 Crossback, além de um novo modelo topo de linha, que poderá ser híbrido ou elétrico. O próximo DS 3 também será eletrificado. Na China, a DS tem um portfólio bem mais consistente, incluindo uma geração nova do DS 4, o DS 4S feito sobre a plataforma EMP2.

Além disso, sobre a mesma base, a marca tem ainda o crossover DS 6WR, o sedã médio DS 5LS e evidentemente o DS 7 Crossback. O DS 5 também é vendido por lá. Aqui, a DS está em compasso de espera (confira nota oficial abaixo) e podemos esperar pela presença do DS 7 Crossback no Salão do Automóvel 2018.

“A DS Automobiles informa que, desde sua criação, em junho de 2014, segue um desenvolvimento mundial próprio e totalmente orientado para o universo Premium. Uma marca criada para representar o melhor do luxo e do savoir-faire francês e com grande potencial de crescimento.

Sobre suas operações específicas no mercado brasileiro, a marca afirma que analisa atualmente a evolução de todo o seu modelo comercial e de distribuição, e que, em breve, trará novidades ao mercado neste sentido. 

Isso significa não somente oferecer produtos diferenciados, que se destacam pelo estilo marcante, materiais nobres, requinte nos mínimos detalhes e tecnologias avançadas, mas oferecer uma Experiência de Marca inédita, exclusiva, sofisticada e de vanguarda ao consumidor brasileiro. Uma Experiência Cliente verdadeiramente Premium.”

[Fonte: Actualidad Motor]

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  • ObservadorCWB

    Carros muito bonitos e realmente ousados, tanto externamente como no seu interior. Mas…..se até o mercado europeu rejeitou. (O triste é que por lá o motivo foi SEMELHANÇA COM LINHA CITROEN). Aqui estão MUITOS degraus acima dos modelos convencionais. Preço, falta de divulgação/marketing e alguns entraves preconceituosos contra as francesas tornam os números de vendas raquíticos também no Brasil. Mas é um carro que sempre falo para os conhecidos pelo menos ENTRAREM.

    • wagner

      Não rejeitou! Na verdade o perfil do consumidor que mudou e a moda SUV invadiu todos os segmentos. Até esportivos!!!

      • ObservadorCWB

        Ué….. ato de rejeitar, ignorar, dispensar, recusar…. mesmo que em detrimento de outro. Se o consumidor não compra, o produto está sendo rejeitado. O produto que está sendo ACEITO é o SUV….. independente de motivos/modismos etc.

        • wagner

          Desculpe, mas interpretei muito bem seu texto, pois ao se referir “rejeitou” significa que o produto não foi aceito, o que nem de longo ocorreu. Os carros foram muito bem aceitos, ocorre que depois de anos de mercado houve um mudança de perfil do consumidor e TODAS AS MARCAS estão como produtos como vc diz “rejeitado”, basta ver a recepção morna do Polo na Europa.

          • ObservadorCWB

            Não entendo a mania de corrigir o certo. Como vc mesmo disse. CONCORDO 100%… todas as marcas estão com alguns produtos rejeitados. É isso mesmo. Alguns produtos são aceitos e outros são rejeitados. É simples. Se a palavra é “feia” ou indigesta. O significado é um só. Mas quando vc escreve “pois ao se referir rejeitou significa que o produto não foi aceito, o que nem de longo ocorreu…” é um contra-senso…… o público pode não ter criticado ou achado ruim…mas se não vendeu = REJEITOU. O consumidor mundial hoje compra SUV em rejeição a sedãs e hatches. Simples assim. Semântica. Mas pode continuar defendendo a linha DS….EU TAMBÈM DEFENDO. São carrões.

            • O que o Wagner e você estão dizendo é a mesma coisa, mas de modos diferentes.
              O mercado HOJE rejeita os DS4 e 5, que é o que você diz. Mas isso é uma análise focada tão somente no momento atual, com espectro sobre alguns poucos anos anteriores a 2018.
              O que o Wagner quer dizer é que não se pode concluir que os produtos foram rejeitados na ascepção da palavra, pois até meados de sua vida (o primeiro deles foi lançado em 2009, tendo quase 10 anos de mercado), tiveram vendas expressivas em solo europeu e mesmo em outros mercados ao redor do mundo. Só que hoje não vendem mais, uma vez que o mercado tem estado ávido por utilitários esportivos, condenando modelos tradicionais ao ostracismo.
              Portanto, os modelos da matéria não foram propriamente rejeitados, tendo seu lugar ao sol até alguns anos atrás, mas estão sendo esquecidos no show room das concessionárias atualmente. Não seii se consegui ser claro o suficiente… rs.

    • th!nk.t4nk

      Eu acho que não é bem a semelhança com a Citroen o problema. É que por pouca coisa a mais dá pra pegar modelos bem melhores de outras marcas. Gosto muito dos PSA (como modelos de baixo custo), mas é extremamente difícil competir com as premium tradicionais, que injetam muito mais grana em P&D e têm modelos melhor afinados. Fazer carro com interior luxuoso e estiloso é relativamente fácil, mas pra justificar o preço mais elevado é preciso ir muito além tecnicamente. Nao é à toa que é tão raro ver modelos DS na Europa (idem pra esses Vignale da Ford e outras linhas “premium” de marcas populares). Eles só vendem no impulso, praticamente sempre via leasing, porque se o cara parar pra comparar as opçoes do mercado acaba não levando não.

      • O DS4 mesmo, é praticamente um C4 tecnicamente. Mesmo o interior (painel, principalmente), guarda imensa semelhança com seu “irmão pobre”. Como a mecânica também é totalmente compartilhada, fica complicado vender a linha DS como uma marca Premium em termos de conceito.

        • Rodrigo

          Eu concordo contigo mas creio que o consumidor sabe e aceita isso como uma “vantagem” (compartilhar peças de modelos mais populares tende a diminuir o valor de manutenção). Não fosse assim, não teríamos Audi / VW / Skoda / Seat, cada uma explorando um nicho de mercado e preço e diluindo seus custos entre vários projetos.
          O que enxergo é que a linha DS é muito nova de mercado para ser atrativa. Se o apelo não for o preço e conteúdo tecnológico para se diferenciar de marcas premium mais tradicionais, concordo com o colega @th!nk.th4nk : fica difícil competir.

        • Antonio

          Principalmente com os DS sendo vendidos nas concessionárias da Citroën, sendo que na maior parte eles nem expostos eram. Ah sim, o treinamento era tão mínimo que nem os funcionários das redes sabiam sobre os modelos.

    • Antonio

      Concordo com tudo o que você disse Observador! Mas acredito que tenha mais um motivo para a marca não dar certo aqui no Brasil: o conservadorismo dos brasileiros. Aqui carro de luxo é BMW, Mercedes e Land Rover (nem Audi é, porque tem uma galera aí falando a merd* que Audi é VW de argola, apesar de eu achar difícil que os leitores da NA tenham cacife para fazer parte desse grupo). Nem a Lexus, prima rica da tão popular Toyota, vende bem aqui…
      O engraçado é que eu vi muuuuito DS em Paris e Portugal, muito mesmo! Mas já faz uns anos isso, talvez a realidade tenha mudado ou esse “muito” não era suficiente pra eles. Tive um DS4, carro espetacular! Não deu problema em nenhum nos 2 anos que fiquei com ele, sendo que a BMW deu 2 problemas diferentes em apenas 1 ano. O único problema dele era ter o interior do C4.

    • Antonio

      E tem outro problema, que para mim foi o pior de todos: a DS devia desde o começo vendido os seus carros em lojas próprias, ao invés de colocar os seus carros nas concessionárias da Citroën. Isso não só colaborou para a galera enxergar o DS como um Citroën normal (ou não enxergar os modelos da marca), como também esses modelos dificilmente estavam expostos (a maior parte das concessionárias que eu fui só trabalhava com encomenda) e não tinha o menor treinamento da equipe para esses modelos. Uma vez eu deixei o meu para fazer a revisão na Citroën Trianon da Lapa, zona oeste de SP, e o cara achava que o meu carro era um C4.

      • Antonio

        Concordo com tudo o que você disse Observador! Mas acredito que tenha mais um motivo para a marca não dar certo aqui no Brasil: o conservadorismo dos brasileiros. Aqui carro de luxo é BMW, Mercedes e Land Rover (nem Audi é, porque tem uma galera aí falando a merd* que Audi é VW de argola, apesar de eu achar difícil que os leitores da NA tenham cacife para fazer parte desse grupo). Nem a Lexus, prima rica da tão popular Toyota, vende bem aqui…

        O engraçado é que eu vi muuuuito DS em Paris e Portugal, muito mesmo! Mas já faz uns anos isso, talvez a realidade tenha mudado ou esse “muito” não era suficiente pra eles. Tive um DS4, carro espetacular! Não deu problema em nenhum nos 2 anos que fiquei com ele, sendo que a BMW 120i deu 2 problemas diferentes em apenas 1 ano.

      • ObservadorCWB

        Mas se aqui a escala de vendas já foi reduzida….imagine o prejuízo aumentando o custo com CSS. Talvez um “longe” (brincadeira com nome de outro produto) – ESPAÇO RESERVADO – dentro das lojas fosse mais viável. Mas é pena. Carros diferentes da banalidade atual e que estão se despedindo.

        • Antonio

          É, uma sessão separada que nem o Equos tem na Hyundai por ex… já era uma idéia. Apesar de eu achar que a melhor mesmo era de pontos exclusivos. Você não precisa começar com 500 concessionárias, mas algumas nos lugares mais importantes. 60% do mercado de luxo no Brasil é consumido por São Paulo, sendo que veículos representa 49%. Rio está em 2º lugar, com 25%. Então o que deveria ser feito: começado com uma concessionária na Avenida Europa, em São Paulo, e outra na Barra, no Rio. Mais ou menos o que a Lexus fez. Aposto contigo que já ia vender mais do que como foi.

  • Ricardo

    Cada vez mais carros legais saem de linha e dá-lhe SUVs. Q porcaria!

    • Catucadao

      concordo

  • Calibra vermelho 95

    É incrível como o DS5, mesmo tendo quase 10 anos de vida, tem um design tão atual, lindo e arrojado. E se for lançado agora parece que o design é de 2022. Para mim é um dos carros mais bonitos que existe! Design ousado envelhece e enjoa mais rápido? Balela nesse caso!

    • Romualdo Vieira

      Concordo, o DS5 é de babar mesmo! Acertaram a mão. Mas será que não enjoamos porque também é raro vermos pelas ruas?

      • Adriano Lius II

        tenho um ds5 e ralmente as pessoas curtem ele, ainda mais qndo olham por dentro, as meninas então, ficam com as calcinhas encharcadas . Carro é o melhor que já tive, depois de bmw, c200, cruze, civic, nao achei nenhum melhor até agora.

    • Erasmo Artur

      Impossível não quebrar o pescoço quando passa um DS5.

    • Bruno Alves

      Quando li 10 anos assustei achando que estou ficando velho rápido de mais. Na verdade ainda são 7. Foi apresentado em 2011 no Shanghai Auto Show.

    • São maravilhosos justamente por não ter o “design ousado” que a Citroën costumava largar na face da terra naquela época. Uma grande pena.

    • Itamar

      primeira vez que vi um DS5 na rua eu desacreditei.
      Vi um branco ainda, o carro é realmente muitissimo bonito.

      • E o que é o interior desse carro? Fantástico, realmente. Difícil desembolsar a grana que pediam em um zero, mas que é um senhor carro, isso é.

        • Itamar

          e pegando carona no comentario do Calibra, resolvi caçar no Webmotors e ate os 2012 tem aparencia muito atual, é absurda a tecnologia e design desse carro

        • Adriano Lius II

          tenho um ds5 branco, e realmente as pessoas curtem ele, ainda mais qndo olham por dentro, as meninas então, ficam com as calcinhas encharcadas . Carro é o melhor que já tive, depois de bmw, c200, cruze, civic, nao achei nenhum melhor até agora.

          • Aquele console no teto disposto longitudinalmente na cabine eu acho baca demais. A padronagem dos bancos também é muito diferenciada. Nunca tinha visto nada igual, nem mesmo em modelos de marcas ditas “premium”.

        • André

          Acho que é o carro mais caro do mundo com eixo de torção.

  • EDU

    Imagina quem comprou esses DS no BR, tem um caso de uma revenda paulistana que li numa reportagem que tem um DS5 a um ano no estoque e nao vende. Triste pois alem de bonitos os carros sao bons .

    • Unknown

      O problema é que carros premiuns são quase que proibitivos no Brasil, tanto pelo preço, como pelas condições das vias brasileiras… melhor ir de SUV mesmo.

      • REDDINGTON

        Muita gente não entendeu ainda que além de “modinha” os SUV’S também tem vantagens. Anda numa estrada péssima com um Civic e com uma CRV por exemplo…Muita gente mete o pau mas nunca nem andou de carona num SUV. E olha que gosto e tive 2 Civics. Mas o SUV é algo mundial, ao menos nesse momento é a crista da onda.

      • pronin

        Tenho um DS3 e te falar, sofre para andar em São Paulo. O carro foi feito para andar em ruas e estradas europeias e não nessa porcaria de asfalto.

        • Unknown

          Eu nunca tive e nem andei num DS da Citroen, mas só ter um pouco de conhecimento em veículos que já se percebe que são veículos com esta característica. Depois ficam criticando os SUV’s, mas as característica deles se enquadram bem melhor, principalmente para a condição de pavimento das nossas vias…

    • José Eduardo D’Acampora Guazzi

      Até 60 mil eu compro ele e livro do fardo hauhuauhaua

    • Uns dois anos atrás eu vi um na concessionária: pediam R$ 150.000,00. Complicadíssimo vender esse carro nesta faixa de preço. A concorrência nesta fatia de mercado apresenta modelos com muito mais apelo emocional, apesar dos inumeráveis atributos do DS5.

      • Adriano Lius II

        paguei 62 mil no meu ds5 , comprei de uma médica, carro tinha 22 mil rodados, hj tem 36, nao me arrependo, melhor carro que já andei, sofre com ruas destruidas, mas minha cidade é boa de asfalto e as rodovias ao redor da região tb, então , sou feliz por aqui com ele.

  • Bigode

    Em um momento em que as leis de emissões estão cada vez mais rígidas essa procura por SUVs é uma piada. Mas como isso dá lucro…

  • Sasaki

    Flopou!!!

  • Michel

    Que pena, ds4 é minha paixão!

  • REDDINGTON

    Os donos de gráfica tão rindo a toa…quem comprou no Brasil vai encomendar blocos e mais blocos de rifas pra se livrar dessa bomba…

    • Erasmo Artur

      Bomba pq?
      O powertrain é bastante conhecido e as peças de reposição são fartas.

      O problema está nas peças de acabamento e lataria, que num caso de uma batida provavelmente terá que vir da frança.

      Mas quando se bate um carro o problema é grande pra qualquer um.

      • REDDINGTON

        Bomba que eu disse pra vender isso agora. Um amigo meu comprou um DS4 em 2015, carro lindo demais, pagou 120 mil. Foi na Citroen fazer revisão e sondou o mesmo vendedor…deram 60. A Fipe vale 81….Bomba entendeu….

        • Erasmo Artur

          Entendi.

          Mas nesse aspecto, todo carro um pouco mais diferente do convencional sofre.

          Tenho um a3 sedan e sei bem o quanto vai ser complicada a revenda, não é como um corolla ou um civic que é só anunciar.

          • Um Fusion Titanium 2016 está saindo por cerca de 80 mil nas revendas de carros usados… não é fácil comprar carro na faixa muito superior aos 100 mil reais. A desvalorização elevada é de série.

            • ObservadorCWB

              Pode passar o link ? Do Titanium a 80k ?

              • Vou procurar aqui no meu zap. Um amigo meu me indicou. Ele foi ver um Virtus e acabou se apaixonando pelo Titanium à venda no concessionário VW daqui de Goiânia.

        • Vitor C

          Isso acontece com praticamente todas as premium e importados, está longe de ser exclusividade da citroen.

          • REDDINGTON

            Concordo com vc! Em TODOS carros vc perde dinheiro TODOS, em alguns vc rasga dinheiro, como a linha DS, Peugeot 408, Linea, Tiguan, Fusca etc…

            • Mais fácil enumerar os produtos que têm desvalorização menos acentuada. Eles são bem mais numerosos que aqueles que possuem desvalorização relativamente elevada. Em especial no que tange ao mercado de maior valor.
              Esse fenômeno é natural. Quando você adquire carros na faixa de 150 mil reais, tem que ter em mente de que quando for colocá-lo à venda, terá como concorrentes produtos bastante razoáveis no mercado de veículos zero km. Na faixa de 100 mil reais é fácil encontrar bons modelos, bem recheados de equipamentos e com maior apelo em termos de status nos showrooms das concessionárias.

              • Antonio

                É, mas os carros do grupo PSA perdem muito mais que os seus concorrentes. Isso é um fato e que tem a ver com a própria postura da marca, seja no péssimo pós-venda, seja no desdém deles na hora de recompra. Tanto que agora a Peugeot tá lançando um novo plano de recompra e investindo pesado no pós-venda (segundo eles) para ver se muda essa realidade.

                • Isso vem mudando aos poucos com a mudança da política de pós venda das marcas, em especial da Peugeot. O 208 mesmo, tem desvalorizado na média da concorrência, pode checar.
                  No caso do C4 que tenho, confesso que não me assustei até agora com a desvalorização dele. Coisa de 35% em 4 anos, considerando o valor que paguei. Não é mais que o Jetta 2011 que o sucedeu, que teve desvalorização muito próxima a isso em 3 anos e meio de uso.
                  Desvalorização de carro é algo que segue uma regra básica da economia: oferta e procura. Carros pouco procurados na venda zero km tendem a ter também baixa procura no mercado de usados. Se tem menos gente querendo comprar do que pessoas querendo vender, o preço cai. É simples assim. Aí você pode colocar Sonic, Malibu, Agile, Fusion (primeira e segunda geração), Linea, Bravo, Jetta aspirado, Captiva, Toyota Fielder, Honda Accord, Toyota Camry, etc, etc. É que o povo se apega demais a essa questão contra os “franceses”, mas a desvalorização elevada é algo muito comum no mercado em geral.

                  • André

                    Tive um C4 Pallas no passado, comprei ele com super desconto porque estava encalhado porque era mecânico. Depois de 2 anos de uso teve uma desvalorização de apenas 15%. Nunca mais vou fazer um negócio tão bom, mesmo se tivesse Corolla e Civic.

                    • No finalzinho das vendas do C4 hatch, havia um vermelho na CCS pra vender por 52 mil reais. Era preço de Gol Rallye na época. Só não considerei sua compra para a esposa porque tinha acabado de trocar o carro dela e porque era manual. Era vermelho o danado.

                  • Antonio

                    Já tive dois carros do grupo PSA: um Peugeot 408 e um DS 4. No 408 eu perdi SÓ 50.000 reais após 2 anos de uso, isso porque eu vendi por fora (a Peugeot se recusou a recomprá-lo). Já o DS 4 eu comprei usado, não cometi a mesma burrada, mesmo assim o carro depois de 3 anos (2 meus e 1 do antigo dono) foi vendido por menos que a metade do preço do 0 km.
                    Portanto não. A desvalorização de Jetta, Fusion e outros nem se compara a de um francês. Só não enxerga quem não quer ver. Se você comprou um carro que tem maior apelo comercial e, ainda hoje, não sofreu TANTO com isso, legal, mas não vem tirar a realidade falando que “isso é uma coisa normal” porque todo mundo que entende de mercado sabe que carro francês é pra casar.

                    • Bom, só a primeira frase do meu post já ilustra que há um equívoco de interpretação na sua resposta: “isso vem mudando aos poucos” significa tão somente que concordo com a questão da desvalorização acima da média dos carros da PSA, apenas frisando que por simples observação dá pra notar que ela vem mudando para alguns modelos do grupo. Só isso.
                      Quanto aos carros que tenho, estou com uma oferta de 50 mil reais no meu Lounge 2014, adquirido por 80 mil reais há 4 anos. O percentual de desvalorização é fácil de calcular. O Jetta que tive anteriormente me custou 68 mil reais na compra, e foi vendido por 43 mil 3 anos e 2 meses após sua aquisição. A conta também é fácil de fazer.
                      No caso do 208 de minha esposa, me ofereceram 47 mil reais (ofertados em um papel anexado ao retrovisor na revisão de 40 mil km – 2 anos de uso) na troca por um outro zero km. Como ele foi adquirido por 60 mil reais… conta fácil de fazer, também. Na experiência acumulada para os dois modelos, não, a desvalorização deles não está sendo nada muito diferente da normalidade com relação aos outros carros zero km que tive.

                    • Antonio

                      Quem está falhando na interpretação do texto é você. Você disse: “isso vem mudando aos poucos” mas eu te dei dois exemplos que aconteceram não faz nem 3 anos e que mostra que não, isso não vem mudando. Olha quanto custava um 308 CC novo e quanto custa um usado hoje, quanto custa um RCZ, que o povo tá quase entregando de graça, quanto custa um Picasso, quanto custa um 408, quanto custa qualquer modelo da DS. Mas ok, como você teve dois carros que são mais comerciais e não recebeu ofertas absurdas “isso vem mudando”. Acho muito engraçado quando um cara vem defender um ponto da marca que a própria confessa que é uma das suas maiores fraquezas, mas fica aí se vangloriando do seu ótimo negócio. Engraçado que o mesmo C4 Lounge que você recebeu uma oferta de 50.000 é o que eu vejo aqui na Webmotors por 39.000…

                    • Eu te dei dois exemplos particulares e dos dias de hoje que provam o contrário, que há motivos para acreditar que alguns modelos da PSA apresentam procura razoável no mercado de usados, o que faz com que o preço de revenda seja mais compatível com a média de mercado. Bom, mas cada um pensa o que quiser.
                      Agora, falar de exemplos como RCZ e 308 CC? Isso é sério? Tente vender um Civic SI desses últimos laranjados pra você ver… Esse tipo de produto é desvalorização garantida. Só mesmo marcas que não oferecem produtos com características tão peculiares para não enfrentar a desvalorização excessiva que faz parte do contexto. Quem compra (de qualquer marca) sabe disso.
                      Quanto ao C4… como eu disse, papagaio repete de ouvir falar. Na mesma Webmotors você vai achar unidades onde o pedido é de 55 mil. Questão básica de estado (legal e físico) do veículo.
                      Agora, eu dizer as ofertas que tive pelos carros que possuo é defender marca? Então tenho que ter proposta de 50 pra vender meu carro e chegar aqui e dizer que me deram, sei lá, 30 pra agradar o Antônio? Tem cada uma… melhor ler essas coisa que ser cego. Faz parte.

                    • Antonio

                      O teu erro é exatamente esse: você apresentou dois exemplos de carros que tem alguma procura de mercado e decidiu generalizar isso para a marca toda. Agora mesmo está aí defendendo a marca, dizendo como é sabido que um RCZ vai desvalorizar mais que um carro normal. Eu quero saber que comprador que comprou um RCZ achando que na hora que fosse vender ia perder mais de 50% do valor do veículo, você entrevistou eles para saber? Porque para mim é bem possível que eles caíram no MICO que é comprar um PSA, marca PÉSSIMA em pós-venda. Fica aí defendendo a marca, claramente você é um fanboy dela, agora: eu duvido que você tenha recebido 50.000 no teu carro. Duvido mesmo. E chega a ser ridículo você defender uma coisa que todo mundo sabe que é verdade, tanto que a Peugeot e Citroën em vendas estão acima só de marcas premium, como Mercedes-Benz.

                    • Tem bobo pra tudo nesse mundo… vá buscar tua turma, companheiro. Passar bem. Pra pessoas ignorantes, nem buscando usando bonequinhos pra explicar um ponto de vista. Não vale a pena.

                    • Antonio

                      Eu quem o diga. Já tatuou o logotipo da Peugeot no braço? Quando tatuar manda foto, quero ver se ficou bonito. Olha que eu gosto do grupo PSA, mas você passa dos limites da ignorância. Agora cessei de vez. Boa tarde.

                    • Faloooouuuuu!

                    • Antonio

                      E aproveita e me conta porque um Audi TT usado tá começando em 170.000, uns 40.000 a menos que o 0, enquanto o RCZ perdeu o dobro desse valor. A desvalorização é da categoria, como você mesmo disse, não é?

                    • Amigo, eu dei uma informação. Se não te serve, vá ser feliz em outras paragens. Deu pra bola já. Não vai me acrescentar um milímetro essa conversa.

                  • Antonio

                    Detalhe: a Peugeot tanto sabe que isso é verdade que, quando eles anunciaram esse novo plano de recompra do usado, isso foi admitido pela própria presidente da marca. Enquanto você tá aí falando que é uma coisa normal…

                    • Veja bem, favor ler com um pouco mais de atenção meu texto: “isso vem mudando aos poucos, e o 208 já apresenta valores de desvalorização semelhantes aos da concorrência”. Não disse que a Peugeot em termos globais se livrou da desvalorização elevada.
                      No fim, quem gosta de repetir coisa por “ouvir falar” é papagaio, meu amigo. Eu falo por experiência própria. Na revisão de 40 mil km do 208 de minha esposa (2015) ofereceram 47 mil na troca por um novo, um valor muito razoável considerando-se que pagamos 60 mil pelo carro 2 anos antes.
                      Qualquer dúvida, para maiores informações na mídia, você pode procurar o teste de 60 mil km do 208 realizado a um tempinho pela 4Rodas e verificar a experiência de venda deles. É bastante reveladora.
                      Agora, sim, como dá pra ver pelo seu texto, a fama existe. Normal a montadora querer derrubá-la para o público menos informado, que representa seus 80% dos compradores de carro no Brasil. É uma necessidade inexorável ao grupo PSA derrubar o estigma criado pelo fraco atendimento em pós-venda ao longo dos seus primeiros anos de Brasil.
                      Claro, há modelos da Peugeot (408, por exemplo), que mantém a desvalorização elevada. Mas há que se considerar que qualquer marca tem um exemplo de produto de alta desvalorização para esconder em seu currículo.

        • Antonio

          KKKKKK vendedor bonzinho esse! As vezes eles nem aceitam o seu carro de volta. Bem-vindo à PSA Brasil meu amigo!

          • REDDINGTON

            Não!!! Obrigado, prefiro passar longe dessa PSA por enquanto, já sou casado kkkkkkkkk

  • Vattt

    DS5 nããããããão!!!

  • oscar.fr

    DS5 saindo para deixar o caminho livre para o 508. Quem se interessa um pouco pela história do Grupo PSA sabe que a Peugeot sempre foi a prioridade do grupo, até porque até pouco tempo atrás Grupo PSA significava família Peugeot.

    • Antonio

      DS5 é uma perua. 508 vende tanto sedan quanto perua, além de ser bem diferente do DS5 por dentro e por fora. Eles só estão investindo no que o mercado quer.

      • oscar.fr

        DS5 não é uma perua. O novo 508 não tem muito a ver com a geração anterior, ele subiu consistentemente de nível e o DS5 se tornou uma pedra no sapato. E como se sabe, o Peugeot sempre foi e será a prioridade do grupo.

        • Antonio

          DS5 não é uma perua? HAHAHAHAHAHAHA. É o que então? Um conversível? O legal é que você fala com uma propriedade de dar inveja, parece até que trabalha no corporativo do PSA. Só é evidente que não trabalha porque nenhuma pessoa com um cérebro diria que o DS 5 não é uma perua.
          Ah sim, e se a Peugeot sempre foi e sempre será a prioridade no grupo me explica o fato de que as duas marcas tem basicamente seus modelos para todas as categorias, e também o fato da DS, a marca de luxo do grupo, ser derivada da Citroën e não da Peugeot.

  • Anderson Veloso Lamim

    apesar de Carrões, já estavam a muito tempo no mercado, realmente estava na hora de trocar os modelos mesmo sendo atual, São quase 10 anos!

  • Erivelton Freitas

    É realmente uma pena, o DS 4 era de longe – bem longe mesmo. – o modelo mais interessante da marca, junto do DS 5, embora esse último seja um tanto quanto exagerado.

  • Mauro Banqueiro

    No mercado de usados estarão presentes a preços convidativos, e as concessionárias estarão a vossa espera para repararem o alto número de avaria desses carros ao de “banana” em Países que não produzem banana. 😅😅😅😅😅😅😅😆

  • Alexandre

    SUVs e Pick Ups, dominam o mercado.

  • RRN

    Tirando o DS3 que é um modelo diferenciado entre os hot hatchs, os demais carros da DS são bem sem graça.

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