
Essa semana a Dacia lançou o Striker, uma combinação interessante de crossover e perua que faz sentido para a marca romena explorar o segmento médio, já saturado de SUVs familiares e em déficit com sedãs e hatches.
Como bem sabemos, a Dacia continua sendo uma base de inspiração para a Renault em sua atuação fora da Europa, com o Boreal sendo um primo francês do romeno Bigster.
Da mesma forma, o Kardian é de fato o SUV do novo Dacia Sandero, mas sob o losango da Renault. Então, focando em um portfólio de maior valor agregado fora do velho continente, a francesa poderia apostar no Striker também?

Com 4,62 m de comprimento e 2,70 m de entre eixos, o Dacia Striker compartilha a plataforma com o Boreal, assim como faz com o Bigster, sendo assim um pouco maior em comprimento que o SUV médio vendido aqui.
Além disso, sua carroceria possui certa inclinação na traseira que poderia ajudar no desenvolvimento de um modelo de estilo cupê da Renault para trabalhar ao lado do Boreal, nesse caso, sob um nome inspirador do passado da marca, que sugerimos à IA Gemini como Caudron.

Já falamos anteriormente sobre o Caudron, que tem ligação direta com o passado da Renault e de nomes como o Rafale (não o caça da Dassault), usado atualmente em um modelo na Europa.
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Poderia ser uma variante mais descolada que o Boreal e quem sabe unicamente vendida como híbrido flex do tipo HEV, usando a arquitetura Horse 1.8 de 109 cavalos e dois motores elétricos, entregando 150 cavalos.
A Renault poderia assim focar o Boreal em duas frentes eletrificadas, sendo uma MHEV com o 1.3 Turbo com até 163 cavalos e, utilizando o mesmo motor, adicionar uma configuração HEV de tração AWD com até 170 cavalos ou além disso. Isso fora as versões comuns. Assim, o Caudron só existiria aqui (e na Turquia) como HEV.
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