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Escort europeu: história, gerações, modelos, motores e detalhes

Escort europeu: história, gerações, modelos, motores e detalhes

Embora o projeto do Ford Escort seja de fato europeu, notadamente alemão, por aqui ele ficou identificado pelo público como “Escort Europeu” quando mudou de geração.


Apesar desta segunda geração ter originado uma terceira, por suas linhas, os consumidores acabaram se confundindo.

Assim, o público identifica a segunda e a terceira geração como sendo o Escort Europeu.

Desde 1983, a Ford já produzia no Brasil a geração anterior, sendo esta em realidade a terceira. Com a Autolatina, a segunda apareceu, mas hibridizada com a Volkswagen.

Escort europeu: história, gerações, modelos, motores e detalhes

Apenas na terceira é que a Ford assumia totalmente o produto, mas este já era argentino.

O Escort Europeu marcou uma época na Ford do Brasil, quando a marca se modernizou e chegou a dispor de uma família completa até o fim dos anos 90.

Através do Escort Europeu, a Ford deu continuidade ao segmento médio no Brasil com o Focus argentino, que teve três gerações até sair de cena em junho passado.

Oferecido em variantes hatchback (notchback em realidade), sedã e perua.

O Escort Europeu chegou a ter uma opção conversível do XR3, feita pela Karmann-Ghia, assim como o anterior.

O modelo também marcou algumas inovações na marca por aqui, além do uso de motores que iam dos velhos CHT renomeados, passando pelos famosos AP da VW e chegando aos modernos Zetec, da própria Ford.

Escort Europeu

Escort europeu: história, gerações, modelos, motores e detalhes

Em 1983, o Escort era um carro quase mundial da Ford (não era o mesmo carro nos EUA, por exemplo) e o Brasil entrava na era da globalização de automóveis.

O primeiro Escort era realmente europeu e estava em sua terceira geração quando chegou aqui.

Com passar dos anos, tendo o esportivo XR3 e sua variante conversível, o Escort sentiu o peso da idade no começo dos anos 90.

Tendo a Autolatina como suporte, a Ford decidiu usar o motor AP 1.8 no produto, que depois ganhou um sedã chamado Verona e desenvolvido localmente, sempre com duas portas.

Tendo o Apollo como irmão, o sedã ainda usava o propulsor da VW. Mesmo assim, o Escort já não conseguia mais responder aos rivais na mudança de década.

Segunda geração (Autolatina)

Escort europeu: história, gerações, modelos, motores e detalhes

Em 1992, a Ford mudava as coisas com a segunda geração (quinta na Europa, pois a atualização vista aqui em 1987, lá foi identificada como geração), chamado popularmente de Escort Europeu.

Feito no Brasil, o Escort Europeu mantinha o estilo de “dois volumes e meio”, mas com linhas bem mais atuais.

A frente bem mais baixa e de linhas fluidas, tinha uma barra no lugar da grade no XR3, mas afilada nas demais versões.

O Escort Europeu era maior, medindo 4,040 m de comprimento, 1,692 m de largura, 1,389 m de altura e 2,525 m de entre eixos. Com base maior, oferecia mais espaço e bagageiro.

Escort europeu: história, gerações, modelos, motores e detalhes

Neste último, o acesso pela tampa ia até o para-choque, que era cinza inicialmente, assim como o dianteiro.

Feito em Taboão, hoje à venda, o Escort Europeu chegou com o mesmo CHT 1.6 (AE-1600) do passado, assim como o AP 1.8 com carburador eletrônico da VW.

Vinha nas versões L, GL, Ghia e XR3, sendo que as duas primeiras tinham motores 1.6 e 1.8, enquanto as duas últimas vinham com propulsor AP-2000 da VW, que entregava 116 cavalos e 17,7 kgfm.

O Escort Europeu na versão L tinha 73,4 cavalos e 11,9 kgfm no fraco AE-1600, enquanto o GL 1.8 dispunha de 95,2 cavalos e 15,6 kgfm.

Escort europeu: história, gerações, modelos, motores e detalhes

O modelo da Ford inovava com o câmbio VW MQ-200 de acionamento por cabos, além do ajuste de profundidade no volante (inédito no país).

O XR3 era a sensação e ainda tinha a versão conversível, exibindo elegantes em forma de rotor.

Por dentro, o Escort Europeu tinha painel bem distribuído com cluster de três conjuntos de mostradores, relógio digital destacado e até equalizador de som no XR3, separado do rádio com toca-fitas.

O Escort Europeu XR3 ia de 0 a 100 km/h em 11,3 segundos e máxima de 186 km/h. Tinha também volante e bancos esportivos, além de ABS.

Escort europeu: história, gerações, modelos, motores e detalhes

O velho Escort existia apenas como Hobby, inicialmente 1.6 e depois 1.0.

Embora fosse um modelo novo e usasse motores confiáveis, o Escort Europeu de segunda geração mantinha as duas portas no hatch.

O eixo traseiro independente no anterior, passava a ser por eixo de torção, herança da VW.

Já o sedã Verona ressurgiu como um legítimo quatro portas, o que foi bom em termos comerciais.

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Este chegou em 1994 nas versões LX, GLX e Ghia, sendo as duas primeiras com motor AP-1800, mas a GLX, assim como a topo de linha, usavam o AP-2000.

Nessa época o 1.8 tinha 90 cavalos, enquanto o 2.0 com álcool chegava a 122 cavalos.

Em 1996, a Ford transferiu a produção do Escort Europeu de São Bernardo do Campo para General Pacheco, na Argentina.

O objetivo era abrir espaço para os menores Fiesta e Ka.

Escort europeu: história, gerações, modelos, motores e detalhes

Com a Autolatina em seus últimos dias, a Ford estranhamente manteve o velho Escort Europeu na Argentina por apenas seis meses.

Esse modelo tem grade oval e mantinha apenas os motores 1.8 da VW nas versões GL e GLX, enquanto o Racer tinha motor 2.0 herdado do finado XR3, assim como as rodas e parte do visual.

Terceira geração (Ford)

Escort europeu: história, gerações, modelos, motores e detalhes

Em meados de 1996, a Ford apresentava o Escort Europeu de terceira geração (no Brasil), correspondendo à sétima da Europa.

Dessa vez, a Ford corrigiu o erro do Escort Europeu brasileiro e incorporou quatro portas ao hatch (como no modelo de 1983 e no Escort Guarujá de 1990).

Muito parecido com o anterior, trazia para-choques liso e bem envolventes, faróis arredondados, grade formada por capô e protetor inferior, lanternas maiores e nova tampa traseira.

O Escort Europeu argentino e de terceira geração tinha 4,136 m de comprimento com 1,700 m de largura, mantendo o entre eixos de 2,525 m.

Escort europeu: história, gerações, modelos, motores e detalhes

Era mais baixo e tinha 380 litros no porta-malas.

A novidade era que o Escort Europeu podia ter airbag do motorista e o interior era novo, embora mantivesse a mesma distribuição de comandos e instrumentação.

O cluster tinha mostradores espaçados e de boa visibilidade, enquanto o sistema de áudio era 2din e tinha CD player.

O relógio digital de cristal líquido era bem simpático e ficava ao lado dos difusores de ar.

Escort europeu: história, gerações, modelos, motores e detalhes

Ruim mesmo eram os comandos dos vidros entre os bancos. O padrão de acabamento da Ford ainda era o mesmo (ótimo)  dos anos 80, o que mudaria nos anos seguintes.

Atrás, o Escort Europeu argentino tinha até apoio de braço central na versão GLX.

Aliás, o modelo chegou ao mercado apenas nas versões GL e GLX, mas incluindo agora sedã e perua, todos sendo chamados de Escort.

Isso matou o Verona de vez.

Escort europeu: história, gerações, modelos, motores e detalhes

O Escort Europeu em formato sedã tinha a mesma carroceria do Verona, mas com as mudanças estéticas já citadas.

Entretanto, havia uma exceção. A traseira mantinha a velha tampa do porta-malas e as lanternas anteriores. Com 4,229 m de comprimento, o Escort Sedan tinha 459 litros no porta-malas, nada mau para a época.

Assim como no Escort Europeu brasileiro, esta nova geração mantinha o eixo de torção traseiro.

Mas, para as famílias, o bom era dispor de uma perua e a Ford finalmente resgatou essa opção após o fim da Royale (versão Ford da VW Quantum e sucessora da Belina/Scala).

Escort europeu: história, gerações, modelos, motores e detalhes

Esta era a Escort SW. Com 460 litros até a altura das janelas e tanque de 64 litros, ela podia ir longe com tudo dentro.

O Escort Europeu em forma familiar tinha 4,300 m de comprimento e mantinha a base dos demais. O visual era elegante e agradável.

Bem equilibrada em suas linhas, a Escort SW foi uma das coisas boas que a Ford fez na época, oferecendo um carro com amplo acesso ao bagageiro e bancos bipartidos para ampliar o espaço.

Tinha lanternas verticais e para-choque rebaixado, além das obrigatórias barras longitudinais no teto.

Escort europeu: história, gerações, modelos, motores e detalhes

Apenas com um único motor, o Escort Europeu argentino chegou bem ao mercado.

Abastecido apenas por gasolina, o novo motor era o Ford Zetec 1.8 16V com duplo comando e injeção multiponto. Com 115 cavalos a 5.750 rpm e 16,3 kgfm a 4.500 rpm, conferia bom desempenho e economia.

A Escort SW, por exemplo, ia de 0 a 100 km/h em 11,2 segundos e tinha máxima de 190 km/h. Fazia 11 km/l na estarad, o que garantia mais de 700 km de autonomia.

O câmbio era manual de cinco marchas.

Escort europeu: história, gerações, modelos, motores e detalhes

O Escort Europeu tinha somente as versões GL e GLX até 1998, quando chegou a inédita RS. Com mesmo motor e câmbio dos demais, era apenas uma versão esportivada, longe do icônico Escort RS Corworth europeu.

Mesmo assim, ia de 0 a 100 km/h em 9,8 segundos e tinha máxima de 196 km/h, como as demais versões.

Incorporava saias laterais e spoilers traseiros, mas não havia nada na frente que indicasse um esportivo. O Escort RS tinha aerofólio traseiro e tinha somente duas portas.

Estava até distante do XR3 anterior, pois, conservava a dinâmica de condução das versões comuns e tinha até rodas de liga leve aro 14 com pneus 185/65 R14, longe de qualquer proposta esportiva.

Escort europeu: história, gerações, modelos, motores e detalhes

Em 1999, a Ford tinha as variantes de duas portas e sedã do Escort Europeu argentino, mantendo apenas perua e hatch quatro portas.

O Escort GLX ganhava detalhes cromados e melhoria nos vidros elétricos, com comandos traseiros.

Mas, o passo para o fim foi a incorporação do nacionalizado Zetec Rocam 1.6 8V na versão GL, que entregava 95 cavalos e tinha 14,2 kgfm.

Era uma forma de baratear o produto e mante-lo por mais tempo no mercado.

Escort europeu: história, gerações, modelos, motores e detalhes

Mesmo com a chegada do mais moderno Focus em 2001, o Escort Europeu se manteve ainda por mais dois anos no mercado brasileiro, sendo vendido junto com o sucessor.

Em 2003, a Ford finalmente encerrou sua produção em Pacheco e o Escort Europeu findava junto com a história do hatch que fez a marca americana entrar em sintonia com o mundo nos (fechados) anos 80, dentro do mercado brasileiro.

No ano de 2015, a Ford China reintroduziu o Escort, mas sobre a plataforma do Focus de terceira geração e com proposta de baixo custo.

Ricardo de Oliveira

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 23 anos. Há 12 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.

  • Rodolfo Deo

    Achava esse carrinho simpático, além de ser uma tremenda evolução pro aqui se comparado ao Corcel, tempos que a Ford merecia alguma consideração.

  • fschulz84

    Minha família sempre nutriu um carinho pelos Escorts. Meu pai teve 3… Me lembro que eu era criança e ficava babando nos XR3 Fórmula da segunda geração e um belo dia, meu pai apareceu com um GLX, mas que tinha teto solar e os faróis de milha do XR3 (nunca vi outro igual, vinha com calotas).

    Quando fui comprar meu primeiro carro, quase comprei um Ghia 95, mas achei um em bom estado que vendeu antes de eu me decidir e o resto tudo judiado..

    Já cogitei um Zetec 16V como segundo carro em uma época que cogitava isso…

    • Leonardo C.

      Tenho vontade de ter um Zetec 16v para usar no dia a dia, será que hoje ainda compensa? Não sei como está o mercado de peças pra esse carro.

      • fschulz84

        Peças eu acredito que ainda encontre… o difícil mesmo é achar um em bom estado :(

      • More of the punisher

        Não faça isso, tive todas as gerações de Escort a venda aqui, um Zetec comprado zero em 1997. Acabamento e peças de plástico desintegram sozinhos, por isso você não encontrará um inteiro, ao contrário de exemplares de gerações anteriores. O meu vendi com apenas 15000 km em 98, lixo sem par!!

        • zekinha71

          O primeiro Escort que meu tive foi quando lançaram o primeiro Ghia, depois ele teve todos os XR3, até conversível, a cada dois anos ia lá e pegava um zero, o último foi um Racer, um lixo, no primeiro mês já teve que trocar a embreagem e dali em diante só ccs, imagino como deve ter sido os seguintes.

      • th!nk.t4nk

        Nao deve mais existir esse carro inteiro por aí. Ele era muito frágil, muito mesmo. Lembro de botão do painel caindo sozinho e forraçoes se soltando aleatoriamente, um caos. E a suspensao desse carro é coisa do demonho, pura gelatina.

        • Racer

          E os parachoques? Feitos de Maizena…encostou, quebrou.

          • Pipo pipo

            kkkkkk. Isso é verdade.

  • Leonardo C.

    Meu pai foi dono de um Escort GL 1.8 16v 97/98 verde metálico comprado 0km, até hoje ele fala que foi o melhor carro que já teve, era econômico e bem completo (tinha o opcional de ar condicionado, vidros e travas elétricas, pois a direção hidráulica era de série).

    • TchauQueridos

      Saudades de quando a Ford era referência em alguma coisa…

    • zekinha71

      Imagina se ele tivesse os anteriores que tinham muito mais qualidade.

  • Ananias Anacleto

    “O XR3 era a sensação e ainda tinha a versão conversível, exibindo elegantes em forma de rotor.”

    Ou eu sou meio burro para interpretar texto, ou algo de errado não está certo nessa frase.

    • El Gato!

      Creio que falte a palavra “rodas” na frase, já que estas realmente podem ter um formato de rotor, dependendo da interpretação.
      Ficaria, portanto: “O XR3 era a sensação e ainda tinha a versão conversível, exibindo elegantes rodas em forma de rotor.
      Mas é achismo mesmo.

    • Emilio

      Eu ia comentar exatamente isso…rs.

  • Fabão Rocky

    Sempre achei a segunda geração de 1992 mais bonita do q a terceira geração de 1996, principalmente as versões esportivas de cada um, Escort XR3 >>>>>>>>>>>>>> abismo >>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>> Escort RS.

  • Fabão Rocky

    Saudades das carrocerias nothback. Infelizmente hj em dia só temos hatches quadrados c/ recorte da traseira em 90º, o q compromete completamente a beleza do carro.

  • Robinho

    tivemos varios na familia, ate hoje quando vejo um tenho saudades e como acha a versão perua bonita.

  • RKK

    Sonho de consumo à época: Escort XR3 conversível.

    • th!nk.t4nk

      Tivemos o XR3 “normal” em casa. Um conhecido tinha o conversível, mas ele teve problemas com a vedaçao da capota (entrava água na estrada). Em todo caso acho incrível que naquela época o Brasil tinha alguns conversíveis (Kadett, Escort) e hoje cortaram tudo. Baita regressão de mercado.

      • fschulz84

        Não precisa nem ir muito longe… Olha a quantidade de MX5 Miata que roda pela Europa…

        Eu sempre fico pensando, se algum dia me mudar, terei como meta ter um Miatinha pra rodar nos verões de fim de semana hehe

      • RKK

        Entrar água pela vedação da capota faz parte do glamour.

  • More of the punisher

    Meu Deus, que texto confuso, fotos sem identificação, fora de ordem, e isso não é de hoje ….tive quase todos os Escort a venda aqui, CHT, XR3 1.8, 2.0, 1.8 zetec, e mesmo assim é muito difícil relacionar a cronologia à nomenclatura aqui usada. O texto vai e volta na linha do tempo, não flui….e é preciso informar os anos de fabricação junto a nomenclatura, se a intenção é informar.
    E XR3 com ABS…onde isso??? Minha intenção não ficar criticando gratuitamente, gosto do NA, mas muitas vezes é nítido que os textos não são revisados corretamente, ou parecem ter sido escritos na correria. Seria muito bom que isso melhorasse, porque o NA trás muitas coisas boas também, além de fatos noticiados com rapidez.

    • h1ghland3r

      Também achei extremamente confuso.

    • Nhego

      também achei extremamente confuso o texto, frases soltas, precisa melhorar bem. Se referir as versões como MK3, MK4, Mk5 e MK7 facilitam o entendimento.

  • Baetatrip

    Lembro do meu avô tirou o Escort SW GL preto 0 km na css Besouro em 1997, Só tinha DH pois nao gostava de AC…
    O carro era bonito confortavel e ótimo 1.8 16V Zetec!
    Só ficou 2 anos pois dava probleminha na parte da ignição e nunca chegava a peça……..
    Ae fomos no Autocol (VW em Itaguaí) e ele pegou Gol G3 99 0km branco
    Compramos a fazenda em 96… Meu avô tinha 1 Pointer 96 preto GL, era lindo e nao aguentou estrada de terra de 8km pois era muito baixo, Vendeu o Pointer em 97 por metade do preço e pegou esse Escort SW, era bom de estrada e encarava estrada de terra melhor que a Pointer era mais alto….. Ae Pegou Gol G3 1.6, pegou estrada de terra e era mt apertado, 1 ano depois com 15.000km foi na Itavema, entregou o Gol e saiu com a Palio Adventure 1.6 16V 00/01 0km e adorou, essa encarava estrada de terra tranquilo
    Dá uma ideia que o Pointer era tão baixo como a Suprema CD 3.10 que a minha mae teve (muita saudades…. até hoje acho esse modelo da GM lindo!), tambem ia a fazenda todo fds….!

    • Racer

      O Logus também era baixo demais….tive um e a cada lombada era só esperar o raspão. E isto que troquei molas e amortecedores quando comprei.

      • Baetatrip

        Tambem….
        Pointer/Logus era muito bonito e entre eixo era grande
        Meu avo comprou no fim de 1995 e logo decretou a morte do Pointer e perdeu 50% do valor!
        Era baixo e sofria p/ passar quebra mola e estrada de terra com buraco/ valas….. Era bom de estrada e estabilidade boa!

  • Odirley Ieger

    Tive um Zetec 97 GL, carrinho bacana.
    Andava muito bem, era econômico e confortável.
    O senão era que as peças eram razoavelmente caras e a suspensão estava sempre precisando trocar alguma peça, mesmo que vc não use em condições mais severas. Outro detalhe era o curvim das portas, ele iria descolar e encolher, deixando espumas a vista. A questão era em quanto tempo apenas.

  • Jean Lehn

    o Argentino nada mais é que o de 1993 com frente traseira e interiores renovados , na de nova geração!

    • marc west

      Exatamente. Inclusive o Escort na Europa usou a frente que no Brasil foi lançada em 96 e a traseira que só seria vista no Brasil no Zetec.

    • zekinha71

      E qualidade piorada.

  • zekinha71

    Nunca ouvi falar de Escort europeu, sempre foi Escort, só quando passou pra Argentina que a qualidade foi lá pra baixo (tivemos um desse na família e foi uma bomba) e começaram a chamar de Escort argentino.

    • th!nk.t4nk

      Nem eu. Conhecia como “Escort Zetec”. E o acabamento se desmanchava só de olhar. A suspensão também era absolutamente ordinária, nunca vi nada tão tenso em curvas. O motor simplesmente nao combinava com o carro.

    • Racer

      Também nunca ouvi chamarem de “europeu”….

  • Diesel

    Isso aí era uma bomba, em todas as versões.
    A única vantagem era ser confortável

  • 🅰🅽🅳🅴🆁🆂🅾🅽 – 🆂🅿® ✅

    Esse Escort “europeu” ainda teve dois irmãos bastardos nos tempos da Auto Latina, o Logus e Pointer.

  • Mauricio Ferrari

    Tive um SW ano 2000, GLX acho, era top de linha. Completa. Zetec 1.8 Não tive os problemas de acabamento frágil que outros comentaram abaixo. O motor era realmente um espetáculo para a época. O câmbio era realmente macio apesar do curso um pouco longo. Andava muito e bebia pouco. A direção muito agradável, macia nas manobras e bem direta na estrada. Era um prazer dirigir esse carro, como poucos que tive antes ou depois. As únicas duas lembranças ruins que tenho dela foram o custo um pouco alto quando queimou a junta e o mecânico reclamou da regulagem por ser 16V. Coisa de mecânico do interior. E a outra foi quando um bêbado bateu nela estacionada, e o parachoque traseiro nunca mais ficou bom. Essa peça era muito esquisita, um verdadeiro sanduíche de coisas que nunca mais colam direito depois que amassa.
    De resto, saudades dela, que ainda vejo andando judiada na minha cidade.

  • JR_BSB

    Acredito que na prática só existiram duas gerações no Brasil, com mudanças significativas em ambas, dando a impressão de ser nova geração.
    Nunca esqueço de um XR3 azul escuro (modelo 1986) – o mais bonito pra mim.

  • Coffinatorᴮᴿ

    Tenho minha SW99 ainda com o Zetecão. Carro anda muito, bebe pouco e, tirando o pára-choque traseiro, é só alegria até agora.

  • João Senff

    A NA poderia fazer uma reportagem do Ford Mondeo 94 que nave foi o primeiro carro que eu consegui comprar kkkkkk me lembro que quando um amigo meu viu eu falei : cara olha isso ele tem isso aquilo aquele outro e ele me olhou e falou : não me diz o que ele tem mas sim o que ainda funciona kkkkkkkkkkkkk.

  • Fernando Oliveira

    Meu pai teve um GL 95/96, que ele usou para táxi em Salvador/BA.
    Nesta época tinha meus 16 anos e adorava quando meu pedia para lavá-lo. Lembro que depois de um ano de adquirido, começou a oxidar a carroceria, aparecendo vários pontos de corrosão, principalmente nos para-lamas traseiros.
    Nesta mesma época, meu tio teve um XR3 vermelho 93, com teto-solar. Pensa num carro chamativo… Infelizmente, meu tio acabou falecendo (assassinado) e os meus primos detonaram o carro.

  • Paulo Lustosa

    O eixo traseiro em eixo de torção no MK5 e posteriores não foi por conta da VW, e sim por conta do projeto dele na Europa, que é nesse sistema e apenas se tornou independente no RS2000 4×4.

  • Doyle

    plataforma CE14, que também foi utilizada no Logus e Pointer

  • Pipo pipo

    Usei uma SW 1.8 zetec por 3 meses a uns 2 anos atrás, ainda é uma baita perua, motor forte para a época e ainda atende muito bem atualmente, confortável e muito, muito prática, carregou muito material, proposta para a qual foi comprada na época. Na cidade não era muito econômica, não peguei estrada com ela. Precisava de manutenção mas o dono não estava interessado, pegou o carro por R$ 6.500,00, usou e revendeu por R$ 6.000,00 no estado. É um carro que olho com carinho quando vejo na rua.

  • marcos

    O Escort com motor AP 1.8 ou 2.0 injetados, são os de mais simples manutenção e a caixa também era VW.
    Se achar algum bem conservado e com direção hidráulica, é carrinho bom para o dia a dia.

  • Rafael Straus

    Lembro que o Escort europeu da Autolatina (de 1993 até 1996) era bastante problemático, e isso se estendia também aos derivados Logus e Pointer.

    Eram todos bonitinhos, mas ordinários.

    Já os produzidos na Argentina a partir de 1997 eram outra história, excelentes produtos, apesar de embreagem, pastilhas de freio e parachoques que não duravam muito…

  • Carlos Vinicius Amadeo Rosin

    faltou falar no facelift que teve entre a geração mk5 (europeu) e o Zetec ..meados de 1996 a ford mexeu na grade dianteira que ficou ovalada e matou o XR3, lançando o RACER….

  • Carlos Vinicius Amadeo Rosin

    Desde 1989 tivemos Escort em casa, todos 0km, um GL 89, outro GL 1.8 1994 e o Zetec Glx 1999……o Zetec (ate hoje penso em ter um), carro excepcional…super confortável, espaçoso, potente e economico…facilmente fazia 15km/l na estrada…meu pai ficou com este GLX ate 2011 quando trocou por um New Civic, tinha 120mil km…uma pena a ford ter descontinuado o carro para investir no Focus, que na minha visão não teve o mesmo brilho do escort.

  • pedro rt

    minha mae teve um GL 1.6 alcool cinza executivo 1989.. ficou com ele por 8 anos, de 1994 a 2002. o carro era bom apesar de ser usado, deu problema algumas vezes por causa do mecanico mas depois q fzemos uma reforma nele e trocamos de mecanico nunca mais deu problema nenhum, trocamos ele por um gol special 1.0 2000 q sempre foi robusto, duravel e nunca deu problema.. depois dele veio so 0km como o classic, prisma e punto q tvemos

  • pedro rt

    gostava do escort 1983 a 1996 no caso o hobby pq o “europeu” nao me agradava, somente esse depois da reestilizacao lancado em 1996 e q ficou em linha ate 2003. interessante ver q o escort sedan vendeu tao pouco e achava ele lindo pra epoca, me lembro q na peimeira vez q vi um babei… era um GLX azul claro metalico

  • André Luiz

    Eu comecei a conhecer o mundo da janela do Escort Xr3 1986 prata que meu pai teve até 1993. Eu era perdidamente apaixonado pelos XR3 modelo 1990 a 1992 principalmente o Azul Denver e o Branco Pérola. Era um fascínio inexplicável. Quando chegou esse Sapão 1993 eu achei ridiículo e sem a menor graça. Até hoje com 32 anos perco a linha se vejo um xr3 (até 1992) porém não dou nenhum valor ao 93 em diante nem mesmo o Xr3 1993-1995.

  • Ubiratã Muniz Silva

    Tive três Escorts (na verdade, um Escort, um Verona e outro Escort) na seqüência. Foram meus primeiros carros.

    Um Escort GL 87/88 , um Verona LX 92/92 e um Escort L 93/94. Todos 1.6 CHT a álcool.

    Adorei os dois primeiros. Detestei o último.

    A queda de qualidade (principalmente de acabamento) no período da Autolatina era perceptível a olho nu. O Verona 92 já tinha um acabamento piorzinho (tecidos e carpetes de pior qualidade), e o 93/4 era pior ainda, o tecido não podia ver sol, estava totalmente ressecado em um carro com apenas 4 anos de uso (que dormia na garagem, só ficava no sol eventualmente! – lembrando que na época não era comum a prática do uso de insulfilme nos vidros – era ilegal, de fato). Fora que o Escort europeu foi absurdamente problemático, principalmente considerando que tinha apenas 40.000km rodados (diferentemente dos anteriores, que tinham respectivamente 180 mil e 120 mil). Todos foram carros comprados zero km pela família, então o histórico de uso dos três era totalmente conhecido.

    O 94 era problemático demais, vivia dando problema no sistema de arrefecimento, panes elétricas (e olha que era um modelo basicão sem muita coisa pra dar zica), mas a gota d´água foi uma pane no hidrovácuo durante uma frenagem, que me levou a bater o carro (apenas danos materiais leves, mas sempre fica aquela dor de cabeça de acionar seguro pra terceiro e outras coisas mais). O carro deve ter sido produzido em dia seguinte de clássico do futebol paulista, os empregados da Ford deviam estar todos de ressaca no dia.

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