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Escolhendo carros de 7 lugares usados

Escolhendo carros de 7 lugares usados

Olá pessoal. Meu nome é Vinicius, moro no Rio de Janeiro, e gostaria de dividir com você mais uma experiência com a compra de um carro de 7 lugares. Dessa vez, não busquei por veículos zero quilômetro. Todas as opções foram dentro do mercado de usados.


O texto a seguir é um relato de uma nova experiência na difícil missão de comprar de um carro de 7 lugares, um nicho cada menos explorados pelas montadoras e que deixam poucas opções no mercado para quem precisa de modelos maiores e com mais assentos.

Minha primeira experiência com a compra de carros desse porte foi compartilhada com vocês em 2015, onde escrevi a minha saga na pesquisa e compra de um carro para família, necessariamente com 7 lugares, como pode ser lido no link: https://www.noticiasautomotivas.com.br/experiencia-na-compra-de-um-carro-de-sete-lugares/

Minha Nissan Grand Livina 2014

Escolhendo carros de 7 lugares usados

Por motivos pessoais eu precisei me desfazer do carro (com muita tristeza, pois adorava minha Grand Livina) e fiquei um período sem carro. Ficamos somente usando o carro da minha esposa, um compacto bem limitado.

Recentemente, resolvi que era hora de comprar novamente um carro grande para a família, e que deveria ser também de 7 lugares. Como os tempos atuais difíceis, limitação cada vez maior de oferta de veículos dessa configuração e preço do carro zero beirando a insanidade, foquei totalmente na busca por um veículo usado.

Como estava buscando um carro já usado, não me limitei aos veículos em linha, e com isso ví a possibilidade de adquirir um carro mais antigo, porém com uma oferta de equipamentos bem recheada.

Os modelos de 7 lugares do mercado

Não considerei nas minhas opções apenas 2 carros: O chinês (JAC J6), por não conquistarem ainda minha confiança devido aos inúmeros problemas de pós-venda e falta de peças, além da reclamação de donos sobre a qualidade do produto e do consumo elevado.

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O Fiat (Dobló) eu também não considerei nas minhas pesquisas por considerar um projeto velho, inseguro, caro e feio demais!!

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Vamos a minha lista de opções:

Chevrolet Spin LTZ
Nissan Grand Livina
Citroen C4 Grand Picasso
Land Rover Discovery III
Fiat Freemont
Dodge Journey
Kia Sorento
Hyundai Santa Fé
Mitsubishi Pajero Full

Meu orçamento era de R$ 55.000, mas olhei o maior número possível de carros, até alguns que não estavam na minha lista inicial (Hyundai Vera Cruz, Kia Mohave e Kia Carnival).

Comecei procurando as ofertas disponíveis pela internet. Depois de conferir os carros que cabiam no bolso, planilhei todas as opções que me interessavam e busquei todo tipo de informação sobre os carros. Sites de opinião dos donos, fóruns das marcas e diversos vídeos de testes e problemas no canal do YouTube.

Quando se começa a procurar um veículo com uma lista de opções acima, naturalmente você começa a ver a possibilidade de ter um carro realmente completo e robusto, acaba “se desinteressando” pelos carros mais simples dessa lista.

Vale ressaltar que todos os carros da lista são excelentes, até porque já tive uma Grand Livina SL e posso atestar o ótimo carro.

Grand Livina e Spin eu não descartei num primeiro momento, mas quando comecei a ver a possibilidade de ter um carro de classe superior, eu meio que deixei esses modelos para lista emergencial. Ou seja, caso não encontrasse nada dentro do meu crivo de qualidade e que coubesse no meu orçamento, seriam a minha tábua de salvação. Elas ficaram, portanto, em stand by.

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Não me interessei pela C4 Grand Picasso. Por conhecer pessoas que tiveram e relataram inúmeros problemas com o carro além do péssimo pós-venda, me afastaram de cara desse modelo. Nem aprofundei muito a pesquisa. Pode ser que seja um ótimo carro, mas os feedbacks que recebi não me encorajaram a continuar com ela na lista.

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Os carros de 7 lugares que mais me chamaram a atenção

A Land Rover Discovery, é a mais cara dessa turma, e como todas as opiniões diziam, a de manutenção muito custosa e com alguns pontos problemáticos, como suspensão, por exemplo. Naturalmente oferece um conforto espetacular, mas cobra caro para manter e carros nessa faixa de preço já passavam dos 12 anos de uso, o que foi difícil de achar exemplares que estivessem em bom estado.

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A Fiat Freemont e a Dodge Journey são projetos gêmeos, mudando apenas motorização. A Dodge utiliza um V6 e a Fiat um 2.4, falando da Freemont, a minha preferência recaia sobre a versão 2013 em diante.

Isso pois a partir daí houve a atualização do câmbio para 6 marchas, o que melhorou muito o fôlego e o consumo do carro, pois ela utiliza um 2.4, porém de 2013 em diante, as opções estavam muito caras. Com isso, comecei a ver modelos mais antigos mesmo, mas das unidades que vi, não me chamaram atenção, muito judiadas ou muito rodadas.

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Tanto a Fiat quanto a Dodge por serem o mesmo projeto, possuem problemas crônicos de freios e suspensão. Lí muita reclamação sobre superaquecimento de freio, e suspensão baixa do carro. Esses problemas não conseguem ser resolvidos pelas montadoras, demonstrando ser um problema de projeto mesmo.

Não desisti de ambas, mas fiquei preocupado com essas questões e resolvi dar atenção para outros modelos.

A dupla sul coreana Santa Fé e Sorento, sempre tiveram minha simpatia. Acho o design de ambas muito bonito. Nas minhas pesquisas vi que nas condições que eu dispunha era possível pegar uma 2011 ou 2012. As reclamações desses carros são mínimas e pontuais. Todos elogiando a qualidade, robustez e o custo x benefício.

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A Mitsubishi Pajero Full me agradava bastante, mas não estava encontrando muitas unidades com os 7 lugares que precisava. As que achei eram muito antigas (2006/2007), caindo no mesmo problema da Discovery. Sendo assim, eu acabei descartando a Mit.

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Agora minha short list tinham os seguintes carros:

Hyundai Santa Fé
Kia Sorento
Fiat Freemont
Dodge Journey

Além é claro, da lista emergencial (Spin e Grand Livina)

Finalmente a compra

Depois de muita procura, e pesquisa me deparo com uma oferta interessante na internet de uma Kia Carens. Nem estava na minha lista, mas ao ver o anúncio lembrei de um amigo que teve e adorava o carro.

Não era o que eu estava imaginando, pois ela entrava na mesma categoria da minha lista de emergência (Spin e Grand Livina), mas como a loja do anúncio era quase na mesma rua do trabalho da minha esposa, fui ver o carro de perto, já que nas fotos ela estava linda. Chegando lá o vendedor logo tirou o carro para que eu pudesse ver do lado de fora da loja e fazer o test drive. Realmente ela estava muito bem cuidada. Mas foi aí que tudo mudou……

Quando ele tirou o carro, vi que tinha uma Santa Fé na segunda fileira. Branca, 2012 3.5 V6 de 7 lugares. Preço R$ 57.000,00. Apesar de estar acima do meu orçamento, eu passei a dar atenção para a Santa Fé e ignorei solenemente a Carens. Nem fiz o test drive da Kia!!

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Analisei tudo, sentei em todos os bancos, abri o teto solar, regulei o banco, e pedi para fazer um test drive. Aqui vai um conselho, caso vocês que estão lendo só havia dirigido até hoje carros normais como eu (1.6, 1.8, 2.0), não façam o test Drive num V6. É covardia!!

Me apaixonei pelo carro e por todo conforto e segurança que ele oferece, mas não fechei negócio de imediato. Graças a Deus minha esposa estava junto e decidimos pensar no final de semana. Mas não teve jeito, voltei na segunda e comprei o carro.

Escolhendo carros de 7 lugares usados

Branca com interior bege, completa de tudo. Teto solar elétrico, 10 airbags, 4×4 AWD, controle de tração, estabilidade, piloto automático, câmbio automático 6 marchas com Tiptronic, ar condicionado digital para as 3 fileiras de bancos, volante multifuncional, DVD player, GPS, câmera de ré, compartimento refrigerado, sensor crepuscular, sensor de chuva, sensor de estacionamento, pneus novos, bancos elétricos, e etc. Tudo funcionando perfeitamente.

Escolhendo carros de 7 lugares usados

Sou muito chato no cuidado com o carro e quando vou procurar um usado torna-se uma missão impossível, encontrar um carro que me agrade em todos os aspectos, pois mesmo sabendo que é um modelo 2012, quero sempre o mais perfeito possível.

A loja me repassou a pesquisa de histórico do veículo onde é investigado toda a vida do carro, sobre sinistros, multas, histórico de km, acidentes e etc. Nada desabonava esse carro, que era de um único dono, com todas as revisões feitas na concessionária, e com todas as NFs dos serviços executados. Numa dessas notas, pude ver que o regulador eletrônico do banco do passageiro foi trocado. De resto, não apresentava nenhum problema.

Escolhendo carros de 7 lugares usados

Estou a 3 meses com o carro, e estou muito feliz com minha escolha. O carro é uma máquina maravilhosa. O consumo, que é uma grande reclamação sobre esses carros (mas não deveria, por ser um V6 de 285 cv e 34 kgfm de torque) consegue ser mais econômica que a minha antiga Grand Livina (1.8 automática de 4 marchas). Consigo médias na cidade de 6,0 a 6,5 km/l. Na estrada chega a 9 km/l ou 10 km/l. marcas muito boas para um carro de 1800 kg.

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Recomendo muito a compra desse carro, se você tiver outro para andar no dia-a-dia, como eu faço. (ir ao trabalho, levar as crianças no colégio etc.). Fazemos tudo isso no carro da minha esposa e nos finais de semana e viagens usamos a Santa Fé.

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Por Vinícius Luz

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76 Comentários

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  • Ótima na estrada, não tive a oportunidade de andar com ela na cidade, bem estável para o tamanho se comparado a SW4( tanto a antiga quanto a nova), uma coisa que não gosto mais sei que vai da necessidade de cada um, é essa 3° fileira de bancos, gosto de espaço na mala.

    • Oi Leomix Léo. Realmente o carro é muito bom. Quanto a terceira fileira de bancos eu gosto muito, pois posso definir melhor a configuração da minha utilização . Quando não preciso dos 7 lugares, mas necessito usar o porta malas, basta recolher os bancos no assoalho do carro que o porta malas fica o mesmo da versão de 5 lugares

    • Mas esses carros bons de 7 lugares, ao recolher os bancos traseiros eles ficam “escondidos” no assoalho. Diferente da porcaria da Spin que quando não há necessidade dos 7 lugares eles ficam lá estorvando. #saudadeszafira

  • Muito bacana esse relato! Também gosto desse modelo de carro, entretanto, como sua motorização é apenas à gasolina, acabei descartando, pois se hoje a mistura de etanol já é alta, imagino como será daqui a algum tempo. Isso pode prejudicar ainda mais o funcionamento correto de um motor que foi concebido para receber uma boa gasolina e não o que nós temos aqui no Brasil. Obrigado pelo espaço!

  • tenho uma Journey RT 2010.
    realmente o problema nos freios existe, mas tem solucao, trocar por discos ventilados e ja era! suspensao baixa? no nosso grupo journey brasil ninguem reclama da suspensao em si, que aguenta quase 2T de carro, ela realmente é baixa, mas para ficar batento ela em meio fios ou entradas de garagens so se o prorpietario saiu de uma caminhoneta onde o angulo de ataque realmente eh bem maior, assim sendo, a reclamacao nao se deve pela suspensao baixa e sim pelo angulo de ataque! meu carro nao tem 1 arranhao no assoario.
    apesar de nao querer trocar ela por nada nesse nicho, terei que vender ela para investimentos.
    o carro é simplesmente sensacional, (para constar), o modo fanboy esta desativado), ela oferece mimos que não encontrara em outras com muita facilidade, ainda mais na faixa de preço dela, hj na casa dos 43k. o V6 dela faz 7kml com minha esposa na cidade,comigo cai pra 5…. em rodovias sempre na casa dos 10 ate 10.9kml ja cheguei a fazer…. carregada!
    as manutenções não são nenhum bicho de 7 cabeças, mas exige que quem vá trabalhar nela saiba o que esta fazendo, são “n”sensores por todos os lados. por ex, troquei todos amortecedores, bieletas, coifas ,tudo original monroe, ficou 2700 ja trocados.
    pra mim, o melhor carro 7 lugares com o melhor custo benéfico que se pode ter. e gosto ja sabem neh… rs

    • Hugo. A Journey também é uma máquina!!! Estava na minha short list e teria uma facilmente. Acho da minha lista final, a Santa Fé, Journey e Sorrento se equivalem muito em potência, conforto, equipamentos e custos gerais.

    • Minha esposa tem uma Journey RT 2013 3.6 V6 tração dianteira. Compramos usada com 01 ano e 18.000km .Até hj 68.000 km rodados , só troquei bateria e pneus( R$4.000 os 4 pneus novos originais) . Nunca apresentou o problema dos freios , acho que foi resolvido no modelo 2013. Acabamento todo em material emborrachado macio em todas as portas e no painel. , detalhes de iluminação interna em Led azul nos porta-trecos deixando o interior muito bonito à noite. O motor é covardia mesmo ,nada se compara , pra esquecer um V6 ( ou 4 cilindros 2.0 turbo) só um V8! Chupa gasolina 6 Km/l ( RJ capital) e 10,0 Km/L na estrada ,carregado. Recomendo muito o carro.

  • Sugestão aos interessados nesse tipo de veículo: evite a sorento 3.5 4×2. A combinação do motor muito forte com a ausência de controle de tração (que seria absolutamente necessário não tendo tração nas quatro) torna a dirigibilidade extremamente complicada em algumas situações. O carro destraciona em qualquer subidinha ou piso molhado, quando você parte da imobilidade. A entrega de potência no eixo dianteiro é muito forte. É um absurdo a kia não ter colocado controle de tração nela.

      • Não, Leandro. Controle de tração resolveria. Golf GTI mesmo tem tração somente dianteira e não destraciona em acelerações fortes justamente por causa do controle de tração. Bloqueio de diferencial seria útil na 4×4. Observe que eu falei da 4×2

        • Não vou ficar discutindo com você, mas na situação que vc disse (partindo da imobilidade) o controle de tração não serve para nada. Aliás ele piora a situação destracionando o carro e cortando a aceleração.
          Sempre que destraciona partindo da imobilidade em rampa isso acontece só em uma roda que patina e o sistema de controle de tração faz unicamente o corte total da tração em todo o eixo e não na roda específica.
          Tanto que todo carro com controle de tração tem um botão para desliga-lo justamente para vc conseguir tentar sair de um atoleiro ou neve com o carro patinando.
          A questão do golf não acontecer isso é puramente estrutural, é um carro mais leve e com bitola e entre eixos muito mais curto.
          Falo tudo por experiência própria

          • OK, Leandro. Também não vou ficar discutindo, e também falo por experiência. Tanto do golf GTI (que com o controle de tração DESLIGADO não sobe a rampa íngreme da minha casa, igualzinho à sorento 4×2) quanto a journey v6 4×2, que tem controle de tração e não manifesta esse problema. O controle de tração no golf GTI não “corta” simplesmente a aceleração, mas a limita ao ponto onde ele começaria a derrapar. Já cansei de fazer isso no do meu irmão. E a journey 4×2 sobe aqui tranquilamente também, dá pra sentir nitidamente os trancos na transferência de torque para o eixo dianteiro , evitando patinar. Acho que temos experiências bem diferentes…

            • Pode ser questão de marca. Com controle de tração só tive Ford..
              EcoSport, Focus e New Fiesta.
              Nesses 3 posso garantir que num atoleiro se vc não desligar o controle de tração vc pode colar o pé lá no fundo do acelerador que o conta giros nem vai subir, como se nem tivesse acelerado

              • Da Ford realmente nunca tive. Mas a minha garagem nesses três é nítido A sorento era extremamente complicado de subir, se não viesse super embalado não subia de jeito nenhum, parava no meio só derrapando. E era perigoso pra caramba vir embalado, tinha que cuidar, se não batia. :(((

              • Tu está certo enquanto a Ford. O controle de tração da Ford é muito intrusivo e não consegue agir somente sobre uma roda, pois o mesmo corta somente a potência do motor para as rodas. Muito parecido com o M-abs do Up! Tsi. Uma vez ao dirigir um fiesta eu até levei um susto, pois ao dar pé para entrar em uma rodovia o carro deu uma “apagada” bonita me deixando até assustado. Mas isso é típico da Ford.

      • Verdade! Mas as vezes a pessoa que nunca teve esse tipo de carro pode achar que a tração é besteira que não vai pegar estrada de terra, etc. Só que no caso é essencial, esse motor tem torque muito elevado já em baixas rotações.

  • Sem dúvida, fez a escolha perfeita. Agora só levar ela num detailing automotivo decente, lavar e descontaminar toda a lataria e interior, dar um tratamento neste couro, botar um aditivo de combustível recomendado pela hyundai, colocar uma gasolina com bom sanitizante e curtir o carro por muitos anos.

    • Isso mesmo Igomd. Mas luxo, potência, conforto e segurança tem seu preço. Por isso temos outro carro pra rodar durante a semana. É nos finais de semana, bora queimar uns litros de gasolina. Tá baratinho aqui no RJ. Hehehe!!!

  • Um carro desse aqui no Rio é quase obrigatório ter GNV. E não me venham com aquela conversa de sempre. A diferença é cavalar, aqui já se superou todas as dúvidas no uso desse combustível.

  • Excelente compra, ponderada e amadurecida com bastante pesquisa e paciência. Todos esses carros pesquisados são excelentes (exceto o o Jac, claro) e podem ser usados dentro de um ritmo normal urbano e para pequenas viagens, pois a proposta deles é exatamente essa : tranportar famílias!
    E mais uma vez fica provado que o acaso é o que nos governa e orienta, graças a Deus!…
    Mesma coisa já aconteceu comigo pelo menos duas vezes: sair de casa certo de comprar um carro e voltar com outro. Tem que planejar e pesquisar, mas mantendo-se atento e acessível ás oportunidades que aparecem.

    • Isso mesmo Ze. Não dá pra fechar os olhos para as oportunidades que aparecem na nossa frente do nada. Literalmente foi o que aconteceu comigo. Planejamento é tudo, mas um pouco de improviso tem seu valor também!!!

  • Excelente compra, tive uma 2012 3.5 v6 na versão 5 lugares, em 58 mil kms nunca deu um problema, o máximo de gasto com manutenção foi uma bucha ali e outra aqui, mas nada acima de r$ 400,00 e neste seguimento, é raro ter uma manutenção “em conta” como essa.
    O único porém é o consumo, mas como você disse o desempenho é fora de série, não só para quem veio de carros 1.6-2.0, o desempenho é surpreendente para qualquer um, é absurdo o que esse carro anda, dada as devidas proporções, pesado, grande, 4×4.
    Espero que a compra só te traga felicidades, assim como a minha trouxe, como não precisava do espaço e só utilizava a capacidade off-road do carro, quando essa necessidade cessou, acabei vendendo! (Boa revenda por sinal), de qualquer forma sinto uma certa saudade da Santa Fé, baita carrinho bom.

    • Obrigado Josh. Espero realmente ser muito feliz com o carro e não pretendo me desfazer tão cedo. Com o valor investido não se compra nada que chegue aos pés . Portanto fez todo sentido pra mim comprar um usado como esse.

  • Cara o que tenho a te dizer .
    Parabens pela escolha fui proprietario de uma Santa fe 2009 5 lugares depois de uma Veracruz 2008 e depois de uma Sorento 2012 mas ebmora o carro fosse bom achava o motor 2.4 insuficiente para ela . Hoje possuo no lugar da Sorento uma Edge limited mesmo com o teto panoramico as conveniencias tecnologicas dela sinto mesmo e falta da Veracruz. Parecia um tanque de guerra. Equipada , confortavel e seus 7 lugares. Fui feliz na Hyundai onde tambem tive 2 sedans grandes carros boms equipados nada de dor de cabeça e excelente assistencia tecnica ( Caoa Raposo tavares / Sp ) a preços corretos pelos carros. Parabens vc vai ver que carro excelente voce comprou .

  • Parabéns pela compra. E de fato, não é fácil achar um carro com essas características em bom estado com preço razoável.
    Quanto ficou à apólice de seguro?

  • Você fez uma ótima escolha, a minha 2.4 comprei 0KM em 2011 e tem me servido muito bem desde então. Na época a V6 não tinha taxa zero, então tive que deixar passar, uma pena porque é um carrão e tanto. Anda de mais. Faço como você disse, na cidade uso um EcoSport 2.0, mas para viajar não tem como não usar a Santa Fe, é um carro extremamente confortável.
    Você ainda comprou a melhor de todas, branca que vem com esse interior claro lindo e com todos os opcionais da época. Apenas um adendo, se ela é 2012 essa roda não é a original. Todas as modelos 2011 e 2012 vieram com essa roda aí da foto que ta no meu perfil, e que eu particularmente acho que deixa o carro bem mais bonito.

  • Muito bonito e interessante seu carro Vinicius. Acho que, nesta categoria, não haveria como fazer seu dinheiro comprar algo mais interessante. Uma dúvida: como será o custo de manutenção e a disponibilidade de peças para este modelo? Compartilha peças mecânicas com as SUV’s mais novas da marca?

    • Eduardo. A minha pesquisa foi tão completa que cheguei a cotar peças de desgaste natural (pastilha de freio, amortecedor, buchas, farol, pneus e etc). Logicamente que essa pesqyisa foi na internet e achei preços bem interessantes. Por exemplo. Eu cotei um par de amortecedores dianteiros por 1400,00. Recentemente eu troquei os amortecedores do carro da Minh esposa (Fiat 1.0) e ficou em 1.000,00. Portanto não achei nada absurdo. Comprar um carro desse usado significa ignorar concessionárias. Tem que buscar na internet mesmo. Tem muita oferta e praticamente de tudo.do carro.

      • Vinicius, depois acredito que seria legal se você fizesse uma opinião mais detalhada da Grand Livina, sobre km, manutenções e tal, e mais pra frente um da Santa Fé. É sempre bom ter uma opinião detalhada da convivência com o carro.

    • Por incrível que pareça, esses carros tem boa disponibilidade de peças a preços razoáveis . Apenas como exemplo, eu tenho uma Mitsubishi Outlander 2011 e TODAS as peças de suspensão e transmissão são compartilhadas com o ASX e Lancer, que são carros de fabricação nacional. Sem falar que TODO o sistema de freio é o mesmíssimo da Pajero Sport e da Pajerinho, também fabricada aqui no Brasil. Já a parte elétrica também é compartilhada com ASX ou Pajero.
      2 mêses atrás precisei trocar as pastilhas de freio, que são os mesmo da Pajero e comprei o jogo das 4 rodas por 400 reais, da marca Frasle!!
      E muitas outras peças são facilmente encontradas no Mercado Livre, Aliexpress ou Ebay a preços baixos. Fazendo um rápido comparativo, podemos dizer que são peças do mesmo nível de preço de um Corolla ou Civic.
      Portanto, como ele falou, uma grande vantagem de comprar esses carros é ficar livre de concessionária e seus preços absurdos.

  • Ótimo relato e boa análise nas opções. Também quero um carro de 7 lugares, porém minha escolha recairia na Pajero Full Diesel. Também faço uma cotação das peças de desgaste natural, e já aí descarto alguns modelos.

    • Racer. A Pajero Full é um carrão mesmo. Mas eu nem cheguei a considerar a nenhuma versão Diesel, pois minha utilização seria somente aos finais de semana e viagens, não fazendo muito sentido pagar mais pelo modelo à diesel. Na minha humilde opinião, o diesel só para trabalho ou se roda mais que 100.000 km/ano.

      • Eu tenho só carros Diesel em casa (duas Sorento e uma D20). Te digo que vale cada centavo pago a mais. É um erro comum pensar só no valor de compra, como se o carro também não será vendido no futuro. O valor paga o mais, também se verá na venda. E sem contar que o Diesel tem muita força. Na estrada faço entre 12~12,5 km/l (os mais novos batem 15km/l fácil), soma isto o valor do litro do Diesel….

        • Compartilho a mesma opinião e acrescento: Nas minhas contas, pelo ano do carro em questão (09/10, comprado em abril de 2016) bastava andar 30mil km para empatar o gasto com combustível a mais no 3.8 com o valor pago a mais no 3.2D. Além disso, o modelo diesel tem muito menos coisa para fazer manutenção… não tem correia dentada, bobina, velas… São só 3 correias auxiliares que custam R$250 (as 3) na autorizada. Com o 4×4 dá pra ir em um monte de lugar bacana, encarar até 70cm de água, aceita S10 e S500 (que cheguei a pagar 2,69 ano passado)….

    • Pior que tenho um conhecido que tinha uma SantaFé e trocou num Up TSi mesmo … Disse que não consegui manter o consumo da SantaFé … Claro que ele não precisava dos 7 lugares e por isso Up atendeu ele …

  • No meu caso, fui de Pajero full Diesel. Porque? Espaço, conforto, segurança, resistência. Paguei 81200 (em 4/4/16) numa 2009/2010 com valor de tabela em 93000 e estou até hoje com ela. Fui do RJ ao Nordeste e voltei e só queimou 1 lâmpada. Andei na lama com 7 pessoas dentro sem problemas. Buracos? Tinham muitos, mas nenhum me parou. Lombadas sem sinalização: Pulei uns 5 ou 6… sem problemas. Consigo 10Km/l com 7 pessoas dentro andando normal… 100Km/h…

  • 57 mil em um carro de 7 lugares, com motor V6, 10 airbags, 4×4, teto solar, etc etc etc… Enquanto isso se você fosse comprar um 0km, sairia de Onix “completo”. Realmente o mercado de usados é tentador. É questão de pesquisar bastante antes de comprar.

  • Parabéns pala compra Vinícius! Estou de olho nesse nicho, mas de fato, as montadoras ainda não despertaram pra isso, acredito que a Renault deve trazer novidades, visto que já há opções do Logan no mercado europeu e boatos de um Duster brevemente, e é sempre assim, quando uma lança a novidade num segmento as outras acabam acompanhando. Outra coisa importantissíma nesse segmento é o consumo, não é possível que com tanta inovação, nenhuma montadora traga de fato um carro econômico, pelo menos onde sentimos mais diariamente que é a gasolina nossa do dia a dia. Felicidades! Obrigado também por compartilhar em detalhes sua pesquisa.

  • Se vc tivesse conhecido então a Veracruz…..rsrsrsrsrs iria ficar apaixonado pelos recursos a bordo…

    Nessas horas fico vendo o tanto de carro que tem recursos bacanas e que de certa forma são meio rejeitados pelo mercado e tem mercado!

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