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FCA prepara investimento na produção de novos motores em Betim

FCA prepara investimento na produção de novos motores em Betim

A FCA deverá anunciar um grande investimento em sua fábrica de motores em Betim-MG. O aporte deve permitir a produção de novos propulsores na planta mineira, atendendo assim às marcas Fiat e Jeep. De acordo com o jornal O Tempo, a filial brasileira teria vencido uma disputa pelo investimento com sua equivalente na China.


O anúncio será feito no dia 22 de maio e terá a presença do prefeito de Betim, Vittorio Medioli. Para o chefe do executivo local, o investimento é “extremamente importante para recuperar parte da produção perdida”. A FCA já havia indicado uma aplicação de dinheiro na produção de motores em fevereiro.

Na época, Antônio Filosa, presidente da Fiat para a América Latina, revelou que havia chances da nova unidade de produção de motores ser instalada na região da Grande Belo Horizonte. Ao ser iniciar a construção da planta, a fabricação de motores se daria em 18 meses. Ou seja, agora só no final de 2020.

E o que será feito? A expectativa é que os motores Firefly Turbo venham a ser feitos no local. A FCA tem planos para cinco novos propulsores. Na Europa, a montadora ítalo-americana já produz essa nova linha, que tem turbocompressor e injeção direta de combustível, bem como sistema MultiAir nos dois comandos de válvulas.


FCA prepara investimento na produção de novos motores em Betim

Baseados nos atuais Firefly 1.0 e 1.3 usados pela Fiat em modelos como Mobi, Uno, Argo e Cronos, os novos motores deverão permitir às duas marcas produzidas localmente, a substituição dos propulsores E.torQ Evo e Tigershark, que possuem volumes de 1.8, 2.0 e 2.4 litros.

Na linha Firefly Turbo, o propulsor 1.0 de três cilindros tem 120 cavalos e 19,3 kgfm. No caso do 1.3, há duas opções: 150 cavalos e 27,4 kgfm ou 180 cavalos e até 29,0 kgfm. Com esse trio, a FCA poderá dar um fôlego novo para modelos como Fiat Toro, Argo e Cronos, assim como Jeep Renegade e Compass, entre outros.

[Fonte: O Tempo]

Agradecimentos ao Fred Cancian.

FCA prepara investimento na produção de novos motores em Betim
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Ricardo de Oliveira

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 23 anos. Há 12 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.

  • Filipo

    Para a Jeep não, mas para a Fiat, 2021 pode ser tarde, perante seus concorrentes. Argo e Cronos devem sentir.

    • Raimundo A.

      O AS postou matéria sobre vários Argo, HGT, Precision e o novo Tracking. A possibilidade é que já estariam testando ao menos o 1.0T e no caso do último, 1.3 aspirado, o CVT.

      Algumas mídias relatam que os motores turbo podem ser importados atendendo versões mais caras, porque demandam menor volume, até a produção local iniciar.
      Em termos de produtos, este ano, provavelmente final, a nova picape compacta deve ser lançado com motores aspirados e câmbio manual. Protótipo visto na Europa teve interior flagrado e estava com MT, bem como a cabine era simples.

      No próximo ano, segundo jornais de PE, a fonte era o próprio representante da FCA América Latina, a Fiat deverá lançar SUV compacto feito em Betim. O AS disse até ter presenciado possível protótipo em pátio.

      Pelo tempo de mercado, o Argo e o Cronos podem receber no próximo ano pequenas mudanças visuais e equipamentos, além das alterações mecânicas. O Toro já está programado para no próximo ano, junto com o Compass, ter facelift e deve trazer novos motores.
      Não estaria tarde para a Fiat, pois quem achava que a versão aventureira do Argo só seria lançada no segundo semestre, se surpreendeu com o lançamento no mês passado, mas a opção com AT ficará para final do ano, provavelmente porque o GSR dará lugar a transmissão melhor.

      • Filipo

        Eu vi, mas não acredito no lançamento de Argo e Cronos turbo em 2020.
        E apesar do Argo Trekking ter sido lançado, chegou sem ESP e sem o câmbio automático. Ou seja, chegou “incompleto”.

        • Raimundo A.

          Se quiserem, em algum produto, podem lançar até este ano. Aqui em PE, antes mesmo do lançamento do Renegade, do Toro e do Compass, permanecem unidades antigas e outras mais novas em testes. Podem ser testes de durabilidade como novos itens. Em Minas, há bom tempo, também é visto unidades Fiat e Jeep.

          Informação antiga relatava que os motores turbo aqui já estariam em testes no ano passado, salvo engano, e o primeiro produto teria sido o Cronos. Se é verdade ou não, não sei, mas ano passado, na Europa, começou a oferta dos GSE turbo 1.0 e 1.3 tanto no Renegade quanto no 500X.

          O fato é que vamos ter que esperar. A oferta pode vir antes do estimado como importado podendo ser flex. Demorar e ser importado, ou só surgir com a produção nacional conjugada com outras modificações nos veículos.

          Sobre o Trekking do Argo, a marca optou por lançar com 1.3, talvez para ter preço baixo e eu, vendo a concorrência, não vejo tantos com AT. Não vejo problema o AT ficar para depois se vir algo melhor que o GSR até porque vai influenciar outros produtos. A nova picape compacta, por exemplo, poderá usar a nova transmissão.

          Também ficaria chato a Fiat mudar a transmissão no motor 1.3 com o Argo não tendo tanto tempo de mercado e o Cronos menos. O ESP a Fiat condiciona, infelizmente, ao AT em certos produtos. Então, tem que cobrar o item de segurança independente da mecânica, mas como o mesmo não é obrigatório…

          • Filipo

            Digo que não acredito em Argo e Cronos com motor turbo “já” em 2020, apesar dos propulsores poderem ser importados porque o dólar está bastante alto e acho igualmente difícil a Fiat subsidiar o preço desses em carros com margens de lucro relativamente baixas.
            Em relação a transmissão, penso que a Fiat poderia utilizar a mesma do Argo Precision e HGT (claro que em versão para menos torque) e agilizar a oferta. Até o CVT chegar, pode ser tarde para a dupla Argo/Cronos.

            • Emanuel Schott

              Polo 1.6 pelado custa o mesmo que o Argo Trekking.

              As pessoas dão mais valor em “telinha” que em ESP, maioria nem sabe que isso existe, acredite. Quando comparar os dois, vão optar pelo Fiat.

  • dallebu

    Imagina um Argo Turbo com o visual do Argo Sting, com o 1.3 na versão de 180 cv e 29 kgfm hehehe Se fosse a ousada Fiat dos anos 90, eles fariam heheh

    • Domenico Monteleone

      Aí o pessoal ia reclamar do Argo de 90/100 mil

      • Jefferson A.

        se trazer a este preço melhor não fazer, tem carros de categoria superior partindo a este preço com motorização turbo.

        • Romualdo Vieira

          Que carro tem a venda na faixa de até 100k com pelo menos 180cv e 29kgfm?

        • Allysson Santos

          O Polo GTS vai vir nesta faixa de preço. Um Argo Sting com o 1.3T de maior potência vai ser superior em design (Principalmente com os Faróis Full Led), acabamento e powertrain. A única vantagem do Polo seria a plataforma.

          Esta é a vantagem da Fiat sobre a VW, a FIAT não tem nem sedan médio, nem Hatch médio para usar de parâmetro de “teto”, como a VW tem com Jetta e Golf.

          A Fiat deveria posicionar Argo Sting e Cronos Sport com desempenho de médio usando o 1.3T de 180cv, ou no mínimo o de 150cv e colocar os preços ligeiramente abaixo dos VW GTS, assim atrairia feedback positivo na analise dos esportivos de imagem e logo tbm traria marketing positivo para toda a linha, pois o consumidor vai se acostumar a ouvir que “Argo é superior ao Polo” (mesmo que fosse apenas em uma versão específica).

          Mas posso estar equivocado, talvez realmente estes motores sejam caríssimos e custem mais que um Dodge SRT8 e não seja apenas mesquinharia das montadoras, vai saber…

          • visanpai

            Muito boa sua análise. Realmente há versões que servem de chamariz ou viram referência para o modelo. Lembro que na época do 1° Palio 1.8R passei a ver o carro de forma diferente, assim como aconteceu Gol (GT/S/i), Palio Weekend…

    • Edilson

      Realmente o argo sting ficou muito bonito, eu o compraria até com motor 1.3 aspirado.

  • Domenico Monteleone

    Já era hora

  • delvane sousa

    Que venha. Nos ultimos anos tenho uma otima experiencia com os motores turbos que são superiores aos aspirados, aliando desenpenho com economia. Unico senão é que são mais exigentes quanto a manutenção, mais cara e complicada. O ideal seria os hibridos, mas ainda não são acessivei$$$.

  • Fanjos

    Só uns 5 anos atrasada, Fiat fazendo Fiatisses, até a GM que tem fama de manter motores jurássicos vai sair na frente (atrasada tb)

    • dallebu

      Pelo que me consta, a Fiat não só não está atrasada, como foi a primeira a ter um carro turbo de fábrica no Brasil com o Uno em 1994, aí depois veio Tempra Turbo, Marea Turbo, Linea T-jet, Punto T-jet, Bravo T-jet…

      • Matafuego

        Todos carros de imagem. Acho que o Fanjos estava falando dos motores turbo em carros que tenham bom volume de vendas. Neste caso, a Fiat está atrás da GM.

        • Retrato do Papai

          pelo menos em carros de volume a fiat está na frente nos aspirados a um bom tempo já por conta do firefly, enquanto a gm ficava re-re-requentando o familia 1 dos tempos da brilhantina, até o fire que é velho pra caramba é mais novo que ele

          • Matafuego

            Mas não é mérito nenhum estar a frente da GM, porém é demérito estar atrás. VW, Nissan/Renault e Ford apresentaram motores 3 cilindros modernos antes da Fiat.

            O projeto do motor Fire é de 1985 enquanto que o Família 1 surgiu no começo da década de 1990, junto com o Corsa B.

            • Vae Victis

              Q que importa é o resultadofinal. O motor 1.8 Etorq EVO (renovado em 2016) não é tão ruim. Os motores turbo são caros e menos confiáveis, 3 cilindros são piores que 4, injeção direta é mais poluente e pouco flexível.
              Motores turbo têm vantagens, mas também muitas desvantagens. Fanboys só vêem vantagens.

              • Matafuego

                De fato, o eTorq ficou menos pior, mas continua sendo ruim. Acho que a impressão de que motores turbo são menos confiáveis vem do fato de eles serem recentes (no sentido de serem adotados em larga escala) no mercado brasileiro. O “problema” é que o motor turbo tem o turbo para quebrar, coisa que o aspirado não tem.

                Por que motores três cilindos são piores? Ao meu ver são melhores, já que possuem menos partes móveis. Veja o caso da Ford: o Dragon 1.5 é mais potente e tem mais torque que o Sigma 1.6. Praticamente todas as montadoras apresentaram motores 1.0 três cilindros que são mais potentes e mais econômicos que seus antecessores de quatro cilindros.

                • Vae Victis

                  Os 3 cilindros vibram tanto que a cada 60 minutos você precisa parar para mijar.
                  Aqueles Toyota são terríveis, mas os outros também vibram. O motor de 4 cilindros é muito mais confortável, silencioso e durável. A diferença de consumo é insignificante.

                  • Matafuego

                    Será que a diferença de consumo é tão insignificante assim a ponto de várias montadoras estarem investindo milhões em novos projetos de motores três cilindros? O mesmo vale para o investimento em novas fábricas para produzir estes motores.

                    • Vae Victis

                      O motivo é simples. O 3 cilindros obtém menor consumo quando testado no dinamômetro, que é o que importa para a lei. Mas na vida real consome igual a um 4 cilindros com os mesmos cavalos.

                    • Matafuego

                      Interessante. De acordo com sua teoria, todas as montadoras que estão investindo em motores três cilindros estão cometendo fraude na Europa, já que após o Dieselgate, as aferições de consumo e emissão começarão a ser feitas em campo. Além disso, estão correndo o risco de não atingirem o padrão de emissões exigido atualmente.

                    • Vae Victis

                      “as aferições de consumo e emissão começarão a ser feitas em campo”
                      Isso nunca acontecerá porque a prova não teria valor científico.

            • Retrato do Papai

              o família 1 é um pouco mais antigo, datado de 1982 (pela data creio que tenha feito a primeira aparição no monza)

              • Matafuego

                Não, esse é o Família 2.

          • Paulo Lustosa

            Em resultado final os familia I estão bem na frente dos Fire, tanto potência quanto torque quanto o uso de oleo e peças de baixa fricção quanto mapeamento do motor, uso das bobinas individuais do LS3 quanto o uso de tuchos hidraulicos e comando roletado. Da Fiat só o Firefly pra dar na frente dos Família I, pois o E-Torq é inferior ao Familia I N18XFF de 144cv que o tracker usava, inclusive em curva de torque.

        • Fanjos

          Turbos modernos com injeção direta

        • DiMais

          os modelos dos anos 90 tinham sim a função de ser carros de imagem, mas Bravo e Linea foram os precursores da era downsizing no Brasil, lembro bem que na época do lançamento eles foram muito criticados tanto pela imprensa quanto pelo público por não terem um visual ‘esportivo’ como o Punto (principalmente o Bravo).

          • Matafuego

            O fato do motor ser importado da Itália não deixaria o carro vender muito. Se a Fiat tivesse planos de fazê-los carros de volume, teria nacionalizado o motor.

        • Paulo Lustosa

          Linea T-Jet era um Linea Absolute com motor Fire 1.4T de 152cv e cambio manual custando o preço de um Corolla XLi na época e com 6 airbags inclusive.

          • Matafuego

            Negativo. Em 2008, o Linea T-Jet (que nada mais é que um Punto Sedã) foi lançado ao preço de R$ 78900. O Corolla SEG custava na mesma época R$ 79676.

            • Paulo Lustosa

              Aqui em casa foi tirado um 0km em 2010 e o valor pago nele foi 68000. Corolla SE-G do mesmo ano custava R$87.500 e pra pegar um Corolla do mesmo ano e faixa de preço somente o XLI manual. O Corolla ano modelo 2008 era o modelo mais defasado que tinha em relação aos concorrentes antes de lançarem o ano modelo 2009 e foi o último ano do Corolla Brad Pitt em linha, tanto que era mais pelado até que um Vectra Elegance com todos os opcionais.

              • Matafuego

                Eu citei os preços de 2008, época de lançamento do Linea. Em 2010, provavelmente a Fiat já tinha sentido que fez caca ao tentar empurrar o Linea como sedã médio.

      • PAULO ROBERTO DOS SANTOS

        Dallebu,você falou certo foi, a Fiat atualnente não tem mais ,ficou no passado.

    • Ricardo Blume

      Eu acredito que a Fiat esteja agindo com cautela. O mercado não anda como todos gostariam e em matéria de inovação a Fiat sempre foi pioneira: motores turbo, motores multiválvulas, o primeiro tetrafuel, cinco cilindros, câmbio seis marchas…

      • PAULO ROBERTO DOS SANTOS

        A cautela da Fiat foi a causa da perda de mercado e de muitos clientes,quando era arrojada e pioneira foi líder imbatível por 13 anos.

  • 🅰🅽🅳🅴🆁🆂🅾🅽 – 🆂🅿® ✅

    Se forem as versões turbo vão ser bem-vindas principalmente na linha da Jeep, mas creio que ainda “tropicalizem” este motor até lá tirando o cabeçote Multi-Air nele para justificar custos, igual faziam quando importavam o 1.4 TJet na versão mais simples da Europa.

    • dallebu

      Colocar um sistema eletro-hidráulico Multiair, que usa o óleo do motor pra comandar o cionamento das válvulas num país em que o segundo e terceiro dono não gosta nem de trocar óleo, quanto mais usar o óleo especificado, me parece arriscadíssimo. A Fiat aprendeu a lição com o Marea e vai trazer esse motor com variador de fase comum. No mais, eles fizeram o mesmo com o novo 2.0 GME, que na Alfa Romeo usa cabeçote Multiair e na Jeep usa variadores de fase, mais baratos e simples.

    • Paulo Lustosa

      quando o t-jet veio pro br em 2007 nao existia multiair ainda

  • Emygdio Carlos

    Legal!

    Será que esses novos motores Firefly serão mais fáceis de lidar do que os motores TSI da VW?

    Tomara que sim, pois os mecânicos, reparadores e consumidores irão ficar contentes, creio eu.

    • dallebu

      É cedo pra dizer, mas os motores Firefly foram projetados para terem manutenção simples, e em relação aos 1.0 TSI a diferença mais perceptível é o uso de corrente ao invés de correia dentada.

  • Alexandro Vieira Lopes

    será q o 1.3 turbo terá bom torque?

    • Alexandro Henrico von Mann

      Leia a matéria: No caso do 1.3, há duas opções: 150 cavalos e 27,4 kgfm ou 180 cavalos e até 29,0 kgfm.

  • PAULO ROBERTO DOS SANTOS

    Muito triste ver a fiat está tão desprestigiada, sempre foi a primeira a inovar e hoje é sempre a última a apresentar alguma coisa realmente nova, trabalhei por 14 anos na rede fiat , hoje vejo a FIAT, decadente.

    • Cesar

      Não é a última não.
      Renault, Nissan, GM, Peugeot, Mitsubshi, todas tem mas não apresentaram.

    • PAULO ROBERTO DOS SANTOS

      Tem razão César,mas no caso da Fiat, é mais grave, pois a FIAT foi líder no Brasil por 13 anos.

    • Leopss

      A última inovação da Fiat foi a Toro. E esta tendo muito sucesso. A vw já quer copiar até.

  • cepereira2006

    Só eu que achei elevados estes números de torque?

    • PAULO ROBERTO DOS SANTOS

      Na prática esse torque que parece ser muito alto,perde feio para motores 1.6,e custao muito caro e tem seguro bem mais alto , por serem turbos.

  • DiMais

    o que não se comenta é o futuro da fábrica de motores em Campo Largo/PR que certamente vai ficar ociosa com a chegada dos Firefly Turbo já que estes substituem exatamente os modelos produzidos ali (e.Torq).

    • Paulo Lustosa

      fazendo o 1.6 pra exportacao

      • Emanuel Schott

        Exportações caíram drasticamente por conta da crise argentina. Sem contar que só esse motor não iria sustentar a fabrica inteira.

        Mas respondendo: o eTorq deve continuar em linha na Toro e no Renegade como motor de entrada até no mínimo 2023.

        • Paulo Lustosa

          Não, o E-Torq 1.6 é exportado para a Europa.

          • Emanuel Schott

            Não mais. 1.6 foi substituído pelo 1.0 turbo.

    • Allysson Santos

      Segundo o UOL, não vai substituir, os ETorq continuam em produção e comercialização até a entrada das novas regras de poluição em 2023 (salvo engano) e após isso permanecem sendo produzidos para exportação a mercados menos rígidos.

      Acredito que veículos para PJ (Strada, Doblô, Toro de entrada),frota/polícia (Adventure) e talvez até PCD (Renegade abaixo de 69K) continuarão com o Etorq até serem impedidos pela legislação.

  • Gustavo

    Cansei de esperar o Renegade com 1.3 turbo e peguei o etorq mesmo. Meu segundo Renegade. Agora só troco por um híbrido daqui a 4 anos.

  • Gilberto Mariani

    Imaginem um 500 Abarth com esse 1.3 de 180 cv…. INSANOOO

  • Marcus Vinicius

    E o que será da fábrica ex-tritec comprada pela italiana que produz os E-torQ atualmente ?

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