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Fiat bate meta de consumo do Inovar-Auto mas não leva crédito extra de IPI

fiat-argo-precision-avaliação-NA-28 Fiat bate meta de consumo do Inovar-Auto mas não leva crédito extra de IPI

A Fiat anunciou que bateu a meta de exigência do Inovar-Auto quanto à redução média de consumo de seus modelos, que era da ordem de 12%. No entanto, a montadora revelou que não obteve crédito extra de IPI de um ponto porcentual de abatimento, pois não buscou atingir uma redução de 15,4%, necessária para obtenção do benefício fiscal.



De acordo com Sandro Soares, gerente de plataforma fuel safe da FCA, o motivo para não se chegar aos 15,4% de redução foi “porque haveria um balanço negativo, o investimento necessário seria maior que o retorno”. Como a aferição do consumo leva em conta a média de toda a gama de produtos e não somente dos modelos mais recentes, então a Fiat teria que lidar com o alto consumo de produtos mais antigos e em vias de sair de linha, enquanto os mais recentes e eficientes não seriam capazes de cobrir essa desvantagem dos mais gastões.

Por conta disso, a Fiat trabalhou com a regra debaixo do braço e fez o investimento necessário até atingir a meta de 12%, conforme exigido pelo Inovar-Auto. A marca comentou sobre as tecnologias aplicadas ao Fiat Argo, que tem sistema Start&Stop de série, direção elétrica, indicador de mudança de marcha, lubrificante menos viscoso, entre outros, para ajudar na redução do consumo de combustível. Outros modelos da gama também receberam melhoramentos nesse sentido, tais como Mobi e Uno, por exemplo.

Segundo a Fiat, foram consumidos R$ 1 bilhão na modernização da fábrica de motores, bem como R$ 1,3 bilhão no Mobi e mais de R$ 1,5 bilhão no Argo. Todos esses valores são referentes apenas no tocante à eficiência energética, de acordo com a marca.

Para Soares, fica difícil estimar o quanto foi investido nesse caso, pois é difícil separar o assunto da evolução do portfólio de produtos, mas salienta:  “Somente em pneus temos de lidar com o atrito com o solo, com o aro, com o ar externo e interno e também com a histerese (deformação) do material. Tudo isso são fontes de perda de energia que nos levam a procurar a ajuda dos fabricantes”, no caso dos fornecedores de pneus da Fiat.

Condições como conforto, segurança e dirigibilidade também foram levados em conta na hora de obter o produto (pneu) junto aos fabricantes. Ele explica que aços de alta resistência, ventiladores sem escovas, alternadores inteligentes e outros sistemas integrados ao veículo, ajudam na redução do consumo energético. Numa comparação com o Punto, o Argo é 7% mais rígido e 42 kg mais leve, bem como só a suspensão do último cortou 12,8 kg. Em relação ao futuro, o gerente da Fiat diz que acredita em meta de redução para o Rota 2030 de 10% a 15%.

[Fonte: Automotive Business]

  • Gu92

    Não vamos colocar uma meta, mas quando chegarmos à meta dobraremos a meta!!

    • Pedro154

      E nós não vamos colocar uma meta, nós vamos deixar uma meta aberta, quando a gente atingir a meta… nós… dobramos a meta. Quando a gente atingir a meta, nós dobramos a meta!

      • Gu92

        Kkkk

    • ObservadorCWB

      Mas nem com vento estocado ? Por que atrás de todo FIAT “tem uma criança”……. mas assistir o Supremo Tribunal “Senadal” e a escandalosa compra de votos dos últimos dias também não está nada fácil viu…………..

    • Djalma

      Já ouvi isso em algum lugar!

      • João Cagnoni

        Estava estocado no vento da sua cabeça…

        • Djalma

          ???????????????????

          • Natanael Garcia

            Ta bem desatualizado heim Djalma? kkkkk As duas frases ai é da Dilma

            • Djalma

              Nem você nem o outro pelo jeito não entenderam a minha ironia né!

              • Fabrício Sanches

                Kkkkkkkkkkkkkk larga pra lá Djalma, sugiro só rir mesmo kkkkkkkkkkkk êeeee Dilmão cabuloso….

            • Marcus Mendes

              É da Dilma? Ou são da Dilma? Voce está bem desatualizado. Fugiu da escola?

              • Natanael Garcia

                Magoei a esquerda. Tadinho.

                • Marcus Mendes

                  Ofendeu a minha inteligencia e exaltou sua ignorância.O que mais tem na direita são os descerebrados ou Anencéfalos.

  • Raimundo A.

    De fato, a FCA não tinha porque investir pesado na redução de consumo porque primeiro tem que ter retorno sobre os produtos criados, vide Toro, Compass e Renegade que usam motores gastão, exceto o diesel, apesar de melhorias, comparados a outros, são gastão.

    Deve está investimento muito no desenvolvimento de alguma Firefly Turbo para o futuro quando as metas estimadas deverão ocorrer e , espera-se, substitua algum aspirado de maior cilindrada aqui.
    Fez o mínimo necessário e outras fazem o mesmo.

  • Tosca16

    Seria tão fácil bater a meta, era só aposentar o E-TorQ Evo kkkk

    • dallebu

      E botar oque no lugar, sendo que os Firefly Turbo ainda não estão prontos?

      • Raimundo A.

        Ué, a Ford lançou o 1.0 Ecoboost sem ser flex. Sinceramente, eu tenho minhas duvidas se alguém que compra um Compass Flex coloca etanol no tanque, lembrando que o etanol só tem preço bom em poucos locais do país e quando está na safra.
        Se a Ford não se deu ao trabalho de tornar flex o Ecoboost, a Fiat/FCA poderia ter ofertado o T-Jet aqui, ao menos em versões topo de linha e veículos mais caros como o Renegade e o Toro. Na Europa, tem T-Jet de 120cv a 190cv. O T-Jet Multiair, que só tivemos aqui via 500 Abarth, com 140cv cairia como um luva no lugar do 1.8 flex. Mas aí pesaria o fato dele ser importado como são Tigershark e Multijet, mas estes em veículos com maior valor agregado parecem não ser empecilho, por enquanto, tanto que tornaram flex os Tigershark. O Renegade, por exemplo, está vendendo menos que o Compass que usa dois motores importados.
        Todavia, como há outros produtos dependentes do 1.8, feito aqui, optaram por investir neste atendendo Toro, Renegade, Argo, Cronos. Ainda há o 1.8 sem as mudanças, que é ofertado no Doblo e na Strada Adventure.
        Enquanto as regras forem brandas e precisa ter demanda para sustentar motores mais caros para reduzir os custos, vão cumprir tabela.
        Eu só vejo Firefly Turbo por aqui em duas ocasiões:
        1- fariam com especificações de flex que na Europa só usaria gasolina, mas aqui, tanto faz este como misturado ou só etanol. Assim, só seria ofertado em versões mais caras de alguns produtos, podendo ser até importado o bloco, não seria feito aqui, mas trazido de fora, como fazem a BMW e a MB com pequenas mudanças, fazer o mesmo bloco usado na Europa beber etanol aqui. As tecnologia que os motores tinham permitiam o uso do etanol sem dificuldade. Coube mais calibrar os motores a trocar componentes relevantes, etc;
        2- produção local em massa substituindo ao menos o E-torQ 1.8 devido a gama de produtos que usam atualmente este e ainda poderia substituir o 2.0 Tigershark que é importado.

        • Ricardo Rangel Lirio

          A Fiat nunca que usaria os T-Jet, Multiair, TwinAir etc nessa linha nova de produtos, pois os brasileiros “não merecem tais refinamentos”.
          Para eles, os motores E-Torq são o suficiente para o exigente público consumidor local. E olha que esses E-Torq eram obsoletos para a Peugeot/BMW em 12/03/2008 quando a Fiat adquiriu a Tritec, que os fabricava para os clientes europeus com cilindragem de 1.6L, sendo depois alterados para 1.8L pela Fiat.
          Ela prefere criar “JABUTICABAS” a que submeter ao público local produtos melhores.
          Deveriam dar mais valor ao consumidor nacional, pois ele a salvou da bancarrota, mas questiono… Pra quê? Se o consumidor local sequer conhece os produtos que compra, sequer consegue distinguir uma categoria da outra, sequer sabe que um SUV da moda nada mais é que um hatch pequeno (popular) maquiado e custando mais de 50% a mais com mesmas plataformas, câmbios, motores, milhares de peças em comum etc… Pra quê? Se ela produzia básicamente os jurássicos Uno e Palio quando foi salva?

        • VaeVictis

          Na Europa ninguém usa gasolina, todos os carros da Fiat tem versões a GPL ou a Gás Natural,
          então todos os motores são flex.

    • Nnoitra

      A culpa não é do motor 1.8 E-torQ Evo vis.

      Consumo com gasolina comum na cidade:

      Argo 1.8 automático [Peso: 1264 kg] – 12,1 km/l

      Polo 1.0 TSI automático [Peso: 1147 kg] – 12,1 km/l

      Fonte: Quatro Rodas

      • Tosca16

        INMETRO ?

  • Filipo

    Não atingiu os 15% porque motores modernos com turbo ou injeção direta passam longe da Fiat! Com a exceção do motor diesel empregado no Toro (motores diesel atualmente são praticamente “vinculados” ao turbo compressor), o resto é motor para o Brasil, com injeção INdireta e sem turbo. Nem o Multiair trazem mais para cá! Um simples cabeçote de 4 válvulas por cilindro, nos motores a gasolina, só o E-torq tem. Europeu faria cara feia, mas brasileiro adora uma “banana”.
    Como dizem os argentinos: Fiat es pura basura!

    • Tosca16

      Não precisava muito não, se tirasse o 1.8 E-TorQ Evo do Argo por um sei lá 1.6 aspirado da família GSE (Firefly) e aposentassem de vez o 1.0 Fire já bateria a meta.

      • TT 230

        A Fiat só precisa de 3 motores: 1.0 e 1.3 Firefly e um novo turbo com potências diferentes para para Argo/Cronos e Toro/Toro SUV/Renegade/Compass.

        • dallebu

          Se eu fosse a Fiat faria o Argo 2019 com essas versões:
          1.0 77cv – Drive
          1.3 109cv 14 kgfm – Drive
          1.0 Turbofly (kkk) 120 cv 20 kgfm – EcoDrive
          1.3 Turbofly 140 cv 23 kgfm Precision
          1.3 Turbo 160 cv 25 kgfm HGT

        • afonso200

          aquele motor do chrysler 200 que tiraram pq a gasolina ficou barata e o americano nao quiz mais sedan medio

      • dallebu

        Como se fosse fácil assim, “ahh vamos botar cilindros e pistões maiores no 1.3 e transformar em 1.6 uhulll”
        Pra começo de conversa se perderia toda a modularidade dos motores e em segundo lugar não creio que isso seja possível pois o bloco e todos os periféricos do motor foram projetados e dimensionados para aquele tamanho de cilindro, igual no 1.0 e 1.3, para versões mais potentes, entre 120~170 cv a solução é a versão turbinada deles, muito melhor que criar uma versão 1.6.

        • Tosca16

          Não, pelo que li a concepção deste motor já contemplaria um 1.6 na família, sendo 4 cilindros é claro… e um 1.6 aspirado, mesmo não sendo meu favorito pois claro que gostaria de um turbo GSE ou Firefly como queiram, já andaria bem mais e consumiria menos que o antiquíssimo 1.8 E-TorQ Evo.

    • Evandro

      vc não entendeu que o problema de não atingir não são os modelos novos e sim os antigos que ainda estão em linha? Motor 1.0T pode até ser economico se andar na casquinha, se acelerar gasta bem tbm…

      • Mario

        Exatamente! Já li várias reportagens, que algumas empresas estão deixando de lado o turbo, porque no final das contas, gasta mais que um aspirado com cilindrada maior. Mas vai colocar isso na cabeça dos haters!!! Motor é o 1.0 tsi, o resto é dinossauro. Não sei porque ninguém fala do ford 1.0 ecoboost, que foi considerado o melhor 1.0 do mundo???

        • Evandro

          Pois é…..

        • Lucas de Lucca

          Você tem que ver que o 1.0 TSI hoje é o turbo mais acessível do mercado, por isso que o pessoal endeusa ele, afinal, nós seres humanos tendemos a achar que aquilo que temos é o melhor. Eu também acho o 1.0 Ecoboost levemente superior ao 1.0 TSI, mas ambos são muito bons e estão anos-luz a frente dos concorrentes 1.0 e 1.4 atmosféricos do mercado.
          O 1.0 TSI já virou o novo AP, e você sabe que APzeiro é “meio” fanático.

        • Ricardo Rangel Lirio

          O Ecoboost 1.0 só não tem tanto cartaz aqui, quanto os 1.0 tsi, por uma simples questão…

          Ele é quase que indisponibilizado ao consumidor local, sendo renegado a apenas uma versão do atualmente pouco vendido Fiesta, custando mais de 72 mil reais! (Isso em jun/16 e se é que já não fora excluído do portfólio da Ford, pois não o encontrei no configurador da marca).

          Muito ao contrário, vemos a VW buscando (e conseguindo) “popularizar” seus 1.0 tsi, que já caíram no gosto do povo.

          A Ford não dá nenhum indício que utilizará os Ecoboost 1.0 em outros modelos de sua linha. Se é que já não deixara de o utilizar na surdina.

          • Marcos Souza

            Sem falar que o fiesta ainda vem com o famigerado câmbio Powershit…rs

            • Ricardo Rangel Lirio

              Então… Cambio esse que fora abandonado mundo afora em troca de confiável automático…

        • Ernesto

          Ninguém fala do 1.0 Ecoboost porque aqui ninguém tem. Se tem é um ou outro e olhe lá, enquanto o 1.0 TSi já vários aqui comentam porque têm Up TSi ou mesmo Golf 1.0 TSi.

      • Lucas de Lucca

        Mas todo motor se acelerar gasta mais, independente de ser turbo ou atmosférico. E vejo como sendo justamente essa a sacada do turbo, se tenho torque de sobra abaixo de 2000 rpm e posso andar nessa faixa econômica, a menos que precise, pra quê vou ficar acelerando a toa? Agora o pessoal compra um up! TSI e pensa que só porque é turbo está num Formula 1 e só anda chutado, aí gasta mesmo.

    • yurieu

      Tá meu filho, agora você quer injeção direta VVT turbo em Argo, Mobi e Uno?

      • Filipe

        no Argo sim, agora mobi e uno os firefly dão conta.

      • Duh

        Na versão top do Argo tinha a obrigação de ter motor turbo.

      • Daniel

        O problema é que a Fiat só vende strada com os motores defasados…
        A strada é tão jurássica que até a própria Fiat não tem animo pra colocar um motor mais moderno…

  • beto

    Vai começar as reclamações dos motoristas de teclado.

    • Mario

      kkkkk….verdade! E na grande maioria, tem 15 anos de idade.

      • No_Name

        Lá no blog do Carlos sim… Aqui nem tanto.

    • Thales Sobral

      Não esqueça do Super Trunfo!

  • Jesse James

    Esse IPI na realidade nao deveria nem existir, eh uma palhaçada isso, tira isso que ajuda bem o preço dos carros no Brasil.

    • Djalma

      Esse IPI foi para compensar a ineficiência das montadoras aqui, ou seja, você premia a incompetência.

    • Daniel

      Se foi ruim com o inovar-auto… Que investiram em eficiência só pq foram obrigados… Imagine sem o inovar-auto? Ia ser argo fire pra galera! Hahaha

  • tiago

    Precisam do firefly 1.3 turbo pra ontem, para cortar o consumo de veículos maiores e mais pesados.
    150 cv/25kgfm poderia substituir o 1.8, que, onde é aplicado, retorna consumo abaixo da média.

  • No_Name

    Conversa fiada, hein. Gastar R$ 2,8 bi no Mobi e Argo apenas para as metas de eficiência energética? Isso paga o projeto inteiro dos dois!!!
    A FIAT se lamenta porque foi forçada a melhorar seus carros e agora com a indefinição do novo plano automotivo deve estar sentindo que fez tudo em vão. E vai ter outras marcas que irão chiar também, a conferir nos próximos capítulos…

    • Ricardo Rangel Lirio

      Isso me cheira a algo similar às obras públicas… 2,8 bi é quanto ela deve ter pego de empréstimo no BNDS a juros de vó a perder de vista… Daí investe uma fração dessa grana, dando um “tapinha” nos jurássicos motores locais e o resto vai para a matriz…

      • Rafael Lima

        Como se não tivessem que devolver o dinheiro que foi emprestado, afinal ninguém da dinheiro de graça

        • Ricardo Rangel Lirio

          Seu comentário beira à inocência. Vá à uma instituição financeira e tente pegar um empréstimo nas condições de taxas e prazos que elas conseguem.

          E elas não pagam essa conta não. Quem paga essa conta é o feliz comprador.

  • Djalma

    Se a meta é atingir eficiência porque então enfia motores gastões em seus 2 principais produtos, Toro e Argo da Fiat e Renegade e Compass da Jeep?
    Na China lançou o Renegade com motor 1.5 turbo com injeção direta e aqui enfiou o motor 1.8 gastão no Argo, Toro e Renegade. Digo o mesmo do motor 2.0 usado no Compass.
    Porque não modernizou o 1,3 colocando turbo e injeção direta?

  • Carlos

    2,8 bilhões para fazer Mobi e Argo??!!

    • No_Name

      E é só para o projeto de eficiência energética dos dois kkkkk. Custaram então uns R$ 10 bilhões ao todo, um dos projetos de carros mais caros da história kkkkk.

    • Ricardo Rangel Lirio

      Isso me cheira a algo similar às obras públicas… 2,8 bi é quanto ela deve ter pego de empréstimo no BNDS a juros de vó a perder de vista… Daí investe uma fração dessa grana, dando um “tapinha” nos jurássicos motores locais e o resto vai para a matriz…

      Qualquer semelhança não seria coincidência…

    • Djalma

      Se for isso mesmo, o que não acredito já que o Mobi é um Uno cortado, se explica a atual situação da Empresa.

    • yurieu

      Esse dinheiro veio dos seus impostos, ou seja, você pagou para fabricá-lo, pagou para comprá-lo, e ainda pagou metade em imposto. é uma União soviética esse Brasil.

  • Evandro

    Turbo, turbo e turbo, que é isso, só se ouve falar isso, vai lá compra o carro que for e coloca o turbo oras! Virem o disco que já já ele vai furar….

  • ####Carlao GTS

    E o consumidor : FUMO NO CANECO toda hora.

  • zeh

    …alguém quer atingir a meta?…é interessante pra quem atingir a meta?…perguntas….gasta uma senhora grana pra inovar fabricas e ter eficiência energética…e fica na praia?…

  • João Cagnoni

    Pra quem está com dó da Fiat, lembre-se que ela não pagou 1 centavo de imposto na fábrica de Pernambuco.

  • João Cagnoni

    Estádio do Corinthians, fábrica da Fiat, energia barata… Enquanto isso o povo se fer*a trabalhando. Rico não paga imposto… O gás está 90 reais, mas a indústria não paga nem 1 fração disso. O que aconteceu no RJ está para acontecer no Brasil inteiro. Agora vai tentar criar uma montadora brasileira pra ver a quantidade de barreiras existentes. A Gurgel que diga…

  • MIN💀S

    Esse Inovar-Auto foi mais uma das idiotices da nossa ex-presidANTA.

  • Ricardo

    Normalmente carros da FIAT são econômicos quando novos, depois de alguns anos virão beberrões.

    • Thales Sobral

      No caso do Punto, nem novo era econômico… Solução da FIAT: Trocar o tanque de 48 por um de 60L.

      • Ricardo

        Putz!

  • Matafuego

    Como gastaram dinheiro p/ fazer um Uno encurtado!

  • Roger Ferraz

    A Fiat está investindo pesado em publicidade pra tentar empurrar na goela dos brazucas esse tal de Argo . Mas não adianta Dona Fiat, carro Fiat acima de 40 mil reais não vira… o povo já tá escaldado …

    • Rafael Lima

      O problema do Argo é apenas um: Pelado demais pro que cobra, e os opcionais deixam ele muito caro pra justificar. Ah esqueci do GSR, o pessoal prefere um AT ou CVT que não dá tranco.

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