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Fiat Argo: versão crossover do hatch deve estrear motor turbo

Fiat Argo: versão crossover do hatch deve estrear motor turbo

A FCA revelou recentemente seus novos motores turbinados MultiAir II, que em realidade são as variantes mais modernas e potentes da família Firefly brasileira, que é conhecida como GSE ou Global Small Engine. Na Europa, os motores T3 e T4 passam a fazer parte da gama do Jeep Renegade atualizado, mas e por aqui? De acordo com o site UOL, o primeiro produto do grupo ítalo-americano será um crossover derivado do Argo.


Este modelo estreará finalmente o equivalente com turbo e injeção direta do Firefly 1.3, que deve entregar 150 cavalos, conforme revelado pela montadora para o Jeep Renegade. Mas, esse crossover – que deve ter carroceria diferente da usada pelo hatch – não chegará por agora, mas somente em 2020. Até lá, a FCA pretende manter a gama atual de propulsores no mercado regional. Ou seja, o jipe da Jeep continuará com o E.torQ Evo 1.8 com até 139 cavalos, enquanto o europeu chegará a 180 cavalos no 1.3 Turbo.

Como se trata de um enorme investimento, a FCA estaria aguardando a conclusão do Rota 2030 para poder então aplicar recursos na filial brasileira, a fim de iniciar a produção futura dessa família por aqui. O propulsor 1.3 MultiAir II Turbo com 150 cavalos será o substituto nato do E.torQ 1.8, produzindo mais potência e torque, bem como melhorando enormemente a performance e a economia. Tal como já comentamos anteriormente, esse novo motor tem potencial para substituir também os Tigershark 2.0 e 2.4.

Fiat Argo: versão crossover do hatch deve estrear motor turbo


Da mesma forma que os Firefly 1.0 e 1.3 substituem os velhos Fire 1.0 e 1.4, o 1.0 MultiAir II Turbo deve ocupar o lugar que um dia foi do E.torQ 1.6, que já não é mais comercializado no Brasil. Produzindo 120 cavalos e 19,3 kgfm, esse motor cairia muito bem em versões de Argo e Cronos, assim como de uma eventual versão de entrada desse novo crossover.

A mudança de powertrain da FCA no Brasil deve ajudar na recuperação da marca que hoje ocupa o terceiro lugar entre os fabricantes. Além disso, segundo o site, a Fiat-Chrysler não deverá abandonar o diesel no país, diferente do que ocorrerá na Europa. O propulsor 2.0 Multijet II é muito importante para a picape Toro e os SUV Compass e Renegade, tendo ainda potencial para equipar eventualmente a futura picape média da RAM, que será feita inicialmente só por aqui.

Apesar da expectativa quanto aos novos motores, a Fiat anda trazendo de volta o velho Fire Evo 1.0 para equipar versões do Uno e reforçar a posição do Mobi. Só espera-se que isso também não ocorra com o Argo, numa tentativa de tornar o hatch ainda mais barato para tentar elevar as vendas.

[Fonte: UOL]

Fiat Argo: versão crossover do hatch deve estrear motor turbo
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Ricardo de Oliveira

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 23 anos. Há 12 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.

  • Jesonias Júnior

    Já estamos entrando na era dos híbridos e a Fiat ainda começando com os motores turbo! A Toyota também está pouco se lixando para turbos né? Fazer o que, se BR HUE continua comprando?!

    • Alexandre Borges

      A unica com motor turbo em carros mais acessiveis é a VW. O resto só em carros caros (GM) ou nem isso (Fiat, toyota, hyndai, etc) Mas tendo telinha brasileiro compra.

      • Jesonias Júnior

        Verdade amigo

      • Jesonias Júnior

        A VW está de parabéns

      • Filipo

        Hyundai possui motor turbo na linha HB20, mas não fez a leitura do mercado. Ela trouxe a versão menos moderna e potente do seu propulsor 1L turbo, para ficar entre o propulsor Kappa (1L) e o Gamma(1,6L), competindo com os 1,4L e 1,3L da concorrência. E é um bom propulsor, mas, no Brasil, consumidor de versões mais baratas ainda tem aversão a propulsorrs turbo, mais por receio quanto à durabilidade.
        Se ela tivesse trazido a versão mais avançada do 1.0T, com maior potência e torque, certamente venderia bem e não encalharia como o HB20 turbo que existe.

        • Jesonias Júnior

          Verdade heim! Fato que quem tá comprando turbo eh um pessoal que pesquisa bem e procura fazer uma compra racional. Então, quem traz porcaria, com a facilidade de pesquisas na internet, acaba sem conseguir vender.

        • Pedro Henrique

          maior problema do hb20 turbo é que andava menos que o 1.6, consumia mais combustível e custava mais que ele, isso dentro de casa…
          fora que vinha explicito que era turbo(uma alusão a potencia) enquanto a vw não menciona isso, apenas poe o foco em eficiência.

        • Danillo Santos

          Bem lembrado quanto à Hyundai e ford. Sobre esses motores turbo da Fiat, até concordo de que eles aguardem a definição do Rota 2030 para fabricá-los aqui (o que não impede de trazê-los antes disso, como importados pra já ir apresentando ao público); agora estrear esses motores com um crossover do argo não sei se seria a melhor decisão, pois há outros modelos com mais urgência de motores eficientes como Renegade e Compass. O segmento de Suvs está super aquecido

        • Edson Fernandes

          Filipo, veja agora que bizarro: O Ecoboost é vendido APENAS na versão Titanium e SEL. Mas a Titanium plus não.

          • Filipo

            Com a auto-sabotagem que a Ford Brasil promove, a concorrência agradece.
            Quando falo em auto-sabotagem, falo em leituras totalmente errôneas de mercado, estratégias incomprensíveis e etc.
            A VW de ontem é a Ford de hoje. Tomara que a Ford siga os passos da VW Brasil. Mas acho difícil!

      • Alvaro

        É verdade, nesse ponto a VW está correta em “democratizar” esses motores já que é a tendência do mercado internacional. Marcas como Hyundai, Ford e Toyota possuem excelentes motores turbo downsizing mundo a fora, mas parecem não fazerem menor questão de divulgar e estender a toda gama.

        Correndo por fora, temos a PSA que mais por falta de opção, equipa desde compacto até esportivo com 1.6 THP hahaha

        • Jesonias Júnior

          Pior que o conjunto motriz turbo da PSA é bomzinho até, o que ferra tudo é o restante do carro, a má fama que dá até medo de adquirir um modelo da marca. Eles deveriam trabalhar pesado pra mudar esse “status” no Brasil.

          • oscar.fr

            “o que ferra tudo é o restante do carro” Afirmar algo como isso é de uma enorme falta de conhecimento. Você deveria se informar melhor.

            • Jesonias Júnior

              Perdão se ofendi seu elevado conhecimento com minha ignorância. Favor desconsiderar tamanha “falta de absurdo”

              • oscar.fr

                Eu não tenho elevado conhecimento, apenas a experiência de quem há mais de 10 anos tem carros da marca e das outras franceses para achar falta de conhecimento e preconceito o seu lugar comum de que nada presta em um carro de marca Peugeot, sobretudo, quando tu prefere deixar em suspense o que seria todo o restante sem dizer o que não é bom em um motor PSA ou nos carros do grupo. É preciso abrir mais a mente, só isso.

            • Martini Stripes

              Mas é como a população em geral enxerga.
              E Yaris vai vender mais que polo e Virtus.

          • Estão trabalhando nisso. Ao menos na Peugeot o salto foi grande em satisfação segundo uma pesquisa da consultoria especializada JD Power em 2018, ficando entre a Honda e Jeep. Ficando atrás apenas da Toyota, Hyundai CAOA, Hyundai Brasil e Nissan.
            Deixando a Fiat na lanterna, seguida pela Renault e Citroen.

            • Jesonias Júnior

              Muito bom e contributivo seu comentário. Bom aprender com pessoas educadas como vc. Tem gente aqui que se pudesse acho que me agrediria. hahahaha

              • Infelizmente está cheio de gente assim nos blogs. Ficou como conversar sobre política ou religião… acaba sendo melhor evitar a conversa para não terminar em confronto físico ou agressões verbais. Por simples discordância as vezes, alguns não tem argumento para sustentar a posição ja parte para agressão verbal.

          • Max Peixoto

            cara, vc não sabe de nada, piloto de teclado, os carros da Peugeot são sublimes por dentro, toda a psa na verdade , carros macios e confortáveis, para que ta muito feio!!

            • Jesonias Júnior

              Mais uma vez perdão pela ignorância. Tenha uma boa semana amigo.

              • Fernando Gabriel

                Você esta certíssimo de razão amigo, só quem passou pela experiencia de venda destes carros, tem autoridade em dizer que precisam urgentemente mudar essa fama que ganharam ao longo dos anos. Carros que possuem excelentes equipamentos, mas o pós-venda é horrível.

                • Jesonias Júnior

                  Pois é amigo. Eu tive um Picasso e penei pra vender. TIve que entregá-lo por mais de 10 mil reais abaixo da tabela e foi uma alegria qnd vendi.

          • Alvaro

            Com certeza, a gozação está mais que praticamente todo o line-up usa esse motor, mas não é nenhum demérito, seria pior se oferecesse um motor jurássico no lugar.

            Mas voltando ao motor, sim é excelente, o que peca talvez seja o escalonamento do câmbio.

      • Mario

        Preços acessíveis? O preço do up!tsi não é nada acessível!! A Fiat já teve muitos carros com turbos, mas o preço inviabiliza!

        • Jesonias Júnior

          Verdade. No Brasil o preço de todos os veículos estão proibitivos! Lembra de quando o golf alemão chegou completasso no Brasil, em 2014, por R$ 75 mil? Hoje, o 1.0 turbo está por apenas R$ 92 mil e pelado! Triste realidade essa na qual vivemos.

      • afonso200

        HB20 tambem tem turbo

      • Igor Pricandi

        Alexandre você já pensou no item manutenção? Para quem compra carros zero muita tecnologia embarcada é ótimo. Mas para quem compra carros populares com mais de 60kkm é um terror. Na última revisão fiquei de papo com o consultor da concessionária e ele me relatando a diferença entre quem tem um golf e up. Ele citou que há duas bombas de combustível, uma de baixa pressão e outra de alta. Se quebra a de alta o preço da peça gira em torno de 2 mil reais, tanto para o golf quanto para o up. A diferença é que quem compra o up quer preços de manutenção de fusca. Chiadeira inevitável. Já quem tem golf não reclama, paga. Sendo assim, quanto mais componentes, mas probabilidade de quebras e dor de cabeça para quem compra depois do fim da garantia. Isso vale para todas as montadoras. E nesse momento os motores da fiat, os tais firefly, mandam muito bem.

        • Iran Borges

          Exato. Ninguém quer carro usado muito tecnológico, principalmente depois da garantia. Depois que o carro atinge uma certa quilometragem a pessoa fica com medo de começar a ter muito gasto com manutenção. Eu, por exemplo, tenho medo de comprar qualquer VW usado com motor TSI.

          • Jackson A

            não é só vc, eu mesmo nunca compraria um usado turbo, ou é novo ou nada feito.

    • Raimundo A.

      A Fiat começando com os motores turbo? Você desconhece Uno, Tempra, Marea com Turbo? Mais recente, Bravo, Linea e Punto T-Jet? Os motores eram importados, mas tinha a oferta de versões com turbo.

      O problema é que o povo adora o flex e ter motor turbo flex sem bom rendimento acho melhor não ter. Os Firefly Turbo ou T3/T4 MultiAir II tem mais tecnologia e virando flex podem ter rendimento superior do quem um T-Jet flex que a Fiat testou e não gostou devido ao rendimento ruim com etanol.

      Por enquanto, a marca não está ofertando os T-Jet, até porque mal vendiam e o motor era importado. Se há uma nova geração de motores que já é feita aspirada aqui podendo ser turbo flex, resta-nos esperar a oferta e isso, como já disseram, depende das definições da legislação ambiental e análise do mercado para produzir localmente. Isso, ao meu ver, não impede como ocorria com os T-Jet ter versões de menor saída já usando T3 e/ou T4, mas não seriam flex.

      Não adianta o povo cobrar motor turbo e não comprar. A Hyundai vende o HB20 turbo e é uma raridade este e a marca optou por usar motor mais simples tendo no exterior variante com injeção direta.

      Também não adianta falar em híbridos se a maioria das marcas com produtos mais acessíveis não oferta a valor que muitos possam comprar. E a Fiat vai explorar os híbridos. Motor turbo há anos ela tem na Europa e ofertava aqui. Na Europa está começando nova geração de motores turbo.

      • Jesonias Júnior

        Bem lembrado. Quis me referir, porém, quis me referir à tendência downsinzing. O fato princípial realmente é o preconceito do brasilieiro em relação à tal. Tenho um VW turbo e até hoje foi o melhor carro que já tive, pois tem muita potência e economia de combustível. Forte abraço

        • Mario

          Um up!1.0?

          • Jesonias Júnior

            O modelo não vem ao caso. Caso tenha algum comentário sobre o UP 1.0, pode fazê-lo, pois toda opinião é válida.

      • Razzo

        O HB20 turbo foi uma grande mancada da Hyundai aqui no Brasil. Em pleno século XXI lançar um motor turbo sem injeção direta é um tiro no pé. Antes lançasse o motor 1.0 Kappa GDi aspirado aqui, com taxa de compressão maior, seria melhor.

    • Emanuel Schott

      IPI de carros híbridos e elétricos é pornográfico no Brasil. Enquanto o governo não baixar a tarifa dos atuais 25% pra algo próximo a 7%, esquece.

      • Jesonias Júnior

        Eu queria muito um híbrido, mas tá bem longe da realidade, infelizmente. Abraço

    • RPM

      Eu mesmo,imagino que meu próximo carro será elétrico….fico vendo esses “lançamentos” de motores à combustão….sei não….mais do mesmo….

      • Rbs

        Elétrico nada . . . eu sei que dentro desse peito bate um RPM!

      • Lucas de Lucca

        Elétrico, no Brasil? Tá pensando em comprar carro só daqui 2 décadas?

        • RPM

          Ano que vem parece que já tem o Leaf e o Bolt…

          • Claudio Fiorini

            Seu por “apenas” 200 mil dinheiros !!!!

          • Emanuel Schott

            Aparece nada.. e se aparecer, prepare o bolso.

            Imposto de elétricos é muito alto.

          • Lucas de Lucca

            Mas ainda é muito caro aqui, inviabiliza a vantagem teórica do elétrico.

      • Emanuel Schott

        Dificil se o IPI não ser reduzido. Por exemplo: por R$70.000, você compra um Argo 1.0 turbo ou um Mobi elétrico? O Argo paga 7% de IPI por ter motor 1.0 flex, o Mobi 25% por ter “outros motores”.

        É essa analise que a Fiat ou qualquer outra montadora tem que fazer antes de investir em eletrificação.

        Existe um rumor de que com o ROTA 2030 o IPI varie de acordo com níveis de emissão, só assim pras montadoras começarem a pensar em eletrificar os carros no Brasil.

        • Deadlock

          Pelo jeito o Rota 2030 só sai em 2040…

          • Emanuel Schott

            Esse ano é que não sai. Depois dessa greve dos caminhoneiros, Temer jogou a toalha pra tudo que pretendia fazer.

      • Jesonias Júnior

        Penso tb que num futuro próximo a gama irá aumentar. Infelizemente, como tudo no Brasil, o processo é lento e chegará aqui com alguns anos de atraso, mas que é tendência, é!

    • THM

      Estamos é? Onde? O prius?

      O problema é o Brasil, e não a FIAT. A FIAT tem motores turbo na Europa há muitos anos, e terá híbridos leves também, já em 2020. Aliás, a FCA já tem o Pacifica que é “mais que um hídrido leve”

      • Lucas de Lucca

        Se o Prius for referência de algo melhor continuar com motor aspirado 8v mesmo rsrsrsrs

        • Filipo

          Você pode não gostar da Toyota, e até torcer o nariz para seus motores convencionais, por não serem turbo e usarem ainda injeção indireta. Mas o conjunto propulsor (mecânico + elétrico) do Prius é fantástico. Traz uma excelente economia e é usado até no Lexus.
          O Prius não foi desenvolvido para performance, por isso não é turbo.
          Mas a Lexus já dispõe de 2 motores turbo: 2L 16v 4 cilindros e 3,5L 24v V6.

          • Lucas de Lucca

            Meu problema com o Prius é feiura mesmo.
            Pra ser híbrido/elétrico e eficiente não precisa ser feio, basta ver o Fusion Hybrid, os modelos Tesla… esse conjunto no Corolla seria muito mais aceito mesmo a proposta sendo economia.

      • Jesonias Júnior

        Verdade, amigo. O problema do Brasil se chama política. Aqui se faz política com base em interesses particulares e o povo fica esquecido até o próximo pleito, quando pedem voto.

    • Erasmo Artur

      Esqueceu da PSA, que foi a primeira a eliminar aspirados da gama dos médios.

      • oscar.fr

        Ele falou acima que “o que ferra tudo é o restante do carro”, em relação aos PSA. Certamente, não é alguém muito informado.

        • Jesonias Júnior

          ô amigão, mais uma vez peço perdão pela minha ignorância. Apenas fiz um comentário e acho que não precisava ser apedrejado por demonstrar pouco conhecimento no assunto. Aliás, o Brasil está assim, vc não pode falar nada na internet que vem um monte de especialista brigar com vc. Por isso melhor ficar quieto e só observar. A internet viou um ambiente hostil.

          • cepereira2006

            Tarde demais. Ele vai te pegar na saída. Tira os óculos para não quebrar.

          • VINÍCIUS FREITAS DE SOUZA

            Na vida real a gente tem que aprender que sempre vai ser criticado de alguma forma.

          • Alessandro Araujo

            Concordo com você!

    • Mario

      A Fiat teve motores há muito tempo atrás!! Uno turbo, Tempra turbo, etc…. O problema é o preço!! Falam da VW, que agora tem esse tsi1.0, mas que não vende absolutamente nada, por conta do preço alto.

    • vicegag

      Entendi o que você disse, se não estou errado, o primeiro turbo nacional, equipava o Fiat Uno Turbo.

    • Max Peixoto

      deixa de ser babá ovo cara, a Fiat lançou o uno turbo a mil anos atrás, tem pra turbo, marea turbo que andava mais que um foguete, Punto tjet, Bravo tjet quê é um carrão, o mercado brasileiro que tem preconceito com motores turbo, vide golf que não vende nada, enquanto Corolla aspirado vende horrores, simples assim, brasileiro é medroso e conservador

      • Jesonias Júnior

        Desculpa aí amigo. Não está mais aqui quem falou tá?

  • Bruno

    Fiat sempre atrasada, quando chegar aqui já estará defasado.

    • Claudio Fiorini

      Realmente, tá parecendo a Ford em lerdeza.

  • Raimundo A.

    Cada um que diz uma coisa. Uma mídia diz que o Uno NG vai ser o primeiro a usar o T3. Outra diz que versão acima do HGT do Argo e esportiva para o Cronos usariam o T4. Tem que diga que, segundo fonte da FCA, o 1.8 E-torQ pode ter vida longa porque ainda tem lenha para queimar e não seria estranho isso considerando que recebeu várias modificações, quatro até então, e continua sem ter duplo comando variável, por exemplo, como vendo o feito pela GM, componentes novos poderiam ser usados para melhorar a eficiência além dos já modificados.

    Esses motores novos T3 e T4 só estariam disponíveis aqui em dois anos em produtos novos e renovação maior de outros feitos, em tese, com produção local devido a tendência de vários produtos poderem usá-los. Aí, falam da questão do Rota 2030 para poderem fechar as contas e ver se a produção local pode ir adiante.

    Todavia, lembro que o T-Jet, cuja base é o Fire e este é montado aqui, sempre foi importado. Então, não impede, a oferta do T3 e T4 como importado, sem ser flex, em versões novas de produtos locais. Exemplo: O Renegade poderia ter versão com T4 acima do 1.8 e abaixo do diesel. O Compass, usando o T4 de 180cv, idem até pela falta do 2.4 flex do Toro que pagaria mais imposto. Quando ocorresse a produção nacional, se ocorrer, os motores virariam flex e substituiriam os aspirados. Assim, de certa forma, fez a VW. Trazia importado o TSI e depois passou a montar aqui como flex e irão atender ainda mais produtos que serão lançados.

    • Razzo

      O FPT 2.0 Turbodiesel 16V Multijet II é importado também.

      • Raimundo A.

        Os Tigershark, o Multijet, as transmissões AT6 e AT9, o sistema de tração, etc. Considerando que nos países vizinhos a FCA vende Compass e Regade com o 2.4, além do diesel presente no Toro e por aqui se vende todo mês grande quantidade do Renegade e Toro com o 1.8 flex, acho que demanda há fazer os T3 e T4.

        O resto seria nacionalizado conforme a necessidade e no caso das transmissões, já li que uma das fabricantes disse que a demanda aqui ainda precisaria ser maior para produzir AT no país. Da forma como falou, seria preciso aumento de todos os clientes, montadoras, locais para viabilizar.

        • Razzo

          Talvez não necessitasse de aumento de demanda interna por transmissão automática para a produção interna, mas sim homogenização de transmissão automática internamente, possivelmente focando em apenas um tipo (evitando dispersão, variabilidade de tipo/fabricantes), ex: Aisin AT6.

        • Razzo

          Considerando também que a tendência no primeiro mundo é a extinção dos motores diesel, e que aqui no Brasil há mercado para eles (vide Renegade, Toro e Compass Diesel), a FIAT já poderia ir prevendo a transferência do maquinário do MULTIJET da Itália para o Brasil.

  • Louis

    Argh

    • Jesonias Júnior

      kkk

    • Pedro Pto

      Cadê seus ARGUmentos??!!

      • Louis

        FIAT

  • Fernando Bento Chaves Santana

    Acho que no Brasil estes motores só chegarão ao Renegade e ao Compass. Os Fiat só adotarão estes motores se o E.Torq realmente sair de linha.

    • Emanuel Schott

      Vira nos Fiat também, até porque a montadora precisa reduzir os níveis de consumo e emissão no ROTA 2030 e isso só é possível aposentando o eTorq.

      • Fernando Bento Chaves Santana

        É o que a reportagem afirma, porém a FIAT é sensível ao aumento de custos, basta lembrar da questão do retorno dos motores Fire ao Uno, assim é mais coerente a FIAT manter o motor E.Torq enquanto for possível.

        • Emanuel Schott

          O 1.8 será de início substituído pelo 1.0 Turbo. Não deve interferir tanto nos custos. 1.3 T ficará só na Toro e em alguma versão esportiva de vitrine do Argo.

          Obviamente o motor turbo será mais caro que as versões aspiradas, mas dá pra mandar o 1.8 pra aposentadoria.

          • Rafael Lima

            Ao menos no Compass, Toro e Renegade poderiam trazer esse 1.3 turbo, são os que mais precisam e o público ja se mostrou não sensível a aumentos

    • Vitor Meireles

      Acho que um bom sinal disso é o fato de não existir Argo/Cronos 1.6 E.torQ… Meio que o GSE/Firefly N3 supre parte dessa demanda. A Fiat precisa da chegada dos GSE T3 e T4 pra suprir a faixa de desempenho do 1.6 e matar de vez o 1.8 E.torQ.

  • Razzo

    “Até lá, a FCA pretende manter a gama atual de propulsores no mercado regional. Ou seja, o jipe da Jeep continuará com o E.torQ Evo 1.8 com até 139 cavalos, enquanto o europeu chegará a 180 cavalos no 1.3 Turbo.”

    –> Índio merece…

  • Eng Turbo

    Somente complementando os dados:
    – GSE Turbo é 1.4 e não 1.3 como o GSE aspirado
    – Tigershark será substituído por esse modelo, assim como o Etorq Evo
    – GSE Turbo irá equipar:
    Compass
    Renegade
    Toro
    Mine Renegade
    SUV D (7 lugares)
    Argo (Versão esportiva)

    • THM

      Não haverá “mini Renegade”
      Esse modelo é para a índia, aproveitando a regulação dos 4 metros e porque a FIAT quase não existe lá

      Aqui será um A UV, que pode ser o próprio Argo Way ou um carrinho exclusivo baseado no Panda europeu.

      • Eng Turbo

        A FCA está cotando 2 CUV, baseados no Argo e Mobi. O nome Mine Renegade é referencia, um irá utilizar a plataforma X1…A mesma do Mobi X1H e da Pick up X1P e o outro será baseado no Argo

        • THM

          Há uma diferença entre ser baseado na plataforma( vide Fit e HR V) e ser baseado no próprio carro (como Fit e WR V)

          Qual será o caso da Fiat?

      • Vitor Meireles

        “…ou um carrinho exclusivo baseado no Panda europeu”, mas é justamente isso que a imprensa internacional tem chamado de “Mini Renegade” ou “Jeep A-SUV”. De fato tem sido pensado para o mercado indiano, mas pode aparecer aqui também.

  • Eduardo T. Küll

    Gozado…. Que eu me lembre, VW investiu nos TSi fora do Inovar-Auto. Renault “usou” todo prazo do Inovar apenas para fazer o 1.6 16v e a Fiat, nem isso, apenas atualizando o 1.8 E-Torq e lançar os sem tecnologia 1.0 e 1.3 Firefly. E isso sendo vice líder de mercado. Agora, Renault e Fiat querem mais incentivo para fazer o que é princípio do capitalismo: inovação para se manter e ganhar mercado. Isso vale para a Europa? Acho que não…. Agora querem incentivos… Se não tem competência, capacidade, cai fora.

    • Fanjos

      Mas não tem capitalismo no Brasil, aqui é Socialismo Fabiano

    • Cesar

      Esqueceu do 1.0 que também é novo na Renault.

  • Filipo

    Se isso for verdade, significa que o restante da linha (digo todos) só deve ganhar motores turbo em 2021!
    Sim, pois a FCA não deve aposentar o E-torq de uma vez, no mesmo ano para todos os modelos.
    E 2021, acredito que as fabricantes já irão começar a vender os híbridos turbo.
    FCA com pouco $, essa é a verdade!

    • Matthew

      Ele vai lançar algum modelo com o FireFly Turbo que ficará ridiculamente caro, vai penar pra vender durante uns dois anos, até ela se convencer de que é melhor voltar pro E-Porq 1.8, tal como fizeram com o Uno 2019 com motor Fire.

  • Roxxton

    Essa foto aí do Argo é uma projeção?
    Fizeram uma mistura com a frente do Ford Ka e Fiat Argo, que não ficou legal!!!

    • Luconces

      Eu achei 100% melhor só por não ter a grade colada no farol.

      Aquela divisão ali ajudou a aliviar a frente carregada do Argo.

  • Alexandre TRE

    Passo

  • Esse crossover seria algo semelhante ao quem sabe CrossPolo que a VW quer lançar aqui até 2020 né?
    Pois se dizem lançar em 2020 e já estamos no meio de 2018, um carro novo mesmo não seria, deve ser mais um Argo Adventure.
    Lamentável a demora da Fiat para transformar esse motor em Flex, devem estar travando a chegada do motor para receber incentivos de eficiência do Rota 2030. Afinal é uma demora absurda uma vez que já temos o aspirado flex aqui e o turbo baseado no mesmo motor na europa.
    O AS afirmava que o lançamento da linha turbo seria com o Novo Novo Uno 2020, no caso o 1.0T, será que as coisas mudaram?

  • Wesley

    Eu realmente não entendo. Carros turbo (1.0, por exemplo) tem uma carga tributaria menor que um 2.0. Porem, quando há essas mudanças de motorização, valor do carro sobe. E não é pouco.
    O Renegade é outro que terá turbo, e pode certeza que a montadora não vai querer ter “menos lucro” sobre essa novidade.

    • Luconces

      É igual plataforma modular e compartilhada, é lindo no papel.

      Deve ter economia para a montadora mas qualquer redução não é passada para o consumidor.

      Com certeza deve ser a desculpa de que é caro produzir essas plataformas por usarem material melhor, quer apostar?

    • Junio Tavares Silva

      A questão é que esses motores são novos e o custo com pesquisa e desenvolvimento não é barato, nem mesmo a mudança na planta de fabricação de motores tem baixo custo. A diferença de imposto do 1.0 para um 2.0 dificilmente cobre essa conta. Mesmo assim(minha opinião), ainda acho que a melhor forma de diluir os custos é justamente fabricar em larga escala. Mas no final nas contas, o consumidor sempre paga essa conta.

  • Galhardo

    DesgraçARGO Cross… Credo!!

  • cepereira2006

    Fiat e suas promessas.

  • Mr Tony

    Tão facilitando demais as coisas pea VW voltar ao primeiro lugar…

  • PH Sacchi

    A fiat precisa trazer logo esses motores , esse 1.8 e-torq tem que ser substituído com urgência , principalmente no renegade e toro …

  • David Diniz

    Ué,mas o Fire ainda é produzido aqui e equipa o mobi e o uno…

  • Pedro Henrique

    só o fato de ter turbo escrito significa seguro mais caro…
    sem contar que porque alguém iria pagar mais caro em um hb20 1.0 pra ele andar menos que o 1.6(que como vc disse a diferença de preço é pequena) e gastar mais combustível que o 1.6? podendo ter ainda toda a dor de cabeça de ter um carro turbo enquanto o aspirado é bem mais familiar aos mecânico
    o TSi é o nome do “tipo do motor”, assim com MSI, FSI…

    • Filipo

      Ter escrito “turbo” ou “TSi” é a mesma coisa. “TSi” não é “tipo do motor”, é a abreviação de turbocharged stratified injection.
      A pergunta não deve ser: “Por que alguém iria pagar mais caro em um hb 1.0 para ele andar menos que o 1.6 e gastar mais”. A pergunta deve ser: “Por que alguém pagaria mais por um Onix LT 1.4 (por ex.), que gasta o mesmo e anda menos?”
      Onix LT 1.4 e Argo Drive 1.3 custam bem mais que o HB20 Comfort Plus 1.0T.
      A diferença de preços entre o Hb20 1.6 e o 1.0T é de R$ 2.760,00. Não é muito, como eu já disse, mas até o Hb20 1.6 custa menos que o Onix LT 1.4 e Argo Drive 1.3.
      Entre o o Hb20 1.0T e o 1.6, eu também prefiro o 1.6, é claro. Mas o 1.0T da Hyundai encalhou por erro de leitura de mercado. Não é um motor ruim.

      • Pedro Henrique

        se imagine um consumidor leigo (maioria do mercado)
        e você ve dois carros, em um deles ta escrito TSi e no outro Turbo, ai vc olha ainda do lado desses carros e de um lado tem um escrito MSi e um outro do outro lado ta escrito “1.6”
        na cabeça do leigo ele vai pensar “turbo? isso da problema né não? carro esportivo” enquanto o 1.6 ele vai pensar “po é bom um carrinho mais forte pros morrinhos” o MSi ele vai pensar “oque que isso significa?” idem o TSi… ai vai la o vendedor e diz ‘o tsi é pq é mais “eficiente” e o msi é o 1.6’
        no HB20 ja ta la, autodeclarado “turbo” assim como nos gm… só que o publico de carro popular torce mais o nariz, até por experiencias do passado…
        e ai quando ele vê o já conhecido “1.6” do lado do “turbo” ele vai na segurança do que já sabe que funciona.

  • Lennes

    Fiat Argo: versão crossover nada mais nada menos por apenas uma merreca de R$ 80.000,00 reservem já os seus kkkkk
    Não digo nada se se o preço não chegar próximo disso kkkk

  • Vattt

    Gostei desse Renegade Azul!!! Pena que no Brasil esse farol será opcional e custará muuuito caro.

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