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Fiat Argo – Impressões ao dirigir

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O Fiat Argo foi apresentado com várias versões para o mercado brasileiro, que começam a partir de R$ 46.800. O hatch compacto teve seu test drive para a imprensa especializada do Brasil e América do Sul nesta quarta (31). Com exceção do Drive 1.0, que terá um evento separado, as demais versões foram disponibilizadas para percursos rápidos.



Com 4,00 m de comprimento, 1,75 m de largura, 1,50 m de altura e 2,52 m de entre eixos, o Fiat Argo chega com 300 litros no porta-malas e uma plataforma que emprega 75% de aços de alta resistência. O novo conjunto foi desenvolvido para ser mais rígido e seguro, utilizando mais materiais isoladores e oferecendo três opções de motor e três de transmissão, indo desde 72 cv com gasolina no 1.0 Firefly até 139 cv no etanol, quando com o motor 1.8 E.torQ Evo.

Para a Fiat, a meta de vendas proposta é de 6 mil unidades por mês e seu alvo é ter de volta a liderança nas vendas, mas somando os emplacamentos de Mobi, Uno e Argo. Realmente, a estimativa de vendas apenas para o novo carro, mostra que a marca tem pretensões mais modestas em relação ao líder Onix, que vende em torno de 12 mil por mês.

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Apostando em uma mudança na imagem, a Fiat promove não só o lançamento do Argo em si, mas a ampliação da oferta de acessórios da Mopar, assim como planos de assistências pós-venda relacionados com a divisão de equipamentos da FCA. Menor que o Punto, porém, mais pesado, o compacto feito em Betim tem sua gama feita para atender não só os clientes deste último, mas também do Palio, tendo assim que trabalhar em uma faixa de preço e proposta ampliada, indo de R$ 46 mil até R$ 81,2 mil.

Note que até o espaço (em preço), que foi do Bravo, acabou sendo ocupado. Ou seja, a missão do Argo também é ser o topo de linha dos carros de passeio nacionais da Fiat até a chegada do sedã, que será feito na Argentina. Apesar da boa oferta de equipamentos, a novidade traz muitos opcionais, o que encarece o preço final de algumas versões, especialmente aquelas que terão grande saída, como a Drive.

A expectativa em torno do Fiat Argo é grande por parte do mercado e não sem razão, pois trata-se da mair investida da ex-líder de mercado em muito tempo por aqui. Também marca a redução de sua enorme gama de modelos, que agora passa a ser mais racional, evitando uma diluição das vendas e concentrando nos carros que realmente poderão corresponder em vendas e lucros.

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Então, andar no Argo seria averiguar se a mudança na Fiat foi além do esperado ou se não passava de mais um produto com proposta bem local, como os mais recentes Uno e Mobi. Afinal, quem quer virar a página, começa com uma percepção de produto diferenciada, embora sem deixar que sua identidade seja comprometida por algo que seria muito distinto aos olhos dos clientes fiéis da marca. A picape Toro é um bom exemplo, já que parece mais um Jeep que um Fiat, embora sua origem (e a dos irmãos “americanos”) seja de fato a marca italiana.

O test drive do Fiat Argo revelou em parte que essa mudança chegou ao fabricante italiano, tendo algumas características anteriores bem claras e outras realmente novas, com boas impressões. Comparado com outros rivais, o modelo em estilo é contemporâneo, seguindo a linha do que se espera de um compacto de 4 m sem pretensões ao luxo ou à performance esportiva.

A cor azul Portofino é realmente chamativa, reforçada com seus detalhes em vermelho, que faz o olhar alheio desviar da condução por alguns instantes no intenso trânsito. Mais discreto, que um HGT azulão, o Precision em tons de prata ou branco até passa despercebido da maioria, mas hoje em dia, com a ampla cobertura nas redes sociais, até mesmo quem não tem pretensões de ter um carro, sabe do que se trata o compacto de linhas joviais recheadas de toques esportivos.

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Fiat Argo – Impressões ao dirigir

Rodando inicialmente na versão HGT 1.8 manual, percebe-se que o Fiat Argo não é realmente um esportivo, como seu visual aponta, mas um carro bem mais equilibrado. A posição de dirigir em um pouco mais elevada, mas nada que prejudique um motorista de estatura alta. O banco em tecido mais áspero segura o corpo razoavelmente bem e todos os comandos estão onde deveriam estar, sem necessidade de malabarismos em algumas funcionalidades.

O volante tem uma boa pegada e ajustes completos. Interessante é que o ajuste de altura do assento tem sua alavanca alterada de lado dependendo da versão. A visibilidade geral é boa e não percebemos pontos cegos críticos. O Fiat Argo veste bem inicialmente, mas uma característica chama atenção e, por conta do teste curto, ainda não sabemos se será positiva ou não mais adiante. O pedal do acelerador é inclinado para a direita.

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Durante a condução não forçou ou cansou o pé, que fica ligeiramente torto em relação aos demais pedais, ocultando parte do calçado atrás do revestimento do console inferior. O câmbio tem muito de outros modelos da Fiat, mas não é impreciso. Tem curso longo e é macio demais. Fora isso, não comprometeu o emprego correto das marchas. O pedal de embreagem é macio também e tem a função secundária de acionar o Start&Stop, que funciona sem trancos.

Para os pouco mais de 1,2 mil kg do Fiat Argo, o motor E.torQ 1.8 Evo com até 139 cv é suficiente para uma proposta equilibrada. O propulsor apresenta melhor saída que em modelos anteriores da marca, tendo uma resposta melhor em baixa. Mas, o compromisso do conjunto motor/câmbio é mais para o conforto e economia. As respostas ao pedal em retomadas e acelerações fortes inicialmente é mais lenta que o esperado, mas nada que prejudique a performance de modo geral. Apenas não é o esportivo que se espera do HGT.

Rodando a 110 km/h, o ponteiro marca 2.700 rpm. Nesse caso, o nível de ruído a bordo é bom. Da mesma forma, de olho no conforto, o conjunto de freios não tem uma pegada mais forte, enquanto a suspensão tem uma boa calibragem, mesclando bem maciez e melhores respostas aos pisos ruins com um equilíbrio bom em curvas e mudanças rápidas de direção. Falando nesta, finalmente a Fiat abandonou a ideia de uma função City e deu ao Argo um sistema mais bem progressivo e eficiente. É bem leve e gostosa de manusear.

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Precision 1.8 AT6

No Argo Precision 1.8 AT6, a coisa muda de figura em termos de condução. O conjunto apresenta um comportamento melhor com trocas de marchas suaves e precisas, bem como reduções pontuais. Focada também no conforto e economia, a caixa automática retém um pouco a força do E.torQ 1.8, mas responde de forma adequada nas retomadas e saídas mais rápidas.

As mudanças manuais na alavanca e no volante extraem um pouco mais do propulsor, mas com liberdade limitada nas trocas. O Start&Stop nesse caso atua de forma mais áspera que no manual, mas nada que prejudique o conforto no anda e para do trânsito. Sem dúvida, a opção automática se mostrou bem adequada para o que se espera do Fiat Argo.

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No caso do Fiat Argo Drive 1.3 GSR, terceira opção de câmbio do novo compacto, tivemos uma impressão bem diferente daquela vista no Uno Dualogic 2017. Como já comentado na ocasião do lançamento do Mobi Drive GSR, o automatizado da Fiat mudou de nome e a empresa disse que se tratava do mesmo conjunto do Uno atualizado, testado em Belo Horizonte. Lá, não houve percepção das novidades introduzidas, onde o desempenho melhor é naturalmente atribuído ao motor Firefly 1.3. O mesmo se deu na Avaliação NA.

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Drive 1.3 GSR

De volta ao Fiat Argo, a versão Drive 1.3 GSR mostrou aptidão semelhante ao do Mobi Drive GSR. O automatizado mais recente da Fiat apresentou respostas melhores nas trocas de marchas, bem como nas reduções e percepção das intenções do condutor, segurando a marcha para uma retomada, por exemplo.

Aqui, vale lembrar que a condução só fica interessante se o motorista aliar ligeiramente o pé nas trocas de marchas, dando tempo ao sistema para o acionamento da embreagem e resposta seguinte do motor. Neste último, o Firefly 1.3 mais uma vez respondeu bem ao que se esperava, mesmo em um carro bem maior que Uno e Mobi.

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No trânsito urbano, com bom tempo em vias de trânsito rápido, ele mostrou agilidade e deu ao Argo GSR mais ânimo que no Uno. Esse automatizado também tem paddle shifts e vem com a função Sport, que aumenta o ruído e não deu tanto a resposta que esperávamos. Por conta do tempo e da quantidade de jornalistas no evento, não foi possível andar no Argo Drive 1.3 manual, o que fica para próxima oportunidade.

Ainda falando do Drive GSR, notamos que o Argo nessa versão apresenta mais conforto em ruas de pisos ruins, dado ao material rodante de menor tamanho e com pneus de série 60. Freios e direção tiveram a mesma resposta das versões com motor 1.8. No acabamento, mescla visual de Precision com HGT, herdando o cinza no painel do primeiro com as portas em preto do segundo.

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Comandos manuais do ar-condicionado e um cluster analógico com computador de bordo simples são facilmente notados. O console dos botões do GSR tem elemento vazado, diferente do automático de seis marchas. O acabamento de modo geral é adequado e o pacote de segurança é bom. Essa versão custa R$ 58.900, mas completo como na versão testada, alcança exatos R$ 62.000.

Nestas primeiras impressões ao dirigir, o Fiat Argo se saiu bem. Não surpreendeu em performance, embora a dirigibilidade seja boa. O conforto a bordo é bom também, assim como o espaço para quem vai atrás e seu porta-malas. As opções testadas deram resultados bem distintos entre si, o que mostra que pelo menos não haverá sobreposição de propostas. Das três opções, o conjunto mais interessante se deu na Precision 1.8 AT6. Mais adiante, teremos mais tempo com o Argo e em breve iremos experimentar o Drive 1.0, que terá evento separado.

Fiat Argo – Galeria de fotos

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4.0

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225 Comentários

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  • Sei lá hein. Eu particularmente gostei do carro, mas já tô vendo muita publicação comentando falhas na posição de dirigir: pedal torto ou muito deslocado pra direita em relação ao volante. Num carro desenvolvido em pleno ano de 2017 e que se pretende Premium são deficiências inaceitáveis.

  • Só não entendi por que a matéria não fala do principal: em um dos slides se lê “uso de aço hot stamping no pavimento e nas colunas A e B”. Isso o coloca no mesmo patamar de Up e Ka em qualidade estrutural, teoricamente, deixando diversos concorrentes pra trás (que usam apenas aços DP nestes componentes). Se fizeram um trabalho bom de projeto, o Argo tem potencial pra ter ótimo desempenho em crash-test. Isso muda perspectivas sobre esse carro. Vamos aguardar o teste.

      • Conforme o próprio funcionário da Fiat que apresentou o carro disse, os teste frontal foi feita a 54km/h e não a 64km/h como é padrão no Ncap. Vamos ter que esperar o teste do Latin Ncap, se demorar muito é porque a Fiat não tem interesse em patrocinar.

        • Se não patrocinar rápido é porque não é grandes coisas…veja como a VW correu para patrocinar o up pois sabia que ele iria bem e usaria isto como marketing.

    • Até me animei com esses slides. Mostra que a Fiat está começando, mesmo que tardiamente, a se preocupar mais com a segurança de sua linha nacional. Seria muito interessante se eles patrocinassem logo o teste do LatinNCAP.
      Se tiver um resultado bom, as minhas decepções com relação ao carro ficarão restritas ao design mesmo (leia-se: essas portas, meu Deus, por que essa pobreza nas portas!? E também essa grade, por que tão datada?!).

  • Se essa for mesmo a estratégia da FIAT (ocupar o lugar do Bravo), ela errou feio, porque cai naquela velha história que a VW (por exemplo) enfrenta: Por qual motivo terei um carro de 81k (com todos os opcs) se o mano ali do lado tem o mesmo carro (refiro a chassis e design) por “meros” 47k? O cara que paga 81k quer exclusividade pra pagar nas noitadas cás gata e isso esse carro não terá (ainda mais vendendo 6k unidades / mês).

    Em suma, dificilmente verá muitas unidades dessa versão topo de linha nas ruas, terá bastante no TD só pra mostrar que o carro é fodão e pica das galáxia mas ninguém levará o poney pra casa.

        • Hehe é um baita carro, sem dúvidas. Sobre ele, em particular, eu li que o câmbio CVT tem problemas de aquecimento (ou algo assim). Sabe confirmar a informação? No mais, eu acho tesão mesmo esse carro hehe…De qualquer forma, tem CR-V 2013/2014 por 80 mil…só um pequeno exemplo.

          • Sim, a esperança(que provavelmente vai desapontar) é a rota 2030 melhorar as coisas, mas hoje não dá pra comprar carro 0km.
            Até onde sei, nas primeiras unidades aquecia, depois resolveram o problema, os que estavam aquecendo foram pra recall

            • Hum! Entendi Raul, bacana ler isso. Eu acho que ele tem um preço equilibrado por tudo o que oferece. Se a pessoa estiver disposta a gastar mais com combustível, pode ser uma boa pedida mesmo.

          • Leonel, é assim: Os aquecimentos muitas vezes comentados eram nos primeiros modelos que usavam um oleo não especificado para nosso clima e o carro que não tinha trocador de calor.

            Colocaram o trocador de calor, mas se vc quiser andar acelerando sem dó durante periodos longos (e acima de 5000rpm), o cambio também aquecerá. E isso não é só “mal” da Mitsubishi.

            • @edsonfernandes:disqus obrigado pela explicação! Você sabe me dizer o ano/modelo que isso era comum/ocorria? Eu já me interessei por ele, mas não foi o alto consumo de combustível (dito por uns) que me afasta dele e sim essa leitura que eu tive. Eu ando bem tranquilo e jamais andaria longos períodos em alta rotação. Seria algo para ultrapassagem mesmo…hoje o meu, quando viajo, anda próximo dos 4000 rpm, mas é porque é 1.0 e aos 100 kM/H já passou dos 3000 mil rs…

              • Os modelos que ocorreram foram de 2011 a 2013. Mas no Lancer geralmente o giro em 120km/h fica em baixos 2600rpm. Mas para ultrapassar e até brincar no sequencial (pelas borboletas) não tem problema. Negocio é ficar sem parar em regime de rotação alto, aí irá aquecer mesmo.

          • Brasileiro médio quer comprar carro zero km e deixar o seu na concessionária como parte do pagamento. Perde duas vezes, deixando o carro em vez de vender por mais para um particular e comprando o zero km, que perde muito valor já no primeiro dia de uso..

            • Li em algum lugar que está muito ligado a cultura, não somente do brasileiro, mas da América do Sul mesmo. O carro ainda é visto como objeto de sucesso, status, logo, muitos se arriscam em dívidas pesadas, andar com carro sem seguro e assim por diante para “ostentar” um zero km. Enfim, como dizem, “cada cabeça, uma sentença”.

              • Verdade, tem muita coisa envolvida, querem demonstrar prosperidade a qualquer preço, mesmo não sendo próspero e pagando em 72 vezes, rs .Não sou contra compra de carro zero, sou contra as loucuras que as pessoas fazem para tê-lo. Conheço gente que acaba de pagar o carnê de um já vai na concessionária financiar outro, mesmo que o atual esteja bem conservado.

                • Não teve um cara aí que estava comprando um Hilux de 100 mil, mas que devia 70 de prestações. Aí você vê: o cara vendeu um carro de 100 mil com 70 mil de prestações atrasadas e já se enfiou em outro financiamento, segundo o que rapaz contou.
                  Brasileiro tem que ser estudado…

                • Eu concordo, penso igual. Tenho nada contra, só acho que tem que ter a cabeça no lugar. Uma colega da minha esposa chegou a pagar R$750 por mês, na época, claro e ganhava pouco mais de R$1.300,00. Claro, morava com os pais e etc, mas, como tem coragem? Enfim…acho que cada um sabe de si, mas eu não faço “loucura” para ter um carro.

                  Se um dia eu tiver um zero, é porque ou paguei a vista ou porque as prestações são absolutamente saudáveis, ou seja, não compromete em nada o meu orçamento.

        • Discordo @disqus_63xELQmBYp:disqus. Ambos apresentam os prós e contras no momento da compra, cabe ao consumidor avaliar isso. Como eu disse, com os preços atuais, eu considero 0 KM inviáveis.

    • Exato, podem falar o que for, mas quem compra um carro de 80k não quer ser confundido com o que compra um de 47… carro tem um apelo visual muito grande, boba é a montadora que não percebe isso.

      • E se um carro parte de 47k, só muito maluco para pagar 80k no mesmo carro, com mais plástico e outros acessórios. Igual o Sandero Stepway, mais altinho e cheio de plástico e bem mais caro que o de entrada. O Compass de 100 mil vende bem porque a turma não pega o Renedade ou o HR-V topo de linha.

  • 58K em um 1.3 automatizado e 68K em um 1.8 AT…as versões mais interessantes estão uma pequena fortuna…e pra quê motor 1.0 em um carro como esse? Com esse peso já prevejo desempenho e consumo medíocres como no Punto 1.4…

  • A versão 1.3 manual com todos os opcionais custa 59,800 Reais, bem salgado para a proposta do carro, verifiquei outras opções do mercado como Citroen, Peugeot e Hyundai, mais conteúdo eu encontrei nestes carros: C3, 208 e HB20.

    Algo que eu quero particularmente testar é a dita posição de dirigir, sofreu várias críticas da imprensa, se confirmando será um balde de água fria.

  • Quem assina essa matéria? Conta aí… é muito “em cima do muro” ou ficou com medo de falar a verdade (seria pelos fanboys?). Pelo menos a versão 1.8 desapontou o analista. Vamos rever alguns (vários) pontos do texto:
    “Menor que o Punto, porém, mais pesado” – mais pesado que o Punto?! O Punto já era pesado pra categoria, imagino esse aí… onde estão os aços especiais, mais leves?!
    “revelou em parte que essa mudança chegou” – então, não impressionou.
    “na versão HGT 1.8 manual, percebe-se que o Fiat Argo não é realmente um esportivo” – escapamento esportivo, cor esportiva, painel esportivo, roda esportiva e não era pra ser esportivo?! Só pq tem desempenho de up! 1.0 e Uno 1.3?
    “A posição de dirigir em um pouco mais elevada, mas nada que prejudique” – pfff… mais um “altinho”. Pelo jeito não agradou.
    “O banco em tecido mais áspero segura o corpo razoavelmente bem” – traduzindo: é fraco
    “O pedal do acelerador é inclinado para a direita (…) o pé, que fica ligeiramente torto em relação aos demais pedais, ocultando parte do calçado atrás do revestimento do console” – caramba! é muito torto! Ganhou do Uno!
    “O câmbio tem muito de outros modelos da Fiat, mas não é impreciso.” – ou seja, não é bom.
    ” As respostas ao pedal em retomadas e acelerações fortes inicialmente é mais lenta que o esperado” – ah, esse desempenho deve ter decepcionado bastante o rapaz avaliador…

    • O carro veio para agradar a gregos e troianos, a verdade é essa. O meio termo existe nele. Não tem “8 ou 80”. A posição de dirigir não é tão baixa quanto num Gol e nem tão alta quanto no Fox que é extremamente alto quando está na posição mais baixa (tenho 1 e garanto que é alto), a versão HGT cumpre seu papel de ser mais esportiva que as outras versões, tendo ajuste suficientemente bom para agradar quem quiser um pouco que seja de diversão ao volante. O banco em tecido, tem o tecido mais áspero em COMPARAÇÃO com o de COURO do Precision. O pedal do acelerador não incomoda em nada, já tive Palio 2006 com acelerador daquela maneira que simplesmente acho mais confortável que o acelerador reto do Fox que ainda é torto em relação ao volante. Mas, o Argo tem que ter essa legião falando mal, pq ele chegou para abalar o mercado de hatch compacto.

    • Só achei estranho a matéria não tirar a dúvida do projeto. O povo tá se matando aqui e até agora não consegui entender se modificaram a plataforma mais antiga de maneira positiva ou se usaram uma plataforma velha mesmo.

          • Eu acho que é jeitinho brasileiro. Postaram em outro blog comparando os carros da linha Fiat e a diferença entre as plataformas.

            Deixou a entender que é uma misturinha de leve. Como 80% é novo e o carro ainda é mais pesado?

      • Pelo que li, é a plataforma antiga do Punto nacional melhorada. Aí é que tá. A plataforma do Punto nacional é diferente da plataforma do Punto italiano. O europeu usa a mesma do Opel Corsa congênere. O punto nacional, na época, informaram ser uma evolução da 326 (família Palio).
        Já está mais que provado que o uso de uma plataforma antiga não interfere muito em segurança, até porque o próprio Palio atual se saiu melhor que o Onix, que tem uma plataforma notadamente mais nova e moderna.
        O problema que vejo, neste caso, é o peso do carro, principalmente nas versões mais equipadas que chegam a ter um peso próximo aos dos médios modernos. E isso influencia no desempenho e no consumo.

        • Sim, vejo o pessoal aqui perdendo a calma, mas se a plataforma teve modificações que fizeram dela eficiente, ok. Sem problema.
          A mesma coisa o motor do Onix que tem base antiga, mas na atual medição do INMETRO o 1.0 é tão eficiente quando os 1.0 3 cilindros, então não vejo problema

    • Sério é. O site é bom. Quanto a “interesses”, é bem o contrário. Pode falar “é bom” ou “é ruim”. O problema é ficar no “até que não atrapalha”, “não é impreciso”…
      O negócio atrapalha ou não. É preciso ou não.

    • Cara, eu tento entender você como leitor, e o jornalista.
      É complicado a matéria ser muito parcial, impactante, imagino que deve rolar muitas coisas por trás dos bastidores.
      Mas a matéria foi boa, e ele contou todos os pontos positivos e negativos.
      Alias, todas as matérias sobre o Argo são bem parecidas.

      E sinceramente, alguma novidade aqui !?

      Vamos lá, o eTorq 1,7452624462l já nasceu meio torto, tentaram melhorar ele nessa última atualização, e agora ele passou de ruim para aceitável.
      Mas considerando que esse carro pesa mais que um Civic G9 1.8 MT (que é um sedan consideravelmente maior), não há milagres, o desempenho nunca iria empolgar.
      Talvez ser justo, como ele falou.

      Sobre o câmbio, tirando esses novos automáticos (conversor de torque), qual câmbio que a Fiat fez que foi excelente?!
      Nenhum, com exceção o italiano do Bravo TJet.
      Nos manuais, 5 marchas, engates longes e não tem a precisão exemplar.
      E nos Trancologics, o mensagem já é subliminar.
      Alias, todos os automatizados mono embreagem é uma gambiarra que nunca funcionará bem (seja Fiat, VW, Chevy, todas).

      A Fiat sabe dos seus pontos fracos, e sabiamente investiu no resto (que alias, é o que vende carro pra muita gente rs), telas pra todo lado, coloridas, grandes, divertidas… Acabamento me parece estar interessante, entre outros pontos.
      Segurança me parece estar Ok também.

      Enfim, é um carro que não me atraiu em nada.
      Mais do mesmo.

      Era fã do Punto, pra mim continua sendo o carro mais belo que a Fiat já fez por aqui.

      []s

      • Exatamente! O pessoal precisava ter um pouco mais de empatia para com os jornalistas. Esse evento foi de pré-lançamento para um grupo reduzido de veículos de imprensa. Ganha no ineditismo de poder dirigir a novidade primeiro, porém perde a autonomia pra descer a lenha sem escrúpulos. Só teremos uma avaliação mais sincera quando os carros de teste forem cedididos.
        Quanto ao motor, acho que além do peso, o maior problema eh a calibração adotada para priorizar o consumo e emissão de poluentes. Os valores de potência e torque não estão fora do esperado para um motor desse tamanho, eh páreo aos japoneses equivalentes. Contudo, eh bem provável que transmita aquela sensação anestesiada, sobretudo com caixa automática. Uma alternativa eh instalar o touch booster que ajuda bastante a amenizar este comportamento. De qualquer forma, eu encaro o HGT como uma versão esportivada equivalente a um Sandero GT Line. Talvez mais pra frente apareça uma variante realmente esportiva com motor turbo pra encarar o Sandero RS. Ainda assim tá melhor que a GM que coloca meia dúzia de adesivos sobre a carroceria e um kit TG poli pra fazer uma versão diferente do Onix.

  • Pedal do acelerador inclinado pra direita! Pq não pensaram nisso antes? Antes de criticarem, reparem na posição dos pés quando vocês dirigem. O calcanhar sempre fica em uma posição entre freio e acelerador, ou seja, quando acelera, o pé fica ligeiramente inclinado para a direita!

  • Argo 1.0 – R$ 46.800,00
    Ka 1.0 – R$ 43.760,00 (diferença de R$ 3.040,00)
    HB20 1.0 – R$ 42.500,00 (diferença de R$ 4.300,00)

    Argo 1.3 – R$ 53.900,00
    Etios 1.3 – R$ 46.090,00 (diferença de R$ 7.810,00)
    Etios 1.5 – R$ 51.290,00 (diferença de R$ 2.610,00)
    Ka 1.5 – R$ 48.090,00 (diferença de R$ 5.810,00)
    HB20 1.6 – R$ 52.380,00 (diferença de R$ 1.520,00)

    Argo 1.3 Automatizado – R$ 58.900,00
    Etios 1.3 Automático – R$ 50.990,00 (diferença de R$ 7.910,00)
    Etios 1.5 Automático – R$ 56.190,00 (diferença de R$ 2.710,00)
    Onix 1.4 Automático – R$ 56.790,00 (diferença de R$ 2.110,00)
    HB20 1.6 Automático – R$ 56.880,00 (diferença de R$ 2.020,00)

    Argo HGT 1.8 – R$ 64.600,00
    Sandero RS 2.0 – R$ 63.400,00 (diferença de R$ 1.200,00)

    Fonte: Sites dos fabricantes

    • O Hb20 confort não concorre com Argo, concorre com onix joy, o ka é menor e montagem deixa a desejar…
      No outro pelotão, ele é mais caro, mas já vem central e start stop, regulagem do volante, coisa que hb2p não tem, apesar do motor maior
      Ai já é covardia kkkkkk

    • Muito bom o comparativo de preços, porém as versões estão mais sendo comparadas por preço do que por produto. Sugiro fazer uma comparação baseada no produto, pois a Ford posiciona o Ka 1.0 para concorrer com o HB1.0, o Ka 1.5 para concorrer com o HB20 1.0 turbo e o Fiesta 1.6 para concorrer com o HB20 1.6. Por tanto o comparativo correto seria Ka 1.0 x Argo 1.0, Ka 1.5 x Argo 1.3 e Fiesta 1.6 x Argo 1.8.

    • bom comparativo. pra mim fica evidente que o argo ficou caro demais. em que pese o fato de ser lançamento ou ter um acabamento melhor do que os demais na sua categoria. se o único fator de comparação fosse acabamento, eu acetaria levar algo mais simples para pagar menos. Outra coisa que me chama atenção nesse comparativo diz respeito ao etios. Olha que eu acho o etios feio demais, por dentro principalmente, mas prefiro um at4 do que essa cambio gsr da fiat.

    • Concordo com vc, um detalhe é que a Fiat e mestre nos “descontos”, quando esta virando o més todas as concessionarias abrem as pernas, sem falar dos descontos para CNPJ, produtor rural e PCD.

  • Só um teste mais profundo, mas todos estão dizendo a mesma coisa sobre o carro, que não tem pegada esportiva, que o motor podia ter mais cavalos… eu queria ver falarem do acabamento, montagem, espaço traseiro.

        • Carros com camanzi?
          Você comenta: “mas todos estão dizendo a mesma coisa sobre o carro”! Estamos falando aqui no NA! E aqui, como disse, não vi ninguém, absolutamente ninguém falando sobre falta de cavalos no motor!
          E se é sobre os sites automotivos, o NA fala do bom acabamento sim, além do espaço, ou você já está falando de outra pessoa/página/youtube?

          • Falando dos jornalistas que andaram no carro, vai lá no youtube e veja o vídeo… sobre o acabamento, quem disse que eu falei mal? Nem entrei no carro ainda, e todos os jornalistas estão falando bem do acabamento/montagemm/espaço.

            • Onde eu escrevi que você falou que o acabamento é ruim?
              No seu primeiro comentário, você falou: eu queria ver falarem do acabamento, montagem e espaço. Por isso eu disse que nesta matéria do NA, ela fala do bom acabamento e do espaço, entendeu?
              Faltou você especificar melhor o que você estava querendo dizer.
              Dizer “todos estão dizendo a mesma coisa” é algo que fica difícil adivinhar que você está falando de jornalistas, não é verdade? Até por isso eu falei que havia lido todos os comentários e não havia lido ninguém reclamando de falta de cavalos.

          • Ela também comenta que o desempenho não eh lá grande coisa pra uma versão esportiva, o que dá na mesma que falar que falta potência. E assim como os outros, ela também se conteve nas críticas. Pessoal não se atentou ao fato de que foi um evento de pré-lançamento para um grupo reduzido de jornalistas. Além das restrições de tempo e percurso. Até onde eu vi ela foi uma das primeiras a publicar vídeo sobre o carro, nem os valores eram conhecidos ainda. Largou na frente, mas perde o critério minucioso da avaliação. Aí fica parecendo um vídeo de apresentação só. Enfim, não dá pra ganhar em tudo.

            • Repito de todos os vídeos foi o mais honesto até agora.

              Ela mostrou espaço interno, detalhes de acabamento, falou o que era opcional e o que não era, disse que realmente faltava o ESC e TC nas versões básicas.

              Creio que ninguém quer se queimar mas o vídeo dela foi o mais neutro eu diria. E também creio que ninguém teve tempo ou possibilidade de pegar o carro por horas para fazer um vídeo mais minucioso.

              Isso deve ficar mais para frente.

  • Central sem gps acho tão “desnecessário”, ainda mais num carro que pode passar dos 80k.
    A Fiat poderia ter mantido o bravo em algumas versões, trocar o dualogic por at6. Tbm já passou da hora da Fiat trocar estes câmbios manuais ( Mt6 conhecem?)
    Se até popular já tem, estes câmbios manuais da Fiat são horrorosos.

  • Vendo o que ele oferece na versão drive 1.3, pra mim fica nítido o quanto a Hyundai errou em tirar do catálogo a versão comfort style…
    Eu tenho um comfort style e não teria opção de troca na Hyundai por um carro com os mesmos ítens, teria que “regredir” para o plus ou partir para o Premium que custa mais de 60 mil reais e não tem versão manual. Se fosse trocar de carro hoje, provavelmente olharia com muita atenção pro Argo, porque o Onix não me “desce” de jeito nenhum.

  • comparando com os concorrentes o preço é meio salgado se colocar todos opcionais. Se os opcionais fossem itens de série estaria num bom patamar em relação aos concorrentes…achei tenso ter que pagar a mais pra ter +2 airbags num carro de 70 mil reais

    Argo HGT 1.8 AT6 – R$ 70.600 sem opcionais
    Argo HGT 1.8 AT6 – R$ 79.600 com opcionais
    HB20 1.6 AT Premium com blueMedia® – R$ 67,720
    208 1.6 griffe – R$ 69,190
    fiesta titanium plus 1.6 at – R$ 73,090
    Onix 1.4 LTZ – R$ 63,300
    sandero RS – R$ 63,400
    Gol Highline 1.6 Automatizada I-MOTION – R$ 60,033

    ps: os preços busquei nos configurações dos sites das marcas

    • Acho ridículo essa política de opcionais da fiat. Basicamente ela te força a levar algo que vc não quer para ter algum opcional que deseja. Alias, essa do airbag lateral já to imaginando que vai ser a mesma história que aconteceu comigo quando fui fazer um test drive na toro. A moça que me atendeu na ccs simplesmente disse que não tinha nenhuma versão disponível na ccs com o pacote de segurança, que adicionava mais airbags. Teria que esperar meses até vir. E procurando na internet relatos de quem comprou esses pacotes, encontrei varias reclamações da demora excessiva depois da compra para vir o carro na configuração comprada. Então pra mim já cheira a fria esses pacotes. Fora isso, pra mim outra fria é esse motor 1.8 etorq. Não que ele não de conta do carro, mas eu esperaria possivelmente para o lançamento de uma versão 1.3Turbo. Não levaria esse carro agora.

      • poisé, eu fico imaginando a confusão que isso gera no pós venda da fiat com esses opcionais, uma pessoa que querer 4 airbags vai ter que procurar alguém que adicionou esse pacote ou se quiser os airbags extras e outra coisa vai ter que procurar alguém que colocou, ao invés de ter as versões únicas com tudo incluído..

  • Só eu acho que nas versões 1.8 um apoio central de braço de série é FUNDAMENTAL? Andava num Fox 08 1.0 e depois mudei pra um Focus 2013 e… sinceramente, não vejo como ficar confortável em longas viagens depois de mudar pra um carro com apoio central. Pra mim, é O ITEM DE CONFORTO MAIS IMPORTANTE NUM CARRO.

    Agora, além disso, não vir com freio a disco nas 4 rodas é MUITA mancada.

  • Partir de 46 mil é demais né… num 1.0 basicão… parabéns a Fiat e as outras montadores pelo apreço ao consumidor com seus novos modelos! Popular 0 km nunca mais!

  • Se usando “aços especiais” ficou com esses pesos, imagina com aços normais, pesaria mais de 1,5 T, vou experimentar um seminovo daqui uns 15, 18 meses.

  • As rodas do carro vermelho são idênticas às do HB20, que falta de criatividade. Mas falando sobre o carro, acho bem difícil os atuais proprietários de Punto, Bravo e Linea, modelos que foram descontinuados e terão sua desvalorização bem acima da média, pisarem novamente em uma concessionária Fiat para trocar seus respectivos veículos por um carro de categoria inferior e preço abusivo. Essa estratégia, ou falta de, em encerrar um modelo só desprestigia a marca.

    • Pelo que li de comentários de donos de Punto nenhum deles trocaria…

      Fato é que esse carro ta substituindo o Palio, tem o discurso de substituir o Punto apenas para ajudar nas vendas para quem é leigo.

      Como pode um projeto novo usar uma plataforma 80% nova, ter 1cm a mais de entre-eixos e ainda ser mais pesado do que o carro que usava a plataforma antiga?

  • É ruim lê jornalista falar que o carro é novo que tem aço bom, e tudo mais, mas esquece de falar de coisas ruins como plataforma absoleta e com remendo, se fosse usada a plataforma do Punto ai sim ia ser uma evolução, pena que nos brasileiros pagamos caro por um produto velho.

  • Eu não gosto do Dualogic, mas se for para por esse tal de GSR ao menos colocassem uma alavanca convencional pra distanciar do Uno… entretanto, se viesse CVT ou AT6 já na 1.3 Firefly cravaria a liderança do segmento.

    • Eu não sei se bate o Onix em vendas, nunca vi os números por modelo da GM mas creio que os 1.0 (Joy ou LT) devem cobrir bem.

      Se colocar 1.3 AT6 no Argo o preço sobe demais. Pode vender mas não creio que desbanque o 0-nix.

      • Eu creio que as versões mais equipadas, tais como o Onix Activ que perderão mais possíveis clientes… e depender do marketing a Fiat roubará clientes de modelos como 208 e afins, podendo até roubar clientes de modelos como Golf, pois brasileiro é cabeça dura e vai pegar um Argo HGT 1.8 ao invés de um bom Golf 1.0 TSI.

        • Concordo que o Danonix Activia possa perder vendas sim. Agora você tocou num ponto, quando vem a versão Adventure do Argo? kkk

          Eu não sei se o consumidor real mais informado compraria um Argo frente a um 208 ou Golf.

          • Deverá vir com o tempo, bom a Fiat está colocando como um novo patamar no segmento, vão por como “premium”; e em acabamento o mesmo é bom, não podemos negar. Então aqueles que gostam da Toro e Renegade, desta nova linha FCA, irão curtir o Argo.

            • Sim, o acabamento interno é realmente bom. Não vi pessoalmente mas nos vídeos detalhados está excelente.

              Ainda acho que o Argo veio para ficar no lugar do Palio, isso de falar que é um carro para substituir o Punto é conversa de vendas. Onde que o Punto tinha motor 1.0 ou onde que ele concorria com Onix, Hb20 e Ka?

              • Não duvido substituí-lo não, vejo nos slides o tamanho equivalente ou superior, bom aliás, melhor, acabamento que o do Punto, boa lista de equipamentos e design interno que agrada bastante. Os donos de Punto 1.4 poderiam passar pro Argo numa boa; donos de T-Jet não…Estes últimos não sei se estão querendo um Precision ou HGT 1.8.

                • Eu vou ser bem escroto agora, eu não curto isso de você ter um carro pelado, mais simples e depois um completo mais recheado.

                  Sempre gostei do Punto por isso, era um carro que não era popular. Creio que muitos dos que compravam também tinha isso como atrativo, fora que era projeto europeu (apesar das simplificações).

                  Não vejo isso no Argo, acontece a mesma coisa do Hb20, você tem o mais completo e o mais básico la com calotinhas, ajudando a subir preço de seguro pois tem gente que encomenda as rodas do mais completo…

          • Depende do patamar de cada modelo, creio que um dono de 208 iria num Fiat desta geração nova da FCA mas não iria jamais em modelos anteriores tais como Uno e Mobi. E se tivesse vindo o Tipo europeu ainda mais…

      • Estou achando que será assim…
        1.0: Onix, HB20 e KA a frente do Argo.
        Versões acima da 1.0 é que o Argo poderá surpreender… Não duvido esse 1.3 Firefly vender mais que o Onix 1.4.

        • Faz sentido!

          Só é triste o nível de equipamentos de série e a falta do ESC e TC no 1.3 manual.

          Se a Fiat quisesse era para ela ditar as regras no segmento…

          • Se ela quisesse mesmo colocaria um CVT para não ter que por já o AT6 e já teria um atrativo e tanto, pois o bom motor casaria muito bem com esse tipo de transmissão, pois o 1.4 do Onix só por Deus.

  • Primeiro review honesto que li sobre o Argo. A matéria crítica com consenso e reforça qualidades do projeto.

    Ao mesmo tempo mostra como tem uns pontos a melhorar, vide o pedal do acelerador virado para direita.

    Espero que o próximo review seja ainda mais honesto.

    Não me desceu um carro “novo” (por favor tentem explicar melhor essa plataforma) não vem com itens básicos de segurança como o ESC e CT de série em todas as versões.

  • Essa história de pedal do acelerador torto para a direita, é comum da Fiat. Vários modelos que utilizavam o motor Fire tinham essa característica, inclusive o Mille Fire Economy 13/13 que tive. Nunca me incomodou, no início estranhei um pouco, mas nada demais. O que de fato me incomodava era a proximidade dos pedais do Mille. Dependendo do calçado, você pressionava uma parte do freio e do acelerador ao mesmo tempo hahahahahahaha.

  • Gosto de ver os comentários aqui do NA, pq 30% tem Mercedes, 20% Audi, 20% BMW e outros 30% divididos em Land Rover, Porsche, Lexus e Infinity. Só tem magnata aqui.

    Obs: todo carro no BR tem que ter pelo menos 150cv e fazer de 0 a 100 em menos de 8s, pq nossas ruas e estradas são verdadeiras pistas de corrida.

  • Eu queria muito entender por que raios em pleno 2017, pagando os carros mais caros do MUNDO, ainda se fabricam carros por aqui com grafias de interfaces e botões em INGLÊS!
    Totalmente injustificável a meu ver e demonstra um belo descaso com o nosso mercado!

  • Hj fui na Fiat levar meu 500 pra um recall. Vi o Argo e o carrinho é bem feinho. Um Hb20, por exemplo, é umas 10x mais bonito. A impressão é de carrinho de entrada mesmo, nunca que vai substituir um Punto ou Bravo. VW Polo vai deitar e rolar nas versões mais caras.

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