Fiat Minivans

Fiat Freemont – avaliação completa

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Hoje em dia, para vender carros, as fabricantes tentam atender mais o desejo do consumidor do que suas reais necessidades. É o que os departamentos de marketing gostam de chamar de “aspiracional” – ou seja, a opção de oferecer ao cliente um modelo que represente o estilo de vida que ele quer ter, mesmo que não seja algo realmente adequado e prático ao seu cotidiano atual.



Mas não é só quem compra carro que sonha ser algo diferente do que é. As marcas também têm “sentimentos” parecidos. É o caso da Fiat. Depois de 35 anos no Brasil, a empresa italiana – fortíssima no segmento de compactos – começa a ir atrás do seu desejo de ser mais requintada. E o maior expoente dessa proposta é o recém-lançado Freemont. E, principalmente, a versão Precision do utilitário esportivo. Que, não por acaso, é o carro mais caro que a Fiat já vendeu no Brasil.

É nessa configuração que está o máximo que marca italiana pode oferecer por aqui no momento. E a lista de equipamentos mostra bem isso. Estão lá ar-condicionado de três zonas, direção hidráulica, ABS com EBD, airbags frontais, laterais e de cortina, banco do motorista com ajuste elétrico, sistema de partida por botão, controle de estabilidade, de tração e terceira fileira de bancos.

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A versão para imprensa ainda era equipada com o rádio/CD/MP3/USB/AUX/Bluetooth com tela de 8 polegadas sensível ao toque. Mas a Fiat teve problemas com a importação do sistema e atualmente só oferece nas concessionárias nacionais a tela com 4,3 polegadas – a maior só deve chegar no segundo semestre do ano que vem. De qualquer forma, um conteúdo que ninguém espera encontrar em um carro da Fiat.

A etiqueta de preço é outra surpresa. O Freemont Precision custa R$ 86 mil e pode ir a R$ 91.740 quando equipado com teto solar, bancos de couro e pintura metálica. É um preço elevado, ainda mais ao se levar em conta que ele vem do México, não recolhe nem os 35% de imposto de importação e nem recebe o aumento de 30 pontos percentuais no IPI – o que melhora ainda mais a lucratividade da fabricante com a importação.

E depois do primeiro mês cheio de vendas, já se pode dizer que a missão do Freemont de trazer requinte à Fiat começa a ser cumprida. Em setembro, foram comercializadas 617 unidades do modelo. Concorrentes já posicionados no mercado como o Chevrolet Captiva não ficaram muito longe – 962 unidades comercializadas.

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O Freemont não chega ainda à expectativa da marca, de superar os mil exemplares mensais. Mas é um bom começo – e as “sanções tributárias” que devem afligir alguns concorrentes coreanos, japoneses e europeus podem ajudar a embalar as vendas.

O Freemont está posicionado bem no meio do segmento de crossovers. Se a opção for para um familiar de sete lugares, os concorrentes seriam Kia Carens, por R$ 76.900, e Citroën Grand C4 Picasso, por R$ 92 mil. Se o cliente não fizer questão da fileira extra de bancos, aí surgem carros como com apelo mais de utilitário esportivo – como o Honda CRV, que parte de R$ 85,7 mil.

Mas, mesmo com poucos rivais diretos, obviamente, é preciso ter um produto decente para enfrentá-los. E, nesse ponto, a Fiat foi bem esperta. Em vez de fazer o Freemont em cima do Journey que é vendido no Brasil e já conhecido desde 2008, foi buscar no modelo que é comercializado nos Estados Unidos a sua “inspiração”.

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Lá, o modelo da Dodge ganhou uma leve reestilização em 2011, mas que também incluiu uma remodelação no interior do carro. Ou seja, pela diferença entre os dois veículos no Brasil, pode parecer que as mudanças proporcionadas pela Fiat em seu modelo foram significativas. Mas isso não é verdade, ao menos no campo estético.

Na mecânica, a marca italiana declara que fez alterações na suspensão para deixar o carro ao gosto do cliente local. A configuração é a mesma usada pelo Journey – ou seja, McPherson na frente e Multilink atrás. Mas amortecedores, molas e a rigidez foram alteradas. O motor também é diferente.

Enquanto o Dodge conta com um V6 de 2.7 litros e 184 cv, o Fiat é equipado com um quatro cilindros de 2.4 litros, com duplo comando variável de válvulas, 172 cv a 6 mil rpm e 22,4 kgfm de torque a 4.500 giros – o mesmo usado no PT Cruiser, com algumas melhorias.

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Já a plataforma é um puro exemplo de globalização. Ela foi desenvolvida em 2005, na época que a Dodge fazia parte da DaimlerChrysler, em parceria com a Mitsubishi. Ou seja, o Freemont é um italiano feito no México com chassi planejado conjuntamente por alemães, norte-americanos e japoneses. Essa “Babel sobre rodas” pode ser o impulso que faltava para sofisticar a imagem da Fiat no Brasil.

Ponto a ponto

Desempenho – A combinação de um motor com potência apenas discreta e um peso total de mais de 1.800 kg não poderia resultar em um desempenho avassalador. O Freemont é um tanto tímido nas arrancadas e retomadas. O câmbio automático de somente quatro velocidades também não colabora na performance do crossover da Fiat. O zero a 100 km/h é feito na faixa dos 13 segundos. Nota 6.

Estabilidade – Não é dos SUVs mais altos e tem uma boa largura. Por isso, o Freemont é um veículo até correto nesse aspecto. O fato de as rodas estarem posicionadas bem na extremidade da carroceria também ajuda a enfrentar as curvas com boa capacidade dinâmica. Não chega a ser um “devorador de curvas”, mas o Freemont passa a sensação de segurança necessária para um veículo familiar. Nota 7.

Interatividade – O Freemont é bem resolvido neste quesito. Conta com comandos intuitivos e de uso simples. O computador de bordo com tela colorida tem funcionamento correto e é comandado por botões no volante multifuncional. Mas o destaque mesmo é a tela de 8 polegadas touch screen no console central – que por enquanto ainda não está disponível no Brasil. Ela controla desde o rádio, até o ar-condicionado. Entretanto, torna-se evidente a falta de um GPS em um equipamento tão vistoso. A versão Precision adiciona itens interessantes como sensor de estacionamento traseiro e banco do motorista com regulagem elétrica. Nota 8.

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Consumo – O Inmetro ainda não realizou medições de consumo do modelo. O computador de bordo do Freemont marcou uma média de 7,4 km/l com gasolina. Nota 6.

Conforto – A vida a bordo do Freemont é bem tranquila. O espaço interno é farto para cinco adultos – na última fileira, apenas crianças conseguem viajar com alguma comodidade. A suspensão macia também faz o seu trabalho com competência ao filtrar bem as imperfeições dos asfaltos brasileiros. Os bancos de couro da versão Precision são confortáveis e recebem bem os ocupantes. Nota 8.

Tecnologia – O Freemont usa a mesma plataforma do Journey, da época da Daimler Chrysler, de 2005. É relativamente moderna e conta com suspensão traseira independente do tipo Multilink. O motor conta com duplo comando variável de válvulas e comando duplo no cabeçote, mas é o mesmo bloco usado no retrô PT Cruiser desde o seu lançamento, há mais de 10 anos. A lista de equipamentos da configuração Precision é bem completa, com seis airbags, ar-condicionado de três zonas, sensor de estacionamento e retrovisores eletricamente rebatíveis. Nota 8.

Habitabilidade – A grande cabine do Freemont é cheia de porta-objetos para guardar as quinquilharias tradicionais. Ainda há soluções interessantes, como o espaço no assoalho traseiro para guardar gelo e bebidas. O porta-malas leva 145 litros com a terceira fileira de bancos em uso e 580 litros com apenas a terceira fileira abaixada. Nota 9.

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Acabamento – A Fiat usou o mesmo acabamento que está no Journey reestilizado, que já é vendido nos Estados Unidos. Ou seja, representa uma boa evolução em relação ao SUV da Dodge que é vendido por aqui. O Freemont conta com uma boa difusão de materiais de toque macio no interior e com peças muito bem encaixadas. É o Fiat mais bem acabado à venda no Brasil. Nota 8.

Design – O Freemont tem a mesma cara que já anda no Brasil desde 2008 com o Dodge Journey. Exceto por algumas pequenas modificações, como grade dianteira e lanternas traseiras, é a mesma carroceria. Ou seja, mantém o aspecto de carro robusto e imponente que o crossover da marca norte-americana tem. O problema é que foge completamente da proposta de design dos outros carros da Fiat, muito mais fluida e orgânica. Nota 7.

Custo/Benefício – Na mesma faixa de preços, o Freemont não tem um concorrente direto. Com sete lugares, apenas minivans como a Kia Carens e a Citroën Grand C4 Picasso. Já para o lado dos SUVs, mas sem a terceira fileira de bancos, existem Honda CRV, Peugeot 3008, Hyundai ix35, Kia Sportage e Chevrolet Captiva, todos mais caros. A versão Precision adiciona ar-condicionado de três zonas, banco do motorista com regulagem elétrica, barras no teto, retrovisor interno eletrocrômico, retrovisores externos com rebatimento elétrico, sensor de estacionamento traseiro, rodas de 17 polegadas, airbags de janela e de cortina – tudo por R$ 4,1 mil a mais que a configuração de entrada Emotion, que sai por R$ 81,8 mil. Nota 7.

Total – O Fiat Freemont Precision somou 74 pontos em 100 possíveis.

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Impressões ao dirigir – Virtudes interiores

O visual do Freemont não é de chamar muita atenção, até pela sua proximidade com o Journey, mas agrada pela robustez. Entretanto, os olhares curiosos são inevitáveis quando se percebe a logomarca que está na grade dianteira. Sem dúvida, o brasileiro não está acostumado a ver um Fiat deste porte, acabamento e motor. Por isso, é comum ouvir a pergunta: “Isso é mesmo um Fiat?”. E, na essência, não é. O modelo é o Dodge Journey, vendido aqui desde 2008, com algumas melhorias pontuais.

É o caso do acabamento. A Fiat foi buscar o painel no Journey americano – e fez bem. O interior é muito bem acabado, com materiais agradáveis ao toque e aos olhos. O painel usa plásticos do tipo soft-touch e os encaixes são bem precisos. Destaque também para a tela de 8 polegadas que comanda o sistema de entretenimento e tem ótima interface, mas que só deve chegar ao Brasil no segundo semestre do ano que vem.

A cabine continua a impressionar pelo espaço interno. O Freemont tem muito espaço na cabine, tanto para quem vai na frente, como para quem viaja atrás. Dá para levar cinco adultos sem maiores problemas. Se a família for ainda maior, duas crianças podem ser “encaixadas” na terceira fileira de bancos. E essa versatilidade do interior não é difícil de ser verificada. Abaixar ou levantar os bancos é uma tarefa simples, que depende apenas de apertos de botões e encaixes.

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Em movimento, no entanto, o Freemont não anima muito. Mesmo tendo duplo comando variável de válvulas, o motor de 172 cv a 6 mil rpm parece ser fraco para mover os mais de 1.800 kg. É preciso pisar fundo e ter um pouco de paciência para ver o crossover chegar a velocidades elevadas. A transmissão automática de quatro velocidades é outro ponto fraco do carro da Fiat. As relações são muito longas e as trocas não são das mais rápidas.

Em curvas, o Freemont se mostra bem correto. Mesmo com uma suspensão macia, que privilegia o conforto, o veículo não chega a fazer menção de desgarrar. Claro que não é uma proposta esportiva, mas chega ser até surpreendente a destreza que o carro supera um trajeto sinuoso. Mas mesmo com bons atributos, o principal argumento de vendas não é o próprio carro em si. Com mais de 560 concessionárias espalhadas pelo país, a Fiat disponibiliza o veículo em quase todo o Brasil. Ou seja, coloca o modelo feito no México onde nenhum Dodge jamais esteve.

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Ficha técnica – Fiat Freemont Precision 2.4

Motor: A gasolina, dianteiro, transversal, 2.360 cm³, com quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro e duplo comando no cabeçote e duplo comando variável de válvulas. Acelerador eletrônico e injeção eletrônica multiponto sequencial.

Transmissão: Câmbio automático de quatro marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira.

Potência máxima: 172 cv a 6 mil rpm.

Aceleração 0-100 km/h: 12,9 segundos.

Velocidade máxima: 190 km/h

Torque máximo: 22,5 kgfm a 4.500 rpm.

Diâmetro e curso: 88 mm X 97 mm. Taxa de compressão: 10,5:1.

Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson, com rodas independentes, braços oscilantes, molas helicoidais e barra estabilizadora. Traseira independente do tipo Multilink, com barra estabilizadora e molas helicoidais. Oferece controle eletrônico de estabilidade.

Pneus: 225/65 R17.

Freios: Discos ventilados na frente e discos sólidos atrás. Oferece ABS com EBD.

Carroceria: Utilitário esportivo em monobloco com quatro portas e sete lugares. Com 4,88 metros de comprimento, 1,87 m de largura, 1,75 m de altura e 2,89 m de distância entre-eixos. Oferece airbags frontais, laterais e do tipo cortina de série na versão.

Peso: 1.809 kg com 571 kg de carga útil.

Capacidade do porta-malas: 580 litros, 2.301 com a segunda fileira de bancos rebatida.

Tanque de combustível: 77,6 litros.

Produção: Toluca, México.

Lançamento mundial: 2011. Lançamento no Brasil: 2011.

Itens de série: ar-condicionado de três zonas, ABS, EBD, BAS, airbags dianteiros, laterais e de janela, banco do motorista com regulagem elétrica, sistema keyless, controle de estabilidade e de tração, direção hidráulica, faróis de neblina, rádio/CD/MP3/USB/AUX/Bluetooth com tela sensível ao toque, cruise control, rodas de liga leve de 17 polegadas, sensor de estacionamento, sensor de chuva e luminosidade e volante revestido em couro.

Preço inicial: R$ 86 mil.

Itens opcionais: Teto solar, bancos revestidos em couro e pintura metálica.

Preço da completo: R$ 91.740.

Prós:

# Habitabilidade.

# Conforto.

# Acabamento.

Contras:

# Desempenho.

# Consumo.

  • lucaslfbsb

    É um carro intrigante… pena que seja demasiadamente caro; com esse preço, é possível adquirir uma captiva, carro bem mais interessante…

    • Leandro1978

      Se comparar com os concorrentes é a menos cara.

    • D3Tyrael

      por 82mil vc compra uma captiva aonde? Me diga que compro uma agora!

      • Sias

        Também ia postar isto: a Captiva está mais cara.

      • TecoPadaratz

        82 não, mas por 85.000 acha sim…..e fácil……

        • ASF

          Na fiat do Rio de janeiro (intendente magalhães) tem a freemont básica por 80.000,00 em qualquer cor a pronta entrega.

    • Wikle

      Captiva 0km a partir de R$ 90.290,00. Versão com motor Ecotec.

    • MeekeeB

      E a Captiva não é "bem mais interessante" assim. Já tive uma 2.4, é um ótimo carro, sem dúvidas, mas o consumo também é alto, porém o desempenho é bom. Os materiais de acabamento do Freemont são até melhores, se bobear. Achei o softtouch do painel muito legal.

      • Edson Roberto

        Meekee, eu acho que o motor 2.4 da Captiva principalmente se for o cambio de 4 marchas, apenas mediano. Pois o carro só desenvolve bem depois de embalado. Ele de saida é como uma barca… sai devagar.

        Não acho que seja absurdo, mas a pessoa que compra tem que estar ciente dessas limitações. Eu infelizmente nunca dirigi um CR-V, deve ser uma "delicia"….

    • vini123456

      Além de ser mais cara a Captiva não pode ter o TETO-SOLAR caso eu não esteja enganado, algo que acho obrigatório em veículos desse porte e preço, mesmo como opcional. Portanto, ponto pra FIAT!

      • Sr_Wilson

        isso é questão de gosto, eu não ligo pra teto solar, já tive carro com o teto e praticamente nunca usava, logo não pagaria mais caro para ter um teto solar, mil reais a mais até pagaria mas eles costumam cobrar uns 5mil em um teto solar e por esse preço prefiro ficar sem teto…

        • Diego Casagrande

          5 mil reais eu coloco o carro no seguro.

        • Edson Roberto

          Eu só consideraria um valor mais salgado no teto se fosse todo envidraçado. Se for um teto 'comum' acho um absurdo mesmo. Eu por ter um carro com teto, só tive pelo baixo preço. Senão fosse por isso, tbm nao teria tido.

    • Diego Casagrande

      Não dá pra mencionar uma Captiva em uma situação destas, são carros totalmente distintos e mercado distintos, tá certo que são carros com preços bem parecidos, mas o mercado que atende os dois carros são diferentes, seria mais sensato falar do concorrente direto.

    • Eddu13

      Eu compraria uma Journey usada 09/10.

    • AutoIng

      Captiva mais interessante, onde? O Freemont custa menos, é maior, mais confortável, mais equipado, mais sofisticado. A única vantagem da Captiva é andar mais, mas aí posso dizer que um Ford Ka 1.6 anda mais que ambos se esse for o único argumento.

  • RomuloMadruga

    O mais caro não, lembro que o Stilo Abarth completo passava dos 100mil.

    • mho

      Lembro que acessava o site da Fiat e conseguia ultrapassar os R$110.000,00. Enfim, era um carro muito bom e com acabamento de carro Europeu de ponta mas com o preço superior a de um Golf GTI e de um Civic SI era muito complicado.

      • Maycon102

        eu até tenho um revista da epoca do lançamento e tava na casa dos 123.mil com tudo de opcionais

      • Educhs

        Sim. isso mesmo..passava dos R$ 100 mil. R$ 120 mil completo se não me engano! E o Golf GTI chegava a R$ 127 mil!! Que absurdo!

  • Melhor que Zafira Elite. Mas o preço assusta…….. Nissan Grand Livina é apertado, o J6 tem espaço bom mas sem cambio automatico. Zafira defasado não dá. É, sobrou só o freemont. kkkkkk. O C4 Picasso de 7 lugares deve aumentar de preço consideravelmente com o aumento do IPI………

    • ralff

      Lucrobrasil,a C4 Picasso não é feita no RJ?

      • _Hofmann_

        não, é importada da França, assim como a Grand C4, por isso são carros que, sem o aumento brasilino de IPI, eram ótimas opções no mercado, com muita tecnologia embarcada, apesar do motor de Pallas a gasolina e câmbio de 4 marchas. quem é feita no RJ é a C3 Picasso e Aircross.

        • ralff

          Huum,eu sabia que algum carro deles eram feitos ali,mas não sabia qual,valeu .

        • Filipe_Braga

          Xsara Picasso tambem

        • Edson Roberto

          Bem, ao que parece esse motor na Freemont deve ter desempenho parelho com a C4 Picasso e em todos os sentidos ambos de motorização devem sofrer:
          – Desempenho
          – Consumo
          – Cambio

          Acho uma pena a Fiat não ter colocado para o produto em via de regra top de linha, um cambio automatico de 6 marchas como do Fiat 500.

  • Kenny_

    Acho que é o melhor custo beneficio da categoria atualmente junto do 3008 que peca em espaço mas tem melhor desempenho. E pelo porte desse carro e equipamentos, acho que ele seria um concorrente mais apropriado do Sorento, Santa Fé e Outlander.

    • joaomsilveira

      Concordo, acho que o negócio dele é com Sorento, Santa Fé, Outlander. C4 Grand Picasso também (que eu diria que, sem o IPI, é melhor negócio, inclusive).

      3008 não tem concorrentes hoje no Brasil, a meu ver. É maior que Soul e companhia e menor que os SUVS convencionais. É o único crossover de verdade à venda por aqui. Quem chega – ou chegava – mais perto era o C4 Picasso (o pequeno, não o grand).

      • Marcelo_Machado

        Eu colocaria a X1 nessa sua lista de autentico crossover. A ASX da Mitsubishi tb.
        Näo sou fä de SUV e carros grandões, mas esses 3 me chamam a atençāo, X1/3008/ASX.

        • joaomsilveira

          Boa, tinha esquecido da ASX!

        • Miguel Osterroht

          Tiguan também não?

        • Edson Roberto

          Marcelo, mas o ASX consegue ainda ter um espaço interno inferior ao 3008! Ai ter um carro "grande" com interno do tamanho de um Celta fica complicado né?

          Nem mesmo o Tiguan é tão ruim já que tem espaço de Golf. (o "nosso")

      • Julio_F

        Não é o único Crossover do Brasil, se for por na ponta do lapis o Brasil deve ter mais de 30 modelos que se encaixam na definição internacional de CUV, pois a definição de CUV é mais ampla. Na verdade a maioria desses veiculos vendidos no Brasil são CUVs, não SUVs.
        Mas como aqui existe o hábito de criar categorias sem muito critério, o pessoal fica confuso mesmo.

        • joaomsilveira

          Tá, mas crossover é bem diferente de SUV, não?

          SUV tem aos montes (quase SUVs, então, nem se fala), crossover, de verdade, dá pra contar nos dedos.

          Freemont pra mim é SUV, assim como X1, Sorento, Santa Fé, e essa corja aí. A nova geração da Sportage tá no limiar entre as duas categorias, mas ainda é SUV. 3008, ASX e X6, são crossovers.

          • Julio_F

            Contrário, no Brasil temos poucos SUVs e muitos Crossovers. Crossover é uma categoria genérica que abrange desde modelos derivados das minivans e wagons até carros maiores, similares aos SUVs, chamados Crossovers/CUVs (Crossover utility vehicles).
            Os SUVs de verdade são cada vez menos frequentes não só no Brasil, mas no mundo, devido ao seu alto custo de produção e consumo de combustivel. SUVs são originalmente preparados para possuir bom desempenho on e principalmente off road, por isso possuem boa tração, geralmente 4×4, pneus próprios, motorização potente, centro de gravidade maior. De fato, grande parte dos SUVs iniciais eram feitos em cima de plataformas de caminhotes grandes ou mesmo caminhões.
            Já os CUVs normalmente utilizam plataformas de carros comuns, tem tração dianteira, o motor é feito para ser econômico e não tão potente (veja a relação peso x potência desse Freemont por exemplo). A proposta dos SUVs era fornecer um veículo não somente grande mas capaz de enfrentar as adversidades de qualquer tipo de terreno. Já os CUVs são veículos familiares e predominantemente urbanos. Um CUV tem um desempenho offroad no máximo regular se comparado a um SUV. É até difícil achar exemplos de SUVs no Brasil. Grand Cherokee e Pathfinder são os que me vem na cabeça agora.
            Lamentavelmente, a imprensa nacional e mesmo internacional via de regra mistura as bolas e chama todo carro um pouco maior e mais alto de SUV.
            Enfim, toda essa discussão pouco importa no final das contas. O que deve definir a compra de um veiculo por alguem não é a categoria na qual ele se enquadra ou não, e sim o gosto, a experiência do usuário e suas condições financeiras e pretensões. Att.

            • Edson Roberto

              Só esqueceu de dizer que os Crossovers se dão bem melhor que os SUV's no perimetro urbano por justamente ser feito para isso. Uso urbano, estrada, com conforto e com bagagem.

              Os SUV's são para aguentar um tranco maior em terrenos acidentados e por isso, geralmente tem um ajuste e comportamentos mais duros sendo um tanto desconfortavel em nossa terra porém sem comparação em um offroad.

  • joaomsilveira

    Internamente, em nível de acabamento, equipamentos e segurança é uma boa opção.

    Mas esse visual externo acho extremamente anos 90. Fora que é uma barca, quase 5 metros de comprimento, por 1,9 de largura… é muito grande. Tudo bem, não sou público-alvo.

  • RicRB

    Ainda não tive oportunidade de conheçer ao vivo o Fiat Freemont!!
    Mas ando acompanhando as notícias sobre ele!!
    Só acho uma pena, o câmbio ter apenas 4 marchas, o qual acredito, que deve deixá-lo mais beberrão e com respostas menos ágeis!!
    Não gostei também, de alguns itens de conforto, estar disponivél apenas na versão de 7 lugares!!
    Mas acho o Freemont muito bonito e creio que ao julgar pelos números de venda, parece que anda fazendo sucesso!!

    • Leandro1978

      Eu fui conhece-lo e gostei do que vi. Bom acabamento e espaço interno. Boa lista de equipamentos. Agora, acho um absurdo ainda fazerem câmbio automático de 4 marchas. Hoje há câmbios com 5, 6 ou mais marchas, CVT, automatizado com dupla embreagem, etc. Por mais que aleguem que em certos casos está bem casado com o motor, acho um retrocesso, pois como você cita, limita o desempenho do motor.

      • Marcelo_Machado

        Tb acho um absurdo continuarem com esses automaticos de verdade com 4 marchas.
        Colocaram um de 6 marchas no 500, pq deixaram a Freemont com um de 4?!?!?!?!?

        • Edson Roberto

          Pior de tudo é ser o carro em teoria Top de linha da Fiat atualmente. É um retrocesso enorme.

          Apesar de tudo, será que um motor 5 cilidnros Fivetech não casaria melhor com o porte do veiculo que o motor do PT Cruiser? Pois esse motor já era beberrão no PT Cruiser. Até achei incrivel o bom consumo no Freemont em virtude do que já no PT Cruiser.

    • D3Tyrael

      É, fiz um test drive logo no lançamento e ele deveria ter 4marchas. Mas fiz uma conta na época, somando o valor do carro + quanto de combustível iria gastar até 60mil km (kilometragem do atual que estou prestes a trocar) e vi que o freemont ainda sairia mais em conta que o outros.

      Fiz a segunte conta: Valor do carro + Combustível gasto (considerando como andei atualmente, cerca de 60% na estrada)
      Não considerei desvalorização, seguro, e manutenção.
      No final ainda ganhava dos outros, só perdeu pro 3008 que custa 82mil também e é mais econômico.

      Por mim, ainda ficaria com o 3008 ou uma Captiva 2.4 (pouco mais cara, mas boa também)

  • AndersonPuff

    Eu achei um carrão, e acho o preço muito bom, levando em consideração que o Corolla ou Civic que são bem menores e com menos equipamentos chegam a custar mais caros………Só que dois meses após o lançamento eu só vi um rodando

    • ralff

      Civic e Corolla,são sedans,impossivel compara um SUV com sedan ne colega.
      É mais facil ver o Journey do que ve esse Freemont rodando.

      • _Hofmann_

        ah, vá… é óbvio que tem mais Journey rodando, afinal, foi lançado em 2008 e o Freemont, há menos de 2 meses…

      • Cearajc

        Impossivel comparar? NÃO…
        São categorias diferentes mas o publico é o mesmo…
        E pelo preço cobrado pelos Japoneses (Corolla e Civic), que estão mais defasados que o proprio Freemont/Journey, é melhor pegar o FIAT que tá sendo mais honesto que os sedans japoneses!

      • Julio_F

        É Crossover, não é SUV.
        SUV de verdade tem que ter plataforma mais robusta com motor mais potente, consome mais combustivel, tem tração 4×4, etc… Não é somente o tamanho do veiculo, mas a versatilidade, robustez, potência (que se reflete em consumo).
        O problema é que aqui no Brasil até a mídia especilizada pisou no tomate e começou a chamar todo carro maior e mais alto de SUV. Não é. CRV não é SUV, Santa Fé não é SUV. Captiva não é SUV. Journey não é SUV (portanto Freemont idem).
        Dê uma procurada no Google sobre a diferença entre CUV (crossover utility vehicle) e SUV.

      • AnderPvai

        é ralf essa vc vacilou, olha qnto tempo o freemont ta no mercado, o meu amigo, e olha o tamanho do carro aquilo ali vai tudo a+ , custo bem maior, e mesmo assim corola e civic conseguem ser caros em algumas versoes, é pq é sedan neh, rsrs valeu.
        e no meu ponto de vista, esse carro tem porte de sorento, com preço de sportage, nao q seja barato, mas mostra bem como os outros estao caros neh.

  • tiago90j

    o consumo não está mal, para uma barca desse tamanho com o peso de 2 gols.

    • ralff

      E com 2 motores do Gol

  • Cezarskinner

    Bem que poderia ser cinco marchas.

    • Leandro1978

      ou seis ou um CVT ou um automatizado de dupla embreagem. Opções há, mas claramente optaram pelo menos caro, sem se importar se limita o desempenho do motor.

    • _Hofmann_

      colocaram esse câmbio de 4 marchas pra não ter que investir mais no projeto, já que motor é câmbio são versões modificadas dos usados no PT Cruiser desde o lançamento, há mais de 11 anos.

    • Cearajc

      Concordo plenamente… um erro da FIAT, mas se analisarmos bem:
      1) Tenho 24 anos e nunca tinha visto ou ouvido falar em um FIAT com câmbio automático, já é um progresso;
      2) Levando em consideração que em uma categoria diferente o Corolla é lider de vendas com um carro de desenho defasado e com um cambio com 4 velocidades… faz com que a FIAT tenha o "direito de sonhar" também!
      Talvez não compraria o Freemont pq acho a Sportage linda de morrer, mas com certeza é uma das melhores opções do seguimento!

      • vini123456

        Cearajc vc não se informou direito, na Fiat de automático "de verdade" teve o Marea HLX 2.4 20v e agora tem tmb o 500, claro isso considerando apenas o Brasil pq lá fora teve bem mais modelos, inclusive o Tempra, pena que não chegou aqui, adorava esse carro e até hoje olho admirado os Turbo Stile.

      • AutoIng

        Marea tinha câmbio automático, lembra?

  • rfbertelli

    As vendas não estão maiores porque as concessionárias não tem o carro para vender. Essa previsão de vendas de 1000 unidades foi só da boca pra fora. A Fiat não esta tendo nem a Freemont nem o 500. Mas eu acho que eles fazem isso de propósito. Não trazem muitos carros pra deixar o consumidor sempre na espectativa, pra não ter a sensação de carro comum, que tem em todo lugar para pronta-entrega.

  • rodrigolim

    As placas com início Hxx acabaram para Bh e região? Esse carro não tem cara de Fiat….

    • Miguel Osterroht

      Não, tem cara de Journey…

      Kits Dodge a venda no mercado livre para fingir que é um Journey em 3..2….1….

  • marmota2

    Eu já sabia que esse motor não ia aguentar esse carro enorme.

    • ralff

      Bem que podiam pegar o motor de 182 cv da Journey,10 cv a mais que ja ajudaria.

      • TDRamos

        Mas consumo bem maior, são 10 cavalos a mais, mas mais 2 cilindros e 0.3 litros por cilindro no motor

        meu tio tem um, faz por volta de 5,5/5 km/L trajeto 2/3 urbano, sempre com Ar ligado

        a nova Journey teve o motor atualizado, agora usa um Pentastar V6 3.6 com 283hp

        • Duda1565

          A minha faz 7 na cidade, e 10 na estrada. O Câmbio de 6 marchas faz toda a diferença…

  • W_B_C

    Eu gosto dessas avaliações, são bem completas. Mas não entendo o critério dessas notas…

    Nunca vi uma nota menor que 5, e olha que a maioria dos carros avaliados merecia em um quesito ou outro. O carro tem consumo razoável, nota 7. O espaço é apertado, nota 6. Se for bonzinho em algum quesito, nota 8 ou 9.

    Temos que ser um pouco mais exigentes, senão a situação por aqui não muda nunca.

  • ralff

    Eu sou mais comprar a Journey,do que compra essa Freemont ai.

    • AutoIng

      Mas é o mesmo carro. Você compra o logotipo (marca) ou o carro em si?

  • RafaelRabeloo

    Nossas as fotos assim na minha opinião ficaram otima..

  • CRW_09

    Não entendi foi esse preço (como sempre né). Se a Fiat acha que o consumidor tradicional vai trocar Chevrolet, Honda, Hyundai e Kia por um Fiat e ainda pagar mais caro, ela tá meio enganada. Mas vamos ver o que vai dar.

    • Kenny_

      Bom, a pouco temo atrás essas duas coreanas tambem estavam nessa lista de rejeitadas pelo consumidor tradicional.

      Captiva, CR-V, Ix35 e Sportage se equipados com os mesmos itens (alguns dos itens do Freemont nem se encontram nesses concorrentes) ficam bem mais caros. E detalhe, esses são os concorrentes por preço, os de porte são Sorento, Santa Fé, Outlander que tambem tem sete lugares, e pelo menos nos casos do Sorento e Outlander, o Fiat é maior (não sei as medidas do Santa Fé)

      • CRW_09

        Mas pra um carro que devia vir sem imposto…. tá bem caro

    • AutoIng

      O preço é o mais baixo em sua categoria. E trocar Chevrolet (que tá longe de ser sinônimo de qualidade) por um Dodge, faz todo sentido. O Freemont é simplesmente um Dodge com o símbolo da Fiat, preço mais baixo e 500 concessionárias a mais, ou seja, só vantagens. A menos, é claro, que pra você o logotipo seja mais importante do que o carro em si.

      • CRW_09

        Eu disse consumidores TRADICIONAISSSS não eu.

  • feantunes7

    O carro, é Journey "abrasileirado" é um SUV mais ou menos, não é ruim, eu estive vendo um desses de perto e até gostei do carro e aparenta ser meio pesadão o que dá uma imprensa de "carro para família" ´por que comparado com o desempenho dos concorrentes ele perde. Ele é bem acabado, não chega a ser igual os concorrentes mas é algo aceitável, o que fica de agrado no seu interior é sim sua central multimídia, que é muito bonita mas a Fiat poderia ter melhorado, que tal uma tela SUPER AMOLED, uma Tela de LED mesmo, seria mais agradável, no mais é um bom carro diferentemente de muitos modelos Fiat. Pelo preço e com uma boa conversa na CSS você consegue por uns 80k.

    • TDRamos

      A tela de LED chega no meio de 2012, vai ser de 8", houve problema com os fornecedores, que eram japoneses, mesmo motivo do Atraso da chegada do Punto Evo

  • mottervictor

    Quem comprou o Journey a pouco tempo deve estar feliz pra caramba !
    // ou nao . xD

    • JHerzév

      Quem comprou a versão pelada do Journey, aquela que inacreditavelmente vinha com calotas(!!!) deve estar se roendo de raiva. Ainda por cima que ela custava o mesmo que o Freemont e que foi sumariamente aniquilada com a chegada do Fiat.

  • nunes_01

    V6 de 2.7 litros e 184 cv – 2.4 litros 172cv, não imaginei que a diferença do V6 era tão pouca assim..alguem tem informação sobre o torque?

    • EKFRAGOSO

      Pelo o que andei pesquisando, é de 25,5kgfm a 4000 rpm.

    • Duda1565

      a maior diferença é no câmbio. A Journey tem 6 marchas…

  • Hummm, começo a achar que a Fiat também não vai bater essa meta de vendas.
    Se mês passado alcançou 640 modelos vendidos, nesse mês ainda está em 240. Provavelmente deve chegar a 400 vendas nesse mês. Eu esperava que a Fiat venderia facilmente mais 1000 unidades mensais, por conta principalmente da grande rede concessionáras. Mas achei o preço um tanto com um motor desanimador para o peso do carro e um cambio que não colabora.

  • Antonio De Julio

    Triste é ver um carro com esses preços vendendo bem. Desse jeito, nunca teremos preços decentes no Brasil.

    Mas, é necessário ter a qualquer custo….

    • edvarvilarneto

      Sinceramente, não acredito nem nessas informações de número de veículos comercializados.

  • mho

    O consumo está na média. Minha tia tem um IX35 com apenas a tração dianteira e o carro faz 7km/l na cidade e sem congestionamento.

    Na estrada o consumo melhora um pouco mas mesmo assim em quase todo o posto ela dá uma parada. rsrs

  • xps1530

    172cv para mais de 1.800 kg ?? lixo

  • Readgis

    Não gosto desse estilo Fiat de trocar os embleminhas, tira a personalidade do carro. E pra quem compra veículos desse valor, personalidade tambem conta na hora de passar o cheque.

    Por que não o Panda, ou o Sedici, ou um novo projeto em cima da plataforma do Journey?

    Até a nova versão européia do carranca, digo, Doblò seria muito melhor que esse fax.

    • AutoIng

      A Chevrolet também "troca embleminhas" o tempo todo e nunca vi alguém criticar a atitude.

  • edvarvilarneto

    O Fiat mais bem acabado do Brasil é um Chrysler…

  • Felipe00Reis

    Eu tendo 90 mil nunca q eu daria num fiat freemont.
    basta olhar a concorrência e suv's do mercado e ver q são bem melhores…

  • Mjscaruaru

    Enquanto o brasileiro for "RICO", nosso mercado nunca vai melhorar, essa é a realidade,

  • Viper559

    Dodge Freemont, nada a ver com FIAT esse SUV…

  • jersaosp

    Putz por alguns comentários não é fácil perceber o por que do nosso mercado ser o que é…

    • Kokokil

      Não é fácil ou não é difícil?

  • Sr_Andante

    Os itens de conforto e funcionalidade fazem desse um carro especial na faixa de preço. Eu particularmente prefiro o Journey atual que para mim só não é perfeito por causa do consumo. Se houver boas margens de desconto será imbatível na faixa. Só que nunca deveria ter saído sem a tela de LCD, GPS e um câmbio automático de no mínimo 5 marchas. Foi um erro imperdoável da Fiat.

  • Gabriel_Nint

    Muito caro. Por vir do México deveria custar, pelo menos, uns 70 mil reais.

    • bruno1905

      70mil é carro lixo como o Duster.

  • Miguel Osterroht

    Kits Dodge a venda no mercado livre para fingir que é um Journey em 3..2….1….

  • AndersonDak

    sou muio mais um peugeot 3008 com seu teto solar panorâmico gingantesco, otimo desempenho comforto e segurança…

  • Dcyno

    Aqui na minha cidade no interior de São Paulo, ainda não vi nenhum nas ruas, deve estar vendendo bem lá pro pessoal de Brasília, aliás o preço de lançamento tinha sido anunciado na faixa de 70 k, até os vendedores foram pegos de surpresa. O preço está salgado mesmo, deixa passar a época de lançamento.

  • Fabio_Tex

    Já vi mais do que eu esperava ver em São Paulo. E é a Fiat "Chrysler' Freemont mesmo, não a Dodge Journey… :-) que também tem bastante.

  • Castle_Bravo

    Certo que foi uma solução caseira trazer o Freemont para a marca, mas se a intenção é "sofisticar" a marca, é perda de tempo, a FIAT deveria fazer como faz em outros mercados, a marca FIAT é para carros populares e as outras, como Alfa Romeo para segmentos de mais classe.

    "Sofisticação" de marca serve apenas como argumento para inflar preços. :P

  • Duda1565

    Testei e optei por pegar uma Journey com 17 mil km por 70 mil.
    A grande diferença é o câmbio, que é de 6 marchas na Journey.
    Lançamentos com câmbio de 4 marchas deveriam ser proibidos!

    • paulo

      e uma vergonha mesmo a fiat ter a cara de pau de vender um carrao como o freemont carissimo com 4 marchas. somos um mercado grande e totalmente desrespeitado. mas com os politicos q temos jamais seremos respeitados. ja viu o cambio automatizado da volks? q merda. lembra do automatizado lançado no stilo? parece q nosso mercado e composto de consumidores burros, e assim q me sinto. paulo

  • granrs78

    Esse Freemont poderia custar bem menos por aqui, vide que antes do lançamento dela por aqui a Dodge vendia a Jorney V6 com cambio de 6 marchas e 6 air bags por 80.000,00. A Fiat está vendendo um clone com motor de 4 cilindros e cambio de 4 marchas e somente 2 air bags por 82.000,00. Puro lucro abusivo, e se tivessem lançado por uns 75.000,00 iriam vender muito mais, ganhar mais tanto em vendas e manutenção em suas redes de concessionarios. A Fiat perdeu a oportunidade de ouro para conseguir vender carros mais caros por aqui, mais não foi isso que ela fez, infelizmente.

  • Muito interessante, esse carro parece que vai conseguir acabar com a má fama da Fiat em carros maiores e mais caros.

  • Marco_Aurelio

    Pena custar tão caro, pois é um veículo confort[avel e interessante. A Fiat tá enfiando a faca pois poderia vender mais barato, já que vem do México e não paga o IPI. Mas em matéria de consumo tá em média 2 km mais econômico do que o "ecotec-6" Cruze, da Chevrolet. Kkkkk
    Essa GM tá aprendendo com a CAOA…

  • Edson Roberto

    Se alguém puder me responder, porque no site da Dodge com o Journey, ainda não existe a opção da mesma com o motor Pentastar?

    Pois já vejo vários Journey fazendo alusão a serie esportiva da marca justamente com o motor Pentastar! (Alias, predominante a escolha da cor vinho para o modelo).

    O que acontece? Site vai ficar desatualizado mesmo?

  • Douglas36

    Quero saber se as concessionárias da FIAT estarão habilitadas para o pós venda de um carro desse porte. Se dependesse só da tecnologia da FIAT, este carro seria uma BOMBA.

  • Adão

    Infelizmente, eu amo esse fiat muito freemont, ele é otimo, espaçoso e segurança para família. Mas combustivel tão complicado demais, gasto muito e não tem diesel. Nunca vou esquecer, freemont é meu sonho e meu favorito, sempre !

    Minha opinião, uma é boa ideia fazer, quem tem vontade comprar, pode escolher dois opções: Gasolina ou Diesel. Um dia que ele vai ter lancamento denovo e vai ficar melhor. Tomara, dar tudo certo !

    Abraço !

  • paulo

    somos desrespeitados abusivamente no comercio em geral, mas no mundo dos automoveis somos tratados como burros, estao tentando vender a justa ideia de q carros automaticos e ou automatizados e mais confortavel q mecanicos e mais seguro. concordo plenamente. mas porque algumas montadoras insistem em nos empurrar um automatizado com o sistema por ex do fox? sou motorista profissional e nunca vi nada pior. lembram do primeiro fiat stilo automatizado?mto ruim tambem. i30 2.0 com apenas 4 marchas automatico. nao e tao ruim, mas tem mto motor e nao tem marchas. o pegeot 1.6 16v manual e mto bom p andar, economico, tenho um automatico 4 marchas, ao atingir 80 km ele grita pela quinta marcha. meu tucson 2010 e 2.0 aut 4 marchas e aos 110 km ele chora pela quinta marcha. mas o mais triste e ver q ainda tem carros mod 2014 sendo fabricados com essas mesma caixas super atrasadas e estamos comprando.fiz varios testes drive nas novas camionetes medias com 5, 6 e 7 marchas automaticas, sao todas impecaveis. mas ontem fui a fiat interessado no freemont com motor 2.4 16v. 172 cavalos, 1800kg. q surpresa, ele e automatico, mas apesar de ser de luxo e de custar mais de cem mil reais, tras o cambio de 4 marchas igualmente atrasado. a triton hpe 3.2 turbo diesel automatica de mais de 120 mil r. tambem continua com 4 marchas. acho que somos mto desrespeitados por politicos e montadoras. por favor pesquizem, a net ta ai pra isso. agradecido, paulo

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