Hatches Longform Populares Renault Sedãs

Eu, Sanderos, Logans e um bocado de quilômetros

Tenho 32 anos. Por trabalhar em uma empresa de ingredientes alimentícios, atendo todo o Brasil. Tenho carro da empresa, que é obtido junto a frotistas (especialmente Localiza). O carro é fornecido e fico com ele até cerca de 35.000 a 45.000 km.

Isso, normalmente rodo entre seis meses e um ano. A narrativa aqui feita, se refere principalmente a três modelos: Renault Logan Expression 1.0 16v, Renault Sandero Expression 1.6 e Renault Sandero Stepway (motor 1.6 8v). Vou procurar sumarizar minhas impressões por partes. Anos entre 2011 até 2014, todos da geração anterior a atual (que ainda não chegou nos frotistas).



Os pontos fortes dos Sandero e Logan

Todos nós, leitores de sites e mídia especializada, já os conhecemos. Primeiro, espaço interno: os carros tem realmente bom espaço, acomodam cinco adultos com bom conforto. Em segundo lugar, eu destacaria o ajuste de suspensão, que creio ser a melhor parte deste carro: a suspensão nem é tão dura quanto a de um VW Gol ou Voyage, absorvendo sem copiar demais as imperfeições de pisos irregulares, o que é importante se você, como eu, não anda só pela Bandeirantes e Anhanguera, mas também por estradas repletas de remendos, buracos e ondulações.

Nestes terrenos, a absorção é boa, sem fortes solavancos, e sem fim de curso da suspensão (batidas secas). No entanto, a suspensão não é mole como a de um Fiat Palio Fire: em curva, o carro não inclina e nem rola demais. Diria, que dos carros populares que já dirigi, é aquela que possui o melhor compromisso entre estabilidade e conforto.

É preciso falar também de como são completos, e bem acabados: o primeiro comentário está creio de acordo com tudo o que lemos na mídia especializada. Os carros da Renault (pelo menos na geração anterior), tinham boa relação custo benefício.

Mesmo na frota, podemos ter Voyage: no entanto, é um carro apenas com direção, vidro, trava e ar. No Renault, há sim com controles por alavanca na coluna, um computador de bordo completo, travamento central das portas, controle elétrico dos espelhos, alarme para faróis acesos (a linha Gol, até 2013, não tinha esse equipamento em frotistas), indicação no painel de portas abertas, travamento automático das portas acima de 20 km.

E sobre o acabamento? Aí, discordo um pouco do que leio na mídia especializada. Creio que o que levamos em conta, fora a aparência de materiais, e mais do que coisas como a exatidão na montagem, tem a ver com robustez. Quem já teve popular, sabe: depois de um ou dois anos, alguns carros viram um “escola de samba”, a cada buraco, há a impressão que os plásticos do interior todos vão se soltar.

Não sei para o leitor, para mim, esse comportamento é enlouquecedor: sou do tipo que, em meu veículo de uso pessoal, presto atenção em qualquer ruído diferente, sendo ele um motivo de uma visita ao mecânico. A sensação que um carro fazendo um conjunto indistinto de ruídos de plástico me dá é que comprei um produto ruim, que está se desintegrando.

Creio que muita gente seja como eu, inclusive admire carros mais caros por serem silenciosos nesse sentido, por suas peças de acabamento não fazerem ruídos incômodos. Nesse sentido, a linha Logan/Sandero merece todos meus elogios: são carros com os quais percorrei cerca de 50 mil km, em estradas ruim, e em nenhum momento viraram “escolas de samba”: resistiram bem. Apenas peças específicas, como o bagagito, fazem um pouco mais de ruído.

Na parte do consumo, um comentário para o motor 1.0 16v: seu consumo, seja com gasolina ou álcool, é excelente. Dando um exemplo: saí do Rio de Janeiro para Campinas, com o tanque do Logan cheio de gasolina, três pessoas, bagagens.

Ao abastecer, pedi para encher até a boca: com cerca de 60 litros. A autonomia indicada no painel, de quase 800 km (!!!!!), foi suficiente para chegar a Campinas (530 km de distância), e ir a São Vicente sem abastecer (mais 160 km). Só abasteci no retorno de São Vicente: e ainda tinha 150 km de autonomia, com o computador de bordo indicadando 14,5 km/l.

Entre Rio e Campinas, com o carro carregado, fiz a viagem em velocidades acima dos 120 km/h: e sempre com o ar ligado. Além de econômico, o motor do 1.0 16v dá, em minha opinião, conta do recado: apesar de precisar de giros mais altos, desenvolve boas velocidades.

O mesmo não vale para 1.6 8v, que não seria minha escolha: raramente consigo médias de consumo com álcool acima de 8,5 km/l com o ar ligado, ou 11 km/l com gasolina: a não ser que ande bem devagar (abaixo dos 110 km/h na estrada).

Seu desempenho também não empolga: é lento para subir de rotações, não tem muito torque disponível, principalmente em baixas. Na estrada, não compromete tanto: mas para quem tem, por exemplo, um VW 1.6 8v, vai sentir uma certa anemia. Resumidos os pontos forte, vamos aos pontos fracos.

renault-logan-avaliacao-na-1 Eu, Sanderos, Logans e um bocado de quilômetros

Os pontos fracos

Na mídia, se fala em coisas que todos nós já percebemos. A primeira: o nível de ruído, elevado demais em qualquer versão, especialmente o ruído do motor: seja 1.0 16v ou 1.6 8v, o motor é ruídoso. O câmbio: alavanca de curso longo demais, um tanto imprecisa e mole, e que vibra o tempo todo.

Um parêntesis: é um defeito ruim, mas que incomoda os “ gearheads”, não pessoas normais, porque não é que o câmbio não funcione, apenas não é o “ canivete suíço” que gostaríamos. Incomoda, mesmo, a direção hidráulica. O volante é muito grande, de diâmetro excessivo. A assistência hidráulica é insuficiente, sendo um dos volantes mais pesados de carros com assistência que eu já dirigi: nem parece hidráulico.

Além disso, a direção é pouco direta, e parece que espera um pouco para reagir. São defeitos que, combinados, deixam o carro pouco manejável numa estradinha sinuosa, por exemplo: um volante lento, pesado, que precisa ser muito virado, não estimula ninguém a dirigir velozmente em um estradinha cheia de curvas: melhor ir devagar.

A isso, some-se um defeito que percebi em todos os veículos dessa linha. Por alguma razão misteriosa, quando o volantes está todo esterçado com o carro em movimento , por exemplo, em manobras ou na saída de cruzamentos, é comum o carro “ morrer”. Enfim, para mim, o pior defeito do carro é sem dúvida sua caixa de direção.

Sabemos que a suspensão tem excelente comportamento, ao menos eu acho. No entanto, ela é um ponto, para quem tiver um desses carros, que requer atenção. A suspensão não é nada, mas nada mesmo, robusta. Caso você, com esses carros, não tenha cuidado com buracos, a geometria de direção se perde facilmente.

Esses carros desalinham facilmente, e principalmente, perdem sua cambagem correta. Isso determina vibrações, maior peso no volante, e o pior dos problemas: o aumento do já inadequado peso direção. Além disso, outro problema: o desgaste prematuro dos pneus.

Com a cambagem errada, o desgaste de um dos lados é muito acentuado. Já chequei a devolver para o frotista um Renault Logan que destruiu os dois pneus traseiros ( lado interno todo “ careca”), com apenas 30.000 km.

Além de pneus, suspensão, há um lado negativo forte. Embora valentes, especialmente o motor 1.0 16 v, os motores são ruidosos demais. E o nível de ruído geral do carro é muito alto: especialmente o vento, o som de rolagem dos pneus e o motor são as principais fontes de ruído.

Outros incômodos, porem menores, são a ergonomia: posição dos comandos ruins, com a alavanca de comando do som atrás do volante, a almofada de buzina excessivamente grande, a posição do som (ou eventual kit multimídia) muito baixa. A posição de dirigir é vertical demais para meu gosto. E a regulagem de inclinação do assento tem um defeito que é bastante inconveniente em viagens longas: o assento vai inclinando para trás sozinho.

O dia a dia com o carro

Bom, postos todos os defeitos e qualidades, vamos falar da convivência. Meu trabalho requer viagens por todo o Brasil, sendo especialmente feitas de carro no dentro do estado de São Paulo, em Minas Gerais, no Rio de Janeiro e Paraná.

Para outros estados, vou de avião. Em geral, quando não estou em viagem, me desloco cerca de 100 km por dia, 50 de ida e 50 de volta ao escritório da empresa. De carro, as viagens vão até 950 km ( Campinas- Umuarama), cerca de 13 horas de carro. Ida e volta, são quase 2000 km. Viagens que faço, em alguns momento, de um tiro só.

O que dizer dos carros? Bom, em viagens longas, há qualidades: cansa menos que outros populares. Se o motor for 1.0, temos grande autonomia. O espaço interno é bom, o espaço para bagagem é bom. O carro é equilibrado, mesmo sob chuva.

E sua condução segura, em virtude da estabilidade, soma os motores não muito rápidos a uma direção lenta, para produzir um efeito que acho ótimo: nesses carros você não é convidado a correr com em um VW. Isso é particularmente interessante para pessoas como eu, que rodam 50.000 km, sozinhos, em viagens longas, por estradas inseguras.

Nessa hora, acho que prazer ao dirigir vem depois de segurança. Na cidade, o convívio com os carros é fácil, simples, sem maiores sustos.

Algumas situações específicas merecem relato

1) Desvio de emergência em estada de mão simples: certa vez, voltando do Paraná, na região de São Pedro, estava por volta de 18 horas, em uma estrada vicinal. O asfalto é horrível, e no acostamento há cascalho. Essa estrada é perigosa pelo grande trânsito de treminhões de cana.

Estava com um Logan 1.0 16v. Em sentido oposto, vinha um treminhão destes. De repente, saiu de trás dele um carro. Não haveria até chegar a mim, espaço suficiente para que ele completasse a ultrapassagem. Eu estava a cerca de 100 km/h, e saí da pista, de forma uma pouco brusca. O carro escorregou sobre o cascalho.

Ponto positivo: não houve saída de traseira ou rolagem excessiva, o controle do carro nestas condições de pouca aderência é fácil. Tenho a impressão que, em um Siena Fire, por exemplo, que tem a suspensão mais mole, e a traseira com mais rolagem, teria tido muito mais dificuldade de segurar o carro.

2) Enfrentando uma tempestade com enchente: ao ir para o Rio, no início de 2013, passei por chuvas torrenciais. Neste dia, em algumas regiões da avenida Brasil, houve alagamento. Estava com mais duas pessoas no carro. Nunca tinha passado por um alagamento na vida, mas sabia que devo proceder acelerando bastante (para evitar entrada de água pelo escapamento), e usar a embreagem o tempo todo.

Achei um ponto alto da calçada, e fiquei parado por horas esperando a água baixar. A mureta de contenção e a calçada alta fazia a água ter altura considerável, dificultando o escoamento: tanto pista local quanto expressa estavam alagadas.

Em alguns pontos mais baixos, era difícil. Mesmo esperando a agua baixar, ainda havia muita água. Afora o pavor de estar do lado de um ônibus ou caminhão, que sem nenhum pudor passavam a toda do lado de carros pequenos, e provocavam além de aumento de nível de água, uma onda lateral que assustava, o Logan se saiu bem: foram três pontos de alagamento vencidos, sem nenhum susto, ou engasgo. Nesta hora, a gente vê o quanto é útil a altura excessiva.

3) Furo de um pneu traseiro em estrada: essa aconteceu na Rodovia José Roberto Magalhães Teixeira, na Região entre Campinas e Valinhos. Estou atualmente com um Sandero Stepway 1.6 8v 2014. Esta rodovia tem apenas 11 km de extensão, e está em obras atualmente.

Faz a ligação entre Rodovia Dom Pedro e Rodovia Anhanguera. O pneu traseiro esquerdo foi furado por um prego. Não percebi: não houve ruídos, drama, e trafeiguei 3 km com ele totalmente vazio. Só ao ser avisado, num acesso engarrafado, por um motorista, é que percebi. E aí, um ponto negativo de todos esses carros: estepe do lado de fora. Nem pensei em trocar: fui direto ao borracheiro, que consertou o pneu.

Conclusões

Vivi pelo menos 200.000 km dentro de carros da linha Logan/Renault antiga. Esses carros tem suas qualidades: bom conforto, acabamento durável, robustez (exceto da suspensão), não cansam em viagens. Especialmente os de motor 1.0 16 v são econômicos. São espaçosos e bem equipados.

E aí, viria a pergunta: você compraria? Aponto um problema, esse o maior que posso apontar. Ambos são carros bons, mas corretos. Isso quer dizer que eu compraria, se o objetivo fosse uso no trabalho: e preferencialmente uma versão 1.0 16 v, já que a 1.6 litro não entrega um desempenho muito superior, mas consome muito mais.

E aí, há um problema, mesmo com o novo design, melhor acabamento, ergonomia: conjunto mecânico é o mesmo. Se o motor é competente, os freios são bons, e a suspensão – que mudou- deve ser ainda melhor, a caixa de direção é terrível, e o câmbio é ruim.

Fora isso, o que falta a linha Renault é um elemento que para mim é intangível: personalidade, encanto, e algum prazer. Parecem carros pensados para serem funcionais, corretos, seguros. Mas não há nada que individualmente diga: a caracaterística X me faz querer dar uma esticada no caminho só para ficar dentro do carro.

Quer um exemplo? É gostoso, se a estrada for plana, pegar ela de Gol ou Voyage 1.6: eles andam bem, fazem curva, a direção é perfeita e seu câmbio é ótimo de ser usado.

Eu também gostei demais de fazer um test drive em um Onix LTZ. Primeiro, o interior é muito bonito, em minha opinião: você entra e é um bom lugar para estar. Depois, o volante é pequeno, ótima empunhadura. A posição de dirigir, baixa, com a lateral do carro alta, o console alto, e você no meio,faz você “ vestir o carro”.

A alavanca do câmbio fica próximo ao volante em altura, facilitando as trocas de marcha. Até mesmo o tambor da chave fica numa posição legal. E quando o carro anda, seu silêncio impressiona, sem som de motor ou ruído de rodagem, bem como as trocas de marcha (que, se não são padrão VW, são muito boas).

Enfim, essa combinação de coisas, faz você desejar o carro. E esse, é na minha opinião, o problema da linha Logan e Sandero, na hora da compra. São carros bons, robustos, funcionais. Mas o momento do mercado brasileiro, com Onix, HB20, novo Ka, é um momento em que o consumidor quer mais: quer não apenas se locomover em um carro confiável e econômico, mas quer um pouco mais de tecnologia, de sofisticação, de conforto, e do imponderável, daquele traço especial que faça você sentir quando entra no carro eu queria ter esse carro.

Nisso, infelizmente, essa dupla falha. O que quer dizer o seguinte: compre, se a sua compra for movida por funcionalidade, se a sua preocupação for locomover-se sem dor de cabeça, se você quiser um carro econômico, honesto. Mas não espere se pegar num sábado de manhã esticando o caminho naquela ida a padaria só porque é legal dirigir o carro: isso, essa dupla não entrega.

Por Marcus Lima

COMPARTILHAR:
  • Mr. Car

    Este seu 1.6 8v deve estar com algum problema. O meu (Logan Privilège 2009) é bastante econômico (médias de 15.5 Km/l com gasolina em uma velocidade cruzeiro de 100/110Km/h), e apesar da pouca cavalaria (92cv), nunca me vi em situações de perigo nas ultrapassagens. O carro responde bem, inclusive com o ar ligado. As qualidades gerais do carro superam em muito as pequenas críticas que tenho, como algumas falhas de ergonomia. No geral, o Logan (meu primeiro Renault) me surpreendeu muito positivamente. Compraria outro sem dúvida.

    • Leandro1978

      O meu pai teve um Sandero 1.6 8v e reclamava o mesmo que ele. Achava-o muito gastão. Não gostou do carro.

      • th!nk.t4nk

        É o 1.6 8v mais fraco do mercado sim, infelizmente. Acho muito ruidoso também (lembra o 1.6 8v da VW nesse aspecto). Assim como o VW, também bebe com força, quando comparado aos 1.6 16v da concorrência. Pra mim este motor mata o carro. É uma pena, pois ele tem outras qualidades.

        • Z.CoroNeL

          Tenho um Sandero 1.6 8v 2012 98cv e te digo que anda MUITO mais no dia a dia que meu antigo Fiesta Rocan 2009 111cv.

          Até eu fiquei intrigado e fui ver o motivo: Torque.
          Sanderão tem quase 90% do torque disponível em 2.000 RPM e os 100% já em 2850 RPM… no Fiesta tinha que queima a marcha demais! Torque começava em 3.500 RPM.

          Conclusão: Meu Sandero me da um conforto infinitamente maior que o Fiesta por não precisar ficar trocando de marcha a toa.

          • th!nk.t4nk

            O RoCam 1.6 não me agrada por motivos semelhantes. De fato ele é mais fraco em baixa que o Renault, além de beber parecido, e concordo que há um certo conforto na tocada do Sandero 1.6. É agradável pra andar tranquilo, só não tem aquela pegada dos 1.6 mais atuais. O que precisam melhorar é o consumo, isso não perdoo.

        • Vitorugo V.Oliveira

          1.6 8v da VW ruidoso é o AP. O VHT é extremamente suave por ser um 8v com bloco de ferro. Mais suave que os E-torqs. O gol power 1.6 chega a fazer 11km/l na estrada com etanol. Já o sandero é beberrão e fraco mesmo. O privilege que eu tive nao podia passar de 100km/h que ele fazia 9km/l no etanol.

    • Chega_de_Ignorância

      Eu acho que ele deixou claro que anda acima de 120 km/h, ar ligado e mais pessoas no carro. Como sabemos, todas essas variáveis afetam demais o consumo

    • Franklin Diego

      Não sei se é o seu caso, mas tem pessoas que quando estão acostumados a andar de carro 1.0 de aproximadamente 70cv, quando pegam qualquer carro 1.6, dizem que o carro não anda, ele voa. Mesmo pegando um Logan 1.6 8v de 95cv e pesando quase 1.100 KG.

      • Mr. Car

        Não é o caso. Não que ele “voe”, mas também não compromete nas situações de retomada e ultrapassagem, nem mesmo com o ar ligado, ou seja, não “sente” o ar, reclamação que já ouvi muitas vezes de donos de Fiesta Rocam 1.6, embora nunca tenha dirigido um para saber se é tanto assim, ou estão exagerando.

    • Minerius Valioso

      Incoerência é ele reclamar do desempenho do 1,6 litro, e não falar nada em relação ao 1,0 litro no mesmo parágrafo.

      E existe um erro ortográfico: não é parêntesis, e sim parênteses. Favor ficarem mais atentos à ortografia.

    • Heitor Borba

      Pois é, 1.0 fazendo só 14km/L numa ESTRADA… e o cara acha isso econômico….rsrsrsrsr
      Então o VERSA 1.6 é um híbrido a La Prius então, fazendo 18~19Km/L na estrada… mas serio, eu já fiz 14km/L no Rocam 1.6 8v com 4 adultos e bagagem sem ar ligado na estrada.

  • JoaoV

    Tive um Sandero 1.6 8v. Com relacão à direção ela é sim pesada. Mas não como mecanica, ela é leve para manobrar. E ela é pesada pois sua relação é bem curta (no caso, direção mais direta, ao contrário do que vc disse). Vc pode perceber que virará menos o volante para fazer as curvas no Sandero e Logan que nos outros (meu pai uma vez quase bateu o Sandero pq estava acostumado com Civic). No geral concordo com vc. Esse carro é funcional, não emocional.

    • Louis

      Direção mais direta que do Civic ?! :-o

      • Alessandro Lagoeiro

        A direção do Civic é mais direta que de algumas Ferraris. Talvez ele bateu o carro porque fez a curva aberta demais por estar acostumado com o Civic

      • JoaoV

        Sim, mais direta (volante vira menos para o mesmo angulo de roda). Não sei dos Civics mais novos. No caso é um Civic 98. Nós temos o Civic a uns 7 anos e o Sandero eu tive por 2 anos. (Quase bateu pq virou demais).

        • Louis

          Civic 98, então tá explicado. Porque o new Civic, talvez seja a direção mais direta entre os nacionais, como o Alessandro disse acima, é mais direta do que algumas Ferraris.

    • Marcus Lima

      João, obrigado pelo comentário. Quando disse que a direção é menos direta ( precisa ser mais virada para que as rodas se virem), me referi a outros populares, que foram os carros que mais dirigi e com os quais comparei o Sandero. Nunca guiei um Civic, essa não tenho essa referência infelizmente. O Sandero tem uma das direções, comparada com populares do mesmo porte, menos diretas: são 3,2 giros para dar batente. No fox e Gol( mesma caixa) são 3,0, no Agile 2,8. ( dado de http://quatrorodas.abril.com.br/carros/comparativos/agile-x-fox-x-sandero-514576.shtml) O volante do Sandero é maior, e especialmente em relação a linha VW é mais pesado ( menos assistência hidráulica), e tem uma sensação de lentidão: você vira e o volante reage com um leve atraso. Isso tudo junto me dá a impressão de um carro com direção menos ágil, mas isso comparando a um Gol.

  • Castle_Bravo

    A pior parte do estepe pelo lado de fora do carro nem é ele ficar do lado de fora para trocar, mas sim precisar dele e perceber que ele não está lá, já foi roubado. Aqui em Porto Alegre rouba-se muito estepes de Sandero e Duster, os vagabundos ainda deixam a bandeja toda torta e retorcida.

    • Stark

      Meu pai já teve um Fiesta 94 espanhol, e o estepe ficava do lado de fora. Certo dia, o compartimento abriu numa avenida movimentada e o estepe saiu desgovernado. Sempre que ele vai trocar de carro uma das primeiras coisas que pergunta é o local do estepe, se for do lado de fora o carro é praticamente descartado.

  • É um bom carro! Tive 2 Sanderos, um 1.6 8V Priv. (motor mais barulhento, mas economico) e um 1.6 16V Aut. que nao recomendo a ninguem, esse automatico alem de ser beberrão, da mais trancos que automatizado, embora seja mais inteligente que um automatizado rs…

  • André M

    Se a Renault colocasse direção elétrica nesses carros ia ganhar muito mercado. É o ponto fraco.

    • Minerius Valioso

      Um problema que também tem de ser corrigido na Europa, com uma concorrência cheia de carros com assistência elétrica.

    • oscar.fr

      A assistência elétrica na Mégane é maravilhosa, foi nosso primeiro carro com esse tipo de assistência. Em comparação ao Peugeot 208, não sei se é questão do volante menor, mas na Mégane é mais leve a direção e transmite, mesmo assim, muita segurança em velocidades maiores.

      • Edson Fernandes

        É por conta do conjunto. O Megane tem um conjunto mais equilibrado porque é voltado ao conforto. O 208 a esportividade. Tanto que a razão que a Peugeot te dá a compra de um 208 é a emoção (na realidade os carros da marca que inclusive tem um ajuste mais duro se comparado a Renault).

  • Matheus Lelis

    caraca, 11 km/l em um motor 1.6 8v? a 120 o meu da 13,5 km/l e olha que é 1.8 16v. Mas é um carro que anda bem, já acompanhei um sandero 1.6, o carinha andava sempre a 160, 180

  • clipes

    Temos um Logan 1.6 8v 2012 na família e posso atestar o depoimento… descreveu o carro certinho.

  • Soadcoutinho

    Estou com um Logan 2011 e ele vai fazer5 anos e atualmente com 106 mil km! Ainda não deu nenhum defeito, somente troca de óleo e manutenção de pneus e suspensão! Devo trocar ele somente ano que vem e estou muito satisfeito com ele!

  • zeuslinux

    Eu acho que a Renault até tem know-how para fazer bons motores (inclusive participava da Fórmula 1), mas o design dos seus carros são bem sem graça, não aparentam o mínimo de luxo (mesmo que seja fake) e peca em algumas coisas importantes para prazer em dirigir, como o engate dos câmbios manuais.

    Se hoje eu não gosto de dirigir carros manuais, depois de vários VW e Chevrolet com câmbios manuais de ótimos engates, imagino que deva ser um inferno pegar horas de trânsito pesado com um carro desses com engates imprecisos e alavanca de câmbio enorme (parece com de utilitários e caminhões).

    Mas como foi falado, para carros de frotistas, a Renault parece que achou um bom nicho. Está melhor do que a situação da PSA, que nem consegue vender para frotas.

    Eu não compraria Sandero ou Logan para meu uso pessoal. O Duster e o Fluence talvez (por motivos diferentes), mas nunca dirigi e por isso não posso falar se gostei ou não.

    Um colega meu teve vários Renault Clio 1.6 na época em que a Renault estava começando no Brasil e adorava os carros. Mas eram outro padrão de acabamento e eram bem atuais naquela época em que os carros das 4 grandes era bem mais obsoletos.

    • oscar.fr

      Os franceses em geral fazem ótimos motores, os problemas acabam sendo a questão elétrica (principalmente nos Renaults) e a suspensão (Peugeot). Mas que o design da Renault desagrada muito isso é verdade, a falta de requinte é historicamente criticada, até mesmo na Europa

  • Paulo Fonseca

    Tem um Clio 2007 aqui na familia excelente carro em vários aspectos mas realmente tem a direção pesadíssima nem parece hidráulica, o pedal de embreagem tb é muito pesado. Quando a ergonomia nos carros “franceses” de um modo geral é ruim em todos que conheço.

  • Joao

    Parei de ler no “acelerando bastante, para evitar que entrasse água pelo escapamento”

    • Lesilco

      Ele faz ondinha quando passa pelas enchentes.kk

    • CignusRJ

      Tem razão, ele deveria ter frisado, colocando a primeira marcha e acelerando.
      é cada uma…
      .

    • P500

      Eu parei na parte do ”pisando na embreagem” .

      Mentira, li tudo.

  • Chega_de_Ignorância

    Poxa, que relato legal. Muito ponderado e sensato!
    Eu já dirigi algumas vezes um Renault que meu pai teve, um Megane Grand Tour 1.6 16v. Eu gostava de dirigi-lo, achava o motor adequado pro carro e com bom compromisso com a economia. Além disso era muito estável (suspensão traseira por eixo de torção e rodas 15″, mas ficava devendo nada!).
    Pena que esse motor não está mais presente no Sandero.
    De fato, a alavanca de câmbio era a pior parte de tocar o carro. Parecia de ônibus, longa e que vibrava. Eu também achava a embreagem demasiadamente dura. Ah! Também não gostava da pega do volante.
    Quanto a Gol e Voyage, são muito bons de estrada. Embora o motor 8v tire o brilho em altas rotações, os engates de câmbio são perfeitos, não há o que reparar . E também convenhamos: o velho 8v vai bem em retomadas e ultrapassagens, transmite força. Nem sempre se costuma ficar esticando as marchas até o corte (e também não é necessário). Também são muito bons de curva. É impressionante como uma suspensão de arranjo simples porém milimetricamente calibrada faz milagres nas curvas. A VW é campeã nisso. Eu os considero carros muito bons, embora sejam alvo de críticas por terem desenhos mais antigos, principalmente no painel, e carência de equipamentos tecnológicos como as pessoas tanto prezam hoje em dia, em detrimento de uma excelente mecânica, embora esta ainda equipada por componentes de concepção simples.
    A grande questão é que são carros simples mas bem aprimorados. Não são reinvenções da roda e sim projetos que deram certo e continuam agradando.
    Um bom exemplo do que eu digo é o novo Ka. É um carro muito bom, de fato, mas eu garanto que muita gente se apaixona mesmo é pelo “Ford dock”, aquele espacinho pra colocar o smartphone no painel.

    • oscar.fr

      Aqui em casa temos uma dessas Mégane e um 208 e olha que comparando ambos, a Mégane parece ter até curso pequeno, o Peugeot sim que tem longo curso, em compensação a alavanca tem uma empunhadura melhor (assim como o volante), pena que nunca dirigi um VW para comparar (na vdd o único VW que dirigi foi o Santana 2005 que tínhamos antes da Mégane).

    • Edson Fernandes

      Só faço uma contra-argumento: Tudo que esses carros da VW te entregam de conforto e estabilidade na estrada, te entregam de desconforto na cidade, pela suspensão dura.

      Mas me refiro a linha Gol e Fox (além do up). O Jetta para cima (não dirigi o Golf) eu achei confortavel.

  • João Martini

    NA, a VW já divulgou a tabela de preços. Cross up completão tá 52 mil. rs (!!)

    • Gustavo73

      Oh beleza!! Imagina o CrossFox completão!! O Onix basicão já tá quase nos 40 mil. Vem mais demissões por aí.

      • João Martini

        Golf Comfortline tá a partir de 74.. Oh tristeza.

        • Gustavo73

          Já era. Quem aproveitou, aproveitou. O Trendline chegará com o 1.6 16v MSI, beirando os 70 mil. E se tiver 4 airbags e esp será muito.

        • oscar.fr

          Duster Tech Run, 71 mil (manual) e 75 (automática). Tristeza demais.

          • João Martini

            Nossa, Dacia a preço de Golf 7. Tá feio mesmo!

            • oscar.fr

              Mais caro que o Fluence expposto ao lado dele!

    • FaloNaCara ¯ _ (ツ) _ / ¯

      Valor irrisório diante de um SUV de tão avançado projeto, com largo emprego de tecnologia e materiais nobres na construção, inclusive no interior, que oferece conforto espetacular. Acho muita bondade da Volkswagen do Brasil cobrar tão pouco pelo carro mais espetacular que terra brasilis já conheceu.
      ironic

      • Heitor Borba

        Melhor ainda é o sanderão 2.0 que vem aí.. vai ser mais caro que o GOLF 7 de entrada…KKKKKKKK
        E os manos de bairro vão dizer… GOLF 1.4… uhhhhh esse sandero deve humilhar…KKKKKKKK

    • Raphael Duarte

      Mais de 50 mil em uma caixinha de fósforos… É por isso que Palio Way faz sucesso.

    • AHSOliveira

      Essa margem de preço seria extremamente interessante SE fosse o Taigun!

  • Vattt

    Boa analise!!! Sempre tenho essas impressão da família Logan, mesmo na versão atual as sensações descritas por você são facilmente percebidas. Para comprar o Logan ou Sandero, não existe um “Tchan” na hora da escolha.

  • Ramom Alencar

    faltou uma revisão no texto por parte do blog, já que é um site repleto de bons profissionais algumas falhas no texto deixam brecha para que falem que o blog ainda é amador, fora isso, excelente e esclarecedor relato, parabéns ao autor.

  • Tadeu

    Ótima análise. Tive um Sandero Privillege 2011(Pré-reestilização que foi aplicada ao seu) e compartilho muitos pontos com você. O acabamento para mim(sem considerar alinhamento) era muito bom(No meu haviam bancos e tecido de porta em veludo, coisa que é muito rara hoje em dia), o conforto era excepcional, o consumo não achava muito alto(melhor que meu carro atual um Polo) e o carro era bem confortável. Agora realmente a caixa de direção era horrível, extremamente dura e o câmbio é ridiculamente impreciso, muitas vezes erra a marcha, fora a trepidação completamente anormal do câmbio. O carro também fazia muito ruido e vibrava muito. Mas, depois de 45.000Km, a maioria em cidade bem esburacada e após uma forte colisão, o carro continuava sem nenhum barulho no interior.
    Minha opinião: Se o novo mantivesse o banco e tivesse um tecido da porto em veludo, ainda com os pontos negativos que citei, com certeza teria um.

  • Ubiratã Muniz Silva

    Boa análise.

    Minha convivência com Renaults vem de dois carros: um Logan 1.0 16v 2008/09 (que está atualmente com 75 mil km), da minha esposa, e um Sandero GT Line 1.6 16v 2010/11, que ano passado troquei por um Nissan March 1.6.

    Discordo um pouco na questão da robustez da suspensão. O Logan da minha mulher teve os quatro pneus trocados aos 45 mil km, sendo que ainda tinham algum resto de banda de rodagem pra mais um tempo (eu não tenho o hábito de usar os pneus “até o talo”). Troquei três por novos e coloquei o estepe para rodar (mantive marca e modelo de pneu, no caso são os GPS 3 da Goodyear). Não houve qualquer desgaste irregular, e o alinhamento de direção estava perfeito, mesmo o carro pegando buracos o tempo todo. Meu GT Line foi vendido com 35 mil km e os pneus ainda durariam facilmente mais 15 mil pelo menos, embora estivessem começando a fazer o mesmo ruído de rolagem chato que me levou a antecipar a troca dos pneus do Logan (lembrando que é só ruído, sem qualquer puxada de direção ou vibração típica de desgaste irregular, as rodas pegavam balanceamento sem qualquer trauma). Aliás, pouco antes de vender o Sandero eu sofri um pequeno acidente com ele, quando subi com o carro em uma guia alta para desviar de uma tia em um Tucson, os danos foram apenas estéticos (pára-choques rachado, roda dianteira esquerda amassada e ralada e pequenos amassados no capô), mas não houve QUALQUER desalinhamento de direção mesmo com a “porrada” que o carro deu ao subir na guia (sim, eu levei o carro para conferir o alinhamento por precaução quando mandei reparar a roda danificada).

    A direção realmente é pesada para uma hidráulica comparando com outros carros que dirigi (incluindo um Symbol 2009 que meu pai tinha), mas não dá pra comparar com direção mecânica. Hoje estranho ainda mais ao dirigir o carro da patroa pois a direção elétrica do March é muuuuuuuito mais leve.

    Os números de consumo apresentados estão condizentes com a realidade e bem próximos do que eu fazia com o meu Sandero que era 1.6 16v. Se considerar que são carros bem leves, o consumo é muito elevado: um Picasso 1.6 (que pesa 1350kg) que eu tive antes do Sandero bebia até menos, mesmo com motor de características e especificações muito parecidas empurrando 250kg a mais.

    Não entendo a implicância que todos têm com as teclas dos vidros elétricos no painel. É uma posição bem acessível, logo abaixo do rádio, não precisa de contorcionismo algum para acionar os vidros. Considero uma solução bem melhor do que (por exemplo) dos Chevrolets mais antigos que tinham os comandos dos vidros elétricos no console central. Claro, os acionadores nas portas estão mais à mão e são uma solução MELHOR, mas os comandos no painel não são ruins assim quanto os comentários fazem parecer. De qualquer forma se não me engano de 2012 pra frente nos Sanderos e Logans os vidros já passaram a ter os botões nas portas, estou certo?

    Sobre o problema de “morrer” ao esterçar a direção, meu Sandero realmente tinha o hábito de morrer durante manobras, não havia associado o sintoma à causa até ler seu texto. Curiosamente o Logan da minha mulher não apresenta esse problema (e ela sempre reclamava disso quando usava o meu Sandero).

    De fato, são carros sem muita graça e com foco em uso racional (não tanto quanto um Etios da Toyota, esse sim totalmente desprovido de qualquer tipo de emoção), não são carros para “apaixonados” mas se prestam bem ao propósito: levar do ponto A ao ponto B com confiabilidade e relativa comodidade. Imagino eu que o novo Sandero RS 2.0 venha quebrar um pouco esse paradigma. :)

    No mais, obrigado pela colaboração com todos. Um abraço e sucesso!

    • Mr. Car

      Também não vejo nenhum problema na robustez da suspensão (ou falta dela, melhor dizendo), muito pelo contrário: praticamente só ouço elogios. Já a direção, pode não ser uma “manteiga”, mas é claramente perceptível que ela conta com assistência hidráulica. Creio que o pessoal anda com os braços fracos demais, he, he! Quanto à imprecisão do câmbio citada por alguns, também não sinto este problema no meu.

      • Ubiratã Muniz Silva

        Não vi nada demais no câmbio. Claro que não tem os encaixes justinhos de um dos antigos VW com motor AP longitudinal, mas não chega a ser ruim (ruim era câmbio de Fiat nos anos 80).

        • Mr. Car

          A primeira vez que dirigi um Fiat 147 (a picapinha), não acreditei naquele câmbio, he, he! E é isto mesmo: não é um câmbio VW, mas também não é nenhum horror.

  • Leonardo Aragao

    Marcus, você não acha a direção do Logan demasiadamente pesada? Principalmente comparada a outros carros com direção hidráulica de mesma categoria?
    Sou proprietário de um Automático 1.6 16v, e acho a direção pesada (não, não há problemas na suspensão/direção ou óleo da direção hidráulica, pois tudo já foi checado por diversas vezes).
    Já encontrei vários relatos em fóruns aqui no Brasil (Renault e Logan) de usuários que também reclamam da direção pesada.
    Parabéns pelo relato.
    Abs

  • Baetatrip

    Guiei bastante o carro da minha tia… Era Sandero 1.6 8v Vibe 2010…
    Carro era confortavel e so
    Problema e pouco torque e o cambio extremo curto….. Quando passava de 4000rpm era uma barulheira no cabine…..
    Carro bom SO na CIDADE… Estrada e pessimo…. andando a 120 com 4000 a 4500rpm….. E se tornava cansativo… Mal escutava radio….!

  • David

    Eu tenho um Logan 1.6 8v 2011 e concordo em vários pontos como por exemplo o curso da alavanca de câmbio e a Direção Hidráulica que é muito dura. Outra coisa que me incomoda é que todo ano preciso regular o curso do pedal da embreagem por que é de acionamento mecânico.

  • Marcelo

    Bem acabado também não. Na categoria existem carros com acabamento melhor e de montagem mais satisfatória

  • afonso200

    nos EUA voce teria carro de frotista, camry 2.4 AT, corolla AT, accord 2.4 AT, aqui no BR essas carroças sem força e manuais ainda por cima

    • David

      Sério que você está comparado o mercado do EUA com o Nosso? Você já passou em um psicólogo?

  • Paulo

    Só acrescentaria uma coisa no texto, a falha na hora de ligar o carro. Já tive essa experiência com dois Sanderos de anos diferentes. Variavelmente quando se vai dar a partida, o carro parece que não tem bateria, depois de alguns minutos, segundos ao bater a chave funciona normal. Seja de um dia para o outro ou ao parar para abastecer e seguir viagem.

  • H. MILLER LEITE

    Eu tenho um Logan 2013, igual da foto preto, gosto d+ desse carro, o que me incomoda
    muito desde que comprei ele 0KM, e um barulho de no painel de acabamento, difícil
    de resolver, o meu e completo ate o volante é costurado de couro ou imitação de
    couro kkkkk só sei que é bonito. Hoje esta com 37.000kms, nada de defeito,
    apenas manutenções básicas descritas no manual, conheço mais 2 pessoas que tem
    o Logan, só elogios também, não sei em outras capital, mas em Cuiaba-MT, creio
    eu que seja a cidade que tem mais Logan no Brasil, cara o que se vê se Logan e
    Sandero aqui e muita coisa.

  • Zergling

    Fiz uma viagem de Brasília pra goiânia, caldas novas, depois voltei de caldas pra goiânia e Brasília. Quatro pessoas no Sandero 1.0 16v. Consumo de 14.8 KM/L.

  • Deivid

    Esses Dacião parecem carros projetados para comunistas! KKKK

  • Caio Brandão

    Descreveu perfeitamente o carro, tanto o 1.0 quanto o 1.6.. as vezes dirijo um logan 1.0 e o que mais me incomoda é a direção pesada e o barulho do motor. Os pontos positivos pra mim são a altura, o espaço interno e a por ser bem econômico ..

  • Matheus Soares

    Ótima análise: você descreveu a minha convivência com um Sandero 1.6 8v que rodei 85000 km em 4 anos e meio! Consumo, características da suspensão, potência, câmbio. Citaria outro ponto, como moro em Teresina, achava que o AC não dava conta do recado. Hoje, temos um Ka+ SEL e percebemos o quanto o Sandero tinha o AC subdimensionado.

  • Erich Hoffmann

    To com um Sandero 2017, 1.0 Expression motor 3 cilindros, pontos positivos, anda bem para 1.0, é econômico, suspensão é bem ajustada. Pontos negativos, a embreagem é dura demais, chega dar caimbra na perna em transito pesado, nem minha Toyota Bandeirante tem embreagem tão dura, e o problema é crônico, aqui na empresa todos Sanderos tem embreagem dura. Outro defeito é que o carro é muito barulhento, a 110 km/h não da nem pra ouvir o rádio, pra quem saiu de um HB20 e pegou um Sandero a diferença é enorme.

Quem somos

O Notícias Automotivas é um dos maiores sites automotivos do Brasil, trazendo todas as novidades sobre carros por mais de 11 anos. Saiba mais.

Notícias por email