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Fiat Bravo: detalhes, versões, motores (e equipamentos)

No apagar das luzes de 2016, um fato muito importante ocorreu em Betim-MG. O Fiat Bravo, lançado em 2010 no país, saía de linha e com ele morria o último modelo médio da marca italiana no Brasil.

Fiat Bravo: detalhes, versões, motores (e equipamentos)


O hatch foi desejado por muitos e viveu seis anos no mercado brasileiro, onde foi o automóvel de passeio mais caro da marca (não incluindo utilitário esportivo ou picape).

Último de uma linhagem de médios, que começou com o Tempra no Brasil, o Fiat Bravo sofreu com a política de redução de custos da empresa no país e chegou a ter duas motorizações. Em compensação, ganhou também versões chamativas para atrair o público e brigou por uma atualização mais profunda.

Porém, a Fiat acabou por não conseguir mais firmar-se no segmento médio, não só no Brasil, mas também na Europa e China. Por pouco, o Fiat Bravo não foi o último médio da marca no mundo, pois o hatch Ottimo saiu de linha no ano passado, junto com o sedã Viaggio.


Então, como é a história do Fiat Bravo? Pois bem, o hatch médio tem uma história peculiar, visto que existiu em duas gerações na Europa e pode-se dizer que também no Brasil. Fruto de um projeto que originou os belíssimos Alfa Romeo Giulietta e Lancia Delta, o modelo sucedeu o interessante Stilo e unificou os dois antecessores desse.

O Bravo brasileiro

Durante os três primeiros anos de produção, o Fiat Bravo foi exclusivo da produção italiana, mas aqui o Stilo já estava cansado. Assim, o hatch médio chegou em 2010, sendo feito naturalmente em Betim-MG. Pouco antes de sua chegada, a empresa retirou do mercado o motor 1.9 a gasolina, que até então equipava o Linea.

Chegava um novo motor, o E.torQ. Este propulsor era fruto da atualização do antigo propulsor 1.6 da Tritec, que era uma empresa criada pela BMW e Chrysler para abastecer produtos como MINI Cooper e PT-Cruiser.

O Tritec era um motor 1.6 16V SOHC aspirado, onde entregava originalmente 116 cavalos e tinha uma opção com turbocompressor, que alcançava 160 cavalos.

Porém, na atualização, o E.torQ manteve a versão 1.6, agora com até 117 cavalos no etanol, mas era uma opção mediana, visto que um 1.8 16V SOHC surgiu com 130 cavalos na gasolina e 132 cavalos no etanol, entregando 18,4 kgfm no derivado de petróleo e 18,9 kgfm no vegetal.

O Fiat Bravo nunca recebeu o E.torQ 1.6 por aqui, mas o 1.8 se tornou motorização padrão no hatch.

Da mesma forma que na Europa, vinha também a opção Dualogic, que depois foi evoluída para Dualogic Plus.

O Fiat Bravo trouxe também a versão T-Jet com o mesmo motor 1.4 16V com turbocompressor e intercooler, que entregava 152 cavalos e 23,4 kgfm, já usados nos Punto e Linea. O câmbio era manual nessa versão, que nunca teve opção automática.

Fiat Bravo: detalhes, versões, motores (e equipamentos)

Ao Brasil, o Fiat Bravo foi nacionalizado e oferecido nas versões Essence e Absolute.

Era bem equipado nesta última, tendo computador de bordo, rodas de liga leve aro 16, direção assistida, ar-condicionado automático dual zone, trio elétrico, faróis de neblina, bancos em couro, teto solar elétrico e panorâmico opcional, volante multifuncional, piloto automático, entre outros.

O hatch tinha acabamento bom, mas o espaço atrás era pequeno, visto que ele tinha apenas 2,60 m de entre-eixos. Com 400 litros no porta-malas, vencia fácil os concorrentes nesse aspecto. A suspensão era mais rígida para dar uma pegada mais esportiva, mas isso prejudicava o conforto sobre vias irregulares.

Além disso, embora fosse novo, o motor E.torQ 1.8 de até 132 cavalos já se mostrava limitado para os mais de 1,3 mil kg do Fiat Bravo. Afinal, tratava-se de um propulsor aspirado e com torque máximo em rotação elevada. O câmbio de cinco marchas era um pouco longo nas marchas altas, visto que foi encurtado nas mais baixas para dar uma saída mais esperta no dia a dia do trânsito.

Como era um hatch médio, o Fiat Bravo não poderia ficar à mercê de um baixo rendimento ao volante, por isso tinha direção com modo City, para melhorar as respostas, além de freios a disco nas quatro rodas com ABS. O modelo também tinha airbags para motorista e passageiro.

Fiat Bravo: detalhes, versões, motores (e equipamentos)

Mas, mesmo com essa pegada mais “ágil”, o Fiat Bravo pedia algo mais e a marca já reconheceu isso antes do lançamento, preparando a versão T-Jet, que chegou meses depois das duas primeiras. A opção esportiva não trouxe vendas mais pomposas para o hatch, que sempre ficou abaixo do esperado pela Fiat. A questão é que na época (2011), os sedãs ainda eram preferência no segmento médio.

Apesar de vender pouco, o Fiat Bravo manteve-se no mercado e a T-Jet virou opção de imagem, entrega 152 cavalos e indo de 0 a 100 km/h em 8,7 segundos. Era uma opção interessante pela força do propulsor, mas carecia de uma injeção direta de combustível. Tinha seis marchas no câmbio manual, onde podia-se extrair bem os 21,1 kgfm de torque a 2.250 rpm.

Equipado com rodas de liga leve esportivas aro 17 polegadas com pneus 215/45 R17, o Fiat Bravo T-Jet era um carro que agradava pela performance, embora de fato não fosse moderno. A arrancada era vigorosa e como era um esportivo manual, não se ressentia em entregar algo a mais quando exigido, através do modo Overboost. Porém, os engates não eram tão precisos e macios, o lado ruim da história.

Se ele ia bem no T-Jet, sofria no Dualogic. O Fiat Bravo sofreu em vida com o câmbio automatizado, que simplesmente matava o já ruim E.torQ 1.8 (ainda sem o Evo de melhor resposta), cortando muito do atendimento do propulsor durante as trocas, já que precisava acionar a embreagem automaticamente.

Fiat Bravo: detalhes, versões, motores (e equipamentos)

Além disso, havia demora nas mudanças necessárias e quando se afundava o pé para acelerar, aí é que o Dualogic não respondia mesmo, deixando o E.torQ abandonado na função de impulsionar o Fiat Bravo. A única saída para andar um pouco melhor erausar e abusar do modo manual, que incluía paddle shifts.

Mas aí, perdia-se a vantagem de ser automatizado. No geral, a letargia do Dualogic atrapalhava o bom andamento do carro, mas para quem não podia dispensar uma automação e queria tê-lo na garagem, não havia outra opção.

Em 2015, o Fiat Bravo ganhou uma versão 2016, que substituiu a 2014. Ou seja, não teve de fato uma 2015. O hatch já dispunha da versão Sporting, que trazia um apelo maior em termos visuais que a própria T-Jet, que só abusava das faixas decorativas anteriores. Mas, não era apenas isso, o modelo veio com a Blackmotion, com tudo em preto para atrair mais os clientes que desejam um estilo mais exclusivo.

Basicamente a oferta era das versões Essence, Sporting, Blackmotion e T-Jet. O Fiat Bravo já estava com os dias contados, mas poucos sabiam disso. A mudança de ano/modelo também trouxe um visual novo na frente, ostentando grade diferenciada com friso cromado e aplique preto no lugar da placa.

Fiat Bravo: detalhes, versões, motores (e equipamentos)

O para-choque também foi alterado para ficar mais fluído e elegante. As lanternas com molduras pretas chamavam atenção, mas num carro vermelho, chegavam a ser engraçadas. A suspensão era bem alta, mas ainda era bem estável, porém, permitia algum conforto. As mudanças iam para o acabamento e equipamento.

Isso tudo não ajudou a salvar o Fiat Bravo do fim certo. Um ano depois, o hatch agonizava com vendas de menos de 3 mil unidades em 2016. Nesse período, a Fiat começou a organizar um corte enorme em seu portfólio de produtos no Brasil e o hatch médio estava na lista. No fim desse ano, o modelo silenciosamente saiu de cena.

Com ele, a Fiat simplesmente jogou a toalha após anos tentando emplacar modelos médios no Brasil. Foi vitoriosa com o Tempra, o mesmo com o Tipo, mas só até virar nacional. O Marea foi um fracasso, embora o Stilo nem tanto. Por fim, o Bravo já nasceu fraco em termos comerciais e não poderia ir além.

Lá fora, o Bravo foi trocado por um novo Tipo compacto “grande” sem qualquer apelo premium, inferior até mesmo ao Punto. Aqui, a Fiat mandou tudo para os ares, incluindo Linea, Punto e Palio, colocando o bom Argo – apesar de ser pequeno – como única opção hatch mais elaborada.

E a história do Fiat Bravo lá na Europa antes do Brasil? Vamos falar disso agora.

Fiat Bravo: detalhes, versões, motores (e equipamentos)

Fiat Bravo, o duas portas italiano

Como toda família, sempre existe um patriarca, e no caso dos médios da Fiat este é o modelo Zero de 1912. De lá para cá, o fabricante da península itálica lançou os modelos 70, 501, 509, 508, 1100, 1100R, 128, Ritmo e Tipo (que retornou recentemente como compacto).

Para substituir este último, a Fiat desenvolveu o projeto 182, que ao invés de consistir em apenas um produto, fez nascer dois carros com carrocerias diferentes, o Bravo e o Brava. O primeiro era um hatch médio com duas portas, mas este tinha 4,02 m de comprimento e 2,54 m de entre-eixos, sendo caracterizado pelas colunas C bem verticais.

Lançado em 1995 na Itália, o Fiat Bravo apareceu junto com o Brava, que media 4,19 m de comprimento e mantinha as outras medidas do irmão menor: 1,75 m de largura e 1,42 m de altura. Este, por sua vez tinha quatro portas, colunas C bem inclinadas e chamativas lanternas individuais na traseira.

Ambos eram parentes do Marea e da Marea Weekend, sedã e perua de mesmo porte que foram vendidos também no Brasil, assim como o Brava.

Mas, a Fiat – sempre sensível às mudanças político-econômicas do Brasil – acabou por desistir de trazer o Bravo em 1998, permitindo apenas que o Brava fosse nacionalizado, o que aconteceu em 1999.

Fiat Bravo: detalhes, versões, motores (e equipamentos)

Mas, enquanto não teve vez no Brasil, o Fiat Bravo foi bem-sucedido na Europa. Lá, ele era equipado com motores Fire 1.25 de 82 cavalos, 1.4 8V com 79 cavalos, 1.4 16V com 130 cavalos e 1.75 com 113 cavalos, fora as versões diesel 1.9 JTD com 75 ou 100 cavalos.

Porém, seu estilo esportivo logo obrigou a Fiat à adicionar mais lenha nessa fogueira e lançou a versão HGT 2.0 com 147 cavalos, que logo viraram 155 cavalos. No entanto, a versão HGT Abarth não teve acréscimo de força e o desempenho era o mesmo do 2.0 normal.

No Brasil, o Brava seguiu caminho parecido em termos de potência, mas começava com um 1.6 de 106 cavalos e o HGT com o 2.0 de 155 cavalos. Então, insanamente, a marca instalou nesse o motor de cinco cilindros 2.45 usado no Marea, entregando assim 160 cavalos e 21 kgfm, superando o equivalente italiano.

Após uma atualização visual, o Fiat Bravo saiu de cena na Europa em 2002. O Brava continuou a ser feito no Brasil até 2003, quando foi substituído pelo Fiat Stilo, mesmo carro que tirava o hatch de duas portas da Europa.

E assim, encerrou-se a primeira fase da vida do produto, que não demoraria a voltar.

Fiat Bravo: detalhes, versões, motores (e equipamentos)

Fiat Bravo retorna como o último médio

Após o ciclo de vida do Stilo, que foi um hatch médio antecessor ao Fiat Bravo, o modelo retornou, mas dessa vez com uma proposta única, com quatro portas. Projeto 198, o modelo surgiu em 2007 para dar sequência ao segmento no mercado europeu.

Apresentado em Roma, no mês de janeiro de 2007, o hatch vinha junto com dois irmãos: Alfa Romeo Giulietta e Lancia Delta.

Feito sobre a plataforma C2, a mesma o Stilo, o Fiat Bravo chega com linhas bem fluídas e curvilíneas, tendo faróis duplos prolongados sobre o capô, que era bem longo, além de lanternas traseiras amendoadas.

As colunas C reforçavam o visual do hatch médio, que também tinha um bom porte: 4,336 m de comprimento, 1,792 m de largura, 1,498 m de altura e 2,600 m de entre-eixos.

Por dentro, o Fiat Bravo europeu não inovava por adicionar a tecnologia Blue & Me, desenvolvida em parceria com a Microsoft, que surgiu inicialmente com o Grande Punto. Com conexão Bluetooth, permitia leitura e envio de SMS, conexão USB com armazenamento de músicas em MP3 e streaming de áudio. O sistema também permitia navegação guiada por voz.

O ambiente dentro do Fiat Bravo era amplo e apresentava um visual sofisticado. O cluster era largo e com mostradores analógicos grandes nas extremidades e dois menores na parte central. O console central era largo e vinha com sistema de áudio completo, bem como ar-condicionado manual ou automático dual zone.

Fiat Bravo: detalhes, versões, motores (e equipamentos)

O volante era multifuncional, mas o piloto automático tinha comando em uma haste na coluna. Na Europa, a versão Sport tinha instrumentação de fundo claro, volante com couro costurado em vermelho e bancos esportivos com dois tons. O Fiat Bravo contava ainda com direção elétrica dotada de dois modos de funcionamento.

Apesar do entre-eixos mediano, o Fiat Bravo tinha um bom espaço interno, ainda mais por ser um carro largo. O porta-malas era grande também, contendo 400 litros. Embora não tivesse uma proposta 100% familiar, o hatch atendia bem nesse caso, mas a marca ainda chegou a cogitar uma perua.

Porém, algo deu errado e o projeto teria sido convertido em um facelift do Croma, totalmente inspirado no Fiat Bravo, quase sendo confundido como uma versão perua do hatch, cujo projeto foi tocado pelo Centro de Estilo da Fiat, em Turim, mas teve participação da Magna Steyr.

A produção começou em Cassino, a fim de atender o mercado europeu. No Euro NCAP, o Fiat Bravo ganhou cinco estrelas.

O Fiat Bravo chegou ao mercado europeu com opção de seis motores, sendo a base movida pelo Fire 1.4 16V de 90 cavalos e 13 kgfm, que tinha uma versão movida por GNV. Havia também uma versão 1.4 16V T-Jet, mas com 120 cavalos e 20,9 kgfm. Este, ao invés de portar uma caixa automática opcional, vinha com o automatizado Dualogic.

Fiat Bravo: detalhes, versões, motores (e equipamentos)

Assim como ocorreria mais tarde no Brasil, o Fiat Bravo europeu também ganhou o 1.4 T-Jet com 152 cavalos e 23,4 kgfm. Com ele, o hatch ia de 0 a 100 km/h em 8,2 segundos e com máxima de 212 km/h.

Nas versões diesel, o produto recebeu ainda o antigo 1.9 Multijet com 8V ou 16V, entregando 90, 120 ou 150 cavalos, além de 22,8/26,0/30,9 kgfm, respectivamente.

Houve também uma opção turbo diesel 2.0 Multijet com 165 cavalos e 36,6 kgfm. Este Fiat Bravo tinha a mesma aceleração do 1.4 T-Jet de 150 cavalos, mas com velocidade final de 215 km/h. Ou seja, era mais veloz. Todas essas opções movidas por óleo combustível era manuais. Entretanto, com o tempo, o modelo receberia novos motores.

Em 2010, o Fiat Bravo ganhou algumas alterações e entre elas novos motores. O 1.4 MultiAir Turbo passou a fazer parte do pacote, entregando 140 cavalos e 23,4 kgfm. Ele tinha a mesma aceleração do T-Jet de 150 cavalos, mas era mais lento: 204 km/h.

No diesel, o motor 1.6 Multijet já havia sido inserido nas opções daquele ano, tendo cabeçote 16V e com potências de 90, 105 ou 120 cavalos.

Fiat Bravo: detalhes, versões, motores (e equipamentos)

Esse motor diesel tinha torques de 29,4 kgfm nas versões 90 e 120, enquanto a de 150 cavalos oferecia 30,5 kgfm. Uma com 120 tinha opção Dualogic.

O Fiat Bravo ganhou uma versão chamada Eco para reduzir o consumo através de medidas como redução do arrasto aerodinâmico através de defletores externos, pneus de baixa resistência à rolagem, transmissão longa e mudanças na ECU. O motor era 1.4 16V Fire.

Com essas configurações, o Fiat Bravo durou sete anos no mercado europeu. O modelo chegou a ser vendido como Ritmo na Austrália, pois o nome já havia sido registrado pela Mitsubishi para um veículo utilitário.

O hatch médio da Fiat sempre foi bem localizado nos mercados da Europa e Brasil, sendo um projeto que mesmo após a FCA, não conseguiu encontrar espaço em mercados como dos EUA, por exemplo.

O Fiat Bravo também não foi lançado na China, onde a marca então tinha um acordo com a Nanjing, que mais tarde foi absorvida pela Shanghai (SAIC). Porém, no Brasil, o hatch achou um porto seguro para sobreviver após a saída da Europa.

Fiat Bravo: detalhes, versões, motores (e equipamentos)

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Ricardo de Oliveira

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 23 anos. Há 12 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.

  • Antonio Carneiro

    Infelizmente, o famoso “mico”.

    • EDU

      Um belo mico kkkk Acho lindo esse carro

    • Alfredo Araujo

      Mico zero km… Mico se pegar um dualogic…
      Agora… um 2015… com menos de 40 mil kms rodados… por 40 mil reais ?
      É um BELÍSSIMO carro por esse dinheiro ! Um dos, se não o melhor, custo benefício do mercado de usados

      • Marcus Lima

        Já tive, por um ano e oito meses. Confortável, bem acabado, gostoso de dirigir. tive um manual essence 1.8. Pontos que realmente me deixaram cansado do carro: desempenho muito baixo em baixa, mas o motor em si é muito manco. Apesar de as peças de manutenção serem baratas, o carro dá uns problemas. Ex: tive problemas em bobina e catalisador depois ( acho que o motor “gordo” acabou detonando o catalisador, que ficou oco). Coisas que eu nunca nem pensei em trocar no meu honda. Numa palavra: o Bravo é um carro bom, gostoso, mas ” melindroso”. Tipo peugeot: manutenção tem que ser feita muito em dia mesmo. Eu acho que paguei por pegar um em que ela num foi feita. Ah, outro problema: falha ao detectar o combustível fazia o carro não ligar, maior dificuldade, mesmo com gasolina. Vira e mexe tinha que passar no scaner! Agora, sinto saudade do espaço interno: grande, confortável e bem acabado! Moral: fazer um pré compra muito bem feito! Outra: o carro é realmente muito bonito! Só que recomendo comprar com banco de couro: o tecido do essence era pouco resistente ( o meu já e stava afrouxado com o carro sendo 2013)

  • anonbr666

    Tive um TJET, que comprei 0km e rodei 65000km.

    Quanto à má fama da Fiat no segmento de médios, comento que meu Bravo NUNCA me deu dor de cabeça alguma, nunca apresentou nenhum problema sério, a manutenção foi extremamente tranquila e barata.

    O carro era potente, uma delícia de dirigir, bom de curva, bom de reta, bom de tudo (só não era muito econômico, apesar de monofuel e MT). Fui um dono muito satisfeito e só troquei porque queria um automático.

    Ao meu ver, inclusive essa falta de cambio AT foi seu único pecado realmente grave. Na época dele a Fiat estava atrasada com os câmbios automáticos e aquele dualogic era duro de engolir. De resto, um belíssimo carro, especialmente pra quem gosta de câmbio manual.

    Ah, a reportagem tem um erro: “O Fiat Bravo também não foi lançado na China, onde a marca então tinha um acordo com a Nanjing, que mais tarde foi absorvida pela Shanghai (SAIC)” Eu estive na China a trabalho em 2013, quando tinha esse meu TJET e vi o Bravo lá. Vi uns 3-4 carros desses. Me chamou muito a atenção ter exatamente o meu carro do outro lado do mundo, então posso afirmar categoricamente que o mercado Chinês teve sim oferta do Bravo.

    • Daniel dos Santos

      Tive um Linea é nunca me encomodou apos até os 120.000km, quando o vendi… Excelente carro… Manutencoes feitas a risca… Unica troca foi uma biela da suspencao….. Aos 100.000 incrivel que nao tinham ruidos internos no carro…

  • O Bravo não teve a mesma receptividade do Stilo. Mas sempre simpatizei com ele, apesar de nunca ter sequer andado em um. Achava ele bem equipado (quando adicionado os opcionais) e a frente do seu tempo, especificamente quanto a versão de motor turbo (T-Jet). Pena que os hatchs médios estão todos morrendo. O Bravo foi só mais uma vítima dos altinhos.

    • Chega a ser engraçado, aqui no Brasil o Stilo teve uma receptividade até interessante e chegou a ter vendas relevantes e ganhou premio de Carro do Ano, além de ter sido lançado quase que em simultâneo com a Europa (embora que aqui perdeu itens que não eram comuns na sua época como o controle de estabilidade, o Isofix e o cruise control adaptativo), mas por lá, foi um fracasso comercial, sendo um dos carros que mais deram prejuízo na história automotiva para uma montadora. Já o Bravo, marcou por lá um “renascimento” embora tenha vendido bem mesmo só nos dois primeiros anos e tendo mantido uma arquitetura muito similar ao seu antecessor. No entanto, aqui chegou tarde demais, se duvidar, se tivessem atualizado (e equipado melhor as versões de acesso) o Stilo com o motor e-torq e talvez tivessem arriscado em um câmbio automático, pudesse ter segurado mais as vendas do que o Bravo por aqui.

  • Marcos megdA

    Minha mae tem um bravo até hoje. Tem um saldo positivo, mas infelizmente alguns defeitos muito chatos. Radiador furou precocemente, ar condicionado teve vários defeitos, banco do passageiro com defeito precoce também, consumo elevado e escapamento com barulho muito precoce.
    Nao era exatamente ágil, mas pra quem saiu de um 1.0, ele é muito bacana. Espaço interno excelente e o porta malas imenso pra um hatch. O som é muito bom pra um Fiat.
    Carro ja está na familia há 8 anos e ainda roda bem kkk

  • Louis

    A Fiat não consegue manter 2 gerações de seus médios com o mesmo nome…

    • Eduardo Zacchi

      Isso mesmo Louis, desenha um automóvel lindo e depois mata ele agonizando-o

    • Daniel dos Santos

      Pq é uma marca para carros populares para pais emergente…

  • Bruno Silva

    “O hatch tinha acabamento bom, mas o espaço atrás era pequeno, visto que ele tinha apenas 2,60 m de entre-eixos. Com 400 litros no porta-malas, vencia fácil os concorrentes nesse aspecto.”
    “Apesar do entre-eixos mediano, o Fiat Bravo tinha um bom espaço interno, ainda mais por ser um carro largo.”
    É bom ou pequeno? Ficou contraditório. No mais, se a Fiat tivesse trazido o Bravo com câmbio automático tanto na versão Etorq no lugar do Dualogic, quanto na 1.4 T-Jet, poderia ter vendido muito mais, até mesmo adicionar itens como ESP de série na última reestilização. Uma pena, porque não consigo engolir o Argo como substituto desse carro (versão Precision e HGT custam o mesmo que o Bravo).

    • Louis

      Pelo menos em porta-malas, é bem maior que médios atuais, como Golf e Cruze.

      • Fanjos

        Só o Cruze Hatch da versão anterior foi ter porta malas maior

    • Ricardo

      Bruno, tenho um há 6 anos e posso te afirmar categoricamente: O espaço interno é muito bom, mas apenas nos bandos dianteiros.
      No banco traseiro viajam bem 3 crianças ou 2 adultos de até 1,7m. Culpo, em parte, a espessura do encosto dos bancos dianteiros, que considero excessiva. Porta malas com ótimos 400 litros e suficiente para uma família pequena, mas abriria mão facilmente de uns 100 litros do porta malas por mais uns 5 cm para as pernas no banco traseiro.
      No mais, excelente carro. Nunca me deu trabalho além das revisões periódicas ou desgastes esperados pela idade/quilometragem.
      Abraço

  • Phantasma

    Cambio automatizado mono embreagem já era e ainda é uma tristeza em compactos, em um hatch médio médio então é uma desgraça, e pior ainda quando todos os concorrentes tinham automáticos convencionais. Fiat as vezes parece que subestima o mercado, acha que qualquer coisa que faça vai vender.

  • Dod

    O grande erro da Fiat brasileira foi não ter oferecido um câmbio automático de verdade no Bravo. Todos os hatches médios que concorreram com ele em algum momento (Golf 4.5, Astra, Vectra GT, Cruze Sport6 MK1, 307, 308, C4, Focus MK2, Tiida, i30) tinham transmissões automáticas convencionais que estavam anos-luz a frente do Dualogic.
    No mais, com transmissão manual, é um bom carro, mesmo com o manco e beberrão 1.8 Etorq. Não é tão espaçoso mas acomoda bem 4 pessoas, é confortável, o acabamento é muito bem feito mesmo nas versões mais simples…acho o Bravo uma excelente opção de usado para quem quer um carro para aproveitar uns bons anos e não se importa tanto com revenda.

    • Reinaldo Borsato Rodrigues

      Reinaldo Borsato

    • TijucaBH

      Exatamente!!! Eu tive um Essence 1.8 MT e logo no inicio ele era muito manco, péssimo torque em baixa. Um mes depois a Fiat soltou uma atualização de software da injeção é o carro mudou radicalmente. Fiquei com ele até os 50 mil km e tive somente 2 problemas extremamente simples. Um foi um ruido no pedal da embreagem, tipo um rangido que resolveu com a troca em garantia do cilindro da embreagem. Outro era um ruido, tipi um assobio ao freiar de ré com a direção esterçada. O ruido vinha da pinça de freio traseira e só dava nessa condição citada, entao nao me incomodava. Inda bem, pois consultando algumas concessionárias, todas conheciam o ruido e foram unânimes em dizr que nao tinha conserto, era característico do carro.
      No restante, fui bem fliz, nao tenho do que reclamar. Ele era mais simples que os concorrentes, mas também era mais barato, o que acabava compensando bem.

  • Allifen Marques

    Se tivesse adotado uma caixa automática convencional no lugar do tenebroso Dualogic, talvez a história do modelo teria sido diferente

  • Maycon Farias

    Lamentável fim, assim como foi com o Stilo e o digníssimo e surpreendente Teto solar Skywindow.

  • Razzo

    O Bravo que presta e que deve virar relíquia é o Bravo T-Jet.

  • Pedro Henrique

    Um relato de quem tem:

    Tive um sporting manual com vários opcionais que até hoje carros novos não tem, fazia 9,5 no computador de bordo na cidade (BH) e 14 na estrada(110~~130), demorava a puxar na estrada, mas quando embalava ia muito bem, além de ser muito estável. A manutenção é barata pq o motor é o etorq que é utilizado em outros carros e tem algumas outras peças que eram do stilo. Os problemas que tive são os crônicos:
    -Retentor de óleo (troca barata)
    -Radiador furado (troca cara 600~1000)
    -A parte prateada do milha queimada

    Hoje tenho um tjet 2016 e nada a reclamar, com 54 mil não achei outro usado com tanto opcional e um design que não seja idoso, média de 9,5 na cidade, 15 na estrada, sem o Overbooster é lento para arrancar, com o overbooster fica bem rápido, controle de estabilidade, tração, 7 air bags, central, sensor na frente, atrás, camera de ré, sensor de chuva, farol automatico, modo cruzeiro, enfim, é um “bom mico” se for comprar usado. De alertá é só a turbina que trinca, ai é uma paulada se tiver fora de garantia.

    Espero ter ajudado com um relato real.
    Abraços.

  • Tommy

    Era melhor pra Fiat ter mantido o Stilo por aqui, ele sempre vendeu bem, não tinha má fama como os outros médios da marca, com o E.torq + T-jet e um leve facelift poderia ter uma sobrevida ainda, mas o maior erro de todos foi ter mantido o Dualogic no Linea e no Bravo, isso matou os dois

  • Ricardo

    FIAT bonito como quase sempre e mico como quase sempre!

  • Charlis

    Um belo exemplo de um carro que me apaixonei no lançamento, considerando que nunca gostei de carros da FIAT, com exceção ao Punto, achei ele lindo por dentro e por fora, e na teoria me parecia ser bem legal.

    Fim de 2012 eu tinha vendido meu Peugeot 307 (depois de 4 meses tentando), alias, foi o único carro que tive, que não gostei.
    E começo de 2013 eu comecei a busca do meu próximo carro naquela época.
    Então, como já era apaixonado pelo Bravo, fui conhecê-lo,e ao vivo, e gostei mas ainda.

    Mas o sonho acabou durante o Test Drive, eu simplesmente detestei dirigir o carro.
    Motor 1.8 era horrível, e o acerto da suspensão completamente na contra mão do meu gosto, e a direção idem.
    Daí percebe-se o quão importante é um Test Drive bem feito.

    Acabei comprando o terceiro Civic que tivemos em casa, que nesse momento foi o G9 LXS 1.8 MT8, esse sim, deixou muitas saudades.

    []s

  • Guilherme

    foi o melhor carro que ja tive, conforto ABSURDO, suspensão macia e muito bem acabado.
    Hoje meu civic 2014 g9 tem mais motor e é economico, mas longe do prazer do BRAVO

  • Eduardo Zacchi

    Morreu um dos mais belos automóveis que a Fiat já fez (e um dos mais gostosos de dirigir também…). E tudo por que??? Porque a FIAT é INCOMPETENTE em administrar produtos, cria belos exemplares (Tempra, Marea, Linea, Crona na Itália), mas daí faz nhaca com motores, versões, ofertas de equipamentos e por aí vai!!!

    O carro era gostoso de dirigir (conjunto direção + suspensão bem acertados), lindo, bem acabado, mas me colocam um motor 1.8 SEM VERGONHA e uma transmissão automatizada mais sem vergonha ainda.

    Carro que caberia versões sedã, base para um SUV pequeno e até mesmo perua! Deveria ter motores 1.4 ou 1.5 com turbo e injeção direta ao invés de um único 1.4 turbo de concepção antiga numa única versão esportiva, cara à época em que era ofertada, transmissões de dupla embreagem da Alfa Romeo, versões esportivas que evocassem a tradição italiana nas pistas e com acertos mais dinâmicos.

    O Línea deveria ter sido baseado nele e não no Punto (o sedã do Punto seria pra brigar com City, Virtus, Yaris, etc…) que fosse páreo para Corolla, Civic, Cruze, Jetta.

    Enquanto em todas as marcas bem sucedidas você vê que os carros evoluem, (vide Golf, Focus), a FIAT mata os carros, lançou a porcaria do Tipo no lugar dele na Europa!!!

    Enquanto agir dessa forma no mundo, a FIAT vai continuar a diminuir enquanto outras marcas despontam fortes…

  • Zé Mundico

    E padecia do mal de todo Fiat: transmissão não conversa com o motor.
    Deve ser praga de mãe, só pode!

  • CARnivoro

    Ja tive 1 e tenho saudades dele… era um belo carro… mas realmente o dualogic matava ele..

    Qdo houve a reestetização a Fiat deveria ter colocado um At6 nele… com preços atraentes teria vendido mais e sobrevivido pelo menos mais uns 2 anos

  • 🅰🅽🅳🅴🆁🆂🅾🅽 – 🆂🅿® ✅

    O motor do Brava HGT era um 1.8 de 132cv e não um 2.0 de 155cv como deveria ser na Europa.

  • Jean Lehn

    Tive um otimo carro so fala mal quem não teve , o problema dele foi o atraso de 4 anos se tivessem lançado ele em 2008 chegaria antes do Novo Focus e do I30 teria sido uma revolução no defasado segmento da época , enfim mais uma oportunidade jofada no mato pela FIAT! além da falta de um cambio automático de verdade.

  • fsjal

    Eu sempre fui apaixonado por esse carro.
    Tive um Stilo Sporting 2007 que eu tirei zero e fiquei com ele por 3 anos, sempre na esperança de a Fiat trazer o Bravo pra cá, mas essa chegada acabou atrasando. Troquei de carro em 2010, ele já estava entre nós, mas como eu procurava um carro automático, acabei optando por um i30, mas até hoje admiro esse carro na rua.
    Teria um tranquilamente, já que minha convivência com o Stilo foi a melhor possível.

  • Mr Tony

    Belíssimo em design, deixei de pegar principalmente pelo câmbio. Mencionaram a versão “Wolverine”?

  • sergio432

    Tive um modelo Sporting Dualogic, um dos melhores carros que eu já tive, bonito, bom acabamento, confortável (para duas pessoas) e andava bem. Agora o câmbio e o consumo eram uma tristeza..

  • Andre Pestana

    O que estragava o Fiat Bravo era o cambio Dualogic, se a Fiat colocasse opção do cambio automático alsin de 6 marcha do Argo a tempo o Bravo teria feito sucesso tanto com o 1.8 etorque quanto o 1.4 Tjet.

  • Fernando Gabriel

    A Fiat sempre foi uma mãe desnaturada com seus filhos médios. Gerava, dava a Luz e largava eles sozinhos no Mundo, vide Tempra, Tipo, Stilo, Bravo, Brava, Marea… Carros com potencial de conforto, modernidade e prazer ao dirigir, simplesmente jogados no mercado a Deus dará. Pena, mesmo.

  • Kauane Fuchs

    Ainda tenho um 2013 que comprei 0km, hoje com 50 mil km. Nunca me deu nenhum problema. Só revisões periódicas. Conforto absurdo! Demais por dentro. Ainda hoje alguns lugares que deixo o carro me falam que é bonito demais. Pretendo ficar mais uns
    2 ou 3 anos com ele. Que carro gostoso de dirigir!

  • Reinaldo Borsato Rodrigues

    Tenho um Blackmotion 16/16 manual da última fornada e com todos opcionais que tirei em dezembro de 2016.
    O som desse carro é fantástico, o ar digital idem, os bancos de couro também sao excelentes e a tecla city deixa a direção elétrica uma pluma. Na estrada vai muito bem e o único porém e um pouco de falta de torque em baixa. Quando vi o argo percebi que não terei outro Fiat pois não tem nada de sucessor. O único defeito é ques faróis de milha estão amarelados por dentro. Carro top, melhor que meu antigo e problemático Focus.

  • Verdades sobre o mercado

    Fui gerente de css Fiat por 4 anos e tive um Bravo 2012 que comprei com 2.000km e usei por 1 ano. O carro é muito bom. Seus grandes pecados: motor fraco em baixa(a Fiat jura que ele tem bom torque desde baixas rotações, o que é uma piada), falta de um AT “de verdade e revenda(o meu era manual). Foi o carro mais difícil de vender da minha vida. Foram 13 meses para vender um carro impecável com apenas 10.000km e 1 ano de uso(quando coloquei a venda), com 2 detalhes: veículo sendo ofertado a preço de mercado e exposto dentro do showroom de semi-novos da css. Este foi um carro onde a Fiat simplesmente “jogou” o produto nas css e não fez esforço decente para que decolasse as vendas.

    • Marcelo Eugenio

      A Fiat demorou demais para lançar o Bravo também, de modo que quando ele chegou parecia já ser um produto envelhecido (suas linhas remetiam ao Punto) alem de caro.

  • Bruno@BRN.CS

    Sou loucão nesse carro, mas a revenda dele me põe pânico. Alguém sabe como está, se tem procura, demora pra vender?

    • Pedro Henrique

      Demora muito, dei o meu bem abaixo da fipe pra vender logo, em compensação achei um bem abaixo também, mas é casamento na certa.

    • Jefferson

      É o tipo de carro que você anuncia a um público específico, entusiastas e afins. O povão em geral não gosta de carro, compra pensando em revender, no que desvaloriza menos, qual está na moda, e por aí vai.

  • Lucas086

    Ainda sonho em um Sporting com teto, pena saiu de linha, mas é um carrão, conforto demais, gostoso demais

  • cristiano

    Comprei em 2009 um Stilo Sporting amarelo carro lindo por aonde passava chamava a atenção com aquele teto solar maravilhoso .vendi e comprei um Bravo Sporting 2015 infesllimente a Fiat tirou a cor amarelo .estou com ele até hoje 28.000 km rodados muito sastifeito carro diferenciado esportivo chama a atenção .não tem nenhum esportivo hoje .Vou vender para um argo nunca

  • fejunk

    não era um produto ruim, muito pelo contrário… quando foi lançado (na europa) era um dos melhores modelos do seu nicho. Só desembarcou aqui quase cinco anos depois, em 2010… tivesse chegado antes, teria feito sucesso já que concorreria com Astra, o Golf Antigo, o c4 também antigo (o novo so chegaria em 2011) enfim. O focus foi renovado tmb se não me engano em 2010… quando o Bravo chegou já estava ate meio defasado… pra completar era diferente do europeu, depenado, com aquele 1.8 beberrão… imagino que tivessem lançado versão única com motor 1.4 turbo e conjunto mecânico moderno o preço que fosse logo em 2006, poderia ter vendido e ainda ajudado a FIAT a não perder tanto prestigio… como nada disso foi feito, a FIAT ta com a imagem que ela tem hoje… fadada a desaparecer, se não arrumar uma fusão com outra grande em breve

  • Vinicius Lima Santos

    Eu achava o Bravo bastante honesto, quase comprei um, no final acabei indo pra outro lado e peguei o Sentra.
    De forma geral, sinto falta dos hatch médio no Brasil. Simplesmente sumiram.

  • jvfig

    Com 1.4 turbo multiair do Fiat 500 abarth e o cambio AISIN at6 venderia surpreendentemente bem até mesmo hoje (Com preço na faixa de 70~80mil não se encontraria nada parecido no mercado).

    No mais, no mercado de usados o Bravo T-jet ainda se apresenta como boa opção e excelente custo benefício apesar do motor ser um pouco gastão considerando que é um projeto de downsizing.

  • Miguel

    Um carro com um belo design, realmente dava pra ver que pertencia à escola italiana.
    Eu sempre achei ele lindo, muito mais que a concorrência, ainda mais na versão T-jet, mas infelizmente a Fiat conseguiu afundar um bom produto.
    Pelos relatos aqui, mesmo com todos os defeitos apresentados (Motor e falta de AT), ele é bem visto por 95% dos leitores.

  • Antonio Carlos Selmo

    Tive um Essence 2012 zero e troquei por um Sporting 2014 com 22 mil km. Raridade! Únicos defeitos: beberrão e pouco torque na cidade. Mas bom consumo e desempenho na estrada. Fora isso, só prazer! Mil mimos, belo acabamento, teto solar fantástico, além do design, belo até hoje. Enfim, muito satisfeito ate hoje. Quando penso em troca-lo, nada me empolga! Argo? Deus me livre! Horroroso! Com essa moda emergente de SUVs, estao matando os hatches médios.! Uma pena!

  • Cristiano Prates

    Tive um bravo, rodei mais 80.000km com o meu 1.8 essence. Não tenho nada a reclamar, maravilha de carro, o divórcio que foi tortuoso, voei de um barranco a mais de 100 km/h. Agradeço à estrutura do carro por poder comentar aqui hoje, rsrsrsr.

    • jvfig

      Estrutura, plataforma e barras de segurança igual do Alfa Romeo Giulieta!

      E tem gente que tem coragem de desdenhar desse carro e comparar com as jabuticabas que temos aqui.

  • Danilo

    meu cunhado comprou um bravo essence em 2011. Carro veio com paralama dianteiro retocado grotescamente (carro zero km)

    A concessionaria pegou o carro dele ja emplacado e ipva pago pelo valor da nota que ele pagou. Voltou pouco mais e fizeram um preço bom em um Sporting pra reparar a má impressão, ja que ele (meu cunhado) comprava em média 10 Stradas por ano para a empresa na qual ele trabalha. Ficaram com medo de irem comprar Saveiro rsrs.
    Enfim, passados 20 dias o carro chegou e ADIVINHAM:

    Parchoque dianteiro com leve raspado ( CARRO ZERO, desceu da cegonha e meu cunhado ja viu) kkkkkkkkk

    Enfim, se problema da Fiat ou do transporte não sei dizer. A unica coisa é que eu que ja nunca fui fã de Fiat, gostei menos ainda e dia que andei no carro dele, foi igual tomar agua.
    não fedeu e nem cheirou.
    Bravo pra mim, assim como Stilo foram dois carros que nunca me despertaram nenhum tipo de sentimento.

    Da Fiat unico carro que me da vontade de ter assim, por 1 semana, é um 500 Abarth Biposto 695. Pequeno, forte e divertido. Mas 1 semana da tranquilo, depois ja cansa.

  • Julio Martins

    Eu possuo um Sporting com 67000 km, estou muito satisfeito com o carro e não penso em trocar por novos modelos. Ele me atende bem e não me dá nenhuma dor de cabeça. Bom acabamento, freios a disco nas 4 e 5 estrelas em teste de colisão. Sim ele consome bem na cidade, mas na estrada e ótimo e o consumo melhora muito, estabilidade exemplar.

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