Fiat História

Fiat: A gigante dos pequenos da Europa

fiat-3-12-700x525 Fiat: A gigante dos pequenos da Europa

Fiat 3 1/2



Em 13 de agosto de 1866, nascia em Villar Perosa, um lugar próximo de Pinerolo, região de Piemonte, Itália, Giovanni Agnelli. Quando tinha cinco anos, seu pai Edoardo, então prefeito da cidade, faleceu. O jovem foi estudar em Turim, onde ingressou mais tarde na carreira militar até 1893.

Retornando à sua terra, Agnelli torna-se também prefeito, mas ouve falar sobre uma estranha “carruagem que andava sem cavalos”, que imediatamente o impactou. Ele rapidamente viu uma oportunidade de negócio e procurou entrar no ramo.

A chance surgiu ao conhecer o Conde Emanuelle Cacherano em Bricherasio, que estava procurando investidores para seu projeto de carruagem a motor. O acordo entre os dois foi fechado em 1898 e pouco tempo depois, Agnelli fundou juntou com outros empresários a Fabbrica Italiana Automobili Torino no dia 11 de julho de 1899, produzindo o primeiro carro, o Fiat 3 1/2 HP.

fiat-2f-700x525 Fiat: A gigante dos pequenos da Europa

Fiat 2F

Giovanni Agnelli pagou US$ 400 por sua parte na empresa recém-criada, que ainda era muito pequena. Ele havia se tornado um dos diretores em 1900, quando a fábrica tinha apenas 35 funcionários e capacidade para produzir 24 unidades do Fiat 6 HP. Talentoso e criativo, ele conseguiu elevar as vendas para 135 carros em 1903 e 1.149 em 1906.

Neste mesmo ano, a marca de Turim passou a assumir a marca Fiat e ter o primeiro concessionário nos EUA, instalado na Broadway, Nova Iorque. Pouco antes, em 1905, a empresa adquire a Ansaldi, passando assim a fabricar um modelo com nome próprio, o Brevetti. Foi nesta época que a Fiat entrou na Bolsa de Milão.

fiat-logotipos-700x525 Fiat: A gigante dos pequenos da Europa

Logotipos da Fiat

Fiat, a maior da Itália

A Fiat seguiu fazendo os modelos 2B, 3 e Modelo Zero até 1912. Nesse tempo, Agnelli foi comprando todas as ações que conseguia, acumulando cada vez mais poder na montadora. Mesmo com a Primeira Guerra Mundial, a Fiat continua seus trabalhos, apesar de também abastecer os aliados, lançando o Fiat 700 em 1915. Quando o conflito acaba, a empresa passa de 30ª para 3ª maior indústria da Itália, sendo a maior fabricante de veículos desde 1910.

Os modelos 501, 505 e 507 surgem logo após a guerra. A série 500 se tornaria a espinha dorsal da Fiat nos próximos anos, culminando com o famoso Fiat 500 Topolino de 1937. Agnelli continuou a impulsionar a montadora no mercado internacional. Em 1920, a Fiat tinha 80% do mercado italiano. Em 1923 inaugura a famosa fábrica de Lingotto, que possuía uma pista de testes no terraço do prédio. Em 1925, a marca detém 87% do mercado local.

fiat_500_topolino-700x525 Fiat: A gigante dos pequenos da Europa

Fiat 500 Topolino

A Fiat fabricou blindados e aeronaves para a Itália durante a Segunda Guerra Mundial e mais tarde para os alemães. Por causa de seus laços com Benito Mussolini, os aliados removem a família Agnelli da direção da empresa. Em 1945, Giovanni morre aos 79 anos.

No período sem os Agnelli, a Fiat volta a produzir carros em 1948, destacando-se o modelo 600 de 1955, bem como o Fiat 2100 Coupé Vignale e o Fiat 750 Abarth Berlina de 1959. No campo aeronáutico, a Fiat produziu o famoso caça-bombardeiro G.91, que foi usado por Portugal em suas guerras coloniais na África anos depois. Hoje, essa divisão é conhecida como Alenia e é independente da montadora.

fiat_600-700x525 Fiat: A gigante dos pequenos da Europa

Fiat 600

A volta dos Agnelli

No entanto, mais conhecida por fazer carros compactos, ideais para uma Europa em reconstrução, a Fiat voltou a ter participação da família fundadora apenas em 1963, quando Gianni – neto de Giovanni – assume como diretor geral até 1966 e depois como presidente até 1996. Em 1967, a empresa adquire a Autobianchi e seu lucro de US$ 1,7 bilhão supera a rival Volkswagen.

Em 1968, a Fiat é resumida pela revista Newsweek como o “fabricante de automóveis mais dinâmico da Europa”. Chegou a dizer que ela poderia desafiar a supremacia mundial das gigantes de Detroit. Em 1969, a marca italiana assume os controles de Ferrari e Lancia, criando assim seu pequeno império na Itália.

fiat_124-700x525 Fiat: A gigante dos pequenos da Europa

Fiat 124

Ainda em 1969, a fama da Fiat faz surgiu nas telas do cinema um clássico, a produção The Italian Job (Um Golpe à Italiana), que conta as peripécias de um grupo de ladrões que tenta roubar o ouro da Fiat, resultante de um acordo para produção de carros na China. No entanto, negócios desse tipo com países comunistas não eram mera fantasia das telonas.

Em 1966, a Fiat assina o acordo de Valletta com a URSS, onde inicia a construção da fábrica da AvtoVAZ em Togliattigrad, às margens do rio Volga. O primeiro carro a sair de linha era uma versão local do Fiat 124, que ficou conhecido como VAZ 2105 ou Lada Laika. Com isso, o Pacto de Varsóvia também fecha acordos com a italiana para construção de fábricas de automóveis na Polônia, Romênia, Iugoslávia e Bulgária.

fiat_127-700x525 Fiat: A gigante dos pequenos da Europa

Fiat 127

Dinheiro líbio

Em 1973, a Crise do Petróleo afeta também as finanças da Fiat, que então faz um acordo com o governo líbio, que injeta £ 250 milhões, um montante tão gigantesco que quase se comparava à dívida externa italiana, orçada em £ 310 milhões.

Não era para menos, a Fiat não produzia apenas automóveis, ela era um gigante que detinha o controle sobre estradas pedagiadas, fabricante de máquinas de escrever, móveis de escritório, tintas, eletrônicos, engenharia, caminhões, ônibus, material elétrico, aeronaves, motores, turbinas, entre outros. Em 1976, a família Agnelli diluiu o dinheiro líbio entre os acionistas e assim manteve 30% das ações, preservando assim o controle acionário até os dias atuais.

fiat_ritmo_65_5-700x525 Fiat: A gigante dos pequenos da Europa

Fiat Ritmo

Foi nessa época que a Fiat deu um grande passo no mercado internacional ao construir a fábrica de carros em Betim, Minas Gerais, Brasil. Ela passou a fazer ali um modelo compacto chamado 147, derivado do original 127 de 1971. Além desse último, a marca fazia vários carros pequenos na Itália.

Modelos como 131 (reproduzido recentemente pela Holland Car na Etiópia), 133 (que deu origem ao Seat Marbella), o jipe Campagnola, o furgão Fiorino, entre outros. Nos anos 80, a Fiat continuava a se destacar no mundo automotivo, mas tinha um sonho ainda não realizado, o de adquirir a rival Alfa Romeo. O Ritmo é um dos produtos que fazem sucesso na Europa.

fiat_uno_83-700x525 Fiat: A gigante dos pequenos da Europa

Fiat Uno

Uno e a saída dos EUA

Mas antes disso, a empresa vê suas vendas despencarem no começo dos anos 80 nos EUA, após a recuperação americana da Crise do Petróleo Iraniana. Os consumidores passaram a comprar utilitários esportivos, minivans e picapes, algo que a Fiat jamais poderia atender naquele momento.

Em 1982 surge o pequeno Panda e um ano depois o Fiat Uno, um modelo revolucionário para sua época, valendo apresentação nos EUA. Revolucionário, o compacto virou um best seller. Junto com ele surge também o Regata.

fiat_regata_es-700x525 Fiat: A gigante dos pequenos da Europa

Fiat Regata ES

Em 1984, Fiat e Lancia saem dos EUA. Dois anos depois, finalmente a Fiat adquire a Alfa Romeo, até então nas mãos do governo italiano. No entanto, 15% das ações da Fiat continuavam nas mãos do governo líbio e os EUA cancelaram um contrato de fornecimento de motores com a empresa como forma de pressioná-la a se desfazer do capital de Muammar Gaddafi.

O modelo Tipo chega em 1988 para brigar com VW Golf e Opel Kadett. O Croma também é outro produto de destaque. Em 1993 a Fiat adquire a Maserati, que só retornaria ao mercado americano em 2002, de onde a Alfa Romeo saiu em 1995 e só agora está voltando.

fiat_tipo_88-700x525 Fiat: A gigante dos pequenos da Europa

Fiat Tipo

Nos anos 90, a Fiat enfrentou uma grave crise dentro de casa, perdendo mercado, tendo problemas com os sindicatos e até mesmo questões relacionadas à formalidade no trato com executivos da empresa. Além do Tempra, a Fiat faz surgir o Punto, sucessor do Uno.

Bravo/Brava e depois Marea substituem Tipo e Tempra, respectivamente. O Fiat Coupé foi um devaneio momentâneo, assim como o Barchetta fora anos antes. Nesse período surge o projeto 178 no Brasil, começando pelo Palio.

fiat_stilo_5-700x525 Fiat: A gigante dos pequenos da Europa

Fiat Stilo

Mudança de rumo

As divisões New Holland e Case são fusionadas em 1999, formando assim a CNH Global. No começo dos anos 2000, a Fiat começa a se desfazer de seus negócios fora do setor automotivo, tais como ações na empresa Edison, Fiat Engineering, Fiat Avio, seguradora Toro, entre outras. Depois de Paolo Fresco e Paolo Cantarella, a empresa coloca no lugar mais alto um ítalo-canadense chamado Sérgio Marchionne.

Com Luca di Montezemolo na presidência, Marchionne pôde reestruturar a Fiat no segmento de automóveis, enquanto seu colega lidava com sindicatos e políticos. A Fiat já conta com o mais moderno Stilo, além da segunda geração do Punto e a minivan Idea. O Croma continua como um resquício dos anos 80, apesar de que em nova geração. O Sedici surge de um acordo com a Suzuki, sendo um SX4. O Grande Punto surge em 2005.

fiat_500-700x525 Fiat: A gigante dos pequenos da Europa

Fiat 500

Em 2007, o Fiat 500 ressurge em sua forma atual e inicia uma nova estratégia de atingir um consumidor diferenciado no segmento de entrada, resgatando heranças do passado. No entanto, a crise mundial se estabelece em 2008. Nessa época, a Fiat está atuando também na China, onde a parceria com a Nanjing faz o Palio seguir naquela direção, além do modelo Perla, um Siena aumentado.

Os carros do projeto 178 também chegam ao mercado norte-coreano. No entanto, o grupo chinês é comprado pela SAIC, que assim dá ênfase à inglesa MG. Sem projeção, a Fiat sai do então promissor mercado local. Assim, a crise mundial bate forte no mercado europeu, mas os efeitos mais devastadores ocorrem nos EUA. O sedã Linea é um destaque da época.

fiat-500l-vans-1-700x544 Fiat: A gigante dos pequenos da Europa

Fiat 500L Vans

Fiat-Chrysler

Em 2009, a Chrysler parece ter o mesmo destino da GM, a extinção. A falência chega a ser declarada e o Capítulo 11 parece ser o último da história do fabricante americano. Num golpe de sagacidade, Marchionne entra na questão para salvar a companhia de Detroit, fechando um acordo para assumir a montadora e restituir os bilhões injetados pela administração Obama.

Pouco tempo depois, a Fiat assume o controle acionário da Chrysler e não demora muito para ter plenamente a companhia. Nesse período, a economia americana se recupera mais rápido que a europeia. Com lucros entrando nos cofres da empresa de Detroit, a italiana quita seus débitos com Washington, mas ao mesmo tempo observa sua própria casa desmoronar.

Fiat-Viaggio3-700x525 Fiat: A gigante dos pequenos da Europa

Fiat Viaggio

A Europa não se recupera da mesma forma que os EUA e o mercado automotivo entra em declínio. As vendas na Itália despencam e a crise da Grécia arrasta com ela os países do Mediterrâneo. As fábricas da Fiat trabalham muito abaixo de sua capacidade e a empresa é pressionada a manter empregos e investimentos no país. Não há demanda e o Panda é trazido da Polônia para aumentar o volume.

Nos EUA, porém, a Fiat-Chrysler só colhe lucros, que passam a manter viva aquela que um dia chegou para salvar os empregos da americana. Sem um grande lançamento, a Fiat se desdobra sobre a família 500, projetando-a na América do Norte e criando variantes minivan e crossover fabricadas na Sérvia, onde adquiriu parte da antiga Zastava. Recentemente a Fiat retornou à China com o Viaggio e produzindo também o Novo Jeep Cherokee.

A FCA é a mais recente manobra da empresa para reduzir perdas e melhorar a gestão dos dois lados do império automotivo, que um dia foi criado pela família Agnelli, transferindo assim pela primeira vez em sua história, a sede de Turim para a Holanda. Apesar disso, o gigantes dos pequenos continuará tendo seu espírito puramente italiano.

fiat-1473-700x525 Fiat: A gigante dos pequenos da Europa

Fiat 147

Brasil

No final dos anos 40, a Varam Motores S/A, que montava carros da americana Nash, também passou a montar por pouco tempo os modelos 1400 e 1900 da Fiat, mas a empresa brasileira desistiu do negócio algum tempo depois por temer aumento de capital e perder o negócio para a italiana. A fábrica ficava em frente onde hoje é a Volkswagen, na rodovia Anchieta, São Bernardo do Campo/SP.

Em 1976, a Fiat chega de forma oficial ao Brasil, um país que há muitos anos antes já recebia muito bem veículos italianos, oriundos da Alfa Romeo e que quase a recebeu décadas antes. A empresa até então era temida por causa de seus carros compactos e baratos, chegando a ser usada como motivo para a venda da brasileira Vemag para a Volkswagen em 1967.

Os contatos com o governo mineiro começaram em 1971. Em 1973, as duas partes fecham acordo e começa a construção da fábrica de Betim, região metropolitana de Belo Horizonte. Ocupando uma área de 2.245.000 m2. Em 9 de julho de 1976, a instalação começa a funcionar com capacidade instalada de 200.000 carros/ano. O primeiro modelo a sair das linhas foi o 147, uma versão local do 127.

fiat_palio-700x525 Fiat: A gigante dos pequenos da Europa

Fiat Palio

Depois do 147, variantes começaram a surgir, especialmente com motor movido a álcool, sendo o primeiro do tipo no mercado nacional. Spazio, Panorama, Oggi e Fiorino seguiram em frente até que em 1984, surge o lançamento mundial, o Uno. Com ele surgem também o sedã Prêmio, a perua Elba e a segunda geração da Fiorino, tanto em picape quanto em furgão. Este último sairia de linha somente em 2013, assim como o Uno.

Nos anos 90, a Fiat lança o Uno Turbo, além do Tempra e do hatchback Tipo, que faz sucesso enquanto importado. Dessa época, surgiram alguns modelos que revolucionaram, tais como o Uno Mille e o Tempra Turbo, por exemplo. Em 1996, surge o projeto 178 chamado Palio. Moderno, o compacto dá origem ao sedã Siena e à perua Palio Weekend.

A Fiorino picape é substituída pela Strada. Estranhamente o Projeto 178 influenciou lá fora os Indica e Indigo da indiana Tata Motors, pois haviam sido idealizados na mesma época pelo estúdio italiano I.DE.A., que criou Palio e Siena para os brasileiros.

fiat-novo-uno-2012-1 Fiat: A gigante dos pequenos da Europa

Fiat Uno

Inovação e liderança

Logo depois, surge o Brava para ocupar o lugar do Tipo e o Marea/Marea Weekend no lugar de Tempra e Tempra SW. O Siena 6 Marchas e o Palio Citymatic foram tentativas de inovação no fim dos anos 90, quando o Brasil experimentou a primeira era downsizing sem perceber. O Stilo surgiu algum tempo depois, quando Fiat e GM estreitaram os laços com o fornecimento de motores da americana para a italiana.

Idea, Punto, Doblò, Linea e Ducato completaram a linha, assim como as reestilizações da linha 178. Recentemente surgiu o Grand Siena e antes dele o Bravo, similar ao da Itália. O motor T-Jet é outro atrativo da marca, que fez nascer também a segunda geração do Palio e do Uno. A Fiorino também ganhou uma segunda geração.

Sendo o maior mercado da Fiat fora da Itália, o Brasil tem na marca de Turim sua líder por 12 anos, tendo ainda a picape Strada como líder entre os comerciais leves. Quase 40 anos depois de Betim, cuja planta hoje pode fazer 950.000 carros/ano, a Fiat vai inaugurar em breve sua segunda fábrica no país, localizada em Goiana/PE, onde pretende focar também na produção de modelos da Jeep.

Agradecimentos ao leitor CharlesAle pela dica.

COMPARTILHAR:
  • Tosoobservando

    Realmente estas empresas se valem de apoiar ditaduras (a de Mussolini e a de Khadafi). Provavelmente pra entrar no Brasil e quebrar empresas brasileiras como a Gurgel deve ter molhado a mao dos burocratas do governo, que na epoca tb eram ditadores. Fico pensando qual é a pior se a Fiat ou as alemas que apoiavam e ate usaram trabalho escravo no nazismo, alias ate a Ford fez isso na epoca, ne. Sera pq é lider no Brasil? Pq os carros sao bons é o que nao.

    • Rômulo M.

      Se vc analisar a história de grandes empresas centenárias como Fiat, Mercedes, Porsche, etc e empresas de outros ramos também vai ver que são repletas de jogadas escusas, puxadas de tapete, jogo político pra terem chegado aonde chegaram, a situação fica ainda pior em empresas familiares como a Fiat.
      Dando o exemplo da Porsche os historiadores dizem que Ferdinand Porsche teria desenvolvido o Fusca a pedido de Hitler, outros ainda dizem que foi o próprio Hitler que concebeu o carro, outros falam que Hitler teria roubado o projeto de um engenheiro judeu.
      Faz parte dos bastidores de negócios bilionários

      • JPaulo10

        Hitler ditou a Porshe as características desejadas para o “carro popular”, Volkswagen: dois adultos e três crianças, 100 km/h e consumo de 14 km/l.
        O projeto foi desenvolvido a partir de 1934, sendo pouco provável a participação de judeus nele.

    • Diggo

      Bom, tive dois Fiats e os acho bons, nunca me incomodaram, pelo contrário nem manutenção dão.

      • Tosoobservando

        os parâmetros de carro bom para brasileiros são bem baixos MSM.

        • SAM

          Ganhando o que ganhamos e com as estradas que temos, a Fiat faz o que pode. Mas te garanto que qualquer Fiat fabricado aqui pode rodar em qualquer lugar do mundo sem problemas… ja nao posso dizer o mesmo de muitos americanos e europeus importados, que vao passar trabalho por aqui.

          • Tosoobservando

            americanos e europeus? kkkkk vc fala carros com tração traseira ou 4×4, com pneus flat e outras tantas tecnologias? Ou vc se refere talvez a suspensão dos carros, esta dizendo que um Fiat tem uma suspensão melhor que uma Silverado ou F-150, os carros mais vendidos dos Eua? Ou quem sabe sao melhores que uns Subarus ou MIts da vida, coitados dos japoneses. O unico problema que podem ter aqui é com a gasolina, pq a nossa é misturada com alcool e nao é tao pura qt a deles la fora, isso acaba com o motor.

            Vc deve achar otimo que aqui com 24 mil se compre um Fiat Uno basicao ou Palio fire sem nem direção hidraulica ou ar, trava etc.. e la nos Eua com o mesmo valor em dolares (nao vamos fazer conversão burra do cambio, e sim comparar o que se pode comprar com o salario daqui e de la) se compre uma pickup das que citei, um Fusion, Camry ou Accord.

            • Yago G.

              Tenho um amigo que fez uma viagem para outra região e lascou toda a suspensão.
              Detalhe: Era uma Land Rover. É…

              • Tosoobservando

                ah claro se fosse um Fiat estaria inteirasso. Acredito amigo. Fanboys da fiat sao brincadeira.

                • Yago G.

                  Hahah.. Calma cara. Você está muito exaltado, não posso citar um fato que você já acha que estou defendendo.
                  Olha, os fiats vendem bem por serem baratos e oferecerem o que outras marcas não oferecem.

                  • Tosoobservando

                    como o que, um cambio automatizado?

                    • Yago G.

                      Até pouco tempo atrás só tínhamos meros 8v que consumiam até a alma.
                      A fiat tem bons motores.

                    • Comentarista

                      Então ta bom. Se as outras marcas entendessem o mercado brasileiro como a Fiat entende, ela não seria a líder de vendas por 12 anos. Entendem pessoal. A Fiat é uma empresa e visa lucro. Se o que ela fabrica atende minimamente a normas, as necessidades dos clientes e vende bem, pra que ficar inventando moda? Quem quer um carro top que compre uma marca premium. O que ela faz não é desrespeito nenhum. Compra quem quer, ninguém é obrigado a comprar um Fiat.
                      Complementado: todo mundo mete o pau, coloca um automatico de verdade, tira o trancologic, faz isso, faz aquilo. Entendem, para a Fiat isso não é interessante. Ela ganha dinheiro em volume de vendas de seus carros populares, uno, palio, Punto, sirenas e por aí. Bravo, freemont, linea, é só pra falar que tem.

                    • Tosoobservando

                      Nao é questão de entender, é que outras marcas tem mercados grandes pra preocupar, como a VW que praticamente so investiu na linha Gol, e é lider na Europa, Gm na China, Eua etc , as japonesas que ficaram em nichos, etc.. E a Fiat é a unica que focava apenas no mercado brasileiro, afinal é o seu maior mercado, afinal ha quanto tempo ela nao vende nos Eua? E como a materia diz se deu mal na China, e na Europa ta mal das pernas, nem na Italia ta sendo lider mais. Entao ta ae a explicação. Mas claro que ninguem é obrigado a comprar, mas compram pq em alguns segmentos sao as unicas opções viaveis, baratos nao sao, mas isso que fez o mercado brasileiro ser pessimo, ter uma empresa que entrega tao pouco.

                    • automotivo

                      Cara até ontem o maior o segundo maior mercado da VW era o BRASIL, só foi ultrapassado pela China

                • automotivo

                  Não, problemas elétricos …pode fazer com que um Land volte de guincho. Na minha cidade tem um cidadão q tem uma Land e já acionou o guincho pela menos uma 3x. Mas ainda bem q ele tem uma Strada de reserva pra fazer o serviço dele.

                  • Tosoobservando

                    Nossa importante isso entao todo comprador de Land Rover deveria receber este aviso, compre uma Strada de brinde, caso de seu Land carissimo de pane. Seria um bom marketing pra Fiat.

        • Diggo

          Tá bom, agora pega a tua Barra Circular fake e vaza.

          • Tosoobservando

            ta achando ruim meus coments amigo, reclama para os moderadores. Nao vazo pq estes é um site publico e pelo menos o meu tem barra circular, o seu nada tem.

        • Pajé_do_além

          Depende da referência. Se você está comparando os modelos Fiat com modelos americanos muito mais caros é óbvio que ela se sai pior. Porém, entre os populares brasileiros, apesar dos pesares, a Fiat É opção viável. E não confunda bom senso com ser fan boy, já que você aparentemente odeia a marca.

          • Tosoobservando

            primeiro nao sou hater. E segundo sao mais caros pra quem? Pra eles ou pra nos? Pq se for pra eles é baratissimo. E a Fiat só é opção “viavel” no nosso mercado como vc diz pq os governos anteriores deixaram assim, abrindo as pernas pra marcas como ela, que so exploram e entregam produtos de pessima qualidade. Nao me admira uma empresa ter apoiado ditaduras.

            • Pajé_do_além

              Você está confuso. Ali em cima você quis comparar a suspensão dos Fiat com veículos como F-150 que seriam muito mais caros se comparássemos aos Fiat. Compare preços dentro do mesmo mercado, é um tanto tosco dizer que esses carros são mais baratos no mercado americano, nada menos que o mercado mais competitivo do mundo. Concordo que o governo oferece proteção excessiva as montadoras “nacionais”, mas ainda que não o fizesse, não teríamos um mercado similar ao dos EUA ou Europa, simplesmente porque nossa economia e poder de compra não é igual. Aqui você poderia tentar citar o Chile, que oferece produtos modernos frente a outros países, mas já adianto que o mercado chileno é muito menor que o Brasil e o país não tem indústria automotiva. Compare ao México. Ainda que tenham opções melhores, o mercado deles, em termos de carros, é muito mais parecido com o nosso do que com o americano.

              • Tosoobservando

                O Mexico é capacho dos Eua. Mesmo assim o mercado deles é infinitamente melhor que o nosso. Pega a lista deles do mais vendido. Em relação a suspensão, apenas citei dois modelos que tem preços similares, o que um brasileiro compra com 25 mil e o que um americano compra com o mesmo valor, nao fiz conversão burra, e o mercado deles nao é assim por ser competitivo, pq o nosso tb, temos nada menos que 60 marcas atuando.

                • Pajé_do_além

                  Bom, o mercado mexicano não é infinitamente melhor que o nosso. Temos que parar com essa mania de dizer que algo é infinitamente superior quando não o é. O mercado mexicano é muito mais parecido com o brasileiro do que com o americano e por lá eles tem opções melhores apenas porque produzem para o mercado americano, estão ali do lado. Comparar o que um americano compra com 25 mil e um brasileiro compra com 25 mil é uma forma de conversão burra e se você acha que a competitividade do mercado americano não influencia, sinto muito mas acho que você não tem ideia do mundo. Você sabe como as coisas funcionam aqui, dizer que ter 60 marcas torna nosso mercado competitivo, sendo que estamos tratando de Estados Unidos na comparação, é um tanto inocente.

                  • Tosoobservando

                    Nao é melhor? Vamos pegar esse trecho de uma materia aqui do NA msm: “Aqui, o Volkswagen Gol custa a partir de US$ 16.100, enquanto seu similar no vizinho dos americanos começa em US$ 11.926. Bom, o modelo exportado para o país latino tem motor 1.6 e é mais equipado que a versão 1.0 de entrada do compacto no Brasil. “….”

                    O Volkswagen Gol no México tem revisões a cada 15.000 km, diferente do praticado aqui no Brasil, que é a cada 10.000 km. Lá, a revisão de 15.000 km custa 1.290 pesos ou R$ 229. Já a de 30.000 km sai por R$ 323, voltando para R$ 229 aos 45.000 km e finalmente custando R$ 543 na de 60.000 km. Ou seja, um custo total de R$ 1.324. O Gol “brasileiro” tem custo de R$ 1.796 para revisão da versão 1.0 sem ar condicionado, mas duas primeiras com mão de obra grátis.”

                    Agora carros mais vendidos naquele país, que tirando o Tsuru, sao todos melhores que os nossos top 10:

                    1- Chevrolet Aveo

                    2- Volkswagen Bora

                    3- Nissan Versa

                    4- Nissan Tsuru

                    5- Volkswagen Jetta

                    6- Chevrolet Spark

                    7- Nissan Sentra

                    8- Nissan Tiida Sedan

                    9- Nissan March

                    10- Chevrolet Sonic

                    • Pajé_do_além

                      O assunto fugiu pra outra área que não é a do post, então vou encerrar por aqui, mas gostaria de deixar minhas considerações finais. Em momento algum disse que o mercado brasileiro era superior, apenas disse que o mercado mexicano não era “infinitamente superior” e que o mesmo é muito mais parecido com o brasileiro do que com o americano, o que é fato (mesmo com aqueles preços). Sobre os preços, é difícil comparar dessa forma. O México tem renda per capita muito parecida com a nossa, e cerca de 55% da nossa população, entretanto consomem 30% do que consumimos em termos de automóveis. Aparentemente os preços mais baratos não refletem a realidade econômica, há vários fatores que devem ser considerados. Esse tipo de comparação, ao meu ver, é só mera curiosidade.

                    • Tosoobservando

                      Vc esquece que o Mexico tb tem um territorio bem menor, o que facilita a locomoção, mais de 50% da população esta concentrada nos arredores da cidade do Mexico, muita gente nao deve usar carro prefere metros, trens, etc..

                    • Pajé_do_além

                      A questão era “preços” e agora você cita outros fatores, como EU DISSE QUE DEVERIAM SER CONSIDERADOS. Vai entender…

                    • Tosoobservando

                      Uai kra tu viu a lista dos 10 mais se vendem bem é pq tem preços razoaveis ou vc acha que no Brasil os top 10 sao tambem os mais baratos é por que?

                • automotivo

                  Na boa, os mexicanos não podem consumir o que eles fabricam, já viu o ranking do mercado interno deles? O mercado é muito menor que o nosso.

                  • Tosoobservando

                    É obvio que vendem menos, eles tem menos da metade da nossa população, e um territorio umas 5 vzs menor tb. Na verdade eles ultrapassaram o Brasil esse ano em produção de veiculos, nao absorvem tudo pois exportam a maior parte, mas isso que faz o mercado deles ser competitivo e avançado.

  • Oba

    Os recem saido da adolescencia ou geração google não sabem mas na epoca
    que o Tempra foi lançado a Fiat e a VW disputavam a liderança de vendas
    no mercado europeu, na epoca do Croma a marca tinha um produto para
    disputar de igual para igual com os concorrentes em qualquer continente e
    quando a dupla Brava/Bravo foi lançada a Fiat admitia perder em vendas
    apenas para o Golf na categoria no velho mundo, fato que não ocorreu mas
    mesmo assim com vendas expressivas e distantes dos lideres em numeros
    relativamente pequenos diante do volume total do segmento.
    Li recentemente que se não fosse o Brasil a marca seria extinta e o caminho
    dela no velho mundo é lançar apenas produtos baseados no 500.
    Seria triste acabar com a unica marca italiana generalista porque seria uma
    filosofia, escola, vertente a menos no mercado mundial.
    Seja italiana, francesa, norte-americana, sul coreana, japonesa, alemã,
    inglesa, cada escola tem a sua filosofia e suas particularidades e
    peculiaridades.
    Fazendo apenas uma comparação com a VW, quando ela lançou o Passat primeira geração que veio aqui como importado a marca estava em uma gravissima crise financeira e sabia que tinha duas opções de vertente para tentar contornar a situação e salvar a marca, apostar que de uma hora para outra o europeu passaria a comprar carros velhos mas mais baratos ou investia um rio de dinheiro para lançar um produto competente o suficiente para salvar a marca e foi o que aconteceu. Aquele Passat foi um sucesso absoluto e hoje a VW disputa a liderança mundial.
    Com certeza a adminstração alemã seguiu o caminho correto que fez a diferença para que a VW se tornasse o que é hoje diferente da Fiat que errou nas estrategias.
    O interessante é que no mercado mais concorrido do mundo que é o dos Estados Unidos da America a Fiat é mais bem vista que no proprio continente que nasceu.

    • Petrucci

      O Passat 1a. geração não veio como importado: Foi fabricado por aqui quase que concomitantemente com a Europa, em 1974.

      • Oba

        Correto eu me refiro ao Passat que é na verdade a terceira geração.
        A foto mostra a primeira e a segunda que foram fabricadas aqui.
        A terceira veio como importado.

        • Petrucci

          Ah tá, o famoso Passat “Alemão” 95.

    • CharlesAle

      Pois é,mas há tempos a Fiat não vem bem na Europa,principalmente com os rivais VW e Ford!pois desses abriu um abismo de diferença de produtos.Hoje a Fiat não tem carro para concorrer,por exemplo,com Golf e Focus,carros mais importantes da Europa…

      • Oba

        Na verdade a Fiat está praticamente morta no velho mundo, não consegue mais concorrer nem na categoria dos hatches medios.
        O relançamento do 500 que foi carro do ano na Europa e acumulou recordes de premios mundo afora inclusive com sucesso absoluto de vendas ainda hoje e o Panda é que sustentam a marca, ela vai sobreviver apenas com a familia 500 porque sabe que não tem mais apelo para conquistar consumidores de Golf ou Focus e discordo que seja por falta de capacidade em desenvolver produto que consiga concorrer com estes.

        • Eduardo Brito

          Isso deve melhorar com o lançamento do novo Punto em 2016.

          • Oba

            O Punto chegou a ser o carro mais vendido na Europa por um ano logo anos após o lançamento, isto primeira na geração e a segunda também foi um sucesso estrondoso, se não estiver enganado foi lider da categoria por algum tempo mas a Fiat pecou novamente em não renovar no devido tempo que deveria.
            Li que a nova geração será uma variante do 500, se for o Punto também morrerá. Se acontecer não restará mais opções desta marca senão o 500.

            • Eduardo Brito

              Pelo que sei o Punto se chamara Punto mesmo.

              • Petrucci

                600… Ressuscitarão o nome do Fiat que era maior do que o 500.

                • Eduardo Brito

                  O problema é o 500XL

        • Petrucci

          O Panda vai mal das pernas.

          Na verdade, o Grande Punto (vendido por aqui) é que deu um belo impulso na marca, graças à parceria com a GM.

          Imaginem se a crise de 2008 não viesse, e a GM comprasse a Fiat de fato. Será que a GM também seria dona da Chrysler? hahaha

          • Oba

            O Panda foi o segundo carro mais vendido da categoria no velho mundo este ano até junho.

            Repare que nesta tabela as vendas do Up são somadas aos modelos da Skoda e Seat por isto a materia credita a liderança de forma errada ao Up que vendeu 69.677 que corresponde corretamente como terceiro colocado tornado o 500 e Panda como os dois mais vendidos na Europa no acumulado deste ano.

            Ranking de mini-carros mais vendidos na Europa – 1º semestre de 2014

            Ranking Modelo 1º Semestre de 2014 1º Semestre de 2013 Variação
            1 Família up! (VW up! + Seat Mii + Skoda Citigo) 103416 108923 -5%
            2 Fiat 500 96878 83375 16%
            3 Fiat Panda 81690 88096 -7%
            4 Hyundai i10 42198 31698 33%
            5 Renault Twingo 38231 43512 -12%
            6 Lancia/Chrysler Ypsilon 35425 31185 14%
            7 Toyota Aygo 33019 31508 5%
            8 Smart Fortwo 31637 36268 -13%
            9 Ford Ka 29443 27529 7%
            10 Kia Picanto 28267 26280 8%
            11 Opel/Vauxhall Adam 27875 21840 28%
            12 Citroën C1 24438 31983 -24%
            13 Peugeot 107 22882 30518 -25%
            14 Suzuki Alto 15535 14541 7%
            15 Chevrolet Spark 9205 20329 -55%
            16 Mitsubishi Space Star 8005 6740 19%
            17 Suzuki Splash 7884 8735 -10%
            18 Opel/Vauxhall Agila 6987 7624 -8%
            19 Toyota iQ 2408 3170 -24%
            20 Peugeot 108 1025 0

            • gveralonso

              Na verdade não tem nada disso de Família up!, esse gráfico é do car.blog. br? (só pode ser) Família up! eles colocam pq querem a VW liderando para fazer eles felizes. O Fiat 500 e o Fiat Panda lideram a muito tempo o mercado e ainda não perderam terreno não.

              • Oba

                Exato.

          • Oba

            Nao acredito que a GM seria dona de uma das concorrentes do proprio mercado.

  • Minerius Valioso

    Fiat: a fabricante que mais faz sucesso no Brasil vendendo geringonças remendadas.

    Acho que é justamente o nosso mercado ferrado que sustenta os lucros da marca.

    • edbil

      Eu também acho que nosso mercado dá um fôlego pra Fiat. Acho que se não fosse o Brasil ela estaria na mesma situação da Peugeot, senão pior.

  • Petrucci

    Legal a matéria, mas ela simplesmente deixou de lado a época de ouro da Fiat, até os anos 1940. Na década de 1910, vários carros, como o 40HP, o Mefistófeles e outros bólidos de corrida. Porém, o auge viria no pós I Guerra, com os enormes carros tipo 520, 521 e 522, fabricados na década de 1920 e início da década de 1930. Além desses, também posso citar o Super Fiat V12 tipo 520, de 1922. Também, claro, não ficariam de fora o Fiat 8V da década de 1950, o Fiat Dino da década de 1960 e os 2800 do final da década de 1930 e começo da década de 1940, com carrocerias especiais, dentre elas os Bertone, Superleggera e Castagna.

  • Rômulo M.

    Muito boas essas matérias sobre a história das marcas.
    Acho que a guerra de poder da família Agneli em muitas épocas prejudicaram a Fiat.

  • Eduardo Brito

    Bem que a Fiat poderia fazer uma releitura do Topolino.

  • Diggo

    A Fiat hoje em dia não é nada dinâmica. Está estagnada. Não atua em vários segmentos e as suas outras marcas que poderiam concorrer diretamente em qualquer segmento, dedicam-se apenas a nichos o que é lamentável. A Chrysler ou a Alfa deveria ter uma linha completa de veículos premium assim como as três grandes alemãs.

  • Mr. Car

    Do único Fiat que tive (Palio ELX 1.0 16v 2001), gostei.

  • Maycon Farias

    O Logotipo de 1904 foi o mais bonito de todos na minha opinião, deveria estar hoje.

  • CharlesAle

    Dos palio,tive um EDX 97,foi bem até que deu um problema de não dar marcha-lenta de jeito nenhum,gastei uma grana com mecânico e peças,desisti e vendi assim mesmo…

    • Chronosky

      mecanico ruim esse seu heim.. até o padeiro arruma motor fiasa

      • CharlesAle

        Problema não era o motor,mas sim o acerto da injeção eletrônica…

        • Comentarista

          Injecao não tem acerto. Ou é ou não é! Esse problema foi caso típico em vários carros e o conserto era simples. Seu mexanico que era ruim mesmo.

          • CharlesAle

            Meu tio,que o comprou,teve que trocar o módulo,que se desprogramava quando a voltagem(carga da bateria) caia a 9,5 na hora da partida,desprogramando a função marcha-lenta..que eu me lembre era isso,pois já faz mais de 10 anos…

    • Hericles Sales

      Tive um palio EX 98, e teve o mesmo problema, ficava acelerando sozinho e
      não ficava na marcha lenta, troquei tudo q se podia imaginar, e nada, o
      problema continuava, por fim deixei na ccs via sul arruda, em recife.
      Trocaram mais uma penca de peças e nada. Voltei lá e nem se quer me
      atenderam, fiquei lá meia hora com cara de besta e todo mundo fazendo de
      conta q eu não existia. Fui pra casa e entrei em contato com a fabrica
      que ligou pra css e mandou eu ir lá que tinha um cara me esperando para
      atender. Mais uma vez mexeram no carro e nada. Enfim, desisti e vendi.

  • Murilo Soares de O. Filho

    A Fiat perdeu muito mercado durante os 80 e 90, de 2000 para cá a crise no mundo não dá tréguas a ninguém…me parece que as coisas começam a entrar nos eixos novamente, depois do Marchionne. Hoje FCA, Fiat e Chrysler, parecem ter um futuro promissor, Tirando Toyota, GM e VW, os maiores grupos hoje no mercado, nenhum outro está assim tão tranquilo, isso sem contar que a GM possui ainda muitos problemas…

    • Tosoobservando

      No caso da fiat graças ao Brasil e das outras a China.

  • CharlesAle

    O que poucos sabem,é que os primeiros Fiat fabricados no Brasil,nos anos 50, foram montados no ABC,na Varam Motores..as margens da via Anchieta,bem em frente a fábrica da VW..

  • CignusRJ

    O acordo da FIAT nso anos 60 coma URSS e sua crise dos anos 90 estão ligados.
    Quando houve o acordo com a então URSS uma das condições impostas pela FIAT era que os sindicatos parassem de fazer greves nas empresas do grupo, os sindicatos eram controlados pelo PCI e este (assim como todos os Partidos Comunistas da época) controlado por Moscou. O acordo se manteve até a queda do muro de Berlim em 1989 e o desmantelamento da URSS.

  • th!nk.t4nk

    A história da Fiat é interessante, mas eu diria que hoje a “gigante dos pequenos” na Europa é a Ford. Digo isso porque o Fiesta é um praticamente o Gol deles, se vê aos montes nas ruas, mais do que qualquer outro compacto.

  • Tosoobservando

    Eu sabia que nesse post iria aparecer varios fanboys da Fiat, mas nao sabia que eram tao Dumb. Ta vamos aplaudir e agradecer uma empresa que ganha com a burrice e ignorancia dos brasileiros ha decadas, com carros que nem mesmo os italianos estao querendo mais? Se tiver uma empresa hoje no Brasil com a linha tao defasada qt a da Fiat eu corto meus pulsos, e podem por ate os chineses no bolo, eles tem modelos mais atuais. Me ajuda ne pessoal, brasileiro quer pagar fortunas em porcarias pra enriquecer um governo corrupto e uma montadora que depois de tudo vai enfiar o dinheiro no rabo dos americanos pra salvar uma empresa deles e fazer produtos ainda melhores pro yankees, e vcs aqui puxando o saco?

    • th!nk.t4nk

      Chevrolet? Acho que é “pau a pau” heim.

      • Tosoobservando

        A Chevrolet nao esta com a linha tao defasada, e nem comprou a Chrysler, e outra a salvação dela e da VW vem mais da China, onde é lider com a Buick, do que daqui.

    • Pajé_do_além

      Desculpe mas dizer que quem apoia/compra a marca é burro, fanboy ou qualquer outra coisa, e dizer tantas baboseiras sem dar qualquer explicação ou argumentar, esse sim é que me parece “dumb”.

      • Tosoobservando

        Qual explicação vc precisa alem da que ja esta na postagem. Sim eu falei que os brasileiros sao trouxas nao so por causa da Fiat, mas no caso dela pq é lider ha 12 anos no país, com produtos defasados que nem os italianos querem mais, to mentindo? Agora o restante do mercado acompanha, eles pensam se o povo aceita isso, é o que o povo quer, entao oferecem coisas similares. Mesmo assim tem excessões. E outra eu nao menti qd disse que toda a grana que a Fiat ganhou estes anos todos no Brasil serviu pra que, melhorar a linha dela? Obvio que nao. Se vende bem como esta pra que ne? Eles investiram sim em salvar a Chrysler, vc viu a melhora dos produtos dela depois da gestão Fiat? So que nao vem pro Brasil e qd vem é o olho da cara.

        • Pajé_do_além

          Você não deu nenhuma explicação. Ela é líder a 12 anos, mas nesses 12, em todos, ela sempre teve produtos defasados? Todos os produtos são ruins, péssimas escolhas, dentro de suas respectivas categorias? Não! Além de um número enorme de concessionárias, os Fiat populares são resistentes e tem manutenção fácil e barata e, você goste ou não, isso é vantagem. Você entende que a maioria dos consumidores não é apaixonada por carro e que pra essa maioria é muito mais importante ter um veículo barato e de fácil manutenção, ainda q isso signifique uma dirigibilidade aquém da concorrência? “E outra”, você mentiu sim sobre a grana, pois se quer levar isso ao pé da letra, olhe o investimento enorme que foi feito na nova fábrica da Fiat (atenção aqui, entendo que ela, assim como todas as outras, envia remessas enormes de dinheiro para a matriz, mas não significa que não invista nada). Sobre investir na Chrylser, o que isso tem a ver com os produtos Fiat? Em que isso desqualifica a Fiat? Você não apresentou nenhum argumento sensato para criticar a empresa, apenas o fez porque, por algum motivo, a odeia.

          • Tosoobservando

            Vc fala da fabrica de Goiana – PE? O investimento nao é tao alto se comparado ao que ela ganhou nestes 12 anos, e nem ao que ta ganhando do governo de la pra se instalar naquele estado. Eu citei a Chrysler apenas pq eles ganham dinheiro aqui pra investir nos americanos, dando a eles produtos cada vez melhores, isso num mercado que ja tem excelentes Ford e GM, alem das japonesas, coreanas etc.. Apenas to salientando enquanto o consumidor aqui nao for exigente, vai continuar pagando caro por tralhas velhas superfaturadas, enquanto no 1ºmundo vao continuar nadando de braçada no bom e melhor.

            OBS: o investimento da fabrica no pernambuco vai ter 1 bi so do BNDES, “será o segundo desembolso feito pelo BNDES para o projeto estadual da Fiat. Em janeiro do ano passado, a instituição financeira aprovou financiamento no valor de R$ 2,4 bilhões para a construção da nova fábrica. Além disso, a Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) aprovou, em junho de 2013, financiamento de R$ 1,9 bilhão para o projeto. O recurso faz parte do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE).” Entao parece que a Fiat nao ira investir de seu proprio caixa tanto qt vc pensava ne sabichão.

            • Pajé_do_além

              Olha a diferença do seu primeiro comentário para este último, você percebeu o quanto de rancor e frases desnecessárias e descabidas você usou por se tratar da Fiat? Sobre o investimento, eu entendo que é não alto e nem era de se esperar que fosse, afinal são empresas que buscam lucro, mas ainda que pouco há um investimento. Mas entendi seu ponto, você acha “injusto” que o lucro obtido aqui seja despejado em investimentos em outros locais, mas novamente reitero que trata-se de uma empresa e elas não necessariamente procuram agradar o consumidor. Lucro sempre em primeiro. E por último, sobre o consumidor brasileiro, entendo seu ponto, mas acho injusto denominar burro ou qualquer outro adjetivo similar o consumidor que não se importa tanto. Só recentemente tivemos o mercado aberto e os últimos anos a evolução tem sido bastante significativa. Não vamos ter um mercado de nível americano ou europeu tão cedo, mas aos poucos o consumidor vai aprendendo e exigindo mais. Nossa parte aqui é ajudar e propagar o conhecimento, não julgar as escolhas dos outros.

              • Tosoobservando

                Por ser tratar da Fiat amigo? Eu falo dessa forma de qualquer montadora instalada no país. So achei que a compra da Chrysler iria significar uma melhora nos produtos aqui, preços mais em conta etc.. Mas eles preferem o que, colocar um 2.4 num Dodge e transformar ele numa Freemont, aumentam o preço do original e colocam esse carro com downsizing no lugar, pelo mesmo preço anterior do V6. Ou eles continuarem apenas maquiando o Linea, em vez de lançar um sedan de verdade, o Darte ou aquele Viaggio chines. Entao sao muitas mancadas, mas ela so é lider no Brasil pq o nosso mercado é atrasado e pouco exigent, e nao pq seus carros sao inquebraveis, como vcs fanboys querem colocar.

                • Pajé_do_além

                  “Como vocês fanboys” xD Amigo, eu criticaria a forma que você escreveu se fosse Fiat, VW, GM ou Ford simplesmente porque você chamou de burro quem compra sem dar qualquer explicação(na verdade, um comentário bem tosco). Todas as coisas que você falou ainda não justificam chamar alguém de burro e você insiste no erro, por teimosia. Agora realmente não entendo em que a compra da Chrysler influenciaria nos nossos produtos, é apenas estratégia de mercado e em momento algum havia promessa de melhorar nossos produtos com isso. E essa de ela é líder porque o mercado é pouco exigente é desculpinha esfarrapada, a mesma que dão ao Gol, Strada ou ao Corolla, mas esquecem que, apesar de não serem perfeitos, os líderes oferecerem o que o consumidor procura. Sabe, quem vende bem não é quem oferta o que acha melhor, mas o que oferece aquilo que o mercado procura. Atenção aqui, não quero dizer que esses veículos sejam os melhores de suas categorias, mas há o mérito das empresas de fornecerem o que o consumidor quer. Espero que entenda, porque senão só desenhando.

                  • Tosoobservando

                    Dumb nao é burro exatamente, consulte a etimologia da palavra em ingles.

                    • Pajé_do_além

                      É mais pra estúpido no sentido de burro ou tapado, o que dá na mesma…

                    • Tosoobservando

                      Nao da na mesma, e sim o consumidor brasileiro é extremamente estupido, por isso que as montadoras deitam e rolam, e se nao fossem leis do governo estariam sendo vendidos aqui ate hoje tralhas velhas dos anos 70, sem nada de segurança, ae vc me diz que as montadoras que querem assim? Obvio que nao, é o consumidor quem dita o que a marca produz e vende.

    • edbil

      Se você criticar alguma montadora sempre vai aparecer um ou outro defendendo. Agora, critica VW ou Fiat aqui. Vai aparecer uma horda igual no Walking Dead para te atacar.

      • Tosoobservando

        Cara to sentindo isso na pele.

      • Pajé_do_além

        Hehe, senti que essa foi pra mim. É uma forma de defesa, tenho q admitir, mas porque o comentário foi totalmente descabido. Jogar no ar que alguém é burro por comprar tal marca, seja ela qual for, sem apresentar qualquer motivo decente para isso, não é legal. Podemos não concordar, mas temos que entender os motivos que levaram a tal opção sem julgar.

        • edbil

          Não, não foi para você. Foi mais um desabafo mesmo. É complicado comentar nas notícias aqui do NA porque é muito fácil uma opinião virar discussão.

          Do mesmo jeito que um gosta e defende tem o outro que não gosta e quer criticar. É uma questão de posicionamento mesmo. Mas o que eu percebo é que há uma necessidade de impor seu ponto de vista. O outro precisa concordar comigo, eu tenho que convencê-lo que eu estou certo e ele errado. Não é assim. Você pode até refutar o argumento de alguém respeitando e apresentando um outro ponto de vista. Ponto. Mas veja… a coisa aqui de estende. Vira um “bate boca”. No meu comentário anterior e neste não faço referência a A ou B em específico. É mais um comportamento geral aqui.

  • Atl77

    Stilo, tira-lo do mercado foi a maior cagada feita pela Fiat, ate hoje o carro me chama a atenção quando o vejo.

  • Vagnerclp

    A Fiat precisa atualizar (trocar) os seus modelos que embora vendem horrores, estão super desatualizados e maquiados, ex: Punto.

  • Peraldiano

    A FIAT fez a opção de ser cabeça de formiga em vez de ser rabo de elefante. De tanto mirar o segmento dos pequenos e baratos, criou o ranço de ser “pequena” e “barata”.E dessa não sai mais.
    Vender muito é uma coisa, ter lucratividade é outra bem diferente. O que sustenta uma empresa é a lucratividade e não o volume de vendas, por incrível que possa parecer.
    E o ruim de ser pequeno é que um dia não se tem mais como encolher.

    • CharlesAle

      Sim,e por isso ela se deu bem,pois no Brasil esse segmento,de populares e baratos,é o mais forte.Mas a concorrência está se mexendo nesse segmento,vide UP e Ka,fora o substituto do celta,ou seja,o citado segmento vai ficar pedreira daqui em diante…

  • automotivo

    Muito legal a história, Charles Ale. Achei q vindo de vc seria algo sobre a Ford.
    Valeu mesmo, é bom saber como surgem as empresas, quanto se tem batalhado pra se chegar onde está ou onde esteve. Mas… basta um hater com poucos linhas escritas estragar tudo.

  • Jonas Augusto

    Ainda vou comprar um Palio ESSENCE 1.6 16v ano 2010 antes da reestilização atual, ou um Palio HLX 1.8, um desses dois vão para minha garagem. Esses dois são meus xodós.

  • JPaulo10

    Tem a história daquela jardineira Fiat 1906, o único automóvel que faltava ao museu da fábrica, em Turim.
    Foi encontrada por um colecionador numa fazenda no RS, e a Fiat fez de TUDO para que ele vendesse a jardineira. Ele recusou sequer a abrir preço.
    Volta e meia, a jardineira aparecia nas exposições de automóveis antigos em SP.

  • Alexandre souza

    Acredito que a Fiat não quer lançar nenhum produto novo na europa por enquanto, por causa da crise que ainda não passou, mas está forte na zona do euro.
    Ps: É um pensamento meu.

  • Mac Gyver

    Mercado Europeu em 2013:

    1 – Volkswagen : 1.554.915
    2 – Ford : 922.477
    3 – Opel/Vauxhall : 822.981
    4 – Renault : 803.166
    5 – Peugeot : 741.939
    6 – Audi : 694.528
    7 – BMW : 639.823
    8 – Mercedes : 622.769
    9 – Citroën : 603.080
    10 – Fiat : 574.946

    Sendo que a FIAT não tem nenhum carro entre os Top 10:

    1 – Volkswagen Golf : 470.229
    2 – Ford Fiesta : 293.663
    3 – Renault Clio : 287.111
    4 – Volkswagen Polo : 266.994
    5 – Opel/Vauxhall Corsa : 239.814
    6 – Peugeot 208 : 239.102
    7 – Ford Focus : 224.232
    8 – Nissan Qashqai : 202.593
    9 – BMW Série 3 : 201.224
    10 – Opel/Vauxhall Astra : 194.683

    Fonte: AutoPlus

    • Tosoobservando

      Brincadeira os europeus tao bem hein, ate Mercedes, BMW e Audi vende mais que Fiat?

Quem somos

O Notícias Automotivas é um dos maiores sites automotivos do Brasil, trazendo todas as novidades sobre carros por mais de 11 anos. Saiba mais.

Notícias por email